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      <title>Revolução Liberal Portuguesa_11º C by Judite Calisto</title>
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      <description>PRINCIPAIS MOMENTOS DA REVOLUÇÃO</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-01-23 21:16:33 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-03-05 15:22:57 UTC</lastBuildDate>
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         <title>ORIENTAÇÕES para a elaboração do trabalho:</title>
         <author>judite_calisto</author>
         <link>https://padlet.com/judite_calisto/rfwh4z8030mp8bql/wish/3302478449</link>
         <description><![CDATA[<p>a)  Começar por introduzir uma imagem (devidamente legendada) e o resumo a partir do manual, por tópicos, no padlet - para apresentar em aula.</p><p>     </p><p>b)  Na apresentação também deve fazer: </p><p>     . análise de 2 documentos do manual com os colegas;</p><p>     . referência a uma curiosidade sobre o sub-tema OU</p><p>apresentar parte de vídeo (até 2 minutos - inserir link) sobre a temática;</p><p>     . colocar uma questão aos colegas, sobre o trabalho apresentado, no final.</p><p><br></p><p>c) Apresentar bibliografia  e webgrafia utilizada.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p>Notas:  </p><p>. Apresentação oral aos colegas – Até 15 minutos, no máximo.</p><p><strong>. Data de Conclusão: 6/02<br>&nbsp;. Não se esqueçam de colocar o nome e nº de aluno/a no final do trabalho!</strong>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-23 21:26:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Legislação vintista (pp. 68-69)</title>
         <author>al64907</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>Principais mudanças: </strong>fim da Inquisição, liberdade de imprensa, criação do Banco de Lisboa, transformação dos bens da Coroa em bens nacionais, etc.</p></li><li><p><strong>Reforma dos forais:</strong> redução de algumas rendas, mas manutenção de impostos tradicionais.</p></li><li><p><strong>Contradições:</strong><em> </em>favorecimento dos grandes proprietários e medidas protecionistas no comércio agrícola.</p></li></ul><p>------------------------------------</p><p><strong>Análise do documento 18A, página 68</strong></p><ul><li><p><strong>O documento</strong> critica a Inquisição por suas torturas e injustiças, defendendo sua abolição.</p></li><li><p><strong>A gravura</strong> mostra o Palácio da Inquisição de Lisboa, demolido após sua extinção em 1821 e substituído pelo Teatro Nacional D. Maria II.</p></li></ul><p>------------------------------------</p><p><strong>Análise do documento 19, página 69</strong></p><ul><li><p>Petição de 1821 contra impostos excessivos.</p></li><li><p>Abandono dos campos e empobrecimento.</p></li></ul><p><strong>Ilustração</strong> apresenta a dificuldade dos camponeses.</p><p>-------------------------------------</p><p><strong>CURIOSIDADE: </strong>página 69</p><ul><li><p>Proposta de  Borges Carneiro (1821);</p></li><li><p>Abolição da Pena de Morte (1867).</p></li></ul><p>------------------------------------</p><p><strong>Webgrafia e bibliografia:</strong></p><p>ROSAS, Maria Antónia Monterroso, COUTO, Célia Pinto do; Costa, Alfredo, SANTOS, Ana Cristina,</p><p>2023, Entre Tempos, História A 11º ano, Parte 2, Porto Editora, Maia, pp. 68-69;</p><pre><code>Maria Inês Abreu, nº13</code></pre><pre><code></code></pre>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-31 10:33:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reformas da regência de D. Pedro (pp. 84-85)  Beatriz e Mariana Coelho</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/judite_calisto/rfwh4z8030mp8bql/wish/3310989711</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Biografia de D. Pedro:</p></li><li><p>Nasceu no Palácio Real de Queluz; </p></li><li><p>Segundo filho varão de D. João VI e de D. Carlota Joaquina<sub>;</sub></p></li><li><p>A morte precoce do seu irmão mais velho, D. António, abriu-lhe o caminho para o trono português;</p></li><li><p>Com 9 anos, chegou ao Brasil, onde passou uma parte da sua infância e juventude;</p></li><li><p>Casou, em 1818, com D. Leopoldina, filha do imperador Francisco da Áustria;</p></li><li><p> Foi a favor da filha mais velha desse casamento, D. Maria da Glória, que abdicou do trono português após a morte de D. João VI;</p></li><li><p>Sem hesitar, também abdicou, em 1831, do trono brasileiro para defender a coroa da jovem rainha, usurpada por D. Miguel;</p></li><li><p>Pouco tempo teve para saborear a vitória, obtida em maio de 1834, pois, em setembro, faleceu de tuberculose.</p></li></ul><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-31 10:44:10 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Carta Constitucional (pp. 78-79)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/judite_calisto/rfwh4z8030mp8bql/wish/3310991997</link>
         <description><![CDATA[<p>Vitória Valente</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-31 10:46:30 UTC</pubDate>
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         <title>Medidas do Governo Setembrista </title>
         <author>al70420</author>
         <link>https://padlet.com/judite_calisto/rfwh4z8030mp8bql/wish/3311006483</link>
         <description><![CDATA[<p>- Para diminuir o conflito entre o radicalismo democrático da Constituição de 1822 e o conservadorismo (espírito monárquico) da Carta de 1826, precedeu-se a um compromisso que foi promulgado num novo diploma contitucional, a <strong>Constituição de 1838.</strong></p><p><strong>- </strong>Nesta Constituição ficou definido que continuaria a existir a separação de poderes mas existiam, agora, novas medidas a ter em conta, tais como:</p><ul><li><p>O monarca perde o poder moderador;</p></li><li><p>Volta a vigorar o sufrágio direto, mantendo-se o sufrágio censitário embora o rei pudesse sancionar e vetar em definitivo as leis.</p></li></ul><p><strong>-</strong> Na política económica, o setembrismo não deixou de promover o desenvolvimento nacional da pequena e da média burguesias e reduzir a dependência externa, para isso recorreu à:</p><ul><li><p><strong>Proteção da indústria nacional: </strong>adotaram uma taxa alfandegária sobre todos os produtos importados;</p></li><li><p><strong>Valorização dos territórios africanos: </strong>O tráfico de escravos foi proíbido nos territórios portugueses a sul do equador para redirecionar os investimentos após a perda do mercado brasileiro;</p></li><li><p><strong>Reforma do ensino </strong>primário, secundário e superior, resultou na criação de Escolas Médico-Cirúgicas, Escolas Politécnicas e Academias de Belas-Artes no Porto e em Lisboa, além da reforma da Universidade e do Ensino liceal, com o objetivo de formar elites qualificadas.</p><p><br></p></li></ul><p><em>Análise dos documentos 33 e 34, das páginas 88 e 89 do manual.</em></p><p><strong>Análise do documento 33:</strong></p><p>Este documento apresenta alguns artigos da Constituição de 1838, sendo as principais características destacadas no texto a:</p><p>- Soberania nacional (Artigo 33): a soberania reside na Nação, um princípio inspirado nos ideais liberais e democráticos.</p><p>- Separação de poderes (Artigo 34): O texto reforça a divisão entre os três poderes – Legislativo, Executivo e Judiciário –, garantindo a independência de cada um (Artigo 35).</p><p>- Composição do Legislativo (Artigo 36): As Cortes são compostas pela Câmara de Senadores e pela Câmara de Deputados, seguindo o modelo constitucional anterior, mas com modificações.</p><p>- Sufrágio censitário (Artigo 72): O direito de voto é reservado aos cidadãos portugueses que possuam uma determinada renda anual, o que mostra que, apesar dos avanços democráticos, o sistema eleitoral continuava a ser restritivo.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Análise do documento 34:</strong></p><p>Este documento aborda a reforma educacional promovida por Passos Manuel, uma das medidas mais emblemáticas do Governo Setembrista, mencionando a necessidade de reformar o ensino secundário, com o objetivo de:</p><p>- Expandir o acesso ao conhecimento – visava oferecer instrução científica e técnica não apenas para os que aspiravam ao ensino superior, mas também para aqueles que precisavam de formação para a vida prática e profissional.</p><p>- Criar um sistema de ensino mais estruturado: Foi aprovado o Plano dos Liceus Nacionais, estabelecendo um ensino secundário organizado e regulamentado pelo Estado.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Curiosidade</strong>: A Reforma Administrativa de 1836, resultou na extinção de quase 500 concelhos e na criação de freguesias, reorganizando a administração territorial do país.</p><p><br></p><p><strong>Questão</strong>: <em>De que forma as medidas do Governo Setembrista ajudaram a consolidar o liberalismo em Portugal?</em></p><p><br></p><p><strong>Bibliografia e webgrafia:</strong></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://viajandonotempo.blogs.sapo.pt/setembrismo">https://viajandonotempo.blogs.sapo.pt/setembrismo</a></p><p>ROSAS, Maria Antónia Monterroso, COUTO, Célia Pinto do; COSTA, Alfredo, SANTOS, Ana Cristina,</p><p>2022, Entre Tempos, História A 11º ano, Parte 2, Porto Editora, Maia, pp. 88-89</p><p><br></p><p>Maria Correia, nº12</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-31 11:01:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A corte no Rio de Janeiro (pp. 72-73)</title>
         <author>judite_calisto</author>
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         <description><![CDATA[<p>Laura Silva</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-31 11:47:01 UTC</pubDate>
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         <title>Motins populares de 1846 a 1847 (pp. 92)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/judite_calisto/rfwh4z8030mp8bql/wish/3312057023</link>
         <description><![CDATA[<p>As medidas de Costa Cabral e a autoridade do seu governo, estiveram na origem de vários motins populares.&nbsp;</p><p><br></p><p><strong>As primeiras revoltas:</strong>&nbsp;</p><ul><li><p>Ficaram conhecidas como revolta da “Maria da Fonte”&nbsp;</p></li></ul><ul><li><p>Ocorreram no Minho, em abril e maio de 1846.&nbsp;</p></li></ul><ul><li><p>Foram uma reação popular contra:&nbsp;</p><ul><li><p>Lei das Estradas: obrigava os camponeses a trabalharem gratuitamente 4 dias na construção de caminhos.&nbsp;</p></li><li><p>Leis da Saúde: proibia os enterramentos dentro das igrejas.&nbsp;</p></li></ul></li></ul><ul><li><p>A revolta espalhou-se pelo país, levando à queda do governo de Costa Cabral.&nbsp;</p></li></ul><p>&nbsp;</p><p><strong>Sentia-se um clima de guerra civil entre:</strong>&nbsp;</p><ul><li><p>Adeptos do cabralismo (apoiavam Costa Cabral).&nbsp;</p></li></ul><ul><li><p>Setembristas, cartistas puros e miguelistas (opositores).&nbsp;</p></li></ul><ul><li><p>A saída de Costa Cabral para Espanha não trouxe estabilidade social, nem política.&nbsp;</p></li></ul><p>&nbsp;&nbsp;</p><p><strong>Guerra civil da Patuleia:</strong>&nbsp;</p><ul><li><p>Decorreu de outubro de 1846 a junho de 1847&nbsp;</p></li></ul><ul><li><p>Iniciada no Porto com o pretexto da demissão de ministros anti cabralistas por D. Maria II.&nbsp;</p></li></ul><ul><li><p>Alastrou-se pelo país, com ameaças de deposição da rainha e tentativa de instaurar uma república.&nbsp;</p></li></ul><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Intervenção de Espanha e Inglaterra:</strong>&nbsp;</p><ul><li><p>Espanha e Inglaterra intervieram para acabar com o conflito.&nbsp;</p></li></ul><ul><li><p>Convenção de Gramido (29 de junho de 1847)&nbsp;</p><p><br></p><p><strong>Termos da Convenção:</strong>&nbsp;</p></li></ul><ul><li><p>Amnistia geral para os envolvidos.&nbsp;</p></li></ul><ul><li><p>Nomeação de um novo governo sem representantes dos partidos em luta.&nbsp;</p></li></ul><p>&nbsp;&nbsp;</p><p><strong>Consequências</strong>&nbsp;</p><ul><li><p>Vitória da rainha D. Maria II e dos cartistas.&nbsp;</p></li></ul><ul><li><p>Derrota definitiva do setembrismo como força política.&nbsp;</p></li></ul><p><br></p><p>Análise do documento 36 da página 91 e o documento 37 da página 92.&nbsp;</p><p><br></p><ul><li><p><strong>Documento 36 da página 91</strong>&nbsp;</p></li></ul><p>O documento descreve o início da revolta que começou no Minho, em 1846. Na época, a população estava contra as medidas tomadas pelo governo, nomeadamente, as Leis da Saúde que proibiam os enterros dentro das igrejas. A revolta rapidamente se espalhou, transformando-se num grande protesto contra o governo de Costa Cabral. A repressão foi severa, e algumas mulheres foram presas, o que gerou ainda mais indignação entre o povo. Essas mulheres foram presas por desafiar as autoridades. Isto mostra a brutalidade do governo ao reprimir o&nbsp;povo que resistia.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><ul><li><p><strong>Documento 37 da página 92</strong>&nbsp;</p></li></ul><p>Este documento mostra o ambiente que se vivia durante a guerra civil de 1846-1847, especialmente em Lisboa. O documento descreve a cidade como um “local desolado”, “com ruas desertas”, “templos vazios e transações comerciais paralisadas”, que mostra o tempo de crise que se vivia. &nbsp;</p><p>A população sentia medo e incerteza, mas existiam também grupos que queriam lutar para libertar o país. O documento diz que o governo era o responsável pela crise financeira e elogia o "espírito de liberdade" dos que se revoltavam.&nbsp;Nota-se também que o jornal não tem uma visão imparcial da guerra civil, pois utiliza expressões emotivas e um discurso claramente tendencioso em favor de todos os que se opõe, reforçando a ideia de que a revolta foi&nbsp;causada pelo mau governo.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Curiosidade </strong>&nbsp;</p><p>O nome "Guerra da Patuleia" vem da palavra "patuleia", que vem de “pata”, que naquela época era utilizado para ofender o povo mais simples e humilde, por eles andarem descalços. Mas,&nbsp;invés de se sentirem ofendidos, acabaram assumindo o nome com orgulho. Assim, esta guerra civil ficou conhecida como Guerra da Patuleia, porque foi uma luta do povo contra o governo. &nbsp;</p><p><br></p><p><strong>Questão</strong>&nbsp;</p><p>Quais foram os países que intervieram para acabar com esta guerra? E quais foram as consequências desta intervenção?&nbsp;</p><p><br></p><p><strong>Bibliografia </strong>&nbsp;</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Patuleia">https://pt.wikipedia.org/wiki/Patuleia</a> &nbsp;</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ensina.rtp.pt/artigo/a-assinatura-da-convencao-de-gramido-no-porto/">https://ensina.rtp.pt/artigo/a-assinatura-da-convencao-de-gramido-no-porto/</a>&nbsp;</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.infopedia.pt/artigos/%24patuleia">https://www.infopedia.pt/artigos/$patuleia</a>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Maria Cardoso nº11 &nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-01 16:04:57 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>A partida da corte para o Brasil (pp. 71)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/judite_calisto/rfwh4z8030mp8bql/wish/3317212343</link>
         <description><![CDATA[<p>Ana Santos</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-05 16:23:10 UTC</pubDate>
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         <title>Cabralismo e regresso à Carta Constitucional (pp.90-91)</title>
         <author>madalena_Costaa</author>
         <link>https://padlet.com/judite_calisto/rfwh4z8030mp8bql/wish/3317284621</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>O governo setembrista enfrentou várias tentativas de restauração da Carta Constitucional. Em 1842, num golpe de Estado pacífico liderado por Costa Cabral restabeleceu essa Carta, consolidando o poder da grande burguesia. Este período ficou conhecido como Cabralismo.&nbsp;</p></li><li><p>Costa Cabral priorizou a ordem pública e o desenvolvimento económico, promovendo medidas como:&nbsp;</p><ul><li><p><strong>Fomento industrial:</strong> difundiu-se da energia a vapor.&nbsp;&nbsp;</p></li><li><p><strong>Reforma administrativa e fiscal:</strong> criou-se um Código Administrativo em 1842 e o Tribunal de Contas em 1849, para fiscalizar todas as receitas e despesas do Estado.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Obras públicas: </strong>construíram-se e repararam-se estradas e pontes.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Reforma da saúde:</strong> proibiram-se os enterros dentro das igrejas.&nbsp;</p></li></ul></li><li><p>A inovação e a exigência das medidas de Costa Cabral, juntamente com o autoritarismo, geraram uma forte resistência, resultando em motins populares.&nbsp;</p></li></ul><p><br></p><ul><li><p><strong>Documento 35A da página 91</strong></p></li></ul><p>O documento relata a proclamação da Carta Constitucional em 1842, liderada por Costa Cabral, que desembarcou no Porto e foi recebido com entusiasmo pela população. As aclamações intensificaram-se, e a 27 de janeiro a Carta foi oficialmente restaurada, com Costa Cabral como presidente da Junta. O apoio espalhou-se pelas províncias do Norte, levando às forças militares a marcharem para Lisboa.&nbsp;</p><p><br></p><ul><li><p><strong>Documento 35B da página 91 </strong></p></li></ul><p>O documento descreve a restauração da Carta Constitucional de 1826 como Lei Fundamental do Estado. A rainha, baseada no relatório do Conselho de Ministros, justifica a medida como necessária para a salvação pública e ordena a reunião das Cortes Extraordinárias em junho. O decreto exige que ministros e secretários de Estado garantam a sua execução.&nbsp;&nbsp;</p><p><br></p><p><strong>Curiosidade</strong></p><p>Embora grande parte da população fosse de acordo com as políticas do Cabralismo, as classes populares e os camponeses encontravam-se descontentes com as medidas de Costa Cabral, o que os levou a provocar um motim. Este motim ficou conhecido por Motim da Maria da Fonte. O nome "Maria da Fonte" refere-se a uma figura simbólica que representava a resistência no movimento, especialmente no norte de Portugal. A "fonte" pode simbolizar a origem do movimento popular.</p><p><br></p><p><strong>Questão&nbsp;</strong></p><p>Qual foi o motivo do motim “Maria da Fonte”?&nbsp;</p><p><br></p><p><strong>Webgrafia/ bibliografia&nbsp;</strong></p><p>ROSAS, Maria Antónia Monterroso, COUTO, Célia Pinto do; COSTA, Alfredo, SANTOS, Ana Cristina,&nbsp;</p><p>2023, Entre Tempos, História A 11º ano, Parte 2, Porto Editora, Maia, pp. 90-91&nbsp;</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_da_Maria_da_Fonte">Revolução da Maria da Fonte – Wikipédia, a enciclopédia livre</a></p><p><br></p><p>Madalena Costa nº10</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-05 17:08:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A rebelião em marcha (pp.54-55)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Manuel Fernandes Tomás (1771 - 1822) foi das figuras mais importantes do primeiro período liberal. Além de  magistrado e político vintista destacou-se na organização dos primeiros movimentos pró-liberalismo. Foi um dos fundadores do Sinédrio assumindo um papel central na  revolução liberal do Porto.</p><p><br/></p><p><strong>Sinédrio</strong>: O Sinédrio foi uma associação secreta criada com o objetivo de preparar uma revolução.</p><p><br/></p><ul><li><p>No dia 24 de agosto de 1820 começou, na cidade do Porto, um movimento liberal que logo se espalhou por outras cidades. Não houve resistência. Iniciada pela tropa irritada com a falta de pagamento e por comerciantes descontentes, conseguiu o apoio de quase todas as camadas sociais: Clero, Nobreza e Exército.&nbsp;</p></li><li><p>A Junta Governativa de<strong> </strong>Lord Beresford foi substituída por uma junta provisória, que convocou as Cortes Gerais Extraordinárias e Constituintes da Nação Portuguesa para elaborar uma Constituição para Portugal. Enquanto a Carta estava sendo feita, entrou em vigor uma Constituição provisória, que seguia o modelo espanhol.</p></li></ul><p><br/></p><p><strong>Lord Beresford: </strong>Figura dominante em<strong> </strong>Portugal entre 1807 e 1820,  era o governador da Madeira e Comissário designado para superintender a Convenção de Sintra e general encarregado da formação do novo exército português.</p><p><br/></p><ul><li><p><strong>Documento 6 C, página 54</strong></p><p>Descreve a Promulgação da Constituição de 1812, ocorrida em Cádiz, durante a ocupação napoleónica da Espanha. Foi um marco do liberalismo espanhol, estabelecendo princípios como a soberania nacional e a limitação do poder do rei. No entanto, em 1814, com a restauração de Fernando VII e seu governo absolutista, a constituição foi revogada. Somente após a Revolução Liberal de 1820, o documento foi restaurado, simbolizando a luta entre ideias liberais e absolutistas na Espanha.</p></li><li><p><strong>Documento 6 A, página 54</strong></p><p>-O documento aborda o avanço da rebelião no contexto das revoluções liberais, com foco na cidade do Porto como berço da revolução. A imagem principal apresenta uma gravura de Henri L’Évêque de 1817, mostrando uma vista do Porto, destacando sua importância histórica. Além disso, menciona os "ventos liberais" que sopravam da Espanha, indicando a influência dos movimentos liberais espanhóis sobre Portugal. </p></li></ul><p><br/></p><ul><li><p><strong>Curiosidade</strong></p></li></ul><p>-Uma curiosidade sobre a Revolução do Porto de 1820 é que ela começou com um movimento militar, mas rapidamente ganhou apoio popular e burguês. Oficiais do exército reunidos no Campo de Santo Ovídio  proclamaram a revolução sem resistência significativa. O interessante é que, ao contrário de muitos outros movimentos revolucionários da época, esse não teve derramamento de sangue inicial e conseguiu estabelecer uma nova ordem constitucional em Portugal.</p><p><br/></p><ul><li><p><strong>Questão</strong></p><p>Qual foi o principal objetivo da Revolução do Porto de 1820 e quais foram as suas consequências para Portugal?</p></li></ul><p><br/></p><ul><li><p><strong>Bibliografia</strong></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_Fernandes_Tom%C3%A1s">https://pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_Fernandes_Tom%C3%A1s</a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://multirio.rio.rj.gov.br/index.php/historia-do-brasil/brasil-monarquico/8879-a-revolu%C3%A7%C3%A3o-do-porto">https://multirio.rio.rj.gov.br/index.php/historia-do-brasil/brasil-monarquico/8879-a-revolu%C3%A7%C3%A3o-do-porto</a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ics.ulisboa.pt/livros/lord-beresford-e-intervencao-britanica-em-portugal">https://www.ics.ulisboa.pt/livros/lord-beresford-e-intervencao-britanica-em-portugal</a></p><p><br/></p><p>Rafael Costa nº21  11ºC</p><p><br/></p></li></ul><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-05 19:14:37 UTC</pubDate>
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         <title>Atuação das Cortes Constituintes e a independência do Brasil (pp.74-75)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Processo de Independência do Brasil (1822) e os desafios da separação de Portugal:</p><p>- As Cortes Portuguesas tentaram restabelecer o controlo sobre o Brasil, exigindo o retorno de D. Pedro e revogando benefícios, o que gerou insatisfação. </p><p>- D. Pedro decidiu permanecer no Brasil, apoiado pelo povo, e proclamou a independência em 7 de setembro de 1822 - "Grito de Ipiranga". </p><p>- Portugal só reconheceu a separação em 1825, após negociações com a Inglaterra. </p><p>- A independência consolidou o Brasil como um Império, enquanto Portugal enfrentou dificuldades econômicas e políticas com a perda da colonia.</p><p><br/></p><p>DOC.21 A - A questão brasileira - </p><p>A Decretos das Cortes Constituintes</p><p>1- 29 de setembro de 1821</p><p>1.° - Que o Príncipe Real regresse quanto</p><p>antes a Portugal.</p><p>2.° - Que Sua Alteza real, logo que chegue a Portugal, passe a viajar incógnito às Cortes, e reinos de Espanha, França, e Inglaterra, sendo acompanhado por pessoas dotadas de luzes, virtudes, e adesão ao Sistema Constitu-cional, que para esse fim Sua Majestade houver por bem de nomear.</p><p>2- 29 de dezembro de 1821</p><p>1.° - Ficam extintos todos os Tribunais criados no Rio de Janeiro, desde que El-Rei para ali trasladou a sua Corte em mil oitocentos e oito.</p><p>3- 9 de abril de 1822</p><p>1.° - O comércio entre os reinos de Portu-gal, Brasil e Algarves será considerado como da província de um mesmo continente.</p><p>2.° - É permitido unicamente a navios nacionais de construção e propriedade portuguesa fazer o comércio de porto a porto em todas as possessões portuguesas.</p><p><br/></p><p>Doc. 22</p><p>O reconhecimento da independência do Brasil (1825)</p><p>Sua Majestade Fidelíssima (...por seu diploma de 13 de maio do corrente ano, reconheceu o Brasil na categoria de Império independente ().</p><p>E estes augustos senhores, aceitando a mediação de Sua Majestade Britânica (Jorge IV, para o ajuste de toda a questão incidente à separação dos dois Estados. |_| convieram em que, na conformidade dos princípios expressados neste preâmbulo, se formasse o presente Tratado.</p><p>Art. 1': Sua Majestade Fidelíssima reconhece o Brasil na categoria de Império inde-pendente, e separado dos reinos de Portugal e Algarves; e a seu sobre todos muito amado, e prezado filho dom Pedro por imperador, cedendo, e transferindo de sua livre vontade a soberania do dito Império ao mesmo seu filho, e a seus legítimos sucessores. [...]</p><p>Art. 3.: Sua Majestade imperial promete não aceitar proposições de quaisquer co-lónias portuguesas para se reunirem ao Império do Brasil.</p><p>Art. 4.: Haverá de ora em diante paz e aliança, e a mais perfeita amizade entre o Império do Brasil e os Reinos de Portugal e Algarves, com total esquecimento das desavenças passadas entre os povos respetivos.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><em><mark>Curiosidade</mark></em>: Quem assinou a Independência do Brasil foi Leopoldina "Enquanto estava em São Paulo, mais um ultimato chegou de Portugal ordenando o retorno do Príncipe Regente. Leopoldina então reuniu o Conselho do Estado do Rio de Janeiro e assinou um decreto separando o Brasil oficialmente de Portugal, em 2 de setembro de 1822."</p><p><br/></p><p>Questão - Em que ano foi o reconhecimento da independência do Brasil?</p><p><br/></p><p>Bibliografia e Webgrafia:</p><p><br/></p><p>Manual das páginas 74 e 75&nbsp;</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/infomaterias/2022/08/a-pouco-conhecida-atuacao-do-parlamento-na-independencia-do-brasil">https://www12.senado.leg.br/noticias/infomaterias/2022/08/a-pouco-conhecida-atuacao-do-parlamento-na-independencia-do-brasil</a></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-05 19:40:27 UTC</pubDate>
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         <title>Guerra Civil de 1832-34 (pp. 82-83) </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>O regresso de D. Miguel a Portugal (1828):</strong></p><ul><li><p>Regressa a Portugal a fevereiro de 1828 e presta juramente à Carta Constitucional, aparentando aceitar o regime liberalista;</p></li><li><p>Em julho de 1828, fez-se aclamar rei absoluto através de umas Cortes convocadas da maneira tradicional, ou seja, por ordens;</p><p><br></p><p><strong>Resistência Liberal:</strong></p></li><li><p>Milhares de liberais, temendo perseguições, partiram para o exílio na França e na Inglaterra onde organizaram a resistência;</p></li><li><p>Os que ficaram em Portugal foram sujeitos a uma repressão sem limites, período que ficou conhecido como Terror Miguelista;</p></li><li><p>A Ilha Terceira (Açores) tornou-se o principal centro de resistência liberal, servindo assim como base para as operações militares;</p></li><li><p>Em 1831, D-Pedro abdicou do trono brasileiro e veio lutar contra o absolutismo para que a sua filha D. Maria II pode-se voltar a ser rainha;</p><p><br></p><p><strong>Guerra Civil:</strong></p></li><li><p>Em fevereiro de 1832, cerca de 7500 homens partiram da Ilha Terceira sobre a liderança de D. Pedro;</p></li><li><p>Estes homens chegaram a Portugal em julho desembarcando no Mindelo e deram assim inicio à guerra civil entre liberais, liderados por D. Pedro, e absolutistas, apoiantes de D. Miguel;</p><p><br></p><p><strong>Cerco do Porto (1832-1833):</strong></p></li><li><p>Após o desembarque dos liberalistas a primeira cidade a ser atacada foi a cidade do Porto, contrariando assim as expectativas das tropas miguelistas que se concentravam em Lisboa;</p></li><li><p>Cerco do Porto foi o nome dado ao episódio mais dramático do confronto entre os liberalistas e os absolutistas;</p><p><br></p><p><strong>Fim da Guerra Civil e as suas Consequências:</strong></p></li><li><p>Em 1834, as forças liberais obtiveram a vitória sobre os absolutistas;</p></li><li><p>As batalhas de Almoster e Asseiceira confirmaram a derrota de D. Miguel;</p></li><li><p>Logo depois de ter sido dado como derrotado assinou a Convenção de Évora Monte e partiu definitivamente para o exílio.</p><p><br></p><p><strong>Análise de dois documentos do manual com os colegas:</strong></p><p>Página 82 documentos 27B e 27C.</p><p><br></p><p><strong>Documento 27B:</strong></p></li><li><p>O documento 27B é uma ilustração de Roque Gameiro de 1917 chamada <em>"o terror miguelista"</em> que tem o objetivo de mostrar como se tratavam os dois lados desta guerra, os miguelistas apelidavam os liberalistas de "malhados", não existem certezas mas o termo parece ter origem no facto de serem malhadas umas mulas que conduziam a carruagem de D. Miguel.</p><p><br></p><p><strong>Documento 27C:</strong></p></li><li><p>O documento 27C é um mapa que tem como objetivo mostrar os movimentos realizados em Portugal durante a guerra, estando assim representado com duas espadas cruzadas as batalhas que deram a derrota a D. Miguel, com bolas azuis os locais de desembarque liberal, com setas azuis a expedição do duque, com setas verdes a rota da frota liberal e com setas laranjas a marcha realizada pelo exército miguelista.</p><p><br></p><p><strong>Curiosidade:</strong></p><p>A guerra civil portuguesa é conhecida por diversos nomes, como por exemplo: Guerra Liberal, Guerra Miguelista ou Guerra dos dois irmãos.</p><p>Ou seja, D. Miguel e D. Pedro são irmãos e entraram em guerra após a morte do pai, pois pensavam de maneiras diferentes à cerca de como governar um país.</p><p><br></p><p><strong>Questão:</strong></p><p>Quais foram as principais causas da Guerra Civil de 1832-1834 em Portugal?</p><p><br></p><p><strong>Bibliografia e Webgrafia</strong></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Desembarque_do_Mindelo">Desembarque do Mindelo – Wikipédia, a enciclopédia livre  - imagem e informação;</a></p></li><li><p>Manual de História A "Entre Tempos" 11º ano páginas 82 e 83;</p><p><br></p><p>Mariana Almeida nº14 11ºC.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-05 22:09:45 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Corte Ausente, ingleses presentes</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Entre 1808 e 1821, Portugal viveu uma situação difícil, estava controlado tanto pela Inglaterra quanto pelo Brasil. O rei português, D. João VI, mudou-se para o Brasil e transformou-o em reino em 1815. Isso irritou o povo português, pois ficou sob controle inglês.</p><p><br></p><p>Um general britânico, o Marechal Beresford, ficou responsável pelo exército português. As melhores posições militares foram atribuídas aos britânicos. Beresford tinha mais poder do que o governo português. Ele controlava os funcionários do governo e a economia, e prendeu muitas pessoas suspeitas de se oporem a ele. Em 1817, ele puniu duramente os rebeldes, executando o general Gomes Freire de Andrade e outros 11 oficiais.</p><p><br></p><p>Ao mesmo tempo, a economia de Portugal estava em dificuldades. O país estava gastando mais do que ganhava. A agricultura estava a sofrer, e o comércio estava a piorar.</p><p><br></p><p>DOC 3: A Conspiração de 1817</p><p>Este documento fala sobre a Revolução Liberal de 1817, uma conspiração contra a Regência Portuguesa controlada pelos britânicos.</p><p>Gomes Freire de Andrade, um general, foi acusado de liderar a revolta. Ele era visto como uma figura perigosa porque era popular, inteligente e um líder militar respeitado.</p><p>Marechal Beresford, o comandante britânico em Portugal, considerou isto uma grande ameaça e reagiu com dureza.</p><p>Consequência: Gomes Freire de Andrade e outros 11 oficiais foram executados em 1817 para suprimir qualquer oposição ao controlo britânico.</p><p>DOC 4: A Abertura dos Portos do Brasil (1808)</p><p>Em 1808, o Príncipe Regente D. João VI abriu os portos do Brasil ao comércio internacional.</p><p>Antes disso, Portugal tinha o monopólio do comércio brasileiro.</p><p>Agora, navios estrangeiros (especialmente britânicos) podiam comerciar livremente no Brasil, quebrando o controlo português.</p><p><br></p><p>O documento inclui uma tabela com dados comerciais, destacando a importância do Brasil para o comércio português.</p><p>Impacto: Isto enfraqueceu a economia portuguesa, pois Portugal perdeu a sua vantagem exclusiva no comércio com o Brasil.</p><p><br></p><p>Curiosidade: </p><p>Por que o Marechal Beresford recebeu tanto poder em Portugal e como suas ações afetaram a soberania do país?</p><p><br></p><p>Webgrafia:  Paginas do livro pg 52-53</p><p><br></p><p>Salman</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-06 13:00:50 UTC</pubDate>
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         <title>A ação reformadora da regência de D. Pedro e a importância de Mouzinho da Silveira</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Durante a regência liberal de D. Pedro IV, a vitória militar sobre os absolutistas foi acompanhada por profundas reformas legislativas lideradas por Mouzinho da Silveira, fundamentais para consolidar o liberalismo em Portugal.</p><p>Mouzinho da Silveira, ministro da Fazenda e da Justiça no primeiro governo liberal, foi o principal responsável pelas reformas que consolidaram o liberalismo em Portugal.</p><p>• <strong>Propriedade</strong>: Abolição dos morgadios, forais e dízimos, além da extinção dos bens da Coroa.</p><p>• <strong>Comércio</strong>: Fim das portagens e monopólios (como o do sabão e do vinho do Porto); redução das taxas de exportação; criação do primeiro Código Comercial.</p><p>• <strong>Administração</strong>: Nova organização centralizada, dividindo o país em províncias, comarcas e concelhos sob gestão régia.</p><p>• <strong>Finanças</strong>: Substituição do sistema de tributação local por um modelo nacional centralizado no Tribunal do Tesouro Público.</p><p>• <strong>Justiça</strong>: Introdução do júri, reorganização judicial e criação do Supremo Tribunal da Justiça em Lisboa.</p><p><br/></p><p>Estas medidas desmantelaram as bases do Antigo Regime e fortaleceram o Estado liberal.</p><p><br/></p><p>Página 84, DOC. 29 - A e B</p><p><br/></p><p><strong>Qual foi a importância da legislação de Mouzinho da Silveira para Portugal?</strong></p><p><br/></p><p>A legislação de Mouzinho da Silveira, implementada durante a Guerra Civil Portuguesa (1832-1834), foi fundamental para a modernização do país e a consolidação do liberalismo. Promoveu reformas estruturais que aboliram privilégios feudais e reorganizaram a administração pública, tornando-a mais centralizada e eficiente. </p><p>Estas reformas foram essenciais para a transição de Portugal para um Estado moderno, alinhado com os princípios do liberalismo e da monarquia constitucional.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Bibliografia / webgrafia&nbsp;</p><p>Manual de História “Entre Tempos - parte 2, 11.º ano”, páginas 84 e 85.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ebiografia.com/dompedro_i/">eBiografiahttps://www.ebiografia.comBiografia de Dom Pedro I</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/ShV5pcTH8pw?si=9iuZ55tBzyYmM97n">https://youtu.be/ShV5pcTH8pw?si=9iuZ55tBzyYmM97n</a></p><p><br/></p><p>Beatriz Lopes, nº 2; Mariana Coelho, nº 16</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-06 15:26:16 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>judite_calisto</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-02-06 15:26:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Oposição absolutista (pp. 76-77)</title>
         <author>judite_calisto</author>
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         <description><![CDATA[<p>Gabriel Pacheco</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-06 16:04:55 UTC</pubDate>
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         <title>Constituição de 1822 (pp.62-65) </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/judite_calisto/rfwh4z8030mp8bql/wish/3319089889</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto e motivações:</strong></p><ul><li><p>﻿A constituição portuguesa foi criada em 1822</p></li><li><p>﻿A constituição foi criada para limitar o poder do rei e consolidar um regime constitucional e liberal</p></li><li><p>﻿Foi inspirada na constituição espanhola de 1812 e na Francesa de 1791</p></li></ul><p><strong>Princípios fundamentais:</strong></p><ul><li><p>﻿É baseada nos princípios do liberalismo que são a liberdade, a segurança e a propriedade</p></li><li><p>﻿Estabelece a soberania da Nação acima do rei</p></li><li><p>﻿Defende a igualdade perante a lei sem privilégios para a nobreza e para o clero</p><p><br/></p><p><strong>Estrutura Política:</strong></p><ul><li><p>﻿﻿Legislativo: Que pertence as cortes</p></li><li><p>﻿﻿Executivo: Que pertence ao rei e ao governo </p></li><li><p>﻿﻿Judiciário:Que pertence aos tribunais </p><p><br/></p><p><strong> Impacto e Consequências:</strong></p></li><li><p>﻿Fim do Antigo Regime em Portugal, limitando o absolutismo</p></li><li><p>﻿﻿A Constituição foi considerada progressista, o que gerou forte oposição</p></li><li><p>﻿﻿Revogada em 1823 após a Vilafrancada, restaurando o absolutismo.</p><p><br/></p><p>No Doc 17 da pag 65 tem uma imagem da assinatura real da constituição de 1822 que diz “aceito e juro guardar e fazer guardar a constituição política da Monarquia.</p><p>Portuguesa que acabam de decretar as Cortes Constituintes da mesma Nação.</p><p>Sala das cortes em 1 de Outubro de 1822.</p><p>João sexto El-rei”</p></li><li><p> Video sobre a constituição: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/fpCDEe_z5Xs?feature=shared">https://youtu.be/fpCDEe_z5Xs?feature=shared</a></p><p><br/></p><p>Iara e morgana</p></li></ul></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-06 20:47:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Invasões Francesas (pp.48-49)</title>
         <author>judite_calisto</author>
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         <description><![CDATA[<p>No início do séc. XIX, Portugal apresentava as características típicas do Antigo Regime, com uma monarquia absoluta.</p><p>As ideias da Revolução Francesa iam chegando e sendo divulgadas, ainda que proibidas - VER Doc. 1B</p><p><br/></p><p>1906 - Napoleão Bonaparte decidiu impor o BLOQUEIO CONTINENTAL. </p><p>Portugal hesitou porque Inglaterra era uma aliada de muitos séculos e Napoleão invadiu o país 3 vezes - VER Doc. 2:</p><p>1807-08 - Liderada pelo general Junot, o exército francês chegou a Lisboa quando a armada que levada a família real e a corte ainda se via ao longe. Foi derrotado pelos pelos portugueses e ingleses.</p><p>1809 - Liderada pelo general Soult, entrou pelo norte, invadiram o Porto;</p><p>18010-11 - Liderada pelo general Massena, chegaram às Linhas de Torres.</p><p><br/></p><p>Portugal manteve a independência, mas:</p><p>- o país ficou arruinado,</p><p>- a sede do país foi transferida para o Brasil, </p><p>- ficava sob o domínio dos ingleses.</p><p><br/></p><p>Curiosidade:</p><p>Uma das mais populares expressões: "mandar ou ir para o maneta", com o significado de "dar cabo de alguém ou de alguma coisa; destruir" teve origem na 1ª invasão. O general Loison, que perdera um braço em anterior batalha enquanto esteve em Portugal, revelou-se um homem de extrema ferocidade e malvadez, que exercia torturas violentas nos presos e foi responsável por várias mortes.'</p><p>in Ciberdúvidas da Língua Portuguesa, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/consultorio/perguntas/ir-mandar-para-o-maneta/13060">https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/consultorio/perguntas/ir-mandar-para-o-maneta/13060</a> [consultado em 06-02-2025]</p><p><br/></p><p>Judite Calisto</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-06 21:15:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Revolta Vintista 1820 (pp.58-61)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A 15 de Setembro de 1820 foi a vez de Lisboa repetir um pronunciamento militar semelhante ao do Porto.</p><p><br></p><p><br></p><p>A 15 de setembro de 1820, os lisboetas tiveram o pronunciamento militar contra os ingleses e expulsaram os regentes e criaram um Governo Interino.</p><p><br></p><p>A 27 de setembro reuniram-se, em Alcobaça os governos do Porto e de Lisboa, que formaram 2 novas Juntas:</p><p><br></p><p>A<strong> junta Provisional do Governo</strong> Supremo do Reino, de carácter executivo que tinha como presidente Gomes Freire de Andrade e a <strong>junta Provisional Preparatória das Cortes</strong> que tinha como principais membros, José Ferreira Borges, José da Silva Carvalho e o coronel Sepúlveda.</p><p><br></p><p><strong>Analise de documentos:</strong></p><p><br></p><p><strong>Doc.10 pag58:</strong></p><p>O documento apresenta um relato sobre a chegada da Revolução Liberal de 1820 a Lisboa, narrado a partir das memórias do marquês de Fronteira e d’Alorna. O texto descreve o clima na cidade antes da revolução, destacando que, apesar da vigilância do regime absolutista, a situação parecia tranquila. No entanto, a notícia do movimento revolucionário do Porto já se havia espalhado. O autor menciona ainda que, na noite de 15 de setembro de 1820, enquanto saía para jantar com a sogra, ainda não havia sinais evidentes da revolução. Porém, ao retornar de um passeio a cavalo, encontrou um grande grupo de pessoas reunidas, marcando o início da revolução em Lisboa.</p><p><br></p><p><strong>Doc.11 pag59</strong></p><p>Este documento destaca a revolução de 1820 em Portugal, ressaltando que a mudança política ocorreu de forma pacífica, sem derramamento de sangue ou desordens graves. O texto enfatiza o caráter nobre e pacífico dos portugueses, reconhecido até mesmo pelos estrangeiros, e expressa preocupação com a possibilidade de monarcas estrangeiros abusarem do seu poder para impor leis à nação portuguesa. O manifesto reflete o desejo de manter a soberania nacional e evitar influências externas que comprometam a liberdade do país.</p><p><br></p><p><strong>Curiosidade</strong></p><p>Uma curiosidade acerca da revolução vintista de 1820 é que, apesar do movimento ter começado no Porto</p><p>a 24 de Agosto de 1820, só chegou à capital quase um mês depois, dia 15 de Setembro de 1820.</p><p><br></p><p><strong>Questão</strong></p><p>De que forma a participação ativa das tropas e da população Lisboeta contribuiu para o sucesso da revolução vintista em Lisboa?</p><p><br></p><p><strong>Bibliografia e Webgrafia</strong></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Vintismo">Vintismo – Wikipédia, a enciclopédia livre</a></p><p><br></p><p>Manual de História A "Entre tempos" 11ºano páginas 58-61.</p><p><br></p><p>Tomé Adriano nº23 e Martim Matos nº17 11ºC</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-06 22:02:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O caminho da independencia do Brasil e o regresso da familia real a Portugal (pp.70 e 73) </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O caminho do Brasil para a independência foi marcado por uma série de eventos políticos e sociais que culminaram na separação do país de Portugal em 1822. Esse processo começou com a vinda da família real portuguesa para o Brasil, em 1808, fugindo das invasões napoleônicas. Com a instalação da corte no Rio de Janeiro, o Brasil passou a ter maior autonomia política e econômica.                                                                                                                                                  </p><p>Em 1821, quando as tropas portuguesas começaram a voltar para Portugal, o príncipe regente Dom Pedro I ficou no Brasil, enfrentando pressões da Corte portuguesa para que o Brasil voltasse a ser uma colônia. O movimento pela independência se intensificou, especialmente após o famoso "Dia do Fico" (9 de janeiro de 1822), quando Dom Pedro decidiu permanecer no Brasil. Em 7 de setembro de 1822, Dom Pedro proclamou a independência do Brasil às margens do Rio Ipiranga, com o famoso grito: "Independência ou Morte!", marcando o fim do domínio português.</p><p>A independência foi consolidada após conflitos militares, e Dom Pedro I foi coroado imperador do Brasil. A independência foi formalizada em 1825 com a assinatura de um tratado entre Brasil e Portugal.</p><p><br/></p><p>Analise dos documentos do manual</p><p>Pág 71 Doc A e B</p><p><br/></p><p>Doc A-O Documento A mostra a tentativa de D.João de manter Portugal neutro,até fechar os portos a Grã Bretanha. Com a invasão napoleônica,ele percebe a ameaça e decide partir para o Brasil,uma mudança na relação entre a metrópole e a Colónia</p><p><br/></p><p>Doc B-O Documento B relata a dificil da viagem familia real ao Brasil em 1808,enfrentando tempestades e escassez de mantimentos.A esquadra chegou primeiro ao Salvador,mas o destino final era o Rio de Janeiro,marcando uma mudança decisiva para a colónia</p><p><br/></p><p>Curiosidade- O Grito da Independência é que, apesar da fama da frase "Independência ou Morte!", a expressão não foi registrada de forma oficial nos documentos históricos da época. Não há certeza absoluta de que Dom Pedro I tenha realmente gritado essas palavras durante a Proclamação da Independência, pois o que sabemos é que ele teria dito algo similar, como "Independência ou Morte!", mas é um pouco incerto o exato conteúdo da fala.</p><p>A frase foi imortalizada por relatos posteriores, especialmente de pessoas próximas ao evento, como o próprio irmão de Dom Pedro I, Dom Miguel, que mais tarde se tornou imperador de Portugal. No entanto, o impacto do "grito" foi tão forte que a frase se consolidou como um símbolo da independência brasileira, sendo um marco importante no imaginário coletivo da nação.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://brasilescola.uol.com.br/historiab/independencia-brasil.htm">https://brasilescola.uol.com.br/historiab/independencia-brasil.htm</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historiadobrasil/independencia-brasil-1822.htm">https://mundoeducacao.uol.com.br/historiadobrasil/independencia-brasil-1822.htm</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Independ%C3%AAncia_do_Brasil">https://pt.wikipedia.org/wiki/Independ%C3%AAncia_do_Brasil</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pibid.historia.ufg.br/n/145982-percursos-da-independencia-do-brasil">https://pibid.historia.ufg.br/n/145982-percursos-da-independencia-do-brasil</a></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Daniel Barbosa</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-07 22:35:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A revolução de setembro de 1836 (pp.86-87)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/judite_calisto/rfwh4z8030mp8bql/wish/3321510069</link>
         <description><![CDATA[<p>     • A Revolução de Setembro de 1836, foi um evento marcante na história política Portuguesa. </p><p>       Após a vitória definitiva do liberalismo em 1834, o país ainda enfrentava instabilidade devido às tentativas miguelistas de retomar o poder e à divisão entre os próprios liberais, divididos entre vintistas e cartistas.</p><p>       • Teve início em Lisboa, impulsionada pela insatisfação popular com a miséria e os privilégios concedidos à nobreza pelo governo cartista. </p><p>  A 9 e 10 de setembro de 1836, os deputados eleitos no Norte chegaram a Lisboa e foram recebidos com apoio popular, levando à restauração da Constituição de 1822 e ao afastamento do liberalismo moderado.</p><p> </p><p>• O novo governo destacou figuras como o visconde de Sá da Bandeira e Passos Manuel.</p><p>   Adotaram medidas mais democráticas, como a ampliação da soberania nacional e a redução da intervenção da monarquia. No entanto, a rainha D. Maria II reagiu rapidamente contra o setembrismo, buscando conter o avanço dessas reformas.</p><p><br/></p><p><strong>Principais protagonistas da revolução:</strong></p><p><strong>   •</strong>Passos Manuel;</p><p><strong>   •</strong>Sá da Bandeira.</p><p><br/></p><p><strong>Doc. 30B:</strong></p><p><strong>   •</strong> A obra simboliza a pobreza e a marginalização dos mais desfavorecidos na sociedade liberal. A representação do músico cego pode sugerir a dependência da caridade e a falta de oportunidades para os mais pobres. Essa realidade contrasta com o crescimento da riqueza da burguesia.</p><p><br/></p><p><strong>Doc. 30C:</strong></p><p><strong>   • </strong>Almeida Garrett denuncia a corrupção e a desigualdade no sistema liberal, onde a burguesia controla as decisões políticas e econômicas. Ele sugere que a democracia era, na prática, limitada, pois quem tinha dinheiro tinha mais influência.</p><p><br/></p><p><strong>Curiosidade/video: </strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/1hSQ-yafO14?si=sr8kEqWquv0VMi_F"><strong>https://youtu.be/1hSQ-yafO14?si=sr8kEqWquv0VMi_F</strong></a></p><p><br/></p><p><strong>Questão: </strong></p><p>Como Almeida Garrett descreve a influência da burguesia na política e economia?</p><p><br/></p><p><strong>Bibliografia/webgrafia:</strong></p><p><strong>  •</strong>Manual de História A "Entre Tempos" 11° ano, páginas 86 e 87.</p><p> </p><p>Mariana Rosa?</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-09 17:46:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O vintismo (pp.56-57)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/judite_calisto/rfwh4z8030mp8bql/wish/3323155714</link>
         <description><![CDATA[<p>Com base em dados encontrados no manual na pp 57 podemos vir a saber que:</p><p><br/></p><ul><li><p>A revoluçao de 1820 deu inicio no porto em24 de agosto que foi apoiado pelos militares da e burgueses que foram prejudicados pelos ingleses</p></li></ul><p><br/></p><ul><li><p>Ainda no dia 24 de agosto  formou-se a junta provisional do governo supremo do rei que tinha como objetivo substituir D. Joao VI ate as cortes elaborassem uma constituição</p><p><br/></p></li><li><p> Manuel Fernandes Tomas foi o responsável pela escritura do manifesto aos portugueses esclarecendo as razoes que são:</p><ul><li><p>A situação catastrófica do reino</p></li><li><p>A incapacidade do governador da regência</p></li></ul></li><li><p>E os objetivos eram:</p><ul><li><p>A convocação das cortes que aprovem a sabia constituição</p></li><li><p>Obter defensores das autoridades regias e direitos portugueses</p></li><li><p>Reafirmar a submissão a fé católica</p></li></ul></li></ul><p><br/></p><p>Rafael Silva</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-10 20:15:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/judite_calisto/rfwh4z8030mp8bql/wish/3324219198</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/ShV5pcTH8pw?si=9iuZ55tBzyYmM97n" />
         <pubDate>2025-02-11 14:12:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Oposição Absolutista (pp. 76-77)</title>
         <author>al62941</author>
         <link>https://padlet.com/judite_calisto/rfwh4z8030mp8bql/wish/3328716205</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contrarrevolução Absolutista</strong></p><p><br/></p><p>A Revolução de 1820 sofreu oposição por parte de grandes potências que procuravam esconder os vestígios da Revolução Francesa e por nobres conservadores que estavam descontentes com o radicalismo da Constituição.</p><p><br/></p><p>Animados pela ideia de uma Contrarrevolução absolutista, juntaram-se á rainha D. Carlota Joaquina, que se recusou a jurar a Constituição.</p><p><br/></p><p><strong>Vila-Francada</strong></p><p><br/></p><p>Em 2023 com o sucesso da restauração absolutista na Espanha por parte do irmão de D. Carlota Joaquina, a contrarrevolução seguiu em frente, e dois regimentos de Lisboa foram enviados a Vila Franca para a defender. Essa revolta, chamada de Vila-Francada, terminou quando D. João VI (rei e marido de D. Carlota) tomou comando da situação e defendeu a Constituição.</p><p><br/></p><p><strong>Abrilada</strong></p><p><br/></p><p>D. João reformulou o governo, e apesar de alguns membros serem eventualmente presos, em 1824, por D. Miguel, filho de D. Carlota Joaquina, em conjunto com a mãe, D. João VI consegue travar o golpe rebelde e exilar D. Miguel, retomando assim controlo do governo na chamada Abrilada.</p><p><br/></p><p><strong>Análise do Documento</strong></p><p><br/></p><p>No Documento C, vemos as declarações respetivas de D. Miguel e de D. João VI, em que o primeiro compara a posição do Rei durante a Monarquia Constitucional a um fantasma, e em que D. João declara que nunca desejou o absolutismo.</p><p><br/></p><p><strong>Curiosidade:</strong></p><p><br/></p><p>Mesmo depois da segunda derrota de D. Miguel e D. Carlota, havia rumores de que havia outra contrarrevolução planeada, o que forçou D. João VI a ter de exilar o filho e mandar prender a esposa para finalmente tomar conta do reino, tendo de designar outra filha como regente mais tarde, por razões de saúde.</p><p><br/></p><p><strong>Web/Bibliografia:</strong></p><ul><li><p>Manual</p></li><li><p>Wikipedia</p></li><li><p>Infopédia</p></li><li><p>SlideShare </p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-14 10:10:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Estado como garante da ordem liberal(pp.100-101)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/judite_calisto/rfwh4z8030mp8bql/wish/3336871861</link>
         <description><![CDATA[<p>Com o avanço das <strong>Revoluções Liberais</strong> e o início da <strong>Época Contemporânea</strong>, o liberalismo tornou-se a principal ideologia política, econômica e social, defendendo a <strong>liberdade individual, a igualdade perante a lei e a soberania da nação</strong>. Inspirado pelos ideais da Revolução Francesa, esse movimento se opôs ao absolutismo e à concentração de poder.</p><p>A <strong>Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão</strong> (1789) estabeleceu princípios fundamentais, como a ideia de que “os Homens nascem e são livres e iguais em direitos”. No entanto, a participação política continuou limitada, muitas vezes restringida pelo <strong>sufrágio censitário</strong>, que favorecia a burguesia, já que o direito ao voto era condicionado à posse de bens ou riqueza.</p><p>O Estado passou a desempenhar um papel central na manutenção da ordem e no equilíbrio entre liberdade e autoridade. A <strong>Assembleia Nacional Constituinte</strong>, local de intensos debates, demonstrava a participação popular na política, mas também a instabilidade gerada por disputas acaloradas e manifestações populares.</p><p>Ao longo do século XIX, o liberalismo moderado, representado por figuras como <strong>François Guizot</strong>, consolidou o poder da burguesia, restringindo o direito ao voto e afastando a ideia de uma democracia plena.</p><p><br/></p><p>Doc.1 A</p><p>Liberdade e Igualdade</p><p>A liberdade é o direito de qualquer homem estar apenas submetido à lei, o direito de não ser preso. julgado, morto ou de qualquer modo molestado por capricho de um ou de vários indivíduos. É o direito de cada um exprimir a sua própria opinião, de escolher a sua atividade profissional e de a exercer, de dispor dos seus bens; de se deslocar sem pedir autorização ou dar conta dos seus movimentos. É, para cada um, o direito de se reunir a outros indivíduos, seja para discutir opiniões, seja para professar um culto, seja simplesmente para passar os seus dias e horas. É, finalmente, o direito que todos temos de influenciar a administração do Estado, quer pela nomeação de todos ou de alguns dos seus funcioná-rios, quer representando a nação, quer pelos conse-lhos, exigências e petições que as autoridades terão obrigatoriamente de levar em conta, em maior ou menor grau.</p><p><br/></p><p>Doc.B</p><p>A Assembleia, o palco dos cidadãos</p><p>Levantava-se bem cedo para encontrar lugar nas tribunas apinhadas [da Assembleia Nacional Constituinte francesa]. Os deputados chegavam ainda a comer, discutindo, gesticulando; agrupavam-se de acordo com as suas opiniões.</p><p>Após a abertura, desenvolvia-se o assunto combinado ou aparecia uma moção extraordinária. Era raro o dia em que uma instituição do Antigo Regime não era destruída. Falava-se a favor ou contra; todos improvisavam bem ou mal. Os espectadores metiam-se na discussão, aplaudiam ou apupavam os orado-res. O presidente agitava a campainha; os deputados insultavam-se de uma bancada para a outra. [..] Em breve, o tumulto era ultrapassado por um outro; peticionários, armados de piques, irrompiam na barra: "O povo morre de fome... é tempo de tomar medidas contra os aristocratas ...". O presidente sossegava estes cidadãos: Temos os traidores sob vigilân-cia, a Assembleia fará justiça." Os deputados da direita gritavam que se estava a resvalar para a anarquia; os deputados da esquerda replicavam que o povo tinha liberdade de expressão e o direito de se queixar dos déspotas até no meio da representação&nbsp;nacional&nbsp;(...</p><p><br/></p><p>Curiosidade</p><p>Durante a Revolução Francesa, um dos símbolos da nova ordem liberal foi a destruição de monumentos ligados ao absolutismo. A imagem da página 100 mostra a <strong>derrubada da estátua de Luís XIV</strong>, que foi substituída por uma coluna representando a liberdade e a igualdade. Isso simboliza a transição do poder monárquico para uma sociedade baseada em direitos e participação política.</p><p><br/></p><p><strong>Questão para os colegas</strong></p><p>O liberalismo defendeu a liberdade, mas restringiu o voto à elite. Vocês acham que esse sistema foi justo ou deveria ter permitido o sufrágio universal desde o início?</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-21 00:28:33 UTC</pubDate>
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