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      <title>Texto 3 A Invenção como Resistência - Por uma Clínica Menor by Jessica Vaz Malaquias</title>
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      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-07-27 20:08:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marinafhilario</author>
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         <description><![CDATA[<div>O texto traz como proposta a mudança de uma clínica padronizada em que o terapeuta tudo sabe e está apegado aos conceitos pré-estabelecidos para uma clínica que se preocupa mais na subjetividade daquele que se está escutando, assim podendo construir novos caminhos. A autora defende a importância de sensibilidade e entrega do profissional que abre mão de tentar padronizar seus clientes, mas que entende que a diferença é o que torna tudo real. O papel do terapeuta então é ser um intercessor que possibilita que cada ser humano seja o protagonista da construção de sua existência. O conceito de clínica menor é então no sentido de ir contrária a ideia dominante de unificar e padronizar os encontros e processos terapêuticos, mas sim de focar em cada paciente na sua individualidade e permitir que o desenvolver seja mais intenso e vivo.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-11 15:41:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>rafaelafeitero</author>
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         <description><![CDATA[<div>O texto é complexo mas isso me aproximou da essência dele, da mensagem, mais do que palavras soltas. Quando me deparo com uma leitura assim, busco entender qual é a mensagem do texto e esse traz à frente a subjetividade! O psicólogo na clínica deve abrir um espaço existencial para deixar que cada pessoa que entre no seu espaço, seja livre de julgamentos ou visto como mero objeto de estudo. Abrir mão das teorias na hora da escuta, no espaço da clínica, pode propiciar que o sujeito seja livre para fazer o processo de transferência. Que segundo Freud, Sine qua non. Assim, ele acessará a transformação e o terapeuta, poderá ver o sujeito de maneira ampla, como se comporta fora da clínica.<br>Deve-se considerar que cada pessoa chega à clínica com seus processos psicológicos e sociais e cada ser tem uma bagagem histórico-cultural.<br>Reproduzir maneiras de existir na sociedade, dá a possibilidade de controle em massa. Deixar cada sujeito existir em sua subjetividade, é uma forma de “desalienar” pessoas e dar voz, pois, aquele que pensa, é capaz de criar novas possibilidades e ressignificar seus processos. Dessa forma também, tomamos de volta nossos corpos e pensamentos que foram colonizados.<br>Os conceitos de Foucault biopolítica e biopoder que é um conceito contemporâneo veio para “fixar” essa ideia que o texto coloca de multiformas de existir, entregando a cada um o direito sobre a vida.<br>&nbsp;A relação do psicólogo e analisando não é então uma relação de poder mas uma relação de corpos livres de controle.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-11 22:51:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>giovannasouzanascimentoo</author>
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         <description><![CDATA[<div>O texto se apresenta numa estrutura um pouco mais complexa, porém se faz uma leitura instigante e que nos mantém com vontade de permanecer lendo-o.<br>A leitura aborda a não padronização de pacientes, levando em consideração que somos seres individuais e cada paciente precisa de um olhar especifico, devido toda a subjetividade de um ser humano. Escutar um paciente de forma sensivel e não como uma teoria ou abordagem, pode facilitar no processo de tranferência entre terapeuta e paciente, até porque o papel do psicólogo é ajudar aquele individuo a ter autonomia sobre si e não uma relação de poder, o psicólogo não deve ser uma mestre!</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-11 23:21:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>daylane42</author>
         <link>https://padlet.com/jessicamalaquiasunb/rdzo2k4w8qvp2l4p/wish/2291490239</link>
         <description><![CDATA[<div>Atualmente, estamos vivenciando a era da tecnologia, onde questões passadas não fazem mais sentido em alguns pontos. Sendo assim, é necessário ocorrer modificações em determinadas áreas, principalmente no território clínico. Necessário um manejo clínico mais atualizado e compreensível, estar sempre atento às atualidades. Os pacientes são singulares, o que serve para um, essencialmente não é para todos. É de extrema importância ouvir de corpo inteiro a sua história, a fim de evitar futuras frustrações. O papel do psicólogo ampliou nos sistemas de saúde pública, nos centros de reabilitação, nos asilos, nos hospitais, nos Juizados de Menores, nas Varas de Família, nas creches, nas penitenciárias, nas comunidades. O que é indispensável a individualidade em cada campo, com base na sua necessidade clínica.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-11 23:41:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>melyssapsico</author>
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         <description><![CDATA[<div>O texto, trouxe de uma forma mais complexa e densa as questões atuais da clinica, e do terapeuta, fazendo uma critica a padronização dos pacientes, pois cada sujeito deve ser visto como único e suas subjetividades devem ser levadas em consideração.<br>Fazer com que o paciente tenha uma escuta ativa de qualidade, e auxilia-lo em todo seu processo terapêutico deve ser o papel principal do psicólogo, afinal, o foco da clinica esta longe de ser padronizar os indivíduos mas permiti-los desenvolver suas individualidades.<br>Isso deve-se estender também para todas as áreas nas quais o psicólogo hoje esta inserido na sociedade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-12 00:06:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anaterence66</author>
         <link>https://padlet.com/jessicamalaquiasunb/rdzo2k4w8qvp2l4p/wish/2291519574</link>
         <description><![CDATA[<div>Apesar do texto ter uma leitura mais complexa, conseguiu me deixar claro a importância de deixar o paciente o mais avontade possível pois ele apresenta sua subjetividade, sua história e cultura, temos que olhar e escutar cada paciente de forma diferente pois cada um tem suas questões e um processo, não podemos tratar como uma teoria, abordagem ou ciência. Precisamos fazer com o que a pessoa tenha o controle dela mesmo fora da clínica, fazer que a cada sessão ela se transforme e consiga identificar essa transformação e o processo dela.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-12 00:26:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>evellinoliveira87</author>
         <link>https://padlet.com/jessicamalaquiasunb/rdzo2k4w8qvp2l4p/wish/2291642501</link>
         <description><![CDATA[<div>Mesmo tendo uma leitura mais densa, o texto mostra a importância da subjetividade na psicologia, exatamente por buscar dar conta das diferenças entre cada paciente. Pude entender o que a autora quis passar, que independente da abordagem ou teoria utilizada pelo psicólogo, seus pacientes são singulares e cada um possui sua história de vida, a forma como indivíduo percebe e representa a realidade possibilita a construção e a atribuição de significado às suas apropriações e objetivações, cada sociedade oferece condições materiais específicas para o desenvolvimento de seus membros.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-12 03:11:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Se trata de uma leitura mais pesada e cansativa. O texto inicia apontando as formas de comunicação e o avanço da globalização e como isso afetou a subjetividade. Ele utiliza desse preceito para conectar com a clínica e como a globalização expandiu o campo de atuação do psicólogo e como essa expansão afeta a vida de quem utiliza a psicologia. A clinica menor, propõe que o psicólogo seja uma menor parte de suas teorias, aprendizados e até si mesmo, e desta forma possuir melhor acesso as subjetividades ali presente, e se necessário utilizar mais de invenções e improviso no contexto atual.</title>
         <author>beaismere</author>
         <link>https://padlet.com/jessicamalaquiasunb/rdzo2k4w8qvp2l4p/wish/2293205732</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-09-12 22:55:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Yasmin Alli Salmen Acad </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jessicamalaquiasunb/rdzo2k4w8qvp2l4p/wish/2293273632</link>
         <description><![CDATA[<div>A leitura desse texto é muito interessante, não é de difícil leitura, mas é de um conteúdo muito denso, fazendo com que você tenha que parar para refletir no que está sendo lido para realmente ver se absorveu tudo.<br>Essa visão de como os meios de consumo se cria como modo de existência é diferente, nunca parei para pensar que realmente o que consumimos, faz o modo de existirmos. Como seguimos um padrão apenas para EXISTIR. Na biopolitica isso ficou bem mais claro.&nbsp;<br>A explicação de que não existe uma fórmula correta para uma terapia, que não podemos usar o mesmo método com todos os pacientes, me faz entender que não existe um caminho apenas para fazer a terapia. Isso vai de paciente, cultura, criação, religião... todas as formas fazem com que uma terapia tem que ser diferente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-13 00:18:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jessicamalaquiasunb/rdzo2k4w8qvp2l4p/wish/2293323400</link>
         <description><![CDATA[<div>A leitura é cansativa e complexa, mas deixa bem claro que o psicologo precisa ter uma esculta e um olhar diferente para cada paciente para  poder compriender não só a cada  necessidade mas para abri novos caminhos para si, o psicologo não é ser mestre, mas é fazer com que cada paciente descubra a sua individualidade e ter sua propria autônomia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-13 00:58:13 UTC</pubDate>
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         <title>Roberto César</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jessicamalaquiasunb/rdzo2k4w8qvp2l4p/wish/2294602288</link>
         <description><![CDATA[<div>Gosto bastante deste enfoque que preza a "desrotularização" das pessoas. Apesar de vivermos em uma sociedade que te puxa a todo momento, para algum modelo pré-estabelecido, seja ela qual for, dentro de algum provável modelo que alimenta a grande maquina do consumo.&nbsp;<br>Muitos pacientes, tem a expectativa de sair de uma sessão com um diagnóstico e um remédio, pois foram criadas e treinadas a terem respostas rápidas e soluções "imediatas" para tudo. Mas a mente humana, não funciona dessa forma. Prever, achar ou prever, é diferente de escutar.<br>Muito interessante o enfoque sobre seguir o padrão de existir.  deve ser difícil para o psicólogo, abstrair de suas "verdades" para uma escuta verdadeira, e numa clinica menor, isso é mais propiciado. A verdade, é que não existem fórmulas prontas na psicologia, tal como no ramo da matemática. Eu acredito que a clinica menor, propicia o acesso mais adequado a subjetividade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-13 15:52:21 UTC</pubDate>
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         <title>Priscila Teixeira Campos </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jessicamalaquiasunb/rdzo2k4w8qvp2l4p/wish/2295089661</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto aborda, de início, reflexões a respeito da biopolitica, que tem como foco criar mecanismos de controle sobre populações, de acordo com o interesse político desejado. Seguindo essa linha, analisa como o avanço tecnológico tem contaminado a subjetividade. À vista disso, inclui-se o apontamento da clínica contemporânea como forma de resistência, visando a importância da subjetivação da clínica e como utilizar a terapia como incentivo à criação de uma existência original, de forma resistiva à massificação.&nbsp;<br>Frisando a importância da não padronização de pessoas, tal leitura cita deslocamentos que, de certa forma, pressiona a sociedade a alterar seu modo de agir.&nbsp;<br>Atualmente, a psicologia tem adentrado no sistema de saúde pública, tais como: penitenciárias, centros de reabilitação, asilos, entre outros, indo de encontro a outros cenários de atuação. Com isso, atingindo os mais diversos campos, a clinica deve ser vista, assemelhando-se com a Língua Menor da literatura, o lugar onde&nbsp; efetua-se no molecular, trabalhando com a sensibilidade e resistindo às atuais formas de poder. Por fim, é visto que é papel do terapeuta prezar pela individualidade de cada indivíduo, deixando de lado o julgamento e opressão e ajudando-o em sua autonomia.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-13 19:56:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title> A Invenção como Resistência  (Bianca França</title>
         <author>biancafranca77</author>
         <link>https://padlet.com/jessicamalaquiasunb/rdzo2k4w8qvp2l4p/wish/2296586682</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto mostra a proposta de mudança de uma clínica que já conhecemos. Onde o psicólogo “já tem o controle de tudo” está ”tudo bem estabelecido” e padronizado, para uma clínica onde o psicólogo realmente faz o papel de escuta, para assim ajudar em um novo caminho, com maior sensibilidade e não apenas teórica.<br>O papel do psicólogo não é mostrar o caminho, mas ao paciente que o mesmo tem autonomia sobre si. Na minha percepção isso não está apenas no área clínica, mas deve se estender a qualquer área que o psicólogo atue.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-14 15:30:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>vestindohorsemen</author>
         <link>https://padlet.com/jessicamalaquiasunb/rdzo2k4w8qvp2l4p/wish/2297398724</link>
         <description><![CDATA[<div>O conceito de biopolítica, medida adotada pelo governo ou a forma de governo discutindo sobre a questão da vida, e o biopoder que é o impacto disso nas vidas das pessoas.<br>O lema “ fazer viver ou deixar morrer” do rei absolutista do regime antigo perde força e da espaço para o “fazer viver” deste que você seja útil. Na pós revolução industrial pós capitalismo muda se a dinâmica começamos a pensar em estados modernos até chegarmos a nossa contemporaneidade a dinâmica do capital é outra, as exigências são outras as conjunturas são diferentes o estado agora passa a ter uma preocupação com a vida&nbsp;<br>O texto embora complexo nos convida a produzir novas formas de pensar e viver a pensar novas práticas, novas formas de ser e estar no mundo&nbsp;<br>O autor fala de uma literatura/ língua menor não no sentido desqualificativo, não, ao contrário acredita se que o menor contém condições revolucionárias, uma outra oposição que aparece no texto é entre o extensivo e o intensivo, a realidade é composta por multiplicidade é essa multiplicidade vai circular entre o campo do extensivo e intensivo,&nbsp;<br>Do extensivo é quando as multiplicidades se cristalizam no que já existe , se cristalizam uma hierarquia em julgamentos em teorias, formas de ser, que é dominante&nbsp; já a lógica do intensivo é a que é proposta para que&nbsp; seja perseguida&nbsp; é buscada, encontra se mais fluida ,&nbsp; que está no campo das invenções e é neste campo que se dará os agendamentos&nbsp;<br>Enquanto nos&nbsp; “terapeutas” em nossa subjetividade estivermos apenas calcadas em nossos modelos éditos que também existe e faz parte do extensivo, dificilmente vamos inventar/ mudar&nbsp;<br>Mudamos pelo afeto pelas conexões que estabelecemos e relações que temos ao longo de nossas existência.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-15 02:12:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fmmendonca</author>
         <link>https://padlet.com/jessicamalaquiasunb/rdzo2k4w8qvp2l4p/wish/2297402038</link>
         <description><![CDATA[<div>O conceito de biopolítica, medida adotada pelo governo ou a forma de governo discutindo sobre a questão da vida, e o biopoder que é o impacto disso nas vidas das pessoas.<br>O lema “ fazer viver ou deixar morrer” do rei absolutista do regime antigo perde força e da espaço para o “fazer viver” deste que você seja útil. Na pós revolução industrial pós capitalismo muda se a dinâmica começamos a pensar em estados modernos até chegarmos a nossa contemporaneidade a dinâmica do capital é outra, as exigências são outras as conjunturas são diferentes o estado agora passa a ter uma preocupação com a vida&nbsp;<br>O texto embora complexo nos convida a produzir novas formas de pensar e viver a pensar novas práticas, novas formas de ser e estar no mundo&nbsp;<br>O autor fala de uma literatura/ língua menor não no sentido desqualificativo, não, ao contrário acredita se que o menor contém condições revolucionárias, uma outra oposição que aparece no texto é entre o extensivo e o intensivo, a realidade é composta por multiplicidade é essa multiplicidade vai circular entre o campo do extensivo e intensivo,&nbsp;<br>Do extensivo é quando as multiplicidades se cristalizam no que já existe , se cristalizam uma hierarquia em julgamentos em teorias, formas de ser, que é dominante&nbsp; já a lógica do intensivo é a que é proposta para que&nbsp; seja perseguida&nbsp; é buscada, encontra se mais fluida ,&nbsp; que está no campo das invenções e é neste campo que se dará os agendamentos&nbsp;<br>Enquanto nos&nbsp; “terapeutas” em nossa subjetividade estivermos apenas calcadas em nossos modelos éditos que também existe e faz parte do extensivo, dificilmente vamos inventar/ mudar&nbsp;<br>Mudamos pelo afeto pelas conexões que estabelecemos e relações que temos ao longo de nossas existência.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-15 02:14:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jessicamalaquiasunb/rdzo2k4w8qvp2l4p/wish/2297402038</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O texto mais elaborado e com uma linguagem mais elaborada torna a leitura mais complexa, o texto aborda como tema  a desconstrução da homogeneização no atendimento de demandas e diagnósticos em espaço de atendimento psicológico clínico, e promove, o contrário, a singularização de cada atendimento a cada caso.  Também aborda estereótipos que são criados e espalhados com facilidade pelas tecnologias trazidas pela globalização, que acaba reforçando a ideia de homogeneização, é promove a sensibilidade do terapeuta com o paciente, sempre considerando o contexto social geral, e o conceito que seu paciente está inserido, para que assim possa entender e se aprofundar no atendimento do jeito necessário. </title>
         <author>limanatalia133</author>
         <link>https://padlet.com/jessicamalaquiasunb/rdzo2k4w8qvp2l4p/wish/2297467764</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-09-15 03:01:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>magelydias</author>
         <link>https://padlet.com/jessicamalaquiasunb/rdzo2k4w8qvp2l4p/wish/2298759941</link>
         <description><![CDATA[<div>O&nbsp;texto desconstrói tudo que conhecia a respeito de clínica, deixando mostrar que o diferencial sempre é a melhor saída. O psicólogo tem sempre que manter sua escuta ativa, para que o paciente encontre sentido e o caminho para resolver seus conflitos, de forma sensata, sempre com o livre arbítrio de decisão. O psicólogo não resolve nada para ninguém, ele simplesmente orienta, e mostra caminhos para que o então paciente, conclua qual o melhor a seguir.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-15 17:58:42 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Carolina Rocha </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jessicamalaquiasunb/rdzo2k4w8qvp2l4p/wish/2298856056</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto é muito complexa, deixando esclarecer que o psicólogo tem que ter um olhar direferente para cada paciente que ele atende.<br>O texto também deixa claro as reflexões sobre biopolitica e &nbsp; o posicionamento do profissional perante esse processo.<br>O psicólogo tem que deixar a sua escuta ativa, assim o paciente vai se sentir confortável para dizer o que está se passando naquele momonto.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-15 19:06:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Yasmim Cunha da Silva</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Ao ler o texto, compreendi que um dos objetivos do Psicólogo é trazer o paciente para fora da caixinha, criar um ambiente onde ele não se sinta condicionado a algo, tirar ele do automático e deixa-lo livre para expressar-se da forma que desejar. O texto nos faz refletir sobre o que escolhemos, e se o que escolhemos realmente é fruto do nosso querer ou se aquilo foi pregado, mesmo que veladamente, pelo poder maior, pela clínica maior para nós. A importância de olhar para a clínica menor é indispensável, pois, de ordem natural, quem tem a maior voz, são os que tem os melhores recursos e isso acaba por ser um tanto quanto injusto para a clínica menor. Esse cenário nos deixa a impressão de que a minoria não é dotada de razão, pelo fato de não terem tido a oportunidade de falar, e nós temos o papel de dar a vez para eles se sentirem livres para falarem.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-15 20:44:03 UTC</pubDate>
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         <title>Yasmim Cunha da Silva</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Ao ler o texto, compreendi que um dos objetivos do Psicólogo é trazer o paciente para fora da caixinha, criar um ambiente onde ele não se sinta condicionado a algo, tirar ele do automático e deixa-lo livre para expressar-se da forma que desejar. O texto nos faz refletir sobre o que escolhemos, e se o que escolhemos realmente é fruto do nosso querer ou se aquilo foi pregado, mesmo que veladamente, pelo poder maior, pela clínica maior para nós. A importância de olhar para a clínica menor é indispensável, pois, de ordem natural, quem tem a maior voz, são os que tem os melhores recursos e isso acaba por ser um tanto quanto injusto para a clínica menor. Esse cenário nos deixa a impressão de que a minoria não é dotada de razão, pelo fato de não terem tido a oportunidade de falar, e nós temos o papel de dar a vez para eles se sentirem livres para falarem.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-15 20:44:37 UTC</pubDate>
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         <title>O texto mostra o quão importante é diferenciar cada paciente, pois cada um tem a sua história e como querem seguir com elas. Alguns podem até ser retraídos no início porque é algo novo, sentir confiança em alguém que você nunca viu pode ser extremamente difícil e por isso devemos trazer esse paciente até nós. A terapia deve ser algo totalmente confortável e seguro, sem julgamentos ou constrangimentos, a clínica não deve ser algo para a vida toda, mas sim um lugar de refúgio, onde o psicólogo sempre deve estar ativo em sua escuta.</title>
         <author>Camila_Souza03</author>
         <link>https://padlet.com/jessicamalaquiasunb/rdzo2k4w8qvp2l4p/wish/2299285984</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-09-16 02:33:21 UTC</pubDate>
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