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      <title>TRABALHO_ 12ºC_ LUANDINO VIEIRA by Isabel Reis</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-01-03 22:21:03 UTC</pubDate>
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         <title>BIOGRAFIA : JOSÉ LUANDINO VIEIRA</title>
         <author>isabelreis12</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>José Vieira Mateus da Graça</strong>, nasceu a 4 de Maio de 1935 &nbsp;é um escritor luso-angolano, que adotou o nome literário de <strong><em>Luandino Vieira</em></strong>, em honra de Luanda, cidade de Angola.</p><p>Originário da Lagoa do Furadouro, em&nbsp;Ourém, Luandino viajou para Angola com os seus pais aos três anos de idade. Passou a sua infância e juventude em Angola, onde concluiu os estudos secundários.</p><p>Durante o decorrer da&nbsp;Guerra Colonial, ingressou nas fileiras do&nbsp;MPLA, participando na luta armada contra&nbsp;Portugal. Foi detido pela PIDE, por se pronunciar contra a Ditadura, o que voltaria a acontecer em 1961, condenado a 14 anos de prisão. Em&nbsp;1964, foi transferido para o campo de concentração do&nbsp;Tarrafal, em&nbsp;Cabo Verde, onde passou oito anos.</p><p>Em&nbsp;21 de maio&nbsp;de&nbsp;1965, a&nbsp;Sociedade Portuguesa de Escritores, deliberou atribuir-lhe o Grande Prémio de Novela, pela sua obra&nbsp;<strong><em>Luuanda</em></strong>.Em 1972, saiu da prisão em regime de liberdade condicional, passando a viver em&nbsp;Lisboa, sob vigia. Foi trabalhar com o editor Sá Costa (até à&nbsp;Revolução de Abril) e iniciou a publicação da sua obra, escrita, na grande maioria, nas prisões por onde passou.</p><p>Em&nbsp;1975&nbsp;regressou a&nbsp;Angola. Foi diretor da&nbsp;Televisão Popular de Angola, e passa depois a dirigir o&nbsp;Instituto Angolano de Cinema. Foi igualmente cofundador da&nbsp;União dos Escritores Angolanos, de que foi secretário-geral, e secretário-geral adjunto da Associação dos Escritores Afro-Asiáticos.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-03 23:55:20 UTC</pubDate>
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         <title>A ESTÓRIA</title>
         <author>isabelreis12</author>
         <link>https://padlet.com/isabelreis12/rlvt9b7jkhjsq3qd/wish/3279543927</link>
         <description><![CDATA[<p>“Estes casos passaram no musseque Sambizanga, nesta nossa terra de Luanda.” - condições de vida (pág. 125 linha 1-3)</p><p><br></p><p>" MINHA ESTÓRIA</p><p>Se é bonita, se é feia, vocês é que sabem. Eu só juro não falei mentira e estes casos passaram nesta nossa terra de LUANDA."</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-04 00:22:45 UTC</pubDate>
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         <title>O Contexto _ GUERRA COLONIAL_</title>
         <author>isabelreis12</author>
         <link>https://padlet.com/isabelreis12/rlvt9b7jkhjsq3qd/wish/3279546926</link>
         <description><![CDATA[<p>A partir de 1945, a questão colonial passa a constituir mais um sério problema para Portugal. A nova ordem internacional instituída pela <strong>Carta das Nações </strong>e a primeira vaga de descolonizações tiveram importantes repercussões na política colonial do Estado Novo.</p><p>Com efeito, a partir do momento que a <strong>ONU reconhece o direito à autodeterminação dos povos</strong> e em que as grandes potências coloniais começam a negociar a independência das suas possessões ultramarinas, torna-se difícil para o Governo português manter a política colonial instituída com a publicação do Ato Colonial, em 1930.</p><p>A <strong>simples mística imperial começava a revelar-se ultrapassada</strong> para explicar as posições coloniais do Estado Novo. Salazar tem de procurar novas soluções para afirmar a vocação colonial de Portugal e para recusar qualquer cedência às crescentes pressões internacionais.</p><p>Entretanto, e apesar de algumas clarificações jurídicas efetuadas pelo Estado Novo, a guerra de libertação das colónias teve o seu início e Portugal viu-se envolvido durante treze anos em três frentes de batalha que, à custa de elevadíssimos custos materiais (<strong>40% do orçamento do Estado</strong>) e humanos (cerca<strong> de 9000 mortos e cerca de 100&nbsp;000 mutilados e doentes física e mentalmente</strong>), chegou a surpreender a comunidade internacional.</p><p>Todavia, a intensificação das pressões internacionais e o isolamento a que o país era votado acabariam por tornar inevitável a cedência perante o processo descolonizador, ainda que essa cedência tivesse custado o próprio regime.</p><p>A partir de 1968 com a “ <strong>primavera marcelista</strong>” a política de renovação tentado por Marcello Caetano teve reflexos na questão colonial e a presença colonial portuguesa nos territórios africanos deixa de ser afirmada como uma “<strong>missão histórica” ou questão de “ independência nacional”</strong>, para ser reconhecida por questões de <strong>defesa dos interesses das populações brancas</strong> que há muito aí residiam. Assim, pouco a pouco, já se admitia uma autonomia progressiva e concede-se o título honorífico de Estado às províncias de Angola e Moçambique</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-04 00:45:59 UTC</pubDate>
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         <title>A ESTÓRIA</title>
         <author>isabelreis12</author>
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         <description><![CDATA[<p>" Para Amorim e sua ngoma: sonoros corações da nossa terra."  José Luandino Vieira</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-05 14:04:24 UTC</pubDate>
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         <title>A Minha Terra</title>
         <author>isabelreis12</author>
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         <description><![CDATA[<p>Concelho de Ourém, Freguesia de Nossa Senhora das Misericórdias.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-05 14:14:56 UTC</pubDate>
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         <title>Luanda _ na década de 60_</title>
         <author>isabelreis12</author>
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         <description><![CDATA[<p>Aqui chegou Luandino com os pais aos três anos de idade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-05 14:22:38 UTC</pubDate>
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         <title>Símbolo do MPLA</title>
         <author>isabelreis12</author>
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         <description><![CDATA[<p>A guerra de libertação foi iniciada no <strong>Norte de Angola, </strong>em fevereiro de 1961, em consequência das primeiras investidas contra a presença portuguesa levadas a cabo pelas forças da UPA/FNLA. Mais tarde, a rebelião ganhou outra força militar com a entrada em ação do <strong>MPLA</strong>, fundado em 1955 e presidido por Agostinho Neto. </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ensina.rtp.pt/artigo/angola-1961-o-inicio-do-fim/">https://ensina.rtp.pt/artigo/angola-1961-o-inicio-do-fim/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-05 14:36:47 UTC</pubDate>
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         <title>O Aparelho Repressivo do Estado</title>
         <author>isabelreis12</author>
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         <description><![CDATA[<p>A PIDE (Polícia Internacional e de Defesa do Estado) foi o órgão repressivo do regime do</p><p>Estado Novo em Portugal, responsável por perseguir e silenciar opositores políticos.</p><p>Utilizando censura, tortura e prisões arbitrárias, a PIDE enviava muitos dissidentes para</p><p>prisões políticas como o Forte de Peniche, o Aljube ou o Tarrafal, em Cabo Verde,</p><p>conhecido pelas condições desumanas. Entre os presos estava José Luandino Vieira, escritor angolano detido por</p><p>lutar pela independência de Angola. Enviado ao Tarrafal, Luandino passou</p><p>quase dez anos em condições duras, mas conseguiu escrever obras</p><p>importantes, incluindo A Galinha e o Ovo. Este conto foi escrito</p><p>clandestinamente, aproveitando pequenos momentos de criatividade e</p><p>resistência em meio ao confinamento. Através de metáforas e histórias</p><p>simples, a obra reflete as desigualdades e tensões das colónias</p><p>portuguesas, expondo o sistema colonial e opressor. Luandino utilizou a escrita como forma de resistência, transformando a prisão num espaço</p><p>de reflexão e denúncia, mostrando a força da literatura em tempos de repressão.Sobre a prisão onde Luandino esteve preso, foi no tarrafal que é uma localidade situada na</p><p>ilha de Santiago, em Cabo Verde, a cerca de 20 km da cidade da Praia.Historicamente, o Tarrafal é lembrado pelo campo de</p><p>concentração do Tarrafal, também conhecido como o "Campo</p><p>da Morte Lenta", onde foram aprisionados opositores políticos</p><p>durante o Estado Novo português, entre 1936 e 1954. </p><p>Este campo foi marcado por condições de vida extremas, resultando</p><p>em várias mortes de prisioneiros. Atualmente, o Museu do</p><p>Tarrafal preserva a memória deste período.</p><p>Vídeos:</p><p> PIDE: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ensina.rtp.pt/artigo/historia-da-pidedgs/">https://ensina.rtp.pt/artigo/historia-da-pidedgs/</a></p><p> Tarrafal: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ensina.rtp.pt/artigo/tarrafal-uma-viagem-a-aldeia-da-morte/">https://ensina.rtp.pt/artigo/tarrafal-uma-viagem-a-aldeia-da-morte/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-05 15:11:09 UTC</pubDate>
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         <title>O MUSSEQUE</title>
         <author>isabelreis12</author>
         <link>https://padlet.com/isabelreis12/rlvt9b7jkhjsq3qd/wish/3280155428</link>
         <description><![CDATA[<p>“Estes casos passaram no musseque Sambizanga, nesta nossa terra de Luanda.” - condições de vida (pág. 125 linha 1-3) mais especificamente no quintal de<strong> NGA BINA</strong>.</p><p>                   in Estória da Galinha e do Ovo</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=KtzylBEeulc&amp;ab_channel=Luisa%26Adriano">Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=KtzylBEeulc&amp;ab_channel=Luisa%26Adriano</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-05 15:15:40 UTC</pubDate>
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         <title>O TÉRMINO DA GUERRA COLONIAL</title>
         <author>isabelreis12</author>
         <link>https://padlet.com/isabelreis12/rlvt9b7jkhjsq3qd/wish/3280189921</link>
         <description><![CDATA[<p>No entanto, após a <strong>revolução de 25 de Abril de 1974 </strong>inicia-se o processo de desmantelamento das estruturas do Estado Novo e inicia-se aquele que era considerado o <strong>terceiro dos “D”</strong> que nortearam a revolução, Democracia, Desenvolvimento e Descolonização. Propunha-se então “ <strong>o claro reconhecimento do direito à autodeterminação”</strong> e à adoção acelerada de medidas tendentes à autonomia administrativa e politica dos “ territórios ultramarinos”.&nbsp;</p><p>Vídeo: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ensina.rtp.pt/artigo/a-descolonizacao-prioridade-do-mfa/">https://ensina.rtp.pt/artigo/a-descolonizacao-prioridade-do-mfa/</a></p><p>O processo teve o seu início com a tomada de posse do II Governo Provisório.</p><p>Dos processos de descolonização o de Angola foi o mais complicado, porque as negociações tiveram de decorrer com três movimentos políticos muito diferenciados que se envolveram numa violenta guerra civil que se agravou com a intervenção militar internacional em apoio às fações em conflito que teve o seu término em 2002.</p><p><br/></p><p> Vídeo :<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ensina.rtp.pt/artigo/o-adeus-a-angola/">https://ensina.rtp.pt/artigo/o-adeus-a-angola/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-05 16:35:50 UTC</pubDate>
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         <title>A Obra _ QUE FOI  NOTÍCIA _</title>
         <author>isabelreis12</author>
         <link>https://padlet.com/isabelreis12/rlvt9b7jkhjsq3qd/wish/3280270333</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em>LUUANDA</em></strong></p><p>Luandino Vieira era o pseudónimo literário de José Vieira Mateus da Graça, nascido em Vila Nova de Ourém (1936), em Santarém, que vivia em Angola desde muito novo, quando a família resolveu procurar melhor sorte nessa outra província, ultramarina. Aí cresceu, estudou e se fez escritor angolano, com obra publicada, sobretudo, na imprensa de Angola, e reconhecida por alguns prémios literários de relevo, o último dos quais o «Prémio D. Maria José Abrantes da Mota Veiga». Obviamente, a generalidade da imprensa diária angolana fez notícia do prémio, especialmente o <em>ABC: diário de Angola</em>, que além de assumir o encargo de organizar uma cerimónia para emoldurar a entrega o prémio, também assegurou a impressão do livro, ou seja a 1.º edição do <em>Luuanda</em>. Conforme a notícia publicada naquele diário sobre a cerimónia, Luandino Vieira não esteve presente no evento e o prémio foi entregue à sua esposa, Ermelinda Graça. </p><p>Sabemos hoje que a ausência de Luandino Vieira, que ficou por justificar, se deveu ao facto de ele se encontrar preso no “Campo de Trabalho” do Tarrafal (então designado de Chão Bom), em Santiago de Cabo Verde, desde 1961, por crimes de terrorismo e participação no movimento independentista; a leitura da sentença ocorreu a 22 de Junho de 1963, no tribunal de Luanda. Aparentemente, as instituições e autoridades não estavam avisadas, desconheciam a verdadeira identidade de Luandino Vieira, pelo nunca levantaram qualquer objeção à sua participação nos concursos literários a que concorreu, não obstante estar preso.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-05 20:03:59 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>O RECONHECIMENTO PELA SOCIEDADE ANGOLANA </title>
         <author>isabelreis12</author>
         <link>https://padlet.com/isabelreis12/rlvt9b7jkhjsq3qd/wish/3280271569</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em>LUUANDA<br></em></strong>Luandino Vieira</p><p>Na sequência desse reconhecimento da sociedade angolana, a partir de Janeiro de 1965<strong>,</strong> Luandino Vieira e o <em>Luuanda</em> atraíram a atenção de alguns críticos literários e jornalistas da imprensa da metrópole, vinculados a revistas e a suplementos literários dos jornais menos fiéis ao regime salazarista.</p><p>&nbsp;</p><p>Críticos que adjetivavam as&nbsp;3&nbsp;"estórias" que compõem o livro "três obras primas do nosso conto contemporâneo", obra de um "<strong>escritor de&nbsp;sensibilidade excepcional&nbsp;e de notável capacidade de criação de um <em>estilo</em></strong>" (Alexandre Pinheiro Torres, no <em>Diário de Lisboa</em>)&nbsp;, "verdadeiro demiurgo com o qual nascia ante os nossos olhos um mundo africano, quente e amargo, num estilo (...), numa língua por ele forjada com a palavra viva do musseque, fala crioula, dinâmica, plástica, poética" (Urbano Tavares Rodrigues, no <em>República</em>)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-05 20:08:41 UTC</pubDate>
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         <title>A REAÇÃO DO GOVERNO DA ÉPOCA_  NA IMPRENSA DA ÉPOCA_</title>
         <author>isabelreis12</author>
         <link>https://padlet.com/isabelreis12/rlvt9b7jkhjsq3qd/wish/3280274157</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em>LUUANDA<br></em></strong>Luandino Vieira</p><p><strong>O governo</strong>, pressionado por esta imprensa reacionária que o responsabilizava por aquele «caso vergonhoso» ‒ fruto da sua própria incúria, incompetência e frouxidão face às múltiplas ameaças que, de dentro e de fora, estreitavam o seu cerco, pondo em perigo a ordem e o <em>status quo</em> ‒, tinha de salvar a face e sossegar as suas hostes. Além do mais estava em preparação a celebração do 28 de Maio que para cumprir o seu propósito tinha de revestir-se de toda a dignidade e refletir a unidade da nação. <strong>Nos dias seguintes, desenvolveu-se uma intensa campanha na imprensa da metrópole e do Ultramar contra a SPE, contra Luandino Vieira e contra os intelectuais não-alinhados, </strong>alimentada pelo ritmo das <strong>medidas repressivas</strong> adotadas pelo governo e por um ativismo reacionário e populista, que tomou a forma de manifestações, homenagens aos soldados mortos na guerra em África, recolha de fundos para compensar as famílias ofendidas, manifestos e outros eventos.<strong> Entretanto, a Sociedade Portuguesa de Escritores foi extinta (21 de Maio de 1965) e alguns dos seus membros foram submetidos a interrogatórios na PIDE;</strong> a sua sede foi assaltada e destruída por um grupo de homens encapuçados (22 de Maio de 1965); <strong>em Angola, as autoridades administrativas abriram um inquérito para esclarecer a atribuição de prémios a Luandino Vieira, cujos resultados nunca foram divulgados.</strong></p><p>6/7</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-05 20:17:19 UTC</pubDate>
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         <title>A TURMA _ RESPONSÁVEL PELA ELABORAÇÃO_</title>
         <author>isabelreis12</author>
         <link>https://padlet.com/isabelreis12/rlvt9b7jkhjsq3qd/wish/3280276617</link>
         <description><![CDATA[<p>Alunos do Agrupamento de Escolas de Ourém. Curso Cientifico-Humanísticos, turma <strong>12ºC.</strong></p><p>Trabalho elaborado em parceria com as disciplinas de <strong>Português , História A e Cidadania.</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-05 20:24:36 UTC</pubDate>
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         <title>FRASES SOLTAS DO CONTO</title>
         <author>isabelreis12</author>
         <link>https://padlet.com/isabelreis12/rlvt9b7jkhjsq3qd/wish/3280281824</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>“Estes casos passaram no musseque Sambizanga, nesta nossa terra de Luanda.” - condições de vida (pág. 125 linha 1-3)</strong></p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>“A senhora está concebida então, homem dela preso e você ainda quer pelejar!” - condições de vida (pág. 127 linha 5-6)</strong></p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>“Arreganhava o homem era um mole e jurava se a atrevida tocava na galinha ia passar luta.” - guerra (pág. 127 linha 1-3)</strong></p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>“ Zefa só via os bagos cair no chão e a galinha primeiro a olhar, banzada, na porta da cubata onde estava sair essa comida, depois começava apanhar, grão a grão, sem depressa, parecia sabia mesmo não tinha mais bicho ali no quintal para disputar os milhos com ela.” - condições de vida (pág. 127 linha 14-19)</strong></p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>“ (…) a raiva que andava guardar muito tempo a trepar na língua (…)” - Guerra (pág. 128 linha 6-7)</strong></p><p><br></p><p><strong>“Cabíri estava tapada pelo cesto grande mas lhe deixava ver parecia era um preso no meio das grades.” - prisão (pág. 128 linha 13-15)</strong></p><p><br></p><p><strong>“só as mulheres e monas é que tinha, nessa hora os homens estavam no serviço deles, só mesmo os vadios e os chulos estavam nas cubatas” - condições de vida</strong></p><p><strong>(Pág. 131, linha 16-18)</strong></p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>“Nessa hora, a loja ficava vazia, fregueses não tinha, podia-lhe deixar assim sozinha.” - condições de vida (Pág. 132, linha 24-26)</strong></p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>“as mulheres rodearam o dono da quintada, insultando, pondo empurrões no corpo magro e torto, enxotando-lhe outra vez na casa dele.</strong></p><p><strong>&nbsp;-Vai ‘mbora, güeta da tuji!</strong></p><p><strong>&nbsp;-Possa! Este homem e ladrão. Vejam só” - guerra (Pág.134, linha 1-6)</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-05 20:40:39 UTC</pubDate>
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         <title>GALINHA DE ANGOLA </title>
         <author>isabelreis12</author>
         <link>https://padlet.com/isabelreis12/rlvt9b7jkhjsq3qd/wish/3280289774</link>
         <description><![CDATA[<p>A&nbsp;<strong>galinha-d'angola</strong>&nbsp;ou&nbsp;<strong>pintada-da-guiné</strong>&nbsp;(<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Nomenclatura_binomial">nome científico</a>:&nbsp;<strong><em>Numida meleagris</em></strong>) é uma&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ave">ave</a>&nbsp;da&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ordem_(biologia)">ordem</a>&nbsp;dos&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Galliformes">galináceos</a>, originária da&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81frica">África</a>&nbsp;e introduzida no&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil">Brasil</a>&nbsp;pelos&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imp%C3%A9rio_Portugu%C3%AAs">colonizadores portugueses</a>, que a trouxeram da&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81frica_Ocidental">África Ocidental</a>.</p><p>É a mais conhecida da família das aves&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Numididae">Numididae</a>, e o único membro do género&nbsp;<em>Numida</em>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-05 21:04:50 UTC</pubDate>
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         <title>O OVO</title>
         <author>isabelreis12</author>
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         <pubDate>2025-01-05 21:13:23 UTC</pubDate>
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         <title>A NOSSA ESCOLA</title>
         <author>isabelreis12</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>ANO LETIVO 2024/2025</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-05 21:15:42 UTC</pubDate>
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         <title>A GALINHA</title>
         <author>isabelreis12</author>
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         <pubDate>2025-01-06 23:27:10 UTC</pubDate>
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