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      <title>Imaginário Infantil sobre Fernando de Noronha by CavBrasil</title>
      <link>https://padlet.com/cavbrasil/imaginarioinfantil</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-05-27 11:25:45 UTC</pubDate>
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         <title>Imaginário Infantil</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/imaginarioinfantil/wish/1564732062</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-27 11:27:35 UTC</pubDate>
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         <title>Projeto de Educação Patrimonial da Escola Arquipélago -parte 1 e 2</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/imaginarioinfantil/wish/1564732806</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>A Musealização do Imaginário Infantil sobre o Patrimônio Insular: </strong>O desenvolvimento da proposta partiu da ideia de que o sujeito do processo de musealização detém um repertório de sinais, imagens e símbolos que são elaborações pessoais, mas também indicadores da dimensão cultural do grupo a que pertencem: alunos do ensino fundamental em estado de formação integral para a diversidade.&nbsp;<br>A implantação e o desenvolvimento da proposta esteve comprometida com a pedagogia da apropriação, ou seja: chamar a atenção para a realidade insular atlântico equatorial e as diferentes experiências e modos de vida decorrente da ocupação humana insular, tendo como elementos de síntese interpretativa os produtos gráficos e textuais gerados por eles, enquanto grupo.<br>Na etapa de preparação de material de apoio à sala de aula, a estratégia para alcançar êxito nas ações empreendidas foi o de criar uma identidade visual da proposta de educar pelo e para o patrimônio por meio de uma mascote, a Mabunina. Ela foi a protagonista que tratou de questões sociais como resgate de valores, e o cuidado com o meio ambiente e com o Outro. Como mecanismo de mudança de atitudes para com o patrimônio local, adotou-se a mabuia, espécie de réptil endêmica no Arquipélago,&nbsp; com o objetivo de promover a interação e relação afetuosa entre a comunidade escolar e uma representante genuína do patrimônio local que encontra-se em risco com o aumento do turismo e animais domésticos.<br>No vídeo abaixo, a mascote atua como aluna que tem como tarefa escolar a produção textual. Os desenhos elaborados pela turma do 1º ano “A” por sua vez, versou sobre a lembrança mais querida de Fernando de Noronha: Morro Dois Irmãos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-27 11:28:03 UTC</pubDate>
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         <title>Projeto de Educação Patrimonial da Escola Arquipélago - parte 3 e 4</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/imaginarioinfantil/wish/1564733281</link>
         <description><![CDATA[<div>Frequentar, em grupo da mesma faixa etária, espaços públicos detentores de informações que convidam à descoberta do mundo e a construção dessas novas impressões e imagens sobre o ambiente de seu entorno, foi uma das estratégias adotadas no projeto com vista à apropriação de referências patrimoniais. Foi desta forma que se buscou identificar o modo de pensar e agir dos alunos sobre os processos museais existentes e o<em> lugar da forma</em>&nbsp; que os rodeia. <br>A ilustração da mascote <em>Mabunina</em> elaborada pelo ilustrador Pedro Ponzo foi apresentada aos alunos das séries iniciais por meio de apresentações <em>em power point</em> dos registros fotográficos captados durante as visitas aos museus, e as imagens de desenhos produzidos pelos alunos após a atividade de campo, que retratam nuances daquele percurso.Com essa ferramenta se desejou rememorar a experiência vivida coletivamente e destacar alguns aspectos do circuito expositivo para, em seguida, estimular a execução de outras tarefas a convite da mascote. Na Biblioteca Escolar, em sala destinada à leitura em grupo, se fez a leitura do livro <em>Você sabia? Baleias e Golfinhos</em>, de Judy Allen e Mike Bostock<a href="#_ftn1">[1]</a> com exibição das perguntas e respostas contidas no livro.A bióloga Mellany, do Museu Aberto das Tartarugas Marinhas, participou do segundo encontro com as turmas, quando da introdução da temática répteis, em especial, sobre as características físicas da mabuia e as hipóteses de sua existência no Arquipélago.</div><div><br><a href="#_ftnref1">[1]</a> Allen, Judy. (2008). <em>Você sabia? Baleias e Golfinhos</em>, de Judy Allen e Mike Bostock. Barueri, São Paulo: Girassol; Londres: kingfisher.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-27 11:28:20 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Projeto de Educação Patrimonial da Escola Arquipélago - parte 5</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/imaginarioinfantil/wish/1564733562</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Visita a escavação arqueológica:</strong><br>Ao trabalhar com a noção de Campo Arqueológico como território das ações pedagógicas do processo museológico do imaginário infantil sobre o patrimônio insular, buscou-se levar os indivíduos e grupos que visitaram o canteiro de escavação arqueológica a usufruir de uma experiência diferente do seu ambiente de aprendizagem habitual. As indagações surgidas em campo foram muitas e suscitaram oportunidades de troca e conhecimento de conteúdos escolares diversos, mas sob uma abordagem diferente, onde os alunos foram protagonistas do processo de aprendizagem.</div><div>Através da simulação de uma escavação arqueológica, os alunos do 4º ano se viram prontos para iniciarem uma pesquisa arqueológica sobre os brinquedos e brincadeiras das crianças antigamente, e sobre a forma como se vestiam. Os objetos coletados foram classificados e os dados obtidos levaram a novas perguntas: De quem eram aqueles objetos? Para que serviam? Como eram usados? Como viviam seus donos? Quem os fez? Quando foi feito? Ficou compreendido que, pesquisar o máximo de informações sobre os objetos e sobre a sociedade que os utilizou é uma das etapas do trabalho do arqueólogo. <br>Se fez uso de fotos antigas ampliadas no formato de <em>baners</em> em sala de aula, mescladas com palavras chave para remeter o aluno à reflexão sobre as mudanças e permanência entre as vivências das pessoas do passado e presente, nos diferentes bairros.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-27 11:28:32 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Projeto de Educação Patrimonial da Escola Arquipélago - parte 5 Álbum de Família</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/imaginarioinfantil/wish/1564733872</link>
         <description><![CDATA[<div>Para o 3º ano, a proposta foi adotar a concepção de história de <em>cunho jornalístico</em>, a partir de experiências prévias de entrevistas semi-abertas com a pesquisadora Marieta Borges, a respeito da história do cotidiano na década de 30 em Fernando de Noronha. A ideia era utilizar como mecanismo de rememoração fotografias, pinturas e recordações da Sra. Marlene Cavalcanti Berenger. A Sra Marlene&nbsp; viveu a infância na ilha quando seu pai foi funcionário do presídio lá instalado. Com a desativação do presídio, todos foram encaminhados para a Ilha Grande.&nbsp;<br>O encontro da entrevista ocorreu na sede do Clube de Mães na Vila dos Remédios.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-27 11:28:42 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Projeto de Educação Patrimonial da Escola Arquipélago - parte 6</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/imaginarioinfantil/wish/1564734196</link>
         <description><![CDATA[<div>No Museu dos Tubarões a <em>oficina de construção da rosa dos ventos </em>serviu para exercitar a percepção espacial por meio da orientação com pontos cardeais, possibilitando a identificação de referências de localização natural do Arquipélago.</div><div>Tudo começou com a pergunta: O que significa se orientar? Indicar onde o sol nasce e esclarecer que este fenômeno ocorre no Oriente, foi o passo seguinte. Pela Carta Batimétrica do Arquipélago Fernando de Noronha, apresentou-se as convenções estabelecidas para confecção do documento cartográfico: escala, legenda, orientação geográfica. Consultando a bússola, puderam localizar o norte magnético e o norte geográfico. Com os conceitos esclarecidos, a tarefa de indicar os pontos cardeais e os colaterais numa rosa dos ventos foi anunciada. Partiu-se da instalação da “biruta”, instrumento que indica a direção do vento, que compõe o pátio das esculturas.<br>O grande valor dessa visita guiada ao Museu dos Tubarões, independente do conteúdo que possa ser apreendido, foi o de despertar a curiosidade sobre o que se expõe no museu e de proporcionar uma oportunidade de admirar, naquele momento, coisas que estão muito além do seu alcance, provocando<em> a sensação de assombro com as maravilhas do mundo </em>natural e científico.&nbsp;<br>A mediação se valeu de uma atuação conjunta com os alunos, quase como uma brincadeira, em que os engenheiros de pesca Leonardo e Maria da Conceição, idealizadores do Museu dos Tubarões, fizeram o papel de artífices de uma rosa dos ventos. Acredita-se que além desta primeira observação do objeto criado em conjunto, o exercício de aplicação do conteúdo exposto no momento de orientação dos elementos naturais presentes no entorno do museu tenham se reorganizados, recombinados em outras formas criadoras como na representação pictórica produzida após a visita ao museu.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-27 11:28:53 UTC</pubDate>
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