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      <title>Sílvia Batista - Narrativa de Aprendizagem by Sílvia Sofia Grilo Batista</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-04-21 15:28:30 UTC</pubDate>
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         <title>Etapa 1</title>
         <author>silviabatista6</author>
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         <description><![CDATA[<p>Desenhei-me como um livro, pois, a meu ver, os educadores e formadores assim o são. Tal como os livros, os educadores e formadores procuram transmitir experiência e conhecimento a outros, para que estes ganhem novas competências, seja em que tema ou contexto for. Os livros também servem como guias e orientadores para a aprendizagem, o que eu penso que sejam as características mais importantes de um profissional de Educação e Formação: saber perceber e compreender o outro, de modo a ajudá-lo a aprender, desenvolver novas competências e, acima de tudo, crescer.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-21 15:41:31 UTC</pubDate>
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         <title>Etapa 2</title>
         <author>silviabatista6</author>
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         <description><![CDATA[<p>Para esta narrativa comecei por fazer um desenho que representa-se como eu me vejo como uma formadora, atividade proposta pela docente Ana Pinho no âmbito da unidade curricular Modelos de Formação do 2º ano da Licenciatura em Educação e Formação.</p><p>Escolhi desenhar livro aberto e após isso tive de fazer uma breve descrição do mesmo, e neste momento tenho a oportunidade de o refazer em condições ao invés deuma explicação rudimentar. Basicamente o livro aberto &nbsp;representa de uma forma simbólica o que eu vejo como a essência da ação educativa. Esta ideia expressa a minha conceção de que os educadores e formadores são, em muitos aspetos, como livros abertos, são fontes de conhecimento, experiência e inspiração que se disponibilizam aos outros para promover a aprendizagem e o crescimento.</p><p>Tal como os livros, os profissionais da educação e formação têm como missão transmitir conhecimento e experiências, adaptando-se a diferentes públicos e contextos. Um livro aberto é um convite ao conhecimento, ao diálogo e à descoberta – funções que, acredito, devem também caracterizar quem educa e forma.</p><p>Por outro lado, os livros não apenas transmitem conteúdos mas também servem de guias, orientadores e companheiros no percurso de quem aprende. Assim vejo também o papel do educador: alguém que, mais do que ensinar, acompanha, escuta e compreende o outro, e ajuda a desenvolver novas competências, a encontrar sentido no que se aprende e, acima de tudo, a crescer como pessoa, a evoluir.</p><p>Saber ler o outro, interpretar as suas necessidades, interesses e motivações, é uma das competências mais importantes de quem se dedica à Educação e Formação. Um profissional atento, disponível e empático torna-se, tal como um bom livro, uma ferramenta poderosa de transformação, não apenas pela imposição de saberes, mas pela criação de oportunidades de desenvolvimento e autonomia.</p><p>Neste sentido, o meu desenho traduz não só a forma como vejo a ‘profissão’, mas também os valores que lhe atribuo: partilha, escuta, orientação e compromisso com o crescimento do outro.</p><p>Até ao momento, o percurso realizado nesta unidade curricular tem-me permitido aprofundar a forma como penso e me vejo enquanto futura profissional na área da Educação e Formação. Ao contrário de outras experiências formativas mais técnicas, sinto que esta unidade tem servido sobretudo como espaço para refletir, reorganizar e dar sentido a ideias e valores que já trazia comigo, mas que ainda não tinha tido oportunidade de pensar com tanta clareza ou de ver novas perspetivas de alguns autores anteriormente desconhecidos.</p><p>A atividade inicial – o desenho simbólico – levou-me a representar-me como um livro aberto, imagem que, para mim, traduz o essencial da ação formativa: partilhar saberes, orientar percursos e estar disponível para acolher e compreender o outro. Só mais tarde, ao reler os textos propostos, percebi a profundidade desta escolha. Marcelo García (1999) afirma que "a linguagem vulgar utilizada para definir um conceito ou descrever processos de ensino e aprendizagem está carregada de metáforas", e foi precisamente através de uma metáfora que comecei a construir sentido para a minha identidade enquanto futura formadora. A imagem do livro aberto liga-se à ideia de formação como abertura, partilha e processo contínuo, e aproxima-se da visão de desenvolvimento profissional que o autor defende no Capítulo 4: um professor que reflete sobre a sua própria prática, aprende com a experiência e se adapta aos contextos e aos sujeitos com quem trabalha. Tal como afirma Marcelo García (1999), “do ponto de vista da investigação-acção, o professor é concebido como uma pessoa capaz de reflectir sobre a sua própria actividade docente, que pode identificar e diagnosticar problemas da sua própria prática, capaz de levar a cabo o que Schön denomina reflexão-na-acção”. Esta perspetiva coloca o professor no centro do seu próprio desenvolvimento, não como um mero executor de instruções, mas como agente reflexivo e investigador da sua prática.</p><p>Por outro lado, esta capacidade de reflexão e ação deve estar intimamente ligada ao contexto onde se atua. Como o próprio autor defende, é “a formação que adota como problema e referência o contexto próximo dos professores [...] aquela que tem maiores possibilidades de transformação da escola” (Marcelo García, 1999) procurar p]agina. Isto reforça ainda mais a importância de uma formação situada, sensível às realidades específicas dos formandos e às necessidades reais das comunidades educativas.</p><p>Embora as atividades desta unidade curricular não me tenham confrontado com ideias radicalmente novas, tenho aprofundado outras ideias como por exemplo, alguns princípios estruturantes da formação de professores. Refiro-me, por exemplo, à integração entre teoria e prática, à importância da formação situada no contexto escolar, ou ao princípio da individualização dos percursos formativos, discutidos por Marcelo García (1999). Estas leituras deram-me não só nome a ideias que já intuía, como também ampliar a minha compreensão sobre o que significa formar com intencionalidade, ética e coerência.</p><p>Um dos pontos que mais me marcou foi a leitura paralela que estou a fazer para outra unidade curricular, onde se discute a contradição entre aquilo que a escola espera dos alunos (inovação, criatividade, pensamento crítico) e os métodos rígidos com que esses mesmos alunos são avaliados e ensinados. Este olhar crítico sobre o sistema educativo levou-me a reconhecer que quero ser uma formadora que não reproduz essa incoerência, mas sim alguém que orienta sem limitar, propõe sem impor e abre espaço à diferença. Esta postura liga-se diretamente à ideia de desenvolvimento profissional como construção pessoal e partilhada, assente na reflexão, na colaboração e na procura contínua de sentido.</p><p>Também a leitura de Flores (2015) ajudou-me a compreender melhor o que significa ter uma identidade profissional em construção, e a aceitar com mais tranquilidade as dúvidas e incertezas que fazem parte desta fase da minha formação. A autora sublinha que “tornar-se professor constitui [...] um processo multidimensional, idiossincrático e contextual”, o que implica articular crenças, experiências, emoções e práticas num percurso que é tudo menos linear (p. 139). Esta visão é importante porque confirma que não é necessário escolher ou fixar-se num “tipo de formador”, mas sim desenvolver um equilíbrio adaptativo, que permite responder com versatilidade às necessidades dos formandos, sem abdicar dos valores pessoais/profissionais.</p><p>Na verdade, percebo que a minha identidade como futura formadora não nasce do zero, mas é moldada pelas minhas experiências passadas e pelas reflexões recentes que me têm feito questionar e reconstruir significados. Tal como referem Flores e Day (2006), a identidade profissional transforma-se ao longo do tempo, influenciada pela biografia pessoal, pelas trajetórias de formação, pelas crenças e pelos contextos educativos (p. 140). No meu caso, o contacto com ideias novas não apagou aquilo que já trazia, mas antes aprofundou e reorientou a forma como interpreto as minhas vivências e os caminhos que quero seguir.</p><p>“torna-se, assim, fundamental para compreender (e questionar) crenças, valores e imagens pessoais sobre o ensino e sobre o que significa tornar-se (e ser) professor” p. 145 <em>aqui a autora explica que o desenvolvimento da identidade profissional envolve uma reflexão contínua sobre quem somos, o que valorizamos e que tipo de professores ou formadores aspiramos a ser, tendo sempre em conta os contextos sociais, culturais e educativos onde nos inserimos (p. 144). Esta reflexão, como ela refere,</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-21 15:42:38 UTC</pubDate>
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         <title>Etapa 3</title>
         <author>silviabatista6</author>
         <link>https://padlet.com/silviabatista6/r63djdc0qjmmzwj7/wish/3500551153</link>
         <description><![CDATA[<p>O que nos leva ao final do semestre, onde ao "Desenhar-me como formadora hoje", a essência do meu desenho inicial, um livro aberto, permanece inalterada. Esta imagem continua a representar, de forma simbólica, a minha conceção de que os educadores e formadores são como fontes de conhecimento, experiência e inspiração, disponíveis para promover a aprendizagem e o crescimento dos outros. O livro aberto é um convite ao conhecimento, ao diálogo e à descoberta, funções que, acredito, devem caracterizar quem educa e forma.</p><p>Inicialmente, como deu para ver anteriormente, reconheço que subestimei a UC e a profundidade dos modelos de formação. Contudo, a minha perceção evoluiu especialmente no desenvolvimento final da proposta de formação e através do feedback recebido.</p><p>Percebo agora que, embora a ideia de ser um ‘livro aberto’ seja fundamental, há "muito por escrever e desenvolver", ou seja, reconheço que ter ideias e realizar planos, mesmo com uma noção básica, não garante a facilidade na sua execução. Uma formação não tem que necessariamente usar apenas um modelo, mas sim adequar-se e adaptar-se ao necessário, mantendo uma linha estratégica lógica e objetiva. Esta consciência de que o meu "livro" ainda tem muitas páginas em branco a serem preenchidas com estudo, experiência e reflexão, reafirma a minha missão de continuar a aprender e a desenvolver-me.</p><p>A imagem do livro aberto liga-se diretamente à ideia de formação como abertura, partilha e um processo contínuo, aproximando-se da visão de desenvolvimento profissional que Marcelo García (1999) defende: um professor que reflete sobre a sua própria prática, aprende com a experiência e se adapta aos contextos e aos sujeitos com quem trabalha. Esta perspetiva coloca o professor no centro do seu próprio desenvolvimento, não como um mero executor, mas como um agente reflexivo e investigador da sua prática.</p><p>No âmbito desta UC o feedback revelou-se o momento mais crucial para o meu percurso formativo. Tanto o feedback dos meus pares como o da docente foram indispensáveis. Durante a realização das diferentes tarefas, apesar das minhas conclusões iniciais poderem parecer as mais acertadas, a partilha com os colegas e, principalmente, o feedback final da professora – que nos orientava para o que teria feito mais sentido – foram fundamentais. Um exemplo claro e de grande impacto para mim foi a observação das propostas de formação de outros grupos e o feedback que lhes foi dado, bem como o feedback final sobre o meu próprio trabalho. Estes momentos ajudaram-me a compreender, ao longo do semestre, o conteúdo das aulas e, na realização de momentos práticos, a saber como fazer melhor.</p><p>Esta experiência ressoa com a importância do "encontro" e da "fertilização mútua" entre pares e formadores na construção do conhecimento, tal como defendido por Nóvoa (2017) ao descrever o "novo lugar institucional" da formação, um "lugar de encontro" onde se promove uma nova realidade com "igual dignidade a todos os intervenientes no processo de formação". O feedback recebido permitiu-me estabelecer relações entre a teoria e a prática, uma dimensão essencial da formação em alternância que tanto Marcelo (1999) como Nóvoa (2017) sublinham como forma de ligar o conhecimento universitário à realidade escolar.</p><p>A este propósito, um momento particularmente esclarecedor ocorreu no final da apresentação da proposta de formação. A professora chamou a atenção para o facto de que o modelo mais adequado nem sempre era apenas o modelo de cursos de formação, mas que o modelo de reflexão era igualmente crucial, e que um não descartava necessariamente o outro. Esta observação levou-me a uma releitura atenta do texto de Marcelo (1999), onde pude finalmente identificar e apreender o que me tinha escapado inicialmente sobre a complexidade e a multi-referencialidade da qualidade na educação, e como os diferentes modelos de formação não são excludentes, mas sim complementares para uma conceção dinâmica da qualidade.</p><p>A maior dificuldade que senti durante o percurso de aprendizagem nesta UC, para além da gestão do tempo, foi a de por vezes não compreender bem as tarefas. Um exemplo claro foi no podcast, onde não me apercebi que era necessário utilizar o caso mais adequado entre todos os casos apresentados, e não apenas aqueles que já havia analisado em grupo. Este equívoco acabou por diminuir a qualidade do meu trabalho. No entanto, sempre que tive dúvidas, a estratégia adotada foi questionar os meus pares ou a própria professora, o que contribuiu para uma melhor performance académica.</p><p>Esta dificuldade em interpretar corretamente as instruções das tarefas pode estar relacionada com o distanciamento da universitarização da formação docente em relação à realidade prática, um desafio identificado por Nóvoa (2017) e Marcelo (1999). A minha estratégia de procurar os pares e a professora alinha-se com a ideia de formação como um processo colaborativo e de "comunidades profissionais docentes", onde a partilha e a co-responsabilidade são fundamentais para o desenvolvimento profissional. Demonstra também uma "disposição pessoal" para lidar com a incerteza e a imprevisibilidade, características que Nóvoa (2017) considera essenciais para o futuro professor.</p><p>Enquanto profissional na área da educação e formação, a minha missão passa por aprofundar continuamente o meu conhecimento sobre os diferentes modelos de formação e a sua interligação e aplicação prática. O principal desafio é não subestimar a complexidade da área, como inicialmente fiz nesta UC.</p><p>Acredito que ter ideias e realizar planos exige mais do que uma noção prévia, e sim, requer um estudo aprofundado e uma capacidade de adaptação. A missão que traço para mim é a de ser uma formadora que não se limita a um único modelo, mas que é capaz de adequar e adaptar as abordagens pedagógicas às necessidades específicas dos formandos e dos contextos, mantendo sempre uma linha estratégica lógica e objetiva que coincide com a conceção da dinâmica de qualidade da formação de professores, que não deve ser vista como estática, mas sim, como um processo contínuo de desenvolvimento e ajustes. A compreensão de que modelos como o de cursos e o de reflexão se complementam, e que a escolha de um não anula o outro, reforça a minha defesa de uma prática formativa mais rica e adaptável, onde o formador deve possuir a flexibilidade para transitar entre diferentes abordagens em função das necessidades e contextos.</p><p>Aspiro a ser uma formadora que contribua para a construção da ‘posição’ do professor/formador, entendida como dinâmica e relacional, e que abranja as cinco "posições" propostas por Nóvoa (2017): Disposição Pessoal, Interposição Profissional, Composição Pedagógica, Recomposição Investigativa e Exposição Pública. Quero cultivar a "disposição pessoal" para o autoconhecimento e o desenvolvimento de um <em>ethos</em> profissional ético, promover a "interposição profissional" através da colaboração e socialização no universo profissional, e desenvolver uma "composição pedagógica" que me permita encontrar o meu estilo e dominar o "conhecimento profissional docente".</p><p>Além disso, pretendo integrar a "recomposição investigativa", encarando a pesquisa como parte da rotina profissional, de modo a contribuir para o ‘património’ da profissão e estimular a reflexão, como li nos textos de Nóvoa (2017) e Marcelo (1999). Por fim, a ‘exposição pública’ implica a participação na construção de políticas públicas e na ação coletiva, abrindo a escola ao espaço público e reconstruindo laços com a sociedade, algo a que já fui introduzida na vida associativa da Universidade.</p><p>O desafio é persistir nesta aprendizagem contínua, e reconhecer que, tal como um livro aberto, a minha identidade profissional e o meu conhecimento estão em constante construção e desenvolvimento, alicerçados no conhecimento científico e cultural, tal como Nóvoa (2017) e Marcelo (1999) salientam como pilar central da formação.</p><p>A minha missão é, portanto, ser uma promotora e garante da qualidade da formação, contribuindo para o fortalecimento da profissão docente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-24 12:35:47 UTC</pubDate>
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         <title>Versão Final da Narrativa</title>
         <author>silviabatista6</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-06-24 12:36:15 UTC</pubDate>
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         <title>Comentário</title>
         <author>reispinho</author>
         <link>https://padlet.com/silviabatista6/r63djdc0qjmmzwj7/wish/3528081649</link>
         <description><![CDATA[<p>Comentário global: a narrativa ilustra um percurso pessoal de aprendizagem profissional e demonstra capacidade de autoanálise e discussão crítica de conceções e de experiências. Traduz um processo de autocompreensão sobre a construção da sua profissionalidade como formadora. Identifica movimentos de crescimento e de autoconsciencialização importantes e estabelece ligações claras com o processo formativo que experienciou. Procura sustentar as aprendizagens, de natureza diversa, em referenciais teóricos através de um discurso integrador, o que é bastante positivo. </p><p><br/></p><p>Onde poderá melhorar: na etapa 2, menciona uma leitura que estava a fazer noutra UC. Teria sido importante dizer explicitamente a que autor/texto se referia. A etapa 3 está incompleta, pois não entrega o desenho 2, tal como solicitado no guião do trabalho. Apesar de se manter o 1.º desenho, teria sido importante a elaboração de um novo desenho, por exemplo, ilustrativo da reflexão feita na etapa 3. Aspetos formais: indicar sempre (nem sempre o faz) os números das páginas das citações feitas no corpo do texto.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-24 19:10:36 UTC</pubDate>
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