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      <title>Literatura. by Sara Oliveira</title>
      <link>https://padlet.com/saraoliveiram36/rjgkww6vyihwc6ph</link>
      <description>Cada livro é uma viagem, uma jornada sem fim.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-11-07 22:01:55 UTC</pubDate>
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         <title>Identificação </title>
         <author>saraoliveiram36</author>
         <link>https://padlet.com/saraoliveiram36/rjgkww6vyihwc6ph/wish/2797748140</link>
         <description><![CDATA[<div>O meu nome é&nbsp; Sara Sofia Gonçalves Oliveira, tenho 18 anos, nasci em 1 de Novembro de 2005 no hospital de Santarém, sou natural de Santarém, mais especificamente coruche, um lugar com a cultura dos touros, da cortiça, das paisagens bonitas.<br>Gosto de paz, de trabalhar no meu tempo, de ficar sozinha e aproveitar esse tempo, ao mesmo tempo ficar sozinha é como uma terapia, gosto das coisas organizadas do meu jeito.<br>Eu amo cavalos, é um estilo de vida, um modo de viver, são animais espetaculares em que o olhar vale mais que mil palavras.<br>O meu sonho é ser independente e viver sozinha, muita gente pode não gostar, mas eu prefiro o silêncio e os animais, o campo, leio alguns livros de romance, da collen hoover&nbsp; pois a cada página entramos na personagem, e&nbsp; sentimos as mesmas emoções.<br>Também gosto de ouvir musica no carro, é algo diferente.<br>As manhãs cinzentas, as noites frias e um café me cativam.<br>Adoro o som das ondas, as gaivotas, enfim a praia em si.<br>Eu pensava em ir para direito, no entanto psicologia têm me cativado e chamado mais a minha atenção.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-21 10:27:45 UTC</pubDate>
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         <title>Escrita criativa</title>
         <author>saraoliveiram36</author>
         <link>https://padlet.com/saraoliveiram36/rjgkww6vyihwc6ph/wish/2797758157</link>
         <description><![CDATA[<div>"A diferença entre um cavalo e um ser humano é que o cavalo pode te levar à queda, mas jamais pisará nos seus sentimentos"<br><br><br>"A vida só pode ser compreendida olhando-se para trás, mas só pode ser vivida olhando-se para a frente"<br><br><br>"Quando é que passará esta noite interna, o universo,<br>E eu, a minha alma, terei o meu dia?<br>Quando é que despertarei de estar acordado?<br>Não sei. O sol brilha alto,<br>Impossível de fitar,<br>As estrelas pestanejam frio,<br>Impossíveis de contar."<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-21 10:37:15 UTC</pubDate>
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         <title>Poema &quot;Palavra&quot;   (Tarefa 1)</title>
         <author>saraoliveiram36</author>
         <link>https://padlet.com/saraoliveiram36/rjgkww6vyihwc6ph/wish/2797764162</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema "a palavra" é uma reflexão entre a natureza e o poder, onde:<br>Na 1°estrofe o poeta refere se às novas dimensões e cores das palavras.<br>Na 2°estrofe Eduardo White mostra nos que a palavra no poema não é estática mas dinâmica e flexível.<br>Na 3°estrofe o poeta com uma metáfora descreve a palavra madura como algo "vivo":<br>"O animal que dorme destemido"<br>Por ultimo na 4°estrofe o poeta conclui&nbsp; que a palavra pode apresentar diferentes aspectos.<br><br>2- No poema "a palavra" o poeta recorre diversas vezes ao recurso expressivo, mais especificamente metáfora, para assim atribuir palavras fisicas e humanas às palavras.<br>"A palavra renova-se no poema" refere que a palavra pode ser transformada, como os humanos.<br>"A palavra madura é espetáculo que canta vive&nbsp; e respira" onde o poeta compara-a ao ser humano.<br><br><br>3- No poema "a palavra" o destaque e a transformação e o valor das palavras a imagem destaca o "eu" como egocentrismo e egoísta, algumas palavras usadas de forma errada tendem a fechar portas, em ambos os casos no poema e na imagem, a palavra e retratada como algo destruidor ou construtor.<br><br>4-Poema sobre "a palavra"<br><br>Na página em branco dança a palavra,<br>Letras bailam, formando poesia,<br>Expressões que a alma acaricia.<br>Na cadência das frases, um fluir,<br>A palavra, eterna a reluzir.<br>No livro da vida, capítulo a capítulo,<br>A palavra escreve seu próprio épico.<br>Como pinceladas num quadro de arte,<br>Cria imagens que tocam a parte mais íntima da alma.<br>É a ponte entre pensamentos e corações,<br>Um eco eterno em diversas canções.<br>A palavra, eterna, continuará a florescer.<br>O poder do bom e o mau da palavra ooema<br>Na dança das sílabas, o poder se revela,<br>Palavras, como lâminas, cortam ou acalmam a tela.<br>O bom e o mau entrelaçados na dicção.<br><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-21 10:42:53 UTC</pubDate>
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         <title>Knopfli e Pessoa (tarefa 4)</title>
         <author>saraoliveiram36</author>
         <link>https://padlet.com/saraoliveiram36/rjgkww6vyihwc6ph/wish/2797776586</link>
         <description><![CDATA[<div>Para nós a pátria é um solo sagrado onde raízes se entrelaçam,<br>Nasceu de histórias, memórias que abraçam.<br>E em cada pedaço de terra, um pedaço de nós,<br>A pátria, como um eco, ressoa em mil avós.<br><br>No entanto, para os poetas Fernando Pessoa e Rui Knopfli, a pátria reside na língua. Esta exposição procura explorar a profundidade dessa perspectiva, onde toma&nbsp; como ponto de partida os versos de ambos os poetas.<br>Fernando Pessoa&nbsp;<br>"A minha pátria é a língua portuguesa."<br>Rui Knopfli<br>«pátria é só a língua em que me digo»&nbsp;<br>Os versos de Pessoa e Knopfli sublinham a ideia de que as fronteiras linguísticas podem ser mais profundas do que as geográficas. A língua não apenas comunica, mas cria a maneira como percebemos e interpretamos o mundo ao nosso redor. É através da língua que nos conectamos, compreendemos a nossa história e criamos a nossa identidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-21 10:54:10 UTC</pubDate>
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         <title>Obra &quot;Mar me quer&quot; (tarefa 6)</title>
         <author>saraoliveiram36</author>
         <link>https://padlet.com/saraoliveiram36/rjgkww6vyihwc6ph/wish/2797791454</link>
         <description><![CDATA[<div>1- Dona luarmina pede a Zeca que compartilhe os seus momentos e memorias onde por vezes recorre à invenção no entanto este prefere viver no presente.<br><br>1.1- Dona luarmina,uma costureira e vizinha de Zeca, considerada gorda e feia mas que no seu passado ja atraíra muitos moços por ter sido bela, continha uma relação complexa com Zeca.<br><br>1.2-Dona Luarmina é a companhia de Zeca, na qual refere uma conexão com o passado, trazendo com ela todas as suas memorias e vivências.<br><br>1.3- Luarmina refere que era tao bonita que a sua própria mãe tentou lhe bater no rosto para a desfigurar e assim afastar os homens que eram atraídos pela sua beleza.<br><br>1.4-Luarmina, gorda e gordurosa, mas por quem Zeca estava apaixonado era costureira.<br><br>1.5- Dona Luarmina&nbsp; era uma figura Central na vida de Zeca, pois levava-o de volta ao passado, o que lhe provocava reflexões sobre a vida.<br><br>2- O titulo da obra "Mar me quer" de Mia Couto retrata a relação que o ser humano tem com a natureza, já a capa da obra relaciona-se com elementos associados ao mar.<br><br>3-Em "mar me quer" zeca &nbsp; é influenciado pelo avô Celestiano e as suas histórias e ensinamentos, assim mesmo apos a sua morte, Celestiano continua a representar a cultura, sabedoria e tradição a Zeca.<br><br>4-Mia couto brinca com os significados e os sons das palavras tal como em "golfinhar" que significa nadar com facilidade, como um golfinho, enquanto "varandear" que refere se a ficar na veranda a aproveitar a paisagem<br><br>5- Zeca conta a Luarmina que tinha uma esposa, Henriquinha, que sempre saía aos domingo, de preto, para ir supostamente à missa, no entanto, este descobre que na verdade ela dirigia se ao cime da duna vermelha para se despir em publico, enlouquecido, este empurra Henriquinha do barranco, e o seu corpo nunca mais apareceu.<br><br>6-Nesta obra de Mia Couto, a maior confissão foi de Dona Luarmina que no final revela que era a amante do seu pai, que caíra ao mar e nunca mais aparecera.<br><br>7-O poema e a obra parecem conjugar a ligação do mar ao ser humano pelos&nbsp; sentimentos de atração.<br>"Mar me quer" sugere um sentimento de atração pela parte do mar para com o personagem.<br><br>8-Escolhi "o coração é uma praia" um dito do avô Celestiano,  pois o mar acaricia memórias e apaga ausências, o que se refere ao tempo, tudo um dia passa, tudo um dia acaba, e o que resta são memórias.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-21 11:08:27 UTC</pubDate>
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         <title>“Equitação” (tarefa 2)</title>
         <author>saraoliveiram36</author>
         <link>https://padlet.com/saraoliveiram36/rjgkww6vyihwc6ph/wish/2820346151</link>
         <description><![CDATA[<div>É nas rédeas que encontro refúgio quando o mundo pesa sobre os meus ombros. A sela torna-se o meu porto seguro, e os cascos&nbsp; ao baterem no solo ecoam uma melodia que acalma a alma inquieta, cada momento passado ao lado destas criaturas maravilhosas é um voo em que transcendo todas as preocupações cotidianas.<br>Quando estou com cavalos, não há limites para a liberdade.&nbsp;<br>A relação entre cavaleiro e cavalo é uma dança sincronizada, onde aconfiança mútua é a chave. Nos olhos destes companheiros equinos, encontra-se uma lealdade que ultrapassa as palavras e uma conexão que suporta os altos e baixos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-11 01:01:03 UTC</pubDate>
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         <title>Gabriel Garcia e Knopfli   (Tarefa 3)</title>
         <author>saraoliveiram36</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ambos os textos compartilham a reflexão sobre a natureza da memória e a passagem do tempo. Ambos sugerem que, ao longo do tempo, a memória pode ser seletiva, destacando elementos positivos e obscurecendo ou eliminando experiências negativas. Enquanto a frase de Gabriel enfatiza a capacidade do coração de suavizar o peso do passado, o poema de Knopfli explora a fugacidade das lembranças e a sensação de perda associada ao esquecimento. Ambos expressam uma sensibilidade à fragilidade e à inexorabilidade do tempo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-11 01:04:59 UTC</pubDate>
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         <title>Poemas (Tarefa 5)</title>
         <author>saraoliveiram36</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ambos os poemas exploram a temática da construção poética e das emoções associadas a esse processo. Eles compartilham a ideia de que o ato de escrever envolve uma espécie de fingimento, onde o poeta molda suas palavras e sentimentos de maneira consciente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-11 01:20:02 UTC</pubDate>
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         <title>“Gato que brincas na rua”   (Tarefa 7)</title>
         <author>saraoliveiram36</author>
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         <description><![CDATA[<div>Fernando pessoa fez me refletir em relação aos gatos, nunca pensei que realmente teria inveja destes seres, mas Fernando pessoa fez me ver o oposto.<br>Neste poema o sujeito poético revela tristeza e desolação por não conseguir abolir o viço excessivo do pensamento, o que o gato não têm, com a sua “alegre inconsciência” – gostaria de sentir sem pensar; mas paradoxalmente, gostaria também de ser ele mesmo, ou seja, ter a consciência de ser inconsciente – o que ele deseja é unir o plano do sentir e o plano de pensar, nós humanos pensamos antes de agir, já os gatos não, apenas agem assim o “Gato” é símbolo de uma alegre inconsciência a qual ele inveja.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-11 01:27:51 UTC</pubDate>
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         <title>“As sem razões do amor”   (Tarefa 8)</title>
         <author>saraoliveiram36</author>
         <link>https://padlet.com/saraoliveiram36/rjgkww6vyihwc6ph/wish/2820380235</link>
         <description><![CDATA[<div>O verso inicial do poema, que se repete abaixo, parece resumir aquilo que o sujeito procura transmitir ao longo de toda a composição. "Eu te amo porque te amo", ou seja, o amor é apresentado como algo que não se pode explicar. No seu entendimento, o amor não exige que a outra pessoa se comporte de determinada maneira, não espera nada do outro.<br><br>Na segunda estrofe, mantém a mesma linha de pensamento, afirmando que o amor não pode ser vendido nem comprado, é algo que damos sem esperar alguma forma de compensação.<br>Não se focando apenas no casal, o sentimento parece uma lente capaz de modificar tudo em volta, estando presente em todas as coisas: "no vento / na cachoeira, no eclipse".<br><br>Na terceira estrofe o sujeito afirma que não pode amar "bastante ou de mais" a si mesmo, já que a outra pessoa passa a ser prioridade, ficando muitas vezes na sua frente.<br>Isso porque o eu lírico acredita que não se pode trocar amor, e não está querendo convencer a outra pessoa a amá-lo de volta. Defende que "amor é amor a nada", ou seja, o sentimento existe e vale em si mesmo, "feliz e forte".<br><br>Nos últimos versos Drummond explica o caráter paradoxal do amor.&nbsp; Que por um lado, pode ser eterno, indestrutível, por outro, é extremamente frágil, e muitas vezes efémero, algo que pode durar para sempre ou desaparecer num segundo.<br><br>Em suma, o poema descreve o amor como algo que acontece em nós e modifica tudo em volta. Ainda assim,deve ser generoso, sem cobranças, e sem esperar nada em troca.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-11 01:34:57 UTC</pubDate>
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         <title>Balada dos mortos dos campos de concentração   (Tarefa 9)</title>
         <author>saraoliveiram36</author>
         <link>https://padlet.com/saraoliveiram36/rjgkww6vyihwc6ph/wish/2820386750</link>
         <description><![CDATA[<div>A presença da palavra "balada" no título sugere a narrativa poética de um evento marcante, uma espécie de canção trágica que explora a crueldade e os horrores dos campos de concentração.<br>O poema descreve vividamente os cadáveres como "flácidos," "ocos," e "putrefatos," criando uma visão angustiante e grotesca. As referências a campos de concentração específicos, como Nordhausen Erla, Belsen e Buchenwald, intensificam a gravidade do horror e destacam a brutalidade inimaginável desses lugares durante o Holocausto.<br>No poema, o autor utiliza a antítese para criar um contraste marcante entre a degradação física dos corpos e a linguagem poética que os descreve. A ironia é empregada ao descrever sorrisos em "faces hediondas" e referências a "giocondas," contrastando com a realidade perturbadora dos cadáveres.<br>A ironia um elemento essencial, presente nas imagens de manicuras e toaletes, que, ao invés de transmitirem beleza e cuidado, reforçam a perversidade dos torturadores nos campos de concentração.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-11 01:42:51 UTC</pubDate>
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         <title>“Verdade”   (Tarefa 10)</title>
         <author>saraoliveiram36</author>
         <link>https://padlet.com/saraoliveiram36/rjgkww6vyihwc6ph/wish/2820787663</link>
         <description><![CDATA[<div>Na minha opinião, ser transparente e sincero é importante, mas podemos abrir exceções.<br>A verdade é uma faceta ilusória da realidade que buscamos incessantemente, ao mergulharmos neste oceano de percepções, deparamo-nos com desafios que, por vezes, desafiam a ideia de uma verdade objetiva, tal como podemos observar na sociedade moderna, onde a informação flui através de diversas fontes, e cada uma molda a narrativa de acordo com uma perspectiva distinta.<br>Na minha opinião a verdade deve, desde sempre ser revelada, já que de uma forma ou outra a mentira vêm sempre ao de cima, tal como refere a expressão&nbsp; “a mentira tem perna curta”, mas em algumas situações do quotidiano, pode-se abrir uma exceção, por exemplo, se for para proteção e defesa pessoal, no caso de irmos a andar na rua e sejamos abordados por um desconhecido a perguntar informações pessoas, sobre relações, morada, coisas duvidosas, pode-se e deve-se mentir, caso contrário se for apenas para se encaixar num tipo de sociedade, não se deve mentir, pois a verdade vai vir à tona mais tarde ou mais cedo.<br>Em suma, sim em algumas situações de perigo pode-se mentir, mas noutro caso, devemos ser sinceros.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-11 09:58:35 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 11</title>
         <author>saraoliveiram36</author>
         <link>https://padlet.com/saraoliveiram36/rjgkww6vyihwc6ph/wish/2887955418</link>
         <description><![CDATA[<div>1.Algumas das linhas mais importantes do poema incluem:<br><br>1. "Quando te propus um amanhecer diferente" - Esta linha refere a ideia central do poema, que é a busca por uma mudança positiva.<br><br>2. "a eternidade voraz das nossas dores era igual a «Deus Pai todo poderoso criador dos céus e da terra»" - Esta linha reflete sobre a natureza da dor e da esperança em meio a um contexto religioso.<br><br>3. "Foi assim que te propus no circuito de lágrimas e fogo, Povo meu, o hastear eterno do nosso sangue para um amanhecer diferente!" - Esta linha emana a mensagem de resistência e determinação do poema, destacando a importância da luta contínua por um futuro melhor.<br><br><br><br><br>2.Neste poema consegue se perceber alguns elementos&nbsp; de amor, mas refere-se&nbsp; à luta e resistência para com a pátria.&nbsp;<br>Não há uma exploração detalhada da identidade de um espaço específico, mas sim uma consideração mais ampla das experiências compartilhadas pelo povo em busca de um amanhecer diferente.<br><br><br><br>3.A citação é relevante porque sintetiza a mensagem principal do poema, que é a necessidade de encarar desafios com esperança e determinação, visando um futuro melhor. Ela destaca a importância de uma força transformadora para superar obstáculos e ressalta a proximidade da mudança desejada, incentivando a ação coletiva. Reflete a ideia central do poema: resistir e lutar por um amanhã mais promissor, apesar das adversidades.</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-19 10:15:25 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 12 “paz”</title>
         <author>saraoliveiram36</author>
         <link>https://padlet.com/saraoliveiram36/rjgkww6vyihwc6ph/wish/2897270924</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao despertar do sol, onde o céu se encontra com a terra,<br>Acordo para um novo dia, onde a esperança se encerra.<br>Não posso adiar a palavra que ecoa no meu peito,<br>O chamado para a mudança, o despertar de um tempo.<br><br>Individualmente, ergo-me das sombras do passado,<br>Liberto-me das correntes, do peso que tenho carregado.<br>A cada respiração, sinto a força que em mim vibra.<br><br>Ao despertar do sol, onde o céu se encontra com a terra,<br>Acordo para um novo dia, onde a esperança se encerra.<br>Não posso adiar a palavra que ecoa no meu peito,<br>unimos as nossas mãos e corações,<br>Somos um povo em busca de novas direções.<br><br>Naquela pátria que tanto amamos e defendemos,<br>Renascemos das cinzas, das ruínas que sofremos.<br>Um amanhecer diferente, onde a luz da liberdade brilha.<br>Uma nova jornada, onde a palavra não seja adiada, onde a verdade não seja calada.<br>E que naquela pátria, a paz seja finalmente alcançada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-27 09:16:07 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 13</title>
         <author>saraoliveiram36</author>
         <link>https://padlet.com/saraoliveiram36/rjgkww6vyihwc6ph/wish/2904268109</link>
         <description><![CDATA[<div>1- A metáfora do lago representa o estado emocional e introspectiva do eu lírico.<br><br>2-A repetição da primeira estrofe na quinta&nbsp; realça a comparação do eu lírico com um lago profundo e sereno, o que reforça a importância da imagem central no poema e destacando a riqueza emocional e reflexão do eu lírico.<br><br>3-A última estrofe localiza as reflexões do poeta ao mencionar tempo e local específicos, acrescenta profundidade à experiência narrada.&nbsp; A frase "onde a tristeza é uma ansiosa e definível aspiração" revela uma relação complexa com o tempo, sugerindo uma reflexão profunda sobre o passado e suas emoções associadas.<br><br>4-A imagem de um lago a fluir complementa o poema ao evocar a mesma sensação de movimento e profundidade emocional descrita no texo. A imagem&nbsp; e o poema criam uma atmosfera de reflexão e auto-análise.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-04 10:25:02 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 14 (Alda Lara)</title>
         <author>saraoliveiram36</author>
         <link>https://padlet.com/saraoliveiram36/rjgkww6vyihwc6ph/wish/2913647376</link>
         <description><![CDATA[<div>1-O poema retrata as meninas pardas como estudiosas, bem-comportadas e empenhadas em alcançar um casamento digno, mas privadas de uma verdadeira expressão de felicidade e liberdade. O último verso sugere que, apesar das limitações impostas, elas, ainda merecem respeito. As reticências no final deixam em aberto a reflexão sobre a condição dessas meninas e as expectativas sociais que as rodeiam.<br><br><br>2-Os versos 14 e 15 contrastam o conhecimento académico com o conhecimento humano e o papel tradicional de mães de família com a necessidade de serem verdadeiramente valorizadas. Isto reflete a crítica social do poema às expectativas limitadas&nbsp; impostas às meninas pardas, com a importância de reconhecer a sua plena humanidade e individualidade.<br><br><br>3-A afirmação de que o poema foi concebido de forma irónica indica que o autor utiliza uma linguagem com elogios para descrever as meninas pardas, no entanto encontra-se uma crítica social implícita em relação à maneira como a sociedade as trata e às expectativas que lhes impõe.<br><br>&nbsp;<br>4-A imagem suprarreferida&nbsp; mostra uma planície com duas árvores, uma claramente visível e outra semi coberta por nevoeiro, onde podemos observar a reflexão da dualidade da identidade das meninas pardas. Isso sugere que enfrentam expectativas superficiais da sociedade e complexidades ocultas. Essa dualidade implica a possibilidade de superar desafios e encontrar clareza e aceitação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-11 09:28:50 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 16 “Viagens”</title>
         <author>saraoliveiram36</author>
         <link>https://padlet.com/saraoliveiram36/rjgkww6vyihwc6ph/wish/2964334410</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema "Viagens" de Jorge Barbosa ilustra perfeitamente a ideia de uma viagem imaginária. Apesar de descrever experiências da sua viagem física, como os paquetes da Blue Stara que escalavam o porto da ilha de S. Vicente, a importância está nos sentimentos e nas emoções associadas a essas viagens. O poeta deseja conhecer&nbsp; destinos distantes, como a &nbsp;Europa, Cuba e Rio de Janeiro, mas é impedido pelas responsabilidades cotidianas da ilha.&nbsp;<br>A viagem física é apenas um meio para explorar seu mundo interior, seus sonhos e suas frustrações. Assim, o poema vai além da descrição de lugares e torna-se uma exploração da alma humana, característica central da poesia de Jorge Barbosa.<br>&nbsp;A imagem retrata um cais que pode ser visto como um ponto de partida ou chegada, enquanto a presença do barco adiciona um elemento de viagem ou exploração.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-22 08:25:55 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 17 (cabo verde na época colonial)</title>
         <author>saraoliveiram36</author>
         <link>https://padlet.com/saraoliveiram36/rjgkww6vyihwc6ph/wish/2981229127</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O texto retrata uma narrativa que reflete a realidade histórica e social de Cabo Verde durante o período colonial.&nbsp;<br>Cabo Verde é um arquipélago situado no Oceano Atlântico, composto por ilhas áridas e montanhosas. <br>O ambiente com referências à Ribeira da Caixa, ao S. João, ao Cutelo e ao Caleijão, emancipa paisagens típicas das ilhas cabo-verdianas, com vales estreitos.<br>A narrativa reflete os desafios enfrentados pelas comunidades cabo-verdura verdianas durante a época em que os portugueses ainda estavam sob domínio da colónia.<br>A identidade cultural, é destacada , assim como a luta contra a pobreza e a escassez de recursos. De forma económica, a falta de alimentos básicos, transmite uma pobre economia.<br>A nível político , a presença de autoridades coloniais, representada pelo Administrador armado, sugere um ambiente de opressão e desigualdade política.<br>O texto retrata o complexo da vida em Cabo Verde durante o período colonial, destacando as lutas economias, sociais e políticas enfrentadas pelas comunidades locais.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-06 06:47:28 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 18 “ crítica ao excerto”</title>
         <author>saraoliveiram36</author>
         <link>https://padlet.com/saraoliveiram36/rjgkww6vyihwc6ph/wish/2981356446</link>
         <description><![CDATA[<div>O excerto do filme "O Testamento do Senhor Napumoceno", refere a ironia e a crítica social presentes na narrativa.<br>&nbsp;A cena ressalta a ingenuidade dos personagens e questiona a capacidade das práticas religiosas como resposta aos desafios enfrentados pela comunidade.<br>&nbsp;A chuva imprevista funciona como um aviso da impervisibilidade da vida e da necessidade de uma abordagem mais realista para lidar com as adversidades.<br>Hoje em dia podemos ainda obeservar o mesmo comportamento.<br>Em suma, as vezes temos que olhar para a realidade e tentar resolver uma situação por nós mesmos não por ganância ou práticas religiosas, já que nunca sabemos o dia de amanhã.</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-06 08:49:17 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 19 (análise ao poema)</title>
         <author>saraoliveiram36</author>
         <link>https://padlet.com/saraoliveiram36/rjgkww6vyihwc6ph/wish/2986807653</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>&nbsp;No poema referido, de Francisco José Tenreiro, a exploração da identidade e a resistência dos negros sob a opressão colonial é evidente.</p><p> A palavra "Negro" é repetida para reafirmar a identidade racial, enquanto o poema retrata a dura realidade da vida sob o domínio colonial, enfatizando a importância da resistência e do amor como formas de enfrentar a adversidade. </p><p>Os recursos expressivos incluem a repetição de forma a afirmar a identidade dos negros, usa metáforas como "sol e febre" e "água que mexe o engenho" para ilustrar as dificuldades enfrentadas, a palavra "Negro" é usada para evocar a identidade racial e cultural dos protagonistas e enfatiza a importância da força diante das dificuldades da vida.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-09 14:25:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saraoliveiram36/rjgkww6vyihwc6ph/wish/2986807653</guid>
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         <title>Tarefa 20</title>
         <author>saraoliveiram36</author>
         <link>https://padlet.com/saraoliveiram36/rjgkww6vyihwc6ph/wish/2986838070</link>
         <description><![CDATA[<p>A partir da imagem referida, a autora Alda Lara, na minha opinião, é a que mais se identifica.</p><p>Alda Lara foi uma poeta Angolana que veio para lisboa muito nova para terminar o ensino secundário, a mesma escrevia poemas com saudade de sua terra natal, com o desejo de voltar a África.</p><p>Alda Lara aborda temas como o mar onde a mesma o refere como uma passagem da vida, " Quando eu voltar/que se alongue sobre o mar", na imagem acima uma paisagem tropical com o mar de fundo referente a sua vida ja que a vida passa rápido e não espera pela saudade, E o sol esplendoroso e quente,/ o sol ardente,/há de gritar na apoteose do poente,/o meu prazer sem lei?/A minha alegria enorme de poder/enfim, o sol relembra-a de da nostalgia de "andar descalça na areia a brincar" a poeta com as saudades de africa volta por fim a sua terra Natal onde, infelizmente, acaba por falecer de tuberculose o que me faz pensar no facto de que o mar que ela tanto esperava, quis leva-la uma ultima vez a sua terra natal, onde por fim descansou.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-09 14:48:49 UTC</pubDate>
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