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      <title>Meu mural deslumbrante by Cláudia</title>
      <link>https://padlet.com/cc99463/rcmu44w2g3yr</link>
      <description>Feito com uma mente curiosa</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-11-15 19:17:59 UTC</pubDate>
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         <title>Vulcanismo🌋🌋🌋</title>
         <author>cc99463</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Há três tipos de atividade vulcânica, variando de acordo com o tipo de magma, com a sua temperatura ou composição química:<br><br><strong><em><mark> • Explosiva: </mark></em></strong>A sua lava é mais viscosa originária do magma ácido, rico em sílica e gases.<br><strong><em><mark><br> • Efusiva: </mark></em></strong>A sua lava é muito fluída, derivada do magma primário.<br><br><strong><em><mark> • Mista: </mark></em></strong>Ocorre tanto de modo explosivo como efusivo, ou seja, alterna períodos calmos e outros de violentas explossões com libertação de gases e material piroclástico.<br><br>Um vulcão é contituído pelas seguintes estruturas:<br><br><strong><em><mark> √ Cone vulcânico-</mark></em></strong> relevo formado pelas várias erupções vulcânicas, resultante da acumulação dos produtos vulcânicos.<br><strong><br> </strong> <strong><em><mark>√ Câmara magmática-</mark></em></strong>bolsa de armazenamento de magma.<br><br><strong><em><mark> √ Chaminé vulcânica-</mark></em></strong> estrutura cilíndrica por onde é transportado o magma desde a câmara magmática até à cratera.<br><br></div><div><strong><em><mark>√ Escoadas de lava-</mark></em></strong> São “camadas” de lava que correspondem à saída de lava das várias erupções.<strong><br></strong><strong><em><mark>√Chaminé secundária-</mark></em></strong> estrutura cilíndrica que transporta o material desde a chaminé principal à cratera secundária.</div><div><br><strong><em><mark> √ Cratera secundária-</mark></em></strong> estrutura circular por onde é emitido o material para o cone secundário.<br><br>Durante as erupções vulcânicas, são libertados diversos tipos de produtos nomeadamente: <strong><em>piroclastos, lava e gases.<br></em></strong>Os piroclastos podem ser:</div><ul><li>Cinzas;</li><li><em>Lapilli </em>ou bagacina;</li><li>Bombas.</li></ul><div>A <strong><mark>lava  </mark></strong>é um material rochoso fundido com origem no <strong><mark>magma.<br></mark></strong>De entre os <strong><mark>gases</mark></strong>libertados durante uma erupção o predominante é o <strong><mark>vapor de água.<br></mark></strong>São lançados para a atmosfera muitos outros gases, alguns deles prejudiciais à vida, podendo causar a morte tais como:</div><ul><li>Monóxido de carbono</li><li>Dióxido de carbono</li><li>Hidrogénio</li><li>Azoto</li><li>Composto de enxonfre</li></ul><div>Existem três tipos de solidificação de lavas fluídas que são:</div><ol><li><strong><em><mark>Lavas encordoadas- </mark></em></strong>São muito fluidas e deslocam-se com grande facilidade formando longas escoadas.</li><li><strong><em><mark>Lavas escoriáceas- </mark></em></strong>São fluidas e deslocam-se lentamente.</li><li><strong><em><mark>Lavas em almofada- </mark></em></strong>São fluidas e arrefecem dentro de água.</li></ol><div><br><br></div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-15 19:19:30 UTC</pubDate>
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         <title>Subsistemas terrestres🌎🌏🌍</title>
         <author>cc99463</author>
         <link>https://padlet.com/cc99463/rcmu44w2g3yr/wish/312008006</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Hidrosfera🌊🌊</strong>– somatório de toda a água existente na superfície terrestre. Os oceanos, os rios, os lagos, os glaciares e as águas subterrâneas fazem parte da hidrosfera.<br><br></div><div><strong>Atmosfera</strong> 🌁– constitui a camada gasosa da Terra sendo, essencialmente, composta por azoto (78%) e oxigénio (21%), seguindo-se o árgon (0.9%) e o dióxido de carbono (0.03%), para além de outros gases menos significativos.<br><br><strong>Geosfera</strong> 🌎– a camada rígida que constitui a crosta terrestre, englobando as grandes massas continentais e as bases dos oceanos, bem como os restantes materiais que se encontram no interior da Terra. É na geosfera que a maior parte dos seres vivos encontra o suporte para andar e habitar.<br><br><strong>Biosfera🌳🌿🍃</strong> – formada pelo conjunto dos seres vivos que habitam a Terra. Existe uma interacção constante entre os seres vivos e os diferentes subsistemas terrestre.<br><br><strong><em><mark>A interacção dos subsistemas</mark></em></strong><strong><br></strong>O nosso planeta é, então, constituído por quatro subsistemas, que interagem e permanecem em equilíbrio entre si. Qualquer alteração provocada pelo Homem num destes subsistemas irá ter consequências graves no sistema Terra e alterar o ambiente em que a espécie humana habita e do qual depende a sua sobrevivência</div><div><br></div><div><strong><br></strong><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-06 19:41:06 UTC</pubDate>
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         <title>Tipos de rochas</title>
         <author>cc99463</author>
         <link>https://padlet.com/cc99463/rcmu44w2g3yr/wish/312024328</link>
         <description><![CDATA[<div> <strong><em><mark><br></mark></em></strong><strong><em>Rochas magmáticas <br></em></strong>As <a href="https://www.infoescola.com/geologia/rochas-magmaticas/">rochas magmáticas, ou ígneas</a>, como também são chamadas, são formadas pelo magma solidificado expelido por <a href="https://www.infoescola.com/geologia/vulcao/">vulcões</a>, e ainda podem ser subdivididas em dois tipos: intrusivas e extrusivas<br><br><strong>Rochas magmáticas intrusivas<br></strong>São as rochas formadas pelo magma que se solidificou em grandes profundidades. O <a href="https://www.infoescola.com/rochas-e-minerais/granito/"><strong>granito</strong></a> é uma das variedades desse tipo de rocha. No Brasil, algumas serras são formadas de granito, como a da Mantiqueira, do Mar, e algumas serras do Planalto Residual Norte-Amazônico.<br><br><strong>Rochas magmáticas extrusivas</strong></div><div>São as rochas que são formadas pelo magma solidificado na superfície. Um exemplo de rocha extrusiva é o <a href="https://www.infoescola.com/rochas-e-minerais/basalto/">basalto</a>.</div><div><br><strong><em>Rochas sedimentares<br></em></strong>São formadas através da <a href="https://www.infoescola.com/quimica/sedimentacao/">sedimentação</a> de partículas de outras rochas existentes ou de materiais orgânicos. As <a href="https://www.infoescola.com/geologia/rochas-sedimentares/">rochas sedimentares</a> podem ser divididas em três tipos: clásticas, orgânicas e químicas.<br><br><strong>Clásticas</strong></div><div>Também chamada de rochas sedimentares detríticas, são formadas por detritos de outras rochas antigas. Como exemplo de rocha clástica, existe o Arenito, Tilito, etc.<br><br><strong>Orgânicas</strong></div><div>As rochas sedimentares orgânicas são formadas por restos de animais e vegetais mortos, que vão se acumulando em alguns locais, e através de grande pressão e <a href="https://www.infoescola.com/fisica/temperatura/">temperatura</a>, dão origem á rochas e minerais como calcário, <a href="https://www.infoescola.com/combustiveis/carvao-mineral/">carvão mineral</a>, petróleo, etc.<br><br><strong>Químicas</strong></div><div>São formadas quando o líquido (água) onde os sedimentos de rocha estão dispersos, se torna saturado. As rochas químicas em geral formam cristais. Ex: calcita, aragonita, dolomita, <a href="https://www.infoescola.com/geologia/estalactites/">estalactites</a> e <a href="https://www.infoescola.com/geologia/estalagmites/">estalagmites</a>.</div><div><br><strong><em>Rochas metamórficas<br></em></strong>As <a href="https://www.infoescola.com/geologia/rochas-metamorficas/">rochas metamórficas</a> são rochas que sofreram alterações na sua estrutura em decorrência de altas pressões e temperaturas. Exemplos de rochas metamórficas são o mármore, quartzito (de onde é extraído o quartzo), etc</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-06 20:12:49 UTC</pubDate>
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         <title>Tectónica de placas</title>
         <author>cc99463</author>
         <link>https://padlet.com/cc99463/rcmu44w2g3yr/wish/312411445</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em><mark>Será que os continentes já estiveram unidos no passado?<br></mark></em></strong> Nota-se que os continentes se encaixam como peças de quebra-cabeça. Essas e outras evidências sugerem que os continentes podem ter sido parte de um único conjunto de rochas no passado. Esta teoria é chamada<strong> </strong><strong><mark>teoria da deriva continental.</mark></strong></div><div><br></div><div>A teoria da Deriva Continental foi proposta em 1912, pelo cientista alemão Alfred Wegener. Ele dizia que há milhões de anos havia um só continente chamado <strong><mark>Pangeia</mark></strong><strong>,</strong> que era cercado por um só oceano denominado <strong><mark>Pantalassa</mark></strong>.</div><div>Em tempos anteriores à teoria da Deriva Continental, surgiram outras teorias propostas por cientistas que também perceberam o facto, mas não obtiveram êxito nas suas descobertas</div><div>Segundo a Deriva Continental, a Pangeia teria se rompida vagarosamente dividindo-se em dois continentes denominados<strong> </strong><strong><mark>Laurásia</mark></strong>, localizado ao norte, e <strong><mark>Gondwana</mark></strong>, localizado ao sul.<br><br>Como consequência destes rompimentos, os oceanos também sofreram divisão, obedecendo ás transformações provocadas pelas massas dos novos continentes.</div><div>Deu-se origem então a outra teoria chamada <strong><mark>Tectônica de Placas</mark></strong>.</div><div><strong><mark>Tectônica de placas</mark></strong> é uma teoria originada a partir da deriva continental e da expansão dos fundos oceânicos. Foi desenvolvida em 1960, e tornou-se a mais aceita entre geógrafos e oceanógrafos.</div><div>De acordo com esta teoria, a<strong> </strong><strong><mark>litosfera </mark></strong>movimenta-se sobre a <strong><mark>astenosfera</mark></strong>. A litosfera por sua vez, é dividida por placas (denominadas <strong><mark>placas tectônicas</mark></strong>) e estas deslizam por causa das correntes de convecção no interior da Terra. O calor que vem do núcleo da Terra aquece o manto e faz as partes mais quentes subir. Essas partes esfriam e voltam a descer. São essas correntes que movimentam lentamente as placas que formam a crosta da Terra.</div><div><br></div><div>O movimento de uma placa em relação à outra é de cerca de 2 a 10 cm por ano. Por isso praticamente não é percebido pelos nossos sentidos. Ao longo de milhões de anos, entretanto, esse movimento mudou muito o aspecto de nosso planeta, afastando alguns continentes e aproximando outros.</div><div><br></div><div>Tais movimentações permitiram a formação dos continentes a partir da Pangeia, continente que existiu há 200 milhões de anos atrás, durante a <strong><mark>era Mesozoica</mark></strong> .</div><ul><li><strong><mark>Placa oceânica:</mark></strong> é o nome que designa as placas que se encontram submersas pelos oceanos, enquanto <strong><mark>placa continental</mark></strong> é o nome dado para designar as placas localizadas sob os continentes.</li></ul><div>Existem várias placas tectônicas de diferentes tamanhos, porém as mais importantes são:</div><ul><li><strong><mark>Placa Africana: </mark></strong>Abrange todo o continente africano e através da sua colisão com a placa euroasiática surgiu o Mar Mediterrâneo e o Vale do Rifte.</li><li><strong><mark>Placa da Antártida:</mark></strong> Abrange toda a Antártida e a região austral dos oceanos.</li><li><strong><mark>Placa Euroasiática:</mark></strong> Abrange o continente europeu e asiático, exceto a Índia, Arábia e parte da Sibéria. Inclui a parte oriental do Oceano Atlântico norte.</li><li><strong><mark>Placa Norte-Americana:</mark></strong> Abrange a América do Norte, parte ocidental do Oceano Atlântico norte, uma parte do Oceano Glacial Ártico e parte da Sibéria.</li><li><strong><mark>Placa Sul-Americana:</mark></strong> Abrange a América do Sul e o leste da Crista Oceânica do Atlântico.</li><li><strong><mark>Placa do Pacífico</mark></strong><mark>:</mark> Abrange a maior parte do Oceano Pacífico e através da sua colisão com a Placa da Antártida surgiu a Placa Pacífico-Antártica.</li><li><strong><mark>Placa Indo-Australiana</mark></strong><mark>: </mark>Abrange a Placa Australiana e a Placa Indiana. Também abrange grande parte do Oceano Índico e parte do Himalaia</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-07 20:28:31 UTC</pubDate>
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         <title>Lobo ibérico</title>
         <author>cc99463</author>
         <link>https://padlet.com/cc99463/rcmu44w2g3yr/wish/329582328</link>
         <description><![CDATA[<div> <strong><em><mark>Características do Lobo Ibérico</mark></em></strong><br>O lobo ibérico é carnívoro, é um pouco menor que as outras subespécies do lobo-cinzento, o lobo-ibérico macho mede entre 130 a 180 cm de comprimento, enquanto a fémea mede de 130 a 160 cm. A altura ao garrote pode chegar aos 70 cm. O macho adulto pesa geralmente entre 30 a 40 kg e a fêmea entre 25 a 35 kg.<br>A cabeça é grande e maciça, com orelhas triangulares relativamente pequenas e olhos oblíquos de cor amarelada. O focinho tem uma área clara, de cor branco-sujo, ao redor da boca.<br><strong><em><mark>Posição do Lobo Ibérico na hierarquia biológica</mark></em></strong><br><strong><em>Classificação científica</em></strong><br><strong>Reino:</strong> Animalia<br><strong>Filo:</strong> Chordata<br><strong>Classe:</strong> Mammalia<br><strong>Ordem:</strong> Carnivora<br><strong>Família:</strong> Canidae<br><strong>Género:</strong> Canis<br><strong>Espécie:</strong> Canis lupus<br><strong>Subespécie:</strong> C. lupus signatus<br><strong>Nome científico: </strong>Canis lupus signatus<br><strong><em><mark>Qual é a posição do lobo ibérico na hierarquia biológica?</mark></em></strong><br>O lobo ibérico é um ser pluricelular. Nos seres pluricelulares, células idênticas que desempenham funções semelhantes formam tecidos. Diferentes tecidos associam-se para formar órgãos, como o estômago. Os órgãos trabalham de forma coordenada<br>constituindo sistema de órgãos, como o sistema digestivo. Diferentes sistemas de órgãos<br>cooperam entre si, formando um organismo. O lobo Ibérico é um organismo ou indivíduo.<br>Os lobos ibéricos podem cruzar-se entre si e originar descendentes férteis pelo que são da mesma espécie (canis lupus signatus). Um conjunto de lobo ibérico que habita<br>numa dada área, num determinado momento, constitui uma população. O lobo ibérico convive com organismos de outras espécies, que habitam a mesma área, estabelecendo relações entre si, como a competição ou a predação, formando uma comunidade. O conjunto da comunidade, do meio físico e químico e das relações entre ambos formam o ecossistema, neste caso, o bosque mediterrânico.<br><br><br><strong><em><mark>Qual é a posição do lobo ibérico na estrutura do ecossistema?</mark></em></strong><br>A sua alimentação é muito variada, dependendo da existência ou não de presas selvagens e de vários tipos de pastoreio em cada região. A vida em alcateia permite que o lobo consiga caçar animais de maiores dimensões do que ele próprio.<br>As suas principais presas são o javali, o corço e o veado, e as presas domésticas mais comuns<br>são a ovelha, a cabra, a galinha, o cavalo e a vaca. Ocasionalmente também mata e come cães e aproveita cadáveres que encontra, isto é, sempre que pode é necrófago.<br><strong><em><mark>Qual é o ecossistema ocupado pelo lince-ibérico e onde está localizado?</mark></em></strong><br>Atualmente o lobo-Ibérico está praticamente a noroeste da península, com apenas 100 000<br>Km2 em Espanha, e em Portugal ocupa apenas cerca de 18 000 Km2. Na zona espanhola, o<br>lobo-ibérico ocupa a maior parte da Galiza e das Astúrias. Em Portugal, o lobo-ibérico localiza-<br>se numa zona sul ao rio Douro e a norte do rio Douro. Em Portugal, existem duas populações de lobos-ibéricos, devido ao aumento do caudal do rio Douro, bloqueando-lhes a passagem.<br><br><br><strong><em><mark>Qual foi o número mínimo de indivíduos na população do lobo Ibérico?</mark></em></strong><br>A população do lobo ibérico, entre Espanha e Portugal, sofreu uma grande diminuição desde o século XX a até 1970, devido à perseguição do Homem ao lobo. Nas ultimas décadas a população tem vindo a expandir, estima-se que haja mais de 2000 indivíduos em mais de 350 grupos distribuídos por 140000 Km2.<br>Nos últimos anos foi detectado a presença de 309 alcateias na Península Ibérica, das quais 247 (80%) estão presentes em Espanha, em Portugal 45 (15%), ocupando as restantes 18 (5%) uma área da fronteira entre os dois países.<br>No seguinte gráfico podemos observar alcateias confirmadas e prováveis e a respectiva proporção a Norte e a Sul do Rio Douro e a nível global.<br><strong><em>Fonte: Censo Nacional do Lobo 2002/2003</em></strong><br><strong><em><mark>Quais foram as causas que provocaram a quase extinção do lobo Ibérico?</mark></em></strong><br>As principais causas que estão a provocar a extinção do lobo são: a perseguição directa pelo o Homem, a redução das populações de grupos selvagens, a destruição e fragmentação do seu habitat, armadilhas, envenenamento e também o atropelamento.<br>Em Portugal o que faz com que isto aconteça é sobretudo a escassez de recursos alimentares (ausência de pressas selvagens e regressão da criação de gado em regime extensivo), a escassez de áreas de refúgio, a fragmentação do habitat e a mortalidade que por sua vez é causada pelo o Homem.<br>No seguinte gráfico podemos ver algumas percentagens referentes à morte que leva à extinção do lobo.<br><strong><em>fonte: Censo Nacional do Lobo 2002/2003.</em></strong><br><br><strong><em><mark><br>Qual foi a influência da ação humana na redução da população do Lobo ibérico?</mark></em></strong><br>A ação humana está a contribuir muito para a redução da população desta espécie. As<br>principais causas são:<br>1. Os incêndios florestais que levam à perda de habitat;<br><br>2. Os atropelamentos;<br><br>3. As armadilhas ilegais feitas pelo homem para caçar outro tipo de animais;<br><br>4. A caça excessiva às suas presas naturais, como por exemplo o javali.<br><br>Este último ponto vai levar a que o lobo se alimente cada vez mais de animais domésticos, como a galinha e a vaca e se aproxime cada vez mais da população humana.<br><strong><em><mark>Quais são (foram) os esforços de conservação do lobo ibérico?</mark></em></strong><br>Esta espécie existente na Península Ibérica, está classificada com espécie em perigo.<br>No âmbito de um processo participativo, onde estiveram representadas mais de 30 entidades dos setores da administração central e local, foi identificada como missão do PACLobo  “Conservar o lobo-ibérico assegurando a sua coexistência com a atividade humana”, a alcançar através da concretização dos seguintes quatro objetivos gerais para:<br>1. Garantir as condições favoráveis à conservação do lobo potenciando a sua coexistência<br>com a presença humana;<br><br>2. Aumentar o conhecimento técnico-científico sobre o lobo-ibérico e suas presas;<br><br>3. Promover a comunicação, a sensibilização e o envolvimento em prol da conservação do<br>lobo;<br><br>4. Promover a articulação de medidas de política.<br><br>Só com a participação de todos no desenvolvimento das ações identificadas neste Plano, será<br>possível contribuirmos para o restabelecimento do estado favorável de conservação do lobo a nível nacional.<br><br><strong><em><mark>Quais foram os resultados obtidos pelas ações de conservação do lobo ibérico?</mark></em></strong><br>A partir de 1 de Janeiro de 2017 entra em vigor o novo regime jurídico da conservação do lobo-<br>ibérico, nomeadamente a proibição do abate, captura ou perturbação da espécie e a destruição dos seus habitats, bem como o regime de indemnizações em caso de ataques de lobo.<br><strong><em>link: https://www.wilder.pt/historias/conservacao-do-lobo-iberico-em-portugal-tem-novo-<br>regime-juridico/</em></strong><br><strong><em><mark>Quais são as limitações dos esforços de conservação do lobo ibérico?</mark></em></strong><br>No sentido de promover a conservação da população existente de lobos em Portugal e de aumentar a produtividade das mesmas, é necessário adotar algumas medidas de forma a<br>minimizar as limitações existentes à conservação da espécie:<br>»Conservação e gestão do habitat do lobo, tentando assegurar a existência de habitat<br>adaptado à alimentação, refúgio e reprodução desta espécie;<br><br>»Conservação e fomento das presas naturais do lobo (incluindo ações de reintrodução de<br>algumas espécies, manutenção e recuperação da vegetação natural);<br><br>»Fiscalização e aplicação de coimas relativamente ao abate/perseguição de espécies<br>protegidas;<br><br>»Gestão da alteração do uso do solo em áreas sensíveis tentando conservar/recuperar a vegetação autóctone.<br><br>» Sensibilização, informação e formação da comunidade local, criadores de gado e do público<br>em geral sobre as formas de coexistência entre o lobo e as atividades humanas;<br><br>» Implementação de medidas que reduzam o impacto do lobo sobre a pecuária e apoiem as e os criadores de gado, tais como a distribuição de cães de gado e construção de vedações elétricas.<br><strong><em>link: http://www.heroisdetodaaespecie.pt/media/pdfContents/476e9e3d-0a96-11e5bebc90b11c1dcb50.pdf</em></strong><strong><em><mark><br></mark></em></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-10 11:26:10 UTC</pubDate>
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         <title>Células eucarióticas </title>
         <author>cc99463</author>
         <link>https://padlet.com/cc99463/rcmu44w2g3yr/wish/346933812</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em><mark>Célula eucariótica vegetal</mark></em></strong>            </div><div>Na preparação A colocamos uma amostra de alga e soro fisiológico e podemos observar as características como o seu vacúolo e cloroplastos.<br>Na preparação B colocamos a epiderme superior da cebola e adicionamos umas gotas de vermelho neutro e observamos que o seu vacúolo aumentou.<br>Na preparação C, voltamos a utilizar a epiderme da cebola mas com azul de metileno e observamos que assim o núcleo é mais facilmente identificado, pois fica azul.<br>Na preparação D utilizamos novamente a epiderme da cebola mas com Água iodada, que faz sobressair algumas das suas  estruturas como a parede celular e o citoplasma.<br>            </div><div><strong><em><mark>Célula eucariótica animal</mark></em></strong><br>Na preparação E, observamos as células do epitélio bocal e concluímos que não partilha os mesmo constituintes que a célula vegetal.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 19:15:54 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade Laboratorial </title>
         <author>cc99463</author>
         <link>https://padlet.com/cc99463/rcmu44w2g3yr/wish/346936708</link>
         <description><![CDATA[<div>        </div><div>Nesta atividade laboratorial pegamos em 3 amostras de epiderme da pétala de uma flor e colocamo-las em 3 laminas diferentes e com diferentes soluções, para podermos observar as mudanças do vacúolo.<br>Na preparação A colocamos Água destilada, na B colocamos cloreto de sódio e na C colocamos soro fisiológico.<br>Em seguida observamos as preparações ao microscópio.<br>Podemos concluir que:<br>Na preparação A, foi utilizada Água destilada sem qualquer quantidade de sal. Com isso a quantidade de Água no exterior é menor que no interior, e como a Água se desloca para onde existe em maior quantidade, ela entra na célula e assim o vacúolo cresce devido á pressão de turgescência, e esta célula chamamos célula turgida no meio hipotónico.<br>Na B, foi utilizada Água destilada com sal e cloreto de sódio. Como existe maior quantidade de Água no exterior, ela sai para o exterior. Assim a célula sofre plasmólise, diminuindo o vacúolo. Damos a este processo o nome de meio hipertónico e a célula torna-se plasmolisada.<br>Para concluir na preparação C, a quantidade de Água entre os meios é equilibrada, por isso a célula manteve-se igual. damos assim o nome de célula normal, num meio isotónico.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 19:37:10 UTC</pubDate>
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