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      <title>MATÉRIAS-PRIMAS NÃO RENOVÁVEIS by Luiz Stefanski</title>
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      <description>Mural Virtual criado pelos estudantes do 4º A Curso Técnico em Química - Disciplina Processos Industriais (2023) - Professor Luiz Stefanski - Colégio Estadual São Mateus.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-09-04 12:03:05 UTC</pubDate>
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         <title>00 - Exploração de Matérias-Primas Não Renováveis: Uma Chamada à Consciência</title>
         <author>luizzstefanski</author>
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         <description><![CDATA[<div>A exploração de matérias-primas não renováveis é um tema de crescente preocupação em nosso mundo moderno. Estamos testemunhando a exaustão de recursos naturais valiosos que têm sustentado nossa sociedade por décadas, e é imperativo que todos nós reconheçamos a necessidade urgente de uma mudança em nossa abordagem em relação a esses recursos finitos.<br><br></div><div>As matérias-primas não renováveis, como o petróleo, gás natural, carvão mineral e minerais metálicos, têm sido a espinha dorsal de nossa economia global por muitos anos. Eles são usados na produção de energia, na fabricação de produtos essenciais e na construção de infraestrutura. No entanto, o uso desenfreado desses recursos está levando a uma série de consequências prejudiciais para o meio ambiente e para as gerações futuras.<br><br></div><div>Uma das principais preocupações relacionadas à exploração de matérias-primas não renováveis é o esgotamento desses recursos. À medida que as reservas se esgotam, a extração se torna mais difícil e cara, o que pode levar a preços mais altos e a uma dependência ainda maior de fontes alternativas. Isso também pode resultar em conflitos geopolíticos pela posse desses recursos escassos.<br><br></div><div>Além disso, a exploração de recursos não renováveis frequentemente causa sérios danos ao meio ambiente. A extração de petróleo, por exemplo, pode resultar em derramamentos catastróficos que devastam ecossistemas marinhos. A mineração de carvão e minerais frequentemente leva à degradação do solo, à poluição da água e à destruição de habitats naturais. As emissões de gases de efeito estufa associadas ao uso desses recursos também contribuem para as mudanças climáticas, uma das ameaças mais urgentes que enfrentamos.<br><br></div><div>É importante entender que a exploração de matérias-primas não renováveis não é sustentável a longo prazo. Precisamos adotar uma abordagem mais responsável e consciente em relação a esses recursos valiosos. Aqui estão algumas medidas que podem ajudar a mitigar os impactos negativos da exploração de matérias-primas não renováveis:<br><br></div><ol><li><strong>Reduzir, Reutilizar e Reciclar:</strong> A redução do consumo e o uso eficiente dos recursos são essenciais. Devemos buscar maneiras de reutilizar produtos e reciclar materiais para minimizar a demanda por matérias-primas virgens.</li><li><strong>Investir em Fontes de Energia Renovável:</strong> A transição para fontes de energia renovável, como solar, eólica e hidrelétrica, reduzirá nossa dependência de combustíveis fósseis.</li><li><strong>Pesquisa e Desenvolvimento:</strong> Devemos investir em tecnologias e processos mais eficientes que reduzam a quantidade de recursos necessários para atender às nossas necessidades.</li><li><strong>Educação e Conscientização:</strong> A conscientização pública é fundamental. Devemos informar as pessoas sobre os impactos da exploração de matérias-primas não renováveis e incentivar práticas mais sustentáveis.</li><li><strong>Políticas e Regulamentações:</strong> Governos e empresas devem adotar políticas e regulamentações que promovam a sustentabilidade e a responsabilidade ambiental na exploração de recursos não renováveis.</li></ol><div><br>A exploração de matérias-primas não renováveis é um desafio global que exige uma ação coordenada em todos os níveis da sociedade. Precisamos lembrar que somos os administradores temporários deste planeta e que nossas escolhas hoje afetarão as gerações futuras. Ao adotar uma abordagem mais consciente e sustentável em relação aos recursos naturais, podemos criar um futuro mais saudável e equilibrado para todos.&nbsp;<br><br>Professor Luiz Stefanski</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-04 12:09:45 UTC</pubDate>
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         <title>13 - Petróleo</title>
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         <description><![CDATA[<div>A futura escassez do petróleo é uma preocupação global devido à crescente demanda e ao esgotamento dos recursos. Isso levará a aumentos de preços e impactos ambientais. Para enfrentar esse problema, é essencial acelerar a transição para outras fontes de energia sustentáveis, como solar e eólica, e promover a eficiência energética para impulsionar nosso mundo.<br><br>Gabriel do Rozário de Lima</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-04 12:24:06 UTC</pubDate>
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         <title>11 - O abandono do uso do carvão</title>
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         <description><![CDATA[<div>A pauta que envolve a luta pelo abandono do uso de carvão na indústria tem como principal base a proteção da natureza e meio ambiente, já que a exploração do mineral, que não é infinito, além de prejudicar o meio ambiente, seu uso também é pouco ecológico, prejudicial para a camada de ozônio, e consequentemente para a vida na Terra.<br>Ainda assim, não há um substituto muito viável para o mineral, mas que com é previsto pelo Acordo de Paris em 2015 que o uso do carvão seja extinguido até 2030.<br>Usado para muitas coisas na atualidade, é um desafio encontrar um substituto eficiente, limpo e barato.&nbsp;<br><br>Luís Henrique Nizer dos Santos</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-04 14:46:38 UTC</pubDate>
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         <title>10 - Gás Natural</title>
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         <description><![CDATA[<div>O gás natural é um combustível fóssil não renovável, ou seja, ele irá se esgotar na natureza. Composto por uma mistura de hidrocarbonetos, com destaque para o metano (CH4).</div><div>Gás natural é encontrado em jazidas ou depósitos subterrâneos, que estão normalmente associados ao petróleo. Pois essas duas substâncias passam pelo mesmo processo de transformação (decomposição da matéria orgânica durante milhares de anos) e se acumulam no mesmo tipo de terreno.</div><div>Esse combustível gasoso, após ser tratado e processado, apresenta grande teor energético, sendo bastante aproveitado nas indústrias para a geração de energia elétrica. Ele também pode ser empregado no aquecimento ambiental e nas aplicações domésticas de residências e como combustível em automóveis adaptados para recebê-lo, substituindo a gasolina, o álcool ou o diesel.&nbsp;<br><br>Maria Luiza Gassner</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-10 16:41:13 UTC</pubDate>
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         <title>08 - Pedras Preciosas</title>
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         <description><![CDATA[<div>As pedras preciosas são matérias-primas não renováveis que podem se esgotar devido à sua formação geológica extremamente lenta e à exploração excessiva. Essas gemas são minerais ou cristais que possuem beleza, raridade e valor intrínseco, sendo frequentemente usadas em joias e objetos de adorno. Alguns exemplos de pedras preciosas incluem diamantes, rubis, esmeraldas e safiras.</div><div><br>A formação das pedras preciosas ocorre ao longo de milhões de anos, sob condições geológicas específicas, envolvendo pressão e temperatura extremamente altas. Dessa forma, os processos naturais não conseguem criar essas gemas em uma escala que corresponda à demanda humana.<br><br></div><div>A exploração excessiva dessas gemas preciosas pode resultar em esgotamento das fontes existentes, levando ao encarecimento e à escassez dessas pedras no mercado. Além disso, a mineração de pedras preciosas frequentemente causa danos ambientais, deslocamento de comunidades e questões éticas, como a extração de "diamantes de conflito".</div><div><br>Para enfrentar esses desafios, muitos esforços têm sido feitos para promover a mineração responsável e a regulamentação da indústria de gemas preciosas, bem como para promover a reciclagem de joias e a busca por alternativas em laboratório, como diamantes sintéticos. Essas medidas visam proteger as fontes naturais de pedras preciosas e garantir que elas possam ser apreciadas pelas gerações futuras.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-11 00:09:15 UTC</pubDate>
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         <title>07 - Ouro e Prata</title>
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         <description><![CDATA[<div>O ouro e a prata são exemplos de matérias-primas não renováveis, pois são minerais extraídos da crosta terrestre e não podem ser regenerados em uma escala de tempo humana. Esses metais preciosos são utilizados em uma variedade de aplicações, como joias, eletrônicos, moedas e componentes industriais. Devido à sua escassez e ao alto valor econômico, a mineração de ouro e prata tem impactos ambientais significativos, como a degradação do solo, o uso intensivo de recursos naturais e a poluição da água. Portanto, a gestão responsável e a reciclagem desses materiais são importantes para minimizar os impactos ambientais associados a eles.<br><br>Gabriela Nowakowski dos Santos</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-18 00:58:23 UTC</pubDate>
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         <title>09 - Urânio </title>
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         <description><![CDATA[<div>O urânio é um recurso energético natural encontrado no solo e extraído para uso como combustível nuclear. A característica que torna o urânio ideal para a energia nuclear é que ele é muito instável e, portanto, muito propenso a se desintegrar (reação de fissão nuclear).<br>É um mineral encontrado naturalmente na Terra. Com uma pequena quantidade de urânio pode-se gerar muita energia, então parece que é uma fonte ilimitada, mas não é. O urânio consumido não é regenerado e, portanto, não é renovável.&nbsp;<br>Durante muitos anos a principal fonte de energia elétrica foi o carvão, mas os efeitos da emissão de gases que contribuem para as alterações climáticas obrigaram à procura de alternativas energéticas mais sustentáveis: as energias limpas. Alguns exemplos de energia limpa são a energia solar, eólica ou nuclear.<br><br>Camila Padilha Kowalski</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-25 11:55:14 UTC</pubDate>
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         <title>12 - Cobre</title>
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         <description><![CDATA[<div>O minério de cobre é uma valiosa fonte mineral que desempenha um papel crucial na indústria moderna. Não é renovável. O cobre é obtido a partir de jazidas minerais.<br><br>Ele é um dos melhores condutores de eletricidade, sendo essencial na produção de fios e cabos elétricos utilizados em residências, empresas e indústrias. Além disso, o cobre é fundamental na fabricação de equipamentos eletrônicos, como computadores, celulares e eletrodomésticos.</div><div><br></div><div>Além disso, o cobre é empregado em sistemas de aquecimento, ar condicionado, e até mesmo em moedas e objetos de arte.</div><div><br></div><div>A exploração contínua e a utilização desenfreada do minério de cobre levantam preocupações sobre a sua disponibilidade futura. À medida que as reservas se esgotam, a mineração torna-se mais difícil e cara.</div><div><br>Kaue P. Black</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-25 13:55:22 UTC</pubDate>
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         <title>06 - Minério de Ferro</title>
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         <description><![CDATA[<div>O minério de ferro é uma rocha que contém minerais de ferro em concentrações suficientemente altas para serem economicamente extraídos. É uma matéria-prima fundamental para a produção de ferro e aço, sendo essencial para diversas indústrias. A extração e processamento do minério envolvem mineração a céu aberto ou subterrânea, britagem, moagem e separação magnética. Principais produtores mundiais incluem países como Brasil, Austrália, China e Índia. A demanda por minério de ferro está fortemente ligada ao crescimento econômico global e às atividades de construção e infraestrutura.<br>O minério de ferro é considerado uma fonte não renovável, pois é um recurso mineral finito que não pode ser regenerado em uma escala de tempo humana. A exploração e extração excessiva de minério de ferro podem levar à sua exaustão e impactar negativamente o meio ambiente. É importante buscar práticas sustentáveis e alternativas para mitigar o esgotamento de recursos naturais não renováveis.<br><br>Nathalia dos Santos Freire.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-25 16:26:36 UTC</pubDate>
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         <title>05 - Xisto Betuminoso</title>
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         <description><![CDATA[<div>O xisto betuminoso é um recurso natural fóssil também encontrado em áreas de rochas sedimentares. Em que um material de origem orgânica. Sob determinadas condições de pressão e temperatura, forma-se e agrega-se por entre essas rochas.<br>Assim, ao aquecê-las a aproximadamente 500ºC, obtém-se o chamado óleo de xisto, o que é, literalmente, um ato de “tirar óleo de pedra”.</div><div>O Brasil possui uma das maiores reservas de xisto betuminoso do planeta, o que pode ser visto como uma condição estratégica.&nbsp;<br><br>João Pedro Sabatke Espindola<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-25 18:21:19 UTC</pubDate>
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         <title>04 - Como as árvores se tornaram alternativa a matérias-primas não renováveis</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Já pensou na natureza e na tecnologia como grandes aliadas para criar soluções inteligentes e sustentáveis? As árvores, por exemplo, são capazes de fornecer suprimentos à linha de cosméticos, peças de carros e aviões, eletrônicos, embalagens que mantenham alimentos mais seguros e frescos por mais tempo, entre tantas outras inovações. Dá pra imaginar?&nbsp;<br><br></div><div>A propriedade chave nestas inovações são as fibras da celulose da polpa de madeira, recurso promissor na substituição de materiais de origem fóssil e de lenta absorção na natureza, como o plástico. Além de ser explorado para a fabricação de papel, algodão e fibras de tecidos, pesquisadores também têm desenvolvido métodos para extrair mais estruturas da celulose de forma mais tecnológica.&nbsp;<br><br></div><div>O que são matérias-primas renováveis e quais as diferenças para as não renováveis?</div><div>Vamos começar pelo começo: uma matéria-prima é um componente natural básico, em estado não processado ou minimamente processado. Este recurso de origem animal, vegetal ou mineral é fundamental para a produção de diversas mercadorias para a indústria e é amplamente comercializado como comodity no mercado internacional.&nbsp;<br><br></div><div>O problema é que muitas dessas matérias-primas não são renováveis, ou seja, além de terem uma regeneração muito lenta, também podem esgotar os recursos naturais extraídos ou levar milhares de anos para serem produzidos novamente pela natureza. Alguns exemplos de elementos não renováveis são combustíveis fósseis, pedras preciosas, carvão, ferro e energia nuclear.&nbsp;<br><br></div><div>Por outro lado, os materiais renováveis se recompõem em curto ou médio prazo, quando comparado ao tempo de vida dos seres humanos, como água, solo, matéria orgânica, biocombustíveis, vento e celulose.&nbsp;<br>&nbsp;<br>Pesquisa, desenvolvimento e inovação</div><div>A pesquisa científica, seja na iniciativa pública ou privada, não é um trabalho fácil: não se trata simplesmente de criar novos produtos e pronto. É necessário testar se os compostos são seguros, se realmente cumprem seu papel e, mais importante, se são adaptáveis à rotina de produção comercial.&nbsp;<br><br></div><div>Atualmente, pesquisadores têm se empenhado para encontrar soluções inovadoras a partir das árvores. Este recurso natural é uma alternativa sustentável e renovável para que a indústria possa estabelecer uma relação saudável com o meio ambiente.&nbsp;<br><br></div><div>Conheça alguns elementos que estão sendo desenvolvidos com pesquisas em celulose com potencial para revolucionar o setor:&nbsp;<br><br></div><div><strong>Celulose Microfibrilada (MFC)</strong></div><div>Uma das grandes descobertas dos últimos anos é a <a href="https://empapel.org.br/mfc-uma-nova-frente-inovadora-renovavel-e-de-multiplas-utilidades/">celulose microfibrilada (MFC)</a>. O componente tem espessura até 10 mil vezes menor do que um fio de cabelo, é feita de matéria vegetal, renovável e possui inúmeras possibilidades de aplicação.<br><br></div><div>Ao substituir recursos não renováveis por MFC em cosméticos, este elemento traz características de hidratação no consumo e utilizando-o em embalagens, dá mais resistência aos produtos. &nbsp;<br><br></div><div><strong>Lignina</strong></div><div>Outra alternativa renovável é a <a href="https://klabin.com.br/reputacao/klabin-na-midia/-/22/03/2019-klabin-aprimora-extra%C3%A7%C3%A3o-de-lignina-com-uso-de-tecnologia">lignina</a>, extraída a partir da madeira. O componente tem potencial para substituir ingredientes de origem fóssil na produção de resinas, fibras de carbono e plásticos. A sua versatilidade ainda vai além, podendo ser utilizada em chapas, compensados e adesivos.&nbsp;<br><br></div><div><strong>Bio-óleo</strong></div><div>Mais uma alternativa renovável aos combustíveis de origem fóssil é o bio-óleo. O elemento é fruto de resíduos oriundos do processo florestal, por meio da técnica chamada de pirólise. Pra entender melhor, esse processo faz com que a matéria orgânica seja decomposta após ser exposta a altas temperaturas em um ambiente sem oxigênio.&nbsp;<br><br></div><div><br>CTK: Centro de Tecnologia Klabin</div><div>O <a href="https://klabin.com.br/eficiencia-operacional/centro-de-tecnologia">Centro de Tecnologia Klabin (CTK)</a>, localizado em Telêmaco Borba, interior do Paraná, é um exemplo de iniciativa do setor privado que realiza pesquisas sobre o potencial das árvores na substituição de materiais não renováveis.&nbsp;<br><br></div><div>O espaço dedicado à inovação científica é um braço da área de Pesquisa e Desenvolvimento (P&amp;D) da Klabin. A empresa, que atua no setor de papel e celulose, realiza estudos avançados com base nos seus 284 mil hectares de florestas de pínus e eucaliptos plantadas em Santa Catarina, Paraná e São Paulo, sem contar os outros mais de 265 mil hectares de florestas nativas que a Companhia preserva nessas regiões.&nbsp;<br><br></div><div>Com um grande time de cientistas e pesquisadores, o instituto busca soluções inovadoras e sustentáveis a partir de componentes extraídos das árvores, antecipando tendências para aperfeiçoar a cadeia produtiva não só da Klabin, mas de toda a indústria. &nbsp;<br><br></div><div>Desde 2017, o <a href="https://klabin.com.br/reputacao/press-releases/-/2022-07-19-centro-de-tecnologia-klabin-completa-cinco-anos-de-atua%C3%A7%C3%A3o">CTK acumula resultados incríveis em produtos de alta tecnologia</a> que já impactam o mercado. Conheça alguns deles:&nbsp;<br><br></div><div><strong>Kind: soluções em cosméticos</strong></div><div>Os ingredientes desenvolvidos no CTK fazem parte dos <a href="https://www.kindbeauty.com.br/">produtos cosméticos da Kind</a>, linha de beleza vegana e sustentável da <a href="https://www.andco.ind.br/">&amp;Co</a>. A marca se tornou a primeira do Brasil a utilizar a celulose microfibrilada (MFC) em sua composição. Pioneirismo puro!&nbsp;<br><br></div><div>A MFC serve como um espessante (substância que dá consistência), substituindo componentes de origem fóssil e não renováveis - como o carbômero. Essa micropartícula vegetal tem capacidade de regenerar a pele e está na fórmula para cuidados com o cabelo e a pele, como gomas, sérum, antioxidantes e hidratantes.<br><br></div><div><strong>Álcool em gel</strong></div><div>A <a href="https://klabin.com.br/reputacao/press-releases/-/24/04/2020-klabin-utiliza-celulose-como-mat%C3%A9ria-prima-na-produ%C3%A7%C3%A3o-de-%C3%A1lcool-em-gel">Klabin em parceria com a &amp;Co. e o Instituto SENAI</a> de Inovação em Biossintéticos e Fibras (organização integrante do SENAI CETIQT) trabalharam em uma nova fórmula para a produção de <a href="https://klabin.com.br/reputacao/press-releases/-/09/07/2020-klabin-doa-quatro-toneladas-de-%C3%A1lcool-em-gel-produzido-a-partir-da-celulose">álcool em gel durante a pandemia de Covid</a>. 100% brasileira, a pesquisa foi realizada com o objetivo de encontrar um substituto para o escasso carbômero, ingrediente não renovável que dá a consistência gelatinosa do álcool em gel.&nbsp;<br><br></div><div>E a grande estrela dessa descoberta capaz de substituir o carbômero foi novamente a celulose microfibrilada (MFC). Como se não bastasse, essa troca ainda garantiu mais hidratação para o consumidor final, já que o MFC possui esse benefício. &nbsp;<br><br>Nicoly Pereira Kaczorowski<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://blog.klabin.com.br/documents/1120896885/1120897991/0868343e-dfe4-424f-986b-0174f7aedb84_Easy-Resize.com+(1).jpg/634d9a8e-96cd-7d00-c54b-3ba97d1a974c?t=1690230042413" />
         <pubDate>2023-09-25 18:55:25 UTC</pubDate>
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         <title>03- Antimônio</title>
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         <description><![CDATA[<div>O antimônio é um elemento químico que pertence à família dos semimetais, localizado na tabela periódica com o símbolo <strong>"Sb" </strong>e número atômico <strong>51</strong>. É um elemento relativamente raro e possui várias propriedades interessantes e aplicações variadas na indústria, ciência e medicina. Aqui estão alguns aspectos importantes sobre o antimônio:&nbsp;<br><br></div><div>1.&nbsp; &nbsp; O antimônio é um sólido cinza prateado quebradiço à temperatura ambiente. É um semimetal, o que significa que possui propriedades intermediárias entre os metais e os não metais. É um condutor de eletricidade, mas não tão eficaz quanto os metais tradicionais.&nbsp;</div><div>2.&nbsp; &nbsp; O antimônio tem uma longa história de uso pela humanidade. Foi conhecido pelos antigos egípcios e gregos e tem sido usado para fins diversos, incluindo como pigmento em cosméticos e na fabricação de utensílios. No entanto, seu uso mais notório foi na forma de antimônio estibina (Sb2S3), que era usado em medicamentos no passado.&nbsp;</div><div>3.&nbsp; &nbsp; É usado em algumas baterias recarregáveis, especialmente nas baterias de íons de lítio-antimônio&nbsp;</div><div>4.&nbsp; &nbsp; O antimônio e seus compostos são usados na fabricação de produtos químicos, como retardadores de chama.&nbsp;</div><div>5.&nbsp; &nbsp; É usado como um endurecedor em ligas metálicas, especialmente em ligas de chumbo.&nbsp;</div><div>6.&nbsp; &nbsp; O antimônio é utilizado na fabricação de dispositivos semicondutores, como transistores e diodos.&nbsp;<br><br></div><div>O antimônio é <strong>obtido</strong> principalmente a partir de minerais de antimônio, como a estibina. A China é um dos principais produtores mundiais de antimônio, e a mineração desse elemento muitas vezes levanta preocupações ambientais devido aos resíduos tóxicos associados ao processamento de minérios.&nbsp;<br><br></div><div>Se o antimônio se tornar extremamente escasso ou acabar completamente, isso poderia ter várias consequências em diversas áreas, incluindo a indústria, tecnologia e pesquisa científica. No entanto, é importante observar que o antimônio não é um recurso esgotável da mesma forma que, por exemplo, os combustíveis fósseis. Em vez disso, sua disponibilidade é mais uma questão de suprimento, demanda e desenvolvimento tecnológico. Aqui estão algumas implicações se o antimônio se tornar extremamente escasso:&nbsp;<br><br></div><div>1.&nbsp; &nbsp; Uma das principais aplicações do antimônio está em baterias, como as baterias de íons de lítio-antimônio. Se o antimônio se tornasse escasso, isso poderia afetar a produção e desenvolvimento de baterias recarregáveis, o que, por sua vez, poderia ter impactos em setores como eletrônicos, veículos elétricos e armazenamento de energia.&nbsp;</div><div>2.&nbsp; &nbsp; O antimônio é frequentemente usado em retardadores de chama na indústria de materiais plásticos e têxteis. A escassez de antimônio poderia levar a desafios na fabricação de produtos mais seguros e resistentes a incêndios.&nbsp;</div><div>3.&nbsp; &nbsp; O antimônio é usado na fabricação de dispositivos semicondutores, como transistores. A falta de antimônio poderia impactar a produção de componentes eletrônicos, afetando a indústria de tecnologia e eletrônicos.&nbsp;</div><div>4.&nbsp; &nbsp; O antimônio é utilizado na indústria metalúrgica para endurecer ligas metálicas, principalmente ligas de chumbo. Uma falta de antimônio poderia afetar a qualidade e a disponibilidade de tais ligas.&nbsp;</div><div>5.&nbsp; &nbsp; O antimônio é usado em laboratórios de pesquisa científica para várias aplicações. Uma escassez de antimônio poderia afetar a pesquisa em áreas que dependem desse elemento.&nbsp;<br><br></div><div>Em termos de saúde e segurança, a escassez de antimônio poderia levar à necessidade de buscar alternativas em aplicações que envolvem a toxicologia do antimônio. Isso exigiria pesquisa e desenvolvimento de materiais alternativos.&nbsp;<br><br></div><div>Para <strong>evitar</strong> cenários de escassez, é importante que haja esforços contínuos para reciclar e reaproveitar o antimônio, além de explorar fontes alternativas de abastecimento. Além disso, o desenvolvimento de tecnologias e materiais substitutos poderia ajudar a mitigar os impactos de uma escassez de antimônio. A conscientização sobre a importância da gestão responsável de recursos minerais, juntamente com regulamentações ambientais adequadas, desempenha um papel fundamental na prevenção de escassez de matérias-primas.&nbsp;<br><br>GUILHERME INÁCIO WOLF<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-25 19:31:10 UTC</pubDate>
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         <title>02 - Cobre </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O cobre foi provavelmente o primeiro metal minerado e trabalhado pelo homem.&nbsp; Acredita-se que foi descoberto por volta de 9000 a.C, no Oriente Médio, e seu emprego possibilitou um progresso para as civilizações mais antigas, que evoluíram da idade da pedra para a do bronze (liga metálica entre cobre e estanho).&nbsp;</div><div>Pilar da velha economia, o cobre também desempenha um papel crucial na nova economia verde. Você sabia que os cabos feitos do metal ainda são o meio mais econômico de transmitir eletricidade de fontes solares e eólicas? Ele ainda é um material fundamental em estações de recarga e nos veículos elétricos. Segundo analistas do <a href="https://www.goldmansachs.com/worldwide/brazil/">Goldman Sachs</a>, “não há descarbonização sem cobre”, que eles chamam de “o novo petróleo”.</div><div>A expectativa é que com a demanda de energia verde, na década atual, a procura pelo cobre aumentará em cinco vezes, levando-o a uma escassez significativa, prevista para começar nos meados da década de 2020, de acordo com um relatório de Nicholas Snowdon, analista de commodities do Goldman. Nicholas vê o cobre atingindo US$ 6,80 em 2025 (perto de US$ 15 mil a tonelada). O estrategista de commodities do <a href="https://www.bankofamerica.com/">Bank of America,</a> Michael Widmer, acha que o preço pode chegar a US$ 6,00 neste ano. O metal iniciou o ano valendo cerca de US$ 7.918,00 por tonelada e já atingiu US$ 10.724,5, no dia 06 de maio de 2021.</div><div><br></div><div>As minas de cobre produzem anualmente cerca de 20 milhões de toneladas de minério concentrado — cerca de 45 bilhões de libras-peso. Chile, Peru e China figuram entre os maiores produtores do minério (dados de 2020) e juntos são responsáveis por 48% da produção mundial. O Brasil é responsável por 7% da produção mundial de minério de cobre. Segundo dados da ANM, em 2020, as minas brasileiras produziram 1,3 milhão de toneladas de minério de cobre. As exportações brasileiras totalizaram cerca de 1,15 milhão de toneladas em 2020, sendo 75% deste volume correspondente ao minério de cobre, e 25% na forma de sulfetos. Cerca de 10% das importações minerais brasileiras em 2020, em dólares, corresponderam a produtos de cobre.<br><br>Ana Julia da Silva Doebber </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-25 19:41:28 UTC</pubDate>
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         <title>14 - Lítio </title>
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         <description><![CDATA[<div>O Lítio é um dos elementos mais leves e é conhecido por ser altamente reativo, é amplamente utilizado na fabricação de baterias de íon-lítio, devido à sua capacidade de armazenar energia de forma eficiente. Além disso, é usado em medicamentos para transtornos de humor e tem aplicações na indústria de vidro e cerâmica.<br>No entanto é um dos elementos não renováveis mais utilizados do planeta e pode acabar pelos seguintes fatores: possui uma demanda muito grande nas indústrias atualmente e provém de poucas reservas encontradas pelo mundo.<br>Se acabasse, haveria uma escassez de baterias para veículos elétricos e eletrônicos, prejudicando a transição para energia limpa e a operação de muitos dispositivos eletrônicos. Isso poderia impactar negativamente a mobilidade e a tecnologia.<br>&nbsp;É importante ressaltar que existem esforços em andamento para expandir a produção de lítio, desenvolver tecnologias de reciclagem mais eficientes e explorar novas fontes, como depósitos submarinos de lítio. Além disso, a pesquisa em novos materiais de bateria que reduzem a dependência de lítio está em andamento. Portanto, embora haja preocupações com a disponibilidade futura do lítio, a indústria está trabalhando para enfrentar esses desafios.<br><br><br>Natasha K. Fernandes&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-25 20:47:04 UTC</pubDate>
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         <title>01 - Energia nuclear </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; A energia nuclear é a energia liberada pelo núcleo de átomos que sofrem a ação de desintegração de suas partículas. O Urânio é comercialmente um dos principais elementos de onde podemos obter esta energia. O potencial energético do urânio ultrapassa as possibilidades do petróleo e de outros materiais físseis: aproximadamente meio quilo de urânio é capaz de fornecer tanta energia quanto 1.360 toneladas de carvão. O Brasil já possuí a 6ª maior reserva de Urânio do mundo e ainda não foi analisado todo o território nacional.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;A energia nuclear é uma fonte não renovável de energia que usa principalmente o urânio como recurso. Ela é considerada uma fonte alternativa aos combustíveis fósseis.A energia nuclear é uma fonte produzida especialmente por meio do uso do urânio. A produção dessa fonte energética se dá mediante o processo de fissão nuclear, que gera grandes quantidades de energia. A quebra dos átomos que acontece ao longo desse processo é justamente a origem da energia utilizada para a produção energética.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;A principal vantagem da fonte nuclear de energia é a sua baixa emissão de poluentes e a sua elevada produtividade. Essa fonte de energia produz lixo radioativo e ainda tem grande potencial de causar acidentes.<br>&nbsp;<br>Caique Nowak da Silva&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-25 22:44:59 UTC</pubDate>
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         <title>15 - Carvão Mineral</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O carvão mineral é um combustível fóssil muito usado atualmente nas siderúrgicas e usinas termoelétricas para produção de energia. É um recurso natural não-renovável originado de restos de plantas ao longo de milhões de anos.</div><div><br></div><div>Formação do Carvão</div><div>O carvão mineral ou carvão fóssil é originado de restos de vegetais que viveram há milhões de anos em locais pantanosos. À medida que esses vegetais morriam suas partes foram se acumulando nos fundos lodosos dos terrenos.</div><div>Devido à ação da temperatura e da pressão ao longo de milhares de anos esses restos se transformaram em rochas, formando as jazidas de carvão. Esse processo é denominado encarbonização e envolve condições biológicas e geológicas específicas, por exemplo, uma vegetação densa em solo pantanoso.</div><div><br></div><div>Tipos de Carvão</div><div>O carvão é composto de hidrocarbonetos, ou seja, na sua composição há principalmente carbono e hidrogênio, além de enxofre e outros elementos. A quantidade de carbono presente na sua estrutura determina o tipo de carvão. Quanto maior o teor de carbono, mais puro e maior o poder energético do carvão.</div><div>São quatro os tipos de carvão: Turfa, Hulha, Linhito e Antracito .</div><div><br></div><div>Turfa</div><div>É um material composto de camadas com restos de vegetais, como galhos e raízes bem conservados. É o primeiro estágio da formação do carvão, formado num tempo geológico relativamente curto. Apesar de inflamável, não é usado como combustível nas indústrias, por conter baixo teor de carbono.</div><div>É reconhecido o seu poder de absorver e isolar outros compostos de hidrocarbonetos, desse modo é usado em derramamentos de petróleo.</div><div><br></div><div>Linhito</div><div>Na etapa seguinte à turfa é formado o primeiro tipo de carvão chamado linhito. Nesse estágio, a massa vegetal está mais compacta e com maior teor de carbono, formando uma massa escura. Por suas características é empregado na siderurgia.</div><div><br>Hulha</div><div>A hulha é composta de restos vegetais parcialmente conservados, elementos voláteis, minerais e água. Seu teor de carbono é maior do que o linhito (cerca de 80%), e é empregada tanto como combustível quanto como redutor de óxidos de ferro. Além disso, possui impurezas usadas para produzir substâncias de emprego industrial.</div><div>A partir da hulha pode ser produzido o coque através de processos artificiais. Aquece-se o carvão em ambiente fechado, sem que ele entre em <a href="https://www.todamateria.com.br/combustao/">combustão</a>. O coque produzido desse modo é muito utilizado nas indústrias modernas.</div><div><br></div><div>Antracito</div><div>O antracito é o estágio mais puro e com maior teor de carbono, além disso possui poucos elementos voláteis. Apresenta cor preta e brilhante e alto poder calorífico, queimando mais lentamente e produzindo pouca fuligem, o que o torna mais caro.</div><div><br></div><div>Vantagens e Desvantagens</div><div>O carvão é extraído do solo em minas a céu aberto o que representa grandes riscos para o meio ambiente e para os operários, principalmente das variedades mais inflamáveis de carvão.</div><div>Os impactos das usinas que usam o carvão como combustível também são grandes. Elas produzem resíduos sólidos tóxicos, além das emissões de gases altamente poluentes, como mercúrio, cádmio e chumbo e da poluição térmica produzida com o aquecimento de caldeiras.</div><div><br>Kauã Rogerio da Silva Chula</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-30 18:56:20 UTC</pubDate>
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         <title>16 - Manganês </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O manganês, sendo uma matéria-prima não renovável, desempenha um papel crucial na fundação da indústria global. Extraído de minerais como a pirolusita, é um elemento metálico que se tornou essencial na produção de aço, conferindo-lhe características fundamentais de resistência e durabilidade.<br>Sua presença, embora muitas vezes passando despercebida, é profundamente enraizada em estruturas de construção, maquinaria industrial e, mais recentemente, em tecnologias avançadas, especialmente em baterias de íon de lítio. Contudo, esse recurso valioso não é infinito, e sua exploração intensiva levanta preocupações ambientais, como a alteração de ecossistemas e a liberação de resíduos tóxicos.<br>A conscientização sobre a natureza não renovável do manganês pede à busca de alternativas sustentáveis e à implementação de práticas industriais que equilibrem as necessidades do presente com a preservação do meio ambiente. <br><br>Gabriela Furtado e Silva </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-01 02:04:57 UTC</pubDate>
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         <title>17-Plutônio</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luizzstefanski/re0f2povbw6gc769/wish/2727488975</link>
         <description><![CDATA[<div>O plutônio é o elemento químico de número atômico 94 na tabela periódica, com símbolo Pu. Trata-se de um metal altamente radioativo pertencente à série dos actinídeos (que compreende os elementos de 89 a 102). <br>Trata-se de um metal altamente radioativo pertencente à série dos actinídeos (que compreende os elementos de 89 a 102). O plutônio puro metálico tem cor cinza-prateada, porém brilha em um tom vermelho alaranjado no escuro devido ao calor gerado pela queima de seu óxido (é um material pirofórico).<br>Óxido de plutônio se forma espontaneamente na superfície do material quando exposta ao ar. Esse óxido é um material pirofórico (entra em combustão espontaneamente), de modo que amostras de plutônio podem emitir um brilho na cor vermelha quando essa camada de óxido queima ao ar. O plutônio é um dos poucos elementos radioativos que “brilham no escuro”, apesar de seu brilho ser proveniente desse calor gerado pela queima de sua superfície oxidada e pulverizada.<br>Pode ser achado em concentrações muito baixas no minério de urânio, que existe nas profundezas da Terra, longe do contato humano normal. Para produzir quantidade suficiente do elemento radioativo, por exemplo, para criar uma bomba nuclear, os cientistas têm estudado reatores de síntese.<br>Uma aplicação muito importante do plutônio é em geradores termoelétricos de radioisótopos, que são usados ​​para alimentar naves espaciais. Um exemplo são as famosas naves espaciais Voyager I e Voyager II, que usam uma bateria de Plutônio-238.<br>É usado como explosivo em armas nucleares, como a bomba de testes <em>Trinity</em> e a bomba nuclear <em>Fat Man</em>, lançada na cidade de Nagasaki em 09 de agosto de 1945. A detonação de cerca de 6,2 kg de plutônio produzem uma explosão igual à produzida por algo em torno de 20.000 toneladas de TNT (trinitrotolueno). É também um importante combustível para a indústria nuclear, e é empregado na síntese de outros elementos, como metais mais pesados.<br>Ocorre naturalmente na Natureza (na crosta terrestre), estando presente em minérios de urânio, porém é muito raro.<br><br>Keylla Maysa Vavenchach <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-01 14:58:30 UTC</pubDate>
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         <title>18 - Fontes de energia não renováveis</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luizzstefanski/re0f2povbw6gc769/wish/2727543938</link>
         <description><![CDATA[<div>As fontes de energia que pertencem a este grupo são finitas ou esgotáveis. Para a maioria delas, a reposição na natureza é muito lenta, pois resulta de um processo de milhões de anos sob condições específicas de temperatura e pressão. Quanto mais usamos as fontes de energia não renováveis, menos teremos no estoque total.&nbsp;<br>São exemplos de fontes não renováveis de energia: petróleo, carvão mineral, gás natural e nuclear.</div><div>As fontes de energia não renováveis também são conhecidas como fontes de energia convencionais, quando formam a base de suprimento (fornecimento) de energia.</div><div>Como podemos usá-las sem que o estoque acabe rapidamente? Explorando racionalmente os recursos existentes; promovendo a eficiência no uso e investindo em ciência e tecnologia para o desenvolvimento de fontes renováveis (eólica, hidrelétrica, solar, entre outras) que possam substituir as não renováveis.</div><div>Atualmente, grande parte de energia consumida no mundo é proveniente de fontes não renováveis, porque as características dessas fontes são bem conhecidas, possuem um rendimento energético elevado (poucas perdas de energia no processo de transformação), preços atrativos, geram muitos empregos e possuem infraestrutura construída para geração e distribuição (usinas, dutos, ferrovias e rodovias). Os principais usos das fontes não renováveis são: 1- na geração de eletricidade, 2- como combustível nos transportes de cargas e de pessoas e 3- no aquecimento de casas.</div><div>Algumas fontes não renováveis de energia, como o petróleo e o carvão mineral, são responsáveis por grande parte da emissão (liberação) de gases de efeito estufa na atmosfera, visto que estas fontes são combustíveis (precisam ser queimadas para gerar energia) e liberam gases poluentes, que impactam a saúde e o meio ambiente.<br><br>Gabriele Waclawski dos Santos <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-01 16:25:19 UTC</pubDate>
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