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      <title>Linha do tempo by Mariana Miyoko Pocaia Yoshikawa</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-04-25 17:18:57 UTC</pubDate>
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         <title>O Império (1822-1888)</title>
         <author>marianapocaia</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p>No início do segundo período desta abordagem, de 1822 até 1888, quando vigorou o Império, a estrutura industrial brasileira era praticamente inexistente, tendo apenas duas dezenas de oficinas artesanais, sendo o comércio exterior o supridor do mercado interno.</p></li><li><p>Trocava-se produtos agrícolas extraídos no Brasil por manufaturados importados de todos os tipos. No final deste período, foi-se construindo uma ampla malha ferroviária e uma estrutura de portos diversificada ampliando o sistema de trocas.</p></li><li><p>Foram implantadas pequenas usinas de ferro e novas fabricas de tecidos e iluminação elétrica nas cidades maiores.</p></li><li><p>As minas foram abertas à iniciativa privada, atraindo, sobretudo, os ingleses, mas também belgas e franceses, para extração de ferro e de ouro, reativando minas anteriormente exploradas e abandonadas por falta de tecnologia.</p></li><li><p>Foram utilizadas inovações, novas tecnologias avançadas para a época, como perfuratrizes pneumáticas, dinamite, escavações subterrâneas, trilhos, pilões para moer o minério e liberar o ouro, iluminação, máquina a vapor.</p></li><li><p>Sete companhias inglesas se estabeleceram entre 1824 e 1834 para lavra de ouro em locais como São José Del Rei, hoje Tiradentes, São João Del Rei, Sabará e Itabira do Campo. </p></li><li><p>Tanto as minas de ouro como as de ferro entraram em declínio e quase todas fecharam, devido a problemas como drenagem dos túneis, infiltração da água, dureza das rochas em profundidade e graves acidentes de trabalho</p></li></ul><p><br><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-25 17:34:32 UTC</pubDate>
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         <title>A República ( 1889-1964 )</title>
         <author>fernandadejesus</author>
         <link>https://padlet.com/marianapocaia/r9ladltyehm1b92g/wish/2970055624</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><ul><li><p>Na Primeira República (1889-1929), o país teve crescimento econômico e as importações de produtos siderúrgicos cresceram, tais como trilhos, perfis, tambores, barris e tanques e ainda implementos agrícolas, o governo brasileiro foi obrigado a encontrar minérios, tendo sido identificadas abundantes reservas de ferro e manganês, no Quatrilátero Ferrífero, onde 15 companhias se instalaram nos primeiros anos de 1900, e construíram, em 1903, a Estrada de Ferro Vitória-Minas para os transportar. Em 1917, avançou-se mais, com o início da operação da Companhia Siderúrgica Belgo-Mineira, que passou a agregar valor ao minério de ferro, utilizando-o para produzir aço.</p></li></ul><p><br/></p><ul><li><p>Na Segunda República (1930-1945), o Brasil entrou num acelerado processo de industrialização, com o advento da Segunda Grande Guerra. Houve um grande crescimento mineral, concentrado em quatro insumos básicos para a indústria pesada: aço, ferro, carvão, que tiveram sua produção duplicada em apenas 15 anos, e, também, o manganês.Existiu ainda uma grande diversificação na extração de minerais, com ênfase naqueles destinados à indústria bélica, como tantalita, berilo e tungstênio, o que aumentou significativamente as exportações. Boa parte deles foram fornecidos aos Estados Unidos durante o período da Segunda Guerra Mundial . Foram criadas novas empresas siderúrgicas. Decorrente dos acordos de Washington, em que os Estados Unidos retiraram os entraves para que o Brasil tivesse uma grande siderurgia nacional, foi criada, em 1941, a estatal Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), em Volta Redonda, bem como, em 1942, uma grande mineradora estatal de ferro, a Companhia Vale do Rio Doce.</p></li></ul><p><br/></p><ul><li><p>A Terceira República (1946-1964) . Deu-se, nessa época, a consolidação do Brasil como uma importante economia mundial, por meio de gigantescas obras de infraestrutura e industriais: grandes hidrelétricas, construção de Brasília, indústria automobilística e uma grande rede de estradas. Após o governo de Juscelino Kubitschek, o Brasil passou por três anos de grande instabilidade política, em que ocorreram a renúncia de um presidente eleito e a deposição de outro, até que os militares tomaram o poder e instauraram a Ditadura. Na época, a mineração já era de porte médio, mas predominantemente voltada para atender ao mercado interno, o que iria se modificar substancialmente e bem rapidamenete durante o período da Ditadura. Além da estrutura produtiva de ferro e aço, instalada no país para atender à grande demanda interna requerida pela infraestrutura, existiam ainda os grandes volumes produzidos pelo setor de não metálicos. Primeiro, os de uso imediato e local, como a extração de areia, brita e argila, indispensáveis para a atividade de construção de casas, cidades e execução das grandes obras.. Em segundo, os não metálicos denominados Rochas e Minerais Industriais, como o caulim, o talco, a magnesita, para uso em muitos setores da indústria de tranformação. Havia, ainda, alguma exportação de ouro e também de pedras preciosas.</p><p><br/></p></li></ul><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-25 17:36:43 UTC</pubDate>
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         <title>O Brasil Colônia (1500-1822)</title>
         <author>hgarciabonancin</author>
         <link>https://padlet.com/marianapocaia/r9ladltyehm1b92g/wish/2970056015</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>O Brasil Colônia corresponde ao período de 1500-1822. </p></li><li><p>Nesta fase, era grande a expectativa de Portugal de encontrar metais preciosos, a atividade predominante foi o extrativismo dos recursos da floresta (pau-brasil) e agrícolas (açúcar). </p></li><li><p>Somente 200 anos depois do descobrimento, se deu o ciclo do ouro, acompanhado da exploração de diamantes e esmeraldas. </p></li><li><p>Esse ciclo durou apenas 70 anos (1700 a 1770), e o Brasil cerca de mil toneladas de ouro e 3 milhões de quilates de pedras preciosas . </p></li><li><p>As descobertas do ouro atraíram pessoas de outras regiões da Colônia e também de Portugal, provocando profundas mudanças econômicas, sociais e políticas.</p></li><li><p>A mineração foi responsável por grande parte da ocupação territorial do país.</p></li><li><p>O aumento demográfico em torno das jazidas foi exponencial: em apenas um século, a população colonial cresceu 11 vezes, passando de 300 mil habitantes para 3,3 milhões.</p></li><li><p>- No entanto, as explorações utilizavam apenas técnicas rudimentares, gerando graves acidentes de trabalho e impedindo a exploração das minas em maior profundidade, levando ao seu rápido esgotamento.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-25 17:37:05 UTC</pubDate>
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         <title>Ditadura Militar no Brasil (1964-1985)</title>
         <author>andreoliveira38</author>
         <link>https://padlet.com/marianapocaia/r9ladltyehm1b92g/wish/2970056661</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><ul><li><p>Uma década depois da <strong>ditadura militar</strong> iniciar, o capital estrangeiro já respondia por 44% de todos os minerais metálicos extraídos no Brasil</p></li></ul><p><br/></p><ul><li><p>Em<strong> 1970, o governo criou o projeto Radam, voltado a mapear recursos naturais da Amazônia</strong>. Nos anos seguintes, a iniciativa descobriu grandes jazidas minerais no subsolo de Roraima, especialmente ouro e diamante. No ano seguinte, em 1974, começou a construção da BR-174, a rodovia Manaus-Boa Vista</p></li></ul><p><br/></p><ul><li><p>O setor mineral brasileiro tornou-se cada vez mais internacionalizado e voltado ao atendimento da demanda externa</p></li></ul><p><br/></p><ul><li><p>foram desenvolvidos diversos projetos com a participação do capital estrangeiro, especialmente na Amazônia, região que abrigou grandes empreendimentos de mineração, a exemplo do minério de ferro de Carajás (descoberto em 1967) e da bauxita do Vale do Trombetas, ambos no estado do Pará, da cassiterita de Pitinga, no estado do Amazonas, e o manganês da Serra do Navio, no estado do Amapá.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-25 17:37:43 UTC</pubDate>
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         <title>Mineração no Brasil de hoje (1985-2015)</title>
         <author>hgarciabonancin</author>
         <link>https://padlet.com/marianapocaia/r9ladltyehm1b92g/wish/2970066045</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Este último período republicano, com 30 anos de duração, iniciou-se pela redemocratização do país, que vigora até os dias de hoje.</p></li><li><p> Atualmente, o país é um dos cinco maiores produtores e exportadores de metais.</p></li><li><p> Juntamente com o agronegócio, a mineração constitui-se um dos setores estratégicos para o equilíbrio contábil da economia brasileira. </p></li><li><p>No entanto, os minérios são exportados sem qualquer agregação de valor.</p></li><li><p>Hoje, a indústria mineral do Brasil se destaca por: </p><p> -nos últimos 10 anos, o valor da produção da indústria extrativa mineral  cresceu 550%.</p><p> - uma produção que acontece em 3.354 minas, a grande maioria a céu aberto, que produzem uma gama de 72 substâncias minerais. </p><p> -além de algumas centenas de garimpos não legalizados, principalmente de ouro e diamantes, - em 2014, o país obteve uma produção de 36 mil milhões de euros, da qual a maior parte, 30 mil milhões de euros, destinaram-se para as exportações. </p></li><li><p>O minério de ferro, exportado principalmente para a China lidera, respondendo por 60% das vendas externas (IBRAM, 2014); - os investimentos estimados, de 2014 a 2018, são de 48 mil milhões de euros, e a grande maioria é feita por empresas multinacionais (IBRAM, 2014).</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-25 17:46:54 UTC</pubDate>
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         <title>Mariana - 2015 </title>
         <author>marianapocaia</author>
         <link>https://padlet.com/marianapocaia/r9ladltyehm1b92g/wish/2970069267</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>No dia 5 de novembro de 2015, a Barragem de Rejeitos de Fundão (BRF), localizada no município de Mariana/MG e pertencente à Samarco Mineração S.A., rompeu provocando a liberação de aproximados 45 milhões de m³ de rejeitos (correspondente a aproximadamente 90 milhões de toneladas), formando uma onda de cerca de dez metros de altura e deixando um rastro de destruição ambiental e morte de quatorze trabalhadores (treze terceirizados e um trabalhador próprio da Samarco) e cinco moradores (três adultos e duas crianças) do Subdistrito de Bento Rodrigues, localizado a cerca de cinco quilômetros a jusante da BRF. Com a destruição da bacia do Rio Doce até o Estado do Espírito Santo, mais de 10 mil postos de trabalho foram fechados, milhares de agricultores e pescadores ficaram sem trabalho e renda.</p></li><li><p>A lama de rejeitos que se espalhou pelo vale do Córrego do Fundão e percorreu mais de 600 km de cursos d’água do Rio Doce e seus afluentes, chegou até sua foz no município de Linhares, no Estado do Espírito Santo, em duas semanas.</p></li><li><p>A lama de rejeitos que se espalhou pelo vale do Córrego do Fundão e percorreu mais de 600 km de cursos d’água do Rio Doce e seus afluentes, chegou até sua foz no município de Linhares, no Estado do Espírito Santo, em duas semanas.</p></li><li><p>A cidade histórica de Mariana foi afetada pelo aumento desemprego em cerca de 30%. Além disso, houve aumento dos casos de uso de álcool, drogas ilícitas, depressão, violência doméstica e de autoextermínio. A cidade de Barra Longa também foi seriamente afetada pela lama, com geração de poeiras em quantidades significativas que elevaram ocorrência de agravos respiratórios e doenças de pele, principalmente entre crianças e idosos.</p><p><br></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-25 17:50:05 UTC</pubDate>
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         <title>Brumadinho - 2019 </title>
         <author>fernandadejesus</author>
         <link>https://padlet.com/marianapocaia/r9ladltyehm1b92g/wish/2970094402</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Ocorreu o rompimento da Barragem da Mina de Córrego do Feijão, da empresa Vale S.A, localizada no município de Brumadinho, cerca de 60 quilômetros da sua capital . Foram liberados cerca de 12 milhões de m³ de rejeitos. A lama atingiu as instalações existentes à jusante há cerca de um quilômetros da barragem soterrando completamente os escritórios administrativos, refeitório, vestiário, almoxarifado, o setor de carregamento ferroviário e parte das instalações de tratamento de minério, resultando em 217 mortes confirmadas e 91 desaparecidos. A lama destruiu em seu caminho uma parte do distrito de Córrego do Feijão, uma pousada (matando todos os seus ocupantes), um viaduto de linha férrea e várias propriedades rurais. A lama chegou ao Rio Paraopeba, numa extensão de mais de 100 quilômetros, impactando o fornecimento de água para comunidades indígena e quilombola, e para as cidades de Brumadinho e Pará de Minas, que tiveram a captação de água do Rio Paraobeba interrompida. Também foram atingidas várias propriedades rurais nas margens do Córrego do Feijão e do Rio Paraopeba. As alterações na turbidez e nos níveis de metais na água ainda se fazem presentes e tem sido motivo de preocupação constante das autoridades. Também tem sido motivo de preocupação a saúde dos militares do corpo de bombeiros que autuaram e continuam atuando no resgate dos corpos. A economia da região foi duramente afetada e o município de Brumadinho perdeu cerca de 60% de sua renda, além de</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-25 18:14:30 UTC</pubDate>
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