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      <title>LINHA DO TEMPO - F. EPISTEMOLÓGICOS E HIS. DA PSICOLOGIA by Leonardo Vinícius da Silva Batista</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-31 12:32:03 UTC</pubDate>
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         <title>Fenomenologia (final do século XIX e início do século XX)</title>
         <author>leonardovinicius01</author>
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         <description><![CDATA[<div>- Estudo dos fenômenos (daquilo que aparece à consciência, daquilo que é dado), buscando explorá-lo.<br>- Procura tanto evitar as ilusões quanto driblar a superficialidade da metafísica em relação à compreensão do saber pelos sentidos.&nbsp;<br>- Assegura o sentido dado ao fenômeno.&nbsp;<br>- Busca chegar ao fenômeno, observar o sentido deste que se mostra, para chegar àquilo que a coisa é.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-31 12:55:44 UTC</pubDate>
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         <title>Fenomenologia Transcendental</title>
         <author>leonardovinicius01</author>
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         <description><![CDATA[<div>- Põe entre parênteses as convicções científicas ou filosóficas e as do senso comum que não resistem à dúvida, aos assaltos da epoché (suspensão do consentimento), que não exibem a marca de uma indubitável certeza.&nbsp;<br>- Aquilo que não pode ser posto em parênteses, aquilo que resiste aos ataques da epoché é unicamente a consciência, a subjetividade.&nbsp;<br>- A consciência é a realidade mais evidente; é a realidade que não precisa de nada para existir.&nbsp;<br>- O mundo é “constituído” pela consciência.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-31 13:04:20 UTC</pubDate>
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         <title>Fenomenologia Existencial</title>
         <author>leonardovinicius01</author>
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         <description><![CDATA[<div>- Parte da intencionalidade como pressuposto fundamental para uma concepção de consciência que foge a noções substancializadas.&nbsp;<br>- Os fenômenos devem ser estudados por aquilo que são.&nbsp;<br>- Existe apenas a consciência, que nos faz assumir responsabilidade por todas as nossas ações e os resultados gerados.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-31 13:06:43 UTC</pubDate>
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         <title>Fenomenologia Hermenêutica</title>
         <author>leonardovinicius01</author>
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         <description><![CDATA[<div>- O fenômeno não se mostra diretamente e, sim, se mantém velado frente ao que se mostra; ao mesmo tempo, mostra-se diretamente de modo a constituir o seu sentido.&nbsp;<br>- O que acontece é a possibilidade de algo que pode tornar-se fenômeno encobrir-se, a ponto do ser chegar ao esquecimento.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-31 13:07:47 UTC</pubDate>
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         <title>Existencialismo (surgiu no século XIX, mas ganhou notoriedade no século XX)</title>
         <author>leonardovinicius01</author>
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         <description><![CDATA[<div>- Dirige sua atenção sobre um homem finito, “jogado no mundo”, imerso e dilacerado em situações problemáticas ou absurdas.&nbsp;<br>- As coisas e os animais são aquilo que são; mas o homem será aquilo que decidiu ser.&nbsp;<br>- A possibilidade é o modo de ser constitutivo da existência.<br>- Existência aberta à transcendência, que se configura como: Deus ou o mundo, a liberdade, o nada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-31 13:10:40 UTC</pubDate>
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         <title>Existencialismo Ateu: &quot;a existência precede a essência&quot;</title>
         <author>leonardovinicius01</author>
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         <description><![CDATA[<div>- Dizia que uma vez que “<em>a existência precede a essência</em>“, não se pode supor um Deus, um mundo espiritual ou uma essência qualquer antes mesmo de existirmos, pois isso tiraria do homem a liberdade de definir-se através de suas ações.&nbsp;<br>- O conjunto de suas ações definirá o que será o homem.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-31 13:13:12 UTC</pubDate>
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         <title>Existencialismo Cristão</title>
         <author>leonardovinicius01</author>
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         <description><![CDATA[<div>- Escola de pensamento frequentemente associada à obra do filósofo dinamarquês Sören Kierkegaard (1813-1855)<br>- O universo é, fundamentalmente, paradoxal e o seu maior paradoxo é a união transcendente de Deus e do homem na pessoa de Jesus Cristo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-31 13:15:31 UTC</pubDate>
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         <title>• O Positivismo Científico (começo do século XIX)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>- Corrente teórica criada pelo filósofo francês Auguste Comte (1798-1857).<br>- Defende que a regra para o progresso social é a disciplina e a ordem.&nbsp;<br>- Influenciou a teoria moral utilitarista de John Stuart Mill (1806-1873).&nbsp;<br>- Proposta de saída para as crises vividas: criação da Sociologia para entender a sociedade e uma teoria que explicava o progresso científico e determinava o modo de agir das pessoas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-31 18:48:04 UTC</pubDate>
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         <title>Lei dos três estados de Comte </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>- <strong>Estado teológico:</strong> um momento místico, quando o ser humano acreditava em deuses e seres mitológicos e creditava a esses seres sobrenaturais toda a responsabilidade pela criação e manutenção do mundo.<br>- <strong>Estado metafísico:</strong> período iniciado com o surgimento da Filosofia, em que explicações mitológicas já não eram tão aceitas, dando lugar à necessidade de argumentações lógicas e racionais para formular teorias sobre o mundo.<br>- <strong>Estado positivo:</strong> o ser humano passa a buscar fundamentação de suas teorias na observação e no trabalho empírico com a natureza, fortalecendo as ciências e fortalecendo a busca por explicações sobre a natureza na própria natureza. A ciência seria encarregada de operar essa busca, levando adiante a marcha para o progresso.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-31 18:58:07 UTC</pubDate>
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         <title>Características do Positivismo</title>
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         <description><![CDATA[<div>- <strong>Doutrina filosófica:</strong> como uma continuidade do Iluminismo, a inspiração política e científica do positivismo estava nos ideais iluministas. As aspirações dos primeiros filósofos iluministas de alcançar um estágio de desenvolvimento moral da sociedade foram mantidas.<br>- <strong>Doutrina sociológica:</strong> visando a garantir a ordem social, o positivismo atua como uma doutrina que, partindo dos estudos sociológicos, serve de base para o comportamento social e moral das pessoas. A Lei dos Três Estados estaria no topo dessa cadeia de desenvolvimento da sociedade.<br>- <strong>Doutrina política:</strong> a disciplina, o rigor e a ordem social eram requisitos políticos para a garantia do avanço social na ótica positivista.<br>- <strong>Desenvolvimento das ciências e das técnicas:</strong> o progresso social estaria intimamente ligado ao progresso intelectual, científico e tecnológico. A ideia de uma escola laica, universal e gratuita passou a ser defendida com mais força pelos intelectuais positivistas.<br>- <strong>Religião positiva:</strong> Comte entendia que a humanidade precisava de relações de devoção. A devoção – antes baseada na fé em Deus ou nos deuses –, no positivismo, dá lugar para a fé na ciência como única depositária de confiança da humanidade, surgindo o cientificismo, caracterizado pela aposta incondicional nas ciências como fonte total do conhecimento verdadeiro.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-31 19:01:11 UTC</pubDate>
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         <title>Contexto histórico da Filosofia Contemporânea</title>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>- Período dos grandes conflitos políticos e sociais que causou um impacto em toda a Europa, a Revolução Francesa, uma revolta burguesa contra a monarquia.&nbsp;</div><div>- Período de consolidação do capitalismo, gerando evidências de que esse modelo econômico produzia uma desigualdade social cada vez mais intensa.<br>- Criação e descoberta de inúmeras tecnologias como: a eletricidade, o petróleo, o telefone e o automóvel.&nbsp;</div><div>- Pessoas imersas em jornadas de trabalho intensas e eram extremamente exploradas.</div><div><br>Havia progresso nos campos da ciência e da tecnologia, mas a sociedade não acompanhava esse desenvolvimento. Então, a filosofia contemporânea surge para consolidar o que ficou conhecido como “consciência de classe”, termo que se refere à reflexão sobre as lutas sociais.&nbsp;<br>- A filosofia contemporânea antecede a filosofia pós-moderna.</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-31 19:07:33 UTC</pubDate>
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         <title>Filosofia Grega</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Contexto do surgimento</strong><br>Surge no século VII a.C com a necessidade de explicar o mundo e os fenômenos naturais que acontecem nele, através de respostas racionais. No início, a filosofia estava diretamente ligada a mitos e crenças religiosas, o pensamento mítico era fortalecido com os ensinamentos de Homero e Hesíodo, que usavam o mito para explicar os fenômenos e repassar valores morais e culturais. Porém, com o passar do tempo o mito foi tomando mais valor cultural e sendo menos utilizado para as explicações dos acontecimentos naturais.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-31 19:25:07 UTC</pubDate>
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         <title>Período Pré-socráticos (séculos VII a V a.C.)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>- Os primeiros a explicar o mundo sem recorrer à fantasia do mito. <br>- Explicavam através da physis (a natureza) aquilo que é natural, o oposto do sobrenaturalismo mítico. <br>- Acreditavam que o princípio originário (arché) é o que possibilita o surgimento de tudo o que há na physis. <br><br><strong>Principais filósofos:</strong><br>- Tales de Mileto foi o primeiro de quem se tem o registro, ao questionar as afirmações mitológicas sobre a origem da natureza. Acreditava que a água era a origem única de todas as coisas.&nbsp;<br>- Anaximandro de Mileto acreditava que o universo tinha sido criado pelo ápeiron (infinito), por modificações do princípio originário (arché).<br>- Pitágoras de Samos acreditava que o que unia todos os seres era a arithmós (matemática), o esforço intelectual conseguiria unificar numericamente todas as coisas.&nbsp;<br>- Parmênides define que o ser é único, imutável, infinito e imóvel, sempre idêntico a si mesmo. O conhecimento sensitivo das coisas dá uma ilusão do movimento, uma aparência, sendo que apenas o conhecimento intelectivo permite que se conceba a realidade como idêntica a si mesma.<br>- Heráclito defendia a ideia de um mundo contínuo, um mundo em constante movimento, onde nada permanece idêntico a si mesmo, e sim transforma-se no seu oposto.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-31 19:27:20 UTC</pubDate>
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         <title>Período Socrático (séculos V a IV a.C.)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>- Os sofistas surgem no contexto dos filósofos que buscavam o princípio originário e buscam dar um novo sentido à filosofia.&nbsp;<br>- Passam da natureza à “antropologia”.&nbsp;<br>- A prioridade não é mais a busca de arché, mas prepara o cidadão para o sucesso na polis. Para isso valorizavam a retórica, a persuasão e o discurso bem elaborados, pois para eles não existia uma verdade absoluta.<br><br></div><div><strong>Principais filósofos </strong><br>- Para <em>Sócrates</em>, existiam verdades universais, válidas para toda a humanidade em qualquer espaço e tempo. Para encontrá-las, era necessário refletir sobre elas. Essa percepção da verdade como alcançável é um fator de diferenciação entre Sócrates e os sofistas. Antes de lançar-se em busca de qualquer verdade, o homem precisa se autoanalisar e reconhecer sua própria ignorância.<br>- Método Socrático: O filósofo inicia uma discussão e conduz seu interlocutor ao reconhecimento de sua própria ignorância através do diálogo.<br>- <em>Platão</em> foi discípulo de Sócrates. A dialética platônica é uma técnica de extração de uma conclusão (síntese) com base em duas ideias opostas (tese e antítese). Aquilo que é conhecido por meio dos sentidos corpóreos são meras ilusões causadas por nossos órgãos do sentido, portanto, são conhecimentos inferiores. O conhecimento ideal estaria, segundo o filósofo grego, no mundo das ideias, estância metafísica racional que só poderia ser alcançada pelo intelecto.<br>- <em>Aristóteles</em> foi fortemente influenciado por Platão, mas não se manteve na mesma linha de pensamento dele, tendo modificado e discordado de muitas teorias platônicas. Antes de Aristóteles, os estudos de Filosofia compreendiam uma mistura de Astronomia, Física, Matemática, Cosmologia, Política, Ética, Estética, Retórica, entre outras áreas do conhecimento. O filósofo foi o primeiro a classificar e a sistematizar essas áreas, desenvolvendo estudos específicos sobre cada tema. Aristóteles deixou em seu legado intelectual o conhecimento empírico, que mais tarde ressoaria na Filosofia Escolástica e na Filosofia Moderna, chamando a atenção dos pensadores para o entendimento dos efeitos do mundo com base em suas causas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-31 19:30:22 UTC</pubDate>
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         <title>Período Helenístico (séculos IV a.C. a VI d.C.)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>- Refere-se ao conhecimento filosófico produzido entre a morte de Alexandre, o Grande e o início da filosofia medieval.<br>- Fusão entre a tradição grega e cultura oriental.<br>- Disseminação do pensamento grego pela região da Síria, Egito, Babilônia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-31 19:36:14 UTC</pubDate>
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         <title>Renascimento (séculos XIV - XVI)</title>
         <author>iasminvirgulino1</author>
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         <description><![CDATA[<div>- Transição da Idade Media para a Modernidade<br>- Inúmeras mudanças no cenário europeu: o comércio se intensificou, a burguesia se tornou um grupo potente, enquanto a nobreza e o clero perderam prestígio.&nbsp;<br>- Foi modificada a estrutura política e econômica europeia saindo de uma situação de:</div><ul><li>Teocentrismo</li><li>Sistema feudal</li><li>Bíblia como verdade de tudo</li><li>Política descentralizada</li></ul><div>para uma reformada com quesitos opostos como:</div><ul><li>Poder absolutista</li><li>Antropocentrismo&nbsp;</li><li>Experimento como verdade e meio de comprovação de todas as coisas.</li><li>Capitalismo</li></ul><div><br>- Importante movimento de ordem artística, cultural e científica que se destacou principalmente em algumas cidades italianas que serviam de entreposto comercial, o que favorecia trocas culturais .</div><div>- Introduziu como centro de seus estudos o homem, o que ficaria conhecido como antropocentrismo.&nbsp;<br>- O ser humano e suas características passaram a ser valorizados, diferentemente do que ocorria na Idade Média.</div><div>- A visão renascentista ia de encontro com os dogmas católicos, mas não excluía totalmente os temas religiosos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-31 23:39:26 UTC</pubDate>
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         <title>Racionalismo (séculos XVII - XIX)</title>
         <author>iasminvirgulino1</author>
         <link>https://padlet.com/leonardovinicius01/rax87whjv79v4m5f/wish/2124488167</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;- Afirma que a razão é o único meio do ser humano adquirir qualquer tipo de conhecimento de forma verdadeira e completa, acreditando nas ideias inatas e no raciocínio lógico.</div><div>- Totalmente contra as ideias empíricas, não as aceitando como forma de conhecimento verdadeiro.</div><div><br></div><ul><li><strong>RENE DESCARTES: 1596-1650</strong></li></ul><div>- Primeiro filósofo racionalista e deu origem à Filosofia Moderna.&nbsp;</div><div>- Desenvolveu uma filosofia que fosse totalmente baseada na verdade absoluta, incontestável.&nbsp;<br>- Elaborou o método cartesiano, que consistia em questionar e duvidar de todas as ideias e teorias preexistentes, assim alcançaria o conhecimento verdadeiro, seguro, que não pode ser duvidado.<br>- Acreditava que a ciência deveria ser prática, e não especulativa, sem comprovação dos fatos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-31 23:55:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Empirismo (século XVII-XVIII)</title>
         <author>iasminvirgulino1</author>
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         <description><![CDATA[<div>- Defendia a ideia que o conhecimento verdadeiro seria obtido através dos sentidos, considerando apenas o que pode ser captado pelo mundo externo a partir de experiência sensorial.&nbsp;</div><div>- <strong>Teoria da tábula rasa (John Locke):</strong> o homem nasce como uma espécie de folha em branco e adquire conhecimento ao longo de sua existência, ou seja, não existem ideias inatas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 00:08:03 UTC</pubDate>
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         <title>Criticismo </title>
         <author>iasminvirgulino1</author>
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         <description><![CDATA[<div>- Elaborada pelo iluminista Immanuel Kant&nbsp;</div><div>- Surgiu como alternativa para o embate existente entre racionalistas e empiristas, mesclando as duas linhas de raciocínio e desenvolvendo uma nova corrente.</div><div>- Acreditava na possibilidade do conhecimento, mas defendia que o indivíduo tem um conteúdo sensível a partir do qual ele capta e interpreta informações. Essa linha de raciocínio seria dividida em “a priori”, parte antes da experiência, e outra após nomeada de&nbsp; “a posteriori”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 00:20:06 UTC</pubDate>
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         <title>Historicismo (final do século XIX e início do século XX)</title>
         <author>iasminvirgulino1</author>
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         <description><![CDATA[<div>- Enfatiza a importância da história como um estudo crucial&nbsp; de interpretação das atividades humanas e dos temas destacados por sua origem e seus acontecimentos.</div><div>- Vertente abraçada por Hegel, que realizou uma obra defendendo que a história deveria ser vista como uma totalidade em desenvolvimento dialético com fatos interligados, todos eles estão indo na mesma direção de um único desfecho (thélos), não como um amontoado de informações.</div><div>- Fatos humanos são históricos e precisam ser compreendidos de maneira clara.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 00:25:29 UTC</pubDate>
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         <title>Cristianismo (3.500 a.C. até 476 d.C)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>- Doutrina religiosa, que surgiu na Antiguidade, durante o Império Romano.</div><div>- Originou-se no século I, após o surgimento de manifestações de povos que seguiam as ideias de Jesus Cristo.</div><div><br>Por serem politeístas, o Império Romano não aceitou a pregação de Jesus Cristo em um só Deus, assim, o crucificando.</div><div>Com a crise do império, a igreja atingiu o poder político, deixando de ser perseguida no século IV, tornando a religião oficial de Roma, e após o fim do Império Romano, tornou-se a instituição primordial da Idade Média.</div><div>Com a expansão do Cristianismo, após a queda do império, a igreja tornou-se a principal instituição com poder de intervir nos valores da doutrina cristã, além disso, passando a controlar grande parte dos territórios feudais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 11:05:26 UTC</pubDate>
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         <title>Filosofia medieval (séculos V-XV)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>- Tentativa de conciliar a religião com a filosofia.&nbsp;<br>- Grandes pontos de reflexão eram: a existência de Deus, a fé e a razão, a imortalidade da alma humana, a salvação, o pecado, a encarnação divina, o livre-arbítrio, dentre outras questões.</div><div><br><strong>Primeira fase da Filosofia Medieval:</strong> aconteceu nos séculos I e II, com a Filosofia dos Padres Apostólicos. Tinha como objetivo explicar os ensinamentos de Jesus Cristo no meio pagão, e teve como maior representante o apóstolo Paulo de Tarso.</div><div><br><strong>Segunda fase da Filosofia Medieval:</strong> aconteceu nos séculos III e IV. Os "Padres Apologistas" defendiam o Cristianismo como uma filosofia natural, sendo superior ao pensamento greco-romano, assim, aproximando-os aos conceitos cristãos que estavam se dissipando pelo Império Romano. Destacaram-se os apóstolos: Justino Mártir, Orígenes de Alexandria e Tertuliano.</div><div><br><strong>Terceira</strong> <strong>fase da Filosofia Medieval: </strong>trata-se da Filosofia Patrística, durante o século IV ao VIII. Tinha como objetivo adaptar os ensinamentos da filosofia grega aos princípios cristãos, baseando-se nas obras de Platão, onde o homem seria capaz de entender a Deus através da sua revelação. O filósofo mais destacado do período foi Santo Agostinho de Hipona.</div><div><br>- <strong>Quarta</strong> <strong>fase da Filosofia Medieval: </strong>trata-se da Filosofia Escolástica, que foi baseada no filósofo Aristóteles. Desfrutou-se entre os séculos IX e XVI, com o objetivo principal de refletir sobre a existência de Deus, da alma humana e da imortalidade, ou seja, justificar a fé a partir da razão. Os escolásticos defendiam que seria possível conhecer Deus através do empirismo, da lógica e da razão, defendendo também a doutrina cristã das heresias. O filósofo que foi destaque nessa fase foi José Tomás de Aquino.</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 11:08:08 UTC</pubDate>
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