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      <title>Dadaísmo by </title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-11-07 16:14:47 UTC</pubDate>
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         <title>Como surgiu o dadaísmo?</title>
         <author>eduardabittencourt2</author>
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         <description><![CDATA[<p>Foi em 1916 que o alemão Hugo Ball fundou o Cabaré Voltaire, um lugar feito para acolher os artistas mais contracultura da Suíça. Através de uma nota de jornal, foram convocados jovens artistas de todos os cantos de Zurique para celebrarem a arte, não importando credo ou orientação artística. E, mais ou menos assim, surgiu o Dadaísmo</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-08 19:40:49 UTC</pubDate>
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         <title>Dadá? </title>
         <author>eduardabittencourt2</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Hugo Ball, Hans Arp, Tristan Tzara, Marcel Duchamp, Francis Picabia, André Breton, Max Ernst, Hannah Höch e Raoul Hausmann</strong> são alguns nomes famosos do dadaísmo. Mesmo com tantos artistas, nenhum conseguiu nos dizer com precisão o que significa a palavra Dada. Ela navega entre<em> </em>a<em> </em>tradução em Romeno de "Sim, Sim" ou em Francês de "cavalo de pau", ou talvez tenha a ver com um sinal de ingenuidade tola, para o dicionário Alemão. E o que importa, não é mesmo? </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-08 22:59:28 UTC</pubDate>
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         <title>A poesia que se sente nos dedos</title>
         <author>eduardabittencourt2</author>
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         <description><![CDATA[<p>Afinal, o Dadaísmo é isso mesmo, a grande mistura de tudo aquilo que não faz sentido, mas que ao mesmo tempo faz todo sentido. Dadaísmo é algo que incomoda, que instiga e inquieta a noção elitizada e tradicionalista do que é arte. Para a literatura, o dadaísmo pode ser compreendido como a falta de lógica na escrita, desordem, a rejeição de qualquer equilíbrio racional; as palavras são colocadas no papel conforme surgem no pensamento. </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-09 11:52:44 UTC</pubDate>
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         <title>Que tal fazer um poema?</title>
         <author>eduardabittencourt2</author>
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         <description><![CDATA[<p>"Receita de um poema dadaísta:</p><p><br/></p><p><em>Pegue um jornal.</em><br><em>Pegue uma tesoura.</em><br><em>Escolha no jornal um artigo do tamanho que você deseja dar ao seu poema.</em><br><em>Recorte o artigo.</em><br><em>Recorte em seguida com atenção algumas palavras que formam esse artigo e meta-as num saco.</em><br><em>Agite suavemente.</em><br><em>Tire em seguida cada pedaço um após o outro.</em><br><em>Copie conscienciosamente na ordem em que elas são tiradas do saco.</em><br><em>O poema se parecerá com você.</em><br><em>E ei-lo um escritor infinitamente original e de uma sensibilidade graciosa, ainda que incompreendido do público."</em></p><p><br/></p><p>(TZARA apud HELENA, 1986, p.31-32)</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-09 12:04:33 UTC</pubDate>
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