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      <title>As minhas impressões - Psicossociologia das Organizações Educativas by Fernanda Vicente</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2013-09-28 14:27:09 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1. Responder a uma das questões </title>
         <author>fernandavicente</author>
         <link>https://padlet.com/fernandavicente/rbpauc7743/wish/2874316329</link>
         <description><![CDATA[<p>1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Reflita sobre quais os indicadores de qualidade a avaliar nas estruturas educativas.</p><p>A definição de indicadores de qualidade a avaliar nas estruturas educativas deve ser cuidadosamente pensada em função do que se pretende avaliar ou medir e deve constituir um constructo multidimensional.</p><p>Assim sendo, em função dos resultados que se pretende atingir, selecionar-se-ão os indicadores, por forma a que se possa recolher dados para a análise desses indicadores e em função dessa análise se melhore a eficácia e eficiência da estrutura educativa.</p><p>Se pretendemos avaliar os alunos, os profissionais, a administração educacional e as medidas da política educativa implementada, temos de antes de mais decidir que modelo iremos utilizar. Algumas escolas optam pela CAF (que apresenta cinco critérios de meios e quatro de resultados), outras seguem mais de perto o modelo da IGE (Resultados, Prestação do serviço educativo, Liderança e gestão) e outros CIPP (contempla o contexto, os inputs, os processos e o produto da avaliação).</p><p>Independentemente do modelo, os indicadores educacionais devem proporcionar medidas estatísticas sobre aspetos importantes dos sistemas educativos, têm de ser comparáveis e têm de ser capazes de dar conta de mudanças de desempenho das variáveis em análise.</p><p>Um bom indicador será, portanto, facilmente mensurável, específico, terá um marco temporal e apresentará informação quantitativa associada. Além disso, será relevante para as metas e estratégias da estrutura educativa.</p><p>Consequentemente, a tipologia dos indicadores deve ser considerada: indicadores de desempenho (taxas de abandono, de retenção, de analfabetismo, de satisfação pela qualidade de ensino e de prestação de serviços), indicadores de contexto e entrada (nível de formação dos docentes, duração dos cursos de formação, relação discentes/docentes, disponibilidade média de recursos (físicos, humanos, financeiros), indicadores de acesso, indicadores de processo (utilização de bibliotecas, assistência a alunos e a professores, de ensino e aprendizagem, ou de organização pedagógica) , indicadores de produto e de resultado. Outros indicadores podem ser definidos, como o contexto familiar, os recursos educativos disponíveis, o contexto escolar estimulante, o contexto sociocultural, organização da escola, o clima organizacional, as estratégias de aprendizagem.</p><p>Obviamente que a seleção destes indicadores deve seguir determinados critérios, nomeadamente a transmissão da situação geral do sistema educativo, após a medição de entradas, processos, resultados; a aceitação e utilização; a confiabilidade e a validade; a divulgação de informação sobre as tendências e a facilidade na sua obtenção, através de registos administrativos das escolas.</p><p>&nbsp;</p><p>Fernanda Vicente</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-06 00:31:02 UTC</pubDate>
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         <title>Comentário:</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fernandavicente/rbpauc7743/wish/2876784664</link>
         <description><![CDATA[<p>Fazendo um breve comentário ao trabalho da colega, concordo integralmente com tudo o que mencionou, contudo, julgo necessário referir que, para além dos vários indicadores de qualidade que podem ser utilizados para avaliar as estruturas educativas apresentados, poderíamos acrescentar ainda mais alguns:</p><p>A taxa de conclusão de cursos, que avalia a percentagem de alunos que completam com sucesso um determinado curso ou programa educacional.</p><p>Os resultados em testes padronizados, que avaliam o desempenho dos alunos em testes padronizados, como por exemplo o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA).</p><p>A avaliação de pares que envolve a análise e revisão por parte de especialistas externos, como supervisores ou pares, que avaliam a qualidade das práticas pedagógicas, a infraestrutura e os recursos disponíveis nas escolas.</p><p>A satisfação dos alunos e dos pais, recolhendo as suas opiniões sobre a qualidade da educação prestada, incluindo aspectos como a satisfação com os professores, o currículo e as instalações.</p><p>E a taxa de colocação/ emprego no mercado de trabalho, pois avalia o sucesso dos alunos</p><p>&nbsp;na obtenção de emprego, nas suas áreas de estudo, após a conclusão dos cursos.</p><p>A inclusão e equidade que, avaliam se as estruturas educativas estão a promover a inclusão de todos os alunos, independentemente das suas características pessoais, socioeconómicas ou culturais.</p><p>&nbsp;No entanto, é importante ter em mente que a avaliação da qualidade educativa é complexa e deve ser feita de forma abrangente, considerando uma variedade de fatores.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Florbela Silva</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-07 15:50:23 UTC</pubDate>
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         <title>Leitura do artigo Simões, C., &amp; Sousa, J. (2023). Qual o papel do diretor na autonomia e flexibilidade curricular? A perceção dos docentes. Revista Portuguesa De Educação, 36(1), e23008.https://doi.org/10.21814/rpe.25282</title>
         <author>fernandavicente</author>
         <link>https://padlet.com/fernandavicente/rbpauc7743/wish/2876878888</link>
         <description><![CDATA[<p>O artigo de Simões e Sousa (2023) apresenta os resultados de uma investigação realizada com recurso a uma metodologia quantitativa, realizada através da aplicação de um inquérito a uma amostra de 172 docentes. Os dados recolhidos foram depois sujeitos a uma com análise estatística com o SPSS.</p><p>O objetivo deste estudo era conhecer o papel dos diretores na implementação da AFC, de acordo com as perceções dos docentes.</p><p>O artigo começa por enquadrar legislativamente a AFC e analisa o contexto em que surge a AFC e em que áreas se pode refletir a sua implementação. Assim a gestão flexível do currículo, as dinâmicas de trabalho (DAC), a educação inclusiva, as equipas educativas e o trabalho colaborativo merecem uma atenção maior na primeira parte do artigo. Por outro lado, traçam-se as qualidades que os líderes de topo das organizações educativas devem evidenciar e apresentam-se os modelos concetuais para definir as lideranças educativas. São estes os fundamentos teóricos que sustentarão a leitura dos resultados obtidos através do inquérito e que ajudarão a cumprir os objetivos específicos definidos para o estudo. Tratados estatisticamente os dados obtidos, apresentam-se e discutem-se, para se chegar às conclusões alcançadas.</p><p>Destarte, foi possível verificar que os diretores se envolvem na implementação da AFC, promovendo a reflexão sobre a implementação dos documentos estruturantes da AFC. Por outro lado, constatou-se que fomentam a gestão flexível das matrizes curriculares-base. Ademais, integram no PE a referência à abordagem multinível, salientando os ajustes às aprendizagens e a inclusão de todos os alunos. No entanto, as perceções dos docentes evidenciam a falta de incentivo por parte dos diretores para fomentarem medidas que estimulem a dimensão formativa da avaliação. Salienta-se ainda que também mencionam a tendência de os diretores envolverem pouco os docentes na das na identificação das opções curriculares definidas no PE, não tendo reunido com os docentes para planificar a gestão flexível do currículo, no âmbito da AFC, não tendo constituído equipas educativas, nem destinando tempo ao trabalho colaborativo.</p><p>Em contrapartida, a preocupação com a Educação Inclusiva é aquela que mais se evidencia na perceção dos docentes. Os diretores promovem os direitos de todos os alunos, assumem a responsabilidade na implementação de culturas e políticas mais inclusivas, transmitindo uma visão clara do que se pretende com a educação inclusiva. A segunda preocupação mais percecionada refere-se à falta de recursos físicos e materiais tecnológicos das escolas, bem como o número de alunos por turma como constrangimentos à implementação da AFC. As médias mais baixas referem-se à capacidade de envolvência de alunos e EE na tomada de decisões e na existência de rotinas de discussão, análise e reflexão com os docentes da escola. Não nos podemos esquecer de que esta é uma das competências do Diretor, ou seja, auscultar a comunidade educativa,</p><p>Destaco que se chegou à conclusão de que o estilo mais evidenciado é o transformacional, seguido do transacional e por último o <em>laissez-faire</em>. Acresce ainda que o estilo de liderança transformacional revela ser preditor de uma gestão curricular flexível das matrizes curriculares-base por parte dos diretores na implementação da AFC.</p><p>O artigo analisado permite contextualizar o grupo profissional dos líderes de topo nas organizações educativas, mas também o grupo dos docentes e o grupo dos alunos e dos Encarregados de Educação. A comunidade educativa é constituída por estes subgrupos, dotados de características identitárias diferentes e com interesses diferentes. Para que a organização seja eficaz e eficiente a gestão da participação de cada um dos grupos deve ser assegurada e com isto quero dizer que os seus contributos devem ser também monitorizados periodicamente. As relações das lideranças com estes grupos surgem espelhada nos resultados deste estudo sobre implementação da AFC.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-07 16:56:14 UTC</pubDate>
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