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      <title>Pensando em Educação Ambiental.... by Marianna Lima</title>
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      <description>Repensando as nossas práticas!</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-05-25 23:35:56 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 07/05: </title>
         <author>201620036</author>
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         <description><![CDATA[<div>Na aula do dia 14 de Maio de 2021, iniciamos com a discursão a cerca das impressões que tivemos com o assunto abordado na live, que anteriormente foi proposto a assistirmos para que pudéssemos ter uma perspectiva crítica a cerca do AE. Após a discursão em que deixamos as nossas impressões, a Professora Claúdia nos remete sobre o efeito do capitalismo frente as questões de preservação e como isto se desencadeia dentro da educação.&nbsp;<br><br></div><div>Com isso, refletimos: Porque a Educação Ambiental apesar de sua importância, pouco se é vista em sala de aula? E porque quando abordada em sala de aula, é feita de forma a não se questionar de forma crítica e histórica?&nbsp;<br><br></div><div>Podemos notar que nas escolas, geralmente somente na semana do meio ambiente que se fala um pouco em relação a EA, e mesmo assim, de forma supérflua, abordando somente o problemas e não causas, como por exemplo, ao ser tratado o assunto como o aquecimento global, muito se fala dos poluentes dos automóveis, da degradação das arvores e dos gases tóxicos emitidos pelas fabricas, porém pouco se sabe a respeito do consumismo e do funcionamento do sistema capitalista vigente em todo o mundo.&nbsp;<br><br></div><div>Quando partimos desse pressuposto, começamos a entender a dinâmica na qual estamos inseridos e o porquê de não se fazer muita questão de tratar de assuntos como estes, em sala de aula. Pois quando de fato esses questionamentos forem levantados no ambiente escolar, passaremos a olhar o mundo de forma questionadora, em que as atitudes passam a ser pensadas e as pessoas serão verdadeiramente conscientes.&nbsp;<br><br></div><div>É nesse sentido, a finalização da nossa aula faz todo o sentido ao nos sermos apresentado o vídeo "Abuela Grilo", que nos faz refletir, em forma de desenho animado sobre menininha que era a dona da água e, por onde quer que ela passasse com seu canto de amor, a água brotava. Porém, ela é enganada, capturada e mantida em cativeiro por homens que apenas queriam a água que ela emitia para comercialização. Somente quando começa uma grande escassez pela falta de água, que as pessoas fazem uma grande rebelião para libertar a dona água.&nbsp;<br><br></div><div>Após discutirmos os impactos desse vídeo e o que poderíamos conectar com a nossa realidade, nos foi proposto uma atividade tendo como subsidio a fala do Prof. Mauro Guimarães, a elaboração em duplas, de um roteiro didático tendo como material/objeto principal o vídeo "Abuela Grilo".<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-26 23:09:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aula 14/05:</title>
         <author>201620036</author>
         <link>https://padlet.com/Mariannaolima/ri119pi5tw4kroc1/wish/1563176324</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia 14&nbsp; de Maio de 2021 começamos a aula de forma bem legal, falando um pouco de assunto pessoais enquanto esperávamos que todos entrassem em sala. Em seguida, a professora Claudia inicia abordando as leis e a institucionalização que rege a educação ambiental no nosso país, afim de quando formos atuar em sala de aula, possamos saber de que maneira estamos amparados para a discursão do conteúdo em nossa prática.&nbsp;<br><br></div><div>Desse modo é necessário que em nossa prática haja o desenvolvimento de uma compreensão sobre o meio ambiente, envolvendo aspectos ecológicos, psicológicos, legais, políticos, sociais, econômicos, científicos, culturais e éticos; a democratização das informações ambientais; além do estímulo de uma consciência crítica sobre a preservação ambiental e responsabilidade socioambiental; o incentivo à participação na preservação do equilíbrio do meio ambiente; a cooperação entre todos os estados nacionais para construção de uma sociedade ambientalmente equilibrada, fundada nos princípios da liberdade, igualdade, solidariedade, democracia, justiça social, responsabilidade e sustentabilidade; o fortalecimento da integração com a ciência e a tecnologia; o fortalecimento da cidadania, autodeterminação dos povos e solidariedade como fundamentos para o futuro da humanidade.<br><br></div><div>Uma das leis mais importantes que vigoram a EA, é a lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999, instituiu a PNEA – Política Nacional de Educação Ambiental, de forma obrigatória em todos os níveis de ensino. São princípios da Política Nacional de Educação Ambiental, definidos no artigo 4º da lei:<br><br></div><div>I - o enfoque humanista, holístico, democrático e participativo;<br><br></div><div>II - o enfoque da sustentabilidade;<br><br></div><div>III - o pluralismo de ideias e concepções pedagógicas;<br><br></div><div>IV - a vinculação entre a ética, a educação, o trabalho e as práticas sociais;<br><br></div><div>V - a garantia de continuidade e permanência do processo educativo;<br><br></div><div>VI - a permanente avaliação crítica do processo educativo;<br><br></div><div>VII - a abordagem articulada das questões ambientais locais, regionais, nacionais e globais;<br><br></div><div>VIII - o reconhecimento e o respeito à pluralidade e à diversidade individual e cultural.<br><br></div><div>Portanto, a educação ambiental apesar de não ser uma disciplina na grade curricular da educação básica, ela faz parte do currículo para que haja a discursão em sala de aula e amparo por lei do abortamento da temática.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-26 23:11:45 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 21/05:</title>
         <author>201620036</author>
         <link>https://padlet.com/Mariannaolima/ri119pi5tw4kroc1/wish/1563179111</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia 21 de Maio de 2021 tivemos aula assíncrona, em que a professora Claudia nos orientou a lermos o capitulo Haydee Torres de Oliveira, do livro Vamos Cuidar do Brasil. A partir da leitura e das discursões feitas em sala de aula, fomos levados ao questionamento sobre a existência de uma disciplina de Educação Ambiental obrigatória na educação básica.&nbsp;<br><br></div><div>O texto trás a reflexão de que partimos do princípio de que há um consenso em torno da importância e premência de educar ambientalmente nossas comunidades escolares, porém no âmbito escolar esse assunto é pouco discutido e dialogado apesar de sua relevância. Isso decorre porque muito dos profissionais não tem em sua formação uma base sólida e concreta para ministração de um ensinamento que visa o pensamento crítico e reflexivo a cerca da temática, sendo assim, não somos educados ambientalmente de forma a sermos sujeitos preservadores do meio em que vivemos.&nbsp;<br><br></div><div>Desse modo, concluímos que se tivéssemos na grade de horários da educação básica a obrigatoriedade de se discutir a perspectiva da educação ambiental, teríamos também leis e determinações que assegurariam os docentes a ter contato com o conteúdo, de forma, a serem aptos a trabalha-los em sala com embasamento teórico, crítico e reflexivo.&nbsp;<br><br></div><div>Partindo desse pressuposto, podemos levantar o seguinte questionamento: Será que por quantas mais catástrofes ambientais iremos ter que passar para que a educação ambiental seja realmente levada a sério dentro das escolas?&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-26 23:13:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula 28/05:</title>
         <author>201620036</author>
         <link>https://padlet.com/Mariannaolima/ri119pi5tw4kroc1/wish/1563185497</link>
         <description><![CDATA[<div>A aula do dia 28 de Maio de 2021 iniciou com a discursão do texto que lemos para a resolução da atividade assíncrona. Na atividade tínhamos que no posicionar a cerca da EA sendo uma disciplina obrigatória do ensino básico ou ela continuar sendo um tema transversal, em que todas as disciplinas possam aborda-la dentro de sala de aula.&nbsp;<br><br></div><div>Após debatermos os diferentes pontos de vista, a Professora Claudia nos trás a reflexão que nem sempre um espaço educador é sustentável em sua própria estrutura física, o que nos faz indagar, como ensinar a EA se somos inadequados ao espaço em que vivemos? É nesse sentido, que o currículo tem que dialogar na construção de um espaço sustentável, sem permitir que o EA seja apenas comportamental e discutida por professores de biologia, de forma, que sua temática seja abordada, conectada e articulada a diversos assuntos nas diferentes disciplinas escolares.<br><br></div><div>É seguindo nesse sentido que se começa a pensar em uma educação que urge a necessidade de formar cidadãs e cidadãos planetários, que exercem de fato a sua cidadania, de maneira em que todos se corresponsabilizam por todo o planeta.&nbsp;<br><br></div><div>Para tanto, de quanto ainda não temos a EA como disciplina obrigatória, mas prevista em lei como parte do currículo de forma interdisciplinar, devemos pensar em novas perspectivas e adotar novas ações a prática. Desse modo, a ecopedagogia apesar de ser um conceito ainda em construção, ele é definido mais como um movimento do que como uma nova teoria de educação, que busca a ampliação do seu campo de reflexão e de ação, em que se coloque em questão o modelo econômico capitalista, poluidor e consumista que está levando ao esgotamento dos recursos naturais.&nbsp;<br><br></div><div>Desse modo:<br><br></div><div><strong>"O desenvolvimento sustentável tem um componente educativo formidável: a preservação do meio ambiente depende de uma consciência ecológica e a formação da consciência depende da educação. É aqui que entra em cena a ecopedagogia. Ela é uma pedagogia para a promoção da aprendizagem do sentido das coisas a partir da vida cotidiana.<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Como a ecologia, a ecopedagogia também pode ser entendida como um movimento social e político. E como todo movimento novo, em processo, em evolução, ele é complexo e, pode tomar diferentes direções, até contraditórias. Ela ainda está em formação e formulação como teoria da educação. Mas já tem se manifestado em diversas práticas educativas que fazem parte do "Movimento pela ecopedagogia", liderado pelo Instituto Paulo Freire.<br></strong><br></div><div>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-26 23:18:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula 12/03</title>
         <author>Mariannaolima</author>
         <link>https://padlet.com/Mariannaolima/ri119pi5tw4kroc1/wish/1582593523</link>
         <description><![CDATA[<div>Sobre uma crise ambiental...<br><br></div><div>Após as duas primeiras semanas de contato com a disciplina, é chegado o momento de adentrar um pouco mais neste imenso e vasto campo que é a Educação Ambiental e perceber que estamos falando sério, ou melhor, estamos falando em crise, uma crise ambiental. A discussão aqui vem ancorada nos estudos da autora Suely Chacon, mais precisamente, através do artigo intitulado: Reflexões sobre a crise ambiental: uma viagem até suas origens e um encontro com as soluções.<br><br></div><div>A leitura do artigo foi feita anteriormente e no dia doze de março, no espaço de aula síncrona, pudemos destacar as principais ideias que nos levaram a compreender a importância e emergência de uma Educação Ambiental comprometida com a mudança social.<br><br></div><div>A crise ambiental se origina de um contexto pelo qual a sociedade vem vivendo ao longo do tempo. Mudanças como a urbanização e o crescimento do capitalismo, levando a uma exploração da natureza pelo homem e do homem pelo homem, visando lucros em detrimento a preservação da própria natureza, mudando assim, a qualidade de vida de muitas pessoas.<br><br></div><div>O processo civilizatório traz consigo uma inversão de valores que levam as pessoas mais pobres e desinformadas a sofrerem mais ainda, os impactos destas mudanças que as tornam massa de manobra para enriquecerem ainda mais os grandes empresários e perderem cada vez mais, os seus direitos como seres humanos, acreditando na falsa ideia de progresso.<br><br></div><div>A crise ambiental, portanto, tem a ver com a crise da razão. As pessoas mudaram de comportamento, assumindo posturas cada vez mais devastadoras, acreditando estarem a favor da razão, enquanto a natureza e as pessoas menos favorecidas pagam o pato.<br><br></div><div>Com isso, surge um questionamento: <strong>O que leva a crise da razão resultar na crise ambiental?<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-03 14:14:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula 16/04</title>
         <author>Mariannaolima</author>
         <link>https://padlet.com/Mariannaolima/ri119pi5tw4kroc1/wish/1582604369</link>
         <description><![CDATA[<div>As Vertentes da EA<br><br></div><div>O dia dezesseis de abril foi o escolhido para aprofundar os nossos conhecimentos sobre a Educação Ambiental, através da atividade assíncrona sobre as vertentes da EA, bem como seu percurso histórico.<br><br></div><div>Para atingir os objetivos desta atividade, foram utilizados os seguintes textos: MAPEANDO AS MACRO-TENDÊNCIAS POLÍTICO-PEDAGÓGICAS DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL CONTEMPORÂNEA NO BRASIL, dos autores Layragues e Lima (2011) e O CINISMO DA RECICLAGEM: o significado ideológico da reciclagem da lata de alumínio e suas implicações para a educação ambiental, do autor Layragues (2002).<br><br></div><div>Foi solicitado que, após a leitura dos textos, respondêssemos a um formulário do Google, com três questões referentes aos textos. A primeira questão diz respeito ao contexto de surgimento da EA, as circunstâncias que levaram os educadores da época a inserir as questões ambientais nas escolas.<br><br></div><div>Na segunda questão, elaboramos um breve texto sobre a classificação das abordagens da EA, segundo os autores. As mesmas estão agrupadas em dois grandes blocos: o da EA Tradicional e o da EA Crítica, cabendo à EA Tradicional as vertentes tradicional e pragmática e à EA Crítica, a vertente crítica.<br><br></div><div>Na terceira questão, foi solicitado que fizéssemos um roteiro de uma aula, contendo aspectos tanto da EA Tradicional, quanto da EA Crítica.<br><br></div><div>Com esta atividade, pudemos ampliar o nosso conhecimento sobre o surgimento da EA e suas principais abordagens, quais são as pessoas que seguem cada tipo de abordagem e os seus principais objetivos. Foi muito importante e significativo esse aprendizado para nós enquanto pedagogas, pois sabemos que temos que fazer escolhas frente à nossa prática e precisamos buscar sempre oferecer as melhores condições de aprendizagem sobre o nosso mundo.<br><br></div><div>Aqui agora, nos cabe perguntar: <strong>Por que as vertentes Tradicional e Pragmática não são suficientes para darem conta das demandas referentes à Educação Ambiental?<br></strong><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-03 14:17:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula 23/04</title>
         <author>Mariannaolima</author>
         <link>https://padlet.com/Mariannaolima/ri119pi5tw4kroc1/wish/1582614352</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Aprimorando o conhecimento...<br></strong><br></div><div>Por um pedido da turma, a entrega da atividade sobre as vertentes da EA foi adiada e além disso, pedimos que a professora nos ajudasse a compreender melhor a proposta da atividade e também, tirar as nossas dúvidas em relação ao texto de Layrargues.<br><br></div><div>Por isso, a aula síncrona do dia vinte e três de abril, foi um momento muito proveitoso para que pudéssemos, posteriormente, finalizar a atividade.<br><br></div><div>A professora trouxe, em forma de slide, os principais conceitos trabalhados no texto, de forma sintetizada. Portanto, os dois grandes blocos que foram solicitados na atividade, compreendem às duas primeiras vertentes das macrotendências. Essas vertentes vêm acompanhadas de linhas de pensamentos, bem como o perfil de cada pessoa que segue essa ou aquela vertente.<br><br></div><div>Em outras palavras, as pessoas que pensam a Educação Ambiental de forma normativa e moralista, como uma educação voltada para a transmissão de conhecimentos técnico-científicos, seguem as primeiras vertentes, que são a tradicional e pragmática. Já as que pensam a EA como um processo político, que promove a reflexão crítica, visando uma sociedade sustentável e justa, estão voltadas para a vertente crítica.<br><br></div><div>Assim, temos nas diferentes abordagens, uma Educação Ambiental não-crítica, que não sugere muitas mudanças e outra crítica, que está preocupada com uma transformação socioambiental.<br><br></div><div>Ao pensar na prática escolar cotidiana e a efetivação do ensino, tendo em vista a Educação Ambiental baseada nas abordagens tradicionais, perguntamos<strong>: Por que os professores insistem em manter as práticas normativas e conservadoras e não percebem que elas são insuficientes?<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-03 14:20:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula 26/02</title>
         <author>Mariannaolima</author>
         <link>https://padlet.com/Mariannaolima/ri119pi5tw4kroc1/wish/1583414769</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia 26 de fevereiro de 2021, tivemos a primeira aula de Educação e Meio Ambiente, no qual foi abordada a Ementa da disciplina. Mas antes a professora nos levava há questionamentos, qual era o nosso olhar&nbsp; sobre a disciplina, o que entendemos por Educação Ambiental, quais assuntos achávamos que seriam abordados ao longo das aulas.&nbsp; A professora explicou detalhadamente a ementa e nos deixou claro que ao longo do processo poderia ser modificado.<br><br></div><div>Assistimos a um vídeo legal e esclarecedor sobre: Liberdade de cátedra que vinha abordando sobre a liberdade de expressão, liberdade essa que muitos são privados. Aborda que os professores tem o direito a trabalhar sobre diversos assuntos, “Liberdade de cátedra ou liberdade acadêmica é um principio que assegura a liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber. Tem como finalidade a garantia do pluralismo de ideias e concepções no ensino, especialmente o universitário, bem como a autonomia didático-cientifica. Somos seres humanos pensantes, cada um com uma visão diferente, sobre determinados assuntos, no entanto temos que ter a liberdade de expressão.<br><br>Mas, de que forma devemos usar essa liberdade de expressão? Quais são as principais barreiras que hoje impedem liberdade?<br><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-03 18:37:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula 05/03</title>
         <author>Mariannaolima</author>
         <link>https://padlet.com/Mariannaolima/ri119pi5tw4kroc1/wish/1583449382</link>
         <description><![CDATA[<div>De início assistimos a um vídeo, “Educação Ambiental tem que ser revolucionária” um vídeo muito interessante que vem abordando, sobre termos uma ação revolucionária, mudarmos nossas atitudes em relação a natureza, temos que mudar nosso modo de ser.<br><br></div><div>Temos que pensar as nossas atitudes em relação ao meio em que estamos: são levantados alguns questionamentos no vídeo como: Quem eu sou? Para onde eu quero caminhar? Quais são os meus propósitos existenciais?&nbsp; esses tipos de perguntas nos levam a refletir, sobre as nossas vidas, sobre as realidades em que estamos vivendo, consumismos exagerados, tantas doenças e etc. Estamos vivendo em um momento muito delicado com esse surgimento de um vírus que vem alastrando o nosso meio, porem muitas das vezes não paramos para ver os impactos que o ambiente está sofrendo com as nossas atitudes, o homem causa o desmatamento, nossa natureza virou recursos naturais, “A crise ambiental não é crise ecológica, mas crise da razão” ( LEEF, 2001)<br><br></div><div>&nbsp;Foi usada uma dinâmica legal no jamboard, foi sugerido para expressarmos nossos sentimentos em relação ao vídeo através de uma palavra. E sempre a professora dando a oportunidade de se expressarmos, nos fazendo perguntas, nos levando a reflexão sobre determinados assuntos, pois se tratando de Educação ambiental sendo um campo tão vasto há uma pluralidade de conhecimentos.<br>&nbsp;<br>Em meio aos impactos ambientais causados por nós seres humanos, temos que repensar o nosso modo de pensar e agir em relação ao meio ambiente. <strong>Como podemos fazer para que haja uma mudança real?&nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-03 18:52:35 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Aula 19/03</title>
         <author>Mariannaolima</author>
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         <description><![CDATA[<div>Feito a leitura do texto Reflexões sobre a crise ambiental: Uma viagem até suas origens e um encontro com as soluções &nbsp; da Autora Suely Chacon, e assistindo ao vídeo “A história das coisas”. São observados a forma como nós seres humanos estamos inseridos em uma cultura no qual a maneira como consumimos que nos define, deixamos ser influenciados por esse pensamento capitalista, tornando reféns de nós mesmos.&nbsp; Precisamos mudar a nossa atitude em relação a natureza, sendo que é através dela que temos o ar, os alimentos enfim nosso meio de sobrevivência.<br><br></div><div>Assistindo o vídeo “A história das coisas” observamos o pedido de socorro do nosso planeta, que já está chegando no limite.&nbsp; Destaca também as formas como são feitos os objetos que nunca visam a durabilidade e sim o consumo, o que acaba provocando uma grande devastação do nosso planeta, sendo que a parte ambiental já está se esgotando.<br><br></div><div>Donos de empresa só pensam em lucros, enquanto os empregados são submetidos a cargas horárias excessivas, aceitando o que é oferecido pelo patrão.<br><br>&nbsp;Sabemos que podemos chegar a extinção por conta das atividades que desenvolvemos em nosso planeta. <strong>Quais são as atitudes que devemos tomar para minimizar tamanhos danos?</strong><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-03 18:58:01 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 26/03</title>
         <author>Mariannaolima</author>
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         <description><![CDATA[<div>Para essa aula ficou a leitura do texto crise ambiental: Adaptar ou transformar?<br><br></div><div>As diferentes concepções de educação ambiental diante deste dilema&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;De Vicente Paulo dos Santos &nbsp; E Rachel Zacarias.<br><br></div><div>Fizemos também uma pesquisa com alguns itens que tinham em nossa casa, pesquisamos sobre a origem, o que nos levou a aquisição desse produto.&nbsp; Uma atividade simples, porém de tanta relevância que aprendemos coisas muito significante. Os grandes efeitos das fabricações das peças de roupa, sapatos ... Que vem contaminando os oceanos, poluindo nossa atmosfera<br><br></div><div>Outra questão abordada foi se é possível inserir a discussão da questão socioambiental na prática profissional enquanto pedagogao/a? Questão essa que através da leitura do texto nos deixa claro que precisamos contribuir no processo de construção de uma consciência crítica, incentivando comportamentos considerados sustentáveis. O profissional precisa ter uma formação ambiental que possibilite a compreender os problemas e conflitos ambientais numa perspectiva integral, envolvendo as dimensões, econômicas, sociais, ideológica, política, cultural e ecológica.<br><br>&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-03 19:05:45 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 09/04</title>
         <author>Mariannaolima</author>
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         <description><![CDATA[<div>Foram colocados no Classroom textos que orientam a institucionalização da Educação Ambiental. Como: Declaração da conferência das Nações Unidas sobre o meio ambiente Humano-1972, esse documento é conhecido também com Declaração de Estocolmo. Educação ambiental e Desenvolvimento, documentos oficiais. A carta terra e o tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade global.<br><br></div><div>A nossa aula foi a discussão do texto Crise ambiental: Adaptar ou Transformar? As diferentes concepções de Educação Ambiental Diante Deste Dilema do autor Vicente Paulo dos Santos Pinto e Rachel Zacarias**. Esse estudo foi realizado tendo como pressuposto centrais do método de investigação da teoria social marxiana. Infelizmente os proprietários das empresas só pensam em obter lucros, deixando de lado a preservação do meio ambiente, o que vem causando esses efeitos como o aquecimento da terra, desflorestamento, contaminação dos rios e mares, desertificação, extinção da fauna e da flora, perda da biodiversidade entre outros, uma destruição incontrolável dos recursos, temos que buscar alternativas para o enfrentamento dos problemas ambientais e Qual é o papel da Educação Ambiental nesse contexto? Contribuir no processo de uma consciência crítica dos indivíduos é nesse cenário que o papel da educação e em especial o da Educação Ambiental torna-se fundamental.<br><br></div><div>Precisamos ter uma Educação Ambiental emancipatória e transformadora, que nos leve a uma reflexão sobre nossos atos, nossa forma de vida e que possamos praticar comportamentos ecológicos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-03 19:09:37 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 30/04</title>
         <author>Mariannaolima</author>
         <link>https://padlet.com/Mariannaolima/ri119pi5tw4kroc1/wish/1583593584</link>
         <description><![CDATA[<div>Devido a problemas com a internet da professora, houve uma troca de programação e foi solicitado que, no horário da aula síncrona, assistíssemos à live intitulada: “Educadoras/es Ambientais Nas Emergências e Transformações Para Uma Sociedade Sustentável”, que fez parte de um ciclo de diálogos: Educação Ambiental Para Sociedades Sustentáveis: conflitos, saberes e ideias de futuro. O palestrante foi o Prof. Dr. Mauro Guimarães, da UFRRJ.<br><br></div><div>O professor iniciou a sua fala trazendo uma discussão muito pertinente e atual, que é a pandemia. Ela é tratada como um evento isolado e temporário, quando na realidade, anuncia uma grave crise, a sociedade pensa que a qualquer momento vamos voltar à normalidade e ponto. Porém, ainda que a doença venha a diminuir seus impactos com a vacina, vemos que a pandemia é apenas uma das consequências do desequilíbrio ecológico, causado pela degradação socioambiental.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Estamos diante de uma emergência, numa escala planetária e necessitamos de mudanças em nosso modelo de vida em sociedade. O professor Mauro foi bem categórico quando citou que vivemos um modo de vida insustentável e devemos criar consciência de que não existe um planeta B. Ou seja, precisamos salvar o planeta que temos, e isso exige mudança de atitude.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Embora seja um panorama difícil, é preciso olhar para o problema com esperança e, a educação ambiental é um bom caminho para a transformação. Isso requer educadores comprometidos, que sejam transformados e transformadores, sujeitos com formação e capacidade para desempenhar tal papel.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Na oportunidade, o professor apresentou o seu trabalho com o curso de pós-graduação, no Rio de Janeiro e seu grupo de pesquisa, com toda a proposta metodológica, denominada ComVivência Pedagógica. O trabalho é baseado na experiência vivencial, levando os educadores a terem um “choque de realidade”, ou seja, eles fazem uma imersão numa comunidade indígena, por exemplo e, vivenciam um pouco do cotidiano daquelas pessoas que vivem ali, criando ambientes educativos.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;O projeto é muito interessante e significativo, e o que chamou muito a atenção foram os princípios formativos provocadores de reação: Desestabilização Criativa; Reflexão Crítica; Indignação Ética, Postura Conectiva e Intencionalidade Transformadora. São ações que levam os educadores a de fato, assumirem uma postura diferente e transformadora, diante da realidade vivenciada.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Diante da riqueza contida nestas vivências e na emergência atual, no que diz respeito à Educação Ambienta, é pertinente levantar a seguinte questão: <strong>De que forma devemos levar estes assuntos para a sala de aula?<br></strong><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-03 20:00:06 UTC</pubDate>
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         <title>As autoras....</title>
         <author>Mariannaolima</author>
         <link>https://padlet.com/Mariannaolima/ri119pi5tw4kroc1/wish/1585191510</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A Educação Ambiental é uma forma de ter esperança de que um dia seremos felizes com pouco e o muito que a natureza nos oferece!<br><br><strong>Marianna Lima</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-04 13:21:48 UTC</pubDate>
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         <title>A disciplina de Educação Ambiental....</title>
         <author>Mariannaolima</author>
         <link>https://padlet.com/Mariannaolima/ri119pi5tw4kroc1/wish/1585222155</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao necessitarmos de uma disciplina optativa para completar a carga horária do curso, nos foi oferecida a disciplina Educação Ambiental. Não tínhamos dimensão da riqueza que seria cursar tal disciplina.<br>&nbsp;Ao iniciarmos nossa jornada, nos deparamos (nas noites de sexta-feira) com uma turma pequena (bem pequena) e uma professora tão competente e segura em tudo o que afirma e sobretudo, dedicada às questões socioambientais, que foi nos mostrando que a EA deve ser diferente de tudo aquilo que vimos até agora e que devemos dar a importância devida, dentro do contexto escolar, nos impactando e alimentando o nosso desejo de fazermos diferente.<br>No decorrer da disciplina, as nossas reflexões nos levavam sempre a pensar o porquê de essa não ser uma disciplina obrigatória do nosso curso e o quanto os nossos colegas que não tiveram a mesma oportunidade, deixaram de ganhar em termo de conhecimento.<br>Este trabalho é a memória de um percurso percorrido, de aprendizagens que ficarão e servirão de suporte, sempre que necessário. <br>Desde já, a nossa gratidão à professora Cláudia, por ser persistente e contribuir de maneira tão significativa com a nossa formação! Aos colegas de outra turma, que estiveram conosco, nossa gratidão pela parceria! Para todos nós, sucesso nessa jornada difícil, mas ao mesmo tempo, tão bela e cheia de esperança, que é a EDUCAÇÃO!!!<br><br><strong>Marianna Lima,<br>Samara Uel,<br>Simara Meira.<br><br>VIII Semestre de Pedagogia.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-04 13:33:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>Mariannaolima</author>
         <link>https://padlet.com/Mariannaolima/ri119pi5tw4kroc1/wish/1586203024</link>
         <description><![CDATA[<div>A educação ambiental inserida em todo o modo de educação é a palavra chave para as mudanças que almejamos em todas as esferas do nosso planeta - <br><br><strong>Samara Uel Lima Rocha</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-04 20:14:30 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>Mariannaolima</author>
         <link>https://padlet.com/Mariannaolima/ri119pi5tw4kroc1/wish/1586206549</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;"Eu queria não ver tantas nuvens escuras nos ares<br><br></div><div>&nbsp;Navegar sem achar tantas manchas de óleo nos mares<br><br></div><div>&nbsp;E as baleias desaparecendo por falta de escrúpulos comerciais<br><br></div><div>&nbsp;Eu queria ser civilizado como os animais"<br><br></div><div>&nbsp;Compositores: Roberto Carlos e Erasmo Carlos<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-04 20:17:01 UTC</pubDate>
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