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      <title>Hemoglobinúria paroxística noturna  by Anna Julia Freitas</title>
      <link>https://padlet.com/ajsfreitas22/rkpmez2416pu23h5</link>
      <description>Anna Júlia de Souza Freitas e Raísa Laura Pereira Feitosa 

- I avaliação da disciplina &quot;Hematologia Clínica&quot;, ministrada pela Dra. Valéria Morgiana Gualberto Duarte Moreira Lima. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-04-20 15:25:20 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Hemoglobinúria paroxística noturna (HPN)</title>
         <author>ajsfreitas22</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-20 15:32:34 UTC</pubDate>
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         <title>Conceito</title>
         <author>ajsfreitas22</author>
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         <description><![CDATA[<div>     É uma doença rara caracterizada por alteração na membrana das hemácias, levando à sua destruição e eliminação de componentes dos glóbulos vermelhos na urina, sendo assim considerada uma anemia hemolítica crônica. Embora tenha um componente genético, não se herda a hemoglobinúria paroxística noturna. A doença é adquirida por meio de mutações genéticas que ocorrem ao longo da vida inativando o gene PIG- A (Phosphatydil-Inositol Glycan class A), ligado ao cromossomo X, na Célula Tronco Hematopoética.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-23 17:43:13 UTC</pubDate>
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         <title>Denominação</title>
         <author>ajsfreitas22</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;O nome hemoglobinúria paroxística noturna refere-se à descrição de destruição de eritrócitos com liberação de hemoglobina na urina, notada principalmente por coloração marrom-escura na primeira urina da manhã. O termo “noturna” se refere à crença inicial de que a hemólise seria desencadeada por acidose durante o sono; esta ativaria o complemento, que destruiria eritrócitos com membrana celular desprotegida. &nbsp;A hemólise acontece durante todo o dia, mas a observação de hemoglobinúria ocorre pela manhã por causa do aumento da concentração urinária durante a noite.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-23 18:21:23 UTC</pubDate>
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         <title>Classificação</title>
         <author>ajsfreitas22</author>
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         <description><![CDATA[<div>Pode ser:</div><ul><li><strong>HPN Clássica ou Despretensiosa</strong></li><li><strong>HPN associada a outra normalidade de medula óssea</strong></li><li><strong>HPN subclínica</strong></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-23 18:23:48 UTC</pubDate>
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         <title>Vídeo-resumo sobre HPN</title>
         <author>ajsfreitas22</author>
         <link>https://padlet.com/ajsfreitas22/rkpmez2416pu23h5/wish/1453129519</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-23 18:26:42 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Manifestações clínicas</title>
         <author>ajsfreitas22</author>
         <link>https://padlet.com/ajsfreitas22/rkpmez2416pu23h5/wish/1453440225</link>
         <description><![CDATA[<div>     As manifestações clínicas são bastante variadas e, provavelmente, se devem aos tipos e concentração das proteínas na superfície das diferentes linhagens celulares hematopoiéticas.&nbsp;<br>     O início geralmente é insidioso, com fraqueza progressiva, dispneia aos esforços e palidez, sintomas e sinais encontrados em todas as anemias de média intensidade. Não existe predileção racial, ambos os sexos são atingidos e a doença pode surgir em qualquer idade, mas é rara em crianças e mais frequente entre a faixa dos 30 aos 50 anos.&nbsp;<br>     A tríade pancitopenia, tendência a trombose e anemia hemolítica tornam a HPN uma síndrome clínica única.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-23 19:49:22 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Etiopatogenia</title>
         <author>ajsfreitas22</author>
         <link>https://padlet.com/ajsfreitas22/rkpmez2416pu23h5/wish/1453500598</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;HPN é causada pela expansão clonal não maligna de uma ou várias células-tronco hematopoéticas que adquiriram mutação(ões) somática(s) do gene da proteína fosfatidil inositol glicana A (PIG-A) que encontra-se localizado no cromossomo X. PIG-A é essencial para a formação de âncoras de glicosil-fosfatidil-inositol (GPI), pelas quais, muitas das proteínas de superfície ligam-se à membrana celular das hemácias.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Várias destas proteínas de superfície são importantes reguladoras do sistema complemento e sua deficiência é a causa da hemólise intravascular em pacientes com HPN. A falência em sintetizar uma molécula madura de GPI gera ausência de todas as proteínas de superfície normalmente ancoradas por ela.&nbsp; Consequentemente, as células sanguíneas advindas do clone HPN têm algum grau de deficiência destas proteínas, que pode ser parcial ou total.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Dentre as proteínas ancoradas pela GPI estão o CD5514 e CD5915, que controlam a ativação da cascata do complemento. Assim, a hemólise da HPN resulta do aumento da susceptibilidade de eritrócitos clonais ao complemento, pela redução ou ausência completa das proteínas regulatórias na superfície celular. Na HPN, a falência em regular o complemento na superfície eritrocítica leva à ampla hemólise intravascular, com liberação de grandes quantidades de hemoglobina livre e arginase eritrocitária no plasma.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-23 20:09:35 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Diagnóstico laboratorial </title>
         <author>ajsfreitas22</author>
         <link>https://padlet.com/ajsfreitas22/rkpmez2416pu23h5/wish/1453502057</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Citometria de fluxo para HPN - Avalia redução da GPI na superfície das células.&nbsp;(Método de diagnóstico padrão ouro)</li><li>Teste direto de antiglobulina (Coombs direto) - Negativo.&nbsp;</li><li>Teste de Ham: Hemólise provocada em meio ácido. Quando o teste for positivo indica HPN positivo.</li><li>Teste de sacarose - Positivo.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-23 20:10:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Referências</title>
         <author>ajsfreitas22</author>
         <link>https://padlet.com/ajsfreitas22/rkpmez2416pu23h5/wish/1453633420</link>
         <description><![CDATA[<div>ARAÚJO, C. J. et al. Hemoglobinúria paroxística noturna: relato de dois casos. <strong>Rev. Bras. Hematol. Hemoter. </strong>&nbsp;São José do Rio Preto, v. 24, n. 04, 2002.</div><div>ARAÚJO, F. C. et al.&nbsp; CONSIDERAÇÕES SOBRE HEMOGLOBINÚRIA PAROXÍSTICA NOTURNA (HPN): DIAGNOSTICO E TRATAMENTO. <strong>Rev Cient da Fac Educ e Meio Ambiente: Revista da Faculdade de Educação e Meio Ambiente - FAEMA</strong>, Ariquemes, v. 10, n. 1, p. 54-61, jan.-jun. 2019.</div><div>ARRUDA, M. M. A. S. et al. Hemoglobinúria paroxística noturna: da fisiopatologia ao tratamento. <strong>Rev Assoc Med Bras. </strong>São Paulo, v. 56, n. 2, p. 214-221, 2010. <br>BATISTA, Eduardo Hermann. Anemias hemolíticas. In: RICCI, Vitor Hugo Parpinelli; MAMAN, Maria Julia Cavaler De. Guia prático de hematologia. Criciúma: Unesc, p. 35-55, 2019.<br>DA SILVA, J. F. L. M. et al. Relato de caso: Hemoglobinúria paroxística noturna. <strong>Rev. Científica UNIFAGOC-Saúde</strong>, v. 5, n. 2, p. 72-79, 2021.<br>FRAIMAN, Yarden S. et al. Development of paroxysmal nocturnal hemoglobinuria in CALR-positive myeloproliferative neoplasm. <strong>Journal of blood medicine</strong>, v. 7, p. 107, 2016.<br>LONGRÉE, Luc et al. Paroxysmal nocturnal hemoglobinuria (PNH): An atypical case report. <strong>Case Reports in Internal Medicine</strong>, Vol. 5, No. 1, 2018.</div><div>PAVANI, R. Expressão de Fas e Fas-ligante em pacientes com hemoglobinúria paroxística noturna. 2009. 92f. Tese ( Doutorado em Ciências) - Universidade Federal de São Paulo. Escola Paulista de Medicina. Programa de Pós-graduação em Hematologia, São Paulo. 2001. <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-23 21:01:34 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Resultados esperados para os demais exames laboratoriais</title>
         <author>ajsfreitas22</author>
         <link>https://padlet.com/ajsfreitas22/rkpmez2416pu23h5/wish/1453636083</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Aumento nos níveis de bilirrubina não conjugada (indireta).</li><li>Aumento nos níveis de desidrogenase láctica (DHL).</li><li>Aumento dos reticulócitos.&nbsp;</li><li>Diminuição das haptoglobinas.</li><li>Hemoglobinúria com urina vermelha ou rosa, positivo para o grupo heme e negativo para sedimentos.&nbsp;</li><li>Esfregaços de sedimento urinário evidenciam a presença de ferro (hemossiderinúria).</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-23 21:02:48 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Diagnóstico diferencial</title>
         <author>ajsfreitas22</author>
         <link>https://padlet.com/ajsfreitas22/rkpmez2416pu23h5/wish/1453636571</link>
         <description><![CDATA[<div>O Diagnóstico diferencial deve ser feito com as outras causas de hemoglobinúria que acontecem em outras doenças hemolíticas, além da destruição dos eritrócitos e nas quais a hemólise é intravascular.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-23 21:03:03 UTC</pubDate>
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         <title>Caso clínico</title>
         <author>ajsfreitas22</author>
         <link>https://padlet.com/ajsfreitas22/rkpmez2416pu23h5/wish/1453637913</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Homem, 29 anos, relata fadiga há 1 ano e nos últimos 5 meses apresentou episódios de urina escura, fraqueza ao realizar esforços médios, dor abdominal e exame físico mostra palidez.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-23 21:03:40 UTC</pubDate>
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         <title>Questões</title>
         <author>ajsfreitas22</author>
         <link>https://padlet.com/ajsfreitas22/rkpmez2416pu23h5/wish/1453686680</link>
         <description><![CDATA[<div>1- O teste de Coombs é o principal exame laboratorial utilizado na investigação das anemias hemolíticas autoimunes. Por que o teste de Coombs negativo associado a hemólise adquirida pode despertar a suspeita de HPN?<br><br>2-&nbsp; Marque a alternativa correta relacionada a Hemoglobinúria paroxística noturna (HPN).&nbsp;<br>a) ( ) A aplasia medular é uma manifestação clínica da HPN.<br>b) ( ) As células sanguíneas&nbsp; advindas dos clones de HPN não possuem nenhuma proteína regulatória na superfície celular.&nbsp;<br>c) ( ) Pancitopenia,&nbsp; tendência a trombose e a anemia hemolítica&nbsp;<br>torna a HPN uma síndrome única.&nbsp;<br>d) ( ) A HPN é uma doença genética congênita ligada ao cromossomo X.<br><br>3- ( EBSERH - adaptada) Assinale (V) para verdadeiro e (F) para falso no que diz respeito as afirmativas sobre Hemoglobinúria Paroxística Noturna (HPN) abaixo:</div><div>(&nbsp; &nbsp; ) Durante o diagnóstico, mesmo ao suspeitar de doença hematológica associada, o mielograma é dispensável, visto que há testes mais precisos para o diagnóstico da HPN.&nbsp;</div><div>(&nbsp; &nbsp; ) Na HPN, a hemoglobina livre no plasma capta o óxido nitroso, determinando sua depleção plasmática e tissular, o que ocasiona manifestações clínicas com vasoespasmos esofágicos, disfunção erétil, insuficiência renal e trombose.&nbsp;</div><div>( &nbsp; ) Os marcadores CD55 e CD59 estão diretamente ligados à patogenia da HPN, particularmente a última que protege a célula do efeito lítico do complemento ativado. A deficiência de CD55 e CD59 torna as plaquetas mais vulneráveis à ativação pelo complemento e a subsequente trombose.</div><div>&nbsp;(&nbsp; &nbsp; ) A hemoglobinúria paroxística noturna (HPN) é uma doença clonal da célula-tronco hematopoiética que resulta na produção de células sanguíneas que exibem mutação somática que inativa o gene da PIG-A na célula-tronco hematopoiética.</div><div>(&nbsp; &nbsp; ) Os testes diagnósticos mais específicos e sensíveis à HPN são o teste de HAM e SACAROSE, que identificam clones pequenos e praticamente sem interferência com transfusões. A citometria de fluxo para pesquisa dos clones de HPN apresenta baixa sensibilidade e custo elevado.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-23 21:28:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Hemograma do paciente</title>
         <author>poneyraisa</author>
         <link>https://padlet.com/ajsfreitas22/rkpmez2416pu23h5/wish/1456635268</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Hb&nbsp; 6,8 g/dL, Ht 20,8%, VCM 104 fL, anisocitose, anisocromia, macrocitose, poiquilocitose, policromasia; RDW 16,1%.</li><li>Leucócitos: 3800 mm<sup>3</sup>.</li><li>Plaquetas:130.0000/L/µL.</li><li>Mielograma: Aspirado medular hipoplásico com depósito de ferro presente.</li><li>Teste de Coombs negativo.</li><li>Citometria de fluxo: Não expressão de CD55 e CD59 em cerca de 40% dos granulócitos e 30% dos eritrócitos, cerca de 50% dos monócitos não expressam o CD14.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-25 17:22:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Resumo dos Protocolos Clínicos e Diretrizes terapêuticas da HNP</title>
         <author>poneyraisa</author>
         <link>https://padlet.com/ajsfreitas22/rkpmez2416pu23h5/wish/1461866424</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-26 22:32:37 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Achados no sangue periférico</title>
         <author>ajsfreitas22</author>
         <link>https://padlet.com/ajsfreitas22/rkpmez2416pu23h5/wish/1461912716</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Na HPN, o sangue periférico não mostra qualquer anormalidade celular específica. Pode-se encontrar anemia normocítica e normocrômica ou macrocítica e moderado grau de anisopoiquilocitose. Quando a perda de ferro urinária for marcante a anemia será microcítica e hipocrômica.&nbsp;</li><li>A reticulocitose é proporcional ao grau de hemólise.</li><li>Leucopenia é um achado frequente, mas não absoluto.&nbsp;</li><li>As plaquetas podem estar dentro dos limites normais, porém, na maioria dos casos, existe trombocitopenia, principalmente naqueles associados à aplasia medular.&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-26 22:59:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Achados no sangue periférico </title>
         <author>poneyraisa</author>
         <link>https://padlet.com/ajsfreitas22/rkpmez2416pu23h5/wish/1461921816</link>
         <description><![CDATA[<div>Característica da hemólise em HPN: Policromasia, indicando reticulocitose (setas azuis)&nbsp; e poiquilocitose em lágrima (setas pretas).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-26 23:04:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Achados medulares</title>
         <author>ajsfreitas22</author>
         <link>https://padlet.com/ajsfreitas22/rkpmez2416pu23h5/wish/1461936186</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando se suspeita que um indivíduo seja portador desta doença, é importante fazer um mielograma a fim de verificar a presença de outra doença hematológica associada, como síndrome mielodisplásica ou anemia aplástica. O mielograma, em geral, mostra hiperplasia de precursores eritroblásticos, que desaparecem na fase aplástica. Há ausência de ferro de depósito nos macrófagos medulares, uma vez que este elemento está sendo constantemente perdida pela urina.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-26 23:13:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Leitura complementar</title>
         <author>ajsfreitas22</author>
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         <pubDate>2021-04-26 23:53:56 UTC</pubDate>
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         <title>Hemossiderinúria</title>
         <author>ajsfreitas22</author>
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         <description><![CDATA[<div>Proteína de armazenamento de ferro no sedimento urinário: túblulos renais carregados de ferro + hemossiderina.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-26 23:58:46 UTC</pubDate>
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         <title>Figura 1: Amostra medular </title>
         <author>poneyraisa</author>
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         <description><![CDATA[<div>Presença de&nbsp; metamielócito gigante, megaloblástos e normoblastos com anormalidades nucleares&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 00:11:02 UTC</pubDate>
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