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      <title>TÓPICOS DE ÉTICA  by Gustavo Sousa, SDB</title>
      <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica</link>
      <description>Breve Contexto </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-04-24 00:13:23 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-10-04 04:57:07 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title> 1.OBJETOS </title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/353574901</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>1.1. OBJETO MATERIAL: </strong>De que a ética se ocupa? /Quem se ocupa da ética? <br> Comportamento (condicionado-autorregulado) x conduta (não condicionado)<br><br></div><div> <strong>A) Comportamento:</strong> Influenciado por uma moral (MORIS);<br>*Não posso parar, mas posso diminuir, pois mente e corpo estreitam relações;<br>*Deve-se treinar o comportamento (autorregulação); </div><div>*Os sentimentos são diferentes;</div><div>*As emoções são iguais para todos (amor, ódio, medo, etc.)</div><div><br><strong>B) Conduta:</strong> uma liberdade vigiada. Perante a sociedade que nos vigia teremos que responder;</div><div>A conduta gera a "atitude" (forma/modo que você se posiciona) e habilidade social (pequena ética/bons costumes); <br><br></div><div>-Somos seres afetados;</div><div>-Somos seres territoriais. Alguém para entrar precisa pedir licença;</div><div>-Estamos continuamente defendendo o nosso território;</div><div>-A cultura é uma eticidade, ou seja, é normativa, assim sendo, há proibições e permissão. Se há leis, há transgressões;</div><div>-Toda a transgressão tem uma norma; </div><div>-Só tem uma coisa que faz uma coisa ficar fácil que é a alienação;</div><div>-O que dar validade num debate filosófico é a ciência, tradição, lei positivista, cultura, tradições morais; <br><br></div><pre><strong>Que? Como viver a vida/ Quem? Nós!</strong></pre><div><br><strong>1.2. OBJETO FORMAL: </strong>Qual perspectiva? /Com que olhar?<br>-A tarefa da ética é a orientação da conduta humana: liberdades, limites e proibições;</div><div>-Onde não há liberdade, não precisa de orientação (ética e moral);</div><div>-Precisamos de elementos que nos ajude a orientar as nossas escolhas;</div><div>-Virtus in médiu est;</div><div>-Orientação da conduta humana; </div><div>-O Deus que te criou sem a tua ajuda, não pode te salvar sem a sua ajuda;</div><div>-As questões éticas produzem dor;</div><div>-Amadurecimento ético ou moral e só acontece com o tempo;</div><div>-Nós aprendemos tudo; </div><div>-O pragmatismo ético sempre gira em torno de número;</div><div>-Todos os sistemas são pragmáticos;</div><div>-Temos que dá uma resposta ao tempo presente;</div><div>-Dialética pedagógica ascendente: Olhar para o abismo e avisar os demais;</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-24 00:24:32 UTC</pubDate>
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         <title>INTRODUÇÃO: BREVE PERIODIZAÇÃO DA HISTÓRIA DA ÉTICA </title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/353578951</link>
         <description><![CDATA[<div>-A ética é a ciência da práxis que significa ação, cujo objetivo é a ação individual e inter-individual;<br>-O conceito originário da ética vem da geometria; <br>-A ética possui um movimento mecânico (corporal e emocional) é impulsionado para satisfazer uma necessidade; </div><div>-Temos um modelo matemático por trás de toda ética;<br>-Na ética há uma liberdade de coesão e com isso se apresentam condições; <br>-Dentro da ética as condições são dadas pelos determinados lugares;</div><div>·         <strong>Platão: </strong>Há dois planos e há um modelo dialético e ascender e descender (Koinonia e Parusia); Pergunta como podemos viver a vida; para viver bem a vida existe um lugar perfeito na qual eu tenho que me espelhar (isto é  um ETHOS); o que vemos aqui embaixo é a simulação do conjunto ético que existe no mundo das formas;a ciência da pólis emerge a necessidade coletiva da ética;</div><div>·         <strong>Aristóteles: </strong>construir um equilíbrio entre dois extremos (a virtude está no meio- Proporção); para além da cabeça não se tem nada; se temos uma ideia de bem dentro da cabeça é porque chegamos próximo;</div><div>·         <strong>Hagel:</strong> há um só plano que funciona como espiral tendendo ao absoluto e ao espirito); Há um ponto de partida (consciência) e o ponto de chegada (Espírito absoluto)- ascendente- No princípio está a consciência no sentido absoluto; O que se apresenta diante da consciência, não é consciência (-); Temos uma ideia daquilo que não é conhecimento;</div>]]></description>
         <pubDate>2019-04-24 00:46:56 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>1.	ÉTICA E VIDA COTIDIANA</title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/353582489</link>
         <description><![CDATA[<div>Observando a forma como vivemos e falamos da vida que nos corresponde viver, encontramos uma série de experiências e de referências que nos remete ao tema da ética. Certamente a maioria de nós já experimentou dilemas em relação a decisões e escolhas que nos produziram um certo grau de conflito. Essa experiência do conflito guarda uma proximidade com ética, pois, sinto a necessidade de pensar e repensar uma decisão e, além disso, esse processo é experimental como conflitoso é porque se encontra em jogo questões que não são da ordem de meras opiniões e desejos, mas implicam questões de fundo de natureza que nos afetam de modo especial. Por essa razão podemos afirmar que na experiência dos nossos dilemas existenciais existem componentes éticos que nos afetam de maneira importante. Isto quer dizer que a existência humana como tal está e estará sempre atravessada por questões e dilemas éticos. Fazendo da ética uma velha e conhecida de todos nós.<br><br></div><div>Se adverte, no entanto, que uma questão ética ou um dilema ético que atravessa a existência na forma de experiência de dilema não é normalmente teorizada ou tematizada por quem a viver. Quem vive a experiência do dilema se ocupa em pensar a decisão ou a escolha que tem que fazer, não se ocupa em teorizar esse dilema desde com perspectiva teórica ou acadêmica,  quando muito se pergunta como alguém com maior autoridade e sabedoria decidiria o dilema em questão; podendo inclusive chegar a pedir conselho e ajuda à pessoas mais experientes. A isso chamamos de uso da ética no sentido comum. Por isso a ética não nos é estranha. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-24 01:07:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>2. A RELEVÂNCIA DA ÉTICA </title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/353582802</link>
         <description><![CDATA[<div>O tema da relevância da ética é necessariamente tratado de forma diferenciada em distintas épocas, já que as culturas, as civilizações e até mesmo as pessoas valorizam a ética para mais ou para menos conforme as condições e das diferenças da época.<br>No nosso tempo emerge a questão da relevância da ética. Normalmente se fala em relevância acadêmica ou cientifica; relevância social e política; relevância pessoal ou individual. </div><div>O grau de relevância da ética, tanto para mais tanto para menos, pode variar conforme a maior ou menor massa critica de questões, <strong>problemas, conflito, dilemas, que se apresentem em uma determinada época.</strong></div><div>A época que nos corresponde viver está marcada por uma considerável massa critica de questões éticas que vão desde temas como manipulação genética, violência, corrupção, modelos de governança política, modelos de reprodução econômica da vida, passando por questões de ordem religiosa, costumes, gênero, sexo e, chegando até mesmo àquelas questões referidas ao direito de vida e de morte, entre outras questões. A nossa época é um prato cheio para a ética. Em virtude disto se torna desnecessário perguntar retoricamente. É óbvio que a ética é relevante.</div><div>Não obstante, é necessário advertir que a discussão destes grandes temas que afligem a nossa cultura podem ser tratados tanto na academia e/ ou na vida cotidiana com interesse e disposição que variam conforme a conveniência de pessoas e de grupos,  fazendo com que o tonos da discursão  possa variar da indiferença em relação à alguns temas até a agressividade e violência em relação a outros temas. Para nós da filosofia a forma que se dá este debate é também uma questão ética. Porque há temas que nos interessam mais e há temas que interessam menos? Porque há temas que em alguns casos são quase proibidos? Por que há temas que nos mete medo? Por outro lado, porque há temas cuja a discursão produz deleite, euforia e masturbação intelectual? O debate da ética também comporta questões éticas.<br><strong>*ARGUMENTOS <br></strong>-Só o fato de ter mais de um ser humano na terra, já gera uma necessidade de ter uma ética; <br>-o ETHOS cria dispositivos de controle;<br>-O ETHOS vai se modificando com o passar do tempo;<br>-A ética vai fazendo reflexões sobre os ethos;<br>-Todas as comunidades humanas tem seu ETHOS;<br>-É relevante estudar ética, pois há um debate ético;<br>-O direito é a vizinha da ética;<br>-A religião é vizinha da ética;<br>-A moral é vizinha da ética;<br>*Obs.: essas ciências são vizinhas da ética, pois, tratam de temas voltados para a conduta e a relação dos indivíduos; <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-24 01:09:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>3. ÉTICA, CULTURA E SOCIEDADE </title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/353583003</link>
         <description><![CDATA[<div>As questões da cultura e da sociedade nos afetam a todos e a cada um. Desta forma as questões éticas que atravessam a cultura e a sociedade dizem respeito a todos e a cada um: ninguém está absorvido desta culpa e nem dispensado deste dever. Pertencer a humanidade te obriga de algum modo em relação a ela, e a humanidade não está interessada se você está de acordo ou não. A humanidade não é uma escolha, mas é uma condição, não importa se você não a escolheu livremente, o que importa e que você foi escolhido por ela. A nossa liberdade não atravessa a humanidade, mas é atravessada por ela como condição. Você é humano, por isso é livre. Mas você não é livre para ser humano, no entanto, a humanidade estendida no tempo foi, é, e sempre será uma tarefa atravessada pela sua liberdade.  Algo que recebemos, como diria Sartre, algo fizeram conosco. Agora, livres, importa saber o que cada um vai fazer com isso que fizeram com ele. A humanidade te foi dada, você é livre para fazer desta humanidade o projeto seu. Esse seria então o primeiro grande desafio ético do indivíduo ou pessoa da cultura e da sociedade. Somos projetos. Para um estado e até mesmo para uma nação, e ter um projeto ético de vida. Qual projeto ético? A resposta dessa à essa pergunta é sua.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-24 01:10:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>4. ÉTICA E OUTROS CAMPOS AXIOLÓGICOS E NORMATIVOS </title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/353583159</link>
         <description><![CDATA[<div>Existe um discuso clássica sobre as diferencias e também coincidências entre ética, moral, religião e direito. Quando se discute uma questão ética, ou melhor, quando se discute uma questão desde uma perspectiva ética, elementos da moral, da religião e do direito estarão presentes e atravessados nesta discussão. Isso acontece porque a vida humana e o conjunto de experiência dela decorrentes estão impregnados por conteúdos provenientes desses outros campos. Isso dificulta não só a discussão das questões éticas como também dificultam os nossos intentos didáticos de separar e diferenciar esses campos de saberes. De uma forma ou de outra temos que reconhecer que a vida humana está atravessada por esses diferentes saberes e não poucas vezes esse atravessamento aparece de forma conflitiva. O direito, a grosso modo é positivo, isto é, é posto e é convencional conforme o ordenamento politico de produção das leis. Por sua vez a religião é uma experiência coletiva associada a um povo e a uma tradição e a um conteúdo cuja a verdade se remete a uma autoridade transcendente. A moral por sua vez está associada a uma cultura, a um éthos e a um conjunto de tradições que podem vir e proceder de uma religião ou da tradição de um grupo humano, de uma instituição ou de algum outro arranjo coletivo que tenha como meta a regulação da conduta humana. A ética emerge neste contexto como reflexão filosófica sobre critérios e princípios cuja a função é interrogar pelo fundamento, pela coerência e pelas contradições teóricas e práticas de toda a construção axiológica e valérica humana produzida na história.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-24 01:11:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>5. ARISTÓTELES: ÉTICA A NICÔMACO </title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/353583443</link>
         <description><![CDATA[<blockquote>“Se portanto, uma finalidade de nossas ações foi tal que desejamos <strong>por si mesma</strong>, ao passo que desejamos as outras em virtude dessa, e se não elegemos tudo por alguma coisa mais ( o que, por certo, <strong>prosseguiria ao infinito</strong>, de sorte a tornar todo desejo fútil e vão), está claro que se impõe ser o bem e <strong>o bem mais excelente.</strong> E não será o conhecimento de muito importante do ponto de vista prático para a vida? Não nos tornará ele melhor capacitados para atingir o que devemos, como arqueiros que têm um alvo a qual mirrar? Se assim for, temos que tentar adquirir ao menos em um delineamento, o que esse bem mais excelente e de qual das <strong>ciências especulativas de práticas é ele objeto</strong>” (ARISTÓTELES, Ética a Nicômaco, 1094a 15-25)</blockquote><div><br><strong>*ARGUMENTOS <br>-</strong>Tem coisas que são por si mesma- Substância (sujeito inerente de um acidente);</div><div>-São por outras- acidente (objeto inerente de uma substância</div><div>-Aristóteles está propondo um sistema ético (Racional prático) com argumentos demonstrativos (dedutivos) e mostrativos (inferenciais)/ ----Função: explicativa de (como viver a vida); </div><div>-Ex-plica (abrir/ mostrar)</div><div>-O bem é assintótico (ao chegar ele se vai);</div><div>-Deve ser racional no sentido de coerente; </div><div>-O bem por si mesmo é um postulado da razão prática;</div><div>-Sucessão de pequenos bem ao infinito (irracional); em todo bem que eu chego dou conta que não é;</div><div>-O bem menor se torna um bem para alcançar o bem por si mesmo; </div><div>-Toda tradição pensa que o seu bem é para toda a humanidade; <br><br></div><blockquote> “Nossa discursão se mostrará adequada se atingir a clareza sequente pertinente ao tema não e de esperar exatidão de forma indiscriminada em todas as discursões, assim como nos produtos do artesanato a ciência poderia estudar o modo e o justo, o que se acarreta muitas opiniões diferentes e incertezas [...] Devemos, portanto, nos concentrar ao tratar desses assuntos e partir dessas premissas, como a obtenção grosso modo de um delineamento da verdade [...]” (ARISTÓTELES. Ética à Nicômaco. 1094B 10-20)</blockquote><div><br><strong>*ARGUMENTOS <br><br>-</strong>Veracidade- relação de adequação entre a fala e o conteúdo do pensamento ou conhecimento;</div><div>-Verdade: relação de adequação entre o conteúdo a coisa inventada;</div><div>-Erro: contrário de verdade; </div><div>-“Você mentiu porque não foi veraz”</div><div>-Analogia é uma aproximação da  verdade, mas não é a verdade <br><br><strong>PROJETO AÇÃO: <br>-</strong>Orientado por alguma qualidade</div><div><strong>-</strong>Há muitas ações e projetos, logo há muita qualidade;</div><div>-Podemos nos perder entre tantas qualidades;</div><div>-O ser humano é capaz de ordenar as qualidades. Criando uma ordem de subordinação do mais ao menos importante, de forma que as qualidades menos importantes se sustentam pelas mais importantes;</div><div>-Se adverte que uma sucessão de qualidades selecionadas ao conjunto termina para ação conseguir dizer qual  a qualidade do projeto ou da ação, produz um adiantamento ao infinito;</div><div>-É racionalmente necessário PONSLAR em uma FINALIDADE ÙTILMA, do contrário o sistema ético não consegue explicar de forma satisfatória como o ser humano se organiza em relação aos seus direitos e ações;<br><br><strong>CIÊNCIA POLÍTICA <br><br></strong>a) Deve ser uma ciência maior entre todas as outras; </div><div>b) Deve ser a ciência que determina quais outras ciências devem haver na Pólis; </div><div>C) deve ser uma ciência na qual todas as outras estão subordinadas;</div><div>d) Deve ser uma ciência cuja a finalidade indica as qualidades de outra ciência;</div><div>e) Deve a ciência que prescreve bem para a conduta da pólis </div><blockquote>"já que a felicidade é a atividade da alma conforme a virtude, deve-se preceder ao exame da virtude: talvez deste modo possamos entender melhor também o que seja a felicidade" (ARISTÓTELES, Ética à Nicomaco. 1102a5)</blockquote><div>*<strong>ARGUMENTOS <br><br></strong>-A alegria não é felicidade;<br>-A felicidade é uma atividade;<br>- Não podemos dizer: Eu me sinto feliz, pois a felicidade não é um estado; <br>- A alma é psiqué;<br>- O ser humano tem muitas atividades, inclusive vergetativas; <br>- Só lembramos das atividades vergetativas (automático)  quando ocorre alguma falhas; <br>- O psiquismo tem uma alta regulação do sistema; <br>- A atividade da alma não é atividades vergetativas;<br>- <strong>A felicidade é uma atividade racional da alma Conforme a virtude;<br></strong><br></div><blockquote>"E devendo-se proceder ao exame de virtude, entende-se que da virtude humana: pois o bem que procurávamos é humano, o humano é felicidade que se buscava. Virtude humana chamo de não a do corpo, mas a da alma, e por felicidade entendo uma atividade da alma"</blockquote><div>*<strong>ARGUMENTOS<br></strong>-Ha bens não humanos. Por exemplo da árvore que pode realizar vários bens (sombra, casa para os pássaros)<strong><br></strong>- Sem investimento nas condições não se desenvolve potencialidades; <br>- A bondade e a maldade não são inatas; <br>-A moral é um conjunto de tradições e a ética faz uma reflexão sobre todos estes conjuntos;<br><br></div><div><strong><em><br></em></strong>Faculdades:<br>*Vegetativa: não entra em contato com a razão; <br>*Apetecer: entra em contato com a razão (desejo) <br>*Razão: capaz de virtude como disposição (a única capaz de virtude) <br><br></div><pre><strong><em><mark>Síntese</mark></em></strong><strong><em>: </em></strong><strong><em><mark>A felicidade é atividade racional da alma conforme a sua boa disposição racional </mark></em></strong></pre><blockquote>"A virtude moral ou ética é o produto do hábito, sendo o seu nome derivado, como uma ligeira variação, dessa palavra. E, portanto fica evidente, inclusive, que não é a natureza que produz nenhuma das virtudes morais em nos, uma vez que nada que seja natural é passível de ser alterado pelo hábito" (1103a15)<br><br>"Analogamente, é a realização de atos justos que nos torna justos, e de atos moderados que nos torna moderados; a de atos corajosos que nos torna corajosos; [...]"Não é portanto de pouca importância se somos edificados desde a infância mediante certos hábitos ou outros; é, ao contrário, de imensa, ou melhor, de total importância" (1103b20)<br><br>"Aquele que, tomado pelo medo, de tudo foge e nada suporta, se torna um covarde, ao passo que aquele que não experimenta medo diante de coisa alguma e tudo enfrenta, se torna um temerário. Do mesmo modo, aquele que se cursa a todos os prazeres e não se referia diante de nenhum se converte em um licensioso. Por outro lado, quem se afasta de todos os prazeres, Como individuos rudes, se tornam incensiveis. Assim, a moderação e a coragem são destruídas pelo <strong>EXCESSO </strong>e pela <strong>DEFICIÊNCIA</strong> e preservada pela <strong>MEDIAMA" (1104a20)<br></strong><br>"Nossa suposição é a de que a vontade é quididade segundo a qual agimos da melhor forma no tocante aos prazeres e às e que o vício é o oposto" (1104b25)</blockquote><div><br></div><blockquote>"O suficiente foi dito objetivando Mostar que a virtude moral é mediania é em que ela o é, a saber, que é uma mediania entre dois vícios (um em função do excesso e o outro em função de deficiência; foi dito, ademais, que ela o é porque visa atingir o ponto médio nas paixões e nas acoes. <strong>É POR ISSO QUE SER VIRTUOSO REQUER ESFORÇO!!" (1109a20</strong>) </blockquote><div><br><strong>*ARGUMENTOS<br></strong>- A virtude não é inata ela é adquirida; <br><strong>- <br></strong><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-24 01:13:09 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>PRINCIPAIS IDEIAS DO LIVRO ÉTICA A NICÔMACO </title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/353585611</link>
         <description><![CDATA[<div>·         Aristóteles investiga neste texto o tipo de saber que se pode obter acerca da conduta, levando em conta a situação concreta do Homem, um ser que está acima do animal, mas que não pode ser definido apenas pela pura razão. Neste meio-termo se colocará o que se deve entender especificamente por virtude.</div><div>·         Aristóteles aborda neste texto os gêneros literários vigentes no seu tempo: poesia, tragédia, comédia, história, observando as características de cada um.</div><div>·         Admite-se geralmente que toda arte e toda investigação, assim como toda ação e toda escolha, têm em mira um bem qualquer;</div><div>·         Ora, cada qual julga bem as coisas que conhece;</div><div>·         Os objetivos da ciência política é visar algum bem;</div><div>·         Verbalmente, quase todos estão de acordo, pois tanto o vulgo como os homens de cultura superior dizem ser esse fim a felicidade e identificam o bem viver e o bem agir como o ser feliz;</div><div>·         Muitos homens identificam a felicidade com prazeres e por isso amam a vida dos gozos;</div><div>·         Pode-se dizer, com efeito, que existem três tipos principais de vida: a que acabamos de mencionar (vulgar), a vida política e a contemplativa;</div><div>·         A grande maioria dos homens se mostram em tudo iguais a escravos, preferindo uma vida bestial, mas encontram certa justificação para pensar assim no fato de muitas pessoas altamente colocadas partilharem os gostos de Sardanapalo (luxos/Prazeres);</div><div>·         -Muitos identificam a felicidade com a honra; pois a honra é em suma a finalidade da vida política;</div><div>·         -Alguns homens buscam a honra para se convencerem que são bons;</div><div>·         -Não pode haver uma ciência universal sobre o bem, pois este é aplicado no tempo, lugar, quantidade, qualidade, divindade, etc., ou seja, é muito amplo este conceito;</div><div>·         O sumo bem é claramente absoluto;</div><div>·         -A felicidade é procurada por si mesma ..... “É ela procurada sempre por si mesma nunca com vistas em outra coisa, ao passo que à honra, ao prazer, à razão e a todas as virtudes nós de fato escolhemos por si mesmos (pois, ainda que nada resultasse daí, continuaríamos a escolher cada um deles) mas também os escolhemos no interesse da felicidade, pensando que a posse deles nos tornará felizes. A felicidade, todavia, ninguém a escolhe...”;</div><div>·         “...o bem do homem nos aparece como uma atividade da alma em consonância com a virtude, e, se há mais de uma virtude, com a melhor e mais completa”;</div><div>·         “...o homem feliz vive bem e age bem; pois definimos praticamente a felicidade como uma espécie de boa vida e boa ação”;</div><div>·         “Também se ajusta à nossa concepção a dos que identificam a felicidade com a virtude em geral ou com alguma virtude particular, pois que à virtude pertence a atividade virtuosa”;</div><div>·         “...as coisas nobres e boas da vida só são alcançadas pelos que agem retamente”;</div><div>·         -Os homens virtuosos... “Em conseqüência, a vida deles não necessita do prazer como uma espécie encanto adventício, mas possui o prazer em si mesma”;</div><div>·         “...o homem que não se regozija com as ações nobres não é sequer bom”;</div><div>·         “...as ações virtuosas devem ser aprazíveis em si mesmas”;</div><div>·         “...ela necessita igualmente dos bens exteriores; pois é impossível, ou pelo menos não é fácil, realizar atos nobres sem os devidos meios”;</div><div>·         “...homem de muito feia aparência, ou mal-nascido, ou solitário e sem filhos, não tem muitas probabilidades de ser feliz...”</div><div>·         “...o objetivo da vida política é o melhor dos fins, e essa ciência dedica o melhor de seus esforços a fazer com que os cidadãos sejam bons e capazes de nobres ações”;</div><div>·         -Um menino não pode ser feliz porque ele não participa da vida politica;</div><div>·         “O louvor é apropriado à virtude, pois graças a ela os homens tendem a praticar ações nobres, mas os encômios se dirigem aos atos, quer do corpo, quer da alma”;</div><div>·         “O louvor é apropriado à virtude, pois graças a ela os homens tendem a praticar ações nobres, mas os encômios se dirigem aos atos, quer do corpo, quer da alma”.</div><div>·         “A virtude... se divide em espécies... algumas virtudes são intelectuais e outras morais; entre as primeiras temos a sabedoria filosófica, a compreensão, a sabedoria prática; e entre as segundas, por exemplo, a liberalidade e a temperança”;</div><div>·         “Não deliberamos acerca de fins, mas a respeito de meios”;</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-24 01:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>SANTO AGOSTINHO </title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/360733365</link>
         <description><![CDATA[<div>Introdução aos tipos de alma.<br>-Alma irrasivel;<br>-Alma  virtuosa;<br>-A felicidade é o horizonte<br>-Não há razões para o homem filosofar a não ser que seja feliz;<br>-O que faz com que o homem seja feliz é o fim bom;<br>-Aquela que não segue o fim bom não pode ser dita seita filosófica;<br>-A felicidade do homem é buscar perfeitamente a verdade;<br>-Quem busca a verdade com <strong>menos esforço</strong> do que deve não alcança o fim do homem;<br>-Quem busca a verdade com todo o <strong>esforço possível</strong> e necessário, mesmo que a não encontre, é feliz, pois age de acordo com o fim pelo qual nasceu. Se não o consegue a falta vem da natureza que o não permitiu; <br>-Deus é a Suma medida e Cristo é verdade na qual gozamos; <br>-Logo todo aquele que vier à <strong>Suma medida</strong> por verdade será feliz. E isso  é possuir Deus na alma, gozar de Deus. Quando as outras coisas criadas, Deus as possui, mas elas não possuem a Deus;<br>-Devemos conhecer as pessoas da trindade para tornar a nossa alma plena. <br>-Não é qualquer alegria que pode tornar o homem feliz;<br>-A alegria que não é concebida aos ímpios, é concebida a somente aqueles que te servem por puro amor; <br>-A felicidade é alegrar por ti, em ti e por ti;<strong> </strong>esta é alegria verdadeira;<br>-<strong>A felicidade é o gozo da verdade;<br></strong>-Já que amam a felicidade que nada mais do que é a alegria oriunda da verdade, amam certamente a verdade; </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-16 12:02:46 UTC</pubDate>
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         <title>SÃO TOMÁS DE AQUINO </title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/362882885</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><em>"Influenciado pela tradição tanto filosófica quanto teológica, Tomás classifica </em><strong><em>as virtudes como hábitos, ou seja, um estado, uma maneira de ser. É uma disposição, uma capacidade de natureza humana, a qual se enraíza em sua natureza específica e individual, finaliza pelo agir"</em></strong></blockquote><div><br><strong>* ARGUMENTOS<br></strong>-Aquino tem um fim último assim como Aristóteles;    <br><em>"O filósofo define o hábito como disposição segundo o qual alguém se dispõe bem ou mal;<br><br></em><strong>PONTOS DE SUA ÉTICA<br><br>-ÉTICA </strong>é igual a Razão prática;<strong><br></strong>-<strong>Há uma distinção no tratado das virtudes:<br>MORAL: </strong>APERFEIÇOA A POTÊNCIA APETITIVA;<br><strong>INTELECTUAL: </strong>APERFEIÇOAM O INTELECTO ESPECULATIVO;<br><br>-A perfeição de uma coisa é considerada em ordem do seu fim;<br>-É pelos hábitos que elas se determinam aos atos. Por isso<strong> as virtudes humanas são hábitos;</strong><br>-O hábito é uma disposição segundo a qual alguém se dispõe bem ou mal; <br>-As virtudes que são hábitos dependem da nossa harmonia com a natureza da coisa;<br>-A <strong>sindérese </strong>é o elemento místico que nos auxilia a tende ao bem (discernimento); ela tende somente para o bem;de acordo com a natureza da coisa;<br>-O raciocínio é um movimento que precede da intelecção; <br>-A boa conduta (agir) se dá pela harmonia da <strong>VIRTUDE INTELECTIVA COM A VIRTUDE MORAL</strong>, assim, se chegará ao <strong>FIM ÚLTIMO; <br></strong>-Para Tomás a ética é questão de hábitos;<br>-O aperfeiçoamento dos princípios particulares das nossas ações dependem das condições que lhes são dadas;<br>-O aperfeiçoamento de nossos hábitos particulares dependem da virtude moral essa virtude é exigida pela <strong>RETA RAZÃO DO AGIR </strong>(PRUDÊNCIA);<br>-Tomás utiliza as virtudes cardeais para aperfeiçoar o sujeito; <br>-Somente os princípios naturais não são necessários, é necessário os princípios teologais para se ordenar na bem-aventuranças;<br>-As virtudes são transmitidas unicamente pelas sagradas escrituras (revelação);<br>-<strong>A FÉ </strong>serve para crer na iluminação divina; <strong>A ESPERANÇA </strong>serve para crer no possível algo de se obter; <strong>A CARIDADE </strong>é a concretização do fim (ato);<br>-A <strong>ESPERANÇA </strong>faz com que o homem se ligue a Deus; pela esperança apoiamo-nos no auxílio divino para obter a bem-aventurança eterna;<br>-A <strong>PRUDÊNCIA </strong>alcança a razão em si mesma (meio termo nas paixões humanas);<br>-A <strong>A CARIDADE </strong>é mais excelente que a fé e a esperança; <br>-</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-23 11:44:58 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>CONTEXTUALIZAÇÃO DA ÉTICA MODERNIDADE- PORQUE ESTUDAR ÉTICA II? </title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/372163238</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Há diversos fenômenos na contemporaneidade entre eles o NeoConfucionismo: Entre os princípios do Confucionismo, o principal é conhecido pelos povos orientais como <em>junchaio</em>, que são considerados os ensinamentos dos sábios. Este princípio é o que define o <em>Tao</em> (caminho superior), uma maneira de ter uma vida equilibrada, satisfazendo as vontades do céu e da terra. Não há um Deus, igrejas e nem mesmo uma unidade criadora;</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-07-24 13:48:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1.ORIGENS DA TEORIA DA LEI NATURAL: ESTOICOS E LATINAS </title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/372823250</link>
         <description><![CDATA[<div>- Até a ética Aristotelica, a ética está associada a pólis; <br>- Fazer o bem antigamente na Grécia era fazer o bem na pólis, ou seja, a eudamonia estava relacionada a cidade-estado (que se alto gere e se determina). As pessoas se organizavam a partir daquilo que era decidido na assembleia da pólis. Este modelo funcionava muito bem para aquele modelo de estado;<br>- Neste modelo de estado se nasce a democracia; <br>- A comunidade é o fundamento da sua própria regra; <br>- Surge-se o Império a partir das cidades-estados, ou seja, esta última não serve mais para estabelecer leis para todos;<br>- Os iguais não serve mais para dá leis para os seus iguais, pois estas leis não se fundamentariam; <br>- A guerra de Tróia foi muito mais comercial do que outras relações. Com a guerra se muda a organização das cidades-estados;<br>- Com os bárbaros na Grécia não seria mais possível estabelecer uma lei comum, ou seja, começou as divergências; <br>- Esses bárbaros se tornaram céticos do sistema, ou seja, sofistas;<br>- O Império se tornou grande e o que se havia em comum era somente a natureza. Apesar de serem diferentes todos somos naturais e se começou a verificar o que havia de comun perante a natureza humana; <br>- Surge- se o ESTOICOS que avaliavam o que era comum a natureza humana; <br>- Tinha que se ficar com aquilo que era comum a natureza e não conforme o desejo. Aí surge as divergências entre o desejo e o natural. Tem algumas coisas que está guardados em nós para além da nossa natureza deve-se ser jogar fora (austeridade); <br>- Segundo os ESTOICOS a natureza pode ser acessada pela RAZÃO; <br>- Temos o instinto racional para perceber o que é além da minha necessidade natural; <br>- Os ESTOICOS tinham razão o desejo é causa da perdição !<br>-A autodisciplina é aquilo que define a ética ESTOICA;<br><mark>-A ética ESTOICA é se abster dos DESEJOS e viver com aquilo que é absolutamente NECESSÁRIO para minha NATUREZA, assim sendo, atingirei a minha finalidade;</mark><br>- Para remover esses desejos, devo mover os objetos de desejo;<br><br>*<mark>Síntese Feita pelo Prof. Dr. Márcio Costa:</mark>&nbsp;</div><blockquote>"A disciplina de ética II fundamentalmente tratará das discussões modernas e contemporâneas sobre a tensão entre a lei natural e a autonomia. <br>Na história da ética o tema da lei natural emerge a partir do declínio das cidades-estados do mar Egeu e do Mediterrâneo, abrindo espaço para novas organizações políticas e sociais mais amplas, com maior densidade populacional, e maior diversidade cultural. Exemplos disto são o Imperio grego de Agamennone e o Império Romano. <br>Neste contexto emerge a escola filosófica dos ESTOICOS, denominada também de Estoicismo Grego e Estoicismo Latino. Para entender o Estoicismo é necessário voltar a ética de Aristóteles. Na ética a Nicomaco, Aristóteles estabelece que o ideal de felicidade se realiza com a vida feliz no interior da pólis grega. O tipo de organização social da pólis permitia uma estreita relação entre o bem ético e o bem político estabelecido na Ágora pelos cidadãos. Com o declínio das pequenas cidades-estados e o aparecimento de grandes impérios a experiência comunitária da pólis deixa de ser o referente que fundamenta a ideia de bem que orienta a ação humana na direção da felicidade (Livro II da Ética a Nicomaco), na falta desse fundamento era necessário busca outro de maior abrangência, que respondesse as novas condições de diversidade cultural no interior de um mesmo regime político Imperial. A grosso modo, os impérios são grandes e extensos, abrangem muitos territórios de tal forma que a experiência particular de um pequeno grupo de cidadões não pode mais servir de experiência para elaboração de uma ética que se extenda de forma universal sobre todo o império. Se a experiência privada de uma comunidade não é mais suficiente para fundamentar uma ética de proporções imperiais, então, onde encontrar um novo fundamento para essa nova ética ? O Estoicismo empreendeu um esforço teórico e prático para responder essa pergunta. <mark>Postula que se é que existe algo o suficientemente abrangente para se constituir como princípio de uma ética igualmente abrangente isso só pode ser a NATUREZA. A natureza seria então aquilo que existe de mais geral em relação a experiência humana em comunidade que anteriormente fundamentado pela ciência política a vida feliz preconizada pela ética de Aristóteles. Uma ética que se caracteriza como uma ética dos iguais para os iguais. </mark>Dentro de um contexto imperial que há mais diferentes do que iguais se pergunta: a partir de quais fundamentos é possível propor algo universalmente igual para todos os diferentes?<br><mark>O único fundamento possível é a natureza porque In Natura todos os diferentes são iguais.</mark>&nbsp; <br>O Estoicismo vai se caracterizar como uma ética eminente prática e com pouco pendores teóricos, se caracterizam por um minimalismo e uma austeridade em relação a experiência humana. <mark>Viver eticamente como ser humané, é viver segundo a natureza humana.</mark> E os ESTOICOS entendem que para viver como ser humano natural muitas poucas coisas são necessárias. <br>Dessa forma <mark>viver com o absolutamente necessário é uma lei ou norma que emana da natureza humana</mark>. <br>Aqui aparece claro o tema da lei natural. <mark>A primeira lei natural é: viver segundo a sua própria natureza e a segunda lei natural é: viver apenas com o absolutamente necessário</mark>. A ética consistiria então na condução da vida pelo absolutamente necessário segundo a sua própria natureza.&nbsp;<br><br></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2019-07-31 14:15:39 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>2. DIREITO NATURAL DE S. TOMÁS</title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/372943898</link>
         <description><![CDATA[<blockquote>Com o Estoicismo emerge uma discussão nova no campo da filosofia em torno da questão que interroga a natureza humana: Em que consiste a natureza humana? <br>A inteligência nos ajuda a reconhecer o que é lei natural na criação </blockquote><div><br>-O Ser humano foi criado com inteligência, ordenamento e propósito.<br>-Os ESTOICOS tiraram as estátuas, teatros, etc. Para deixar somente o necessário;<br>-O que o ser humano faz com os seus desejos e suas vontades?</div><blockquote>-A grosso modo podemos assinalar que o tema da lei natural em S. Tomás está associado a elementos da metafísica aristotélica e de uma teodisseia e uma teoria do próprio aquinate. A metafísica oferece um recurso das categorias de causa e efeito, bem como o principio fundamental de proporcionalidade entre efeito e causa e vise e vessa de modo que examinando a causa é possível antecipar o efeito. Examinando o efeito é possível inferir a causa. <br>O conceito causa na teodisseia é transmutado para o conceito criador e o conceito efeito é transmutado em criatura e a relação causal é transmutada em criação. <br>Na suposição que o criador seja inteligente, a criação participará de algum modo dessa inteligência o criador infunde na criação a inteligibilidade e um dos entes criados além da inteligibilidade infunde também a inteligência. A criatura inteligente e mesmo tempo inteligível debruçando sobre a sua própria experiência descobre os atos de uma inteligência tem propósitos se sua inteligência menor opera sempre em propósito e se sua inteligência menor guarda uma relação de proporção com a inteligência maior é possível afirmar que a inteligência maior ao criar um mundo inteligível e um ente inteligente o fez de maneira inteligente logo o fez com propósito.<br> O propósito inscrito em cada ente criado pelo criador é aquilo que deve ser decifrado pela inteligência e manifesto pelo discurso como lei natural.</blockquote><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-08-01 13:09:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>3.A REFORMA LUTERANA E CALVINISTA REFORMA LUTERANA E CALVINISTA</title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/377654454</link>
         <description><![CDATA[<div><br>-Kant afirma a necessidade de um Deus para que o povo cumpra bem a virtude na terra. O ser humano só é bom devido a possível punição; </div><div>-Um Deus religioso se transforma no Deus da razão;</div><div>- Muitos aceitaram a fé para fundamentar e até mesmo aprovar as suas teorias;</div><div>- A reforma é a primeira forma de declínio da lei natural; <br><br></div><pre>“Ambos aceitam a necessidade da justificação pela fé e pela graça precedentes. Admitindo que o pecado debilitava nossas faculdades e turvava a nossa razão, ele ensinou menos que Lutero sobre o seu dano. Mas estava tão determinado quando Lutero e ensinar a total inadequação das obras para buscar a salvação. Assim como Lutero, Calvino é um voluntarista. Deus, o criador e dirigente dos cosmos, está bem além do entendimento humano”. 
(Pág. 58) </pre><div><br></div><pre><mark>*Síntese feita pelo Prof. Dr. Márcio Costa </mark></pre><blockquote>   Com o advento da reforma acontece um giro substantivo sobre a reflexão na lei natural. Até então, a grosso modo a razão ocupava um lugar central no processo de discernimento da lei natural. Esta seria a grande contribuição da tradição aristotélica tomista: a razão é capaz de discernir a lei natural.<br>   <mark>Com a reforma a atenção se volta sobre a vontade e não mais sobre a razão</mark>. Provavelmente inspirados pela teologia paulina que sabendo bem não implica necessariamente fazer o bem, os reformistas a atribuir a vontade como centralidade em relação as questões do bem e do mal. <mark>A questão fundamental seria então: como fazer o ser humano querer o bem?</mark><br>   A reforma considera o ser humano uma criatura errática e incorrigível pelo conhecimento e pelo argumento, já que o ser humano pode querer contra todas as razões. A única forma de mover à vontade era a coesão, medo, a punição. Nesse sentido a ética começa adquirir uma tonalidade rigorista conduta, e normativa punitiva de tal modo que para Lutero<mark> a única lei que realmente move à vontade é aquela promulgada pelo soberano sob o signo da punição para quem não há culpa.</mark><br>  No entanto, Lutero admite um certo tipo de <mark>eleição messiânica</mark> na qual algumas pessoas, naturalmente os reformados, receberiam de Deus uma graça especial para viver perfeitamente a lei mosaica fundada na lei natural de tal forma que não necessitar-se-iam preocupar com a lei promulgada e seus castigos, pois já estariam de certo modo vivendo uma perfeição maior do que aquela exigida na lei do soberano.</blockquote><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-08-27 20:10:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ÉTICA DA OBEDIÊNCIA: À PRINCÍPIOS; À VIRTUDES; MANDATOS, NORMAS, ETC HETERONORMATIVOS: A NORMA VEM DO OUTRO OU DE FORA</title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/377659285</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>MAQUIAVEL<br></strong><br></div><blockquote>“Maquiavel não rejeitou o Cristianismo por considera-lo sem importância. Ele achava que a religião era de maior importância para manter uma comunidade unida. A religião é particularmente necessária para qualquer um que queira introduzir novas leis fundamentais. Por isso, os homens sábios que, querem remover essa dificuldade, tem de recorrer a Deus”, e Maquiavel também defende que a religião cristã- “nossa religião”- e a verdadeira. Por que então não aplica seus ensinamentos à política?” </blockquote><div>(Pág. 63/64)<br><br><strong>*ARGUMENTOS </strong><br>-O exercício do poder sempre vai ser estratégico;</div><div>-Só votamos no politico que diz o que queremos escutar;</div><div>-Maquiavel desmascara um aspecto da natureza humana, o ser humano quando está em grupo só consegue operar se tiver uma estratégica;<br><br><br></div><blockquote>“O homem de virtú é energético, bem preparados, cheios de disposição para lutar pelo bem comum, hábil na guerra, pronto para buscar a glória, seja no combate às ameaças externas à sua cidade ou estendendo o seu poder a outras pessoas, nossa religião não apela como a pagã, para a ação violenta e vigorosa. Em vez disso, nossa religião...Estabeleceu-se com a maior humildade, abjeção e desprezo pelas coisas comuns. Uma religião que insultos na esperança de alcançar o céu em vez de vingar-se em defesa de sua honra, destrói a virtú e torna o homem afeminado e desprezível, uma religião como a nossa é sujeição". (Pág. 64)</blockquote><div><br><strong>ARGUMENTOS</strong> <br><br>-Quem vive obediente a ética religiosa não é capaz de exercer o poder;</div><div>-A ética religiosa para Maquiavel é disfuncional, ou seja, ela não funciona;<br>-Entretanto, esta é a nossa religião;  <br><br></div><div><br></div><blockquote>“Foi porque o Maquiavel aconselhava os príncipes ignorarem a moralidade quando ele não era útil aos seus objetivos políticos que seu livro tão chocante. Para manter as pessoas sob controle, é melhor ser temido do que ser amado. A aparência da virtude é importante, porque o povo gosta disso, e o príncipe inteligente faz o que pode “para evitar tudo que possa torna-lo odiado e desprezado”. Astúcia e habilidade são mais valiosas do que a força: frequentemente é necessário enganar as pessoas; e o governante deve sempre estar pronto a quebrar sua palavra, assassinar seus ex- conselheiros de confiança ou enviar seu povo á guerra para sua própria glória, se esses feitos permitissem-no permanecer no poder” (pág. 65)</blockquote><div><br><br></div><blockquote>"Se os próprios filósofos romanos interpretam mal as origens da força de Roma, tanto pior para eles. As sociedade se iniciaram como ligas de defesa, o líder forte pelo bem comum honorável ou o bom pernicioso ou mau surgiu. Para proteger contra esse mal, foram feitas as leis, e com elas surgiu a primeira ideia de justiça (Discoursses). Difícil viver juntas, isso porque os homens são maus. São de uma ambição desmedida, seus desejos são insaciáveis e o descontentamento é comum. São precisos leis e um governo forte para manter uma comunidade unida" (Pág. 65/66)</blockquote><div><br><br></div><blockquote>“Em uma república, os melhores se revezam governando e sendo governados; novos talentos são buscados, a pobreza não é uma barreira, os resultados são o que importa, e, com o populacho sempre ciumento da sua liberdade, nem um governante rico consegue durante muito tempo usurpar demasiado poder. Em uma república, tanto o povo quanto grupo governante estarão dedicados ao bem comum. Os cidadãos conquistam glória e hora trabalhando juntos em prol disso” (Pág. 66)</blockquote><div><br><strong>*ARGUMENTOS</strong><br><br>-Não existe mais perigoso no mundo do que um homem e uma mulher sem nada a perder;<br>-<strong>A religione pagana è a melhor: mente forte e vontade impositiva;    </strong><br>-Todo o opressor é filho legitimo da opressão;<br><br></div><blockquote>“<mark>A desigualdade é, portanto, o curso da república. As leis devem regular estritamente a riqueza, e a religião deve reforçar a lei,</mark> “a primeira, conseguir ganhos; a segunda, manter-se livre”. Ele declara que “a coisa mais útil que em estado livre pode conseguir é manter seus cidadãos pobres”. Assim Maquiavel acha que uma visão comunitária do bem é a única esperança para uma cidade estável e duradoura”. (Pág. 67)</blockquote><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-08-27 20:27:53 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>O CETICISMO DE MONTAIGNE</title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/377666240</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><blockquote>“Atacando diretamente uma declaração sobre a lei natural, ele diz que não consegue encontrar nenhuma doutrina sobre o certo ou errado, ou sobre como viver, que seja universalmente aceita. Somente o consentimento universal mostraria que as leis são naturais. Quando há todos essas opiniões e nenhum critério definido para escolher entre elas, o resultado é a suspensão da crença. Quantos fatores puramente acidentais tem um papel na determinação das nossas opiniões, quanto de nossas opiniões parecem devidas ao nosso temperamento, aos pais onde elas terem nascidas ou à educação e à posição social que a sorte nos proporcionou. Como então podemos atribuir muito peso às nossas convicções”. (Pág. 72)</blockquote><div><br><strong>*ARGUMENTOS</strong><br>-Se há disparidade eu posso escolher não seguir nenhum;</div><div>-Prova Contra fática: Quem vive assim do jeito que você prega? </div><div>-Para obedecer deve ser uma norma universal. Algo para ser imposto como norma absolutamente universal, a mesma deve ser universalmente aceita;</div><div>-Todos as normas que se dizem que são universais, não são aceitas por todos. E se não são aceitas e eu não tenho obrigação de seguir. Se são alguns, então são particulares;<br><strong>-Montaigne não cria uma ética, ele faz uma critica a ética; <br><br><br></strong><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-08-27 20:56:49 UTC</pubDate>
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         <title>DESCARTES </title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/377666988</link>
         <description><![CDATA[<div><br>-Provável, é aquilo que ainda não foi provado; </div><div>- Demonstração geométrica (prova) é a base de descartes;</div><div>-Não é uma demonstração geométrica no motor imóvel de Aristóteles;</div><div>-Uma metafisica de coisas provadas pela demonstração geométrica a humanidade ainda não produziu;</div><div>-<strong>Moral provisória: </strong> enquanto não temos uma ética rigorosamente filosófica, vamos improvisando <br>-Moral inrrefutátel; <br><br><br></div><blockquote>“Obedecer às leis e aos costumes de meu país, retendo constantemente a religião em que Deus me concedeu a graça de ser instruído desde a minha infância, e governando-me, em todas as outras coisas, seguindo as opiniões mais moderadas e as mais distanciadas de excesso, que fossem comumente acolhidas em prática pelos mais sensatos daqueles com quais teria de viver (DESCARTES, 1953, p.141)</blockquote><div><br><strong>*ARGUMENTOS<br></strong><br>-Paulo Tarso que manda a comunidade cristã vive desta forma;</div><div>-Aristóteles influencia na sua moral;</div><div>-ética mínima para conservar a convivência social (obedecendo as leis, seguindo a sua religião e manter o equilíbrio);<br><br><br></div><blockquote>“Minha segunda máxima consiste em ser mais firme e o mais resoluto possível em minhas ações, em não seguir menos constantemente do que se fossem muito seguras as opiniões mais duvidosas; sempre que eu tivesse decidido a tanto (DESCARTES, 1953, p. 145).</blockquote><div><br><strong>*ARGUMENTOS</strong><br>-Disciplina;</div><div>-Fazer as coisas sempre certo, é o certo a fazer;<br><br></div><div><br></div><blockquote>“Minha terceira máxima era procurar sempre antes vencer a mim própria do que à fortuna, e de tentar mudar antes os meus desejos do que a ordem do mundo; e, em geral, a de acostumar-me a crer que nada há  que esteja inteiramente em nosso poder, a não ser nossos pensamentos, de sorte que, depois de termos feito o melhor possível no que concerne às coisas que não são exteriores, tudo que deixamos de nos sair bem é, em relação a nós, absolutamente impossível (DESCARTES, 1953, p.142-143)</blockquote><div><br><strong>*ARGUMENTOS </strong><br>- A disciplina deve começar por nós mesmos;<br><br><br></div><blockquote>"Enfim, para a conclusão dessa moral, eu resolvi passar em revista as diversas ocupações que os homens tem nesta vida, para empenhar-me em escolher a melhor, e sem que eu deseje dizer nada sobre as dos outros, eu pensei que o melhor a fazer seria continuar naquela mesma em que me achava, isto é, empregar toda a minha vida em cultivar minha razão, e adiantar-me, o mais que pudesse, no conhecimento da verdade, seguindo o método que prescrevera" (DESCARTES, 1953, p. 142-143)</blockquote><div><br><strong>*ARGUMENTOS<br></strong><br>-Descartes prefere ficar na sua filosofia racional;</div><div>-Aquilo que foi postulado nas literaturas pelos filosóficos é provável, pois não há uma evidência geométrica; estes silogismos são prováveis;</div><div>-Descartes precisa de uma maneira nova para fazer uma metafisica; </div><div>-Deve-se demonstrar que é necessário, pois demonstrar aquilo que é contrário é contraditório isso não atesta uma metafisica;</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-08-27 21:00:07 UTC</pubDate>
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         <title>MAX SCHELER: ÉTICA MATERIAL DOS VALORES</title>
         <author>guga_887</author>
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         <description><![CDATA[<div>-Ligação com Kant (forma) e Aristóteles (matéria = conteúdo= bem= virtude= felicidade) <br>- Com Aristóteles oferece os conteúdos que se devem viver para alcançar a virtude- Ex.: "o budismo oferece um conteúdo para viver bem, ou seja, o desapego. Para eles, para atingir o Nirvana (céu) é necessário viver o desapego./ O código de ética da OAB, da Biologia, etc. apresentam regras (conteúdo) que indicam o bem que deve ser vivido.<br>-Para Scheler não é possível encontrar o bem entre os dois extremos;</div><div>-A ética de kant não diz o que é o bem e nem diz o que é o mal, ela dá somente formas para encontrar o bem. A fórmula de Kant é <mark>julgue de tal maneira que qualquer outro ser humano no seu lugar, fazendo o uso da razão, atuaria (escolheria) de igual maneira</mark> (aposta demais na razão rigorista). Se não somos rigorosos na razão atuaríamos como empirista e racionalista. <br><br><strong>O Mercado Liberal (Neoliberalismo)<br><br></strong>-Influência da autonomia de Kant. <br>-O projeto da ilustração: é libertar o sujeito de todas as ideias e torná-lo autônomo; é necessário libertar o povo de normas éticas que impedem o sujeito de consumir, assim, impedindo o avanço do mercado. <br>-Para ser absolutamente rigoroso não posso considerar universalmente as éticas materiais;<br><br><strong>A fórmula de Scheler <br><br></strong>-Pode-se encontrar o bem sendo rigoroso que nem kant e posso encontrar o bem  através do meio termo, mas o que garante que isso será mais conveniente. <br>-O valor da ética material só podem ser encontrados se forem indicados. O material é ontológico. A intuição é o sentido objetivo da ontologia. Para Scheler os objetos são intuídos; Os valores são importantes, mas do jeito de kant fica impossível e por meio de Aristóteles será fácil demais. Qual a garantia para saber qual é mais conveniente e qual é o mais prudente, mesmo depois de ponderar (Seria mais prudente ou mais conveniente)?</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-10-17 11:34:43 UTC</pubDate>
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         <title>PUFENDORF E O ESTADO COMO RESULTADO DE DOIS CONTRÁRIOS</title>
         <author>guga_887</author>
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         <description><![CDATA[<div>-Há um estado natural- hipotético. Em tal estado o homem vivia em plena liberdade e não dependia de outrem para guiar a sua conduta;<br>-Os homens são levados à mútua injúria, então, os patriarcas criam o estado civil. O <strong>estado civil </strong>se opõe ao estado natural, porém essa oposição é para garantir que os homens não causem danos uns aos outros;<br>-Pois, para Punfendorf é muito fácil o homem infligir outro homem o pior dos males naturais, que é matar os seus semelhantes;<br>-Thomas Hobbes afirmou que "o homem é lobo do próprio homem" e que na inexistência de um Estado forte, ocorreria uma guerra de todos contra todo".<br>-"[...] se não houvesse juízes ou autoridade cada homem devoraria o outro". Também afirmou que o homem é o único animal que é guiado pelas paixões, pelas gulas e pela luxúria; <br>-Epicuro (340-271 a. C. ) afirmava que o homem inatamente busca o prazer e foge da dor;<br>-Para Punfendof, ser um bom cidadão é obedecer às leis positivadas pelos governantes e subordinar o bem particular ao bem político; <br>-As leis vem de Deus- jusnaturalismo tomista;<br>-O homem para se tornar cidadão deve renunciar "a liberdade natural e submeter-se a uma autoridade que inclui o direito de vida e de morte". Essa é uma defesa a pena de morte que garante o bem comum;<br>-A ação governamental deve buscar sempre o  bem comum que muitas vezes promove conflito com o interesse particular;<br>-Para a criação de um Estado estável, Pufendorf propõe a realização de um <strong>contrato social </strong>entre homens livres e iguais; <br>-Este contrato compreende a dois pactos (segurança e obrigação para a salvação comum) e um decreto (modelo de governo - monarquia, aristocracia ou democracia);<br>-Ele considerava a vontade da maioria como a vontade de todos;<br>-A autoridade é suprema, então, não deve justificações dos seus atos, pois ela é superior as leis humanas e civis. <br>-O cidadão deve suportar parcialmente a sua severidade, tanto quanto o arbítrio dos pais é aceito pelos bons filhos; <br>-O governante deve buscar sempre o benefício para o Estado e nunca o próprio particular;<br>- O governante está submetido apenas a lei divina;<br>-"[...] para que os cidadãos aceitem as prescrições legais não tanto pelo medo de punições como pelo hábito";<br>-O bom cidadão não pode ter pensamentos revolucionários, pois tais pensamentos destroem o bem-estar comum e a segurança do Estado.<br>-Esse pensamento será reforçado pelo positivismo de Comte. Só pela ordem ocorre o progresso social;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-10-28 13:19:03 UTC</pubDate>
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         <title>A TEORIA DE NATUREZA NO LEVIATHAN DE HOBBES </title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/403564942</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1. O estado de Natureza e o homem natural<br></strong>-O estado político é um homem artificial;<br><strong>a) As condições objetivas naturais<br></strong>-"Por isso que Hobbes diz, eu penso, que é assim se nós tomarmos a natureza humana do jeito que ela é; nós podemos inferir que o Estado de Natureza se torna um Estado de Guerra; <br><br>- 4 características da natureza humana propostos por Hobbes, segundo Rawls: <br>a) igualdade humana no que diz respeito aos dotes naturais: força do corpo e da mente;<br>b) a escassez de recursos e a natureza de nossas necessidades produz competição;<br>c) suportar as inferência das paixões, segundo Hobbes, o perfil que predomina é o egocêntrico;<br>d) Temos a capacidade de agir com justiça para o nosso próprio bem (Não há certeza que ele disse esta);<br><br>-Não há, dirá Hobbes, nenhuma hierarquia social e nenhuma vantagem verdadeiramente significativa que um homem tenha sobre os demais;<br><br></div><pre>"A natureza fez os homens tão iguais, quanto as faculdades do corpo e do espírito que, embora por vezes se encontre um homem manifestamente mais forte de corpo, ou de espírito mais vivo do que o outro, mesmo assim, quando se considera tudo isto em conjunto, a diferença entre um e outro homem não é suficientemente considerável para que qualquer um possa com base nela reclamar qualquer benefício a que outro também não possa aspirar, tal como ele" (<em>Leviatã, c. XIII)</em></pre><div><br>-o ponto a ser destacada é que todos os homens estão aqui, mais ou menos, equiparados no que tange a obtenção de bens, isto é, todos possuem os meios necessários para atingir à subsistência; <br>-Buscamos, de certa forma, os mesmos bens. <br>-Não encontramos de maneira suficiente na natureza; e, devido a essa escassez de bens, um objeto não pode ser apreciado por dois homens ou mais; então, consequentemente instaura-se uma disputa e uma concorrência por ele (Leviatã, c. XIII)<br>-A insuficiência de bens é a segunda condição objetiva (BOBBIO, 1991, p. 34s.)<br>-Aquele que possui um bem deve está sempre em alerta para não perdê-lo;<br>-O E. N., caraterizado pela igualdade de forças e da escassez de bens, surgem: a disputa, a desconfiança e a glória. Três causas da discórdia entre os homens e que, para Hobbes, já estão presentes na natureza humana; levando Hobbes a pensar um E. N. pleno em condições adversas;<br><br><strong>b) O homem no Estado de Natureza: as paixões e a razão como cálculo <br></strong><br></div><pre>"As ações voluntárias não são apenas as ações que têm origem na cobiça, na ambição, na concupiscência e outros apetites em relação a coisa proposta, mas aquelas quem tem origem na aversão, ou no medo das consequências decorrentes da omissão da ação" (Leviatã, c. XIII)</pre><div><br>-A paixão do do medo é a combinação da aversão com a opinião do possível dano causado pelo objeto temido;<br>-A paixão politica do medo é o componente passional que pode compatibilizar as razões da paz com a paixão pela paz. Ao fazer parte do cálculo pró-paz a paixão-medo marca presença na origem das obrigações contratuais e da obediência civil;<br><br></div><pre>"A paixão do medo é a chave da passagem do estado de guerra ao estado de paz, pois é preciso que o <em>querer natural (</em>vontade natural) do homem seja suficientemente motivado para aceitar a razoabilidade da fundação do <em>querer político (=vontade política)" (2011, p.351);
</em><br></pre><div><em>-</em>A paixão pelo medo sofre uma alteração em relação ao objeto ser temido: enquanto no E. N. se teme a morte violente por outrem; no Estado político se temeria a punição do soberano. A violência da punição é para os ambos; <br><br><strong>2. A GUERRA DE TODOS CONTRA TODOS E A CONDIÇÃO INTOLERÁVEL<br></strong><br></div><pre>"Com isto se torna manifesto que, durante o tempo em que os homens vivem sem um poder comum capaz de os manter a todos em respeito, eles se encontram naquela condição a que se chama guerra; e uma guerra que é de todos os homens contra todos os homens. Pois a guerra não consiste apenas na batalha, ou no ato de lutar, mas naquele lapso de tempo durante o qual a vontade de travar batalha é suficientemente conhecida" (Leviatã, c.XIII)</pre><div><br>-Se não houver um poder coesivo, os homens permanecerão em batalha constante;<br>-Os homens buscam mais poder para sobreviver e subjugar os outros, pois essa é única maneira de sobreviver num estado de guerra e desconfiança; <br><br></div><pre>"Desta guerra de todos os homens contra todos os homens também isto é consequência: que nada pode ser injusto. As noções de bem e de mal, de justiça e injustiça, não podem aí ter lugar. Onde não há poder comum não há lei, e onde não há lei não há injustiça" (Leviatã, c.XIII)  </pre><div><br>- A ausência de uma moralidade comum publicamente reconhecida é consequência da igualdade natural de forças dos homens;<br><br></div><pre>“não há propriedade, nem domínio, nem distinção entre o meu e o teu; só pertence a cada homem aquilo que ele é capaz de conseguir, e apenas enquanto for capaz de conservá-lo” (Leviatã, c.XIII) </pre><div><br>- Rawls entende que: “as Leis da Natureza formulam preceitos para a cooperação, ou nos inclinam à virtudes e hábitos da mente e caráter favoráveis a essa cooperação¹⁶” (2007, p.54) <br><br></div><pre>Um preceito ou regra geral, estabelecido pela razão, mediante o qual se proíbe a um homem fazer tudo o que possa destruir sua vida ou privá-lo dos meios necessários para preservá-la, ou omitir aquilo que pense poder contribuir melhor para preservá-la (Leviatã, c.XIV). </pre><div><br><mark> A título de exemplo citamos as três primeiras leis da natureza fundamentais¹⁷:</mark><br>a) Que os homens procurem a paz na medida em que tenha esperança de consegui-la, e caso não a consiga pode procurar e usar todas as ajudas e vantagens da guerra (Leviatã, c. XIV);<br>b) Que homem concorde, quando outros também o façam, e na medida em que tal considere necessário para a paz e para a defesa de si mesmo, em renunciar a seu direito a todas as coisas, contentando-se, em relação aos outros homens, com a mesma liberdade que aos outros homens permite em relação a si mesmo (Leviatã, c. XIV).<br>c) Que os homens cumpram os pactos que celebrarem (Leviatã, c. XV).<br><br><br><strong>CONSIDERAÇÕES FINAIS:<br><br></strong>- o homem sai do E.N. porque deseja ter segurança e teme a morte violenta por outrem. Este aspecto motivacional é fundamental para o estabelecimento do pacto <br>- o pacto visa resguardar a vida; <br>-Os ditames da razão que resguardam o pacto é algo comum em todos os homens; <br>- O Estado político é o resultado arquitetônico da razão humana motivado por uma paixão, visando ultrapassar o momento de insegurança e intolerável do E. N.. <br><br><strong>Resumo feito pelo Prof. Dr. Márcio Costa:</strong><br>      <br>      No marco da discursão da autonomia do pensamento ético moderno é possível perceber que os autores se enlaçam frequentemente com o direito e a política. No caso de Hobbes, se ver muito claro o recurso a uma certa antropologia como ponto de partida poderíamos chamar de antropologia do estado de natureza. Hobbes compreende que o ser humano é primariamente natural, conhecindidno em parte com Aristóteles que chamou o ser humano de zoon, porém se distância de Aristóteles ao negar que o ser humano seja um zoon politikon. Para Hobbes o ser humano é um animal natural. Esse seu estado de natureza responde a aquilo que há demais básico, a saber: necessidade e desejo. Movido por esses dois motores não existe limite para o ser humano a não ser a força do mais forte sobre o mais fraco. O que leva necessariamente a tipificar o estado de natureza como violento, uma violência sem limites ou limitada por uma violência maior tradicionalmente vem-se chamado essa violência de guerra de todos contra todos. Se a convivência politica não está dada como algo natural, então, ela só poderá existir com um artifício como uma obra de arte, feita por artífice o que a faz artificial. Quem seria então o artífice da polidez, da pólis, do político, da convivência social. O artífice é a norma moral e a norma jurídica ou em alguns casos a nova moral sancionada e convertida em norma jurídica. Quem dá a norma tanto moral quanto jurídica? Somente aquele que tem o maior poder em sentido absoluto capazes de prover a norma sancioná-la, vigiar o seu cumprimento e castigar de forma exemplar e violenta os incautos. De maneira que castigue o exemplar se converta em uma inspiração para o cumprimento da norma, fim da violência e o início da civilização<br>        Naturalmente e com o passar do tempo esse modelo empirista foi sofrendo modificações, mantendo no tanto a sua lógica elementar básica. O soberano absoluto foi substituído por um parlamento que passou a dá as leis e as normas em muitos casos textos que procedem de tradições morais e religiosas ganharão um status dessa constitucional jurídica por exemplo: Israel e Irã. Em outros casos a norma moral foi absolvida pela lei, a saber: o não matarás da tradição monoteísta ocidental. O poder de tornar a lei obrigatória coesitiva passa para o chefe de estado e para o chefe de governo. O poder de vigiar e de julgar o maior e o menor cumprimento da lei passa ao um poder judiciário e a um conjunto de organismos de estados e de forma independente cuida da procuração e da defesa de deveres e direitos. Com isso, desaparece do centro do modelo político de construção da cidadania aquela figura leviatânica sobre cuja a cabeça repousa uma coroa com uma ou mais tiara<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-10-28 20:05:04 UTC</pubDate>
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         <title>MORALIDADE E ETICIDADE EM HAGEL </title>
         <author>guga_887</author>
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         <description><![CDATA[<div>-O indivíduo é a porta de uma moralidade;<br>-O individuo é portador de uma moralidade, de uma história e a partir disto ele vai construindo um estado que contem eticidade. Além disso possui vontade subjetiva (vontade de matar alguém) e objetiva (moralidade-família, escola, etc.); <br>- O dever é acordo entre a vontade objetiva e subjetiva;<br>-Quando quebro este acordo, acontece a crise;<br>-A lei serve para reprimir a violência;<br>-Os indivíduos tem direito e deveres nas relações politicas;<br>-Para Hagel a convivência social está no estado civilizado e não na lei natural diferenciando de Aristóteles;<br>-A lei eleva o sujeito do estado natural para o estado civilizatório;<br>-É o primeiro a postular uma ética centrada no indivíduo;<br>-Critica o imperativo categórico de kant (ética formal);<br>-A moral para Hagel é o resultado da relação do individuo com a sociedade;<br>-Parte do individuo até chegar no estado absoluto;<br>-Hagel relata que ser indivíduo é apenas o primeiro momento; o individuo pertence a um grupo familiar e este grupo dá o que ele é; e potencialmente aparece no nome; <br>-Aquilo que era impulsos no estado de natureza tornou-se estratégias; <br>-Moralidade Individual-Moralidade Familiar (nome/ viver juntos)-Cidade (viver em sociedade)-Estado (Sujeito do direito e dos deveres)-Esp. Absoluto. Este seria um modelo de estado civilizatório; <br><br><strong>Síntese feita pelo Prof. Dr. Márcio:<br></strong><br>      Hagel como um bom fenomenologo ao discutir o tema da ética passa de uma evidência elementar: o indivíduo e a sua moralidade. É fato que sempre encontramos o indivíduo dado aí imerso na sua moralidade. Sem entrar no mérito dessa moralidade. Entendendo-se aí por moralidade aquele conjunto de crenças e normas, que podem variar entre indivíduos, mas que regulam de alguma maneira a conduta. </div><div>      É necessário advertir que a ética hegeliana também é dialética. Isso implica movimento e superação. Haveria como uma necessidade dialética de forçar a ascensão moral do indivíduo. Para que isso aconteça é necessário haver um ponto de partida de onde se inicia a ascensão, e um ponto de chegada onde se alcaçaria a plenitude. A grosso modo poder-se-ia dizer que partindo de uma moralidade dada o indivíduo ascenderia à uma eticidade plena através de um movimento dialético que progressivamente vai abandonado o indivíduo como dado em si mesmo imerso na sua moralidade e o vai ascendendo como pertencente a uma família, a uma cidade, a um estado, e ao espírito de um povo. O indivíduo que pertence a um espírito de um povo e assim orienta a sua conduta alcança a eticidade plena, e recebe do estado o correspondente reconhecido.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-10-29 17:47:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>ÉTICA CONTEMPORÂNEA: O CONFLITO DAS INTERPRETAÇÕES </title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/404057607</link>
         <description><![CDATA[<div>-Hermenêutica/ Interpretação= Símbolos e tradições hermenêuticas;<br>-Há conflitos de interpretações; <br><br>1) Hermenêutica de revelação de sentido- permanentemente conservadora- Vínculo- Símbolos litúrgicos;<br><br>2) Hermenêutica da suspeita ou escola da suspeita- permanentemente critica: Nietzsche, Marx e Freud. Nos alertou a respeito da nossa ingenuidade;<br>Nietzsche: ingenuidade da religião<br>Freud: ingenuidade da consciência<br>Marx: ingenuidade da sociedade<br>-Sentido é aquilo que vincula: símbolo, tradição, tudo remete as origens, intuição originária e sentido originários; <br>  <br><strong>Síntese feita pelo Prof. Dr. Márcio Costa:<br></strong><br>     Ao entrar nas discursão da ética contemporânea e encontrar aí uma certa pulverização teórica se faz necessário indagar a razão pela qual acontece a multiplicação de teorias e escolas filosóficas. Paul Ricouer teria em tese uma possível hipótese-explicação. <br>     Segundo Ricouer encontramos no final da modernidade e no início da contemporaneidade uma espécie de mal está hermenêutico, que ele denominou de conflito das interpretações.</div><div>     Neste conflito é possível identificar duas posições hermenêuticas que Ricouer denominou de escola da recolecção de sentidos e escola da suspeita.</div><div>      A escola de recolecção de sentido é aquela que volta sobre os costumes e tradições para recuperar aquilo que há demais genuíno e autêntico, originário e intencional, a razão de ser que se encontra na origem fundante de um determinado movimento histórico e as vezes institucional. Nesse sentido essa escola não é necessariamente conservadora já que voltar às origens poderia ser uma forma de fazer a crítica a certos conservadorismos sem sentido.              <br>      A escola da suspeita, por sua vez, se constitui como crítica do sentido, critica da tradição, já que segundo esses críticos tanto as tradições como os sentidos, com o passar do tempo, podem perder o sentido e se converterem em formalidades vazias e ingenuidades alienantes, sobretudo em relação a alienação da intuição originária e plena de sentido.                                                                                                                                                                     </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-10-29 18:07:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>KANT</title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/404069460</link>
         <description><![CDATA[<div>Deve-se fazer uma análise do empirismo e do racionalismo para entender o pensamento kantiano;<br><br><strong>EMPIRISMO: </strong>Francis Bacon (lógica organum); Hobbes; Locker; <br><strong>RACIONALISMO: </strong>Descartes (o provável é por demonstração geométrica/ axioma geométrico). A filosofia anterior é provável, mas não foi provada/ Desqualifica a explicação metafisica aristotélica- a sucessão de causas e efeitos ao infinitum, não explica;<br><br></div><div>- O problema da época de Kant é que se pensa muito e se vive pouco (ORTOPRAXIA);</div><div>- Temos uma parte da nossa imaginação que se chama imaginação transcendental;</div><div>- CRP aquilo que permite dizer algo de algo;</div><div>- CRPR: foca o conhecimento; &nbsp;<br><br></div><div><strong>PURA: </strong>Faculdade de Conhecer&nbsp;</div><div><br>1) Movimento toda a vontade da razão provém dos sentidos - “A posteriori”</div><div>2) No então, os elementos que entre a estrutura contem a estrutura da razão, estão na razão não vem dos sentidos; - “a priori”;&nbsp;</div><div>-Espaço, tempo, categorização e conceito (Sequência do conhecimento);&nbsp;<br><br></div><div>-Categorizar é nominar; Não há nada que não passe pelo filtro da categorização;</div><div>-Mundo é a massa crítica que eu construo ao meu redor atribuindo significado;&nbsp;</div><div>-Não há nada para além do conceito, pois o “para além” já é um conceito;</div><div>-Espaço e tempo só existe dentro do campo gravitacional;<br><br></div><div><strong>CRISTICISMO KANTIANO</strong></div><div><br>-Kant faz um exame das morais, das culturas e tradições;<br>-Nas culturas e nas tradições existem elementos axiológicos;<br>-Alguns elementos se mostram como escala de valores (o que é mais importante e o que é menos importante);<br>-Kant percebe que há variações axiológicas, há coisas que são mais importantes numa cultura podem não ser importantes em outra; <br>-Se há uma variação não há unanimidade; <br>-As morais, as tradições e as culturas tem “universalidade restringida”;<br>-Uma ética absoluta deve ser universal para qualquer um que use a razão;&nbsp; &nbsp; &nbsp; <br><mark>-Kant: “Decida, escolha, etc. de tal forma que o outro ser humano fazendo o uso da razão, decida, escolha, etc. de maneira igual a você (universal)”;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</mark>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<br>-Kant postula&nbsp; a máxima autonomia para pensar por si mesmo- Nasce o formalismo universal; <br>-A única ética universal é a estrutura para encontrar o bem; <br><br><strong>Síntese</strong> <strong>feita pelo Prof. Dr. Márcio Costa:<br></strong><br>      Ao se propor construir uma ética estritamente e rigorosamente filosófica kant termina tendo que enfrentar-se ao tema da cultura e das tradições, já que essas também possuem um viés normativo da conduta humana. Analisando as culturas e as tradições kant se precata que as tradições tem uma universalidade restringida, isto é, sua força normatiza. Normalmente para um grupo restrito de pessoas que pertencem a tradição ou cultura.&nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Com isso, Kant abandona as culturas e as tradições como fonte da moral da ética filosófica. Daí se poderia afirmar que a cultura e as tradições não podem ser fundamento para uma ética rigorosamente filosófica.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Se a cultura e a tradição não podem ser fundamentos, onde buscar então os fundamentos para uma ética estritamente filosófica? Segundo Kant, a única fonte possível para esta fundamentação é a razão, de tal forma que se o ser humano decide estritamente e rigorosamente pela razão, sua decisão é universal, pois qualquer outro ser humano sendo igualmente estrito e rigoroso, chegaria em tese a mesma decisão.&nbsp;<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-10-29 18:24:54 UTC</pubDate>
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         <title>CETICISMO PRÁTICO  EM MARQUIÁVEL EM RELAÇÃO A LEI NATURAL </title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/404074143</link>
         <description><![CDATA[<div>Resumo feito pelo Prof. Dr. Márcio Costa<br><br>      Em Maquiavel a moral da obediência a lei natural se encontra com uma espécie de critério pragmático da conquista e do exercício do poder segundo a melhor conveniência para aquele que governa. O ceticismo de Maquiavel é prático. <br>       No discurso de Maquiavel tanto a lei natural e a religião assumem uma função secundária, pois terminam servindo para duas coisas: <br>I) para amolecer o coração do povo e deixa-lo mais obediente; <br>II) para servir de parâmetro para o príncipe mostrar-se exteriormente como homem de virtude (O povo gosta disso). </div><div>        Nesse ponto é possível verificar que tanto a lei natural quanto a religião perdem centralidade e perdem importância no centro do poder. A isso se chama ceticismo em relação a lei natural e a lei natural. Aqui emerge uma advertência para a atualidade: ser cético diante da religião e da ética não significa necessariamente negá-las, basta coloca-las em um lugar subordinado dentro do sistema do poder. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-10-29 18:32:00 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>LÉVINAIS </title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/413961355</link>
         <description><![CDATA[<div>-O pensamento de Lévianais se vincula à Escola de Marburgo na medida em que a relação com a alteridade é a relação de correlação;<br>-De forma correlativa cada é uma alteridade em relação a outras alteridades, de forma que o espaço público e social se constitui um espaço de alteridades.<br>-De ser assim, então, onde que o "ego" ou o "eu"? Ego é um polo indenitário e autorequente que só tem lugar em um modelo dialético movido pela lógica da contradição.<br>-Na relação ética da correlação com a alteridade o ego simplesmente não faz nenhum sentido. <br>-<br><strong><br>Crítica da Ontologia moderna (HEGEL)</strong><br>-Toda a ontologia moderna tem a forma da totalidade.<br>-Sistema completo, autoreferente e internamente coerente<br>-Totalidade:único e absoluto<br>-Interioridade: Voltado para si e para sua autoprodução (autopoises) <br>-Ontologia moderna decantou na cultura, na arte, na religião, nos costumes, etc. <br>-Realmente no mundo moderno não há ética, só há "de-ontologia"</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/358894422/619ebb19da13f28537368b3d64401fc3/Responsabilidade__tica___L_vinas.jpg" />
         <pubDate>2019-11-20 13:25:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ESCOLA DE MARBURGO  </title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/417297574</link>
         <description><![CDATA[<div>1) Formada pela matemática (novo viés);<br>2) Hermam Cohen e Franz Roserzweig: criticam o sistema hegeliano. A base da critica é a matemática para podermos pensarmos fora da caixinha hageliana;<br>3) O calculo no plano serve para conhecer uma grandeza matemática; <br>4) A escola de Marburgo não quer um modelo matemático para conhecer, isto é, ela quer a lógica do cálculo;<br>5) A lógica da correlação é aquela que me ajuda a correlacionar uma coisa com outra coisa que gera uma coisa nova que não é nem um e nem outra, ou seja, é algo novo;<br>6) Uma filosofia que seja capaz de trabalhar com tenções; <br>7) Aprender a administrar a atenção e construir algo novo; <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-11-27 23:33:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>ÉTICA DO DISCURSO </title>
         <author>guga_887</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><br>Princípios <br>1) Toda ação humana afeta outros seres humanos;<br></strong>-Nenhuma ação é indiferente;<br>-Muitos não pensam nos afetados da ação. Pensam somente no sujeito. <br><strong>2) Todo ser humano afetado por uma ação tem direito de participar no processo de decisão da ação que o afeta.<br><br><br>Pergunta: </strong>como resolver a questão da participação na decisão?<br><strong>Resposta: </strong>criando uma comunidade de comunicação ou diálogo na qual seja possível aguentar e discutir até chegar a um acordo entre os afetados pela ação.<br> <br><strong>Pergunta</strong>: Como se opera nessa comunidade de comunicação?<br><strong>Resposta: </strong>Se opera com a linguagem, com o discurso argumentativo, buscando o diálogo e o acordo.<br><br><strong>Pergunta: </strong>é possível manipular com a linguagem e com o discurso?<br><strong>Resposta: </strong>Sim.<br><br><strong>Pergunta:  </strong>Como evitar a manipulação pelo uso estratégico da linguagem e do discurso?<br>r<strong>esposta: </strong>quando regras para a participação na comunidade de comunicação que limitam o uso da linguagem e orienta a argumentação e a busca de acordo.<br><br></div><div><strong>Pergunta: </strong>Quis são essas regras?<br><strong>Resposta: 1) </strong>reconhecer o outro afetado como interlocutor valido, são sendo permitido invalidar nenhum dos participantes; 2) é obrigado perseguir o objetivo de chegar a um acordo; 3) aceitar o melhor argumento em vista de conseguir o acordo;<br><br></div><div><strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-11-27 23:48:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>K-O APEL</title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/417300571</link>
         <description><![CDATA[<div>Constitui uma comunidade cientifica de epistemológicos que avaliam a ciência. Por meio da linguagem é que se pode argumentar e questionar os trabalhos apresentados;<br>-Ao invés de imaginar a maneira na qual todos os outros no meu lugar agiria da mesma forma, chama-se outros para contribuir na comunidade cientifica.<br>-A comunidade de diálogo serve para alinhar os argumentos; <br>-Traz a linguagem para dentro da ética;<br>-As normas e as regras da comunidade de comunicação são parte integrante e “a priori” da estrutura lógica de razão que dialoga e argumenta (a priori- transcendental)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-11-27 23:52:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>HABERMAS </title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/417300682</link>
         <description><![CDATA[<div>As normas e as regras da comunidade de comunicação são parte integrando do uso ordenado e cotidiano que fazemos da linguagem;<br>-Devem ser anti-sofismáticas <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/358894422/a2e784621122ebdebc453caec01972b2/Esquema_Habermas.jpg" />
         <pubDate>2019-11-27 23:53:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>E. DURSSEL</title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/417300849</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Ética multi-criteriológica na maneira latina </div><div>-Critica à ética formal do discurso;</div><div>-Articulação do contexto-formal da ética com os critérios materiais e procedimental</div><div>-A critica à ética do discurso de APEL: para configurar um bem ético, não é suficiente que todos os afetados tenham chegada um acordo de forma dialógica, argumentativa e legitima;</div><div>-Para fazer o bem ético é necessário que: a) vida de todos continue sendo possível; b) A ação ética seja operacionalmente viável;</div><div>- Os acordos não resolvem as questões éticas;<br><br></div><div><strong>Há três critérios éticos para uma decisão democrática que devem ser levados em conta: <br></strong><br></div><div>-<strong>Critério Formal: </strong>participação dialógica argumentativas dos afetados pela ação autoritarismo; </div><div><strong>-Critério Material: </strong>que a vida de todos continue sendo possível- morte do sujeito ético é um absurdo;</div><div><strong>-Critério de Fabualidade: </strong>que seja viável operacionalmente- utopismo<br><br></div><div><strong>Há dois tipos de éticas: <br></strong><br></div><div> <strong>Ética da obediência</strong>: indicam qual é o bem/ Conteúdo ético e moral/ Virtudes/ Valores = De Aristóteles a kant.<strong><br>Ética da autonomia:</strong>  sem conteúdo formal/ Indica o procedimento para encontrar o bem de maneira autônoma = Kant em diante.<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-11-27 23:54:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>UNIDADE I: A PERCEPÇÃO COMO PONTO DE PARTIDA </title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/447339161</link>
         <description><![CDATA[<div>1) O livro da Metafísica de Aristóteles trata sobre a questão do ser;<br>2) Todos os seres humanos desejam o conhecimento;<br>3) O que te move é o desejo; O conhecimento deve ser desejado. O desejo foi banalizado no ocidente. <br>4) Aristóteles ponhe a questão do conhecimento no seu livro sobre o ser devido<br>5) Observa o entrono e destaca aquilo que é comportamento padrão e generalizado;<br>6) A percepção é a nossa fonte primária de acesso ao ser;<br>8) Nada chega ao intelecto sem antes passar pelos sentidos (REALISMO METAFÍSICO)- Significa afirmar que o acesso ao ser é possível pelos sentidos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-02-19 11:38:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1) RESINIFICANDO A EXPERIÊNCIA DO ÓBVIO E A SUA ARTICULAÇÃO COM A EXPERIÊNCIA DA PERCEPÇÃO- </title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/453549149</link>
         <description><![CDATA[<div>1) Você se move numa evidência do ser tematizada;<br>2) A ter dizer que não tem, precismos do intelecto- O EGO não pode ser negado, pois precismos do próprio para negar ele mesmo (Descartes);- Na negação do Ego, afirmamos o EGO;.<br>3) Os sentidos nos dão dados; <br>4) Há evidência de diversos tipos nos permitem mostrar (fazer referência);- De alguma maneira é verídica;- Pré-socráticos;<br>5) A experiência da resistência (que nem sempre passa pelos sentidos) é aquela que dá a evidência;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-03 11:42:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>2-A ESTRUTURA DA PERCEPÇÃO E A VIA DE ACESSO ÀS OBVIEDADES COTIDIANAS </title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/454248474</link>
         <description><![CDATA[<pre>"A nossa primeira e mais básica via de acesso "aquilo que é", é a percepção" </pre><div><br>1) A percepção não é a única via de acesso ao ser; <br>2) Notamos e anotamos;<br>3) As notas são um conjunto de percepções; <br>4) Aquelas pessoas que tem uma ampla compreensão da realidade são mais generosas;<br>5) Os conteúdos da percepções: <br>6) Há entes e não há nada sem isso não há a nada a perceber;<br>7) João é porque ele é diferente de nada;<br>8) O ente é tudo aquilo;<br><br></div><pre>Síntese feito pelo Prof. Dr. Márcio 

1) Os sentidos são nossa via de acesso primário ao ser;
2) Que a percepção sensorial primária e ainda não tematizada, que se dá na forma de uma intuição elementar, é que "há entes e não há nada";
3) Havendo entes disponíveis a percepção, se torna possível acessá-los e interrogá-los;
4) A primeira tarefa da ontologia é interrogar o ente disponível à percepção
4.1. Só pode ser para sempre se for desde sempre;
Oh ente, ,você é 
a) Desde sempre
b) Ou você veio a ser o seu "é"
4.2.Só veio a ser desde onde?- <em>"Uma sucessão de contingentes  que não responde chega ao eterno que desde sempre é";  </em>
<br></pre><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-04 11:38:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>II - A Ontologia da compreensão dos entes- 01-Organizando as notas.</title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/457497108</link>
         <description><![CDATA[<pre><mark> Havendo entes disponíveis a percepção, se torna possível acessá-los e interrogá-los;</mark></pre><div>Perguntas:<br><br>1) O que é evidente? é que ele ´"é"<br><br>Primeira Pergunta: Ele é desde sempre ou veio a ser?<br><br>3) Só pode ser para sempre se for desde sempre;<br>Oh ente, ,você é <br>a) Desde sempre<br>b) Ou você veio a ser o seu "é"<br><br>4) Só pode dizer que ele existe, se for um vir desde de outro. Se esse outro não for a causa a primeira, ele veio de  outro. A causa primeira não veio de outro, ou seja, ela sempre foi e sempre será. Nunca será "ex- essere- exite um ente que veio de outro";<br>5) O conceito de existência indica um ente que veio de outro ente. Existir significa que não foi você que deu o ser que você é; <br>6) Ocupe o lugar de ter vindo de outro e não de si mesmo. Você não é o princípio não principiado;<br><br>Segunda Pergunta: "Veio ser desde onde?"<br>Postulado de razão: é uma ideia até quando pode ser pensada. A cadeira pode continuar como ideia (postulado);<br>O princípio não principiado está dentro do tempo e do espaço?<br><br><em><mark><sup>"Uma sucessão de contingentes  que não responde chega ao eterno que desde sempre é";  </sup></mark></em><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-10 11:49:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>INTERROGANDO A EXISTÊNCIA</title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/470874934</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>Resumindo..<br></strong><br>1) Quando fazemos a pergunta ao ENTE optamos pela alternativa na qual afirmamos que o ente veio de outrem, assim sendo, se dá sentido ao termo "ex-essere". Com isso temos a certeza que o ENTE existe. <br>2) A existência se faz evidente para nós a partir do momento que interrogamos o ENTE e perguntamos a ele sobre a sua procedência;<br>3) O "ex-essere" faz diferenciar de outras ontologias; <br><br><strong>Iniciando a temática...<br></strong><br></div><blockquote><strong>Que tipo de perguntas que podem ser feitas a existência? Pode-se perguntar pelas implicações:</strong><br><br></blockquote><div>1) Que implicações ontológicas podem devir dessa evidência de que um ente ou os entes acessíveis diretamente a nossa percepção que esses entes vem necessariamente de outro. Aqui emerge uma questão ontológica que já foi tratada como questão ética (alteridade) no processo de constituição do próprio ser, ou seja, na raízes de origem de um ente que estão dados a nossa percepção está  este ponto de partida, isto é, essa figura de alteridade. Assim sendo, a  alteridade já é de algum modo uma figura ontológica na Grécia antiga. <br>a) O tema da alteridade já é algo muito antigo;<br>b) A alteridade em questão : quando se trabalha com a ideia de ontologia se trabalha também com a ideia de causa primeira que é também causa final. Esta última, emerge como alteridade. Nós nos orientamos em direção de outro e não de nós mesmos. <br><br>2) Outra questão que pode ser feita é existência de quer? É uma existência em abstrato? é conceitual? Essa existência é de quem?<br>a) a pergunta: "existência de quem?" nos dá o <strong>"O existente". </strong><br>b) Este ente concreto e visível nos dá a tangibilidade a ontologia; <br>c) O fato do ente existente nos permite virar o jogo da pergunta;<br>d) Isto é, em vez de interrogar a existência passa-se a interrogar O existente (aquele que veio de outro para ser o que é);<br><br>3) Com a passagem da pergunta pelo existência para o "existente" nos possibilita a fazer muitas perguntas a este <strong>existente; <br></strong>a) Este existente tem história? Procedência? Ele tem história porque tem existência. Assim sendo, acaba de estabelecer relação entre o existente e a história; <br>b) O que aconteceria se perguntasse para o existente: <strong>O que é você ente existente? </strong>Essa pergunta nos aponta para a questão da quisidade e quididade do ente <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-23 12:47:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/470874934</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A essência inferida do &quot;quem&quot; ou do &quot;o que&quot; da experiência da existência</title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/474340708</link>
         <description><![CDATA[<div>1) Após nos perguntar sobre a existência, agora, perguntaremos para <strong>O existente </strong>sobre a quisidade (quis-quem, caso for uma pessoa) <br>2) Se esse ente for uma pessoa  perguntaremos "quis" (quisisidade);<br>3) Se esse ente for um objeto perguntaremos sobre "quid" (quididade dos objetos) <br>4)  Pergunta da ontologia será pelo quis ou pelo quid do ente;<br>5)  Somente perguntando pela quididade e pela quisidade que iremos saber o que é este; <br>6) Essas perguntas nos dá a essência, sendo assim, saberemos o que se trata este ente;<br>7) Até agora nossa interrogação pelo ente nos levou a descobrir que o ente é. que ele é desde outro e agora sabemos que ele o que ele é;<br>8) Uma coisa é saber que o ente tem essência e outra coisa saber qual é a essência de cada ente. Aqui começa o capítulo sobre os entes na qual a ontologia fará parceria com outras especialidades;<br>9) Uma vez pelas perguntas descubro que o ente tem uma essência; <br>10) Na metafísica clássica que é dividida em diversos tratados (antropologia, metafisica,etc.), percebe-se que a partir da necessidade de determinar o quis, isto é, o mundo. Emerge um tratado sobre COSMOLOGIA;<br>11) Sobre a possibilidade de nos perguntarmos sobre a nossa quisidade emerge como disciplina a psicologia racional e a antropologia filosófica que tentaram discutir sobre "quem é este ente no qual denominamos de humanos?"<br>12) Pensávamos que a ontologia iria nos dizer qual seria a essência dos entes biológicos, minerais, etc. Entretanto ela é aquela que afirma a existência do ente e abre a possibilidade para outras ciências; <br>13) A ontologia acompanha o processo de conhecimento da essência e da verdade. Inclusive emerge vários tratados de validação como o lógico, Teoria do Conhecimento e para ciência se elaborou a Epistemologia;<br>14) Se a essência me diz o que é cada ente, a essência se transforma em princípio de determinação de cada ente, então, transformar-se assim, princípio de identidade de cada ente, isto é, diz o que é e permite diferenciar um ente do outro. Nos cabe refletir agora sobre a relação entre essência e existência;</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-25 11:30:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/474340708</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A relação entre essência e existência</title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/480461286</link>
         <description><![CDATA[<div>1) A essência se realiza na existência; <br>2) Realização é que o ponto de partida dada a evidência do ente e dada ao ente ter sido interrogado sobre o seu quid e o seu quis emerge e é inferido já no ponto partido uma essência que historicamente é realizado;<br>3) Ao contrário do conceito da construção da essência: no princípio existe uma existência vazia carente de conteúdo que historicamente ao longo do tempo e dos distintos lugares vamos construindo e acumulando conteúdos que ao final possam ser capazes de expressarem no seu conjunto a essência dos entes que fizeram essa experiência da essência- Concepção construtiva no essência; <br>4) Na medida em que a essência vai sendo realizada, no final tem-se uma existência mais plena ou menos plena dependendo do investimento que foi realizado para realizar essa essência no espaço historicamente;<br>5) Se a existência é um vir a ser- o que se vem a ser na existência é aquilo que se é, e aquilo que se é, é a essência. O ente vem a ser existência desde outro aquilo que ele é, a sua essência. <br>6) A essência e a existência estão dadas no ponto de partida como modo de ser do ente e não como qualquer tipo de modo de ser, mas como modo ser estruturante do entes;<br>7) As categorias ontológicas são categorias estruturais e não meras categoria descritiva.<br>8) São estruturais porque são constitutivas e determinantes do ente;<br>9) A existência pelo seu ex-essere (vir a ser) ela se dá como fluxo no tempo e espaço (dados a percepção);<br>10) Por isso, há uma estreita relação entre a existência e a história entendida como espaço e tempo (desdobramento histórico);<br>11) É o acontecer deste ser que foi acontecido como ex-essere  e continua permanecendo e insistindo em continuar sendo neste processo de desdobramento;<br>12) A existência se move nesta dimensão que ela mesmo constitui;<br>13)  1ª Relação entre essência e existência: a essência só nos é possível pela existência- é necessário fazer um trabalho sistemático de abstração;<br>14) É a essência que nos é acessível pela existência e em determinado momento ela faz o caminho de retorno. A essência vai se desdobrar na existência do ente;<br>15) A existência é uma grande massa critica que nos permite uma série de interrogações;<br>16) Essência e existência são parceiras muito importante no processo do existir do ente; <br>17) Na ontologia clássica existe um princípio fundamental de orientação na relação de essência e existência. Esse princípio se anuncia da seguinte maneira: <strong>o ente não pode ser em existência mais do que é em essência; </strong><br>a)  Estabelece um ordenamento posicional entre essência e existência: na constituição do ente a essência antecede e determina a existência. Não se consegue explicar a essência pela existência, mas é possível explicar a existência pela essência. Inferi-se uma essência para que o conteúdo inferido explique o processo existencial do acontecer;<br>b) Somos identidariamente aquilo que somos em si mesmo (na essência); <br>c) A essência me diz como o ente é, e a existência me diz como ele vai sendo essa sua essência ao longo do tempo e do espaço;<br>18) <strong>O ente não pode ser na sua existência mais do que é em essência, no entanto, não deveria ser na sua existência menos do que na sua essência;</strong><br>a) A definição clássica é uma versão restritiva, isto é, a existência deve permanecer restrita áquilo que está estabelecido pelo ente em termos de essência. <br>b) Esta segunda versão não é restritiva, mas é uma aposta no ente. Uma aposta na essência (investimento). Não deveríamos ser menos em existência do que somos em essência. <br>19) Há duas dimensões: a) restritiva (isto é, atente-se a tua própria identidade você é alguém) b) transforme isso que é a sua essência uma prioridade para você (de investimento). Que esse desdobramento te conduza a uma existência plenificada por um investimento daquilo que te é próprio;<br><br><br><strong>Explicar a essência pela existência.</strong><br>A existência explica a procedência do ente, me diz que veio de outro, mas não me diz 'quem" ou "o que" ele é, não diz sua essência. Vamos à vida cotidiana, buscar um exemplo talvez inadequado, mas é o que temos: diante de você no aeroporto tem alguém (diferente de nada, há ente), que você sabe de onde veio de onde procede (veio de São Paulo), mas você ainda não sabe quem é. Olha só quantas coisas sabemos quando pensamos que não sabemos nada. A ontologia é fascinante.<br><br></div><div><strong>Explicar o existência pela essência.</strong></div><div><br>A existência diz do ente que ele veio de outro ente (não é eterno nem veio dele mesmo). Mas a existência não me diz quem esse ente e também não me diz quem é outro ente de onde procedeu. Para poder explicar plenamente a existência necessito da essência, do quis ou quid, que vai me permitir perguntar quem é esse que existe (vem de outro) e quem é outro do qual veio).<br>Essa articulação dos conceitos é a parte mais complexa da ontologia, mas justamente nessa articulação complexa que a ontologia vai tomando forma sistêmica e ficando interessante e bonita como uma totalidade conceitualmente harmônica e proporcional em suas partes categoriais.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-29 13:55:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/480461286</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ato e existência na experiência da percepção do ente.</title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/495886394</link>
         <description><![CDATA[<div>1) O ato está associada a categoria de existência e percepção;<br>2) Quando a nossa percepção faz a experiência sensorial do ente que está aí dado e acessível a nossa percepção como é que encontramos este ente? Nós encontramos em ato, pois se não estivesse em ato, pois se não estivesse em ato não se poderia encontrá-lo;<br>3) A experiência sensorial consegue acessar o ente, sempre quando estiver em ato. Naturalmente estes entes são contingentes (que estão acessíveis em ato);<br>4) o ato é o modo de ser que nos permite encontrar o ente aí em ato dado de forma direta a nossa percepção. Então,  qual é a diferença entre existência e ato? Essa diferença é significativa e importante;<br>5) Este ente em ato para estar aí em ato ele não veio de si mesmo e ele não é aí eterno em ato, mas veio a ser aí em ato de outro ente igualmente em ato; <br>6) A categoria de ato e a categoria de existência ela não é só atribuída ao ente que está diante de nós dado a nossa percepção, mas também aquele outro ente de onde este ente procedeu. <br>7) A diferença entre existência e ato: O ato está aí e a existência nos diz que ele veio de outro para estar aí. </div><pre><em>Resumindo: "A experiencia me dá o ente em ato. Dado em ato pode-se interrogar em ato o ente em ato porque também aquele que faz a pergunta estar em ato e ao interrogar descobre-se que ele veio ser aí em ato de outo ente que só poderia estar em ato,</em>pois necessariamente aquele que possibilitou a existência deste ente em ato deve estar também ato para conferir alguma existência em ato". 
<br></pre><div>8)  Para conhecer o mundo ontologicamente precisa-se aprender as categorias que são poucas. <br>9) Desta forma a ontologia deixa de ser um dicionário de conceitos e passa a ser um tecido que vai dá a origem ao sistema de explicação ontológica do mundo ou da realidade.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-07 00:23:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A potência inferida como o haver podido ser de todo sido.</title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/496675229</link>
         <description><![CDATA[<div>1) Não se tem acesso direto a potência do ente;<br>2) Só se pode inferir a potência, pois os elementos não são evidentes;<br>3) Há probabilidades de potência;<br>4) Algumas afirmações: "Se hoje ente está em ato, significa que ele já esteve algum dia em potência porque um ente não pode realizar  em ato algo que não poderia ter sido. Ex.: Se você é estudante, você um dia pôde ser estudante";<br>5) Se eu sou um dia eu pôde ser aquilo que eu sou (adormecido);<br>6) A potência é o poder ser;<br>7) Tudo aquilo que o ente tem ato, ele um dia teve em potência; <br>8) A potência sempre vem antes do ato. <br>9) Quase tudo aquilo esteve em potência, com investimento, se transformou em ato; <br>10) O que se é mais perfeito ser em potência ou ser em ato? Segundo a ontologia clássica no ato há mais perfeição do que na potência; <br>11) Com as perfeições devindo consegue transformar a potência em ato;<br>12) Pode um ente se dá a si mesmo as perfeições que ele necessita para passar da potência para o ato? Um ente não pode dá a si mesmo as perfeições que lhes falta para passar da potência para o ato;<br>13) As perfeições são dadas com a ajuda de outro ente em ato (atualização); <br><br></div><pre><mark>"</mark>Um ente só é capaz de atualizar as suas potencialidades se ele receber perfeições extras de outro ente igualmente em ato. Todo ente acessível de forma direta pela minha percepção é um ente em ato mesclado de potência<mark>"</mark></pre><div><br>13) Sem um outro ente em ato não é possível atualizar as potencialidades (alteridade);<br>17) Não se pode atualizar as potencialidades sozinho, há necessidade de outro;<br>18) Sempre há algo que precisa ser convertido em ato;<br>19) Somos um ente que precisamos ajudar os outros a atualizar as suas potencialidades;<br>20) Precisa apostar nas potencialidades para se atualizar a vida cotidiana;<br>21)  A ontologia é uma poderosa critica ao cartesianismo e ao hegelianismo;<br>22) Na vida formativa é muito mais importante se investir na potencialidade do que fazer cobranças pelo ato porque quando se investe na potencialidades, o ato vai ser realizado. Deve-se aprender a cobrar coisa certa;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-07 12:46:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>REVISÃO DO PRIMEIRO BLOCO DOS ASSUNTOS DA ONTOLOGIA </title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/505498216</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>PERCEPÇÃO<br></strong><br>1) Ascender da experiência e descender da experiência; <br>2) Todas as experiências são <strong>auto-evidente; </strong><br>3) A experiência em latim é ex-perior. Atravessamos e somos atravessados. Nos movemos no conjunto da experiência. <br>4) Nada chega ao intelecto sem passar pelos sentidos (Aristóteles)<br>5) A percepção sensorial é contingente, pois está no espaço e tempo;<br>6) A percepção é a coisa primeira; <br>7) Com a percepção percebo que "há entes e não há nada" (a percepção mais básica e elementar);<br>8) Então, começo a interrogar pela existência do ente. "Oh, ente, tu é desde sempre ou você veio a ser o seu é?"<br>9) A experiência é fundamental;<br>10) Se perdemos a percepção perderemos também a realidade;<br><br><br><strong>ESSÊNCIA E POTÊNCIA </strong><br><br><strong>ATO E POTÊNCIA <br><br></strong>1) O ato depende do investimento na potência e na essência;<br>2) Todos nós estamos mesclado de ato e potência;<br>3) Eu vim de outro ente mesclado de ato e potência; <br>4) Todo ente é mesclado de ato e potência;<br>5) A potência antecede o ato (poder ser);<br>6) Não se pode ser mais em ato do que é impotência; <br>7) Somos em potência o que somos essência;<br>8) Há mais perfeição em ato do que em potência; <br>9) Não é possível atualizar os elementos da minha potência sozinho;<br>10) A atualização das potências é comunitário. Não se pode atualizar sozinho; <br>11) Tudo aquilo que é teu é nosso; <br>12) A ontologia não admite egoísmos;<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-14 01:51:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> A relação entre potência e ato em S. Tomás de Aquino</title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/536129632</link>
         <description><![CDATA[<div>1) O ente e a essência rompe com o platonismo cristão: prova a existência de Deus, forma pura e perfeita, na qual essência e existência se identificam;<br>2) “o ente e a essência são o que é concebido primeiro pelo intelecto”<br>3) Sua afirmação, portanto, não quer dizer que o significado conceitual de ente e essência é o primeiro a ser assimilado pelo indivíduo particular no início da sua atividade intelectiva;<br>4) Ente e essência são, para Tomás de Aquino, princípios básicos e<br>primitivos subjacentes a todo o conhecimento humano da realidade;<br>5) Todo o conhecimento da realidade começa com ente, na medida em que algo é compreendido ente ele é afirmado como inteligível e como tal relacionado com o intelecto.<br>6) Ente é, portanto, a razão subjacente da cognoscibilidade de algo;<br>7) Nas palavras de Verbeke (1990, p.601), ele é “na ordem ontológica, o ato dos atos, a perfeição de todas as perfeições”.<br>8) Ente e essência são fundamentos e limites últimos de toda produção intelectual;<br>9) Para Tomás de Aquino, deve ser analisada as diversas condições nas<br>quais eles são encontrados;<br>10) O ente é dividido em dois modos: 1) divido em dez gêneros e 2) significando as verdades da preposição. O segundo pode ser dito ente tudo aquilo que pode ser formado uma preposição afirmativa, ainda que aquilo não ponha nas coisas;<br>11) o ente cujo significado é aquilo que é, algo<br>que em si contém, digamos assim, o parâmetro de todo o conhecimento possível, como concebido por Tomas de Aquino, não possui um único sentido, ou seja, em muitos sentidos pode-se dizer que uma coisa é;<br>12) Cada ente de acordo com a sua ocorrência possui um significado próprio;<br>13) Em muitos sentidos pode-se dizer que uma coisa é (essência);<br><br></div><blockquote><mark>são vários os sentidos em que dizemos que uma coisa “é”, mas<br>todos eles se referem a um só ponto de partida; algumas coisas<br>“são” pelo fato de serem substâncias, outras por serem<br>modificações da substância, outras por representarem um<br>trânsito para ela, a destruição, privação ou uma qualidade dela,<br>ou pelo fato de a produzirem ou gerarem, ou por serem termos<br>relativos à substância, ou negações de um desses termos ou da<br>própria substância (1003b)14.</mark></blockquote><div><br>14) apesar de Tomás de Aquino admitir com Aristóteles que a origem do conhecimento humano está nos sentidos, ele concebe o conhecimento intelectivo humano do universal para o particular;<br><br>15) Ente e essência são princípios;<br>16) As outras ciências, isto é, “as ciências particulares”, admitem o ente e a essência como primeiros princípios ou “premissas primeiríssimas”: ente e essência são, assim, pontos de partida para se constituir o saber; evitem, também, uma progressão ao infinito nas ciências. Estas partem de um primeiro (ente e essência), sobre o qual todo o saber pode se assentar.<br>17) Com a pesquisa sobre ente e essência, T.A. não só pretende descobrir as condições para o conhecimento humano, mas quer saber os seus limites, até onde esse conhecimento pode chegar. <br>18) Seu objetivo é fundamentar as ciências em bases sólidas e seguras; </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-28 12:05:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ACIDENTE E MUDANÇA </title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/553485592</link>
         <description><![CDATA[<div>1) Os entes acessíveis a nossa percepção sofrem modificações, entretanto, o ente não deixa de ser o que é;<br>2) Somos capazes de perceber o conjunto de mudança na qual os entes estão sujeitos; <br>3) Muitas modificações não percebemos, pois, os nossos sentidos são  limitados;<br>4) Precisamos de mediação para perceber algumas mudanças;<br>5) Algumas transformações são acidentais, pois, não afeta a identidade do ente;<br>6) O ente passa por muitas transformações que não afetam a sua essência;<br>7) O que é transformado não é um acidente;<br>8) Interrogando o ente chegamos ao acidente!<br>9) Quando as pessoas se apresentam afirmam o que eram antes com os seus acidentes;<br>10) Todo acidente é inerente a algo que não se transforma; <br>11) Todo o ente contingente em ato mesclado de potência está sujeito á um conjunto avassalador de transformações naquilo que é acidental;<br>12) Todas as transformações acidentais que o ente poderá passar, já estão em potência que podem se realizar de maneira de plena ou não dependendo do investimento; </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-06 00:10:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/553485592</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Substância </title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/558274018</link>
         <description><![CDATA[<div>1) Todo o acidente é um sujeito de inerência em uma substância;<br>2) Substância é aquilo que não muda;<br>3) Se a modificação muda a substância automaticamente se tem outro ente;<br>4) Há discursos que tomam o acidente como se fosse uma substância. Se pegamos o acidente desta forma estaremos tratando o ente de maneira injusta (destrutiva)- Ex. de racismos;<br>5) O conjunto de categoria servem para advertir na discussão sobre o ente; <br>6) Deve-se aprender a discutir em níveis; <br>7) O curso de ontologia serve para trabalhar o nosso olhar para sermos capazes de ver e refletir a realidade de maneira mais complexa e profunda;<br>8) Pela percepção (ente contingente) percebemos as mudanças acidentais e aquilo que não mudou. Isso que permanece permanente é a substância; <br>9) A substância é joia de ontologia; <br>10) Por mais que o mundo esteja em transformações estéticas, há algo que permanece;<br>11) A substância é algo que não pode ser violado;<br>12) Se não há nada substancial não se pode haver princípios, critérios;<br>13) Se não há nada substancial tudo estará permitido;<br>14) Esse mínimo é o que me permite organizar o mundo para que a dignidade seja possível;<br>15) Se tudo é acidente, não precisa ter regras;<br>16) A substância e essência deve ser assegurada;<br>17) Deve-se ter um cuidado com o corpo e da alma;<br>18) A alma deve ser cultivada (anímica) para não ficar arrogante, pretensiosa;<br>19) A nossa forma substancial deve-se ser cultivada, pois ela não está pronta;<br>20) O corpo é que media a relação intersubjetiva. Deve-se desenvolver diversas coisas para se relacionar com os outros;<br>21) Deve-se tomar cuidado com a modificação substancial no ser humano, pois o ser humano tem uma consciência, uma alta gestão, etc. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-07 18:42:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Matéria prima e forma substancial </title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/562726425</link>
         <description><![CDATA[<div>1) Os entes contingentes que são acessíveis de maneira direta a nossa percepção são formados de matéria prima e forma substancial;<br>2) A matéria porque, se não, não poderia ser percebido;<br>3) A forma substancial faz com que possa interligir;<br>4) O ente pode ter uma forma estética: é substantivamente mesa, mas arredonda;<br>5) A forma é sempre fruto da intelecção; <br>6) O ente está sempre constituído de matéria prima e forma substancial;<br>7) Os gregos chamavam a forma de<em> eidós;<br></em>8) O ser humano tem matéria e forma: a matéria é o corpo e a forma é alma. Este último é o princípio de movimento;<br>9) A matéria prima não é acidental, pois ela é a primeira;<br>10) A forma substancial é a essência;<br>11) Na tradição grega só havia a imortalidade da alma e o corpo era desprezível;<br>12) Na tradição tomista há uma revalorização do corpo devido a sua ressurreição. O que morre é a carnalidade.  O corpo não é um acidente qualquer, pois o corpo espera a ressurreição. <br>13) A palavra cuidado tem maior importância devido ao cuidado que se deve ter com o corpo e com a alma; <br>14) A figura do outro que auxilia no desenvolvimento anímico; </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-10 14:00:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Causa e efeito</title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/585527937</link>
         <description><![CDATA[<div>1) Faz parte do discurso ordinário;<br>2) As demais categorias são aspectos estruturais, constitutivos;<br>3) É importante lembrar que no princípio que peguntamos para o ente "se ele veio de outro"? e percebemos que este ente é efeito de uma causa, pois o ente não pode ser causa dele mesmo; <br>4) Causa e efeito se amarra fundamentalmente na categoria de existência, pois, ao descobrirmos que o ente vem de outro esse outro é a sua causa. E, se ele vem de outro que é o seu princípio, este é o que causou. E o ente como efeito se efetiva nesta existência em ato. <br>5) O ente é causado e por vindo da causa como seu princípio efetiva como efeito <em>ex-essere </em>em ato;<br>6) A capacidade humana não é só de produzir estruturas explicativa, a mesma tem a capacidade de interrogação;<br>7) A partir da pergunta, dá-me a possibilidade de perguntar pela causa;<br>8) A inteligência humana tem a capacidade de perguntar pela causa da causa ao infinito;<br>9) ex-essere significa vim de outro como seu princípio (causa) e aquele vindo de outro como seu princípio é efeito. Como efeito se efetiva como existência em ato;<br>10) Causa e efeito ajuda-nos a compreender a sua gênese e a sua origem;<br>11) Todo ente existente em ato possui uma origem como efeito de uma outra origem de um outro ente existente em ato;<br>12) Todo efeito tem uma causa e toda causa tem um efeito. Essa relação é chamada de correlação;<br>13) Um efeito poder ter mais de uma causa, mas o efeito não pode ser maior que a causa;<br>14) Não se dá para ser causa, sem ser causa de outro; não é possível ser causado sem ser causado por outro (alteridade);</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-20 18:05:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Causa primeira </title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/586072055</link>
         <description><![CDATA[<div>1) A partir de agora passaremos do ente contingente para o ente não contingente;<br>2) O intelecto nos possibilita a perguntar e estas perguntas nos leva ao infinito; <br>3) O intelecto possibilita a perguntar pela origem do pai e em seguida pergunta pela origem do avó, etc. Essa pergunta pela genealogia me leva ao infinito, então, sente-se a necessidade de uma arché. <br>4) Provisoriamente sabemos as origens e ao mesmo tempo não temos uma sucessão causal que nos baste. Temos uma explicação provisória que resolve o problema e ao mesmo tempo gera outro; <br>5) A intuição aristotélica é dizer que parece que esta sucessão de causa e efeito ao infinito termina não cumprindo o seu papel ontológico. Por que a ontologia trata de coisas últimas e estruturais em relação ao ente. Ela deveria poder chegar numa causa que fosse tal que não houvesse mais a possibilidade de perguntar pela causa desta causa. Seria como encontrar uma super causa.<br>6) Nenhum um ente contingente poderá ser capaz de dar essa explicação causal última. Os entes contingente são limitados; <br>7) Não temos a capacidade de encontrar a causa última entre os entes contingentes;</div><pre>8) O tema da causa nos leva ao tema da origem: a maioria das culturas no decorrer da história formularam discursos cosmológicos para explicar a sua gênese; essa tendência pela gênese humana já foi utilizada por muitas culturas. De onde vinhemos? Quem nos gerou? Essas narrativas falam de tempos imemoráveis, isto é, não há dados. As vezes, através de vestígios antropológicos encontramos algumas informações para elaborar hipóteses. Para a cultura se desenvolver precisam de narrativas sólidas que podem ser expressas através de textos antigos (ancestrais), isto é, autoridade textual; Uma tradição não poderá se explicar, se não, pelas origens de seus conteúdos, pois na cultura e na tradição o ser humano vive de pertença; Saber a causa fortalece o vinculo de pertença;Há textos que partindo da contingencia nos leva a encontrar a causa (Ex.: as cinco vias e o itinerário, isto é, uma ascensão dos dados contingentes para se chega na Causa que interrompe a pergunta pela causa; </pre><div>9) Um efeito não conseguirá se explicar de maneira concreta se não sabe a sua causa;<br>10) A causa que tem o poder de suspender a pergunta é denominada de <strong>CAUSA PRIMEIRA, </strong>primeira pois não há nenhuma causa antes desta;<br>11) Para Aristóteles a causa primeira era denominada de motor imóvel que movia e não era movido. É mais fácil postular que existe uma causa primeira do que ter uma sucessão de causa que leva ao infinito (postulado de razão);<br>12) Na ontologia é mais racional o que explica mais do que explica menos;<br>13) Em ato há um motor imóvel que move todas as coisas. Ele é primeiro na explicação da origem da realidade e dos entes;<br>14) A causa primeira não é só primeira ela também é <strong>eficiente, </strong>isto é, é aquela que consegue produzir o ser. É eficiente porque é a origem do ser. <br>15) A causa primeira é <strong>final </strong> de todos os entes, isto é, todos os entes que nascem da causa primeira fazem uma trajetória na direção da causa última. Esta é uma orientação da causa última. </div><pre><mark>Síntese: é primeira em ordem a origem, é eficiente em ordem a dar o ser e é final em ordem da orientação que os entes cumprem depois de originados da causa primeira. </mark></pre><div>16) Causa primeira e final são marcadores ontológicos do princípio e do fim;<br>17) As pequenas causas podem causar desastres e coisas boas (segundas). Ex. O marceneiro que causa a mesa; <br>18) A causa segunda para criar precisa criar encima de algum conteúdo; <br>19) <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-21 00:43:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/586072055</guid>
      </item>
      <item>
         <title>3 princípios ontológicos-lógicos </title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/586991525</link>
         <description><![CDATA[<div>1) Os princípios são fundamentos últimos para estrutura ontológica; <br>2) Os princípios serve de amarração lógica para estrutura ontológica;<br>3) Existem três princípios: <strong>1) Identidade; 2) Princípio de Não-contradição; e 3) Princípio do terceiro excluído; <br>-</strong>Os princípios servem para enunciar os entes e refinar a nossa maneira de pensar e descrever sobre os entes;<strong><br></strong>4) <strong>Princípio de identidade: </strong>afirma que o ente é idêntico a ele mesmo. O ente é o que ele. é;<br>5) <strong>Princípio de não-contradição: </strong>derivado do princípio de identidade. O ente não pode deixar de ser aquilo que ele é;é um princípio negativo, isto é, proíbe toda a contradição em relação ao ente. Se um enunciado nega a identidade do ente. Este ferirá o princípio de não-contradição. <br>6) <strong>Princípios do terceiro excluído: </strong>tentação de criar um hibrido entre o que é e o que não é ao mesmo tempo e sobre o mesmo aspecto. É um terceiro que está excluído como possibilidade. A razão não admite pensar essa figuras terceiras de ser ou não ser; de é e não é; <br>7) Quando na discussão dos entes ao utilizar os entes devo tomar cuidado com as articulações harmônicas;<br>8) O uso das categorias dever ser rigorosamente utilizados para não haver escorregões;<br> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-21 13:50:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/586991525</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Propriedades transcendentais do ser </title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/591979834</link>
         <description><![CDATA[<div>1) As propriedades da experiência são percebidas pelos sentidos;<br>2) A essência é uma propriedade do ente; <br>3) As propriedades transcendentais são percebidas pelo intelecto paciente e a intelecto agente elabora a propriedade substância, elabora a propriedade de essência e a propriedade acidente (mas, algumas propriedades do acidente são materiais);<br>4) As propriedades transcendentais independem de qualquer dado que venha dos sentidos ou de qualquer dado oferecido pelo intelecto paciente. São propriedades que derivam de qualquer necessidade lógica;<br>5) A inteligência pode elaborar afirmações ou negações de base estruturais que a inteligência, por necessidade lógica, para não entrar em conflito consigo mesmo, sente-se obrigada a fazer a partir das elaborações que ela fez a partir dos dados do sentido;<br>6) Analisando o ser ele mesmo enquanto conceito (representação mental/ ente de razão). A razão é capaz de fazer afirmações simples e necessárias para a razão não entrar em contradição consigo mesmo.<br>7) Ao fazer a análise da representação mental se chega a um conjunto de conclusões necessárias, pois o seu contrário é absurdo;<br>8) O ser tem três propriedades transcendentais: Unidade, verdade e beleza; <br>a) O ser é uno: "O ser é tudo aquilo que é, e tudo aquilo que é, é ser". Este é um enunciado de predicação analítica. Se é uno, então, não é múltiplo (pois, não é mais de um). O ser enquanto universal só pode ser uno, pois é impossível para razão pensá-lo como múltiplo. Daqui deriva o princípio de identidade (unidade). <br>b) O ser é verdadeiro: verdade é adequação. O ser é ele mesmo adequado! O ser é adequado a tudo aquilo que é. Nada mais adequado ao ser do que tudo aquilo que é. O ser é adequado a tudo aquilo que é e tudo aquilo que é, é perfeitamente adequado ao ser. <br>c) 0 ser é belo: A beleza é proporção entre as partes constitutivas do todo. O ser guarda uma exata proporção a tudo aquilo que é. <br>9) Dizemos ser não somente para tudo aquilo que é, mas dizemos ser para aquilo que é essência do ente. O ser do ente é aquilo que é enquanto ente.<br>10) Existe uma unidade entre a essência e o ente, pois, a essência sou eu e o eu é essência. Se verdade é adequação, nada mais adequado a mesa do que a essência de mesa e nada mais adequado a essência de mesa do que é a mesa (verdade). Nada mais proporcional ao ente do que a sua própria essência (belo). <br>11) Unidade, verdade e beleza se atribui ao ser tanto quanto compreendido como ser tudo aquilo que é ou compreendido como ser sendo ser de um ente </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-24 22:18:08 UTC</pubDate>
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         <title>SÍNTESE SOBRE A ONTOLOGIA CLÁSSICA </title>
         <author>guga_887</author>
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         <description><![CDATA[<div>1) Ponto de partida: a experiência, pois é auto-evidente; <br>2) As experiência sempre nos deixa marcas; <br>3) Nos ocuparemos da experiência da percepção, pois nada chega ao intelecto sem antes passar pelos sentidos (ponto de partida);<br>4) A experiência sensorial é o que chamamos de via de acesso aos entes (mais básica e elementar);<br>5) A maioria de coisas percebidas ficam perdidas na paisagem;<br>6) Se estamos num processo científico focaremos sistematicamente um determinado objeto. Ao focar o ente podemos interrogar o ente;<br>7) Na percepção eu ainda não aplico as propriedades transcendentais, pois as percepções são rasos;<br>8) A única coisa que eu preciso perguntar a esta via de acesso se ela está funcionando adequadamente ou não. Há um organismo chamado olho que possibilita a percepção. As vezes os nossos órgãos sensoriais são limitados e necessitam de aparatos para facilitar a percepção. As vezes as percepções podem está alterada por elementos internos (emoção). Organismo cuja a finalidade pode ser posta em questão;<br>9)  Os princípios se aplicam a situações de auta-complexidade intelectual;<br>10) Quando nos deparamos com o ente podemos fazer diversas perguntas. Enquanto houver entes, haverá diversas perguntas;<br>11) Quando nos deparamos com o ente, podemos fazer diversas perguntas de acordo com cada ciência;<br>12) Na ontologia há questões que são poucas, mas são consideradas primeiras.<br>13) Na ontologia iremos perguntar ele e iremos ter a resposta que "há ente e não há nada".<br>14) Os entes estão a nossa disposição pronto para interrogá-los;<br>15) Os entes contingentes são aí dados a nossa percepção e pode-se perguntar a este. Então perguntamos. Esteve aí dado desde sempre ou veio a ser o seu é? Após analisar podemos afirmar que o ente veio a ser aí de outro ente. Isso significa que sem o outro eu não sou, pois o ser que sou veio de outro. Daí se tem a palavra ex-essere (vindo de outro). Não temos um ser eterno. Temos que reconhecer que no princípio recebemos o nosso ser de outro, então, não somos eternos. Somos dependentes. Não somos absolutamente livre. <br>16) O ser que recebemos de outro não é gerado por si mesmo, mas ele tem uma origem ontológica heteronômica. No princípio não há autonomia;<br>17) Em seguida podemos perguntar: "Você aí que recebeu o seu ser de outro, quem é você?" Daí descobrimos a essência (algo que é próprio dele mesmo que o faz diferenciar de outro);<br>18) O ente que veio a ser de outro ente contingente e que tem algo que o diferencia de outro ente está em transformação. Há algumas coisas que estão em potência e outras coisas que está em ato. <br>19) As potencias podem se transformarem em ato depois de um certo investimento. Um terceiro ente em ato vai acrescentar nas minhas potencialidades elementos para atualizá-las. A perfeição que me torna mais perfeito depende de outro (heteronômica); <br>20) Há condição ontológica que faz com que eu pergunte: "Onde existe mais perfeição, no ato ou na potência?". Há mais perfeição no ato (pois, é aquilo que já temos). <br>21) Os entes só podem ser percebidos em ato, pois as potencias não podem ser percebidas de maneira direta. <br>22) O ente em ato é mesclado de potência, pois, ao analisar o ente ato mesclado de potencia nos possibilita perguntar pela sua materialidade. Os sentes só podem operar a partir da tangibilidade. A materialidade do ente é prima e possui uma forma substancial (é a forma conceptual. Como o intelecto recebe essa matéria). Matéria para os seres humanos é denominada de corpo. A forma é chamada de anima- re psiqueré (princípio de animação). Corpo e alma é uma união substantiva, isto é, ontologicamente constitutiva. <br>23) Pode perguntar para o ente: "o que é mais teu?". Substância é aquilo que se mantém por si mesmo. Os acidentes se apoiam em uma substância- aquilo que permanece em nós apesar dos acidentes. <br>24) A substância e a essência não podem ser violados;<br>25) As propriedades do ente operam com os princípios transcendentais (identidade, terceiro excluído e da não contradição) de forma harmônica. A essência corresponde a unidade substancia do ente e a  substância corresponde unidade essência do ente (aí está a unidade, a não contradição e o terceiro excluído);<br>26) As categorias transcendentais não ferem os princípios (consistência lógica);<br>27) Cuidado e hospitalidade devem ser primordial para cuidar dessas pérolas;<br>28) Se o meu ser veio de outro então sou efeito de uma causa. A ontologia se preocupa com a primeridade ontológica.  Deve ter uma correlação entre causa e efeito, pois não há causa sem efeito e nem efeito sem causa;<br>29) Há uma relação de correlação entre causa e efeito, mas, o efeito nunca será maior do que a causa;<br>30) Para saber sobre as causas finais deve-se ir para os textos morais e éticos;<br>31) Temos ter cuidado que ao articular as propriedades não ferir os princípios lógicos transcendentais.<br>32) O terceiro-excluído não permite um hibridade<br><br></div><pre><mark>Na ontologia aristotélica irá estudar os fins primeiro e último. A ontologia tem como objeto os entes. O conceito de existência explica que o ente veio de outro (mas, o como quem vai explicar é a biologia). A categoria de essência vai dizer que há algo que lhe é próprio. O princípio se aplica quando for falar dos entes. As propriedades transcendentais pertencem ao ser. O ser é um ente de razão.O ser é tudo aquilo que é. O ser </mark></pre>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-27 12:57:31 UTC</pubDate>
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         <title>A ONTOLOGIA CONTEMPORÂNEA- SENTIDO</title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/599319609</link>
         <description><![CDATA[<div>1) Estudaremos alguns aspectos da ontologia de Martin Heidegger na literatura de ser e tempo;<br>2) Heidegger escreve que os temas que ele irá desenvolver são temas que já haviam sido anunciados em uma expressão de Tomás de Aquino ("Toda a compreensão do ente existe uma compreensão do ser subjacente"). Toda compreensão do ente do supõe uma compreensão do ser. Heidegger vai trabalhar outras questões;<br>3) A investigação pelo ente, dentro de uma perspectiva cognitiva lógica, já foi realizada essa investigação por Aristóteles que depois tem a sua continuidade nos distintos aristotelismo. <br>4) Para Heidegger existe uma pergunta crucial em relação ao ser: "Que sentido tem o ser?" Que sentido tem o ente? já nos informa a existência em ato de um ente terá mais sentido na medida que este ente prossiga na sua existência em ato realizar o máximo possível a sua potencialidade ou essencialidade. Essa plenitude depende do tipo do investimento que se faz (clássica);<br>5) Heidegger vai focar a investigação às questões que interroga pelo sentido do ser;<br>6) Quem vai fazer a pergunta pelo sentido do ser? Então, Heidegger na sua introdução de Ser e tempo irá fazer toda uma introdução da ontologia da pergunta, pois, a pergunta está constituída sobre três elementos: "Quem pergunta? O que se pergunta? e, A quem se pergunta?"<br>7) <strong>Quem pergunta? </strong>Nós que estamos fazendo ontologia <br>8) <strong>Que se pergunta? </strong>pergunta pelo sentido do ser;<br>9) <strong>A quem se pergunta? </strong>Somente o ente que é capaz de dizer o ser, de falar o ser. Este é o único ente que pode responder pelo sentido do ser. Este ente que é atravessado pela linguagem é cada um de nós. Essa pergunta está dirigida a cada um de nós em cada caso, pois cada um de nós dizemos o ser. Dizemos o ser através de diversas sutilezas.<br>10) Cada um de nós em cada caso podemos ser interrogados pelo sentido do ser, pois podemos dizer o ser;<br>11) Quando digo que "a parede é verde", digo aquilo que eu sei. Quando digo "é" digo o ser. A parede só pode ser verde porque ela é. <br>12) Quando falamos do ente dizemos aquilo que ele é. Assim, anunciamos a pertença da ente ao ser;<br>13) Quando dizemos o ente também dizemos o ser;<br>14) Só podemos ser brasileiros porque somos é;<br>12) Além da compreensão substantiva está suposta que é;<br>13) E é faz parte de tudo aquilo que é;<br>14) Na compreensão do ser dizemos o ser na compreensão suposta e na compreensão do ente dizemos a essência, o acidente, a matéria prima, etc. <br>15) Na compreensão anterior oculta nós dizemos simplesmente o ser. A parede é independente do que mais ela seja. Ao dizer é a compreendemos como parte de tudo aquilo que é. Quando compreendemos como parte de tudo aquilo que é, compreendemos como ser;<br>16) Em toda compreensão do ente exite uma suposta oculta e silenciosa compreensão do ser. Aí que dizemos o ser e por isso podemos ser interrogados pelo sentido do ser. Se somos capazes de dizer o ser, então, tem sentido para nós;<br>17) Nós percebemos e compreendemos o ente com as suas categorias, mas nos damos conta que ao dizer o que é ente é em essência e acidentalmente utilizo o verbo ser que obriga não só dizer o que o ente é, mas também me obriga a dizer que é; <br>18) Para dizer qualquer uma dessas coisas, digo que é; <br>19) Esse sempre é, Heidegger irá chamar de pré-compreensão do ser; <br>20) Saber o que é não é saber muito. Sabemos que é, embora, não sabendo o que é ?<br>21) Tudo aquilo que é ser;<br>22) Na ontologia de Heidegger somos nós que seremos interrogados, pois somente nós podemos saber o sentido do ser;<br>23) Esse mover-se na pré-compreensão do ser deve ter algum sentido; <br>24) Somente esse tipo de ente que é capaz se sussurrar linguisticamente essa pré-compreensão do ser;<br>25) Como faço para interrogar esse ente? haveria uma forma específica?<strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-28 14:49:51 UTC</pubDate>
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         <title>Heidegger- Analítica fenomenológica</title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/609092373</link>
         <description><![CDATA[<div>1) Analítica fenomenológica: uma fenomenologia que é capaz de abordar e  fazer uma análise deste ente que ao pronunciar já anuncia o ente;<br>2) A palavra fenomenologia exprime uma máxima que pode formular na expressão as coisas em si mesma;<br>3) Heidegger quer voltar as coisas em si mesmas;<br>4) Heidegger vai dizer que o termo tem dois componentes: Fenômeno e lógos que remontam fainomenon e lógos;<br>5) Fainomenon: deriva do verbo fainestai que significa mostrar-se e, por isso, fainómenon diz que se mostra, o que se revela;<br>6) Fainestai é a forma média de faíno- trazer para luz do dia, pôr no claro. Aquilo que não é colocado na luz não se mostra; <br>7) "Deve-se manter, portanto, como significado da expressão fenômeno o que se revela, o que se mostra em si mesmo" (ST, I, 58) <br>8) O fenômeno para se mostrar se mostra somente no claro;<br>9) Haidegger usa o exemplo de uma clareira, ou seja, um espaço da floresta que está iluminado. Para que o fenômeno se mostre plenamente sente-se a necessidade de ampliar o claro (Heidegger vai chamar de categoria do alargamento);<br>10) Alargar significa forçar para que tenha mais luz. Para o que o fenômeno possa se mostrar de maneira mais generosa; <br>11) Com a metáfora da clareira na floresta negra faz nos impele o alargamento no olhar para ver as coisas como fenômeno. Alargamento é uma generosidade do olhar;<br>12) Essa posição de ver as coisas como fenômeno se contrapõe com a posição de ver as coisas como objetos, pois a objetivação nos cerca. Objeto é o que está na ponta do meu olhar restrito e estreito. Fenômeno é aquilo que se mostra neste olhar alargado e generoso; <br>13) Diante de outras pessoas eu preciso alargar o meu olhas e as minhas ideias, se não, produzirei preconceito reduzido;<br>14) Quando estamos diante de um texto e podemos escultar os gritos, o clamor etc. Este exercício está atravessado pela temporalidade. Um alargamento da leitura e da escutar. Diante de alguém que fala ou perante um texto devo demorar sobre estes elementos (Gadamer);<br>15) Quando fazemos uma leitura rápida só leio as minhas memórias. Só escuto a mim mesmo. Sem demora não existe escuta e nem leitura genuína; <br>16) Fainómenon é aquilo que se mostra perante a luz de um olhar, de uma escuta ampliada e alargada e demorada pelo espírito da generosidade fenomenológica em relação a tudo aquilo que vem até nós e aquilo que vamos ao encontro;</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-03 14:51:45 UTC</pubDate>
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         <title>Lógos segundo Heidegger</title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/610901405</link>
         <description><![CDATA[<div>1) "Em platão e Aristóteles o conceito de lógos é polissêmico, de tal modo, que os vários significados tendem a se dispersar, sem a orientação positiva de um sentido básico" (ST, I, 62) <br>2) "Quando dizemos que o significado do lógos é discurso, essa tradução só terá valor completo quando determinar o que é um discurso" (ST, I, 62);<br>3) Como discurso, lógos diz, ao contrário, deloun, revelar aquilo do que trata o discurso. Aristóteles explicitou mais precisamente esta função do discurso, determinando-a como <strong>apofainestai. </strong>O lógos deixa e faz ver (fainestai) aquilo sobre o que discorre (medium) e para todos aqueles que discursam uns com os outros". (ST, I, 62-65) <br>a) A função do discurso é a revelação; <br>b) Ao discursar eu deixo ver (apofainestai);<br>c) Por meio do discurso que eu deixo ver o objeto;<br>4) "O discurso deixa e faz ver apó... a partir daquilo sobre o que discorre. O discurso (apofansis) autêntico é aquele que retira o que diz daquilo sobre o que discorre de tal maneira que, em seu discurso, a comunicação discursiva revele e, assim torna acessível aos outros aquilo sobre o que discorre. Está é a estrutura do lógos como apofansis" (ST, I, 63) <br>a) O discurso autêntico é aquele que retira o que diz daquilo sobre o qual ele diz. <br>b) deixar ver aquilo sobre qual eu discurso em um discurso autêntico que retirou da caneta aquilo que eu estou discusando sobre a caneta; <br>c) O que se mostra e que se deixou ver pode ser retirado da conveniência;<br>d) Aquilo que se mostra e se deixa ver tem que ser autêntico;<br>5) "Em seu exercício concreto, o discurso (deixa ver) tem caráter de fala, de articulação em palavra. O lógos é foné e, na verdade, foné metá fantasis - articulação verbal em que, sempre, algo é visualizado". (ST, I, 63) <br>a) Foné meté fantasis: o discurso como articulação em palavras que permite que algo seja visualizado. Ao escutar eu consigo visualizar aquilo que está sendo discursado; <br>6) " E somente porque a função do lógos como aponfansis reside no deixar e fazer ver algo em demonstrando é que ele pode ter a forma estrutural de súntesis. [...] O sun possui aqui um significado puramente apofântico e indica deixar e fazer ver algo com algo, na medida em que se dá em conjunto com outro". (ST, I, 63)<br>a) Permanece a ideia fundamental que lógos é discurso, mas, no discurso apofansis se produz uma unidade (sun) entre aquilo sobre o qual se discursa e o discurso.  Se o discurso é autêntico há uma unidade. O discurso autêntico me deixa ver a caneta como caneta;<br>a) O verde do marcador é o mesmo que está no discurso; <br>7) "E novamente, porque o lógos é um deixar e fazer ver, por isso é que ele pode ser verdadeiro do lógos enquanto aletheuein (verdadeiro) diz: retirar do seu velamento o ente sobre o que se discorre no légein como apofainestai e deixar e fazer ver o ente como algo desvelado (alethés), em suma, descobrir. Do mesmo modo, o ser falso, pseudestai, diz enganar no sentido de en-cobrir: colocar uma coisa na frente da outra (deixar e fazer ver) e assim propô-la como algo que ela não é" (ST, I, 63)<br>a) Ser verdadeiro no sentido heideggeriano significa que o discurso é capaz de desvelar (tirar o véu). Como se o marcador verde estivesse através do véu e através do discurso eu tiraria o véu;<br>b) A função do discurso é desvelar o ente; <br>c) A função do lógos pseudestai é esconder (discurso sedutor). O discurso também pode ter a função de encobrimento (distração, sedução, etc.)<br>8) "E somente porque a função do lógos reside num puro deixar e fazer ver, deixar e fazer perceber o ente, é que o lógos pode significar razão. Porque se usa lógos não apenas no sentido de légein mas também no sentido de legómenon, o que se mostra como tal, e porque este nada mais é do que upoxeímenon, isto é, aquilo que, em toda interpelação e discussão, já está sempre presente como fundo e fundamento, lógos enquanto legómenon significa ratio, fundamento" (ST, I, 64)<br>a) Lógos também é ratio. Ao poder dizer o ente aponta para o fundamento. Essa é a via para chegar na razão. Lógos, razão e fundamento se entrelaçam;<br>b) A razão é a garantia do que eu discurso é algo que está fundamentado no próprio ente, pois foi de lá que foi retirado; <br>c) A razão é capaz de retirar do marcador o verde; <br>d) A verdade do lógos está assegurada pelo lógos como razão que é capaz de acessar o ente no seu fundamento; <br>9) "E, por fim, o lógos  pode  também significar o que pode ser interpelado como algo que se tornou visível em sua relação com outra coisa, em relacionamento, por isso o lógos assume a significação de relação e proporção" (ST, I, 64-65)<br>a) O lógos tanto como discurso, como razão de ser do ente tem que estar proporcionado a este ente. Se o ente me deu a razão, o seu ser verde, o discurso sobre este ente tem que ser um discurso sobre o ser verde deste ente<br>b) é necessário guardar uma relação daquilo do se diz, do que se faz ver no discurso; <br>c) Quando não se guarda uma proporção o ente interpela o discurso; <br>d) Se o discurso não é adequado (se não guarda uma relação de proporção) o ente interpela o discurso; <br><br><br><strong>FENOMENOLOGIA- CONCEITO PRELIMINAR <br><br></strong>1) "Examinando-se concretamente os resultados da interpretação do fenômeno e logos, salta aos olhos a íntima conexão que os liga. Pode-se formular em grego a expressão fenomenologia com as palavras: légein tà fainómena: legein, porém, significa apofainestái. <strong>Fenomenologia diz, então: apofaínestai tà fainómena- deixar e fazer ver por si mesmo aquilo que se mostra, tal como se mostra a partir de si mesmo.</strong> É este o sentido formal da pesquisa que traz o nome fenomenologia. Com isso, porém, não se faz outra coisa do que exprimir a máxima formulada anteriormente- para coisas elas mesmas!" (ST, I, 65) <br><br>a) <strong>A função da fenomenologia é deixar ver e fazer ver por si mesmo este em cada caso, tal como se mostra, a partir de si mesmo, para assim podê-lo interrogá-lo sobre o sentido do ser. <br></strong>b) Antes da pergunta devo deixar ele se mostrar; <br>c) O ente só pode ser respondido na linguagem que ao falar do ente ele fala do ser; <br>d) Para poder ir atrás deste ente, Heiddeger irá usar a fenomenologia (deixar ver em cada caso sobre o sentido do ser); <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-04 12:48:09 UTC</pubDate>
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         <title>Dasein </title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/618670054</link>
         <description><![CDATA[<div>1) Dasein: é  o modo de ser. Como encontramos o ser aí (dado a análise e a interrogação e análise fenomenológica);<br>2) Constante ontológica é o modo de ser;<br>3) Este ente que tem o modo de ser do Desein. Além der "ser aí" será que ele é outra coisa;<br>4) Todo ser aí é um ser aí em um mundo; <br>5) O Dasein se move um terreno de significado e sentido; <br>6) No movimento vamos realizando as nossas possibilidades; <br>7) Ao nos abrirmos muitas coisas vem ao nosso encontro; <br>8) Existência em Heidegger é abertura do Dasein aí as coisas vem ao nosso encontro;<br>9) Todo Dasein é um ser com. Ele é sempre com alguém. Ele não é um único;<br>10) Cada Dasein constrói o seu mundo de significados e sentidos;<br>11) O Desein tem um projeto ontológico no mundo; <br>12) O projeto de cada Dasein é para aluma coisa. O Dasein no mundo não se move de maneira desorientada;<br>13) Ao escolher e realizar as suas possibilidades vai construindo a sua orientação do seu próprio ser; <br>14) O nosso ser para é o nosso projeto de vida; <br>15) O nosso ser com é realizada com as pessoas ao redor;<br>16) Todo Dasein vai morre. Ao morrer vai se dissolver a sua culpa;<br>17) Não conseguimos explicar completamente só conhecendo, a matéria, e a forma;<br>18) Existe uma causa final que irá aparecer na ética e na moral. Heidegger vai utilizar isto utilizando projeto. - "O ser projeto e ser possibilidade"<br>19) O Dasein é o modo de ser deste ente em caso. <br>20) Essa ontologia está tentando tratar esse ser humano como um ser humano em caso; <br>21) Uma ontologia que está focado no singular (próprio da espécie). <br>22) Cuidado para não aplicar aquilo que é geral para espécie. Devemos considerar a singularidade ontológica; <br>23) Conforme o seu com e conforme o seu para é realizado no singular e em cada espécie humana; <br>24) Existência no singular é como explico esse ente que está dado aí (tudo que me vem ao encontro). Isso se completa com o ser para morte;<br>25) Como o ser se realiza no ser deste ente. <br>26) Modo de ser é a forma que a fenomenologia encontra esse ente aí no mundo;<br>27) O Desein é o modo de ser: ser com, ser como, ser para. Cercado por um entono repleto de significados; <br>28) Somos cada um em cada caso (singular). Participamos de um geral, mas somos singulares; <br>29) A intenção da fenomenologia é encontrar o Desein organizado em modo de ser;<br>30) O movimento ontológico não se faz por desejo, ele é inerente ao modelo ontológico. Ser mundo é sinônimo de mover-se; <br>31) Pode-se vim um monte de coisa ao nosso encontro, por isso, construo elementos para proteção;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-09 11:59:16 UTC</pubDate>
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         <title>Cuidado na ontologia de Heidegger </title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/620560901</link>
         <description><![CDATA[<div>1) Experiência é a travesia do perigo;<br>2) Devemos cuidar do nosso ser;<br>3) Nem tudo que vem dessa abertura é positivo. Algumas coisas nos termos que nos abster; <br>4) Como o ente que se relaciona em cada caso com seu próprio ser? Através do cuidado, preocupação e ocupação. Cada um deste ente faz a experiência da existência, então, é necessário que ele se preocupe com essas coisas que nos vem até nós;<br>5) Existência é um modo de ser que está aberto as coisas. E, ocupa de tudo aquilo que nos atinge; <br>6) Heidegger propõe uma estrutura; <br>7) A ontologia continua sendo a ontologia primeira; <br>8) Devemos sempre fazer um projeto de ocupação; </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-10 12:07:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Os modos de ser do ente segundo Heidegger</title>
         <author>guga_887</author>
         <link>https://padlet.com/guga_887/topicosdeetica/wish/631500787</link>
         <description><![CDATA[<div><br>a) Ser-ai: é o Dasein que vai se realizando na medida em que vai desfrutando da sua existência. É o modo no qual o ser vai se constituindo ontologicamente. </div><div>b) ser no mundo: significa dizer que o <em>dasein </em>vai realizando as suas possibilidades numa planície de significados e sentidos.  Essa planície é o próprio mundo. Este, é a moradia do ser aí. </div><div>c) ser com: significa que o ser não é um ser isolado. Há outros seres que compartilham a mesma espécie de tal ser, assim sendo, o ser compartilha seus modos e seus afetos com outros seres;  </div><div>d) ser para: significa dizer que o <em>Dasein </em>tem um projeto que é o seu próprio ser que lhe foi entregue, isto é, o <em>Dasein </em>tem uma orientação que vai se construindo na sua existência até a morte. </div><div>e) ser para a morte: significa que o dasein desde do início do seu existir já está entregue ao seu destino que lhe é mais próprio, ou seja, a morte. Esta, é intransponível e irremissível (não se pode se evitar).</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-18 03:26:48 UTC</pubDate>
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