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      <title>Atividades Práticas  by Madalena Barroso</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-10-25 19:09:39 UTC</pubDate>
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         <title>ciclo das rochas ou litológico.</title>
         <author>madalenab_0404</author>
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         <description><![CDATA[<div>são formadas 3 tipos de rochas neste ciclo:<br><br> - Magmáticas: <br><br>          - Intrusivas : o magma no interior da Terra ascende mas,incapaz de chegar à superfície terrestre, sofre um lento arrefecimento em porfundidade, o que permite a formação de cristais a partir do desenvolvimento dos seus minerais tendo assim uma textura granular.<br><br>           - Extrusivas : a ascenção do magma até à superfície terrestre (apartir , por exemplo, de um vulcão) faz com que este sofra um rápido arrefecimento, que não permite a formação de cristais o que faz com que a rocha formada tenha uma textura agranular.<br><br> - Sedimentares : a ação da meteorização (tanto física como química) e de processos como a sedimentogénese e a diagénese sobre rochas pré-existentes vão dar origem a sedimentos que depois de sofrerem os processos referidos anteriormente formarão uma rocha sedimentar.<br> 3 tipos de rochas sedimentares podem ser formadas:<br> -Detríticas (formadas a partir de outras rochas);<br>  -Biogénicas (formadas a partir de restos de seres vivos);<br> -Quimiogénicas (formadas a partir da precipitação química);<br><br><br> - Metamórficas : estas são formadas em profundidade a partir da ação dos principais agentes de metamorfismo (pressão e temperatura) que provocam a transformação destas rochas pré-existentes formando assim uma rocha metamórfica.<br><br><br>O que torna todas estas tranformações um ciclo são o facto das rochas, a partir do afundamento, poderem voltar a ser fundidas ,tornando-se em magma de novo, fazendo assim com que tudo recomece.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-25 19:22:29 UTC</pubDate>
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         <title>Identificação das rochas.</title>
         <author>madalenab_0404</author>
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         <description><![CDATA[<div>A partir das características visíveis à vista desarmada e com a ajuda da chave dicotómica foi possível identificar que rochas eram e a que tipo de rochas pertenciam. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-25 21:13:02 UTC</pubDate>
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         <title>A história geológica das amostras </title>
         <author>madalenab_0404</author>
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         <description><![CDATA[<div>Finalmente estava a ascender, brevemente veria a luz do sol pela primeira vez ! Quando cheguei à superfície terrestre para meu espanto, comecei a solidificar muito rápidamente ... os meus minerais nemtiveram tempo de se desenvolver! Pensava que seria de forma mais lenta , como a dos granitos que passei à pouco . Bom parece que agora sou um basalto... Bolas que vento! Tanta chuva já não estou a aguentar! Manter-me junta está a tornar-se num verdadeiro desafio. Desisto! Onde me lavará esta água ... tanta força estou cada vez mais dividida ... <br>Finalmente parei ! Já não era sem tempo ! Que apertado ! Mais sedimentos se estão a sobrepor a mim ! Agora estão-se a colar a mim... parece que me tornei numa rocha sedimentar .<br>cada vez está mais pressão e mais calor ... será que estou a descer ? Está tant calor tanta pressão , não percebo como não estou em estado de fusão ... este ambiente parece o do mármore que passei durante a minha ascenção ... se calhar estou a tornar-me numa rocha metamórfica como ele ... Estou mesmo !! <br>O calor está cada vez mais insuportável...  Acho que me situo ainda mais profundamente ... Estou a entrar em fase de fusão ! Parece que sou magma outra vez ...</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-25 21:43:05 UTC</pubDate>
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         <title>Granito e Gnaisse</title>
         <author>madalenab_0404</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-10-25 22:15:58 UTC</pubDate>
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         <title>Calcário e Mármore </title>
         <author>madalenab_0404</author>
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         <description><![CDATA[<div>Apesar do mármore ser fruto da tranformação do calcário a partir dos processos de meteorização , tal como este , quando exposto a ácido sulfúrico, o mármore também entra em efervescência revelando assim semelhanças na sua composição química. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-25 22:18:24 UTC</pubDate>
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         <title>Basalto</title>
         <author>madalenab_0404</author>
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         <pubDate>2018-10-25 22:25:01 UTC</pubDate>
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         <title>Conglomerado</title>
         <author>madalenab_0404</author>
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         <pubDate>2018-10-25 22:26:02 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>madalenab_0404</author>
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         <description><![CDATA[<div>Neste vídeo é explicada detalhadamente a tectónica de placas!</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 19:26:44 UTC</pubDate>
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         <title>Limites transformantes.</title>
         <author>madalenab_0404</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nos limites transformantes, há um movimento horizontal entre duas placas vizinhas, não havendo, portanto, colisão direta entre elas. Porém, é típico nesta situação a ocorrência de sismos, já que encontros de pequena escala entre as rochas acabam por acontecer.<br><br>      Ex: Falha de Santo André ;<br><br>Biografia: <br><a href="https://www.geografiaopinativa.com.br/2016/01/limites-entre-placas-tectonicas-limites.html">https://www.geografiaopinativa.com.br/2016/01/limites-entre-placas-tectonicas-limites.html</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 19:27:05 UTC</pubDate>
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         <title>Possíveis soluções para travar o aquecimento global.</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/312695719</link>
         <description><![CDATA[<div>Simples mudanças e atos por parte do ser humano seriam bastante benéficos e , de certa forma, soluções para travar o aquecimento global como: <br><br> -  A diminuição do uso de combustíveis fósseis; <br> -  O aumento do uso de biocombustíveis; <br> - Utilização de fontes de energia renováveis; <br> - Implementação de programas de reflorestação e arborização;<br> - Instalação de sistemas de controle de emissão de gases poluentes nas indústrias; <br> - Utilização de transportes públicos;<br> - Etc. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 19:27:53 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Causas e Consequências do aquecimento global e Interações entre subsistemas relacionadas com o aquecimento global.</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/312695746</link>
         <description><![CDATA[<div>Sendo o planeta Terra considerado um sistema composto e fechado permitindo troca de energia mas não permitindo a troca de matéria de modo significante com o espaço exterior e sendo composta por 4 subsistema abertos que interagem entre si. Isto significa que as mudanças causadas pelo aquecimento global afetam um subsistema que for sua vez, ao interagir com outro, causa mundanças nesse também.  Existem várias causas para o acontecimento deste fenómeno mas as que mais se distinguem são as causadas pelo homem, como por exemplo:<br><br>- A libertação de gases com efeito de estufa ( indústrias, automóveis ,etc.); Interação: amosfera - biosfera - geosfera -hidrosfera.<br> - A libertação de gases destrutivos  da camada do ozono; Interação: amosfera - biosfera - geosfera -hidrosfera.<br> - Queima e uso excessívo de combustíveis fósseis; Interação: amosfera - biosfera - geosfera -hidrosfera.<br> - Desflorestação;  Interação: biosfera - geosfera -hidrosfera.<br> - Incêndios;  Interação: amosfera - biosfera - geosfera -hidrosfera.<br> - Etc.<br><br><br><br>Também as consequências são muito pouco agradáveis:<br><br><br> - Aumento do nível médio das águas do mar devido ao degelo dos glaciares; Interações: hidrosfera-geosfera<br> - Crescimento e surgimento de deseros causado pelo aumento de temperatura; Interações: atmosfera-biosfera-geosfera<br> - Aumento de frequência de episódios de furacões, tufões e ciclones; Interação: amosfera - biosfera - geosfera -hidrosfera.<br> - Ondas de calor; Interação: amosfera - biosfera - geosfera -hidrosfera.<br> - Alteração dos ecossistemas;  Interação: amosfera - biosfera - geosfera -hidrosfera.<br> - Etc.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 19:28:02 UTC</pubDate>
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         <title>Aquecimento Global</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/312695809</link>
         <description><![CDATA[<div>O aquecimento global é o aumento da temperatura do planeta, devido à acumulação de gases poluentes na atmosfera, o que leva a que grande parte da radiação solar não seja refletida ficando retida na superfície terrestre (efeito de estufa).</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 19:28:21 UTC</pubDate>
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         <title>Limites Convergentes.</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/312695932</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste caso, há um choque e uma constante aproximação entre duas placas tectónicas, onde uma delas acaba por se subductar em relação à outra. Neste tipo de limite, podemos ter as três situações abaixo:<br><br> -Colisão entre uma placa oceânica com outra placa oceânica:<br><br></div><div>Quando este encontro ocorre no oceano, uma das placas sobrepõem-se à outra, fazendo com que esta subducte. Neste caso, há a criação de uma grande depressão no fundo dos oceanos: as fossas marítimas. Denominam-se as regiões onde ocorrem estes fenómenos de zonas de subducção.<br><br>    Ex: Arquipélago do Japão <br> <br><br>   - Colisão de uma placa oceânica com uma placa continental:<br><br></div><div>Quando a colisão ocorre entre uma placa oceânica e uma placa continental, há a sobreposição da segunda em relação à outra. A consequência direta disto é a deformação da placa continental, causando um enrugamento que, somado com a grande atividade vulcânica, acaba por criar grandes cordilheiras.<br><br>      Ex: Cordilheira dos Andes <br><br>     - Choque de ma placa continental com outra placa continental:<br><br></div><div>As placas continentais, em geral, apresentam duas características básicas: a natureza quebradiça e suas densidades e espessuras parecidas. Assim, quando ocorre a colisão entre duas placas continentais, não há, como nos casos previamente apresentados, a subducção de uma placa sob a outra. O que acontece é um constante desgastamento das duas placas, provocando o surgimento de cadeias de montanhas. Estas regiões, são suscetíveis a terramotos de larga escala devido às pressões causadas por esta colisão sem sobreposição ou subducção de nenhuma das placas. <br><br>       - Ex: Himalaias;<br><br>Biografia: <br><br><a href="https://www.geografiaopinativa.com.br/2016/01/limites-entre-placas-tectonicas-limites.html">https://www.geografiaopinativa.com.br/2016/01/limites-entre-placas-tectonicas-limites.html</a></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 19:28:54 UTC</pubDate>
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         <title>Limites divergentes.</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/312696020</link>
         <description><![CDATA[<div><br>- Limites divergentes: Neste tipo de limite, há a separação entre placas.Esta separação leva à formação de um certo espaço criado entre os dois grandes blocos onde ocorre a formação de uma nova crosta através da solidificação do magma. Isto pode ocorrer em continentes ou em oceanos.<br>       Ex: Uma das mais famosas é a dorsal mesoatlântica, que ocorre no limite entre as placas norte-americana e euroasiática e se estende através das placas sul-americana e africana. <br><br>Biografia: <br><a href="https://www.geografiaopinativa.com.br/2016/01/limites-entre-placas-tectonicas-limites.html">https://www.geografiaopinativa.com.br/2016/01/limites-entre-placas-tectonicas-limites.html</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 19:29:13 UTC</pubDate>
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         <title>Tectónica de placas </title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/312696099</link>
         <description><![CDATA[<div>Na teoria da <strong>tectónica de placas</strong>, a parte mais exterior da Terra é composta por duas camadas: a litosfera, que inclui a crosta e a zona solidificada na parte mais externa do manto, e a astenosfera, que inclui a parte mais interior e viscosa do manto. A litosfera encontra-se dividida em várias placas tectónicas que se afastam, colidem ou deslizam entre si e estas deslocam-se sobre a astenosfera. Numa escala temporal de milhões de anos, o manto parece comportar-se como um líquido super aquecido, mas em resposta a forças repentinas, como os terramotos, comporta-se como um sólido rígido.<br><br>Biografia:<br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Tect%C3%B3nica_de_placas">https://pt.wikipedia.org/wiki/Tectónica_de_placas</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 19:29:34 UTC</pubDate>
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         <title>Placas tectónicas</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/312696230</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta imagem é possível observar as várias placas tectónicas bem como a sua posição em relação umas às outras</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 19:30:14 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Classificação da lava em função da sua composição em sílica e da sua capacidade de retenção gases.</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/312697678</link>
         <description><![CDATA[<div>Existem 3 tipos de lava no que toca à sua composição química, ou seja, na sua composição em sílica :<br><br>     - Lava Básica - percentagem em sílica &lt; 50%;<br>    <br>     - Lava Intermédia - percentagem em sílica &lt; 50% e &gt; 70% ;<br><br>     - Lava Ácida -  percentagem em sílica &lt; 70% ;<br><br><br>Quanto mais viscosa for a lava maior é a sua capacidade de retenção de gases. Por isso é que as Lavas Ácidas estão associadas a Erupções Explosivas, Lavas Intermédias a Erupções Mistas e as Lavas Básicas estão associadas a Erupções Efusivas.<br><br>Biografia: <br><br>Livro de Geologia do 10º ano e o meu caderno diário.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 19:36:59 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Magma vs. Lava: </title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/312697718</link>
         <description><![CDATA[<div>A lava é o material rochoso fundido com origem no magma, mas com uma menor quantidade de gases (visto que escaparam ao chegar à superfície) e com uma ligeira alteração química que se deve à reação do magma com as rochas encaixantes com que vai reagindo ao longo da chaminé vulcânica.<br><br>Biografia :<br>O meu Caderno Diário .</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 19:37:10 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Vulcanismo</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/312697770</link>
         <description><![CDATA[<div>Existem 2 tipos principais de manifestações vulcânicas: as Primárias e as Secundárias/Residuais.<br> <br>O tipo de manifesação vulcânica abordada pela 4ª atividade prática foi a primária, pois nesta estudá-mos a composição da lava por esta expelida.<br><br>- Manifestações Primárias :<br><br>        Vulcanismo Central - Está associado a erupções vulcânicas em que o material vulcânico é expulso através de um vulcão;<br><br>        Vulcanismo Fissural - Está associado aos materiais vulcânicos expulsos através de fraturas da superfície terrestre.<br><br>Biografia: <br>Livro de Geologia do 10º ano<br>        </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 19:37:24 UTC</pubDate>
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         <title>Vulcanologia</title>
         <author>madalenab_0404</author>
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         <description><![CDATA[<div>A Vulcanologia é o ramo das Ciências da Terra que estuda a formação, a distribuição e a classificação dos fenómenos vulcânicos. <br><br>Biografia : <br> Livro de Geologia do 10º ano</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 19:58:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Atividade prática nº 4</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/312714859</link>
         <description><![CDATA[<div>Na atividade prática realizada foram realizadas 9 misturas . 3 destas misturas ( 1, 2 e 3) tinham 30% de água( para simular e controlar a fluidez) e 70% de mel (utilizado para simular a viscosidade/ percentagem em sílica nos diferentes tipos de lava) que vieram simular lavas intermédias. 3 outras misturas ( 4, 5 e 6) continham 50% de água e 50% de mel que vieram simular lavas básicas. As últimas 3 ( 7, 8 e 9) continham 100% de mel que vieram simular lavas ácidas.<br><br>Um de cada um dos 3 grupos foram colocados a uma temperatura de 5Cº, 22Cº (temperatura ambiente) e 50Cº. Desta maneira foi possível averiguar se a temperatura afeta ou não a fluidez da lava e se é uma variável independente nesta experiência o que era o objetivo da mesma.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 21:02:41 UTC</pubDate>
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         <title>Misturas a 5 Cº ( 1, 4 e 7 ) :</title>
         <author>madalenab_0404</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 21:21:26 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Misturas a 22 Cº (2, 5 e 8)</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/312721466</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 21:45:08 UTC</pubDate>
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         <title>Misturas a 50 Cº ( 3, 6 e 9)</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/312721669</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 21:46:34 UTC</pubDate>
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         <title>Tipos de Erupções Vulcânicas</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/312722591</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>Erupções explosivas:<br></strong><br></div><ul><li>As lavas são muito viscosas, fluem com dificuldade e impedem a libertação de gases, ocorrendo, por isso, violentas explosões;</li><li>Em virtude de sua viscosidade, a lava, por vezes, não chega a se derramar, constituindo estruturas arredondadas que são chamadas de domas ou cúpulas;<br><br></li><li>Em algumas situações, a lava solidifica-se mesmo dentro da chaminé, formando agulhas vulcânicas, que podem, mais tarde, ficar evidentes na erosão do cone.<br><br></li><li><strong>Erupções efusivas:<br></strong><br></li><li>O magma é fluido, a libertação de gases é fácil e a erupção é calma, com derramamento de lava abundante em altíssima temperatura;</li><li>A lava desliza rapidamente, espalhando-se por grandes distâncias;<br><br></li><li>Se os terrenos forem planos, a lava pode cobrir grandes áreas, constituindo os mantos de lava.</li><li><strong>Erupções mistas:<br></strong><br></li><li>Assumem aspectos intermediários entre o efusivo e o explosivo, havendo fases explosivas que alternam com fases efusivas;</li><li>As explosões ocorrem pela entrada de água na chaminé ou na câmara magmática, que, em virtude das altas temperaturas, vaporiza-se, originando uma grande quantidade de água. Por essa razão, ocorre um aumento da pressão interior, tornando a erupção periodicamente explosiva.<br><br></li></ul><div>Biografia:  </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 21:53:02 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Ascenção do magma no vulcão</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/312724466</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao colocar palhinhas nos tubos de ensaio a diferentes temperaturas e nos quais as viscosidades eram superiores foi permitido simular a ascenção do magma ao soprar pela mesma observando a dificuldade e tempo que demorou às misturas a manisfestarem-se perante esta pressão.<br>O que foi possível observar foi que na mistura a maior temperatura a manifestação perante pressão foi mais rápida e menos difícil. Perante isto podemos começar a tirar algumas conclusões </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 22:06:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conclusões sobre a atividade</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/312726382</link>
         <description><![CDATA[<div>Olhando para os resultados obtidos na tabela referentes ao tempo que cada mistura demorou a escorrer 20 cm de comprimento é evidente que o tempo é uma variável dependente da temperatura sendo esta quem o mais afeta, devido ao facto das misturas com maior temperatura terem demorado menos tempo em relação a outras com a mesma viscosidade mas a temperaturas inferiores. A temperatura é assim confirmada como sendo a variável independente da Atividade Prática. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 22:21:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Evidências das conclusões tomadas na Natureza</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/312730466</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma grande evidência na Natureza desta influência da temperatura sobre a viscosidade são os cones vulcânicos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 22:55:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cones Vulcânicos característicos de Erupções do Tipo Efusivo</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/312732397</link>
         <description><![CDATA[<div>Característicos pela sua baixa altura e por ser muito pouco íngreme . Assim é devido ao facto da lava que expele ser bastante fluída devido às altas temperaturas que se são características não havendo acumulação de material rochoso proveniente da lava perto da cratera.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 23:15:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cones Vulcânicos característicos de Erupções do Tipo Explosivo </title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/312732987</link>
         <description><![CDATA[<div>Características pela sua  significativa e por ser muito íngreme . Assim é devido ao facto da lava que expele ser bastante viscosa devido às suas temperaturas serem mais baixas em relação às lavas dos outros tipos de erupções. Desta forma , material rochoso no estado sólido proveniente da lava acumula perto da cratera o que vem dar o aspeto característico ao cone vulcânico:</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 23:21:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/332169549</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Concluindo:<br><br>   </em></strong>O lince-ibérico é o <mark>mamífero carnívoro mais ameaçado da Europa</mark> e o <mark>felino mais ameaçado do mundo</mark>, devido ao reduzido número de animais e populações que existem na natureza e à sua limitada área de distribuição, como tal trata-se de uma <mark>espécie protegida.<br><br></mark>Fig.7 <br><a href="https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwjG_Pyk8cLgAhUM4OAKHQe-CIoQjRx6BAgBEAU&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.selwo.es%2Fes%2Fincorporacion-de-una-pareja-de-linces-ibericos-0&amp;psig=AOvVaw3CB5GT4Zh6TL0CVhQsSkV8&amp;ust=1550496914047169">https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwjG_Pyk8cLgAhUM4OAKHQe-CIoQjRx6BAgBEAU&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.selwo.es%2Fes%2Fincorporacion-de-una-pareja-de-linces-ibericos-0&amp;psig=AOvVaw3CB5GT4Zh6TL0CVhQsSkV8&amp;ust=1550496914047169</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 21:28:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>madalenab_0404</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>Cadeia alimentar do Lince Ibérico:<br></em></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 21:29:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/332169723</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Posição do Lince Ibérico na estrutura do ecossistema:<br><br>   </em></strong>Quanto à sua alimentação, o Lince-Ibérico é um carnívoro especialista na caça do coelho bravo, sendo esta a principal presa de que se alimenta.</div><div>Contudo, o lince é bastante benéfico às populações de coelhos bravos, devido à sua preferência pelas populações mais velhas, doentes e debilitadas, mantendo as populações de coelhos saudáveis vivos.<br><br>fig. 6 <br><em>Caça ao coelho bravo.<br></em><a href="https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwjCv5Ll1sPgAhWixoUKHR7BC48QjRx6BAgBEAU&amp;url=http%3A%2F%2Flinceemportugal.blogspot.com%2Fp%2Fcomportamento.html&amp;psig=AOvVaw3kdv8a6Qz6ex_GriQ9G-N6&amp;ust=1550524166839036"><em>https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwjCv5Ll1sPgAhWixoUKHR7BC48QjRx6BAgBEAU&amp;url=http%3A%2F%2Flinceemportugal.blogspot.com%2Fp%2Fcomportamento.html&amp;psig=AOvVaw3kdv8a6Qz6ex_GriQ9G-N6&amp;ust=1550524166839036</em></a><em><br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 21:30:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/332169745</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Síntese:</em></strong><br>   Em comunidade, este felino assume o papel de <mark>monitorizador das espécies</mark> em sua volta, exercendo uma <mark>relação biótica interespecífica</mark> de <mark>competição</mark> com a <mark>raposa</mark>, quando estas interferem coma sua fonte de alimento.</div><div>Em relação aos <mark>coelhos</mark>, este exerce uma <mark>relação biótica interespecífica</mark> de <mark>predação</mark>, visto que, estes são a sua principal fonte de alimento. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 21:30:23 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>madalenab_0404</author>
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         <description><![CDATA[<div>   Tal como outros felinos, o lince-Ibérico é uma espécie solitária. Os machos só procuram as fémeas na época da reprodução, esta ocorre, normalmente, entre janeiro e fevereiro. Após o acasalamento, o macho regressa ao território, não tendo mais contacto com a fémea, nem quaisquer cuidados parentais. Há porém registos de animais que permanecem durante a época de reprodução e exibem comportamentos de coesão familiar.<br><br>fig.5 <br><em>Fêmea com as crias.<br></em><a href="https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwjuxPrS8cLgAhXh8eAKHQ6WA6YQjRx6BAgBEAU&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.efefuturo.com%2Fciencia%2Flince-iberico-una-las-especies-menor-diversidad-genetica-del-mundo%2F&amp;psig=AOvVaw3CB5GT4Zh6TL0CVhQsSkV8&amp;ust=1550496914047169"><em>https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwjuxPrS8cLgAhXh8eAKHQ6WA6YQjRx6BAgBEAU&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.efefuturo.com%2Fciencia%2Flince-iberico-una-las-especies-menor-diversidad-genetica-del-mundo%2F&amp;psig=AOvVaw3CB5GT4Zh6TL0CVhQsSkV8&amp;ust=1550496914047169</em></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 21:30:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/332169787</link>
         <description><![CDATA[<div>   Em termos de habitat, este necessita de paisagens mistas, com áreas de bosques e matagais densos, onde se pode obrigar a reproduzir, e áreas mais abertas, que lhe permitam perseguir e capturar as suas presas. <br>   Esta espécie coexiste com outros carnívoros selvagens, porém faz um controlo contínuo destas populações nas suas áreas, como por exemplo, a raposa, não permitindo a sua evolução excessiva. <br><br>fig.4<br><em>Lince Ibérico à caça.<br></em><a href="https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;ved=2ahUKEwiL-cS88cLgAhVrA2MBHW8IDy0QjRx6BAgBEAU&amp;url=https%3A%2F%2Frr.sapo.pt%2Fnoticia%2F136280%2Flince-iberico-mistral-morre-atropelado-perto-de-mertola&amp;psig=AOvVaw3CB5GT4Zh6TL0CVhQsSkV8&amp;ust=1550496914047169"><em>https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;ved=2ahUKEwiL-cS88cLgAhVrA2MBHW8IDy0QjRx6BAgBEAU&amp;url=https%3A%2F%2Frr.sapo.pt%2Fnoticia%2F136280%2Flince-iberico-mistral-morre-atropelado-perto-de-mertola&amp;psig=AOvVaw3CB5GT4Zh6TL0CVhQsSkV8&amp;ust=1550496914047169</em></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 21:30:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/332169807</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Ecossistema ocupado pelo Lince Ibérico:</em></strong><br> <br>   Outrora o Lince- Ibérico teria uma distribuição mais ampla ocupando toda a Península Ibérica. Há ainda registos da sua ocorrência no século passado, em zonas serranas do Gerês, das Astúrias, de Montesinho e nos limites da Galiza e Leon. <br><br>fig.3 <br><em>Localização na Península Ibérica.<br></em><a href="https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwjt6ICX18PgAhUp-YUKHRAdB4QQjRx6BAgBEAU&amp;url=http%3A%2F%2Fhabitatlinceabutre.lpn.pt%2Fhomepage%2Flince-iberico%2Fcontent.aspx%3Ftabid%3D2326%26code%3Dpt&amp;psig=AOvVaw3MhXiNwAGzqbW5NEXWZ4Wn&amp;ust=1550524255871472"><em>https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwjt6ICX18PgAhUp-YUKHRAdB4QQjRx6BAgBEAU&amp;url=http%3A%2F%2Fhabitatlinceabutre.lpn.pt%2Fhomepage%2Flince-iberico%2Fcontent.aspx%3Ftabid%3D2326%26code%3Dpt&amp;psig=AOvVaw3MhXiNwAGzqbW5NEXWZ4Wn&amp;ust=1550524255871472</em></a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 21:30:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/332169846</link>
         <description><![CDATA[<div>fig.2<br><em>Posição do lince ibérico na Hierarquia biológica:<br></em><a href="http://4.bp.blogspot.com/-ZFbJUsBvSGM/VjiVYwrYr9I/AAAAAAAAABE/jirqdJojI8w/s1600/n%25C3%25ADveis%2Bde%2Borganiza%25C3%25A7%25C3%25A3o%2Bbiol%25C3%25B3gica.jpg"><em>http://4.bp.blogspot.com/-ZFbJUsBvSGM/VjiVYwrYr9I/AAAAAAAAABE/jirqdJojI8w/s1600/n%25C3%25ADveis%2Bde%2Borganiza%25C3%25A7%25C3%25A3o%2Bbiol%25C3%25B3gica.jpg</em></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 21:31:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lince Ibérico</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/332169861</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Hierarquia biológica do Lince Ibérico:<br><br>    </em>O lince- Ibérico é um <mark>felídeo selvagem</mark> pertencente à família <em><mark>Felidae</mark></em>, cuja linhagem se separou dos pumas, dos leopardos e dos ancestrais do género<em> </em><em><mark>Felis</mark></em>, incluindo o gato doméstico, há cerca de 7 M.a. <br>    Este pertence ao <mark>Reino Animalia</mark>, a sua família é a <em>Felida</em>e e a <mark>subfamília </mark><em><mark>Felinae</mark></em>, sendo também o<mark> género </mark><em><mark>Lynox</mark></em><em> </em>e da espécie <em><mark>Lynox pardinus</mark></em>.<br><br><strong><em>Caraterísticas:</em></strong></div><div><br></div><ul><li>carnívoro de médio porte;</li><li> pelagem castanho-amarelada com manchas negras que lhe permite uma excelente camuflagem;</li><li> cada indivíduo tem um padrão de pelagem único, que o permite distinguir de todos os outros da sua espécie; </li><li> membros muito robustos facilitando a perseguição e captura das suas ágeis presas – os membros posteriores, mais longos, permitem-lhe impulsionar o corpo e com os membros anteriores, mais curtos e fortes, agarra a sua presa. </li><li><strong> </strong>pêlos rígidos e negros em forma de pincel na extremidade das orelhas;</li><li>cauda curta, com cerca de 14 cm de comprimento e extremidade negra;</li><li> longos pêlos brancos e pretos no focinho  que crescem com o avançar da idade; </li><li>não possui o 1º pré molar superior.</li></ul><div><br>fig. 1 <br><em>Legenda das caraterísticas do Lince Ibérico:<br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 21:31:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Células Eucarióticas Vegetais ao microscópio;</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/334490629</link>
         <description><![CDATA[<div>Com o auxílio de 3 corantes diferentes ( azul metileno, vermelho neutro e água iodada ) foi possível observar de forma mais clara determinados constituintes das células da cebola (a uma amplitude de 400x) como é possível verificar nas imagens a seguir.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 22:32:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A célula </title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/334491241</link>
         <description><![CDATA[<div>As células apresentam uma grande variedade morfológica, de acordo com o organismo a que pertencem e com a função que desempenham. desta forma pode-se dividir todas as células em dois grupos : <br><br>        - Células Procarióticas ;<br><br>        - Células Eucarióicas; <br><br>Dentro das células eucarióticas estas também podem der divididas em 2 grupos : <br><br>        - Células Animais;<br><br>        - Células Vegetais;</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 22:42:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Azul Metileno: Com o auxílio deste corante foi possível evidenciar o núcleo da célula </title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/334492106</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 22:54:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vermelho Neutro: Com o auxílio deste corante foi possível evidenciar o vacúolo da célula da cebola.</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/334492805</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 23:05:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Água Iodada : Com o auxílio deste corante foi possível evidenciar a parede celular da célula da cebola.</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/334492966</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 23:07:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tradescância ao MOC</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/335085713</link>
         <description><![CDATA[<div>Apesar das células da cebola serem vegetais foi a parir de uma amostra retirada do caule da planta designada por tradescância que nos permitiu observar os cloroplastos presentes sem o auxílio de quaisqueres corantes e a uma ampliação de 400x também.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-25 20:24:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O que diferencia as células animais e as vegetais?</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/335091348</link>
         <description><![CDATA[<div>Com a observação efetuada na aula foram visíveis algumas diferenças entre as células: <br><br>- as células eucarióticas vegetais possuem parede celular e as animais não o que faz com que estas sejam mais geométricas e bem definidas sendo que a parede lhes confere essa estrutura;<br><br>-as células eucarióticas vegetais têm um vacúolo de maiores dimensões do que os das animais;<br><br>- as células eucarióticas vegetais possuem cloroplastos e as animais não;<br><br>Para além disto também existem várias semelhanças , algumas da quais não foram possíveis observar, como:<br><br>-Membrana;<br>-Citoplasma;<br>-Núcleo;<br>-Mitocôndrias;<br>-Ribossomas;<br>-etc.<br><br>E também 2 organelos que as células eucarióticas animais possuem que as vegetais não possuem: <br><br>-Lisissomas;<br>-Centríolos;</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-25 20:35:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Célula Animal ao MOC (Epitélio Bucal)</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/335123691</link>
         <description><![CDATA[<div>Tal como nas células da cebola previamente observadas, também o corante azul metileno evidencia o núcleo na amostra de epitélio bucal a uma ampliação de 400x.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-25 22:06:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Esquema das células de cebola ao MOC com corante azul metileno.</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/335540036</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-02-26 18:13:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Esquema das células de cebola ao MOC com o corante vermelho neutro.</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/335544681</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-02-26 18:18:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Esquema das células de cebola ao MOCcom água iodada.</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/335545759</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-02-26 18:20:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Esquema da célula de epitélio bucal ao MOC com o corante azul metileno.</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/335547413</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-02-26 18:22:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Osmose</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/338636377</link>
         <description><![CDATA[<div>A osmose é o movimento de água através de uma membrana semipermeável (no sentido contrário ao do gradiente de concentração) proveniente de diferenças na pressão osmótica entre o meio interno e externo da célula sendo assim um fator importante na vida das mesmas.<br><br>Juntamente com o conceito de osmose, também o conceito de pressão osmótica surge com ele sendo este definido pela pressão sentida para a realização de um movimento da água da célula para um meio exterior ou vice-versa na direção do meio com uma maior concentração. <br>Foi no âmbito de observar e verificar a validade deste conceito que realizamos esta atividade prática.<br><br>Para além disto também existem 3 tipos de meios: <br><br>      - Isotónico, em que dois meios se encontram de forma equilibrada em relação às suas concentrações;<br><br>      - Hipertónico, em que este meio se encontra com uma maior concentração em relação ao outro; <br><br>        -  Hipotónico, em que este meio se encontra com uma menor concentração que o outro; </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 22:00:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Células da pétala de camélia </title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/338665435</link>
         <description><![CDATA[<div>Foram preferenciadas as camélias nesta experiência pois contêm corantes naturais que vão permitir uma melhor observação das dimensões do núcleo em diferentes meios sem ser então necessária a introdução de outro corantes que poderiam interferir com a concentração na célula.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-07 00:26:12 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Células da epiderme da pétala da camélia ao MOC em meios com diferentes concentrações: </title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/339885081</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando colocadas numa solução aquosa de água destilada, foi possível observar apartir do MOC um aumento no tamanho do núcleo das células tendo estas absorvido água que passou do meio hipotónico extracelular para o interior da célula no âmbito de estabelecer um equilíbrio entre ambos os meios apartir da osmose. Desta forma a célula encontra-se túrgida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-11 11:27:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Células da epiderme da pétala da camélia ao MOC em meios com diferentes concentrações :</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/339887065</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando colocadas numa solução de cloreto de sódio, foi possível observar apartir do MOC uma diminuição no tamanho do núcleo das células tendo esta transferido água no meio intracelular para o meio extracelular hipértonico do âmbito de estabelecer um equilíbrio entre ambos os meios apartir da osmose. Desta forma a célula encontra-se plasmolisadas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-11 11:34:43 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Representação das células túrgidas da pétala de camélia vistas ao MOC</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/342016177</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-16 15:36:42 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Representação das células plasmolisadas da pétala de camélia vistas ao MOC</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/342016287</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-16 15:37:56 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Locais visitados:</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/346806255</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao longo desta visita de estudo, visitá-mos vários locais dentro de Peniche tais como:<br><br>     1. Praia da Consolação;<br>     2. Cabo do Carvoeiro;<br>     3. Remédios;<br>     4. Ponta do Trovão/ Praia do     Abalo;<br>     5. Papôa; <br>     6. Baleal;<br>   </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 18:24:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1. Praia da Consolação;</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/346894150</link>
         <description><![CDATA[<div>      <br>   <strong>  1.1.</strong> Esta zona é composta por um empilhamento de sedimentos do Jurássico Superior, com mais de 150 Milhões de anos (Kimeridjiano) e é uma das principais áreas de estudo deste período geológico em Portugal.<br><br>     <strong>1.2.</strong>  Litológicamente, a secção norte traduz-se numa alternância entre <strong>níveis argilosos</strong> mais ou menos compactos e <strong>níveis margosos</strong>, ora mais calcários (níveis inferiores), ora mais arenosos (níveis superiores);<br><br>    <strong> 1.3.</strong> À medida que se prolonga para sul, a <strong>inclinação das unidades varia</strong> entre os 5-8 graus e os 0-1 graus <strong>dada a ação de falhas subverticais</strong>, ocorrendo um incremento da componente arenosa;<br><br>     <strong>1.4.</strong>  Nos níveis margosos ocorre grande variedade de fósseis, entre os quais é possível observar mais facilmente, diversos <strong>corais</strong>, bivalves, gastrópodes e pistas. <br><br>     </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 14:24:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fig.1 : Praia da Consolação;</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/346897087</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 14:47:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>2. Cabo do Carvoeiro;</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/346897226</link>
         <description><![CDATA[<div><br>      <strong> 2.1.</strong> O perímetro envolvente ao Cabo Carvoeiro (Peniche) mostra uma paisagem dominada por uma sucessão de <strong>calcários</strong> e rochas afins, datadas essencialmente do Jurássico inferior (entre os 200 e os 180 milhões de anos);<br><br>     <strong>  2.2. </strong>As condições excecionais de exposição do afloramento permitem uma observação contínua e detalhada do <strong>registo sedimentar</strong>, capaz de reconstituir a história geológica daquele compartimento temporal ocorrida em Portugal; <br><br>   <strong>   2.3. </strong>  O lapiás do Cabo Carvoeiro encontra-se implantado em calcários. Faz parte de uma paisagem cársica caracterizada por um conjunto de formas típicas de relevo, como galerias, grutas, algares, pias, pináculos, entre outras. Estas tipologias cársicas são controladas pela disposição dos estratos, bem como pelo seu conteúdo em carbonato de cálcio, e pelas estruturas tectónicas frágeis existentes. A plataforma de abrasão marinha, onde se desenvolve esta paisagem cársica, resultou da subida do nível do mar. <br><br>       <strong>2.4.</strong> Do ponto de vista sedimentar, podem observar-se nos estratos calco-detríticos, estratificação oblíqua e entrecruzada, laminações, entre outras. No seu interior têm grãos de quartzo, grosseiros e irregulares, feldspatos e micas detríticas.<br><br>     <strong>   2.5.</strong> Esta zona tem também interesse do ponto de vista paleontológico, uma vez que contêm fósseis de algumas espécies, geralmente fragmentados e provenientes de águas pouco profundas mas posteriormente depositados num leque submarino mais profundo. Estas camadas correspondem às últimas do corte geológico do Liásico de Peniche.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 14:48:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fig.2: Cabo do Carvoeiro;</title>
         <author>madalenab_0404</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 15:01:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fig.3 : Remédios;</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/346937892</link>
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         <pubDate>2019-03-31 19:45:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fig.4: Ponta do Trovão/Praia do Abalo;</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/346938235</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 19:48:13 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Fig.5: Papôa;</title>
         <author>madalenab_0404</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 19:49:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fig.6: Baleal;</title>
         <author>madalenab_0404</author>
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         <pubDate>2019-03-31 19:50:33 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>O que são estomas?</title>
         <author>madalenab_0404</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os estomas são pequenas aberturas ou poros localizados na epiderme da maioria dos órgãos aéreos das plantas, sendo mais abundantes nas folhas e caules jovens.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-08 21:24:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Quais são as funções dos estomas?</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/366517533</link>
         <description><![CDATA[<div>Realizar trocas gasosas entre uma planta e o meio ambiente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-08 21:39:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Objetivos da atividade:</title>
         <author>madalenab_0404</author>
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         <description><![CDATA[<div>Observar os estomas em diferentes superfícies da planta e verificar de que modo diferentes tipos de fatores afetam o fecho e a abertura dos mesmos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-08 21:49:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Que fatores influenciam os estomas ?</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/366518185</link>
         <description><![CDATA[<div>Os fatores que podem influenciar o fecho e abertura dos estomas são : <br><br>- Luz;<br>- Salinidade;<br>- Vento;<br>- Temperatura;<br>- Quantidade de água disponível no solo;<br>- Humidade do ar;</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-08 21:52:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Luz</title>
         <author>madalenab_0404</author>
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         <description><![CDATA[<div>De modo a testar de que maneira a luz é um fator que influência os estomas comparámos com o auxílio do MOC duas preparações:<br><br>            - Uma delas esteve exposta à luz e, desta forma, verificámos que os estomas se apresentavam abertos (A).<br>             - Por outro lado, a outra preparação não esteve exposta à luz tendo previamente sido colocada na obscuridade e, desta forma, verificámos que os estomas se apresentavam fechados (B).</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 20:38:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>(A) : Fotografia tirada ao MOC dos estomas da página inferior da folha de tradescância à luz, com amp. 400x.</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/366791107</link>
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         <pubDate>2019-06-10 20:45:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>(A) : Esquema da observação dos estomas da página inferior da folha de tradescância à luz, com amp. 400x.</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/366791467</link>
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         <pubDate>2019-06-10 20:47:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>(B) : Fotografia tirada ao MOC dos estomas do caule da tradescância, na obscuridade, a amp 400x.</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/366791713</link>
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         <pubDate>2019-06-10 20:49:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>(B) : Esquema da observação dos estomas do caule da tradescância, na obscuridade, a amp. 400x.</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/366792081</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/325266627/47f9d05e29a372157f808220857cb9f2/62382930_652185351971147_4576075491093512192_n.jpg" />
         <pubDate>2019-06-10 20:52:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Página Superior vs. Página Inferior </title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/366792538</link>
         <description><![CDATA[<div>Em seguida efetuamos um contagem dos estomas presentes em três locais diferentes da preparação (A) (pág. inferior) onde obtivemos os seguintes resultados:<br><br>- 23 ;<br>- 25 ;<br>- 13 ;<br><br>Numa outra preparação (C) desta vez utilizamos a página inferior para a realizar e, por sua vez, realizámos a mesma contagem onde obtivemos os seguintes resultados: <br><br>- 0;<br>- 0 ;<br>- 0 ;<br><br>Ou seja, realmente é possível verificar uma enorme diferença no que toca ao número de estomas presente em cada página o que nos leva ás seguintes conclusões:<br><br>- A página superior não apresenta, ou apresenta muitos poucos, estomas ;<br><br>- Assim acontece devido ao facto de a parte superior estar muito mais exposta ás condições do meio, e sendo que os estomas realizam o processo de transiração precisam de uma regulação mais consistente , desta forma, é lógico que exista um maior número de estomas na parte inferior sendo que está mais resguardada e protegida;</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 20:55:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Salinidade;</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/366793942</link>
         <description><![CDATA[<div>Também a salinidade afeta a abertura e fecho dos estomas da seguinte forma.<br><br>- Na presença de uma elevada concentração de sais minerais, as células guarda entraram num estado de grande pressão osmótica o que fará com que as mesmas libertem água para o exterior o que causa o fecho do ostíolo; (D)<br><br>- Na ausência de sais minerais as células companhia sofreram uma grande pressão osmótica , o que levará a uma entrada de água nas células guarda e que por sua vez provocará a abertura do ostíolo; (E)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 21:05:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>(C) : Esquema da observação dos estomas da página superior da folha de tradescância, à luz, com amp. 400x.</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/366806677</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 22:56:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>(D) : Fotografia tirada ao MOC dos estomas do caule da tradescância em água destilada, com amp.400x.</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/366807069</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 22:59:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>(D) : Esquema da observação dos estomas do caule da tradescância em água destilada, com amp 400x. </title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/366807300</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 23:02:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>(E) : Fotografia tirada ao MOC dos estomas no caule da tradescância numa solução de NaCL, com amp. 400x.</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/366807432</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 23:03:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>(E) : Esquema da observação dos estomas do caule da tradescância numa solução de NaCL, com amp. 400x.</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/366807572</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 23:04:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Temperatura</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/366930497</link>
         <description><![CDATA[<div>Quanto maior a temperatura do ar, mais rápida é a evaporação da água nas células-guarda, pelo que mais rápida é a entrada de água novamente para as células, o que provoca a turgescência e, consequentemente, a abertura dos estomas, aumentando a sua taxa de transpiração.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-11 13:05:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vento </title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/366930504</link>
         <description><![CDATA[<div>No caso do mesmo ser moderado:<br><br> - Este afasta as partículas de água, resultantes da transpiração, baixando a humidade junto das células-guarda mantendo deste modo um gradiente de concentração entre as folhas e a atmosfera. A água sai novamente das células, é novamente arrastada pelo vento, aumentando a transpiração da planta;<br><br>No caso do mesmo ser muito forte:<br><br> - Pelo contrário, a transpiração diminui, pois ocorre o fecho dos estomas devido a uma excessiva perda de água;<br>     </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-11 13:05:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Quantidade de água disponível no solo</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/366935462</link>
         <description><![CDATA[<div>Quanto maior o valor de água existente no solo, maior será a sua absorção, logo mais rápido será o seu transporte no xilema, e por isso, maior será a transpiração.<br><br>Por outro lado, se a quantidade de água no solo for reduzida, a sua absorção também será reduzida, pelo que não será transportada água até às folhas, o que provocará o fecho dos estomas sendo que as células-guarda se encontram hipertónicas. Caso a planta transpire mais do que absorve, ela murcha.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-11 13:24:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Humidade do ar</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/366935511</link>
         <description><![CDATA[<div>Quanto menor a humidade maior a transpiração, pois mantém-se um gradiente de concentração entre o ar atmosférico e a folha. A água passa continuamente para as células-guarda, que ficam túrgidas, provocando a abertura dos estomas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-11 13:24:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Biografia:</title>
         <author>madalenab_0404</author>
         <link>https://padlet.com/madalenab_0404/r62gtlhq8dgm/wish/366939029</link>
         <description><![CDATA[<div>Fotografias: tiradas na aula prática ou em casa ao caderno diário.<br>Informação:</div>]]></description>
         <enclosure url="https://pt.slideshare.net/Dina1978/abertura-e-fecho-dos-estomas" />
         <pubDate>2019-06-11 13:37:45 UTC</pubDate>
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