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      <title>8º Ano - História  by MATHEUS MACHADO DO AMARAL</title>
      <link>https://padlet.com/machadoamaral/8anohistoria</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-07-29 17:40:31 UTC</pubDate>
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         <title>América do Sul</title>
         <author>machadoamaral</author>
         <link>https://padlet.com/machadoamaral/8anohistoria/wish/3531318274</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Independências na América Espanhola (América do Sul)</strong></p><p>A América Espanhola era formada por colônias controladas pela Espanha. No final do século XVIII e início do XIX, essas colônias começaram a lutar por independência.</p><p><strong>Fatores que influenciaram:</strong></p><ul><li><p><strong>Iluminismo</strong> – ideias de liberdade e igualdade.</p></li><li><p><strong>Revolução Francesa e Americana</strong>;</p></li><li><p><strong>Invasão napoleônica na Espanha</strong> – gerou crise e enfraqueceu o controle espanhol.</p></li><li><p><strong>Insatisfação dos criollos</strong> (filhos de espanhóis nascidos na América) – queriam poder político e econômico.</p></li></ul><p><strong>Consequências:</strong></p><ul><li><p>Fim do domínio espanhol.</p></li><li><p>Formação de novos países.</p></li><li><p>Porém, continuaram com desigualdades sociais e políticas.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-29 17:49:46 UTC</pubDate>
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         <title>Independências na América</title>
         <author>machadoamaral</author>
         <link>https://padlet.com/machadoamaral/8anohistoria/wish/3531319296</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1816 – Independência da Argentina</strong></p><p>A Argentina declarou sua independência da Espanha no Congresso de Tucumán, em 9 de julho de 1816. Foi liderada por criollos que queriam autonomia política e econômica. A luta teve forte influência das ideias iluministas e da crise política na Espanha após a invasão napoleônica.</p><ul><li><p><strong>José de San Martín</strong> foi um dos principais líderes militares do processo.</p></li></ul><p><strong>1821 – Independência do Peru</strong></p><p>O Peru era uma das colônias mais importantes da Espanha na América. A independência foi proclamada por <strong>José de San Martín</strong>, em <strong>28 de julho de 1821</strong>, na cidade de Lima.</p><ul><li><p>A resistência dos espanhóis foi maior, pois o Peru era um centro do poder colonial.</p></li><li><p>A libertação definitiva veio em 1824, com a ajuda de <strong>Simón Bolívar</strong>, após batalhas decisivas.</p></li></ul><p><strong>1822 – Independência do Equador</strong></p><p>O Equador fazia parte do Vice-Reino de Nova Granada e depois da Grã-Colômbia. A independência foi conquistada com a ajuda de <strong>Simón Bolívar</strong> e <strong>Antonio José de Sucre</strong>.</p><ul><li><p>A <strong>Batalha de Pichincha</strong>, em <strong>24 de maio de 1822</strong>, foi decisiva para libertar a região do domínio espanhol.</p></li><li><p>Após a independência, o Equador passou a fazer parte da <strong>Grã-Colômbia</strong>, junto com Venezuela e Colômbia.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-29 17:53:10 UTC</pubDate>
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         <title>México </title>
         <author>machadoamaral</author>
         <link>https://padlet.com/machadoamaral/8anohistoria/wish/3531324907</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Independência do México – América Espanhola</strong></p><p>Começou em <strong>1810</strong>, com o <strong>Grito de Dolores</strong>, feito pelo padre <strong>Miguel Hidalgo</strong>.<strong> </strong>O <strong>Grito de Dolores</strong> foi o <strong>chamado à luta pela independência do México</strong>, feito pelo padre <strong>Miguel Hidalgo</strong>, na madrugada de <strong>16 de setembro de 1810</strong>, na cidade de <strong>Dolores</strong>, no interior do país. Hidalgo convocou o povo a se levantar contra o domínio da Espanha, contra a exploração e as injustiças. Ele usou o sino da igreja para reunir o povo e incentivá-los a lutar por liberdade. Quem participou foi os camponeses, indígenas, mestiços e escravos. Foi um movimento popular, com apoio de setores pobres da sociedade. Tinha como objetivo&nbsp; <strong>Acabar com o domínio espanhol</strong> no México e <strong>Melhorar as condições de vida</strong> das classes populares.<br><strong>Causas principais:</strong></p><ul><li><p>Influência do <strong>Iluminismo</strong>.</p></li><li><p><strong>Desigualdade social</strong> entre espanhóis e criollos (filhos de espanhóis nascidos na América).</p></li><li><p>Crise política na Espanha após a invasão de <strong>Napoleão Bonaparte</strong>.</p></li><li><p>Alta exploração econômica e cobrança de impostos.</p></li></ul><p><strong>Etapas da luta:</strong></p><ul><li><p><strong>1810 a 1811</strong>: Primeiras revoltas populares, lideradas por <strong>Miguel Hidalgo</strong> (morto em 1811).</p></li><li><p>Depois, liderança passou para <strong>José María Morelos</strong>, que também foi morto.</p></li></ul><p>A luta continuou com resistência dos criollos.</p><p><strong><mark>Conquista da independência:</mark></strong></p><p><strong>Plano de Iguala (1821)</strong></p><p><strong>O que foi? </strong>Foi um <strong>documento político e militar</strong> criado por <strong>Agustín de Iturbide</strong> em <strong>1821</strong>, que apresentou um acordo para garantir a <strong>independência do México</strong> da Espanha.</p><p><strong>Três garantias do Plano de Iguala:</strong></p><ul><li><p><strong>Religião</strong>: O México seria um país <strong>católico</strong>, com o catolicismo como única religião.</p></li><li><p><strong>Independência</strong>: O México seria um país <strong>livre e independente</strong> da Espanha.</p></li><li><p><strong>União</strong>: Igualdade entre <strong>espanhóis e criollos</strong> (filhos de espanhóis nascidos na América).</p></li></ul><p><mark>Resultado</mark></p><p>Proclamou oficialmente a <strong>Independência do México</strong> em <strong>27 de setembro de 1821</strong>.<br>Agustín de Iturbide tornou-se o <strong>imperador do México</strong>, mas foi deposto pouco tempo depois.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-29 18:12:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>América Latina no Pós-Independência</title>
         <author>machadoamaral</author>
         <link>https://padlet.com/machadoamaral/8anohistoria/wish/3536148142</link>
         <description><![CDATA[<p>A Fragmentação da América Espanhola</p><p><strong>Desigualdade Social</strong></p><ul><li><p>Após a independência, a maioria da população continuou com poucas oportunidades.</p></li><li><p>As elites criollas (descendentes de europeus nascidos na América) mantiveram o poder.</p></li></ul><p><strong>Pan-americanismo</strong></p><ul><li><p>Tentativa de união entre os países recém-independentes (Congresso do Panamá – 1826).</p></li><li><p>A ideia era criar uma aliança para defender a região, mas não foi adiante.</p></li></ul><p><strong>Divisão da América Espanhola</strong></p><ul><li><p>Conflitos entre as elites e pressão externa (Inglaterra e EUA) levaram à separação em vários países.</p></li></ul><p><strong>Liberdade de Comércio</strong></p><ul><li><p>Reino Unido e EUA apoiaram as independências buscando interesses comerciais.</p></li><li><p>A economia continuou baseada na exportação de produtos primários (agropecuária, minérios, petróleo).</p></li></ul><p><strong>Os Caudilhos</strong></p><ul><li><p>Líderes locais, com poder militar e político, geralmente autoritários.</p></li><li><p>Alguns foram eleitos, outros chegaram ao poder pela força.</p></li><li><p>Controlavam exércitos e usavam o carisma e poder econômico.</p></li></ul><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-05 17:44:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>machadoamaral</author>
         <link>https://padlet.com/machadoamaral/8anohistoria/wish/3536149813</link>
         <description><![CDATA[<p>Exclusão e Resistência Social</p><ol start="6"><li><p><strong>Cidadania Limitada</strong></p><ul><li><p>Negros, indígenas e pobres continuaram excluídos da política e dos direitos.</p></li><li><p>As estruturas sociais coloniais se mantiveram.</p></li></ul></li><li><p><strong>Resistência Popular</strong></p><ul><li><p>Povos indígenas e afrodescendentes resistiram com revoltas, fugas e manifestações.</p></li><li><p>Mesmo após a abolição da escravidão, enfrentaram pobreza e preconceito.</p></li></ul></li><li><p><strong>Papel da Igreja Católica</strong></p><ul><li><p>Manteve forte influência no poder mesmo após as independências.</p></li></ul></li><li><p><strong>Revoltas Indígenas</strong></p><ul><li><p>Muitas foram reprimidas. Ex: México (século XIX e XX) e Campanha do Deserto na Argentina.</p></li></ul></li><li><p><strong>Campanha do Deserto – Argentina</strong></p><ul><li><p>Expedições militares que expulsaram e mataram indígenas para ocupar terras.</p></li></ul></li><li><p><strong>Luta Atual por Direitos</strong></p><ul><li><p>Até hoje, indígenas, negros e trabalhadores reivindicam seus direitos e protagonismo social.</p><p><br></p></li></ul></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-05 17:45:31 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Independências na América Espanhola</title>
         <author>machadoamaral</author>
         <link>https://padlet.com/machadoamaral/8anohistoria/wish/3554229234</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>O poder e as disputas de poder<br></strong>Em toda sociedade, alguns grupos têm mais poder que outros.<br>No caso das colônias espanholas, o poder político era dos chapetones (espanhóis nascidos na Europa).<br>Os criollos (descendentes de espanhóis nascidos na América) tinham riqueza, mas eram impedidos de participar do governo.</p><p><br></p><p><strong>A sociedade na América Espanhola<br></strong>Chapetones (1%) → ocupavam cargos políticos e administrativos.<br>Criollos (13,5%) → ricos, donos de terras e minas, mas sem poder político.<br>Mestiços (27,5%) → filhos de europeus com indígenas/africanos, trabalhavam no comércio e ofícios.<br>Indígenas e negros (58%) → maioria da população, mas sem direitos políticos ou sociais.<br></p><p><strong>O contexto das independências<br></strong>1808 → Napoleão invadiu a Espanha, tirou o rei Fernando VII e colocou seu irmão José Bonaparte no trono.<br>As colônias passaram a resistir e aproveitaram para buscar autonomia.<br>A partir de 1810, várias revoltas começaram em diferentes regiões da América do Sul.</p><p><br></p><p><strong>Os Libertadores da América<br></strong>José de San Martín (criollo) → liderou a independência da Argentina (1816), Chile (1818) e Peru (1824).<br>Simón Bolívar (criollo) → comandou a independência da Venezuela, Colômbia, Equador, Peru e Bolívia.</p><p><br></p><p><strong>Exclusão após a independência<br></strong>A independência beneficiou os criollos, que passaram a dominar também o poder político.<br>Povos indígenas, negros e mestiços continuaram sem direitos, vivendo na pobreza.<br>A escravidão foi abolida em momentos diferentes (Chile em 1823, México em 1829, Bolívia em 1881, Cuba em 1886, Brasil em 1888).</p><p><br></p><p><strong>O pós-independência<br></strong>As estruturas coloniais foram mantidas: a elite continuou mandando.<br>A Igreja Católica manteve grande influência.<br>Povos indígenas, trabalhadores e afrodescendentes seguiram lutando por direitos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-25 18:03:27 UTC</pubDate>
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         <title>A FAMÍLIA REAL PORTUGUESA NO BRASIL </title>
         <author>machadoamaral</author>
         <link>https://padlet.com/machadoamaral/8anohistoria/wish/3555935807</link>
         <description><![CDATA[<p>Portugal mantinha <strong>aliança com a Inglaterra</strong>, inimiga da França de Napoleão.</p><p>Em 1806, Napoleão decretou o <strong>Bloqueio Continental</strong> (proibição de comércio com a Inglaterra). Para fugir da ameaça francesa, em <strong>1808 a Família Real e a Corte portuguesa (cerca de 15 mil pessoas)</strong> mudaram-se para o Brasil, com apoio inglês.</p><p><br></p><p><strong>Chegada ao Brasil</strong></p><ul><li><p>A primeira parada foi na <strong>Bahia (22/01/1808)</strong>; depois seguiram para o <strong>Rio de Janeiro (08/03/1808)</strong>.</p></li><li><p>A sede do governo português foi transferida para o <strong>Rio</strong>, tornando a cidade a capital do Império Português.</p></li><li><p>Muitos moradores foram <strong>desalojados</strong> de suas casas para dar lugar à corte.</p></li><li><p>Surgiu a expressão <strong>“PR”</strong> (Príncipe Regente), que o povo interpretava como <strong>“Ponha-se na Rua”</strong>.</p><p><br></p></li></ul><p><strong>Mudanças no Rio de Janeiro</strong></p><p>Foram feitas <strong>obras urbanas</strong>: calçamento de ruas, iluminação pública, aterro de pântanos, melhorias no abastecimento de água e esgoto. Novos espaços culturais: <strong>teatros, bibliotecas, academias científicas</strong> e criação do <strong>Jardim Botânico (1808)</strong>. O número de habitantes dobrou, chegando a cerca de <strong>100 mil pessoas</strong>.</p><p><br></p><p><strong>Cultura e Sociedade</strong></p><p>A corte trouxe o <strong>modo de vida europeu</strong>: bailes, óperas, jantares luxuosos e o <strong>beija-mão</strong> (cerimônia em que o rei ouvia súditos e concedia favores). Comer com <strong>talheres</strong>, usar <strong>móveis elegantes</strong> e roupas da moda europeia tornaram-se comuns nas famílias ricas. Casas comerciais passaram a vender <strong>artigos de luxo</strong> vindos da Europa.</p><p><br></p><p><strong>Contradições sociais</strong></p><p>Apesar das mudanças, o Rio de Janeiro tinha forte presença da <strong>população negra e mestiça</strong> (cerca de 1/3 dos habitantes). Havia <strong>desigualdade social e exclusão</strong>: negros eram frequentemente vigiados e podiam ser presos sem motivo justo.</p><p><strong>Mostra como o poder estava concentrado na corte e nos grupos mais ricos.</strong></p><p>A chegada da <strong>Família Real Portuguesa em 1808</strong> transformou o Brasil: o Rio de Janeiro virou sede do Império, a cidade foi modernizada e ganhou novos espaços culturais. Porém, as mudanças beneficiaram principalmente os ricos, enquanto a maioria da população continuava vivendo em condições de desigualdade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 19:53:32 UTC</pubDate>
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         <title>INSURREIÇÃO PERNAMBUCANA E REVOLUÇÃO DO PORTO</title>
         <author>machadoamaral</author>
         <link>https://padlet.com/machadoamaral/8anohistoria/wish/3555941385</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Insurreição Pernambucana (1817)</strong></p><ul><li><p>Aconteceu em <strong>Pernambuco</strong>, como movimento <strong>separatista</strong> contra Portugal.</p></li></ul><p><strong>Motivações:</strong></p><ul><li><p>Cobrança de <strong>altos impostos</strong>.</p></li><li><p><strong>Crise econômica</strong> (queda do preço do açúcar).</p></li><li><p><strong>Seca de 1816</strong> → fome e dificuldades.</p></li><li><p>Privilégios dos portugueses no comércio e nos cargos públicos.</p></li></ul><ul><li><p>Reuniu militares, religiosos, artesãos, juízes, comerciantes e grandes proprietários.</p></li></ul><p><strong>Ideias e objetivos da Insurreição</strong></p><ul><li><p>Em <strong>6 de março de 1817</strong>, proclamaram uma <strong>República em Pernambuco</strong>.</p></li><li><p>Defendiam:</p><ul><li><p>Constituição própria.</p></li><li><p>Fim de impostos abusivos.</p></li><li><p>Liberdade de imprensa.</p></li><li><p>Tolerância religiosa.</p></li><li><p>(Alguns defendiam o fim da escravidão).</p></li></ul></li><li><p>A bandeira de Pernambuco atual tem origem nesse movimento.</p></li></ul><p><strong>Fim da Insurreição</strong></p><ul><li><p>O governo republicano durou apenas <strong>74 dias</strong>.</p></li><li><p>Tropas enviadas por <strong>D. João VI</strong> derrotaram os rebeldes.</p></li><li><p>Líderes foram condenados à <strong>morte na forca</strong>, acusados de traição ao rei.</p></li><li><p>Influências: <strong>Iluminismo</strong>, <strong>Independência dos EUA</strong> e <strong>Revolução Francesa</strong>.</p></li></ul><p><strong>Revolução Liberal do Porto (1820)</strong></p><ul><li><p>Ocorreu em <strong>Portugal</strong>, liderada por militares e comerciantes.</p></li><li><p>Motivações:</p><ul><li><p>Insatisfação com a permanência da Família Real no Brasil.</p></li><li><p><strong>Crise econômica</strong> após a abertura dos portos brasileiros.</p></li><li><p>Domínio inglês sobre o comércio português.</p></li></ul></li><li><p>Inspirada pelos <strong>ideais liberais iluministas</strong>.</p></li></ul><p><strong>Consequências da Revolução</strong></p><ul><li><p>Criação das <strong>Cortes de Lisboa</strong> (Assembleia Constituinte).</p></li><li><p>Exigiram:</p><ul><li><p><strong>Fim do absolutismo</strong>.</p></li><li><p>Retorno de <strong>D. João VI a Portugal</strong>.</p></li><li><p><strong>Recolonização do Brasil</strong>.</p></li></ul></li><li><p>D. João VI voltou a Portugal em <strong>1821</strong>, mas deixou o filho <strong>D. Pedro</strong> como regente.</p></li></ul><p>As exigências das Cortes geraram conflitos e fortaleceram o <strong>movimento pela independência do Brasil</strong>.<br>A <strong>Insurreição Pernambucana (1817)</strong> foi um movimento republicano contra os impostos e privilégios portugueses, inspirado no Iluminismo. Já a <strong>Revolução Liberal do Porto (1820)</strong> exigiu o retorno de D. João VI e tentou recolonizar o Brasil, o que impulsionou o processo de <strong>Independência em 1822</strong>.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 20:01:16 UTC</pubDate>
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         <title>PERÍODO REGENCIAL (1831-1840)</title>
         <author>machadoamaral</author>
         <link>https://padlet.com/machadoamaral/8anohistoria/wish/3563579704</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto</strong></p><ul><li><p>Em <strong>1831</strong>, D. Pedro I <strong>abdicou do trono</strong> em favor de seu filho Pedro de Alcântara (5 anos).</p></li><li><p>Como era menor de idade, o Brasil foi governado por <strong>regentes</strong> até 1840.</p></li><li><p>O período regencial durou <strong>9 anos</strong> e terminou com o <strong>Golpe da Maioridade</strong>, que antecipou a coroação de D. Pedro II.</p></li></ul><p><strong>Formas de Regência</strong></p><ul><li><p><strong>Regência Trina Provisória (1831)</strong> → formada por 3 regentes (militar, popular e aristocrata).</p></li><li><p><strong>Regência Trina Permanente (1831–1835)</strong> → mais estável, mas marcada por disputas políticas.</p></li><li><p><strong>Regência Una de Feijó (1835–1837)</strong> → eleito pelo voto indireto, enfrentou oposição e revoltas como a <strong>Cabanagem</strong> e a <strong>Farroupilha</strong>; renunciou em 1837.</p></li><li><p><strong>Regência Una de Araújo Lima (1837–1840)</strong> → governo conservador, centralizou o poder e aprovou a <strong>Lei Interpretativa do Ato Adicional</strong>.</p></li></ul><p><strong>O Ato Adicional de 1834</strong></p><ul><li><p>Alterou a Constituição, tornando-a mais <strong>liberal</strong>.</p></li><li><p>Principais mudanças:</p><ul><li><p>Extinção da Regência Trina → início da <strong>Regência Una</strong>.</p></li><li><p>Maior <strong>autonomia para as províncias</strong>.</p></li><li><p>Extinção do <strong>Conselho de Estado</strong>.</p></li><li><p>O <strong>Rio de Janeiro</strong> tornou-se <strong>município neutro</strong> (separado da província).</p></li></ul></li></ul><p><strong>Conflitos Políticos</strong></p><ul><li><p><strong>Grupos políticos:</strong></p><ul><li><p><strong>Progressistas (liberais)</strong> → queriam mais autonomia para províncias.</p></li><li><p><strong>Regressistas (conservadores)</strong> → defendiam centralização do poder.</p></li></ul></li><li><p>Muitas <strong>revoltas regionais</strong> (Cabanagem, Farroupilha, Sabinada, Balaiada). Revoltas enfraqueceram os liberais e fortaleceram os conservadores.</p></li></ul><p><strong>Fim do Período Regencial</strong></p><ul><li><p>Instabilidade e revoltas levaram à antecipação da maioridade de D. Pedro II.</p></li><li><p>Em <strong>1840</strong>, com 14 anos, ele foi coroado imperador → chamado de <strong>Golpe da Maioridade</strong>.</p></li></ul><p>O <strong>Período Regencial</strong> (1831–1840) foi marcado por instabilidade política, disputas entre liberais e conservadores e várias revoltas regionais. Apesar das tentativas de dar mais autonomia às províncias com o <strong>Ato Adicional de 1834</strong>, os conservadores retomaram o controle. A crise levou ao <strong>Golpe da Maioridade</strong>, que colocou D. Pedro II no trono.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-01 17:56:35 UTC</pubDate>
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