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      <title>Diário de Aprendizagem by Margarida Amaral</title>
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      <description>Feito com alegria!</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-01-22 17:48:31 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>1-  Tarefa A                                 Carta de Apresentação</title>
         <author>mmafricano</author>
         <link>https://padlet.com/mmafricano/rh12crd6qoma/wish/223474700</link>
         <description><![CDATA[<div>A minha apresentação</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-22 18:17:36 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1.2 – Os desafios que se colocam à educação</title>
         <author>mmafricano</author>
         <link>https://padlet.com/mmafricano/rh12crd6qoma/wish/226805582</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>REFLEXÃO 1<br></strong><br></div><div><strong>"À escola pede-se que prepare os jovens para que sejam capazes de construírem autonomamente a sua capacidade de criar e intervir num mundo global.”<br></strong><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Desde o nascimento que todo o individuo recebe uma herança cultural que lhe permite assegurar a sua formação, orientação e o seu desenvolvimento enquanto “ser social”. Envolvendo a preservação e transmissão da herança cultural, temos a educação, entendendo-a como um processo contínuo que influência o desenvolvimento do individuo. A educação visa a aquisição de qualidades, competências e disposições reconhecidas como desejáveis, pela e na sociedade que nos envolve. Nesta perspetiva reconhece-se que o sistema educativo e a Escola têm um papel de relevo na socialização e perpetuidade da cultura.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; À escola é reconhecido o poder de seleção do que, da herança cultural deve ser perpetuado e do que pode ser esquecido. Esta seleção faz-se em relação ao estado dos conhecimentos, das ideias, dos hábitos e valores da sociedade atual, revelando-se a escola como instituição algo conservadora. Isto porque, encontramos certos aspetos da cultura que são reconhecidos, dando lugar à sua transmissão de certa forma institucionalizada, enquanto outros constituem objetos de aprendizagens informais e ainda outros que não sobrevivem ao envelhecimento de gerações e não conseguem acompanhar os tempos.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Com efeito, o currículo seleciona elementos, valorizando certos componentes e ocultando outros aspetos da cultura que rodeia a escola. Ora, esta seleção, por vezes, impõe sérias limitações sobretudo para os alunos em situação de desvantagem. Uma vez que, os conteúdos selecionados não têm o mesmo significado para cada um dos indivíduos e, por conseguinte, essa desvantagem reflete-se na desigualdade de oportunidades e na incapacidade de prover os alunos de ferramentas que os permitam compreender melhor o mundo e a sociedade envolvente. Por outro lado, se o currículo se desliga da cultura extraescolar dos alunos, cria-se um fosso entre o que é transmitido pela escola e o que vivem os alunos fora dela. Então contraria-se o que se tem vindo a apregoar em educação, relativamente à contextualização do ensino, no que concerne ao contexto escolar e social vivenciados pelos nossos alunos.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; O princípio do construtivismo apela ao reconhecimento dos significados prévios que têm os alunos sobre os conceitos a transmitir, conduzindo a uma aprendizagem significativa. O que aponta para a simbiose entre a cultura escolar e a experiência de vida dos alunos, e sobretudo, o que seria de desejar, das vivências dos que estão socialmente em desvantagem, evitando a formação de grupos com valores e interesses diferentes dos da escola.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; O aumento do número de alunos e a sua heterogeneidade, a diminuição do estatuto social dos professores, a difusão do conhecimento para lá das paredes da escola, nesta era global e, ainda, o fosso cultural, anteriormente referido, entre a sociedade e a escola conduz á necessidade de mudança. A heterogeneidade da escola atual coloca-a perante desafios constantes. É agilizando uma adequada intervenção no sentido da sua transformação num espaço onde todos deverão ter as mesmas oportunidades para aprender em ambientes verdadeiramente inovadores, de partilha, de desenvolvimento de competências apoiadas em novas abordagens pedagógicas, em que se dará maior importância à iniciativa do aluno e ao trabalho em equipa numa ótica colaborativa, que devemos caminhar.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Quando se tem vindo a promover o sucesso educativo fundamentado na aceitação da diversidade e especificidades dos alunos estimulando o ensino diferenciado, nem sempre se tem promovido e desenvolvido a&nbsp; interiorização de novas perspetivas curriculares e a aceção de um novo <em>construto</em> em torno da multiculturalidade, o que parece ser de grande importância e até necessidade.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Não obstante tudo o que foi referido, procura-se assegurar o direito a uma justa e efetiva igualdade de oportunidades no acesso e sucesso escolares de todos os cidadãos o que nos obriga, atualmente, a refletir sobre os contextos de aprendizagem e de se questionar a adequabilidade das práticas pedagógica, tendo em conta as realidades sociais sempre em mutação, procurando uma matriz escolar que integre novos espaços de conhecimento, tendo em vista a definição de um novo paradigma.</div><div><figure class="attachment attachment--preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:171,&quot;url&quot;:&quot;file:///C:\\Users\\ASUS\\AppData\\Local\\Temp\\msohtmlclip1\\01\\clip_image002.png&quot;,&quot;width&quot;:489}" data-trix-content-type="image"><img src="file:///C:\Users\ASUS\AppData\Local\Temp\msohtmlclip1\01\clip_image002.png" width="489" height="171"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Em termos de metodologias de ensino, preconizam-se profundas alterações, enfatizando-se as metodologias centradas no aluno, que o transformem num elemento ativo da aprendizagem, devidamente orientado e enquadrado no meio envolvente.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Numa perspetiva construtivista, o aluno é o agente do seu próprio conhecimento, desviando qualquer incidência do processo de ensino para o processo de aprendizagem. Um modelo assim perspetivado, opõe-se aos modelos de ensino que desvalorizam os aspetos ligados à autonomia e responsabilização do aluno no processo de aprendizagem, dando maior enfase ao papel dos instrumentos e metodologias que sustentam a construção do conhecimento e o ambiente de aprendizagem,<strong> </strong>por forma a construírem autonomamente a sua capacidade de criar e intervir num mundo global.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Nesta mudança de paradigma não é possível, hoje, ignorar a designada sociedade de informação. A grande quantidade de informação de que dispõe e que é veiculada de diversas formas, permitindo um acesso rápido e flexível a diversas fontes de informação tornou-se num privilégio na interação com o mundo. A informação e o próprio conhecimento deixaram de estar confinados às paredes da escola.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; O computador poderá ser um incentivador das mudanças pretendidas para o processo educativo, se utilizado e entendido como uma ferramenta para promover a aprendizagem, segundo uma proposta construtivista contextualizada, em que o professor age como um facilitador, mediador da aprendizagem dos alunos, respeitando o ritmo de cada um. Nesta perspetiva, o aluno constrói o seu conhecimento sobre determinada temática através da informação que lhe está disponível e/ou é, por si, pesquisada.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Todos concordamos que o envolvimento afetivo torna a aprendizagem mais significativa, por isso temos de permitir que os alunos construam algo do seu interesse e para que estejam motivados. O computador parecer ser um instrumento ótimo para isso. O estudo dos modelos atómicos, a visualização a três dimensões de um átomo ou de uma molécula, as simulações operadas pelos alunos a possibilidade de ”animar” a transmissão de conceitos, são exemplos concretos das funcionalidades e oportunidades que o uso do computador nos pode trazer em termos de motivação e aquisição de competências e também o tão desejado conhecimento.</div><div>À escola&nbsp; cabe permitir o acesso aos instrumentos necessários para operacionalizar a mudança de paradigma mas, mais que isso e antes de tudo, motivar os seus docentes para essa mudança.</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-31 20:42:57 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1.3 – O Perfil dos Alunos e a organização da escola</title>
         <author>mmafricano</author>
         <link>https://padlet.com/mmafricano/rh12crd6qoma/wish/226806025</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>REFLEXÃO 2<br></strong><br></div><div><strong>"Como pode/deve a escola organizar-se para garantir que todos os alunos atinjam o Perfil?"<br></strong><br></div><div> <br><br></div><div>                A Escola, antes de mais, terá de motivar os professores para as mudanças que se perspetivam. Em caso de persistirem resistências da parte dos professores, qualquer tipo de mudança em educação, não é possível.</div><div>                Na minha opinião, toda essa organização deve começar pelos docentes e, impreterivelmente, nas suas práticas que se pretendem o mais colaborativas possível. Um processo de mudança solitário, que perspetive a garantia que os alunos atinjam o “Perfil” desejado, não terá sucesso. Tanto mais não seja porque pressupõe momentos de multi e interdisplinaridade, de aprendizagem transversal, só possível com trabalho em equipa. Os professores terão de colaborar e cooperar uns com os outros.</div><div>                Temos também de trabalhar a motivação dos alunos por forma reduzir a sua passividade relativamente à escola. Alunos motivados têm iniciativa, enfrentam desafios, manifestam entusiasmo, curiosidade e interesse. Estão abertos à construção da sua própria aprendizagem ao seu ritmo e de forma autónoma. </div><div>                Depois, temos de analisar e trabalhar a “cultura de escola”, sempre numa ótica de “ Escola para todos” e “Escola inclusiva”. Refiro-me a esta cultura porque, ainda em pleno século XXI, existem escolas (até públicas) que apenas trabalham para as “elites”. Contudo não podemos esquecer que todos os jovens têm direito à educação e cabe à escola providenciar que todos a tenham, do seu contexto social e /ou escolar, permitindo que promovam as suas aprendizagens ao seu ritmo próprio.</div><div>                De uma forma geral, atendendo à multiculturalidade (no que respeita aos alunos) a nossa escola atual não deixa de ser uma instituição social dotada de variadas especificidades. Enquanto lugar privilegiado de produção sistematizada do saber, precisa ser organizada no sentido de que suas ações, atinjam os objetivos da instituição - formar indivíduos participativos, críticos e criativos, munidos das ferramentas necessárias e valores para integrarem o seu lugar, por direito, como cidadãos ativos e autónomos, na sociedade. Contudo, citando o Professor Doutor Joaquim Azevedo:<br><br></div><div><em>O magno objectivo social e político é o de construir passo a passo, mas com determinação, uma “escola organizada de tal maneira que cada aluno se encontre o mais frequentemente possível numa situação de aprendizagem fecunda para si mesmo” (Perrenoud, 1998). A “diferenciação pedagógica”, vista a esta luz, só faz sentido enquanto estratégia de optimização das aprendizagens, ou seja, enquanto desenvolvimento da inteligência profissional e da criatividade dos docentes e das equipas de docentes e enquanto capacitação progressiva dos alunos. Isto é, ou temos escolas exigentes, focadas rigorosamente no essencial, verdadeiros locais de trabalho, porque estaleiros de humanidade, ou elas continuarão a ser, por desnorte, incúria, facilitismo ou por mero seguidismo face às normas da administração, sempre em mudança, fábricas de reprodução das desigualdades sociais.</em></div><div><em>(in</em> <em>COMO CONSTRUIR UMA ESCOLA DE QUALIDADE PARA TODOS, ONDE SE APRENDA MELHOR? (2010))<br></em><br></div><div>há que estar atento.</div><div>                No sistema educacional vigente, ainda predomina o caráter exclusivamente instrutivo e disciplinar da escolaridade obrigatória, embora com algumas nuances (integração de vários projetos educativos, inclusão etc), levando boa parte dos alunos a não beneficiar da escola, o que aumenta o risco de favorecer o abandono, o fracasso e a baixa autoestima e consequente desmotivação dos alunos. Assim, não vamos lá!</div><div>                Dar atenção às diferenças é uma forma de procurar garantir a qualidade na educação, procurando os níveis máximos de desenvolvimento integral de todos os alunos, de acordo com as suas possibilidades individuais, o que pressupõe a aplicação de uma pedagogia diferenciada. Este é um desafio importante para as escolas, que requer formação da parte dos professores e acima de tudo, volto a referir, motivação.</div><div>                Não sou gestora nem possuo qualquer formação em administração escolar, por isso é-me extremamente difícil dar resposta à questão em reflexão. Contudo, como professora e interessada na eficácia da escola e do ensino reconheço que tudo tem de começar no terreno, na sala de aula - nos professores, nos conselhos de turma - nos professores, nos grupos disciplinares - nos professores, até aqui necessária será a mediação das lideranças intermédias. Então, de seguida a organização passará para os departamentos curriculares e para o conselho pedagógico e por fim a direção da Escola e o conselho geral. Parece uma organização de baixo para cima em termos hierárquicos, mas é na sala de aula que se percecionam as diferenças, que se desenvolve o currículo, que se diferencia o ensino, que se avalia, todos os dias, o processo de ensino aprendizagem. Estejam os professores motivados para a mudança, para o trabalho colaborativo e cooperativo em articulação pedagógica, que toda a organização escolar necessária para garantir que todos os alunos atinjam o “Perfil” acaba por fluir.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-31 20:44:09 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 2.2 - Tricider: O Perfil dos Alunos e o desenvolvimento de competências</title>
         <author>mmafricano</author>
         <link>https://padlet.com/mmafricano/rh12crd6qoma/wish/231326374</link>
         <description><![CDATA[<div>O vídeo conduziu-me à tríade ver, pensar e criar, que  pressupõe reflexão, construção, modificação ou reconstrução dos conhecimentos, o que é estimulado quando feito em conjunto, em colaboração e, que permite o desenvolvimento e enriquecimento de competências.</div><div>O Perfil dos Alunos, ao nível das competências, privilegia a área das expressões, onde a criatividade e o espirito critico se desenvolvem e/ou têm importância relevante. Aliadas a estas competências, a comunicação e a colaboração vêm facilitar e permitir a consolidação de objetivos de aprendizagem. Isto porque a comunicação, verbal ou não verbal, é uma forma de interação na qual se compartilham sentimentos, ideias e mensagens, capaz de influenciar comportamentos. Por outro lado o trabalho colaborativo enriquece o conhecimento pois, pressupondo objetivos comuns, permite uma visão partilhada, uma interação consciente, num clima de respeito e confiança, dado que todos têm algo a dar e a receber. Nesta perspetiva, na minha opinião, as 4C’s, revelam-se como os alicerces para a construção dos saberes desejados à saída do ensino obrigatório, só possível através de um processo de ensino- aprendizagem ativo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-13 23:12:16 UTC</pubDate>
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         <title>2.6 Mapa de Ideias</title>
         <author>mmafricano</author>
         <link>https://padlet.com/mmafricano/rh12crd6qoma/wish/232767878</link>
         <description><![CDATA[<div>Título: Construir para a Cidadania</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-18 23:03:21 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 3.2. Tricider: Relevância da aprendizagem significativa</title>
         <author>mmafricano</author>
         <link>https://padlet.com/mmafricano/rh12crd6qoma/wish/235074445</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>"É importante que os alunos realizem aprendizagens significativas."<br></strong><br></div><div>O ato de aprender pressupõe a associação de significados a tudo o que nos rodeia que, com certeza variam conforme o ambiente cultural em que cada um está inserido (constroem-se significados sobre a realidade envolvente). No entanto, aprender é considerado significativo quando é generalizável, associado a diferentes conceitos, funcional e duradouro. De acordo com Ausubel, quando a aprendizagem significativa não se efetiva, é comum utilizar-se a aprendizagem mecânica, isto é, o aluno decora o conteúdo, que não sendo significativo para ele, é armazenado de maneira isolada, podendo até, ser esquecido em seguida. </div><div>Todas as coisas aprendidas estão associadas a um assunto ou conteúdo, a tarefas, à interação com os outros ou com o espaço/meio onde foram ensinadas. Na interação com o  ambiente  físico e  social, o nosso conhecimento<em> </em>sofre um processo de contínua elaboração e reelaboração aquando da transferência ou aplicação desse conhecimento para outros assuntos/conteúdos, tarefas, interações ou espaços. A aprendizagem é contextualizada e o aluno não pode generaliza-la espontaneamente. É aqui que o professor intervém, orientando a transferência de conhecimento para outros contextos e tarefas, adotando uma postura de mediador entre o aluno e o conhecimento. </div><div>A vida cotidiana exige pessoas com versatilidade para agir em diferentes contextos sociais e para que nossos alunos adquiram essa autonomia precisam de realizar aprendizagens significativas, em vez de somente responder (mecanicamente) às avaliações escolares. Ajudar os alunos a realizarem uma aprendizagem significativa e a desenvolver a capacidade de aplicá-la é importante. </div><div> Ao atribuir ao aluno um papel ativo no processo de ensino-aprendizagem, pois é ele próprio que constrói a sua aprendizagem, que a executa, estamos a permitir uma aprendizagem pela ação, que lhe permite experimentar e trabalhar sozinho ou com outros. Contudo, não podemos esquecer que tem de basear-se num conhecimento prévio, que é a base sobre a qual a aprendizagem significativa é realizada. Será um processo que continuo enquanto existir aprendizagem (ao longo da vida) e aprimora-se com a cooperação e colaboração com os outros. Isto porque o aluno não só aprende com o que faz, individualmente, mas também pelo que os outros lhe despertam, motivam ou inspiram.</div><div>Os significados fazem parte de cada ser humano e, por isso, importa que o aluno, intelectualmente despertado e apoiado, seja capaz de construir significados, construindo os seus próprios modelos da realidade, os quais se desenvolvem para dar resposta a novas experiências e permitem a abertura a outros pontos de vista. Nesta perspetiva aprender será, então, não um ato de apropriação de saberes construídos por outros, mas um momento de enriquecimento ou até de criação e desenvolvimento. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-25 11:13:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 3.4 - Criação de novas disciplinas </title>
         <author>mmafricano</author>
         <link>https://padlet.com/mmafricano/rh12crd6qoma/wish/239412970</link>
         <description><![CDATA[<div>A minha escola não está ainda a desenvolver o PAFC, mas poderia propor algo como:<br><br></div><div><strong>Nome: </strong>Projeto EDSE (Explorar e Divulgar a Serra da Estrela)<br><br></div><div><strong>Área(s) disciplinar(es) envolvida(s): </strong>Português, Geografia e Física e Química<br><br></div><div><strong>Ano(s) de escolaridade: </strong>7ºano<br><br></div><div><strong>Motivação para a criação da nova disciplina: </strong>Promover o desenvolvimento de componentes de currículo local, o trabalho colaborativo e cooperativo, a trans e interdisciplinaridade e a aproximação do meio envolvente.<br><br></div><div><strong> Principais estratégias para a sua implementação: </strong>Partir do conhecimento prévio dos alunos sobre a sua Serra, providenciar a sua contextualização com o objetivo de desenvolver aprendizagens mais consistentes e pertinentes. Um tempo por semana os professores das áreas envolvidas trabalharão em colaboração e articulação, com os alunos das turmas em grupos de trabalho. No âmbito de cada uma das suas disciplinas desenvolverão atividades como produção de textos, marcação e registo de trilhos na Serra da Estrela, atividades de investigação e/ou experimentais, tais como, análise de solos, água e ar, outras atividades a definir com os alunos e/ou com o CISE (Centro de Interpretação da Serra da Estrela).  <br><br></div><div><strong>Critérios de avaliação: Auto e heteroavaliação - </strong>discutir/refletir sobre as atividades realizadas e a intervenção de cada um, do grupo e dos restantes grupos; qualidade do trabalho final e da sua apresentação. No âmbito de cada disciplina envolvida proceder-se-á a uma avaliação do impacto das aprendizagens desenvolvidas no Projeto EDSE.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-07 21:15:57 UTC</pubDate>
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         <title>Gerar igualdade através da educação</title>
         <author>mmafricano</author>
         <link>https://padlet.com/mmafricano/rh12crd6qoma/wish/239428294</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.youtube.com/watch?v=LGDv2Q_rnEc">https://www.youtube.com/watch?v=LGDv2Q_rnEc<br></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-07 22:07:07 UTC</pubDate>
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         <title>O que está mal no sistema educacional?</title>
         <author>mmafricano</author>
         <link>https://padlet.com/mmafricano/rh12crd6qoma/wish/239429979</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.youtube.com/watch?v=AQQx5YSUKeg">https://www.youtube.com/watch?v=AQQx5YSUKeg<br></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-07 22:13:07 UTC</pubDate>
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         <title>E agora vou aprender!</title>
         <author>mmafricano</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ao meu ritmo...</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-08 20:34:16 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 4.3. Relato de uma prática de diferenciação pedagógica</title>
         <author>mmafricano</author>
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         <pubDate>2018-03-14 00:15:21 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 4.4.  Análise crítica de um modelo pedagógico</title>
         <author>mmafricano</author>
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         <pubDate>2018-03-14 00:17:25 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 4.6 - Submissão e revisão por pares: Planificação de um DAC</title>
         <author>mmafricano</author>
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         <pubDate>2018-03-22 23:19:42 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 5.2 – Reflexão sobre critérios de avaliação</title>
         <author>mmafricano</author>
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         <title>Tarefa 5.3 – Relação entre o que se pretende avaliar e as tarefas de avaliação </title>
         <author>mmafricano</author>
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         <pubDate>2018-04-02 17:10:59 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 6.3 -  Reflexão sobre a implementação da Cidadania e Desenvolvimento na escola </title>
         <author>mmafricano</author>
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         <title>Tarefa 5.4 – Avaliação em DAC</title>
         <author>mmafricano</author>
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         <pubDate>2018-04-23 20:51:32 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 6.6 – Planificação de uma atividade</title>
         <author>mmafricano</author>
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         <pubDate>2018-04-23 21:39:25 UTC</pubDate>
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         <title>Perfil dos Alunos à saída da Escolaridade Obrigatória</title>
         <author>mmafricano</author>
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         <title>Perfil dos alunos e Gestão Curricular</title>
         <author>mmafricano</author>
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         <title>Cidadania e Desenvolvimento</title>
         <author>mmafricano</author>
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         <title>Tarefa E1 - Partilha do Diário de Aprendizagem</title>
         <author>mmafricano</author>
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         <description><![CDATA[<div>Mural 1<br>Maria Margarida Cardoso Africano Fernandes Amaral<br><a href="https://padlet.com/mmafricano/rh12crd6qoma">https://padlet.com/mmafricano/rh12crd6qoma<br></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-23 22:52:44 UTC</pubDate>
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