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      <title>Impactos Ambientais by </title>
      <link>https://padlet.com/geovanacola/rlwgpuxbeedfvpws</link>
      <description>Resumos de reportagens sobre Impactos Ambientais - EEEM-Guarapari</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-09-11 13:37:32 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-09-26 15:06:03 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Saiba o que é tolueno, poluente que parou abastecimento de água em Niterói, São Gonçalo e região.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/geovanacola/rlwgpuxbeedfvpws/wish/3140386220</link>
         <description><![CDATA[<p>O abastecimento de água nas cidades de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí, Maricá e Ilha de Paquetá foi interrompido após a presença de tolueno, um poluente químico altamente tóxico, ter sido detectada no sistema de captação de água. O tolueno é inflamável e utilizado na fabricação de gasolina, além de ser encontrado em solventes de colas e tintas. Em razão disso, a Cedae paralisou a operação no sistema Imunana-Laranjal, que abastece 2 milhões de pessoas, como medida preventiva, informando que o sistema só voltará a funcionar quando a água estiver segura para consumo.</p><p>Imagens aéreas mostram uma mancha escura se deslocando em direção ao Rio Preto, afluente do Rio Macacu, que abastece o sistema. A origem da mancha está sob investigação. Sem previsão de retorno do abastecimento, a população foi orientada a economizar água, enquanto moradores de diversas regiões já relatam a falta de água e dificuldades no dia a dia, inclusive com impacto no funcionamento de escolas.</p><p>A concessionária Águas de Niterói assegura que a água não chegou a ser distribuída contaminada e que está utilizando caminhões-pipa para abastecer serviços essenciais. Tanto a Cedae quanto a prefeitura de Niterói reforçaram a necessidade de economia até que a situação seja resolvida.</p><p><br></p><p>Ana Clara Brambati e Mariana Bertocchi</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-26 13:15:27 UTC</pubDate>
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         <title>Relatório que aponta aumento da contaminação no solo da refinaria de Manguinhos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/geovanacola/rlwgpuxbeedfvpws/wish/3140390174</link>
         <description><![CDATA[<p>Um relatório sobre a Refinaria de Manguinhos, no Rio de Janeiro, indicou aumento de contaminação do solo, com risco potencial à saúde de funcionários e moradores.</p><p><br></p><p>Apesar disso, a refinaria nega o problema e afirma que o aumento se deve à extração de resíduos por medidas de recuperação, que não foram detalhadas.</p><p><br></p><p>A licença de operação da refinaria vence em junho, e divergências internas no Instituto Estadual do Ambiente (Inea) sobre a renovação da licença levaram à exoneração de quatro técnicos. A refinaria também deve R$ 9 bilhões em impostos do governo do estado, com acordo de pagamento em 84 parcelas.</p><p><br></p><p><br></p><p>Daniel Mota e Anna Luiza Vieira</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-26 13:17:25 UTC</pubDate>
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         <title>Desmatamento na Amazônia acelera fenômeno “terras caídas”, que afeta a rotina de ribeirinhos no AM.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/geovanacola/rlwgpuxbeedfvpws/wish/3140391923</link>
         <description><![CDATA[<p>O desmatamento na Amazônia está acelerando o fenômeno de "terras caídas", que são deslizamentos de barrancos que ocorrem nas margens dos rios, principalmente durante a época de seca. O desmatamento, que cresceu mais de 67% no Amazonas, aumenta a frequência e a intensidade desse fenômeno, que afeta a rotina de moradores no interior do estado.  Pelo menos quatro cidades do Amazonas já registraram esse problema este ano, incluindo Canutama, Parintins e Atalaia do Norte.  A situação é mais grave em Boca do Acre, onde a cidade já entrou em contato com o Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2ID) devido à situação. O geógrafo e ambientalista Carlos Durigan explica que o desmatamento causa erosão, abre "cavernas subterrâneas" e provoca a queda do terreno, que é tragado pelas águas. Ele destaca que o desmatamento traz consequências graves para o ambiente e para a população, e contribui para a mudança do clima global. A Defesa Civil do Amazonas recebeu apenas o registro do município de Japura em 2019, referente à erosão da margem fluvial. Em 2020, os municípios de Parintins e Atalaia do Norte registraram o desastre de erosão das margens fluviais. As informações sobre o problema se baseiam nos registros do sistema, mas nem todas as ocorrências são registradas. A responsabilidade inicial por lidar com esses desastres é da prefeitura local. O Estado, por meio da Defesa Civil, oferece apoio com ações complementares quando a Defesa Civil municipal não consegue lidar com todos os danos causados. </p><p><br></p><p>Gabriel Monzer, Luiz Fernando.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-26 13:18:19 UTC</pubDate>
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         <title>Pesquisa mostra que 87% dos brasileiros afirmam ter adoecido por poluição da água, do ar e do solo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/geovanacola/rlwgpuxbeedfvpws/wish/3140393476</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Uma pesquisa recente realizada pelo Barômetro de Transformação Ecológica trouxe à tona uma preocupação que muitos brasileiros sentem: 87% deles acreditam que a poluição do ar, da água e do solo impactou sua saúde. O estudo, conduzido pela Veolia e Elabe, revela que o Brasil está entre os dez países mais vulneráveis ecologicamente, com 84% da população expressando essa inquietação.</p><p>A perda da biodiversidade é outro ponto alarmante, com 87% dos brasileiros preocupados com o desaparecimento de plantas e animais. Além disso, 80% dos participantes relataram ter sofrido danos materiais devido a desastres naturais. É compreensível que um em cada três brasileiros se sinta ansioso sobre o futuro.</p><p>Por outro lado, há uma luz de esperança! A maioria das pessoas acredita que a transformação ecológica pode nos levar a um mundo melhor, onde a saúde e a qualidade de vida estão em primeiro lugar. O otimismo é palpável: 78% acreditam que ainda temos tempo para controlar a poluição e as mudanças climáticas.</p><p>Essa pesquisa abrangeu 25 países e contou com mais de 25 mil participantes, refletindo a rica diversidade demográfica e cultural do nosso planeta. A coleta dos dados foi feita online entre agosto e setembro de 2022.</p><p><br></p><p>Humberto </p><p>Davi</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-26 13:19:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Degradação ambiental para construção do Alphaville três praias residencial, em Guarapari</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/geovanacola/rlwgpuxbeedfvpws/wish/3140394107</link>
         <description><![CDATA[<p>A degradação ambiental para a construção do Alphaville Três Praias, em Guarapari, tem gerado preocupações entre moradores e ambientalistas. A obra envolve desmatamento significativo de áreas de vegetação nativa, afetando a biodiversidade local e comprometendo ecossistemas importantes. Os residentes denunciam que o processo de construção tem levado à erosão do solo e à poluição de corpos d'água nas proximidades, além de impactar a fauna e flora regionais.</p><p><br></p><p>A falta de fiscalização adequada por parte das autoridades competentes também é um ponto crítico, pois permite que práticas prejudiciais ao meio ambiente continuem sem controle. Os moradores buscam mobilizar a comunidade para exigir medidas que protejam as áreas verdes e promovam um desenvolvimento urbano mais sustentável, visando preservar a qualidade de vida na região e proteger os recursos naturais de Guarapari.</p><p><br></p><p><br></p><p>João Pedro Maciel 3M03</p><p>Bernardo Barbosa 3M03</p><p>26/09/2024</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-26 13:19:29 UTC</pubDate>
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         <title>Mar pode tomar territórios de 13 cidades do ES em 25 anos</title>
         <author>brwnxsj</author>
         <link>https://padlet.com/geovanacola/rlwgpuxbeedfvpws/wish/3140394961</link>
         <description><![CDATA[<p>Recentes estudos indicam que até 2050, várias áreas costeiras do mundo, incluindo importantes regiões do Brasil e do Espírito Santo, podem ser submersas devido ao aumento do nível dos oceanos. A pesquisa da Climate Central aponta que 13 cidades capixabas estão em risco de sofrer inundações. Os municípios mais vulneráveis incluem Conceição da Barra, São Mateus, Vitória e Vila Velha, entre outros.</p><p>A oceanógrafa Tatiana Pinheiro Dadalto explica que a interação entre oceano e atmosfera é fundamental para entender esse fenômeno. A topografia das costas influencia como o aumento do nível do mar afeta essas áreas; locais de baixa altitude são mais suscetíveis a inundações durante ressacas e chuvas fortes. A pesquisa disponibiliza um mapa interativo que permite visualizar os impactos projetados nessas localidades.</p><p>Embora a situação no Espírito Santo não seja tão grave quanto em outros estados, como Rio de Janeiro e Fortaleza, especialistas alertam para problemas sérios relacionados à salinização das águas doces nas regiões costeiras. O engenheiro florestal Luiz Fernando Schettino enfatiza a necessidade de medidas para mitigar esses efeitos, como a restauração da vegetação costeira, que pode ajudar a proteger as áreas vulneráveis.</p><p>Além disso, a erosão costeira é uma preocupação crescente com o aumento do nível do mar. Especialistas concordam que é essencial rever os planejamentos urbanos e criar zonas de amortecimento para proteger comunidades vulneráveis. A pesquisa ressalta a urgência de ações concretas para proteger tanto a população quanto a biodiversidade e a economia das regiões costeiras diante das mudanças climáticas.</p><p><br></p><p>Ana luisa Rozindo e Bruna Santos </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-26 13:19:53 UTC</pubDate>
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         <title>Poluição do ar e saúde mental: estudo aponta relação alarmante
</title>
         <author>mariaeipestana</author>
         <link>https://padlet.com/geovanacola/rlwgpuxbeedfvpws/wish/3140395237</link>
         <description><![CDATA[<p>Os efeitos da poluição na saúde vão além das bem relatadas enfermidades pulmonares. Os casos de depressão e ansiedade, que incidem especialmente sobre moradores de áreas urbanas, onde a exposição a esses materiais é contínua.&nbsp;</p><p><br></p><p>Um estudo publicado no periódico Nature Sustainability, por exemplo, relacionou a qualidade do ar à taxa de suicídio na China.</p><p>Os pesquisadores estimam que a China conseguiu prevenir cerca de 46 mil mortes por suicídio em cinco anos ao trabalhar para reduzir a poluição do ar em seu território — uma relação que os autores do estudo acreditam ser causa.</p><p><br></p><p>O estudo reforça a noção de que lidar com problemas de saúde mental não é algo para ser feito de forma individual e, sim, entendido e tratado dentro de um contexto de saúde pública</p><p><br></p><p>Maria Eduarda Intra</p><p>Sarah Colimoides </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-26 13:20:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>MPF recomenda controle do solo contaminado por mercúrio no Pará </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/geovanacola/rlwgpuxbeedfvpws/wish/3140398156</link>
         <description><![CDATA[<p>O Ministério Público Federal (MPF) recomendou a vigilância das áreas contaminadas pela mineração na região do Tapajós, no Pará, especificamente  nas terras indígenas, em decorrência a contaminação por mercúrio. Tal recomendação, emitida em 8 de agosto, foi direcionada às secretarias estaduais e municipais de Saúde e Meio Ambiente de cidades como Itaituba e Altamira. O objetivo é cadastrar as áreas de risco no Sistema de Informação de Vigilância em Saúde (Sissolo) e criar indicadores de saúde e meio ambiente. Os indígenas Munduruku enfrenta riscos graves à saúde devido à contaminação, afetando a pesca e a segurança alimentar. Estudos da Fiocruz e de universidades destacam que a mineração está transformando o solo e gerando danos ambientais e sociais significativos. O MPF instaurou um inquérito em 2021 para investigar a contaminação e a omissão do Estado. As autoridades têm o prazo de 15 dias para enviar relatórios e indicar as medidas que devem ser aderidas.</p><p><br></p><p>Rayka Guedes e Manoella Nóbrega </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-26 13:21:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Método para medir poluição da água com smartphones é desenvolvido por pesquisadores da UFPE</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/geovanacola/rlwgpuxbeedfvpws/wish/3140398712</link>
         <description><![CDATA[<p>Um novo método de medir a poluição da água foi desenvolvido por pesquisadores da UFPR. À vista disso, primeiramente, os sulfactantes são substâncias utilizadas como marcadores de poluição, que alteram o oxigênio da água e diminuem a pressão superficial dela. Isso gera a morte dos indivíduos no local, indicando poluição elevada no corpo d'água. Dessa forma, o método criado analisa substâncias de uma forma que reduz os resíduos que seriam descartados após análise, economizando materiais pela menor quantidade de reagentes e solventes usados por métodos anteriores. Desse modo, as amostras são fotografadas em uma caixa escura e enviadas para análise. Portanto, essa pesquisa visa contribuir para o tratamento de afluentes domésticos com o intuito de reduzir a contaminação dos ambientes aquáticos.</p><p><br></p><p><br></p><p>Lavinia Travezani e Daniel Soeiro.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-26 13:21:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Área queimada no Pantanal em 2024 já é 54% maior que em ano de destruição recorde</title>
         <author>anajcapovilla</author>
         <link>https://padlet.com/geovanacola/rlwgpuxbeedfvpws/wish/3140399389</link>
         <description><![CDATA[<p>As queimadas no Pantanal em 2024 aumentaram significativamente, com uma área queimada 54% maior do que no mesmo período de 2020, que já havia sido um ano de destruição recorde. Entre janeiro e 11 de junho, 372 mil hectares foram atingidos pelo fogo. As queimadas estão sendo impulsionadas pela seca extrema e pelo El Niño, com foco principal no Mato Grosso, que abriga 40% do bioma.</p><p>O governo federal firmou um acordo com os estados para coordenar o combate aos incêndios e proteger o Pantanal, estabelecendo diretrizes para preservação ambiental. Mesmo assim, especialistas alertam que a falta de ações preventivas e a intensidade da seca estão agravando a situação.</p><p>Além disso, o Acre, que recentemente sofreu com enchentes, agora enfrenta um evento climático extremo oposto, com os níveis dos rios caindo drasticamente, afetando ainda mais a região.</p><p>A ministra do Meio Ambiente ressaltou a gravidade da situação, alertando para as consequências ambientais mais sérias caso as queimadas e a seca não sejam controladas.</p><p><br></p><p><mark>Ana Júlia Capovilla</mark></p><p><mark>Maria Eduarda Amorim</mark></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-26 13:22:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ambientalistas acusam a Vale de contaminar a água de Itabira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/geovanacola/rlwgpuxbeedfvpws/wish/3140405781</link>
         <description><![CDATA[<p>Ambientalistas acusaram a Vale de contaminar a água de Itabira, com altos níveis de metais e coliformes fecais identificados em seis pontos de monitoramento na cidade. Um relatório do Igam destacou esses problemas, abordados em uma audiência da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da ALMG. O relatório também apontou níveis elevados de manganês, ferro, alumínio e sulfetos nas amostras de água. </p><p>A presença desses metais na água é em parte devido às características da região do quadrilátero ferrífero, onde a Vale opera. No entanto, a empresa foi responsabilizada por parlamentares e ambientalistas presentes na audiência, que destacaram a importância de encontrar soluções para a contaminação. A empresa assinou um TAC com o Ministério Público, comprometendo-se a realizar uma nova captação de água no Rio Tanque, mas há preocupações com o cumprimento desse acordo. </p><p>Representantes de movimentos sociais e vereadores de Itabira relataram as dificuldades enfrentadas pela população devido à água contaminada, incluindo problemas com abastecimento e qualidade da água tratada. A nova captação no Rio Tanque, financiada pela Vale, está prevista para fornecer mais água do que a cidade realmente utiliza. A situação ressalta a tensão entre a atividade mineradora e a proteção ambiental em Itabira.O projeto aguarda licença ambiental para iniciar obras no segundo semestre, com previsão de conclusão do sistema em 2026. Recomenda-se monitorar a qualidade da água.</p><p>Guilherme Carvalho e Guilherme Scuassante</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-26 13:25:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>MEC orienta escolas lidarem com queimadas e poluição do ar </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/geovanacola/rlwgpuxbeedfvpws/wish/3140406727</link>
         <description><![CDATA[<p> O Ministério da Educação (MEC) orienta as escolas a tomarem certas medidas durante a crise de queimadas e poluição da atmosfera, em busca de conversar as saúde dos estudantes e profissionais entre as recomendações estão:</p><p>1. Evitar atividades ao ar livre em dias de alta poluição, priorizando ambientes fechados e ventilados.</p><p>2. Promover atividades internas como jogos educativos e debates sobre o meio ambiente.</p><p>3. Incentivar a hidratação constante dos alunos.</p><p>4. Fechar portas e janelas para evitar a entrada de poluentes.</p><p>5. Monitorar sintomas de saúde, oferecendo suporte para alunos e profissionais.</p><p>Além dessas recomendações o MEC recomenda o uso de máscara, a criação de lugares que possuam melhor qualidade do ar,e a comunicação com a sociedade. Por fim, mostrar a importância da educação sobre a poluição e a limpeza,para amenizar os poluentes presente no ar .</p><p><br/></p><p>Paulo Roberto e Gabriel Morais</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-26 13:25:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sem monitoramento nacional, quase metade dos estados ainda não mede poluição do ar </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/geovanacola/rlwgpuxbeedfvpws/wish/3140410376</link>
         <description><![CDATA[<p>O Brasil enfrenta um problema sério de poluição do ar, com metade dos estados sem estações de monitoramento. O governo sancionou a Política Nacional de Qualidade do Ar, mas a lei ainda não foi regulamentada, deixando o país sem um plano de ação para lidar com a situação. A falta de um sistema de monitoramento nacional dificulta o combate à poluição do ar, pois as autoridades não conseguem monitorar os níveis de poluição e tomar medidas eficazes.  O monitoramento é essencial para orientar ações e medidas em </p><p>momentos críticos, como picos de poluição. Para melhorar a qualidade do ar, é necessário investir em políticas públicas, como a descarbonização do setor elétrico, a mobilidade sustentável, programas de arborização urbana e a preservação de áreas verdes e mananciais.</p><p><br></p><p>Pedro e Murilo</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-26 13:27:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Desastre Ambiental em Mariana e Recuperação do Rio Doce</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/geovanacola/rlwgpuxbeedfvpws/wish/3140427257</link>
         <description><![CDATA[<p>Em 5 novembro de 2015, a barragem do Fundão que pertencia à Samarco Mineração S.A., localizada no município de Mariana, se rompeu, ocasionando assim, danos imensuráveis ao meio ambiente. Áreas de preservação foram destruídas, produtores rurais foram prejudicados e a qualidade das águas foi comprometida.</p><p>O desastre foi classificado como "desastre de porte muito grande", demonstrando que os danos causados foram extremamente significativos e os prejuízos notáveis. Além, de que os impactos ambientais decorrentes do mesmo estão presentes até hoje.</p><p>Em resposta ao desastre, o Governo de Minas Gerais publicou no dia 20 de novembro de 2015, o Decreto n° 46.882/2015, que instalou a "Força-Tarefa Barragem de Fundão" para avaliação dos efeitos e desdobramentos do rompimento da Barragem de Fundão.</p><p>Diante da abrangência dos impactos sociais e ambientais do desastre em Mariana, todas as ações decorrentes estavam sendo acompanhadas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis-Ibama e pelo Instituto Estadual de Meio Ambiente e recursos Hídricos do Espírito Santo.</p><p><br></p><p>Alunas: Kamille e Clara.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-26 13:35:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Com 52 municípios afetados no RS, chuva tira 4,6 mil pessoas de casa.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/geovanacola/rlwgpuxbeedfvpws/wish/3140430117</link>
         <description><![CDATA[<p>Segundo a nova apuração feita pela Defesa Civil, o número de pessoas que tiveram que deixar suas casas aumentou significativamente devido às novas cheias do Rio Uruguai. A Defesa Civil recebeu três pedidos de decreto de emergência, e também pedidos do procedimento que acelera a coleta de recursos que vão auxiliar as famílias atingidas. </p><p>Em diversas cidades foram alcançadas médias históricas de aumento da chuva, chegando até 360 milímetros em Erechim. Também ocorreu o rompimento de uma barragem no Rio Irani, rio que deságua no Rio Uruguai, o que preocupa as autoridades já que o rio atingiu 12 metros acima do normal. Além disso ocorreram várias perdas, como uma ponte interditada e diversas casas cobertas pela enchente, o que prejudicou cerca de 300 famílias.</p><p>Com cerca de 30 cidades afetadas, o grande volume de água forçou diversas pessoas a se realocarem e também à interdição de pontes e rodovias, o que levou ao isolamento de comunidades inteiras.</p><p><mark>Lívia Simões e Yasmin Eduarda </mark></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-26 13:36:54 UTC</pubDate>
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         <title>Poluição por esgoto das praias de Guarapari é alvo de ação na Justiça
</title>
         <author>c25kryxcgm</author>
         <link>https://padlet.com/geovanacola/rlwgpuxbeedfvpws/wish/3140440300</link>
         <description><![CDATA[<p>Em 2020,as ONGs Juntos SOS ES Ambiental e Anama alegaram que a cobertura do saneamento em Guarapari não era satisfatória, acusando a Prefeitura de Guarapari,a Cesan e o estado do Espírito Santo de não tomarem as medidas adequadas de tratamento de esgoto e a despoluição das praias e rios. Deste modo, recorreram contra a decisão que declarou satisfatória a cobertura de saneamento, a qual o juiz de primeira instância negou os pedidos, citando que a cobertura está em progresso.a ONGs apontam problemas como ligações clandestinas de esgoto a rede fluvial, a falta de educação ambiental e estações de tratamento operando de maneira deficiente. Além disso, relatam que o emissário submarino esta em desconformidade com a legislação brasileira, permitindo a poluição do mar. O recurso busca um plano para melhorar o sistema de esgoto, a desativação de fossas rudimentares e a compensação pelos danos ambientais causados.</p><p><br></p><p><br></p><p>Alunas:Angelina e Camilla</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-26 13:41:33 UTC</pubDate>
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