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      <title>AULA 8 - PARTILHA E INTERAÇÃO SOBRE AS LEITURAS by Maria Eugenia Batista</title>
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      <description>Olá! Vamos partilhar os aspectos centrais de cada capítulo. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-06-08 06:41:25 UTC</pubDate>
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         <title>Capitulo 5 - Liberali - Compreensão Escrita em LE </title>
         <author>meugenia_bat</author>
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         <description><![CDATA[<div>Postem aqui destaques do capítulo. Tragam questionamentos para interação</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-08 06:46:21 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulo 6 – Liberali - Produção Oral e Performance</title>
         <author>meugenia_bat</author>
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         <description><![CDATA[<div>Postem aqui destaques do capítulo. Tragam questionamentos para interação</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-08 06:48:03 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulo 9 – Liberali - Mediação Tecnológica  </title>
         <author>meugenia_bat</author>
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         <pubDate>2023-06-08 06:49:22 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulo 10 - Liberali - Avaliação </title>
         <author>meugenia_bat</author>
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         <description><![CDATA[<div>Postem aqui destaques do capítulo. Tragam questionamentos para interação</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-08 06:49:51 UTC</pubDate>
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         <author></author>
         <link>https://padlet.com/meugenia_bat/r62sfdmkegr16bud/wish/2619602239</link>
         <description><![CDATA[<div>O pesquisador Wellington de Oliveira (2012), ao tratar da mediação tecnológica nas salas de aula de língua estrangeira, problematiza a ausência de uma identificação clara dos objetivos da utilização das novas tecnologias, a ênfase ao meio e não ao conteúdo e a resistência à mudança. É necessário que haja conversações sobre aprendizagem com alunos, pais e professores.<br>Para tanto, ele sugere que ações para formação tecnológica da comunidade escolar sejam efetuadas. Tais ações devem fazer com que a comunidade escolar compreenda a tecnologia como uma nova maneira de representar o conhecimento e que possibilite a vivência de uma contextualização do conhecimento construído com a vivência tecnológica. É preciso que as barreiras de ordem administrativa e pedagógica sejam superadas.<br>Para Oliveira (2012, p. 146-147)&nbsp; "Não se trata de ensinar para um fim, e sim de ensinar para apontar direcionamentos para a produção de sentidos marcados historicamente, que marcam nos alunos um 'lugar social' e que lhes permitem produzir sentidos a partir desse lugar que ocupam". Nesse cenário, o papel do professor é aprender a trabalhar com diferentes tipos de tecnologia, possuir uma visão participativa do processo educacional e estimular a participação individual e coletiva dos estudantes.<br>A partir disso, é possível refletir sobre as seguintes questões: Que situações sociais podem ser trazidas para a sala de aula de língua estrangeira? Como levar em consideração o contato que os alunos já tem com a tecnologia e o conhecimento prévio que eles trazem? Como estimular a participação dos estudantes? Como ocorreria essa conversa com os pais dos alunos?<br><br>- Larissa Santos</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-09 21:25:23 UTC</pubDate>
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         <author></author>
         <link>https://padlet.com/meugenia_bat/r62sfdmkegr16bud/wish/2619611246</link>
         <description><![CDATA[<div>A professora Sueli Salles Fidalgo (2012) apresenta quatro tipos de avaliação e também fala sobre o feedback. A primeira é a avaliação somativa, que verifica o que o aluno aprendeu para gerar uma nota e geralmente ocorre no final do processo. A avaliação formativa interessa-se pelos processos que levam o aluno a aprender e busca regularizar a aprendizagem. A avaliação qualitativa orienta a intervenção pedagógica. A avaliação diagnóstica ocorre no início do período e objetiva identificar pontos fortes e fracos. Por fim, o feedback consiste em uma realimentação e define as mudanças.<br>Fidalgo (2012) sugere alguns modelos de autoavaliação ou avaliação das atividades propostas para a percepção do aluno sobre a aprendizagem. Algumas orientações que a professora oferece sobre o processo avaliativo são, primeiramente, que este seja um processo dialógico, em que o aluno aprende e ensina. O professor sempre deve permitir ao aluno mais de uma opção de resposta correta. Além disso, as regras devem ser utilizadas como parte da realidade e não como abstrações. A autoavaliação precisa ser um processo argumentativo e que é aprendido a partir da avaliação que os outros realizam do estudante. É necessária a compreensão do momento de avaliação como um momento de aprender e ensinar, ou seja, fornecer feedback. O professor deve evitar homogeneização e adaptar os modelos avaliativos de acordo com o perfil de cada turma. Por fim, ele deve levar em conta a triangulação avaliativa (autoavaliações, avaliações de pares e pelo professor) para gerar uma nota final.<br>Alguns questionamentos que surgiram ao decorrer da leitura foram: como inserir na sala de aula modelos de autoavaliação que sejam validados pela comunidade escolar, isto é, pelos alunos, pais e professores que estão frequentemente habituados a uma educação bancária que está intrinsecamente ligada às avaliações tradicionais? Como promover uma interação entre os pares de modo que possam avaliar o trabalho de outros estudantes?<br><br>- Larissa Santos</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-09 22:00:12 UTC</pubDate>
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         <author></author>
         <link>https://padlet.com/meugenia_bat/r62sfdmkegr16bud/wish/2621410458</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste capítulo, <em>Andrea Vieira e Sarah Weiler</em> trazem reflexões acerca da importância da comunicação oral em sala de aula, visto que a língua é utilizada em atividades sociais e, portanto, deve ser trabalhada através dessa perspectiva. Para tanto, as autoras explicam, sob um prisma vygotskiano, como realizar atividades com foco na produção oral e estabelecem a performance como uma delas, que é definida como "uma maneira de trabalhar com produção oral de uma forma lúdica, criativa e contextualizada, aproximando o máximo possível da vida real." (p. 101)<br><br>De forma geral, as tarefas orais podem ser pautadas a partir dos seguintes conceitos: o brincar livre (no qual os participantes assumem um papel fantasiado e as regras são construídas simultaneamente com a brincadeira), o brincar regrado (como o xadrez, em que há regras preestabelecidas) e a própria performance (que é uma mistura de regras preestabelecidas e simultâneas). Os autores trazem o exemplo da atividade "Visitar ao museu", que é construída através dos seguintes passos:<br><strong>1. Construção do repertório: </strong>momento no qual os alunos têm contato com diferentes produções que englobam a temática, como assistir aos filmes "Uma noite no museu I e II", explorar livros sobre museus e discutir apresentações de Power point trazidas pelo professor. <br><strong>2. "Unscripted" Performance:</strong> neste momento, os alunos devem criar uma primeira performance intercalando os papéis sociais da interação. Além disso, os alunos devem organizar os espaços e vestir adereços. Esse passo da atividade serve como um meio para mobilizar conhecimentos prévios, assim como uma avaliação diagnóstica. <br><strong>3. Brincadeira regrada:</strong> aqui, o professor fornece arcabouço linguístico (sobretudo léxico) para os alunos. Para isso, o professor anotou frases em cartazes de cores diferentes e os deixou pendurados. Em seguida, os alunos foram convidados a performar uma interação entre visitante e atendente. Para a realização dessa dinâmica, os alunos foram novamente convidados a se vestirem de acordo e organizarem o espaço de sala de aula, mas, desta vez, puderam utilizar os prompts deixados nos cartazes. <br><strong>4. Trabalho em grupo:</strong> este passo apresenta características do brincar regrado. Aqui, os alunos foram convidados a apresentar uma mini palestra sobre dinossauros no museu. <br><strong>5. Apresentações orais acadêmicas:</strong> por fim, outro passo dado como importante seriam as tarefas voltadas a apresentações como seminários, palestras e debates, nos quais os alunos são postos em um contexto de maior formalidade, de modo a praticarem a linguagem dos textos orais produzidos nas dinâmicas anteriores.&nbsp;<br><br>Frente a tais dinâmicas, é possível notar que os alunos são capazes de desenvolver conversas respeitando o contexto em que são postos, assim como seus turnos de fala, que contarão com aspectos linguísticos relacionados aos papéis sociais em que foram colocados (atendente, visitante etc.)<br><br>- Paula Santos</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-12 19:05:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/meugenia_bat/r62sfdmkegr16bud/wish/2621428593</link>
         <description><![CDATA[<div>Ademais, “a performance é uma maneira poderosa de transformar o processo de ensino-aprendizagem de algo decorado, chato, difícil, em algo vivenciado, divertido e tangível” (p. 102), ou seja, ao trazer um contexto, dar uma utilização para o que é aprendido em sala, os alunos podem praticar a língua de forma efetiva, ao invés de apenas memorizar regras e possíveis situações de uso.&nbsp;</div><div>Também é notável salientar que com performances em sala de aula, os alunos se auxiliam mutuamente, ampliando e construindo conhecimentos de forma coletiva. Além disso, é importante que todos os alunos possam “performar” os papéis disponíveis, vivenciando diferentes papéis sociais.&nbsp;</div><div><br>- Bianca Camillo</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-12 19:36:44 UTC</pubDate>
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         <title>Cap 09</title>
         <author>camilamota6</author>
         <link>https://padlet.com/meugenia_bat/r62sfdmkegr16bud/wish/2625089448</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;O texto organizado por Liberali, apresenta o posicionamento de Wellington Oliveira (2012) a respeito da tecnologia no ambiente de ensino, o qual apresenta a perspectiva que o ensino precisa de interação tecnologica, mas reconhece que conforme MORGADO( 2001) o ensino já teve mais falhas do que acertos ao tentar a tecnologia na educação, dentre elas a falta de objetivo claro da utilização de novas tecnologias e a resistência à mudança.<br>&nbsp; &nbsp; Portanto, OLIVEIRA (2012) realiza apontamentos reflexivos que para o ensino dar certo é necessário: "concepção dos professores sobre o modo que se aprende"p.145 e dependerá de ações como compreender, vivenciar, integrar e reconstruir, para propiciar, para ambas as partes feedback, reflexão e interação no uso da tecnologia em sala.<br><br>-Camila Matias O. Mota</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-16 02:34:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>maciellivia</author>
         <link>https://padlet.com/meugenia_bat/r62sfdmkegr16bud/wish/2631597307</link>
         <description><![CDATA[<div>	De acordo com Rosinda de Castro, autora do capítulo, <strong>a escrita deve receber uma atenção especial no ensino </strong>pelo fato de <strong>muitos aprendizes de língua estrangeira fazerem mais o uso da leitura e da escrita para suprir as suas necessidades </strong>acadêmicas e/ou profissionais do que utilizarem a língua falada em si. No entanto, a autora acredita que <strong>estas podem ser exploradas para além do que se costuma fazer nas abordagens tradicionais</strong>, assim, a língua não seria apenas o "meio" para o aprendizado de um idioma, mas receberia o status devido, que é o de uma modalidade fortemente presente nas atividades do dia a dia.<br><br>	Rosinda também destaca que <strong>o ato da leitura demanda a articulação de inúmeros conhecimentos e habilidades, </strong>tais como a identificação do gênero ao qual o texto pertence, acionamento de conhecimentos prévios de vocabulário, além das estratégias de leitura, como em: "ah, esse texto é uma receita, então primeiro verei os ingredientes". Vemos nesse exemplo que pelo fato do texto se encaixar no gênero receita, o seu leitor segue uma determinada ordem de leitura e é dessa forma que acontece nos demais gêneros textuais.<br>&nbsp; &nbsp; Além disso, a autora divide os <strong>tipos de compreensão </strong>que podem ser solicitados pelo professor a depender de seus objetivos em aula e do nível de proficiência dos seus alunos em leitura, estes são (p. 87):<br><br></div><ol><li>&nbsp;a <strong>“compreensão geral”: </strong>em que o aluno buscaria entender “sobre o que o texto fala”,&nbsp;</li><li>a <strong>“compreensão de pontos principais”, </strong>na qual este tentaria “identificar as ideias principais contidas em um texto”;</li><li>&nbsp;<strong>“compreensão detalhada”, </strong>na qual aquele que lê precisaria estar atento a “praticamente todos ou quase todos os detalhes de um texto” (p. 87).&nbsp;</li></ol><div><br>	Outro ponto que a autora nos chama a atenção é que <strong>as leituras propostas em aula devem ser apresentadas tais como são em nossa vida cotidiana, </strong>desse modo, haverá diferentes propostas de leitura, <strong>desde aquelas mais formais, </strong>como a leitura de matérias de jornais e revistas, <strong>até leituras mais informais, </strong>a exemplo de textos literários e HQs.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; Ademais, a professora destaca como as novas abordagens no trabalho com o texto, <strong>no ensino de língua estrangeira, </strong>buscam trabalhar para além da gramática da língua em questão, estimulando os alunos a entenderem o propósito comunicativo do texto, local onde circulou, público ao qual se destina e demais estratégias. Por fim, ela destaca algo que foi evidenciado ao longo de todo o texto, que é: <strong>o trabalho com o texto não deve ser estruturado como o meio para alcançar algo, mas como uma atividade que possui o fim em si mesma, </strong>pois está fortemente presente na vida cotidiana de todos nós.&nbsp;<br><br></div><div><strong>&nbsp; &nbsp; Vemos, assim, o quão vasto pode ser o trabalho com a leitura e a escrita na sala de aula dentro do ensino de LE. As estratégias de compreensão da escrita apresentadas são, por vezes, muito úteis no nosso dia a dia, visto que lemos diferentes tipos de textos, nas mais variadas situações, com mais ou menos tempo para tal.</strong></div><div><br>- Lívia Maciel e Beatriz Mie<br>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><br><br></div><div><br>&nbsp;</div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-25 03:02:15 UTC</pubDate>
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