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      <title>Fundamentos Teóricos em Estudos Linguísticos. by Alan Carneiro</title>
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      <description>A cada semana vocês devem postar um comentário, pergunta, uma imagem, um vídeo ou um link que dialogue com algum texto indicado. Lembre de contextualizar e explicar suas escolhas de forma detalhada.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-03-28 16:30:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>alanunifesp</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3386979944</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>A discussão sobre ontologias aponta, de fato, para um novo horizonte para os estudos linguísticos? Em que medida essa discussão avança, de fato, em relação ao debate sobre ideologias linguísticas?</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-28 16:51:29 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>A sociedade digital expandiu as nossas interpretações sobre o que é língua/linguagem intensificando a multimodalidade que sempre esteve presente. Entretanto, as sociedades da escrita ainda atribuem maior valor a linguagem verbal e escrita. Como essa tensão entre a multimodalidade digital e o valor tradicionalmente atribuído à escrita afeta nossas práticas comunicativas nos diferentes contextos da educação formal?</title>
         <author>souzanamizan</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3387474371</link>
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         <pubDate>2025-03-29 12:04:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As discussões sobre ideologias e ontologias linguísticas são capazes de influenciar práticas educacionais e políticas linguísticas. Por exemplo, em vez de promover um modelo rígido de ensino de línguas, podemos reconhecer a importância de valorizar as pluralidades linguísticas, sejam regionais, sociais ou individuais. Além de observar a necessidade de politicas que promovam, além do multilinguismo, justamente, a preservação de línguas minoritárias (gatinho meramente ilustrativo).</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3388056458</link>
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         <pubDate>2025-03-30 15:09:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As ontologias linguísticas nos mostram que a língua /linguagem deve ser estudada por diferentes prismas, uma vez que ela se relaciona não somente com elementos linguísticos, mas com tudo aquilo que faz parte da comunicação humana. Isso nos faz refletir sobre as diferentes formas de comunicação, que não consistem apenas em estudar a linguagem verbal e escrita, mas na multimodalidade textual, presente em um mundo cada vez mais tecnológico.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3393492300</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-03 00:44:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pensando no ensino de inglês como segunda lingua, qual ontologia esta presente nas salas de aula?sera que estamos usando uma abordagem que valoriza esta pluralidade? Ou seguimos enxergando a lingua somente como objeto?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3394523543</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-03 13:44:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Um olhar ontológico compreende língua como um &quot;becoming&quot;, que acontece por meio de práticas, performances e histórias que fazem o mundo. Há a existência de diferentes realidades e não um &quot;out there&quot; singular. Pensando no ensino de língua inglesa, é interessante questionar até que ponto há uma inclusão dos gêneros multimodais e que circulam no meio digital em sala de aula. Para além disso, também é importante pensar sobre a valorização de determinadas prosódias em detrimento de outras.</title>
         <author>lndossantos</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3394668785</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-03 15:18:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O texto dialoga com a linguística textual ao explorar a construção do sentido nos textos, o que se aplica diretamente aos quadrinhos – foco da BifrosTTeca, uma gibiteca voltada para a pesquisa e preservação das HQs. A interação entre texto e imagem nas HQs evidencia a importância da coesão e da coerência, aspectos fundamentais para a compreensão da narrativa. Assim, a linguística textual oferece uma base teórica essencial para analisar os quadrinhos como textos multimodais.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3395008039</link>
         <description><![CDATA[<p>A BifrosTTeca é uma gibiteca dedicada à preservação, estudo e apreciação dos quadrinhos como forma de expressão cultural e artística. Mais do que um acervo, ela se propõe a ser um espaço de pesquisa e discussão sobre a linguagem dos quadrinhos, explorando como texto e imagem se combinam para criar narrativas coesas e coerentes.</p><p><br/></p><p>A relação entre linguística textual e quadrinhos se torna evidente na forma como os elementos verbais e visuais interagem para construir significado. A coesão entre diálogos, balões, onomatopeias e a disposição dos quadros na página são aspectos fundamentais para a compreensão do enredo. Nesse sentido, a pesquisa em linguística textual oferece um suporte teórico valioso para analisar como os quadrinhos operam como textos multimodais, um tema central na curadoria da BifrosTTeca.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-03 20:14:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Entender a língua/linguagem como uma ontologia nos permite questionar sobre o quão limitada é a perspectiva ideológica, que falha em abranger as diferentes formas em que elas podem se manifestar e as definem como um fenômeno facilmente explicável. Ao assumir uma visão ontológica, podemos pensar em língua como uma pluralidade de práticas, realidades, processos e modalidades. </title>
         <author>vitoriasudario</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3396509988</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-04 21:03:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>jomeloescritora</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3396532363</link>
         <description><![CDATA[<p>dizem por aí</p><p>que não precisa mudar</p><p><br/></p><p>Cantam os pássaros</p><p>e miam os gatos,</p><p>os funks a tocar</p><p>e o choro do bebê — tudo a ecoar</p><p>em rede relacional</p><p><br/></p><p>dizem por aí que tudo isso precisa se adequar</p><p>a uma linguagem única,</p><p>quadrada e sutilmente excludente,</p><p>em que cada linguagear vire só um “pio”, sem</p><p>realmente ter o que compartilhar</p><p><br/></p><p>calar é o que o tradicional quer impor</p><p>enquanto cala os diferentes modos</p><p>de existir</p><p>ontologiar? que sufoco dessas rimas pobres</p><p><br/></p><p>apesar de parecer literatura,</p><p>meu modo de linguagear criou-se na estrutura</p><p>de questionar:</p><p>— este poema, sem régua,</p><p>é um corpo em fuga—</p><p>que mundo queremos construir</p><p>com as palavras que nos sobram?</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-04 21:59:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O capítulo &quot;The challenge of studying language&quot; trata da importância do conhecimento das bases do método científico para o desenvolvimento de uma pesquisa em linguística. A partir das ideias apresentadas no capítulo, consigo localizar meu projeto de pesquisa como qualitativo, pois parte da análise dos letramentos digitais em um livro didático. Seguindo a tabela da página 21, é um &quot;single case study&quot; e process oriented.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3397038114</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-05 19:04:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pedi para que a inteligência artificial criasse uma tirinha  para representar — de forma leve e visual — os diferentes métodos usados na pesquisa linguística. Cada quadro mostra uma abordagem: o método experimental, a entrevista sociolinguística, a análise de corpus e os desafios de conciliar tudo isso com os métodos mistos. A tirinha ilustra como a linguagem pode (e deve) ser estudada por múltiplos caminhos, dependendo da pergunta de pesquisa. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3397124401</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-06 00:15:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ser capaz de visualizar e compreender língua/linguagem ontologicamente nos auxilia a lançar um olhar crítico sobre nossas próprias práticas pedagógicas. Sendo um professor de língua estrangeira, é importante, a mim, manter-me sempre aberto aos pensamentos que meus alunos têm em relação a língua/linguagem, assim como é importante tentar sempre me distanciar das minhas próprias ideologias linguísticas nos momentos em que estou mediando a aprendizagem deles. (continuação no comentário)</title>
         <author>thiagopaulo1</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3397674031</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-06 20:36:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Para um pesquisador iniciante como eu, é muito interessante aprender e pensar como há tantos meios de se organizar/fazer e também tantos processos envolvidos na coleta de dados linguísticos. Ao iniciar meu projeto de iniciação científica, ainda na graduação, não tinha noção da complexidade e do nível de esquematização de todo o processo. (continua no comentário)</title>
         <author>thiagopaulo1</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3397759309</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-06 23:40:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O texto trata também da dificuldade que há em se estudar a língua cientificamente, mencionando a necessidade de uma combinação de métodos, em contraste com a crença anterior de que esse estudo era uma arte, e não ciência.  Tentei encaixar meu projeto, que tem o objetivo de verificar a variação de registro presente em legendas de um seriado de TV, na metodologia observacional. De acordo com a tabela da página 23, fiz os seguintes passos</title>
         <author>brunamarzullo</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3399006000</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Formulação de hipótese (existe variação de registro durante os anos em que a série foi ao ar, e essa variação está relacionada também aos interlocutores).</p><p>Seleção da população (personagens de seriado)</p><p>Coleta de dados (legendas do seriado)</p><p>Análise dos dados (utilizando programas computacionais e a metodologia da análise multidimensional)</p><p>Interpretação dos dados (utilizando abordagem da linguística de corpus e teoria dos estilos conversacionais)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-07 14:52:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O capítulo tem como objetivo explicitar para novos pesquisadores como se faz ciência em linguística, especificamente na área de aquisição da linguagem. Ao decorrer do texto, encontramos definições sobre os métodos utilizados e as etapas que pode-se seguir na realização de uma pesquisa. </title>
         <author>vitoriasudario</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3403219937</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-09 21:00:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>jomeloescritora</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3403261121</link>
         <description><![CDATA[<p>Não basta apenas pesquisar — é preciso compreender os diferentes contextos (e pessoas) nos quais aquela pesquisa se insere. O texto traz um exemplo interessante envolvendo crianças, mas gostaria de acrescentar também a perspectiva de uma pessoa autista adulta. Por mais que a comunicação falada seja, para mim, um pouco desafiadora, a escrita, por outro lado, flui com facilidade. Isso significa que não me comunico? Claro que não — apenas me comunico de forma diferente.</p><p><br/></p><p>Essa linguagem contextual, singular, também deve ser considerada nas pesquisas. O texto explica como a pesquisa em linguística pode ser feita por diferentes métodos, e isso reforça ainda mais a importância de olhar para as múltiplas formas de expressão, especialmente quando se trata da diversidade humana.</p><p><br/></p><p>#interdisciplinar #cienciacomportamental</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-09 22:03:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estudar cientificamente a língua/linguagem é algo complexo, na qual a escolha do método científico se torna fundamental para o desenvolvimento da pesquisa na área da linguística.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3403312672</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-09 23:24:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Quanto à leitura do capítulo &quot;The challenge of studying language&quot;, pude fazer várias reflexões quanto à complexidade dos estudos linguísticos, assim como a diversidade das maneiras com as quais a linguagem se apresenta, possibilitando os vários métodos de análise e observação.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3404312764</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-10 10:32:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O texto ajudou a ter mais clareza sobre diferentes métodos científicos para analisar a linguagem, estou montando meu pré projeto e ter isso em mente é essencial.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3404318328</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-10 10:38:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Meaning is not just an objective reflection of the outside world, it is a way of shaping the world&quot; (Geerarts, 2006, p. 4). Essa citação me levou de volta a ideia de worlding presente no texto lido na Semana 1, que trazia a proposta de um olhar ontológico para a língua. É interessante pensar as metáforas conceituais enquanto um mecanismo cognitivo que pode construir o mundo.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3405115982</link>
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         <pubDate>2025-04-10 21:59:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O texto de Geeraerts é uma introdução essencial à linguística cognitiva, mostrando como essa abordagem coloca o significado e a experiência no centro da linguagem. Ao contrário de visões formais, a linguagem aqui é vista como uma extensão da cognição humana, profundamente conectada ao corpo, à cultura e ao uso cotidiano. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3407412405</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-13 02:16:10 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Criei essa tirinha explicando por meio de uma piada o conceito do princípio da invariância. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3411709344</link>
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         <pubDate>2025-04-16 02:35:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>No começo do capitulo o autor usa a metáfora de arquipélago para se referir ás diferentes áreas de atuação da linguística cognitiva. Esta imagem representa com clareza como as diferentes áreas estão ligadas mas ao mesmo tempo são complexas o suficiente para serem estudas em suas especificidades.</title>
         <author>audreyangelica11</author>
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         <pubDate>2025-04-16 16:59:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>jomeloescritora</author>
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         <pubDate>2025-04-16 21:15:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Gostei da forma que o autor utilizou a comparação para explicar como a área da linguística cognitiva se divide em diversas ramificações, mas elas ainda são ligadas por meio de perspectivas compartilhadas, semelhante as ilhas de um arquipélago!  O texto realmente pareceu um “tour” para mim (como o próprio autor propôs que fosse), desbravei terras que não conhecia antes.
</title>
         <author>vitoriasudario</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3412999187</link>
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         <pubDate>2025-04-16 23:34:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O texto traz uma perspectiva sobre as diferentes áreas da linguística cognitiva, e ao exemplificar o uso de metáforas, me lembrei de uma tirinha que vi em um material de concurso, que acho que reflete bem esse conceito.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3413005788</link>
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         <pubDate>2025-04-16 23:42:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Interessante como as nossas conexões são feitas... A comparação com um arquipélago, por algum motivo, me lembrou da comparação de ESP com uma árvore, feita no livro de Hutchinson and Waters. No fim, as ciências humanas são assim, interligadas. Como foi mencionado no texto: &quot;it constitutes a cluster of many partially overlapping approaches rather than a single well-defined theory that identifies in an all-or-none fashion whethersomething belongs to Cognitive Linguistics or not&quot; (p. 2).</title>
         <author>brunamarzullo</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3414045940</link>
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         <pubDate>2025-04-17 14:19:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nos capítulos iniciais de Knowledge of Language (1986), Chomsky propõe que a linguagem é uma capacidade mental inata, não apenas um meio de comunicação. O conceito de “I-language” mostra que estudar linguagem é estudar a mente. A ideia da “pobreza do estímulo” me marcou: mesmo com pouco input, crianças adquirem estruturas complexas, o que reforça a existência da Gramática Universal. O texto me fez ver a linguagem como chave para entender a mente humana.</title>
         <author>brunofeitosa4</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3422229250</link>
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         <pubDate>2025-04-23 23:46:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As ideias expressas nos textos me fascinam, pois a Gramática Universal transcende o que nós conhecemos e o que tentamos colocar regras. A mente humana, quando estimulada, especialmente na infância,  adquire outras línguas e se organiza, mesmo com estruturas complexas e estratosféricas, mostrando que a comunicação e a faculdade de produzir linguagem é uma potência humana.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3422277473</link>
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         <pubDate>2025-04-24 00:24:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A possibilidade do acesso à Gramática Universal, que Chomsky define como caracterização dos princípios determinados biologicamente, traz algumas questões interessantes a serem consideradas quanto ao aprendizado de L2. Segue o link para a dissertação da Viviane Biasini, que encontrei no repositório da Unifesp e me trouxe várias reflexões sobre o ensino de L2: https://repositorio.unifesp.br/items/0586959b-4a56-4b87-8871-bba4e1309bbd</title>
         <author>lndossantos</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3423301559</link>
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         <pubDate>2025-04-24 12:13:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os quatro textos oferecem perspectivas complementares sobre a linguagem. Depois de ler os textos indicados, conseguimos perceber mais claramente ainda que a linguagem é ao mesmo tempo uma faculdade inata, uma prática social, um processo cognitivo e um fenômeno cultural, e que são necessárias abordagens integradas para sua plena compreensão. </title>
         <author>brunamarzullo</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3423971994</link>
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         <pubDate>2025-04-24 22:46:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A comparação entre Pêcheux e Foucault revela duas formas potentes de analisar o discurso: para Pêcheux, ele é atravessado pela ideologia e forma o sujeito; já para Foucault, o discurso é prática que produz saberes e exerce poder. Ambos mostram que o discurso nunca é neutro.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3437117913</link>
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         <pubDate>2025-05-05 23:39:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A AD mostra que o discurso está imerso em ideologias e reproduz costumes sociais, ideais políticos... Ficou muito claro, no texto, a relação da evolução do discurso das propagandas de cerveja e a evolução dos costumes sociais. Ainda assim, conforme nos traz ainda o capítulo sobre Pêcheux, a AD não é sociologia. </title>
         <author>brunamarzullo</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3440576317</link>
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         <pubDate>2025-05-07 21:59:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mesmo com ideias diferentes sobre a Análise do Discurso (Pêcheux focando na linguagem e no marxismo, e Foucault trazendo uma visão mais histórica), os dois contribuíram para aprofundar os estudos sobre como os discursos influenciam a forma como &quot;vemos&quot; o mundo. Sem confundir a Análise do Discurso com a sociologia, que tem outros focos.</title>
         <author>jomeloescritora</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3440608060</link>
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         <pubDate>2025-05-07 22:55:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os primeiros textos mostram o quão fascinante é a faculdade da linguagem, caracterizada por Chomsky como uma habilidade inata e biológica. Os conceitos da Gramática Universal são postos à mostra quando lemos o texto sobre a aquisição de L2, em que vemos o quão similar é esse processo ao de uma aquisição de L1, devido aos mecanismos inatistas da GU. </title>
         <author>vitoriasudario</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3440608606</link>
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         <pubDate>2025-05-07 22:56:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Assim como explicitado no início do terceiro capítulo, ele, tal qual o quarto capítulo, tem como objetivo apresentar alguns modos pelo qual a Análise do Discurso compreende a sua “tríade indispensável: discurso, sujeito, história”. Lendo-os achei muito interessante a definição de AD como uma análise precisa e não apenas uma interpretação crítica de algo ou uma pesquisa sociológica. </title>
         <author>vitoriasudario</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3440609537</link>
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         <pubDate>2025-05-07 22:57:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A análise do discurso tem como propósito compreender o processo de fazer sentido dentro da perspectiva do discurso, sujeito, história, pois não há um discurso que seja neutro ou exclusivo de uma classe social ou de uma pessoa, e muito menos, está contido na fala do sujeito. Compreender discurso é compreender um emaranhado de discursos que se entrelaçam no decorrer do tempo e no processo histórico-social.</title>
         <author>monicaraimundo1</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3440852745</link>
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         <pubDate>2025-05-08 01:40:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Criei essa tira para falar do conceito de estética de Bahktin.</title>
         <author>diegomarinhorj85</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3440854637</link>
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         <pubDate>2025-05-08 01:41:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ao ler os dois capítulos, principalmente o que explica Pêcheux, se torna muito evidente como o levantamento de um corpus diverso é parte fundamental do exercício da AD. Mesmo que analisemos ou intencionemos analisar uma sequência discursiva que nos parece única ou suficiente, precisamos formar um corpus maior para que não caiamos na eventual &quot;armadilha&quot; de que já sabemos do que estamos falando ou o que iremos comprovar, o que minaria a efetividade e a credibilidade de nossas análises. </title>
         <author>thiagopaulo1</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3440979611</link>
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         <pubDate>2025-05-08 02:44:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Foucault vê a língua como parte das práticas sociais que organizam o que pode ser dito em certos contextos. Para ele, o foco está nas relações de poder e não na língua em si. Já Pêcheux entende a língua como essencial para produzir sentidos e mostrar como a ideologia atua. Ou seja, para Foucault a língua é um meio, para Pêcheux, é um ponto central.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3441709258</link>
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         <pubDate>2025-05-08 11:14:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fiz outra tira. Esta é sobre a análise de discurso.</title>
         <author>diegomarinhorj85</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3441722654</link>
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         <pubDate>2025-05-08 11:27:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Na AD, a posição sujeito não deve se confundir com a intenção. O texto dos professores Anderson Magalhães e João Kogawa (2019, p. 154) traz algumas questões que são pertinentes para a AD na análise de enunciados, como &quot;a que outros enunciados fazem referência? Em que rede se inscrevem? A que domínio de memória pertencem? Que efeitos de sentido produzem?&quot;, visando descrever e interpretar as condições de emergência que possibilitaram os enunciados que circularam.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3448754768</link>
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         <pubDate>2025-05-13 15:15:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As leituras mostram como a análise do discurso materialista ajuda a entender sentidos ideológicos em práticas culturais. A comparação entre Brasil e Argentina, especialmente no samba e no tango, revela como discursos moralizantes e vozes de resistência se articulam na construção de gênero e desigualdade social.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3449275601</link>
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         <pubDate>2025-05-13 23:22:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Construí esta tira sobre o paralelismo entre Brasil e Argentina. O paralelismo entre culturas como a do Brasil e da Argentina são construídas por contextos histórico-políticos semelhantes ( como crises econômicas, ditaduras, transições de poder e etc). Compreender tal paralelismo ajuda não só o entendimento sobre a nosso atual cenário, e nosso passado, como também auxilia a desvendarmos as construção de narrativas políticas.</title>
         <author>diegomarinhorj85</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3449321813</link>
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         <pubDate>2025-05-14 00:06:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os dois textos exploram as diferenças linguísticas entre Brasil e Argentina. O primeiro traz uma análise comparativa das especificidades históricas e sociais que afetam a construção do discurso. Já o segundo apresenta, por meio da análise do samba e do tango, produtos da cultura de massa desses países, um discurso moralizante, explorando as diferentes representações da mulher no início do século XX.  </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3451255645</link>
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         <pubDate>2025-05-14 23:20:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Muito interessante como diferentes &quot;backgrounds&quot; culturais afetam o discurso de maneiras  aparentemente tão pequenas e, ao mesmo tempo, significativas, como o exemplo que a autora dá das diferentes construções discursivas de personagens em espanhol e português (mais endocêntrica naquele e bem dependente da visão de outros neste).</title>
         <author>thiagopaulo1</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3451443125</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-05-15 01:22:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O livro mostra a análise discursiva comparativa entre Brasil e Argentina, focando em práticas sociais e desigualdades históricas. Já o artigo aplica essa perspectiva ao comparar o samba e o tango, analisando como os discursos sobre mulheres são moralizantes e como eles refletem políticas de Estado, além de contradições sociais. Por fim, os dois textos usam a teoria materialista para explorar como a linguagem verbal e não verbal constrói sentidos ideológicos.</title>
         <author>jomeloescritora</author>
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         <pubDate>2025-05-15 11:27:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os conceitos de  interdiscurso e o intradiscurso mostram como nenhum dizer é isolado: a gente sempre fala a partir de outros discursos (inter) e organiza isso de um jeito próprio (intra). Foi interessante observar as manifestações destes discursos nos textos, especialmente no primeiro texto com um olhar materialista de como esse interdiscurso preconceituoso sobre desigualdade social foi construido nos dois países. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3452398845</link>
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         <pubDate>2025-05-15 11:31:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O artigo analisa os discursos sobre uma figura feminina na letra de um tango e de um samba, de enunciadores que são ora marginais e ora disciplinadores. Percebe-se uma focalização mais específica e individualizante no tango, enquanto, no samba, há uma alternância entre especificidade e genericidade, o que é compreendido observando a realidade social e histórica dos países.</title>
         <author>lndossantos</author>
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         <pubDate>2025-05-15 12:20:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A patir da materialidade linguística é possível verificar os fenômenos culturais e sociais relevantes. No  caso da música, deve-se levar em consideração letra, melodia, canto e também o intérprete para realizar uma análise e identificar a construção das ideologias.</title>
         <author>brunamarzullo</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3457352175</link>
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         <pubDate>2025-05-19 13:29:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O texto de McCarty nomeia três atividades centrais das políticas linguísticas: status planning, corpus planning e acquisition planning. Tais atividades me lembraram do artigo &quot;A vitória da Língua Portuguesa no Brasil Colonial&quot; do historiador José Honório Rodrigues. O artigo demonstra como a língua portuguesa passou explicitamente pelos processos trazidos por McCarthy, incluindo legislações e políticas explícitas.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3463235805</link>
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         <pubDate>2025-05-22 13:08:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O capítulo do livro explicita a maneira que plataformas digitais criam câmaras de eco e uma estrutura que estimula a vigilância visando maximizar a atenção e o tempo que os usuários passam nelas. A máquina tem acesso a numerosas informações nossas sem que nós estejamos completamente conscientes disso. Assim, sem uma regulamentação apropriada, acaba por reforçar desigualdades e crenças preconceituosas.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3463299960</link>
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         <pubDate>2025-05-22 13:52:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nem só de pesquisadores brancos, homens e heterossexuais vive a produção de conhecimento. Precisamos repensar essas &quot;velhas formas&quot; de pensar. O texto defende que a linguística deve questionar seus preconceitos e se aproximar mais das realidades das pessoas. MOITA LOPES, L. P.; FABRÍCIO, B. F. Por uma “proximidade crítica” nos estudos em Linguística Aplicada. Calidoscópio, São Leopoldo, v. 17, n. 4, p. 711-723, 2019. </title>
         <author>jomeloescritora</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3468141363</link>
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         <pubDate>2025-05-27 00:57:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Deixo aqui o link para um artigo sobre a educação escolar Tikuna. Quando falamos em etnografia e políticas linguísticas, investigam-se as interações linguísticas na prática, tanto nas aulas de língua como nas aulas de outras disciplinas. Achei interessante também o artigo https://doi.org/10.1590/1516-731320200059, que fala do ensino da química nas escolas de Tikuna do Amazonas.</title>
         <author>brunamarzullo</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3469649807</link>
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         <pubDate>2025-05-27 18:50:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As políticas linguísticas são um conjunto de ideias, leis, regulamentos e práticas que deveriam ter como propósito reconhecer a língua de grupos minoritários no processo de ensino aprendizagem de forma a promover práticas linguísticas igualitárias. Mas a história nos mostra que as decisões sobre a linguagem sempre trará benefícios para alguns e a perda de privilégios para outros.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3470866965</link>
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         <pubDate>2025-05-28 11:02:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A tecnologia reflete um sistema de valores individuais e coletivos, carregando tanto as impressões de seu criador e sua visão de mundo, quanto as influências do contexto em que foi criada. Porém para promover as diversidades étnicas e culturais é preciso ter inteligências humanas heterogêneas que trabalhem no desenvolvimento das IAs, uma vez que essa área é predominantemente ocupada pelo gênero masculino.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3471302623</link>
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         <pubDate>2025-05-28 18:07:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <title></title>
         <author></author>
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      </item>
      <item>
         <title>Os textos sobre a AD, investigando as propagandas de cerveja, expõem as implicações e o conjunto de ideologias que estão contidas em um discurso. Logo, não há discurso vazio, pois sempre haverá um saber e uma posição do sujeito. A partir desse exemplo, pude ampliar os questionamentos para as escolhas textuais em várias áreas da vida.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3472532640</link>
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         <pubDate>2025-05-29 12:38:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Esses textos mexeram muito comigo, especialmente pela abordagem de aspectos musicais e, mesmo em países diferentes, existem paralelismos e assuntos similares. Os discursos existentes nas canções se confluem, dado o universalismo dos temas. Além disto, urge reconhecer como a linguagem ultrapassa as barreiras geográficas, materializando-se como uma condição humana.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3472543239</link>
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         <pubDate>2025-05-29 12:50:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Durante a leitura do texto do professor Alan, me lembrei de 2 episódios do podcast &quot;radio ambulante&quot; que ilustram a necessidade de discutirmos políticas linguísticas que valorizem a pluralidade cultural dos alunos. Deixo aqui o link. O primeiro é sobre a situação de hispano hablantes nos Estados Unidos e o segundo sobre o apagamento de línguas indígenas.</title>
         <author>audreyangelica11</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3472610224</link>
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         <pubDate>2025-05-29 13:53:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Do ponto de vista interdisciplinar, que a própria LT já ensaia ao dialogar com outras áreas nos estudos de hipertexto, podemos dizer hoje que o entendimento de &quot;texto&quot; não é apenas uma unidade fixa e linear, mas uma rede dinâmica de unidades textuais e multimodais que se interconectam de inúmeras formas.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3474693344</link>
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         <pubDate>2025-05-31 20:24:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>“Multimodalidade e hipertextualidade: uma trajetória da perspectiva textual” Nos ajuda a repensar o que é texto no mundo de hoje. A leitura não é mais só de palavras — envolve imagens, links, vídeos, sons e interações digitais. Os autores mostram que os textos atuais são sincréticos e circulam por múltiplas mídias, exigindo do leitor habilidades ampliadas para interpretar sentidos complexos. Um capítulo essencial para entender como lemos e produzimos sentido na era digital!</title>
         <author>brunofeitosa4</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3477309421</link>
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         <pubDate>2025-06-03 11:51:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>jomeloescritora</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3479363902</link>
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         <pubDate>2025-06-04 23:09:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A tecnologia nos permite criar diferentes textos, de diferentes modalidades, utilizando elementos visuais e verbais, ampliando a conceituação do que tínhamos de texto. Por outro lado, compreender essa multimodalidade pode ser enriquecedora para promover práticas textuais que fazem parte das mídias digitais.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3479409495</link>
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         <pubDate>2025-06-05 00:05:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O texto me lembrou bastante da época em que estava nos anos finais do ensino fundamental. Ao analisarmos textos multimodais, as professoras, de fato, sempre destacavam como as imagens eram um &quot;complemento&quot; ao texto, que era considerado como sendo apenas a parte escrita. Acredito que, em grande parte das escolas atualmente, este ponto de vista não tenha mudado...</title>
         <author>thiagopaulo1</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3479613750</link>
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         <pubDate>2025-06-05 02:07:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O hipertexto muda nossa relação com a leitura e a escrita: o leitor deixa de ser passivo e passa a construir o sentido junto com o texto, escolhendo caminhos e fazendo conexões. Em vez de seguir uma ordem fixa, navegamos de forma interativa e personalizada. Isso exige pensamento crítico, consciência discursiva e habilidade para lidar com a complexidade dos textos digitais.</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2025-06-05 11:19:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O capítulo mostra como a definição do que é um texto pode passar por diferentes perspectivas ao longo do tempo. Para além dos elementos verbais, os visuais também compõem um texto e podem ser relevantes em uma análise. A intertextualidade, evidente no meio digital, também é relevante para a LT.</title>
         <author>lndossantos</author>
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         <pubDate>2025-06-05 11:21:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nos dias de hoje, cada vez mais, o leitor assume um protagonismo no processo de leitura: ele também é responsável pelos movimentos interacionais do texto, já que não cabe mais apenas ao autor a construção  dos sentidos. </title>
         <author>brunamarzullo</author>
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         <pubDate>2025-06-05 13:29:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Bakhtin propõe uma estética baseada na relação entre autor e herói, marcada pela exotopia — o olhar externo que dá forma à personagem. Ao valorizar o dialogismo, ele rompe com o monologismo tradicional e destaca a convivência de múltiplas vozes como fundamento da criação verbal.</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2025-06-12 13:27:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Kärkkäinen (2006) afirma que a atitude no discurso não é a apresentação linguística transparente de “estados internos” de conhecimento, mas emerge da interação dialógica entre interlocutores. Assim, a atitude é mais apropriadamente vista de um ponto intersubjetivo, e não, primordialmente, como uma dimensão subjetiva da linguagem. </title>
         <author>brunamarzullo</author>
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         <pubDate>2025-06-12 13:42:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>No texto de Amorim, a autora apresenta a atividade de pesquisa como uma tentativa de ser simultaneamente hóspede e anfitrião.  Há, aí, a questão da alteridade. Na pesquisa em ciências humanas, é importante que haja a escuta.</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2025-06-12 14:17:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Minha dissertação de Mestrado foi feita com base na LSF: &quot;A MODALIDADE FALADA DO INGLÊS E A TRADUÇÃO EM PORTUGUÊSUm Enfoque da Gramática Sistêmico-Funcional&quot;. Nela, comparei as falas de duas entrevistas do programa Late Night Show with David Letterman com as traduções em português, feitas nas legendas, com foco no significado interpessoal.</title>
         <author>brunamarzullo</author>
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         <pubDate>2025-06-17 18:41:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Linguística Sistêmico-Funcional (LSF) é serve pra entender como a gente usa a linguagem. Essa teoria mostra que o jeito que a gente fala ou escreve tem a ver com o contexto, e ela é útil tanto pra ensinar a ler e escrever quanto pra analisar textos com imagens e outros elementos. </title>
         <author>jomeloescritora</author>
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         <pubDate>2025-06-22 19:27:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tanto o livro da Marília Amorim, quanto o texto de próprio Bakhtin são essenciais pra entender a visão dele sobre as Ciências Humanas. Basicamente, eles mostram que o conhecimento é sempre construído na interação, no diálogo, e que quem pesquisa, ao analisar seu objeto, está sempre se relacionando com o outro.</title>
         <author>jomeloescritora</author>
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         <pubDate>2025-06-22 19:30:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <pubDate>2025-06-26 00:08:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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      </item>
      <item>
         <title>Para uma boa pesquisa, é importante respeitar o passo a passo e observar as nuances que emergem do objeto estudado, com base nos parâmetros do método científico.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3503111179</link>
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         <pubDate>2025-06-26 13:42:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Acho que esse meme consegue exemplificar a discussão.</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2025-06-26 13:49:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Para Chomsky, a linguagem é uma manifestação interna do pensamento, não apenas um meio de comunicação. Dessa forma, podemos imaginar que o &quot;penso&quot; em Descartes adquire uma dimensão estrutural, uma evidência do funcionamento de uma gramática mental inata, que torna possível uma competência linguístico-cognitiva que estrutura a própria experiência da existência.</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2025-06-26 14:31:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ato falho resumido</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3503155423</link>
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         <pubDate>2025-06-26 14:35:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ambos os textos abordam a relação entre a linguística e as ciências cognitivas, buscando relacionar as estruturas semânticas e de sintaxe de forma a facilitar uma melhor compreensão do processamento da língua. Como proposto pelo modelo de Jackendoff, as estruturas linguísticas são gerados em paralelo, conectadas por interfaces que correlacionam diferentes domínios.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3507408056</link>
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         <pubDate>2025-07-01 14:22:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A gramática gerativa proposta por Chomsky, descreve a linguagem como um processo mental que possibilita a comunicação, o que pode ser visto nos estudos apresentados nos demais textos, mostrando como o conhecimento linguístico é aplicado em contextos de comunicação.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3507439349</link>
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         <pubDate>2025-07-01 15:09:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O capítulo evidencia o potencial da Linguística Sistêmico-Funcional como ferramenta teórica e metodológica para a análise de práticas de linguagem, especialmente em contextos multimodais. Ao articular linguagem, contexto e ensino, os autores mostram como a abordagem contribui para uma compreensão crítica e situada da linguagem no mundo contemporâneo.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3507644594</link>
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         <pubDate>2025-07-01 23:06:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O modelo de Jackendoff, discutido neste trecho da tese, oferece uma visão inovadora da aquisição de L2 ao enfatizar múltiplos níveis de representação linguística e suas interfaces. Essa abordagem ajuda a compreender as dificuldades recorrentes de aprendizes brasileiros com estruturas sintáticas específicas, como o uso do do-support, e reforça a importância de práticas pedagógicas que levem em conta o funcionamento cognitivo da linguagem.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3507645620</link>
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         <pubDate>2025-07-01 23:09:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A discussão sobre ontologias linguísticas propõe, de fato, um novo horizonte para os estudos linguísticos, mas essa novidade não se dá pela simples substituição do debate sobre ideologias linguísticas, e sim pelo deslocamento de foco. </title>
         <author>marcaopatrick</author>
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         <pubDate>2025-07-02 13:38:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O texto em análise discute os entraves inerentes à constituição da língua como objeto de estudo científico, evidenciando a necessidade de articular distintos procedimentos metodológicos para compreender os fenômenos linguísticos de modo consistente. Tal abordagem se contrapõe a visões anteriores, que concebiam o estudo da linguagem como uma prática predominantemente intuitiva ou artística, alheia a critérios científicos sistemáticos.</title>
         <author>marcaopatrick</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3508509275</link>
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         <pubDate>2025-07-02 13:43:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A maneira como as conexões são realizadas são fundamentais para o processo de ensino e aprendizagem. Apropriar-se destes processos, sem dúvidas, subsidiará os profissionais da área de linguagem para uma aprendizagem significativa. </title>
         <author>marcaopatrick</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3508513414</link>
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         <pubDate>2025-07-02 13:49:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nos capítulos iniciais de Knowledge of Language (1986), Chomsky defende a perspectiva de que a linguagem constitui uma faculdade mental inata, indo além de sua função comunicativa. O conceito de “I-language” evidencia que estudar a linguagem equivale a investigar os mecanismos da mente humana.</title>
         <author>marcaopatrick</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3508515459</link>
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         <pubDate>2025-07-02 13:51:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Jackendoff defende que uma teoria linguística deve ser compatível com o modo como o cérebro humano realmente manipula a linguagem. Acredito que o conhecimento dessa abordagem por parte dos professores traz inúmeros benefícios para a sala de aula: </title>
         <author>brunamarzullo</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3508519516</link>
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         <pubDate>2025-07-02 13:57:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>norbertoalmeida</author>
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         <title></title>
         <author>norbertoalmeida</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3508628192</link>
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      </item>
      <item>
         <title>Na aquisição de uma nova língua, a chamada interlíngua (IL) se caracteriza por ser o estágio intermediário de conhecimento que o indivíduo tem entre a sua língua materna (L1) e a nova língua. Por estar em construção, é natural que haja a mistura das duas línguas. O texto explica que nesse processo de aprendizado de uma nova língua é comum acontecer a interrupção do processo de aprendizado. A chamada “fossilização”.  Fiz uma tira sobre isso.</title>
         <author>diegomarinhorj85</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3508792651</link>
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      </item>
      <item>
         <title>Tenho uma total inclinação para o estudo de teorias que façam um paralelo com os estudos da cognição humana. Dessa maneira, acho importante compreender que ontologias linguísticas são modos de entender a natureza da linguagem: como representação, ação ou construção do mundo. Por exemplo, na Linguística Cognitiva, a linguagem é vista como fenômeno corporificado, situado e dinâmico — não apenas um espelho do real, mas parte da própria experiência humana. </title>
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         <pubDate>2025-07-03 21:32:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nesta aula, e junto ao texto, achei de extrema importância observar que os estudos linguísticos caminham para pesquisas com corporas linguísticos, não mais apenas questões que envolvam a intuição do falante. Esse é também um movimento promovido pela Linguística Cognitiva. </title>
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         <pubDate>2025-07-03 21:34:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Geeraerts é maravilhoso. Sempre muito  claro apresentando como a linguística cognitiva é um arcabouço teórico a partir do qual compartilha-se a ideia de cognição não modular. Esse texto e aula foram essenciais para que eu compreendesse como a teoria ilustra seus próprios conceitos, uma vez que seus modelos, por exemplo, não são separados de maneira estanque, dialogam entre si, ilustrando o funcionamento da categorização radial. </title>
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         <pubDate>2025-07-03 21:36:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A aula dos professores foi essencial para que eu pudesse compreender melhor a aquisição da linguagem por meio da fala e texto do Professor Marcelo (agenda de pesquisa que nunca havia  visitado). No semestre passado, tive a oportunidade de estudar com o Professor Rafael e ler o livro de Dehaene (2022), revisitá-lo em outro contexto foi crucial para aprofundamento das aprendizagens. </title>
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         <pubDate>2025-07-03 21:39:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pude notar que enquanto Pêcheux enfatiza a determinação ideológica e a constituição do sujeito pelo discurso, Foucault destaca o discurso como um instrumento de poder e produção de saber, sempre relacionado a práticas sociais e históricas.</title>
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         <pubDate>2025-07-03 21:44:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O livro discute diferentes práticas discursivas nos dois países (Brasil e Argentina), mostrando como os sentidos são construídos em contextos sociais variados. Por outro lado, o artigo analisa como sambas e tangos moralizam figuras femininas. Adorei a aula em que a professora colocou o samba em outra língua. </title>
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      </item>
      <item>
         <title>O texto me deu a oportunidade de observar na teoria minha prática. Tenho um projeto em São Paulo (Português como língua de acolhimento) para meus estudantes haitianos; eu chego mais cedo para dar aulas a eles. É bem bacana e ilustra a necessidade de ampliação de políticas linguísticas. </title>
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         <pubDate>2025-07-03 21:55:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Para Fuzer e Cabral (2014), uma abordagem sistêmico-funcional da linguagem nos permite &quot;analisar e descrever os modos como as palavras são selecionadas, organizadas e sequenciadas em forma de texto para produzir significados&quot;. Em minha pesquisa, utilizaremos a LSF para propor uma análise do corpus formado por gêneros digitais em uma coleção de LDs em língua inglesa, observando as escolhas linguísticas que materializam esses textos.</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2025-07-04 00:50:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Gosto da aproximação entre teorias, em especial, no que tange a minha tese, uso o conceito de situacionalidade, que dialoga com o realismo experiencial da Linguística Cognitiva. Essa aproximação é permitida, uma vez que ambas as teorias concebem a cognição humana como não modular.  </title>
         <author></author>
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         <pubDate>2025-07-04 12:12:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> Acho muito interessante essa temática: A IA potencializa a vigilância social, transformando sujeitos em simultaneamente vigiados e vigilantes. Inspirado em Foucault, o texto mostra como linguagens e códigos digitais moldam identidades e intensificam o controle simbólico. Temos de ficar atentos para os impactos da exposição constante, e sempre ter uma reflexão crítica frente às tecnologias que reconfiguram a sociedade contemporânea.</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2025-07-04 12:16:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Adorei conhecer mais uma vertente dos estudos de Jackendoff (2002); eu já havia conhecido a Semântica Conceitual do autor (1987), em que ele propunha o realismo experiencial, junto a categorização radial, a partir de pesquisas psicolinguísticas. Foi bem interessante ver que ele mantém seus estudos, e aprimora o entendimento do funcionamento da linguagem, concebendo outro modelo de pesquisa dentro da agenda da LG. </title>
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         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3510691723</link>
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         <pubDate>2025-07-04 12:21:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Linguística Sistêmico-Funcional (LSF) destaca-se por compreender a linguagem como um recurso para a construção de significados em contextos sociais específicos. Seu potencial teórico e metodológico está diretamente relacionado à análise das funções comunicativas, considerando as escolhas linguísticas dos falantes como formas de realizar intenções, construir identidades e estabelecer relações sociais. Isso é bem interessante, minha tese também dialoga com essa perspectiva teórica. </title>
         <author></author>
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         <pubDate>2025-07-04 12:24:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Não entendo muito de análise do discurso, mas é interessante observar como  no trabalho científico há sempre a relação constante do pesquisador com o &quot;outro&quot;. Vemos a  produção de conhecimento como processo interativo e intersubjetivo.</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2025-07-04 12:30:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A linguística Experimental é o campo de conhecimento que estuda a linguagem humana mediante a experimentações controladas e análises empíricas. Desse modo em um ambiente controlado é feito o experimento com um falante analisado e a partir daí é feito observações, colhem-se dados e então é feita uma análise do ocorrido no experimento.</title>
         <author>diegomarinhorj85</author>
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         <pubDate>2025-07-09 17:24:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As antologias linguísticas abrem nossos horizontes para que não enxerguemos o mundo de forma plana e cartesiana. Compreender que cada um de nossos estudantes possuem capitais socias diferentes, que é uma consequência direta de suas realidades financeiras, entendo que essa questão interferem diretamente em suas respectivas formas de interpretação do mundo, e consequentemente, na forma que esses sujeitos se apropriam da língua. </title>
         <author>diegomarinhorj85</author>
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         <pubDate>2025-07-09 17:34:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> De acordo com Chomsky todas as pessoas nascem com a chamada Gramática universal na mente, que seria uma organização mental inata de como a linguagem funciona, mesmo sem ter aprendido as regras de fato de uma língua. Ao mesmo tempo, de acordo com o autor possuímos também um aparelho inato que nos ajuda a aprender uma nova língua, chamado de Linguagem Acquisition Device (LAD).</title>
         <author>diegomarinhorj85</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3515066209</link>
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         <pubDate>2025-07-09 17:38:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Brasil é um pais de dimensões continentais que recebe todos os anos migrantes de todos os cantos do mundo. Pelo pensamento de senso comum é possível ouvir que nosso país costuma a ser acolhedor com quem vem de fora. No entanto, acolher falantes de outras línguas vai além de fornecer um lugar físico seguro. No quesito da adaptação linguística, o Brasil ainda possui uma visão monolinguista no seu meio educacional, esperando que o migrante depois de um tempo abandone sua língua materna.</title>
         <author>diegomarinhorj85</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3515072291</link>
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         <pubDate>2025-07-09 17:53:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Acho interessante em comparar a nossa dependência do meio digital, sobretudo com as redes sociais com o sistema panóptico, que sabe tudo de seus usuários e nos vigia. No entanto, o paradoxal disso é que nós mesmos nos colocamos nesse local de vigiados e fornecemos livremente para os nossos vigias todas as nossas informações, das mais banais até as mais invasivas. E pior disso, é que dá prazer para muita gente. Isso está mais para síndrome de Estocolmo.</title>
         <author>diegomarinhorj85</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3515076464</link>
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         <pubDate>2025-07-09 18:05:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O interessante da aula e do texto é perceber que na verdade a nossa leitura do nosso mundo é multimodal e hipertextual. Quando vemos pessoas e seus costumes, acabamos conseguindo ler algumas camadas subjetivas de alguns sujeitos a ponto de entender qual é o espectro político de alguém mesmo que esses não abram a boca. E encontrar pessoas assim, com comportamentos políticos explícitos nos remetem a outras informações/notícias que vemos no mundo (hipertextualidades com acontecimentos do mundo).  </title>
         <author>diegomarinhorj85</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3515078212</link>
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         <pubDate>2025-07-09 18:10:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A (LSF) divide a língua em camadas de compreensão. 1- Fonológica: compreensão do que se ouve; 2-Léxico-gramatical:  Compreende a organização dos elementos de uma frase/discurso; 3- Semântico: Compreende o significado do discurso. Relaciono o item 2 com alguns momentos de minha infância, quando assistia séries japonesas e tentavam entender (sem sucesso) as músicas de abertura das séries. https://www.youtube.com/watch?v=AHf82H_MCKU&amp;list=RDAHf82H_MCKU&amp;start_radio=1</title>
         <author>diegomarinhorj85</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3515084606</link>
         <description><![CDATA[<p>Relaciono o item 2 com alguns momentos de minha infância, quando assistia séries japonesas e tentavam entender (sem sucesso) as músicas de abertura das séries, que para os meus ouvidos pareciam outras palavras em português. Como exemplo disso, trago esse vídeo do Youtube, com letra em japonês, mas com um significado totalmente diferente, que foi criado de forma humorística. A letra mistura japonês e inglês e começa com a frase "Oh, Galaxy", porém a pronuncia parece em português "o cara tossiu".</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-09 18:28:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O interessante em Bakhtin é o dialogismo. Em uma análise bakhtiniana não encontramos o entendimento de verdade universal, como em uma perspectiva da modernidade, mas sim, encontramos que as formas de compreensão de cada sujeito é construída socialmente e historicamente, e, portanto, há uma riqueza no encontro de universos entre sujeitos diferentes que não pode ser medido empiricamente.</title>
         <author>diegomarinhorj85</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3515088211</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-07-09 18:39:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Para a Arquitetura Paralela, fonologia, semântica e sintaxe operam em conjunto. Todos seriam componentes gerativos, o que se difere do modelo gerativo proposto por Chomsky, no qual a sintaxe tem um papel central enquanto a fonologia e a semântica são derivadas dela.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3516121102</link>
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         <pubDate>2025-07-10 15:05:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>É interessante observar quantas similaridades o Brasil e a Argentina possuem, não apenas em seus acontecimentos sócio-históricos, mas também no conteúdo presente nas suas culturas de massa. O estudo comparativo feito por Menezes nos mostra que essas semelhanças se dão não apenas pelo contexto parecido que ambos países viviam nas décadas de 1920 e 1930, mas também pelo discurso moralizante e disciplinador presente na época.</title>
         <author>vitoriasudario</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3516243716</link>
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         <pubDate>2025-07-10 19:27:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os textos propõem uma ótima discussão sobre as políticas linguísticas e educacionais e mostram o quão necessárias elas são para a educação de grupos migrantes. Ao ler o texto do professor Alan, me surgiu a curiosidade de saber se existia algum trabalho que falasse sobre a educação de bolivianos aqui em Guarulhos, pois sei que há uma grande migração da Bolívia para a cidade.</title>
         <author>vitoriasudario</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3516250386</link>
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         <pubDate>2025-07-10 19:46:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Muito interessante a discussão que o texto da professora Souzana propõe, é legal refletir sobre quais valores as IAs espelham, ainda mais com o constante crescimento desse tipo de tecnologia. Recentemente, o Grok (IA da plataforma X) foi treinado para ser mais conservador, com a justificativa de que os usuários estavam deixando-o muito “politicamente correto”. </title>
         <author>vitoriasudario</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3516251514</link>
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         <pubDate>2025-07-10 19:50:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lendo o capítulo podemos ver como a definição de “texto” se transformou com o passar dos anos. A inclusão de elementos visuais e dos hiperlinks, mostram a multimodalidade presente na Linguística Textual e também como o leitor possui um papel importante na construção de sentido.
</title>
         <author>vitoriasudario</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3516252171</link>
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         <pubDate>2025-07-10 19:51:35 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>O fato de que as músicas possuem um poder muito grande no que tange a &quot;imortalização&quot; de si mesma é algo curioso pra mim. No sentido de que é muito mais fácil você decorar a letra de uma canção do que o trecho de um livro. E mesmo nos momentos onde ela &quot;envelhece mal&quot; em termos discurssivos, ainda resido consigo algum valor qualitativo que de alguma forma nos atrai. E expor as diferenças e, principalmente, semelhanças entre os casos Brasil e Argentina só torna isso tudo ainda mais intrigante.</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2025-07-11 02:36:57 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Sem querer tietar muito, mas eu sou absolutamente fascinado e grato pela atuação do Prof. Alan no que tange à políticas linguísticas. Suas trajetórias, tanto de vida quanto acadêmica, parecem confluir perfeitamente para os desenvolvimento e investigação dessa área tão verdadeiramente aplicada, na minha humilde visão. </title>
         <author></author>
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         <pubDate>2025-07-11 02:45:38 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Ler os textos do Moita Lopes depois das &quot;pancadas&quot; que ele figuarivamente (óbvio) levou do Janderson na aula do dia 17/04 pra mim nunca mais vai ser a mesma coisa. Mas deixando isso de lado, uma coisa que eu particularmente gostei do texto foi em sua crítica contundente ao positivismo, nos mostrando, de certa forma, que teorias que buscam clareza e objetividade tendem a ser insuficientes para a complexidade do mundo contemporâneo.</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2025-07-11 02:55:48 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Chega a ser impressionante como até os dias de hoje Bakhtin continuar ressoando tão perfeitamente em inúmeras questões dentro da linguística e da literatura. Como uma mente conseguiu arquitetar e articular tantas ideias duradouras e consistentes?</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2025-07-11 02:58:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Não sei se só eu tenho essa percepção, mas pra mim a LSF realmente soa como um sistema, no sentido de que, são tantas camadas sendo articuladas para ressoar um sentido, que sempre que leio algum texto de LSF eu imagino uma maquina cheia de engrenagens onde uma peça move a outra sucessivamente. </title>
         <author></author>
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         <pubDate>2025-07-11 03:01:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sempre que embarco em algum texto que de alguma forma trate sobre aquisição de linguagem ou funcionamente da língua eu acabo me lembrando de Arrival (2016), filme obrigatório pra todo linguísta cinéfilo</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2025-07-11 03:06:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Não sei se era necessário elaborar algum comentário sobre a aula/palestra de hoje, mas as discussões me fizeram lembrar do filme Sinners (2025). Embora não aborde diretamente sobre língua, o filme conta a história de uma comunidade negra em meio ao racismo dos EUA nos anos 30 em uma batalha pela defesa da sua linguagem cultural (o blues) contra uma branquitude colonial, metaforizada por vampiros que apropriam a forma e os corpos das vítimas, mas não autenticidade cultural. Filmaço!</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2025-07-11 03:33:19 UTC</pubDate>
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         <title>contemporâneos.</title>
         <author>norbertoalmeida</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3520289696</link>
         <description><![CDATA[<p>Um dos aspectos mais produtivos apontados pelos autores é o conceito de linguagem como recurso semiótico para a construção de significados, o que rompe com visões estruturalistas tradicionais e aproxima a LSF de uma perspectiva funcionalista que valoriza o contexto. A tríade de metafunções (ideacional, interpessoal e textual) é apresentada não apenas como ferramenta analítica, mas como uma forma de compreender como os sentidos são articulados nas práticas sociais de linguagem.</p><p><br/></p><p>No campo da análise do discurso, a LSF se mostra particularmente eficaz ao permitir uma descrição sistemática das escolhas linguísticas em função de seus efeitos de sentido e de suas condições de produção. No ensino, por sua vez, o modelo oferece caminhos metodológicos claros para trabalhar a leitura e a produção de textos de forma crítica, integrando forma e função de maneira pedagógica e consciente.</p><p><br/></p><p>O capítulo, portanto, nos convida a pensar a linguagem em uso como um fenômeno profundamente social, ao mesmo tempo que fornece instrumentos teórico-metodológicos rigorosos para a sua investigação. Como mestrando, considero fundamental apropriar-me dessas ferramentas para promover análises mais densas e intervenções pedagógicas mais alinhadas com as práticas reais de linguagem.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-15 16:53:10 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>norbertoalmeida</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3520290924</link>
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         <pubDate>2025-07-15 16:55:25 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>norbertoalmeida</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3520291535</link>
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         <pubDate>2025-07-15 16:57:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Achei que a última palestra fechou com chave de ouro. Uma coisa que me chamou a atenção foi a fala do professor que enfatizava que não há necessidade de um glossário anti-racista em ambiente onde não há racismo. Logo, não se combate o racismo com um glossário, mas com consciência racial, histórica e social, portanto, o vocabulário passa mudar dessa forma.</title>
         <author>diegomarinhorj85</author>
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         <pubDate>2025-07-16 00:09:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aqui está a apresentação que usei na aula.</title>
         <author>meugenia_bat</author>
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         <pubDate>2025-07-17 05:31:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Provavelmente o tópico que mais me interessa dentro da linguística, acho fascinante como a Teoria Gerativa é capaz de nos fornecer tantas perguntas quanto é capaz de fornecer respostas. Em relação à aquisição de linguagem, em especial, os desenvolvimentos precoces (balbuciar, repetir sons vocálicos, formar as primeiras frases apenas com verbos etc.) são de extrema importância, já que determinam toda a trajetória linguística de um falante.</title>
         <author>thiagopaulo1</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3522676648</link>
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         <pubDate>2025-07-18 00:26:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reverberando um pouco do que a Vitória disse em comentário anterior, minha mente foi imediatamente ao bairro do Pimentas ao ler o texto do Prof. Alan, principalmente porque, durante meus estágios em Línguas Portuguesa e Inglesa na Unifesp, tive bastante contato com crianças bolivianas em escolas estaduais no bairro, e me senti impotente ao ver que sua aprendizagem era prejudicada a todo momento por conta da barreira linguística.</title>
         <author>thiagopaulo1</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3522694857</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-07-18 00:39:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Não é incomum ouvir de alunos (muitas vezes, até mesmo adultos) que eles conversam/desabafam com o ChatGPT. Penso que este hábito gera uma bola de neve; a pessoa que desabafa escuta exatamente aquilo que quer ouvir, e se torna cada vez mais incapaz de aceitar críticas construtivas e enxergar onde pode melhorar, já que recebe &quot;conselhos&quot; de uma ferramenta treinada para dizer o que ela quer ouvir, quanto mais esta pessoa &quot;conversa&quot; com a máquina. (continua nos comentários)</title>
         <author>thiagopaulo1</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3522721623</link>
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         <pubDate>2025-07-18 01:01:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Bakhtin não é meu forte, mas, ao ler o texto, consegui entender um pouco mais sua teoria, especialmente após a explicação da professora Sandra. Gostei bastante dessa perspectiva bakhtiana de compreender que a linguagem é do ser e o ser pertence a linguagem. Gostei também dos conceitos do “outro” e do “eu”  trazidos pela autora Marília Amorim, além dos apontamentos que ela faz sobre como fazer pesquisa em Ciências Humanas. 
</title>
         <author>vitoriasudario</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3523466305</link>
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         <pubDate>2025-07-18 20:11:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nunca tive contato direto com a Linguística Sistêmico-Funcional (LSF), porém achei bem interessante como o texto explicita essa organização da língua em estratos (semântico e léxico-gramatical/ fonológico e fonético). E também da noção de língua como um meio de construção de significados, que advém de um contexto situacional.
</title>
         <author>vitoriasudario</author>
         <link>https://padlet.com/alanunifesp/rg5wvpqjth1wu2lg/wish/3523466410</link>
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         <pubDate>2025-07-18 20:12:03 UTC</pubDate>
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