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      <title>Literatura Africana by Viviani Godoy</title>
      <link>https://padlet.com/godoyviviani/rhwnkimql8xavimr</link>
      <description>“Nós temos um desejo mais profundo, um anseio por um mundo melhor.
E por causa disto, temos uma vontade verdadeira de fazer melhor.” Sombo – Zâmbia</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-09-17 20:51:32 UTC</pubDate>
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         <title>Vamos criar um mural?</title>
         <author>GodoyViviani</author>
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         <description><![CDATA[<div>Leia, pesquise, escreva, pinte algo referente a Literatura Africana.<br>Faça comentários, dê likes nos posts dos amigos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-17 21:37:26 UTC</pubDate>
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         <title>Para ti...</title>
         <author>GodoyViviani</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-09-17 21:51:41 UTC</pubDate>
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         <title>Poema: O pequeno príncipe preto </title>
         <author>giovannavitoria851</author>
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         <description><![CDATA[<div>O PEQUENO PRÍNCIPE PRETO</div><div><br></div><div>O pequeno príncipe chegou</div><div>Montado em seu cavalo preto</div><div>Preta também era sua cor</div><div>Cor de menino perfeito</div><div><br></div><div>Mas é claro que alguém estranhou </div><div>Pois nas histórias que ouvimos </div><div>Os príncipes tem outra cor</div><div>Não a cor deste menino</div><div><br></div><div>Ao que príncipe respondeu</div><div>Do lugar de onde venho</div><div>Os príncipes são todos pretos</div><div>Os reis, as rainhas, todo o reino</div><div><br></div><div>E aqui, pelo que vejo</div><div>Tem tanta gente pretinha!</div><div>Vou pro curar uma princesa</div><div>E fazer dela minha rainha...</div><div><br></div><div>Para que um dia as histórias </div><div>Possam ter cor diferente</div><div>Uma cor que também é bela</div><div>Uma cor que traduza a gente!</div><div>Marcelo Serralva</div><div>       </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-30 18:43:16 UTC</pubDate>
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         <title>Poema: Identidade </title>
         <author>giovannavitoria851</author>
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         <description><![CDATA[<div>Identidade</div><div><br>Nasci de pais mestiços</div><div>Fui registrado como branco</div><div>Mas com o tempo a cor escura se fixou</div><div><br></div><div>Negro, negrinho</div><div>Você é negro sim,</div><div>A primeira ofensa!</div><div>Eu era negro sem saber</div><div><br></div><div>Adolescente, ainda recusava minha origem</div><div>Aprendi a ser o negro passivo, inferior</div><div>Reagia: sendo esta raça assim,</div><div>Não sou negro não!</div><div>Recusei a herança africana</div><div>Desejei a brancura</div><div><br>Mais tarde soube</div><div>A inferioridade era um mito</div><div>A passividade uma mentira</div><div>O conhecimento trouxe a consciência</div><div>Aceitei minha negrice</div><div>Me assumi!</div><div><br></div><div>Encontrei uma bandeira</div><div>Negritude!</div><div>Identidade rasgatada</div><div>Ser negro é importante</div><div>É se identificar com minhas raízes.<br><br></div><div>Jamu Minka </div><div>(in: Cadernos negros 1, p. 35)</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-30 18:55:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-01 13:10:59 UTC</pubDate>
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         <title>Biografia Jamu Minka</title>
         <author>GodoyViviani</author>
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         <description><![CDATA[<div>José Carlos de Andrade - pseudônimo Jamu Minka -, natural de Varginha - MG, desde jovem reside em São Paulo. Jornalista, formado pela ECA-USP, conquistou uma consciência positiva de sua ancestralidade africana ao se interessar pelas idéias e mobilizações que fortaleciam populações negras do mundo, como as guerras de libertação africanas e o Movimento Black Power. A partir de então, participou de projetos político-culturais que agitavam a juventude afro-paulistana na década de 1970. Escreveu nos jornais Árvore das Palavras, Versus, Afro-Latino-América e Jornegro. Militou no CECAN - Centro de Cultura e Arte Negra - e no Quilombhoje. Integrou o grupo que traz a público em 1978 o primeiro número da série Cadernos Negros.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-01 14:09:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Hingrid Pereira 3 D
NINGUÉM MEU AMOR
</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/godoyviviani/rhwnkimql8xavimr/wish/795220470</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>NINGUÉM MEU AMOR<br></strong><br></div><div>Ninguém meu amor<br><br></div><div>ninguém como nós conhece o sol<br>Podem utilizá-lo nos espelhos<br>apagar com ele<br>os barcos de papel dos nossos<br>lagos<br>podem obrigá-lo a parar<br>à entrada das casas mais baixas<br>podem ainda fazer<br>com que a noite gravite<br>hoje do mesmo lado<br><br></div><div>Mas ninguém meu amor<br>ninguém como nós conhece o sol<br>Até que o sol degole<br>o horizonte em que um a um<br>nos deitam<br>vendando-nos os olhos<br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2020-10-01 15:59:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>vieiragabriel633</author>
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         <description><![CDATA[<div>Gentes estranhas com seus olhos cheios doutros mundos<br>quiseram cantar teus encantos<br>para elas só de mistérios profundos,<br>de delírios e feitiçarias…<br>Teus encantos profundos de África.<br>1ª estrofe do poema “Negra”, de Noémia de Sousa)<br><br>Meu corpo<br>é um tear vertical<br>onde deixaste cruzadas<br>as cores da tua vida: duas faixas um losango<br>marcas da peste.<br><br>Meu corpo<br>é uma floresta fechada<br>onde escolheste o caminho<br><br>Depois de te perderes<br>guardaste a chave e o provérbio.<br>(poema “Tecidos”, de Paula Tavares)</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-02 20:54:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/godoyviviani/rhwnkimql8xavimr/wish/800096444</link>
         <description><![CDATA[<div>Jamille Souza Amaral 3°A <br>Poema: O Choro da África <br><br><strong> O CHORO DE ÁFRICA<br></strong><br></div><div>O choro durante séculos</div><div>nos seus olhos traidores pela servidão dos homens</div><div>no desejo alimentado entre ambições de lufadas românticas</div><div>nos batuques choro de África</div><div>nos sorrisos choro de África</div><div>nos sarcasmos no trabalho choro de África</div><div> </div><div>Sempre o choro mesmo na vossa alegria imortal</div><div>meu irmão Nguxi e amigo Mussunda</div><div>no círculo das violências</div><div>mesmo na magia poderosa da terra</div><div>e da vida jorrante das fontes e de toda a parte e de todas as almas</div><div>e das hemorragias dos ritmos das feridas de África</div><div> </div><div>e mesmo na morte do sangue ao contato com o chão</div><div>mesmo no florir aromatizado da floresta</div><div>mesmo na folha</div><div>no fruto</div><div>na agilidade da zebra</div><div>na secura do deserto</div><div>na harmonia das correntes ou no sossego dos lagos</div><div>mesmo na beleza do trabalho construtivo dos homens</div><div> </div><div>o choro de séculos</div><div>inventado na servidão</div><div>em historias de dramas negros almas brancas preguiças</div><div>e espíritos infantis de África</div><div>as mentiras choros verdadeiros nas suas bocas</div><div> </div><div>o choro de séculos</div><div>onde a verdade violentada se estiola no circulo de ferro</div><div>da desonesta forca</div><div>sacrificadora dos corpos cadaverizados</div><div>inimiga da vida</div><div> </div><div>fechada em estreitos cérebros de maquinas de contar</div><div>na violência</div><div>na violência</div><div>na violência</div><div> </div><div>O choro de África e' um sintoma</div><div> </div><div>Nos temos em nossas mãos outras vidas e alegrias</div><div>desmentidas nos lamentos falsos de suas bocas - por nós!</div><div>E amor</div><div>e os olhos secos.<br><br>Autor: Agostinho Neto</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-03 21:02:04 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/godoyviviani/rhwnkimql8xavimr/wish/806536468</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Sou Negro</em></strong><strong>, de Solano Trindade</strong></div><div><em>Sou negro<br>meus avós foram queimados<br>pelo sol da África<br>minh`alma recebeu o batismo dos tambores<br>atabaques, gongôs e agogôs<br></em><br></div><div><em>Contaram-me que meus avós<br>vieram de Loanda<br>como mercadoria de baixo preço<br>plantaram cana pro senhor de engenho novo<br>e fundaram o primeiro Maracatu<br><br>Depois meu avô brigou como um danado<br>nas terras de Zumbi<br>Era valente como quê<br>Na capoeira ou na faca<br>escreveu não leu<br>o pau comeu<br>Não foi um pai João<br>humilde e manso<br>Mesmo vovó<br>não foi de brincadeira<br>Na guerra dos Malês<br>ela se destacou<br><br>Na minh`alma ficou<br>o samba<br>o batuque<br>o bamboleio<br>e o desejo de libertação<br><br><br>Nome: Thawany Crysthyne Silva de Lollo <br>3° C <br></em><br></div>]]></description>
         <pubDate>2020-10-06 13:13:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sâmella Martins Santos - 3G</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/godoyviviani/rhwnkimql8xavimr/wish/814417008</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>África dos Meus Sonhos<br></strong><br> Prefiro acreditar na poesia a crer nos políticos. Entro no tempo e abro uma janela no chão da memória. A janela do meu quarto é a melhor e a maior vista do mundo. Eu vivo em poesia. <br>Viver em poesia é saber dançar com palavras e sonhos. <br>O que me dói nesta minha África é ver alguma parte dela que vai deixando de ser África. Vivo longe dos africanos que estão se tornando ocidentais. <br>Vivo próximo dos africanos originais.<br> África, sinto-te aqui no meu coração.<br> África é para ti minha dedicação. África és a magia que inunda minha vida. <br>Minha poesia se abre para o teu olhar. <br>O inimigo pode roubar todas as grandezas e riquezas da África. Mas o inimigo jamais poderá roubar a beleza do meu sonho africano. <br><strong>De Morgado Mbalate</strong><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-08 16:13:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/godoyviviani/rhwnkimql8xavimr/wish/815388674</link>
         <description><![CDATA[<div>Kamylly Késya 3°B<br><br>Gentes estranhas com seus olhos cheios doutros mundos<br>quiseram cantar teus encantos<br>para elas só de mistérios profundos,<br>de delírios e feitiçarias…<br>Teus encantos profundos de África.<br>1ª estrofe do poema “Negra”, de Noémia de Sousa)<br><br>Meu corpo<br>é um tear vertical<br>onde deixaste cruzadas<br>as cores da tua vida: duas faixas um losango<br>marcas da peste.<br><br>Meu corpo<br>é uma floresta fechada<br>onde escolheste o caminho<br><br>Depois de te perderes<br>guardaste a chave e o provérbio.<br>(poema “Tecidos”, de Paula Tavares)</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-08 20:40:16 UTC</pubDate>
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         <title>O Eu Negro por Paulo Roberto Giefteira</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Sou negro sim altamente de tanto orgulho,<br><br>Sou das linhagens hereditárias africanas,<br>não sou insignificante por qualquer bagulho,<br>sou igual a todos em um todo, pra qualquer situação ou trama. <br><br>Já suportei chibatadas incessantes,<br>Já desbaratei as correntes das senzalas.<br>Dei lesa em muitos capitães do mato, fumegantes.<br>Montei quilombolas para servir de refúgios em altas escalas.<br><br>Sou dono patrimonial de minha ginga;<br>Pelo perfume de quem pode obter um perfume;<br>Ou pelo pudor de quem chama o odor de catinga.<br><br>Sou do batuque pelas casas de estuque.<br>Sou do samba pelas minhas pernas firmes ou bambas.<br><br>Posso ser considerado como uma raça ou cor inferior<br>mas sou o que sou pelo que permanece como algo superior.<br><br>Já suportei resistente a qualquer tipo de dor.<br>Nunca fui branco, vermelho ou amarelo;<br>Sou braço firme como um martelo;<br>Sou da união cercado de diversidades distribuídas em elos.<br><br>Sou da destemida cor, atribuída cor negra;<br>Que se despedaçou em mercadoria, pelos trabalhos forçados e exaustivos.<br>No que sempre fui daqui num também nativo,<br>à elevar-se como uma causa contributiva e integra.<br><br><br>Carrego méritos em minhas muitas lutas,<br>reivindicando valores nas identificadas normas e condutas.<br><br> Venho da África mãe de todo o ser negro,<br>que espalhado pelo mundo adapta ao lugar de fundamental apego.<br><br> Sou afro descendente em espécie por reencarnação de uma eterna luta,<br>sou da cor preta ou negra em minha honrada conduta.<br>fujo do tempo pelo tempo escondido  numa gruta.<br><br>Sou da cor do luto como formoso recruta.<br>levo no sangue um enxerto fecundo<br>em que tenho guardado pelo lugar mais raso ou mais fundo.<br><br> Trago na bagagem heranças que destoam crendices,<br>pelo tempo que passa cravado no passar dos anos presenteados pelas calvícies. <br><br>Sou perquiridor no que sou por questões de emprego,<br>sou filho, pai e avô que se apresenta pelos sorrisos,<br>pelas noites, pelas tardes ou pelas manhãs dos levedos.<br><br> Sou,insistente,valente e emergente,<br>sou originário de um outro distante continente.<br><br> De vanguarda a guarda que permaneço firme e negro,<br>que de pé no chão andava as ruas,<br>no sol ou sob a lua,<br>sem o menor medo,<br>sou crioulo ou preto,<br>sou sim, negro.<br><br> Sou negro comum ou negro beiçudo,<br>nariz grosso amassado, ou original achatado,<br>talvez perfeito negro identificado<br>por seu corpo escudo,<br>com a minha carapinha sobre a cabeça,<br>apresentado pelo meu real penteado.<br><br> O meu estilo é único como genuíno brasileiro,<br>negro na pele, negro nos olhos, e nos cabelos,<br>no ser negro a raça ou no corpo alto ou baixo<br>magro ou troncudo;<br><br>Entendendo que ser negro aqui, é ser negro em qualquer estrangeiro.<br><br><br>Natália Diogo dos Santos. 3°C</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-11 00:04:59 UTC</pubDate>
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         <title>Achei Lindo!</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Nome: Luana da Sila dos Santos,3 f<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-12 03:24:06 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Nome: Thalita Lobelle Rodriguez <br>3°ano G<br><br></div>]]></description>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Nome: Lucas Lima Nunes<br>Série: 3° G<br><br>Poema: Me gritaram negra<br>Autor: Victória Santa Cruz <br><br><em>Tinha sete anos apenas,<br>apenas sete anos,<br>Que sete anos!<br>Não chegava nem a cinco!<br>De repente umas vozes na rua<br>me gritaram Negra!<br>Negra! Negra! Negra! Negra! Negra! Negra! Negra!<br>“Por acaso sou negra?” – me disse<br>SIM!<br>“Que coisa é ser negra?”<br>Negra!<br>E eu não sabia a triste verdade que aquilo escondia.<br>Negra!<br>E me senti negra,<br>Negra!<br>Como eles diziam<br>Negra!<br>E retrocedi<br>Negra!<br>Como eles queriam<br>Negra!<br>E odiei meus cabelos e meus lábios grossos<br>e mirei apenada minha carne tostada<br>E retrocedi<br>Negra!<br>E retrocedi . . .<br>Negra! Negra! Negra! Negra!<br>Negra! Negra! Neeegra!<br>Negra! Negra! Negra! Negra!<br>Negra! Negra! Negra! Negra!<br>E passava o tempo,<br>e sempre amargurada<br>Continuava levando nas minhas costas<br>minha pesada carga<br>E como pesava!…</em><br>Alisei o cabelo,<br><em>Passei pó na cara,<br>e entre minhas entranhas sempre ressoava a mesma palavra<br>Negra! Negra! Negra! Negra!<br>Negra! Negra! Neeegra!<br>Até que um dia que retrocedia , retrocedia e que ia cair<br>Negra! Negra! Negra! Negra!<br>Negra! Negra! Negra! Negra!<br>Negra! Negra! Negra! Negra!<br>Negra! Negra! Negra!<br>E daí?<br>E daí?<br>Negra!<br>Sim<br>Negra!<br>Sou<br>Negra!<br>Negra<br>Negra!<br>Negra sou<br>Negra!<br>Sim<br>Negra!<br>Sou<br>Negra!<br>Negra<br>Negra!<br>Negra sou<br>De hoje em diante não quero<br>alisar meu cabelo<br>Não quero<br>E vou rir daqueles,<br>que por evitar – segundo eles –<br>que por evitar-nos algum disabor<br>Chamam aos negros de gente de cor<br>E de que cor!<br>NEGRA<br>E como soa lindo!<br>NEGRO<br>E que ritmo tem!<br>Negro Negro Negro Negro<br>Negro Negro Negro Negro<br>Negro Negro Negro Negro<br>Negro Negro Negro<br>Afinal<br>Afinal compreendi<br>AFINAL<br>Já não retrocedo<br>AFINAL<br>E avanço segura<br>AFINAL<br>Avanço e espero<br>AFINAL<br>E bendigo aos céus porque quis Deus<br>que negro azeviche fosse minha cor<br>E já compreendi<br>AFINAL<br>Já tenho a chave!<br>NEGRO NEGRO NEGRO NEGRO<br>NEGRO NEGRO NEGRO NEGRO<br>NEGRO NEGRO NEGRO NEGRO<br>NEGRO NEGRO<br>Negra sou!</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-15 01:33:23 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Mãe Africana</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-15 15:14:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Você já leu poemas africanos de língua portuguesa?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br><br>Algumas das literaturas que mais têm se destacado no mundo dos países lusófonos são as das nações africanas de expressão portuguesa: Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Cabo Verde. Muitos dos romancistas e poetas contemporâneos mais lidos e discutidos nos cursos de Letras do Brasil são Craveirinha, Luandino Vieira, Pepetela, Mia Couto, José Eduardo Agualusa, Paulina Chiziane, Paula Tavares e Noémia de Sousa, entre muitos outros nomes. Donos de uma dicção particular, levando em conta, é claro, as especificidades próprias a cada país, esses autores fazem uma literatura de muita qualidade, como os trechos abaixo deixam entrever:<br><br>"<em>Gentes estranhas com seus olhos cheios doutros mundos<br>quiseram cantar teus encantos<br>para elas só de mistérios profundos,<br>de delírios e feitiçarias…<br>Teus encantos profundos de África.<br>1ª estrofe do poema “Negra”, de Noémia de Sousa)<br></em><br></div><div><em><br>Meu corpo<br>é um tear vertical<br>onde deixaste cruzadas<br>as cores da tua vida: duas faixas um losango<br>marcas da peste.<br></em><br></div><div><em><br>Meu corpo<br>é uma floresta fechada<br>onde escolheste o caminho<br></em><br></div><div><em><br>Depois de te perderes<br>guardaste a chave e o provérbio."<br>(poema “Tecidos”, de Paula Tavares)<br><br>Nome: Márcia Vitória Nunes Ribeiro, 3°A</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-15 19:35:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A CIDADE À NOITE<br>A festa dos reclamos luminosos é minha.<br>Não gosto de coisas reais. <br>Todas as ilusões me pertencem. Sou milionário universal da fantasia. <br>Gosto de passar pelas montras e sonhar... Sonhar sonhando, sem cobiça, sem pólvora, sem sangue, sem ódio, sem ferir o mundo. <br>Jorge Macedo/Angola<br> Isabelly Vitória Menezes Ferreira Souza 3°C<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-16 01:50:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/godoyviviani/rhwnkimql8xavimr/wish/835497555</link>
         <description><![CDATA[<div>Carolina Carrasco Santos       3º D<br><br><br><br>Conhecendo raizes <br>De pele escura e tranças firmes<br>Segue uma cultura que não se atinge<br>De turbante enrolado e bacia na cabeça <br>Lá vai ela, como se fosse a rainha da beleza <br>Do trigo ao pó <br>Do grito ao céu <br>Lá vem a moça bonita dos olhos de mel<br>Da chuva que cai<br>Do vento que sai<br>É a magia africana <br>Aquele que distrai <br>Da senzala <br>Pra liberdade <br>Hoje vem mostrar pro mundo <br>O que é beleza de verdade <br><br>Autor: Samyra Gusmão</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-16 13:29:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tentei retratar o possível.</title>
         <author>juliagaloti</author>
         <link>https://padlet.com/godoyviviani/rhwnkimql8xavimr/wish/842951715</link>
         <description><![CDATA[<div>Julia Galoti Santos     3ºF</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 22:16:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/godoyviviani/rhwnkimql8xavimr/wish/850612673</link>
         <description><![CDATA[<div>Literatura africana <br>  <br><br>Giovanna moreno Amaral 3B <br><br><br><br><br>As principais inspirações para os escritores da literatura africana são, certamente, a terra, os conflitos vividos na região, assim como a beleza dos lugares que existem por lá e dos sofrimentos que passaram nos setores social e político.</div><div><br></div><div>Outro importante assunto abordado pelos escritores, são os contrastes que são vividos diariamente na região. Após guerras e a exploração da colonização europeia, a África do Sul, por exemplo, conseguiu se recompor, enquanto a Somália possui um número maior de animais do que de humanos, tendo um ambiente muito mais parecido com uma Serra Leoa.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-21 22:46:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Literatura Africana</title>
         <author>gravatabianca13</author>
         <link>https://padlet.com/godoyviviani/rhwnkimql8xavimr/wish/851233621</link>
         <description><![CDATA[<div>"O pai estava sentado sob a palmeira, a ver o mundo perder peso. Saboreava a carícia da preguiça dominical. Domingo não é um dia. É uma ausência de dia" <br>-Mia couto<br>Obs: Temos que concordar domingo é dia de preguiça tomar conta!<br>Adoro pintar qualquer coisa relacionada à África e dou bastante vida em cores nelas! <br>(Bianca Martina Gravatá 3°B)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-22 05:01:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Um pouco da literatura </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/godoyviviani/rhwnkimql8xavimr/wish/853437296</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Aluna : LAYSA CRISTINI ALVES DOMINGUES 3B <br><br></em>Apesar de sua grande importância cultural, a literatura africana não tem recebido, principalmente no que se refere aos países de língua portuguesa, a devida atenção. Essa vertente da literatura se apresenta em idiomas que com o continente africano, como é o caso do português, francês, inglês, entre outras.</div><blockquote>As principais inspirações para os escritores da literatura africana são, certamente, a terra, os conflitos vividos na região, assim como a beleza dos lugares que existem por lá e dos sofrimentos que passaram nos setores social e político.É claro que, diante da beleza e dos encantos, assim como pelos mistérios e segredos que a África esconde, os autores da literatura desse continente são responsáveis pelo desenvolvimento de um universo bastante único, abrindo-se para trabalhos incríveis.<br> O continente passou ainda por diversas formas de sofrimento, relacionadas à aspectos culturais, econômicos, entre outros, mas o que a tornou uma terra sofrida, reconhecidamente pelo mundo, foram os processos de colonização, assim como pelos conflitos vividos até os dias de hoje e as guerras civis, que chegam com grandes destruições.</blockquote><div><br>     <strong>ALGUNS LIVROS SOBRE A LITERATURA AFRICANA  <br></strong><br></div><ol><li><strong> </strong><strong><em>Americanah</em></strong><strong>, de Chimamanda Ngozi Adichie</strong></li><li>  <strong>O </strong><strong><em>primeiro amor é sempre o último</em></strong><strong>, de Tahar Ben Jelloun</strong></li><li><strong><em>O outro pé da sereia</em></strong><strong>, de Mia Couto</strong></li><li><strong><em>Niketche: uma história de poligamia</em></strong><strong>, de Paulina Chiziane</strong></li><li><strong><em>A geração da utopia</em></strong><strong>, de Pepetela</strong></li><li><strong><em>Os da minha rua</em></strong><strong>, de Ondjaki </strong></li></ol><div><br></div>]]></description>
         <pubDate>2020-10-22 17:14:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mirelli 3°b </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/godoyviviani/rhwnkimql8xavimr/wish/858550141</link>
         <description><![CDATA[<div>Agostinho Neto – Angola<br><br>Adeus à hora da largada<br>Agostinho Neto<br><br>Minha Mãe<br>(todas as mães negras<br>cujos filhos partiram)<br>tu me ensinaste a esperar<br>como esperaste nas horas difíceis<br>Mas a vida<br>matou em mim essa mística esperança<br>Eu já não espero<br>sou aquele por quem se espera<br>Sou eu minha Mãe<br>a esperança somos nós<br>os teus filhos<br>partidos para uma fé que alimenta a vida<br>Hoje<br>somos as crianças nuas das<br>sanzalas<br>do mato<br>os garotos sem<br>escola a jogar a bola de trapos<br>nos areais ao meio-dia<br>somos nós mesmos<br>os contratados a queimar vidas nos cafezais<br>os homens negros ignorantes<br>que devem respeitar o homem branco<br>e temer o rico<br>somos os teus filhos<br>dos bairros de pretos<br>além aonde<br>não chega a luz elétrica<br>os homens bêbedos a cair<br>abandonados ao ritmo dum batuque de morte<br>teus filhos<br>com fome<br>com sede<br>com vergonha de te chamarmos Mãe<br>com medo de atravessar as ruas<br>com medo dos homens<br>nós mesmos<br>Amanhã<br>entoaremos hinos à<br>liberdade<br>quando comemorarmos<br>a data da abolição desta escravatura<br>Nós vamos em busca de luz<br>os teus filhos Mãe<br>(todas as mães negras<br>cujos filhos partiram)<br>Vão em busca de vida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-25 00:39:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Adeus à hora da largada   Agostinho Neto</title>
         <author>britneyspears10062002</author>
         <link>https://padlet.com/godoyviviani/rhwnkimql8xavimr/wish/859608337</link>
         <description><![CDATA[<div>Minha Mãe<br>(todas as mães negras<br>cujos filhos partiram)<br>tu me ensinaste a esperar<br>como esperaste nas horas difíceis<br>Mas a vida<br>matou em mim essa mística esperança<br>Eu já não espero<br>sou aquele por quem se espera<br>Sou eu minha Mãe<br>a esperança somos nós<br>os teus filhos<br>partidos para uma fé que alimenta a vida<br>Hoje<br>somos as crianças nuas das<br>sanzalas<br>do mato<br>os garotos sem<br>escola a jogar a bola de trapos<br>nos areais ao meio-dia<br>somos nós mesmos<br>os contratados a queimar vidas nos cafezais<br>os homens negros ignorantes<br>que devem respeitar o homem branco<br>e temer o rico<br>somos os teus filhos<br>dos bairros de pretos<br>além aonde<br>não chega a luz elétrica<br>os homens bêbedos a cair<br>abandonados ao ritmo dum batuque de morte<br>teus filhos<br>com fome<br>com sede<br>com vergonha de te chamarmos Mãe<br>com medo de atravessar as ruas<br>com medo dos homens<br>nós mesmos<br>Amanhã<br>entoaremos hinos à<br>liberdade<br>quando comemorarmos<br>a data da abolição desta escravatura<br>Nós vamos em busca de luz<br>os teus filhos Mãe<br>(todas as mães negras<br>cujos filhos partiram)<br>Vão em busca de vida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-25 17:20:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Literatura Africana</title>
         <author>leoeduardo1122</author>
         <link>https://padlet.com/godoyviviani/rhwnkimql8xavimr/wish/859648940</link>
         <description><![CDATA[<div>A CIDADE À NOITE<br><br>A festa dos reclamos luminosos<br>é minha.<br>Não gosto de coisas reais.<br>Todas as ilusões<br>me pertencem.<br>Sou milionário universal<br>da fantasia.<br>Gosto de passar pelas montras<br>e sonhar... <br><br>Sonhar sonhando,<br>sem cobiça,<br>sem pólvora, sem sangue,<br>sem ódio,<br>sem ferir o mundo.<br><br>Jorge Macedo/Angola</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-25 17:54:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> Patricia dos santos leite 3* G</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/godoyviviani/rhwnkimql8xavimr/wish/860157689</link>
         <description><![CDATA[<div>Os escravos<br><br>Negros africanos<br>Obrigados a trabalhar<br>Por ordem dos soberanos<br>Sem poder reclamar<br><br>Acorrentados pela escravidão<br>Viviam na solidão<br>Sonhavam conquistar a alforria, dia a dia<br>Sendo assim vítimas da covardia<br><br>Durante a extração do ouro<br>Brilhavam também os olhos<br>De quem vivia a chorar<br>Mas persistia em orar<br>E assim quem sabe um dia<br>A liberdade finalmente conquistar<br><br>Foram quinhentos anos de exploração<br>Em uma vida sem opção<br>Em minas de carvão e campos de algodão<br><br>Nas lavouras trabalhavam<br>E nunca descansavam<br>Ficavam sempre em pé<br>Nas plantações de café<br><br>A escravidão ainda não acabou<br>E a lei Áurea não adiantou<br>Vivemos em um país capitalista<br>Em que o brasileiro é um ser consumista</div><div><a href="https://www.pensador.com/autor/graziele_freire/"><br>Graziele Freire<br></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-26 01:28:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Gustavo Lopes 3°B</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/godoyviviani/rhwnkimql8xavimr/wish/861912238</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Gentes estranhas com seus olhos cheios doutros mundos<br>quiseram cantar teus encantos<br>para elas só de mistérios profundos,<br>de delírios e feitiçarias…<br>Teus encantos profundos de África.<br>1ª estrofe do poema “Negra”, de Noémia de Sousa)</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-26 14:32:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Força da Raça</title>
         <author>vfdasilva2019</author>
         <link>https://padlet.com/godoyviviani/rhwnkimql8xavimr/wish/864052218</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Ser negro não é ter cor e sim raça,descendente dos africanos escravizados. Como não ter orgulho do meu passado? Mesmo com grilhões nos prendendo construímos nosso país carregando a dor das chibatas,e assim começou a historia da minha raça.<br><br>Oh.. Salve ao líder Ganga-Zumba através dele conhecemos a nossa força chamado de Zumbi. Mesmo tendo a abolição da escravatura foram marginalizados por sua raça (negra)e desde então nada muda.devo acreditar mesmo que o Brasil evoluiu? Nunca! senta, respira e espera,hoje nosso cérebro esta sempre alerta. Se for forte venha e me impeca,se julgar-se capaz. Meus ancestrais africanos,meu líder ganga-zumba vive em minha mente e zumbi em minhas forças!<br><br>Vitória Ferreira da Silva,3°A</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-27 01:09:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Poema literatura africana</title>
         <author>peixebolhanadanaagua</author>
         <link>https://padlet.com/godoyviviani/rhwnkimql8xavimr/wish/867156447</link>
         <description><![CDATA[<div>Nome: Thamires Sousa Silva 3A<br><br><br><strong>Viagem</strong></div><div><br></div><div> </div><div>Mesmo chegado ao fim da viagem,</div><div><br></div><div>jamais senti que tinha chegado.</div><div><br></div><div>Peguei a estrada</div><div><br></div><div>lentamente a subir a encosta das perguntas, e que me leva</div><div><br></div><div>inclusive a descer à terra que conduz a casa. Sei</div><div><br></div><div>que a minha carne está claramente mordiscada, perdida</div><div><br></div><div>para o perturbado peixe entre as vagas sussurrantes –</div><div><br></div><div>deixei-os para trás em minha rota</div><div><br></div><div>E assim também com o pão e o vinho</div><div><br></div><div>necessito a partilha da derrota e da carestia</div><div><br></div><div>deixei-os para trás em minha rota</div><div><br></div><div>jamais senti que tinha chegado.</div><div><br></div><div>Embora amor e boas vindas me acolham em casa</div><div><br></div><div>os usurpadores gastam o meu corpo em cada</div><div><br></div><div>banquete como se fosse a última ceia.</div><div><br></div><div><br></div><div><strong>Wole Soyinka<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-27 18:48:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fome

A pobreza nos tornou Africanos.
Nossa África nos tornou vítimas da colonização.
Nós somos Africanos de raíz.
A pobreza nos faz acreditar no amanhã.
Nós somos pobres Africanos, a esperança nos faz crer no amanhã.
Nós somos pobres, pôs somos africanos.
Mas tenho que lutar sim
Lutar contra essa maldita pobreza, pôs sou Africano.
Sim acreditar no amanhã não sentirei mais fome.
Sim sou Africano ter esperança me faz não sentir a pobreza.

Autor: Fernando Matavel
Aluno: Eduarda Magiari Bastos
Série: 3 ano A</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2020-10-27 19:54:21 UTC</pubDate>
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         <title>Mulher africana </title>
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         <description><![CDATA[<div>Mulher Africana Tu mesma, sim tu mesma que de manhã encaracolas pedras no chão do rio, de tarde acendes ventos no silêncio do por-do-sol. <br> <br>Mulher Africana és a primavera do sol que rouba as paisagens da aurora e escuta a fome da flora. Teu rosto resguarda a infância das borboletas e engole a poesia dos lábios das formigas.  <br><br> <br>Mulher Africana meu inseto divino, minha casa espiritual, minha cigarra. Existem em ti andorinhas que crepusculam luas no estômago das árvores. <br><br>  <br>Mulher africana és sempre igual a ti mesma e sempre serás uma mulher nua em véspera de ser lua.   <br><br>Morgado Mbalate, poeta moçambicano <br><br>Luigi Gabriel Ramos de Almeida  3°A</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-27 21:43:16 UTC</pubDate>
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         <title>Trecho retirado do livro :</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>"Bom dia, FELA<br>Bem vindo a toda esta 🤬 chamada Brasil!<br>[...]<br>Filho disperso, onde quer que esteja assentado meu rosto<br>coberto de passado<br>Ouço tuas palavras proféticas se materializando nessa nossa<br>Mãe traída.<br>Por onde quer que eu vá carrego também o cheiro dos esgotos<br>dessa África que te coube<br>[...]<br>A despeito do espaço e do tempo que me separam de ti em<br>matéria bruta<br>Sei que, por assim dizer, teu sopro sonoro é tua arma, parindo<br>meu coração em conflito<br>[...]<br>Tenho encontrado aqui a mesma escória que tem colocado a<br>África andando pra trás.<br>[...]<br>Aqui, nesta fatia de país chamada exclusão, passeio ao noturno<br>dos dias<br>Sob a visão de corpos pretos putrefatos iluminados ao luar.<br>[...]<br>Os mesmos vagabundos também, aqui, estão no poder,<br>[...]<br>Pode ter certeza que nunca oferecerei a outra face.<br>[...]<br>Estou ansioso para colocar minha comuna no centro do<br>universo.<br>Rejeito categoricamente a estrada marginal que me guiava para<br>fora do problema.Desconfio da beleza sem tensão que tem tomado esta palavra<br>– periferia.<br>[...]<br>Sim, Parceiro,<br>Eu sei que sou o centro do problema."</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-30 02:43:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Literatura africana<br><br>Nome: Ronaldo Fiuza<br>3 F<br>Poema<br>Canto para atabaque<br><br>Ei 🤬!<br>Qui 🤬-rum!<br>Qui 🤬 -rum!<br>🤬! Bumba!<br><br>Ei lu!<br>Qui Lu-lu!<br>Qui Lu-lu!<br>Lumumba!<br><br>Ei Brasil!<br>Ei bumba meu-Bai!<br><br>"mansu,manseba,<br>traz a navalheta<br>para fazer a barba<br>Deste maganeta."<br><br>Lá vem beberrão,<br>La vem Bastião<br>Tocando bexiga<br>Em tudo que é gente.<br><br>O engenheiro medindo,<br>Empata-samba empatando,<br>Cavalo-marinho<br>Dançando,dançando.<br>O boi requebrando,<br>O boi 'sta morrendo,<br>O boi levantando...<br><br>Ei Brasil-africano!<br>Minha avó era nega haussá,<br>Ela veio foi da África,<br>Num navio negreiro.<br>Meu pai veio foi da Itália,<br>Operário imigrante.<br>O Brasil é mestiço,<br>Mistura de índio, de negro, de branco.<br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-30 20:32:30 UTC</pubDate>
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         <title>Consciência negra</title>
         <author>GodoyViviani</author>
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         <description><![CDATA[<div>20 de novembro<br><br>Leia, pesquise, escreva, pinte algo referente a Consciência Negra <br>Faça comentários, dê likes nos posts dos amigo, não se esqueça de colocar seu nome e série.<br><br>" Respeito nõa tem cor, tem consciência.<br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-13 18:07:07 UTC</pubDate>
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         <title>Consciência negra</title>
         <author>GodoyViviani</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-11-13 18:14:21 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Não precisamos de um dia da consciência negra, branca, parda, amarela, albina... Precisamos de 365 dias de consciência humana.&quot; Thiago Saraiva</title>
         <author>GodoyViviani</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-11-13 18:16:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Nome: Wagner Bruno Melo Rodrigues<br>Série: 9c <br>   <br>    Éramos humanos                    <br>    Até que a raça nós desligou <br>    A religião nós separou<br>    A política nós dividiu<br>    E o dinheiro nos classificou <br><br> Vidas negras importam RT!!!! <br>           </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-15 22:27:20 UTC</pubDate>
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         <title>Consciência Negra</title>
         <author>diastaynara2006</author>
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         <description><![CDATA[<div>Poema- Victoria Santa Cruz | Me Gritaron Negra</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-16 20:28:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Gabriel Melquides 9C<br><br>"Ninguém ouviu<br>Um soluçar de dor<br>No canto do Brasil</div><div>Um lamento triste<br>Sempre ecoou<br>Desde que o índio guerreiro<br>Foi pro cativeiro<br>E de lá cantou</div><div>Negro entoou<br>Um canto de revolta pelos ares<br>No Quilombo dos Palmares<br>Onde se refugiou</div><div>Fora a luta dos Inconfidentes<br>Pela quebra das correntes<br>Nada adiantou</div><div>E de guerra em paz<br>De paz em guerra<br>Todo o povo dessa terra<br>Quando pode cantar<br>Canta de dor</div><div>Ô, ô, ô, ô, ô, ô<br>Ô, ô, ô, ô, ô, ô</div><div>Ô, ô, ô, ô, ô, ô<br>Ô, ô, ô, ô, ô, ô</div><div>E ecoa noite e dia<br>É ensurdecedor<br>Ai, mas que agonia<br>O canto do trabalhador</div><div>Esse canto que devia<br>Ser um canto de alegria<br>Soa apenas<br>Como um soluçar de dor"<br><br></div><div><br> <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-16 22:25:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-11-18 20:55:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Música sobre a consciência negra</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-18 20:56:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Consciência negra</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-18 21:31:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div> Vídeo da negra Coincidência </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-18 22:21:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Nome: Sandriele Santiago dos Santos, N:33 <br>Turma: 2°ano I       Professora: Viviani <br>Disciplina: Português.</div><div><br></div><h1>Consciência Negra</h1><div><a href="https://m.letras.mus.br/garantido/"><strong><br>Boi Garantido</strong></a></div><div><br></div><div><br></div><div>Opções</div><div>A consciência negra<br>A bela arte negra<br>A ciência negra<br>A ascensão dos negros<br><br></div><div>É história, é memória praticada<br>No Mocambo ou refúgio, o sofrimento a superar<br>Escravos livres, libertos, esquecimento<br>Ocultamento, o silêncio no Amazonas a esvaziar<br>Toda visão do desencanto n'alma negra<br>Foi a rebeldia à autonomia de um lar<br>A resistência é uma luta permanente<br>Por espaço mais decente no direito a se igualar<br><br></div><div>A consciência negra<br>A bela arte negra<br>A ciência negra<br>A ascensão dos negros<br><br></div><div><br></div><div>A liberdade é um valor da identidade<br>A qualidade dessa raça, a negritude de viver<br>Expresso canto e suas danças no batuque<br>Da marimba, da viola e do xequerê<br>Derruba mastro colorido na festança<br>Reza a São Benedito a interceder nesse viver<br>Dança o lundu, o carimbó ralentado<br>Pitiú do Ver-o-Peso faz Dona Onete se inspirar<br><br></div><div>A consciência negra<br>A bela arte negra<br>A ciência negra<br>A ascensão dos negros<br><br></div><div>Ainda assim o preconceito reproduz tanto defeito<br>Até aonde a tolerância não há<br>Afirmação da identidade é o caminho que exalta os negros do meu boi-bumbá<br><br></div><div>O hip-hop, a capoeira, o berimbau na cachoeira<br>São andanças desse povo no alegrar<br>O meu destino é o bem de um menino<br>Sou filho de Catirina o qual nunca se ouviu falar<br>A expressão maior não se contém naquela carta de alforria e o respeito limitar<br>O negro é conceito escrito e irrestrito<br>Na pele, nos olhos e na alma brasileira<br><br></div><div>A consciência negra<br>A resistência negra!<br><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 23:58:04 UTC</pubDate>
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         <title>Nome: Beatriz Santos Costa 9D</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Albúm de música que mescla estilos de MPB com rap para abordar o racismo na sociedade, a desigualdade e a solidão do preto. Enfim, desfrutem dessa obra e valorizem nossos símbolos de resistência nacional. OUÇAM GILBERTO GIL!<br>https://open.spotify.com/album/0QMVSKhzT4u2DEd8qdlz4I?si=bwxhk7ShT9eM7L8sOVwYfg</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-20 04:43:51 UTC</pubDate>
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         <title>Consciência negra</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Nome: Gustavo pereira de souza<br>9C   Professora: Viviani <br>Disciplina: Português.                    <br><br><em>Ser negra,<br>Na integridade<br>Calma e morna dos dias.<br>Ser negra,<br>De carapinhas,<br>De dorso brilhante,<br>De pés soltos nos caminhos.<br></em><br></div><div><em>Ser negra,<br>De negras mãos,<br>De negras mamas,<br>De negra alma.<br></em><br></div><div><em>Ser negra,<br>Nos traços,<br>Nos passos,<br>Na sensibilidade negra.<br></em><br></div><div><em>Ser negra,<br>Do verso e reverso,<br>Do choro e riso,<br>De verdades e mentiras,<br>Como todos os seres que habitam a terra.<br></em><br></div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-21 15:19:03 UTC</pubDate>
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         <title>Consciência Negra - Raça nos Estudos Antropológicos </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Graziela Aguiar 9° D<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-23 16:05:48 UTC</pubDate>
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         <title>Consciência Negra - Racismo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Graziela Aguiar 9° D</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-23 16:06:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Nome: Matheus da Silva Figueiredo 2i<br><br><strong>Frases de Mike Tyson exemplo para a sociedade </strong></div><ul><li>Sou um cara legal. Nunca estuprei ninguém. ...</li><li>Todo mundo tem um plano até levar um soco na boca. <strong>Mike Tyson</strong>.</li><li>I'm still a fighter. ...</li><li>Although I've been through a lot, it took me places I've never dreamt I'd see before. ...</li><li>Estou feliz. ...</li><li>⁠Disciplina é fazer algo que você odeia, mas mesmo assim o faz como se estivesse adorando.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-23 18:55:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Conciencia negra </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Bem feliz quem ali pode nest'hora <br>Sentir deste painel a majestade! <br>Embaixo — o mar em cima — o firmamento... <br>E no mar e no céu — a imensidade!</div><div>Oh! que doce harmonia traz-me a brisa! <br>Que música suave ao longe soa! <br>Meu Deus! como é sublime um canto ardente <br>Pelas vagas sem fim boiando à toa!</div><div>Homens do mar! ó rudes marinheiros, <br>Tostados pelo sol dos quatro mundos! <br>Crianças que a procela acalentara <br>No berço destes pélagos profundos!</div><div>Esperai! esperai! deixai que eu beba <br>Esta selvagem, livre poesia <br>Orquestra — é o mar, que ruge pela proa, <br>E o vento, que nas cordas assobia... </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-23 22:43:47 UTC</pubDate>
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         <title>Nayumy vitória Araújo Lima 9C Prof ª Viviane </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Fundamento a uma raça<br><br>A afirmação a toda prova<br><br>Estigma marcado de peleja<br><br>Constata sua coragem emergir<br><br>Através dos sentidos em marcha<br><br>Transpõe vir à pele como nódoa<br><br>Dar uma direção a quem deseja<br><br>Um mundo justo sem oprimir<br><br>Vai alem do protesto na praça<br><br>Olhar que faz a vida nova<br><br>Traz da alma num mergulho<br><br>Força e esperança para intuir<br><br>Todas as afirmativas do basta<br><br>E busca em seu mando, SER<br><br>Batida livre do puro orgulho<br><br>Lisura ancestral que faz sentir<br><br>África que nosso filho possa ler<br><br>Além das trancas e celas<br><br>O coletivo branco diz ter acabado<br><br>E passou do ferro a corrente moral<br><br>A conquista do novo nasce do saber<br><br>E naufraga ilusórias caravelas<br><br>O pensamento é livre não atado<br><br>Forquilha a história de injurias<br><br>Esta além meu preto! Do bem e do mal<br><br>Quando abre seu sorriso negro<br><br>Sejamos um povo de tranças belas<br><br>Gritemos chega à época de lamurias!<br><br>Um dia saborearemos o plural<br><br>Para mim, é irmão, não pigmento<br><br>Somos folhas do mesmo trevo<br><br>Supri falsas poses e aparências<br><br>Por, musica, história e carnaval<br><br>Esta em si, seu conhecimento<br><br>É herdeiro de caçadores e reinos<br><br>E nossa identidade é sua existência<br><br>Não de uma civilização escravista<br><br>Não é nem mais nem menos<br><br>O caminho tem suas evidencias<br><br>Segue alem de nossas vistas<br><br>Bom do brasileiro tem seu jeito<br><br>Quando te orgulha de ser negro<br><br>Sua consciência só e viva<br><br>Se não for inimigo de sei mesmo<br><br>Troquemos o “pré” por nobres conceitos.<br><br>Sérgio Cumino – Poeta de Ayrá</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-24 00:01:42 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Bruno Tavares Santos 9C<br><br>O Dia Nacional da Consciência Negra é celebrado, no Brasil, em 20 de novembro. Foi criado em 2003 como efeméride incluída no calendário escolar — até ser oficialmente instituído em âmbito.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-24 19:12:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Gabriel Esteves Dos Santos 3EJA-A</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-25 02:30:33 UTC</pubDate>
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         <title>Gabriel Esteves Dos Santos - (3°EJA-A)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>"Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião.<br>Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, podem ser ensinados a amar."<br>                       - Nelson Mandela </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-25 02:39:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Consciência negra                   </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Gustavo Carvalho dos Santos 9C     O Dia Nacional da <strong>Consciência Negra</strong> é celebrado, no Brasil, em 20 de novembro. ... A data foi escolhida por coincidir com o dia atribuído à morte de Zumbi dos Palmares, em 1695, um dos maiores líderes negros do Brasil que lutou pela libertação do povo contra o sistema escravista</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-25 19:48:22 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Isabelli Luiza dos Santos da Silva 9°C<br>   <br>    Consciência negra <br>" Eu sou descendente de zumbi. Sou bravo e valente sou nobre. Os gritos aflitos do pobre. Os gritos aflitos de todos. Os povos sofridos do mundo. No meu peito desabrocham. Força em revolta. Me empurram para luta. Me comovem"  "Carlos Assumpção"</div>]]></description>
         <pubDate>2020-12-02 18:53:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Nome:dayane Cristina Lopes dos Santos 3 eja B<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 22:17:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Riquelme Melo Andrade </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>3 ano c<br> Enquanto<br>Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, elas podem ser ensinadas a amar.<br><br></div><div>Nelson Mandela</div>]]></description>
         <pubDate>2020-12-03 00:22:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Consciência negra</title>
         <author>fernandoandrey20</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nicolly Mota 9D </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 01:58:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Eduarda Cristine Almeida dos Santos 3°C</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div><br></div><div><br></div><div>Os escravos<br><br>Negros africanos<br>Obrigados a trabalhar<br>Por ordem dos soberanos<br>Sem poder reclamar<br><br>Acorrentados pela escravidão<br>Viviam na solidão<br>Sonhavam conquistar a alforria, dia a dia<br>Sendo assim vítimas da covardia<br><br>Durante a extração do ouro<br>Brilhavam também os olhos<br>De quem vivia a chorar<br>Mas persistia em orar<br>E assim quem sabe um dia<br>A liberdade finalmente conquistar<br><br>Foram quinhentos anos de exploração<br>Em uma vida sem opção<br>Em minas de carvão e campos de algodão<br><br>Nas lavouras trabalhavam<br>E nunca descansavam<br>Ficavam sempre em pé<br>Nas plantações de café<br><br>A escravidão ainda não acabou<br>E a lei Áurea não adiantou<br>Vivemos em um país capitalista<br>Em que o brasileiro é um ser consumista</div><div><a href="https://www.pensador.com/autor/graziele_freire/"><br>Graziele Freire<br></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 00:44:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fábio Luiz Rodrigues de Jesus Tavares 3º G.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>" Sou poeta,<br>E como poeta posso ser preto militante<br>E como preto militante<br>Posso atirar pedras nas vidraças da casa branca<br><br></div><div>Sou poeta,<br>E como poeta posso ser razão divergente<br>E como razão divergente<br>Posso levantar ainda hoje meu quilombo de palavras<br><br></div><div>Sou poeta,<br>E como poeta posso ser maloqueiro<br>E como maloqueiro<br>Posso cagar no jardim das musas perfumadas<br><br></div><div>Sou poeta,<br>E como poeta posso ser Ogum<br>E como Ogum<br>Posso cortar a cabeça dos malfeitores e traidores de plantão <br><br></div><div>Sou poeta<br>E como poeta posso ser eu mesmo<br>E como eu mesmo<br>Posso transformar em gestos o amargo de minhas palavras " - Nelson Maca<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-10 01:33:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vinícius Cunha da Silva 9-C </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>  Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele,<br>Por sua origem ou ainda por sua religião.<br><br>Para odiar,<br>As pessoas precisam aprender,<br>E se podem aprender a odiar,<br>Podem ser ensinadas a amar.<br><br>-Nelson Mandela-</div>]]></description>
         <pubDate>2020-12-12 13:08:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/godoyviviani/rhwnkimql8xavimr/wish/1012527844</link>
         <description><![CDATA[<div>Consciência negra <br><br> Maria luisa Oliveira Rufino costa 9D<br><br> "O dia em que paramos de nós preocupar com consciência negra, amarela ou branca e nos preocuparmos com a consciência humana, o racismo desaparece"<br> Morgan Freeman </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-12 17:40:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>"Eu não sei o que é sofrer o racismo na pele. Mas sei o que é ser mãe de crianças negras. E essa dor me atravessa de muitas formas. Dói muito. É violento, angustiante, gera revolta! E essa revolta me dá forças pra lutar... lutar contra uma estrutura secular e que já passou da hora de mudar! Chegou a hora da REVOLUÇÃO! Apesar de todo racismo, percebo que estamos evoluindo. Vejo, ainda que de forma tímida, nomes negros ocupando capas de revista, pensadoras negras publicando seus livros e um novo mercado que estimula a autoestima da população negra. E, a cada movimento desses, sinto que estamos no caminho certo. E por isso é TÃO IMPORTANTE que o branco reconheça seu PRIVILÉGIO! É tempo de abrir espaços e exaltar TODA FORÇA, BELEZA E HISTÓRIA DO POVO NEGRO! É um trabalho importante, é preciso se importar, aprender, MUDAR. Quero que todo dia a gente consiga pensar nessas questões, transformar todo dia no dia da consciência negra. É urgente. É necessário. É agora!".<br>-Giovanna Ewbank.<br>Aluna: Mayna Novaes Gonçalves Gomes<br>Série:9º C</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-12 18:57:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Victor Hugo ottati reggiani 2 ano i</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-12 23:42:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Julia de Jesus Santos <br>9°C<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-13 16:40:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Maria Luiza Santos da Cruz, 9°D<br><br><br><br>A canção do africano<br><br>Lá na úmida senzala,<br>Sentado na estreita sala,<br>Junto ao braseiro, no chão,<br>Entoa o escravo o seu canto,<br>E ao cantar correm-lhe em pranto<br>Saudades do seu torrão...<br><br>De um lado, uma negra escrava<br>Os olhos no filho crava,<br>Que tem no colo a embalar...<br>E à meia voz lá responde<br>Ao canto, e o filhinho esconde,<br>Talvez pra não o escutar!<br><br>"Minha terra é lá bem longe,<br>Das bandas de onde o sol vem;<br>Esta terra é mais bonita,<br>Mas à outra eu quero bem!<br><br>"0 sol faz lá tudo em fogo,<br>Faz em brasa toda a areia;<br>Ninguém sabe como é belo<br>Ver de tarde a papa-ceia!<br><br>"Aquelas terras tão grandes,<br>Tão compridas como o mar,<br>Com suas poucas palmeiras<br>Dão vontade de pensar ...<br><br>"Lá todos vivem felizes,<br>Todos dançam no terreiro;<br>A gente lá não se vende<br>Como aqui, só por dinheiro".<br><br>O escravo calou a fala,<br>Porque na úmida sala<br>O fogo estava a apagar;<br>E a escrava acabou seu canto,<br>Pra não acordar com o pranto<br>O seu filhinho a sonhar.<br><br>O escravo então foi deitar-se,<br>Pois tinha de levantar-se<br>Bem antes do sol nascer,<br>E se tardasse, coitado,<br>Teria de ser surrado,<br>Pois bastava escravo ser.<br><br>E a cativa desgraçada<br>Deita seu filho, calada,<br>E põe-se triste a beijá-lo,<br>Talvez temendo que o dono<br>Não viesse, em meio do sono,<br>De seus braços arrancá-lo!</div><div><a href="https://www.pensador.com/autor/castro_alves/"><br>Castro Alves, o poeta dos escravos<br></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-14 00:05:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title> </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/godoyviviani/rhwnkimql8xavimr/wish/1017893375</link>
         <description><![CDATA[<div>Amigo branco, algumas coisas que tu deves saber:<br><br>Quando nasço, sou preto<br>Quando vou à escola, sou preto<br>Quando apanho sol, sou preto<br>Quando tenho frio, sou preto<br>Quando tenho medo, sou preto<br>Quando estou doente, sou preto<br>Quando morro, sou preto<br><br>E tu amigo branco?<br><br>Quando nasces, és cor-de-rosa<br>Quando vais à escola, és branco<br>Quando apanhas sol, ficas vermelho<br>Quando tens frio, ficas azul<br>Quando tens medo, ficas pálido<br>Quando estás doente, ficas amarelo<br>E quando morres, és cinzento<br><br>E és tu que me chamas "pessoa de cor"?<br><br>RENAN ALEXANDRE ARAÚJO NOGUEIRA 2.I</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-14 20:54:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Luis Felipe Souza Gonzalez 2° I Noite</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>"O dia da consciência negra, deveria relembrar daqueles que sofreram e morreram no passado por conta da cor da pele, e não conscientizar ninguém pois já deveriam ter aprendido a muito tempo."</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-14 20:58:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>João Victor Santos 2°I</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Integridade, de Geni Mariano Guimarães<br><br>Ser negra,<br>Na integridade<br>Calma e morna dos dias.<br>Ser negra,<br>De carapinhas,<br>De dorso brilhante,<br>De pés soltos nos caminhos.<br>Ser negra,<br>De negras mãos,<br>De negras mamas,<br>De negra alma.<br>Ser negra,<br>Nos traços,<br>Nos passos,<br>Na sensibilidade negra.<br>Ser negra,<br>Do verso e reverso,<br>Do choro e riso,<br>De verdades e mentiras,<br>Como todos os seres que habitam a terra.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-15 11:33:44 UTC</pubDate>
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         <title>ALLAN SILVA CAIRES 2°I</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Consciência negra<br></strong>"negros ou brancos<br>pardos ou vermelhos<br>a cor não conta <br>a cor não estampa<br>a virtude de ninguém...<br>Brancos ou pardos<br>a cor não importa<br>a cor não é falta...<br>E não culpa ninguém!<br>Seja qual for a raça...<br>cativa e encanta<br>conquista e balança<br>o coraçao da gente<br>gente inteligente...<br>que tem...<br>pureza de alma!...</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-16 13:54:19 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Jéssyka Xavier Correia 9D</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-17 04:57:07 UTC</pubDate>
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