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      <title>Processos Grupais  by Trabalho Acadêmico</title>
      <link>https://padlet.com/trabalhosacademicos/rldh4f8znwxh6wtj</link>
      <description>Portfólio feito para a avaliação parcial 2 (AP2) da disciplina &quot;Processos Grupais&quot;- docente Mayara Squeff Janovik- 4º semestre,  Universidade Luterana do Brasil






























Trabalho feito pelas alunas Flávia Ledyanne Ribeiro Oliveira - Ingrid Mondadori - Liandra Conceição Pires - Tainise Souza Ferreira - Veronica da Paz Portela - 2021

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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-05-25 05:39:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>veronicapazportela</author>
         <link>https://padlet.com/trabalhosacademicos/rldh4f8znwxh6wtj/wish/1563466833</link>
         <description><![CDATA[<div>"A pesquisa-intervenção vem constituindo-se em um dispositivo de transformação vinculado tanto à formação acadêmica dos psicólogos, quanto às práticas nas instituições, possibilitando novas análises construídas entre a macro e a micropolítica." "A pesquisa-intervenção, por sua ação crítica e<br>implicativa, amplia as condições de um trabalho compartilhado."<br>Pesquisa Intervenção - conhecimentos derivados das inferências são inseridos na elaboração de estratégias ou ações. Possui uma reflexão crítica, modificando o objeto. Considera o contexto sócio-histórico-político. A Pesquisa Intervenção envolve uma intervenção, interferindo na relação sujeito pesquisado com o objetivo de transformação, mudança.&nbsp;<br>"Movimento importante de de desnaturalizar o que já está dado no cenário a se intervir."<br><br></div><blockquote>Consiste em uma tendência das pesquisas participativas que busca investigar a vida de coletividades na sua diversidade qualitativa, assumindo uma intervenção de caráter socioanalítico.(Aguiar, 2003; Rocha, 1996, 2001)</blockquote><div><br></div><blockquote>"A antiga proposta lewiniana vem sendo resignificada à luz do pensamento institucionalista: trata-se, agora, não de uma metodologia com justificativas epistemológicas, e sim de um dispositivo de intervenção no qual se afirme o ato político que toda investigação constitui. Isso porque na pesquisa-intervenção acentua-se todo o tempo o vínculo entre a gênese teórica e a gênese social dos conceitos, o que é negado implícita ou explicitamente nas versões positivistas 'tecnológicas' de pesquisa" (Rodrigues e Souza, 1987: 31).&nbsp;</blockquote><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-27 01:21:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>veronicapazportela</author>
         <link>https://padlet.com/trabalhosacademicos/rldh4f8znwxh6wtj/wish/1566788065</link>
         <description><![CDATA[<div>Para Lewin (1978), um grupo é mais do que a soma de seus membros: consiste numa totalidade dinâmica que não resulta apenas da soma de seus integrantes, tendo propriedades específicas enquanto totalidade, princípio da Escola da Gestalt. Lewin, ainda, caracteriza um grupo como sendo um todo dinâmico, o que significa que uma mudança no estado de uma das suas partes provoca mudança em todas as outras. Possui estrutura própria, objetivos e relações com outros grupos. A essência de um grupo não é a semelhança ou a diferença entre seus membros, mas sua interdependência.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-27 22:16:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title> Principais contribuições de Enrique Pichon-Rivière:</title>
         <author>veronicapazportela</author>
         <link>https://padlet.com/trabalhosacademicos/rldh4f8znwxh6wtj/wish/1566818381</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Contribuiu para a compreensão dos grupos, tendo como pilares epistemológicos a psicanálise e a psicologia social;</li><li>Inaugurou, a partir desta compreensão sobre seu funcionamento, uma nova maneira de intervir nos grupos;</li><li>Criou teoria e técnica dos Grupos Operativos e Teoria do Vínculo;</li><li>Trouxe luz à sua forma de compreender a vida, os grupos e a vida dos grupos através da Dialética.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-27 22:37:00 UTC</pubDate>
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         <title>Conceito de Grupo</title>
         <author>ingridmondadori1</author>
         <link>https://padlet.com/trabalhosacademicos/rldh4f8znwxh6wtj/wish/1566820077</link>
         <description><![CDATA[<div>A palavra “grupo” tanto define, concretamente, um conjunto de três pessoas (para muitos autores, uma relação bipessoal já configura um grupo) como também pode conceituar uma família, uma turma, uma gangue de formação espontânea, uma classe de aula, um grupo terapêutico, uma fila de ônibus, um auditório, uma torcida num estádio ou, até mesmo, um conjunto de pessoas que compõem uma audiência de um programa de TV em um nível abstrato.<br><br>O <strong>conceito de grupo</strong>, portanto, é a reunião de duas ou mais pessoas com um objetivo comum de ação. O que difere é a leitura que os autores fazem do processo de constituição do grupo e do entendimento da finalidade do mesmo.<br><br></div><div>Existem, portanto, grupos de todos os tipos e uma primeira subdivisão diferencia os <strong>grandes grupos </strong>(macrosociologia) dos <strong>pequenos grupos</strong> (micropsicologia). <br><br><strong>Referências</strong>:<br>Zimerman, David E., Osorio, Luiz Carlos., &amp; Colaboradores. (1997). Como trabalhamos com grupos. Porto Alegre: ArtMed Editora.&nbsp;<br><br>Carlos, Sérgio A. (1998). O processo grupal. In M. da G. C. Jacques, M. N. Strey, N. M. G. Bernardes, P. A. Guareschi, S. A. Carlos &amp; T. M. G. Fonseca (Orgs.), Psicologia social contemporânea (pp. 199-206). Petropólis: Vozes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-27 22:38:06 UTC</pubDate>
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         <title>Características</title>
         <author>ingridmondadori1</author>
         <link>https://padlet.com/trabalhosacademicos/rldh4f8znwxh6wtj/wish/1566820949</link>
         <description><![CDATA[<div>O que caracteriza propriamente um grupo, seja de natureza operativa ou terapêutica, deve preencher as seguintes condições básicas mínimas:<br><br></div><ul><li>Não é um mero somatório de indivíduos, ele possui entidade, leis e mecanismos próprios;</li><li>A reunião do grupo é em torno de uma tarefa ou objetivo comum ao interesse de todos;</li><li>O grupo não coloca em risco sua comunicação, tanto visual quanto auditiva e conceitual;</li><li>Deve haver a instituição de um enquadre e o cumprimento das combinações nele feitas, preservando o espaço, o tempo, as regras e outras normativas;</li><li>O grupo é uma unidade que se comporta como uma totalidade (analogia do quebra-cabeças: suas peças formam um todo e vice-versa);</li><li>Coexistem, em todo grupo, duas forças contraditórias: uma tendente à coesão e a outra à sua desintegração;</li><li>A dinâmica se processa em dois planos: 1. Intencionalidade consciente (grupo de trabalho) e 2. Interferência de fatores inconscientes (grupos de supostos básicos).&nbsp;</li><li>É inerente à conceituação de grupo a existência de interação afetiva com suas variadas e múltiplas formas;</li><li>Haverá sempre uma hierárquica distribuição de posições e de papéis, de distintas modalidades.&nbsp;</li><li>É inevitável a formação de um grupo dinâmico em que gravitam fantasias, ansiedades, mecanismos defensivos, funções, fenômenos resistenciais e transferenciais, além de outros fenômenos próprios e específicos dos grupos.</li></ul><div><br><strong>Referência</strong>:<br>Zimerman, David E., Osorio, Luiz Carlos., &amp; Colaboradores. (1997). Como trabalhamos com grupos. Porto Alegre: ArtMed Editora.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-27 22:38:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>flaviaribbeiro</author>
         <link>https://padlet.com/trabalhosacademicos/rldh4f8znwxh6wtj/wish/1566825915</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><em>"O grupo operativo é um grupo centrado na tarefa que tem por finalidade aprender a pensar em termos da resolução das dificuldades criadas e manifestadas no campo grupal, e não no campo de cada um de seus integrantes, o que seria uma psicanálise individual em grupo. Entretanto, também não esta centrada exclusivamente no grupo, como nas concepções gestálticas, mas sim em cada aqui-agora-comigo na tarefa que se opera em duas dimensões, constituindo, de certa forma, uma síntese de todas as correntes." (PICHON-RIVIÈRE, 1998, p.143)</em></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-27 22:42:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Passo a passo da construção grupal operativa</title>
         <author>flaviaribbeiro</author>
         <link>https://padlet.com/trabalhosacademicos/rldh4f8znwxh6wtj/wish/1566827368</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-27 22:43:21 UTC</pubDate>
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         <title>Momentos da tarefa grupal</title>
         <author>flaviaribbeiro</author>
         <link>https://padlet.com/trabalhosacademicos/rldh4f8znwxh6wtj/wish/1566828659</link>
         <description><![CDATA[<div>O grupo requer uma estrutura para dar aplicabilidade aos seus procedimentos. Estas são denominadas, na proposta de Pichon, por três momentos:<br><strong>Pré-tarefa</strong>,<strong> tarefa </strong>e<strong> projeto</strong>.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-27 22:44:19 UTC</pubDate>
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         <title>Os vetores se complementam para que a ação se concretize.</title>
         <author>flaviaribbeiro</author>
         <link>https://padlet.com/trabalhosacademicos/rldh4f8znwxh6wtj/wish/1566830595</link>
         <description><![CDATA[<div>Os dois primeiros momentos, se efetivos, automaticamente culminarão no terceiro.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-27 22:45:40 UTC</pubDate>
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         <title>Papéis grupais</title>
         <author>flaviaribbeiro</author>
         <link>https://padlet.com/trabalhosacademicos/rldh4f8znwxh6wtj/wish/1566832576</link>
         <description><![CDATA[<div>Na construção do grupo operativo podemos encontrar uma constante de papéis que Pichon denominou segundo sua ação, são eles o <strong>porta-voz</strong>, o<strong> bode expiatório</strong>, o <strong>líder </strong>e o <strong>sabotador</strong>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-27 22:47:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>flaviaribbeiro</author>
         <link>https://padlet.com/trabalhosacademicos/rldh4f8znwxh6wtj/wish/1566833753</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Porta Voz</strong>: É o membro do grupo que levanta questões ou dúvidas que é do interesse comum, antecipa situações e desejos latentes dos demais participantes. são esperadas "denúncias" a respeito de necessidades, fantasias e ansiedades grupais por parte do porta-voz.</div><div><br>&nbsp;<strong>Bode Expiatório</strong>: O membro que o grupo elege para descarregar suas dificuldades e deficiências, ou seja, é aquela pessoa que injustamente é culpada por algo que não fez, é uma espécie de “bobo da corte” culpado por todas as desgraças e acontecimentos inconvenientes que ocorrem no grupo. Ao culpar o outro o grupo, alivia suas próprias deficiências e tensões. Sendo muito comum em grupos familiares disfuncionais.<br><br></div><div>&nbsp;<strong>Líder</strong>: É seguido pelos demais membros. Essa postura de liderança caminha por dois vieses; a <em>liderança positiva</em> que motiva e constrói ou a <em>liderança negativa</em> em que prevalece o egoísmo e a desestruturação do grupo. o grupo deposita sobre o líder aspectos positivos.&nbsp;</div><div><br><strong>&nbsp;Sabotador</strong>: É o participante que tem atitudes que buscam "aliviar a tensão" incentivando ao grupo a fuga e o não enfrentamento das dificuldades, consequentemente, o grupo não alcança os objetivos propostos, ou seja, o sabotador é um obstáculo para a o cumprimento daquilo que deve ser feito.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-27 22:47:54 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Papel funcional e disfuncional</title>
         <author>flaviaribbeiro</author>
         <link>https://padlet.com/trabalhosacademicos/rldh4f8znwxh6wtj/wish/1566835530</link>
         <description><![CDATA[<div>Existem no grupo modelos de papéis que são relativos às condutas de alguns indivíduos dentro da ação grupal. Estes papéis podem ser classificados por <strong>Funcionais</strong>, que estão mais centrados na tarefa e buscam a coesão grupal e os <strong>Disfuncionais</strong>, que respondem mais as necessidades pessoais do que as necessidades grupais. Assim, cabe ao Coordenador do grupo explicitar tais posturas para que haja regulação.</div><blockquote>“o coordenador, com sua técnica, favorece o vínculo entre o grupo e o campo de sua tarefa, em uma situação triangular”. (PICHON-RIVIÈRE, 1998, p.132)</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-27 22:48:45 UTC</pubDate>
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         <title>Referências</title>
         <author>flaviaribbeiro</author>
         <link>https://padlet.com/trabalhosacademicos/rldh4f8znwxh6wtj/wish/1566845299</link>
         <description><![CDATA[<div>PICHON-RIVIÈRE, Enrique.<strong> </strong>O processo grupal. 6. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998.<br><br></div><div>RAJ, Jaci. Grupo e Grupo Operativo. In: GAYOTTO, Maria Leonor C. A psicologia social de Pichon-Riviere. São Paulo; PUC/SP, 1983, p.63-74.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-27 22:55:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> SOBRE A OBSERVAÇÃO  </title>
         <author>tainisesouzaferreira</author>
         <link>https://padlet.com/trabalhosacademicos/rldh4f8znwxh6wtj/wish/1566848060</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>O que é Observação?&nbsp;<br></strong><br></div><blockquote>"A Observação enquanto técnica exige treino disciplinado, preparação cuidada e conjuga alguns atributos indispensáveis ao observador, tais como atenção, sensibilidade e paciência. Tem por referência o(s) objetivo(s), favorecendo uma abordagem indutiva, com natural redução de “pré-conceções”. (Correia, 2009, p. 35)&nbsp;<br><br></blockquote><ul><li>&nbsp;Técnica de coleta de dados, que não consiste em apenas ver ou ouvir, mas em examinar fatos ou fenômenos que se desejam estudar.&nbsp;</li></ul><div><br></div><ul><li>&nbsp;Deve se dar de forma global e não parcial, para evitar desvios ou erros perceptivos etnocentrismo, preconceitos etc).</li></ul><div><br></div><ul><li>Observar <em>é</em> pesquisar de forma sistemática e controlada a realidade, sem partir de ideias preconcebidas. &nbsp;</li></ul><div>&nbsp;<br><strong>Como Observar? </strong><br><br></div><ul><li>O grau de participação do observador é muito relevante, bem como a duração das observações, sendo imprescindível planejar o que e como observar.</li></ul><div><br></div><ul><li>&nbsp;Observação participante: O observador se incorpora ao grupo.</li></ul><div><br></div><ul><li>o observador vivencia pessoalmente o evento de sua análise para melhor entendê-lo, percebendo e agindo de acordo com as suas interpretações daquele mundo; participa nas relações sociais e procura entender as ações no contexto da situação observada.</li></ul><div><br></div><ul><li>Os observadores têm dupla função, o de observar o funcionamento dos grupos; e de observar e refletir sobre a própria observação, seus sentimentos, e sua capacidade de continência.&nbsp;</li></ul><div><br><strong>Para que observar ?<br>&nbsp;<br></strong>Para elaborar intervenções, com o objetivo de mudanças ao observado, no qual não corresponde ao padrão estabelecido por um grupo dominante.</div><div>&nbsp;<br>Em um geral a observação e&nbsp; um dos meios mais utilizados pelo ser humano para compreender as pessoas, os contextos e situações.<br><br></div><div><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-05-27 22:57:08 UTC</pubDate>
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         <title>Referência</title>
         <author>veronicapazportela</author>
         <link>https://padlet.com/trabalhosacademicos/rldh4f8znwxh6wtj/wish/1566850412</link>
         <description><![CDATA[<div>Rocha, Marisa Lopes da., &amp; Aguiar, Katia Faria de. (2003). Pesquisa-Intervenção e a Produção de Novas Análises. Psicologia Ciência e Profissão, 23 (4), 64-73. https://doi.org/10.1590/S1414-98932003000400010<br><br>Melo, Armando S. E. de., Maia Filho, Osterne N., &amp; Chaves, Hamilton V. (2014). Conceitos básicos em intervenção grupal. Encontro Revista de Psicologia, vol. 17/26. Recuperado de https://psibr.com.br/leituras/psicologia-clinica/conceitos-basicos-em-intervencao-grupal</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-27 22:58:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Processo Grupal</title>
         <author>ingridmondadori1</author>
         <link>https://padlet.com/trabalhosacademicos/rldh4f8znwxh6wtj/wish/1566922728</link>
         <description><![CDATA[<div>O processo se dá a partir de grupos <strong>espontâneos ou naturais</strong>: são aqueles grupos em que nos inserimos, de forma <strong>consciente ou não,</strong> consciente aqueles aderidos por uma opção pessoal e não consciente por maneira rotineira, sem se dar conta.&nbsp;<br><br></div><div>Outros tipos de grupos são os <strong>grupos por finalidades específicas</strong>, organizados e coordenados pelos próprios participantes ou por profissionais de diversas formações. Por exemplo: todos os grupos de anônimos (AA, NAs, DQAs, AL-ANONs, ALATEENs, CCAs), grupos de igrejas, grupos de comunidades, partidos políticos, sindicatos, escolas, fábricas, praças. São formas de organização da sociedade que refletem e participam dos embates que acontecem no seu seio. Grupos que tanto podem estar a serviço da transformação social quanto da sua manutenção.&nbsp;<br><br></div><div>Estamos rodeados de grupos, participando ou negando participar deles em todos os momentos de nossa vida.&nbsp;<br><br></div><div>Tanto a Psicologia quanto a Sociologia estudam os pequenos grupos sociais pensando o “grupo” como uma <strong>intermediação entre o “indivíduo” e a “massa”.</strong>&nbsp;<br><br>Os principais pontos importantes para o estudo dos pequenos grupos sociais são:</div><ul><li>Contato entre as pessoas e a busca de um objetivo comum;</li><li>Interdependência entre seus membros;</li><li>Coesão ou espírito de grupo que varia em um contínuo que vai da dispersão até a unidade.</li></ul><div>É importante afirmar que as pessoas são diferentes, pensam de maneira diferente porque possuem valores diferentes, mas que podem produzir juntas o seu processo grupal.&nbsp;<br><br></div><div><strong>Referência</strong>:<br>Carlos, Sérgio A. (1998). O processo grupal. In M. da G. C. Jacques, M. N. Strey, N. M. G. Bernardes, P. A. Guareschi, S. A. Carlos &amp; T. M. G. Fonseca (Orgs.), Psicologia social contemporânea (pp. 199-206). Petropólis: Vozes.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-27 23:46:04 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Relação da Pesquisa –Intervenção com o trabalho com grupos</title>
         <author>veronicapazportela</author>
         <link>https://padlet.com/trabalhosacademicos/rldh4f8znwxh6wtj/wish/1567024837</link>
         <description><![CDATA[<div>A pesquisa-intervenção viabiliza trabalhos de campo, que colocam em análise as instituições que determinam a realidade sócio-política e os suportes teórico-técnicos, construídos no território educacional. Não há, portanto, o que ser revelado, descoberto ou interpretado, mas criado. Com efeito, por intermédio de uma abordagem micropolítica das produções coletivas, constatamos que a realidade social resiste aos quadros formulados a priori, às categorias gerais bem delimitadas, aos modelos circunscritos que não conseguem mais explicar as condições da mulher, da família, da infância, dos excluídos, instaurando-se o desafio de uma teorização permanente. A relação pesquisador/ objeto pesquisado é dinâmica e determinará os próprios caminhos da pesquisa, sendo uma produção do grupo envolvido. Pesquisa é, assim, ação, construção, transformação coletiva, análise das forças sócio-históricas e políticas que atuam nas situações e das próprias implicações, inclusive dos referenciais de análise. É um modo de intervenção, na medida em que recorta o cotidiano em suas tarefas, em sua funcionalidade, em sua pragmática – variáveis imprescindíveis à manutenção do campo de trabalho que se configura como eficiente e produtivo no paradigma do mundo moderno” (Aguiar e Rocha, 1997:97). Grinberg, Sor e Bianchedi (1973) discutem a importância da formação grupal e a sua consequente conversão em objeto de observação e pesquisa. As pessoas reunidas em grupos apresentam maior riqueza e complexidade das qualidades da dimensão humana, dentre as quais a comunicação. Watzlawick, Beavin e Jackson (2007, p.44) afirmam que há, na verdade, uma “impossibilidade de não comunicar”. Ora, se não é possível não comunicar, então toda observação é também uma forma de comunicação e, portanto, algum tipo de intervenção “comunicativa”. Assim, o estudo de um grupo no campo é ao mesmo tempo observação, pesquisa e intervenção e, por isto, uma pesquisa-ação. Em um grupo, o resultado do processo é a realização do objetivo do grupo e o processo de realização da tarefa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-28 00:33:20 UTC</pubDate>
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         <title>Referências</title>
         <author>tainisesouzaferreira</author>
         <link>https://padlet.com/trabalhosacademicos/rldh4f8znwxh6wtj/wish/1567087439</link>
         <description><![CDATA[<div>NININ, Maria Otilia Guimarães, A atividade de observação nas práticas de orientação professores: uma perspectiva crítica. Scielo, PUC/SP, 2010, p.1 44.https://www.scielo.br/j/delta/a/SgbPhS7F3jPGXKGmzCXWV9z/?lang=pt<strong><br><br></strong>William Foote WHYTE. <em>Sociedade de esquina: a estrutura social de uma área urbana pobre e degradada. </em>Tradução de Maria Lucia de Oliveira. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 2005. 390 páginas.<br>https://www.scielo.br/j/rbcsoc/a/H6CDbCRcfpPK3YmWcrrpw4K/?lang=pt</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-28 00:56:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/trabalhosacademicos/rldh4f8znwxh6wtj/wish/1567087439</guid>
      </item>
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         <title>Como funciona o processo grupal</title>
         <author>ingridmondadori1</author>
         <link>https://padlet.com/trabalhosacademicos/rldh4f8znwxh6wtj/wish/1567275853</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando se fala em grupo não se pode referir ao grupo como uma entidade acabada. Deve-se pensar como um projeto sempre em transformação. É um processo dialético. Existe uma eterna ameaça de dissolução do grupo e a volta à serialidade. Cada integrante se afirma e assume a totalidade do grupo, dando sentido à relação estabelecida.<br><br></div><div>Dependendo do grupo, pode haver a necessidade de um profissional para auxiliar as pessoas a pensarem o processo que está sendo vivido. Buscar estabelecer a mesma rota a ser percorrida, o questionamento desta rota, um aprender a conviver com inseguranças e incertezas. Por fim, centrar o grupo na tarefa e tornar explícitas as questões implícitas que estão dificultando a realização da tarefa pretendida, ou que a estão facilitando.&nbsp;<br><strong>O grupo torna-se sujeito do seu próprio processo.&nbsp;</strong></div><div><br></div><div><strong>Referência</strong>:<br>Carlos, Sérgio A. (1998). O processo grupal. In M. da G. C. Jacques, M. N. Strey, N. M. G. Bernardes, P. A. Guareschi, S. A. Carlos &amp; T. M. G. Fonseca (Orgs.), Psicologia social contemporânea (pp. 199-206). Petropólis: Vozes.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-28 02:09:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/trabalhosacademicos/rldh4f8znwxh6wtj/wish/1567275853</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>veronicapazportela</author>
         <link>https://padlet.com/trabalhosacademicos/rldh4f8znwxh6wtj/wish/1569760213</link>
         <description><![CDATA[<div>A pesquisa-intervenção investiga uma coletividade e suas subjetividades de maneira qualitativa e os pesquisadores através dessa pesquisa com levantamentos da demanda daquele grupo alvo realiza intervenção de caráter analítico conforme a necessidade que foi levantada em determinado contexto e analisada através da pesquisa, geralmente uma pesquisa-intervenção é realizada em algum grupo específico ou instituição. Há um público alvo na pesquisa o que quer dizer que esses indivíduos por alguma característica, situação, vínculo ou sentimento em comum sobre determinada coisa estão ligados, tornando esse público alvo uma espécie de grupo e através da realização da pesquisa-intervenção com esses indivíduos há um processo de mudança dentro desse contexto. O processo de mudança que ocorre e a própria intervenção por exemplo em um grupo alvo da pesquisa-intervenção tem ligação com os processos que ocorrem em grupos, nas teorias grupais e nos processos grupais.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-28 21:44:18 UTC</pubDate>
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