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      <title>Mural da Fama - 9º ano 2022 - Colégio Sagrado Coração de Jesus by </title>
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      <description>Homenageando grandes personalidades brasileiras que contribuíram para as artes, ciências humanas, ciências da saúde e literatura. Professores responsáveis: Naiara Santos e Tito Reis.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-09-26 17:39:44 UTC</pubDate>
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         <title>Machado de Assis</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>BIOGRAFIA</strong><br>---------------------------------------<br>Machado de Assis (Joaquim Maria Machado de Assis),&nbsp;jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo, nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 21 de junho de 1839, e faleceu também no Rio de Janeiro, em 29 de setembro de 1908. É o fundador da cadeira nº. 23 da Academia Brasileira de Letras.<br>---------------------------------------<br><strong>CARREIRAS</strong><br><mark>Carreira de Jornalista</mark><br>Com apenas 16 anos, em 1855, Machado de Assis publicou seu primeiro poema no jornal “A Marmota Fluminense”, chamado de “Ela”. Logo em 1858, ele começou a trabalhar com o dono desse jornal. Não demorou muito para que Machado começasse a conhecer grande escritores e intelectuais. Aliás, entre eles estavam Casimiro de Abreu, Joaquim Manuel de Macedo e Quintino Bocaiúva.<br><br>Machado de Assis publicou uma coletânea de poemas chamada “Crisálidas” em 1864. Tornou-se redator do Diário Oficial, e logo se tornou assistente do diretor. Machado se casou em 1869, com 30 anos, com Carolina Xavier de Novas.<br><br><mark>Carreira Literária</mark><br><br>O primeiro romance de Machado de Assis foi publicado em 1872. “Ressurreição” foi tão bem aceita que em 1873, levou Machado até a capa de “Arquivo Contemporâneo” ao lado de José de Alencar, que até então era o maior romancista do Brasil.<br><br>Ainda em 1873, ele foi nomeado primeiro oficial da Secretaria do Ministério da Agricultura, Viação e Obras Públicas. Pouco tempo depois, se tornou oficial do gabinete do ministro e, mais tarde, diretor da Viação, recebendo honrarias, como a nomeação de “Oficial da Ordem da Rosa”, por decreto do Imperador, em 1888.<br><br>Machado de Assis, em 1881, publica seu romance “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, marcando assim o início de um legado. A obra havia sido publicada, no ano anterior, em folhetins na Revista Brasileira.<br>--------------------------------------<br><strong>OBRAS</strong> <br>O primeiro livro publicado por Machado de Assis foi a <mark>tradução de Queda que as mulheres têm para os tolos (1861)</mark>, impresso na tipografia de Paula Brito. Em 1862, era censor teatral, cargo não remunerado, mas que lhe dava ingresso livre nos teatros. Começou também a colaborar em O Futuro, órgão dirigido por Faustino Xavier de Novais, irmão de sua futura esposa. Seu primeiro livro de poesias, Crisálidas, saiu em 1864. <br>A obra de Machado de Assis abrange, praticamente, todos os gêneros literários. Na poesia, inicia com o romantismo de Crisálidas (1864) e Falenas (1870), passando pelo Indianismo em Americanas (1875), e o parnasianismo em Ocidentais (1901). Paralelamente, apareciam as coletâneas de Contos fluminenses (1870) e Histórias da meia-noite (1873); os romances Ressurreição (1872), A mão e a luva (1874), Helena (1876) e Iaiá Garcia (1878), considerados como pertencentes ao seu período romântico.<br><mark>A partir daí, Machado de Assis entrou na grande fase das obras-primas, que fogem a qualquer denominação de escola literária e que o tornaram o escritor maior das letras brasileiras e um dos maiores autores da literatura de língua portuguesa.</mark></div><div>---------------------------------------<br><strong>ACONTECIMENTOS</strong>&nbsp;<br>Em 1862, era censor teatral, cargo não remunerado, mas que lhe dava ingresso livre nos teatros. Começou também a colaborar em O Futuro, órgão dirigido por Faustino Xavier de Novais, irmão de sua futura esposa. Seu primeiro livro de poesias, Crisálidas, saiu em 1864. Em 1867, foi nomeado ajudante do diretor de publicação do Diário Oficial. Em agosto de 1869, morreu Faustino Xavier de Novais e, menos de três meses depois (12 de novembro de 1869), Machado de Assis se casou com a irmã do amigo, Carolina Augusta Xavier de Novais. Foi companheira perfeita durante 35 anos.<br>---------------------------------------</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-14 01:40:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>PROFISSÃO: Neurocientista formado pela USP, fez pós-doutorado no Hospital Universitário Hahnemann, é professor Titular de Neurobiologia e Engenharia Biomédica e co-diretor do Centro de Neuroengenharia da Universidade Duke<br><br>CIDADE/ESTADO: Miguel Angelo Laporta Nicolelis nasceu em 7 de março em 1961,em São Paulo (SP)<br><br>BREVE BIOGRAFIA:&nbsp;</div><div>Miguel Nicolelis é De ascendência grega e italiana, é filho da escritora Giselda Laporta Nicolelis e Ângelo Brasil Nicolelis, juiz de carreira. Casou-se com a médica Laura Oliveira, hoje ex-esposa, e com ela teve 3 filhos, Pedro Nicolelis, Rafael Nicolelis e Daniel Nicoleli.</div><div>Nicolelis é filho da Ditatura Militar no Brasil (1964-1985), como se auto-intitula, e sua inspiração para estudar medicina, influência de Waldemar, tio Dema, foi o de dar vazão aos instintos desafiadores contra autoridades e convenções, característicos da juventude</div><div>Em 1989, Nicolelis deixou o Brasil, para se dedicar a pesquisa acadêmica nos Estados Unidos. Miguel Nicolelis é um médico e cientista brasileiro, considerado um dos vinte maiores cientistas em sua área no começo da década passada pela revista de divulgação Scientific American. Foi considerado pela Revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes do ano de 2009.Nicolelis foi o primeiro cientista a receber no mesmo ano dois prêmios dos Institutos Nacionais de Saúde estadunidenses e o primeiro brasileiro a ter um artigo publicado na capa da revista Science. Miguel Possui graduação em Medicina pela Universidade de São Paulo (1984), doutorado em Ciências (Fisiologia Geral) pela Universidade de São Paulo (1989) e pós-doutorado em Fisiologia e Biofísica pela Universi­dade de Hahnemann. É Professor Titular de Neurobiologia e Engenharia Biomédica e co-diretor do Centro de Neuroengenharia da Universidade Duke, onde recebeu, em julho de 2012, o título de Professor Emérito, após ter lecionado por 27 anos nesta universidade.</div><div>Fundador da Associação Alberto Santos Dumont para Apoio à Pesquisa (AASDAP) e do o Instituto Santos Dumont (ISD) trazendo como proposta o uso da ciência como agente de transformação social e econômica. É Pesquisador do Instituto Internacional de Neurociências Edmond e Lily Safra (IIN-ELS) e Coordenador do Projeto Andar de Novo, desenvolvido na AASDAP em São Paulo.</div><div>Nicolelis também concebeu e lidera o projeto do Instituto Internacional de Neurociências de Natal (IINN), na capital do Rio Grande do Norte. Em uma de suas linhas de pesquisa, Nocolelis visa caracterizar a transmissão de informações entre dois animais localizados em locais distintos, trabalho que vem sendo desenvolvido nos laboratórios da Universidade Duke.<br><br>1 TRABALHO IMPORTANTE:</div><div>O mundo todo conheceu o exoesqueleto criado pelo neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis e sua equipe na abertura da Copa do Mundo de 2014, quando um paciente usou o aparelho para dar o chute inaugural,essa pesquisa e muito importante pois o mesmo exoesqueleto e usado para tratamentos de pessoas que tem deficiência com lesões na coluna,onde sua ciência vem sendo usada ate os dias de hoje.</div>]]></description>
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         <title>Foto do esxoesqueleto </title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-10-26 00:59:42 UTC</pubDate>
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         <title>Jaider Esbell </title>
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         <description><![CDATA[<div><br>Jaider Esbell foi um escritor, artista, arte-educador, geógrafo e curador brasileiro e um ativista dos direitos indígenas.&nbsp;<br>Nascimento: 1979, Boa Vista, Roraima<br>Falecimento: 2 de novembro de 2021, São Paulo, São Paulo<br><br>Livros: Urihi: nossa terra, nossa floresta<br>Formação: Universidade Federal de Roraima - UFRR<br><br>Nascido na região onde se localiza a Terra Indígena Raposa Serra do Sol. Era referência central no movimento de consolidação da Arte Indígena Contemporânea no Brasil. Ele foi encontrado morto em São Paulo na terça-feira (2), aos 41 anos, em um momento de ápice na carreira.<br><br>O lugar onde Jaider nasceu é um dos temas centrais de sua obra, repleta de muitas cores e texturas. Parte dela está exposta na mostra "Moquém Surarî':&nbsp;<br><br>Ele foi o vencedor do PIPA Online 2016.<br>Indicado ao Prêmio PIPA 2021.<br><br>Índio Macuxi da Amazônia. O trabalho de Esbell enviesa ainda mais o caos das expressões humanas e não humanas. As forças da floresta, dos seres, emanam da arte do filho do tempo, de todas as influências: ancestralidade, conhecimento, memória, diálogos, política global, o ser local, xamanismo visual, poder.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-27 13:55:55 UTC</pubDate>
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         <title>Principal Obra</title>
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         <description><![CDATA[<div>Moquém, Surari'. Museu de Arte Moderna de São Paulo, MAM / 34ª Bienal de São Paulo, São Paulo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-27 13:57:51 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Firmina dos Reis </title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>BIOGRAFIA DE MARIA FIRMINA DOS REIS</strong></div><div>&nbsp;</div><div>A escritora Maria Firmina dos Reis nasceu em 11 de março de 1822, em São Luís, no estado do Maranhão. Por isso, o 11 de março, em sua homenagem, é o Dia da Mulher Maranhense. Era filha da escrava alforriada Leonor Felipa dos Reis e, possivelmente, de João Pedro Esteves, um homem rico da região. Além de escritora, foi professora primária, de 1847 a 1881, e musicista.</div><div>&nbsp;</div><div>Úrsula, sua obra mais conhecida, foi publicada em 1859, com o pseudônimo de Uma Maranhense. A partir daí, Maria Firmina dos Reis passou a escrever para vários jornais, nos quais publicou alguns de seus poemas. Escreveu uma novela, um conto, publicou um livro de poesias, além de composições musicais.</div><div>&nbsp;</div><div>Em 1880, adquiriu o título de mestra régia. Nesse mesmo ano, criou uma escola gratuita para crianças, mas essa instituição não durou muito. Por ser uma escola mista, a iniciativa da professora, na época, provocou descontentamento em parte da sociedade do povoado de Maçaricó. Assim, a escritora e professora entrou para a história como a fundadora, segundo Zahidé Lupinacci Muzart(1939-2015), da “primeira escola mista do país”. Já aposentada, continuou lecionando em Maçaricó para filhos de lavradores e fazendeiros.</div><div>&nbsp;</div><div>Morreu em 11 de novembro de 1917. Segundo José Nascimento Morais Filho (1882-1958), estava cega e pobre. Sua obra ficou esquecida até 1962, quando o historiador Horácio de Almeida (1896-1983) colocou a escritora em evidência. Recentemente, as pesquisas sobre a vida e obra de Maria Firmina dos Reis e a divulgação do seu nome intensificaram-se, e, aos poucos, a escritora vai sendo integrada ao cânone literário brasileiro.</div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>CARACTERÍSTICAS LITERARIAS DE MARIA FIRMINA DOS REIS</strong></div><div>&nbsp;</div><div>A escritora Maria Firmina dos Reis nasceu no ano da proclamação da independência do Brasil, ou seja, 1922. Esse fato histórico, como já mencionado, impulsionou o sentimento de nacionalidade dos artistas brasileiros, o que levou ao surgimento do romantismo no Brasil, que tem seu início em 1936. Assim, de forma geral, as obras da autora apresentam as seguintes características românticas:</div><div>&nbsp;</div><div>-Subjetividade</div><div>-Adjetivação intensa</div><div>-Bucolismo</div><div>-Uso abundante de exclamações, interrogações e reticências</div><div>-Personagens heroicos</div><div>-Mulher idealizada</div><div>-Amor idealizado</div><div>&nbsp;</div><div>Assim, até o momento, o romance indianista brasileiro tinha em José de Alencar (1829-1877) o único autor consagrado nessa temática. Entretanto, a autora também escreveu uma obra do gênero, Gupeva, de 1861, posterior a O guarani (1857) e anterior a Iracema (1865) e Ubirajara (1874), a trilogia indianista de José de Alencar. Na prosa indianista romântica, o índio é tratado como herói nacional. O objetivo principal dessas obras era despertar o sentimento de nacionalidade nos leitores da época.</div><div>&nbsp;</div><div>Na novela Gupeva (ressaltemos que é uma obra anterior à Iracema), é narrada a história de amor entre o francês Gastão e a jovem índia Épica. O título da obra deve-se ao padrasto da heroína. Gupeva é o nome do vilão da história, um dos obstáculos que pode impedir a felicidade dos amantes, como é comum em obras desse gênero.</div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>Ursula (1859) – LIVRO MAIS CONHECIDO</strong></div><div><strong>O PRIMEIRO ROMANCE ESCRITO POR UMA MULHER NO BRASIL</strong></div><div>&nbsp;</div><div>Úrsula é considerado o primeiro título abolicionista de nosso país. Com um enredo romântico protagonizado por um jovem casal branco, a narrativa de Maria Firmina traz uma forte crítica à escravidão, ao tráfico negreiro, ao racismo, à violência, ao patriarcalismo, ao machismo e às injustiças sociais do Brasil no Período Imperial.</div><div>A grande inovação desse título está em ter dado vozes às personagens negras. Elas apresentam seus pontos de vista e expõem as condições desumanas em que viviam nas fazendas brasileiras.São Luís, 11 de agosto de 1860. Logo nas primeiras páginas do jornal A Moderação, anunciava-se o lançamento do romance Úrsula, “original brasileiro”.</div><div>O anúncio poderia passar despercebido, mas algo chamava atenção em suas últimas linhas: a autoria feminina da “exma. Sra. D. Maria Firmina dos Reis, professora pública em Guimarães”. Foi assim, por meio de uma simples nota, que a cidade de São Luís conheceu Maria Firmina dos Reis – considerada a primeira escritora brasileira, pioneira na crítica antiescravista da nossa literatura.Negra, filha de mãe branca e pai negro, registrada sob o nome de um pai ilegítimo e nascida na Ilha de São Luis, no Maranhão, Maria Firmina dos Reis (1822 – 1917) fez de seu primeiro romance, Úrsula (1859), algo até então impensável: um instrumento de crítica à escravidão por meio da humanização de personagens escravizados.</div><div>&nbsp;</div><div>“Em sua literatura, os escravos são nobres e generosos. Estão em pé de igualdade com os brancos e, quando a autora dá voz a eles, deixa que eles mesmos contem suas tragédias. O que já é um salto imenso em relação a outros textos abolicionistas”, conta a professora Régia Agostinho da Silva, professora da Universidade Federal do Maranhão e autora do artigo “A mente, essa ninguém pode escravizar: Maria Firmina dos Reis e a escrita feita por mulheres no Maranhão</div><div><br></div><div>&nbsp;</div><div><strong>FONTES:</strong></div><div>&nbsp;</div><div><a href="https://www.bonashistorias.com.br/single-post/livros-ursula-o-romance-pioneiro-de-maria-firmina-dos-reis">https://www.bonashistorias.com.br/single-post/livros-ursula-o-romance-pioneiro-de-maria-firmina-dos-reis</a></div><div>&nbsp;</div><div><a href="http://www.revistacult.uol.com.br/">WWW.Revistacult.uol.com.br</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-27 20:27:47 UTC</pubDate>
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         <title>Ursula (1859)</title>
         <author></author>
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         <title>•Sueli Carneiro•</title>
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         <description><![CDATA[<blockquote>Profissão •Sueli Carneiro é Filósofa, escritora, ativista feminista antirracista. Uma das principais intelectuais do país e referência do feminismo negro nacional, tem uma trajetória de décadas dedicada ao enfrentamento do racismo e do sexismo na sociedade. Sueli Carneiro traz para centralidade de sua produção o protagonismo das mulheres negras e suas respectivas lutas emancipatórias.</blockquote><div><br></div><blockquote>Cidade/ Estado •São Paulo/ São Paulo</blockquote><div><br></div><blockquote>Breve biografia • Aparecida Sueli Carneiro nasceu em São Paulo em 1950, uma das três filhas de um casal negro. Ingressa no curso de Filosofia da Universidade de São Paulo (USP) no ano de 1971, e é no ambiente universitário durante a ditadura militar, entre 1971 e 1980, que se aproxima dos movimentos negro e feminista. Além da forte militância, Carneiro é responsável por uma vasta produção voltada para relações raciais e de gênero na sociedade brasileira, que encontra repercussão em diversas áreas do conhecimento, também na Antropologia. São mais de 150 artigos publicados em jornais e revistas a militância política de Sueli Carneiro inicia-se no Centro de Cultura e Arte Negra (Cecan), uma das principais organizações do movimento negro da cidade de São Paulo, fundada em 1971 por Thereza Santos, produtora e atriz, e Eduardo de Oliveira, sociólogo. Durante a primeira fase do Cecan (1971-1974), a arte era a principal ferramenta política de combate ao racismo, particularmente pela produção de peças teatrais.<br></blockquote><div><br></div><blockquote>Um trabalho importante •Escritos de uma vida reúne uma série de artigos publicados por Sueli Carneiro ao longo de sua vida. Seus textos abordam temáticas imprescindíveis para refletir sobre a sociedade e moldar o pensamento.</blockquote><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <title>Escritos de uma vida</title>
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         <title></title>
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         <title>Sebastião Salgado</title>
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         <description><![CDATA[<div>Sebastião Ribeiro Salgado é um dos maiores fotógrafos brasileiros, nasceu na cidade de Aimorés, em Minas Gerais, no dia 8 de fevereiro de 1944. Tendo como profissão ser Fotógrafo. Ele é o único filho do sexo masculino, entre nove irmãs. Graduado em Economia na capital do Espírito Santo e pós-graduou-se na Universidade de São Paulo, na USP. Como economista, ele trabalhou no Ministério da Economia, em 1968.<br><br>&nbsp; Devido ás perseguições políticas empreendidas pela Ditadura Militar, ele foi obrigado a buscar asilo político em Paris, em 1969. Com isso, ele completou o doutorado em Economia, em 1971. Voltando para o Brasil, ele atuou na Organização Internacional do Café, em 1973, como especialista na fiscalização de plantações africanas. Assim, ao completar 29 anos, em uma viagem à África, levando consigo uma máquina fotográfica de sua esposa, Lélia Wanick Salgado, ele teve seu encontro definitivo com a fotografia.<br><br>&nbsp; Sebastião descobre no trabalho fotográfico a melhor forma de enfrentar os acontecimentos planetários, principalmente em seus aspectos econômicos. É seguindo por este caminho que ele se transforma em um dos principais e mais venerados fotógrafos da atualidade, no campo do fotojornalismo. Ele se dedica a retratar os excluídos, os que se encontram à margem da sociedade.<br><br>&nbsp; Adepto das fotos em preto e branco, voltou para Paris, em 1973, dando início à sua trajetória nesta nova profissão. Seus primeiros trabalhos foram realizados como ‘free lance’, abordando desde o clima seco no perímetro africano de Sahel de Níger, a imigrantes assalariados europeus.<br><br>&nbsp; O próximo tema a que ele se dedicou, de 1993 a 1999, foi o da emigração massiva de pessoas no mundo todo, dando origem à obra Êxodos e Retratos de Crianças do Êxodo, de 2000, ambos alcançando grande sucesso mundial.&nbsp; &nbsp; &nbsp;Um ano depois, no dia 3 de abril, o fotógrafo foi indicado para ser representante especial do UNICEF. Ele já publicou pelo menos dez livros e realizou inúmeras exposições, conquistando os prêmios mais importantes neste campo e honrarias recebidas na Europa e na América.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-28 03:28:42 UTC</pubDate>
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         <title>Obra de Sebastião Salgado </title>
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         <description><![CDATA[<div>O livro Gênesis de Sebastião Salgado </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-28 03:39:40 UTC</pubDate>
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