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      <title>Nayara Mailard Ramos - 20223305252 by Nayara Ramos</title>
      <link>https://padlet.com/nayaramramos/r5876i9570vk222j</link>
      <description>AVA1 Grandes Temas de Medicina Veterinária - Suspeita Clínica: Dirofilariose</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-11-06 23:44:49 UTC</pubDate>
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         <title>Caso Clínico</title>
         <author>nayaramramos</author>
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         <description><![CDATA[<div>Foi atendido em uma clínica veterinária, um animal da espécie canina, fêmea, com 4 ano de idade, pertencente a raça Border Collie. O animal apresentava apatia, cansaço e inapetência. A cadela tosse frequentemente principalmente após o aumento da atividade física. Com bastante Letargia para realização de atividades físicas.&nbsp; Nos últimos 6 meses teve perda de peso significativa e aumento da circunferência abdominal. Vacinação apenas com antirrábica. Diante desses achados foram solicitados: hemograma; Teste rápido SNAP® 4Dx® Plus; radiografa de tórax; ecocardiograma, raio x de tórax e ultrassom abdominal.<br><br><sup>Imagem: https://wallhere.com/pt/wallpaper/630282</sup></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-07 00:07:11 UTC</pubDate>
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         <title>Etiologia</title>
         <author>nayaramramos</author>
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         <description><![CDATA[<div>A dirofilariose é causada pelo microrganismo Dirofilaria immitis, uma filária. No mínimo, 70 espécies de mosquitos podem atuar como hospedeiro intermediário; Aedes, Anopheles e Culex são os principais gêneros de vetores. É possível a ocorrência de infecção persistente em várias espécies de animais selvagens e de companhia. Dentre os reservatórios selvagens incluem-se lobos, coiotes, raposas, focas-cinza da Califórnia, leão-marinho e guaxinins. Em animais de companhia a dirofilariose é diagnosticada principalmente em cães e menos comumente em gatos e furões, devido às diferenças de técnica diagnóstica e ao ciclo de vida do parasita nestes animais. Há relatos de dirofilariose na maioria dos países de clima temperado, semitropical e tropical, inclusive EUA, Canadá, Austrália, América Latina e sul da Europa. Em animais de companhia, o risco de ocorrência de dirofilariose é maior em cães e gatos criados em ambiente externo. Embora qualquer cão ou gato seja suscetível à dirofilariose, criado ou não em ambiente interno, a maioria dos casos é diagnosticada em animais de tamanho médio a grande, com 3 a 8 anos de idade.<br><br><sup>Referência: CICARINO , CARLA. </sup><strong><sup>Dirofilariose Canina</sup></strong><sup>. 2019. Trabalho de conclusão de curso (Medicina Veterinária) - CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS, [</sup><em><sup>S. l.</sup></em><sup>], 2017. Disponível em: https://arquivo.fmu.br/prodisc/medvet/cci.pdf. Acesso em: 6 nov. 2022.</sup></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-07 00:49:32 UTC</pubDate>
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         <title>Ciclo de Vida</title>
         <author>nayaramramos</author>
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         <description><![CDATA[<div>Um artrópode hematófago, o mosquito, ao picar um hospedeiro infectado previamente, ingere as microfilárias, larvas de primeiro estágio, L1, provenientes da corrente sanguínea do animal. O mosquito passa a ser o hospedeiro intermediário, e dentro dele, as larvas irão se desenvolver, migrando do tórax para o aparelho picador do inseto passando por duas mudas, L2 e L3, levando de 2 a 2,5 semanas para realizá-las. Há mais de setenta espécies de mosquitos conhecidas como possíveis vetores, destacam que: “Para a larva L1 maturar até o estágio infectante, a temperatura média diária deve ser mais alta que 18º C por aproximadamente um mês”. Quando este mosquito infectado pica outro cão, um hospedeiro saudável e susceptível, inocula, ao se alimentar, as larvas de terceiro estágio, L3. As larvas recém chegadas ao organismo migram para o tecido subcutâneo e muscular mudando para L4 (Jovens adultos), em aproximadamente 3 a 4 dias. Em seguida, invadem o sistema vascular e por volta de 100 dias, após a infecção, chegam ao coração, se alojam no ventrículo direito e nas artérias pulmonares dos lobos caudais do hospedeiro, mudando para L5, onde atingem a maturidade sexual, acasalam e o ciclo se completa com a liberação de novas microfilárias na corrente sanguínea. O período pré-patente é de 6 a 8 meses, ou seja, as microfilárias são encontradas na circulação periférica após este período que sucede a infecção e cada uma delas poderá sobreviver por até dois anos, garantindo níveis altos de microfilaremia no hospedeiro. Os vermes adultos são encontrados principalmente no ventrículo direito do coração, nas artérias pulmonares e ocasionalmente na veia cava caudal, na veia hepática e nas veias coronárias.<br><br><sup>Referência: CICARINO , CARLA. </sup><strong><sup>Dirofilariose Canina</sup></strong><sup>. 2019. Trabalho de conclusão de curso (Medicina Veterinária) - CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS, [</sup><em><sup>S. l.</sup></em><sup>], 2017. Disponível em: https://arquivo.fmu.br/prodisc/medvet/cci.pdf. Acesso em: 6 nov. 2022.<br></sup><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-07 01:05:28 UTC</pubDate>
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         <title>Forma de Transmissão</title>
         <author>nayaramramos</author>
         <link>https://padlet.com/nayaramramos/r5876i9570vk222j/wish/2372164190</link>
         <description><![CDATA[<div>A Dirofilariose é transmitida por mosquitos de várias espécies, inclusive o<em> Aedes aegypti</em> – transmissor da Dengue, Zica e Chikungunya. Ao picar um animal contaminado, as larvas do verme passam para o inseto e se desenvolvem dentro dele. O tempo de desenvolvimento das larvas no mosquito depende da temperatura. Estudos mostram que, após picar um animal contaminado – aos 27°C e umidade relativa de 80% – o mosquito torna-se transmissor de Dirofilariose em até 14 dias. Em temperaturas mais baixas, o processo é mais lento. Por isso, no verão, o cuidado precisa ser redobrado.<br><br></div><div>Quando o mosquito transmissor pica outro animal ou ser humano, as larvas são transferidas do inseto para o tecido muscular e alcançam corrente sanguínea, por onde serão carregadas até o pulmão. Os vermes maduros costumam atingir o coração e pulmão do hospedeiro entre 67 e 85 dias após a contaminação. Nesse estágio, eles podem chegar aos 3,8 centímetros de comprimento. Quando os vermes atingem os pulmões, a pressão e o fluxo sanguíneo acabam levando-os para as arteríolas pulmonares. À medida que crescem e se desenvolvem, eles passam a habitar as grandes artérias, crescendo ainda mais.<br><br></div><div><br><sup>Referências: DIROFILARIOSE: a doença do verme do coração. </sup><strong><sup>Dirofilariose: a doença do verme do coração</sup></strong><sup>, [</sup><em><sup>s. l.</sup></em><sup>], 10 nov. 2022. Disponível em: https://digitalvet.com.br/dirofilariose-doenca-do-verme-do-coracao/#:~:text=Transmiss%C3%A3o,e%20se%20desenvolvem%20dentro%20dele. Acesso em: 10 nov. 2022.<br><br>Referência Imagem: https://www.peritoanimal.com.br/dirofilariose-canina-sintomas-e-tratamento-22877.html</sup></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-07 01:05:55 UTC</pubDate>
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         <title>Sinais Clínicos</title>
         <author>nayaramramos</author>
         <link>https://padlet.com/nayaramramos/r5876i9570vk222j/wish/2372164300</link>
         <description><![CDATA[<div>Muitos cães, principalmente os recentemente infectados, são assintomáticos, sendo a doença diagnosticada apenas por um resultado positivo em testes sanguíneos de triagem de rotina. Como primeiro método de triagem, a American Heartworm Society recomenda que testes de antígeno (Ag) de dirofilárias sejam utilizados. A eficácia do teste na detecção da dirofilaria só poderá ser confirmada após 7 meses de infecção, o tempo necessário para que o ciclo biológico da Dirofilaria immitis se complete no hospedeiro e as fêmeas entrem em reprodução. Já os cães sintomáticos, o que indica um estágio avançado da doença, podem apresentar um histórico de tosse crônica, dispnéia, taquipnéia, síncope, fadiga, intolerância a exercícios, mucosas pálidas ou ictéricas, hemoptise, perda de peso, anorexia, trombocitopenia, ascite e insuficiência cardíaca congestiva direita, levando o animal à morte. Em sua forma aguda, principalmente na síndrome da veia cava, os animais infectados apresentam fraqueza, anorexia, depressão, tempo de preenchimento capilar prolongado, distensão ou pulsação da veia jugular, dispnéia, hepato-esplenomegalia, hemoglobinemia, colapso e choque. A morte pode ocorrer poucas horas após o aparecimento das manifestações clínicas. <br>Quando auscultados, sons pulmonares aumentados ou anormais (sibilos estertores), sopro de insuficiência tricúspide ou arritmias cardíacas são detectados. Doença arterial pulmonar grave e tromboembolismo podem estar associados a epistaxe, coagulação intravascular disseminada (CID), colapso, trombocitopenia e hemoglobinúria, sendo que esta última também é indicativa de síndrome da veia cava.<br><br><sup>Referência:</sup> <sup>CICARINO , CARLA. </sup><strong><sup>Dirofilariose Canina</sup></strong><sup>. 2019. Trabalho de conclusão de curso (Medicina Veterinária) - CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS, [</sup><em><sup>S. l.</sup></em><sup>], 2017. Disponível em: https://arquivo.fmu.br/prodisc/medvet/cci.pdf. Acesso em: 6 nov. 2022.<br><br>Imagem: https://www.google.com/imgres?imgurl=https%3A%2F%2Fimg.freepik.com%2Ffotos-premium%2Ffilhote-de-cachorro-border-collie-segurando-o-estetoscopio-na-boca-isolado-no-fundo-branco-cao-de-estimacao-de-raca-pura-na-recepcao-no-medico-veterinario-na-clinica-veterinaria-cuidados-de-saude-do-animal-de-estimacao-e-conceito-de-animais_80942-9759.jpg%3Fw%3D2000&amp;imgrefurl=https%3A%2F%2Fbr.freepik.com%2Ffotos-premium%2Ffilhote-de-cachorro-border-collie-segurando-o-estetoscopio-na-boca-isolado-no-fundo-branco-cao-de-estimacao-de-raca-pura-na-recepcao-no-medico-veterinario-na-clinica-veterinaria-cuidados-de-saude-do-animal-de-estimacao-e-conceito-de-animais_26586394.htm&amp;tbnid=rDEgAkBIkVZcLM&amp;vet=12ahUKEwjejOr0_qT7AhU9NrkGHXuXA98QMygDegUIARDMAQ..i&amp;docid=-go4l-2MHk8wXM&amp;w=2000&amp;h=1333&amp;q=border%20collie%20na%20clinica%20veterinaria&amp;ved=2ahUKEwjejOr0_qT7AhU9NrkGHXuXA98QMygDegUIARDMAQ</sup></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-07 01:06:01 UTC</pubDate>
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         <title>Diagnóstico</title>
         <author>nayaramramos</author>
         <link>https://padlet.com/nayaramramos/r5876i9570vk222j/wish/2372164472</link>
         <description><![CDATA[<div>O diagnóstico pode ser direto, pesquisando-se a presença do verme, ou indireto, empregando-se testes sorológicos para detecção de anticorpos contra Dirofilaria immitis. <br><br><strong>1 - Testes Sorológicos para Diagnósticos Conclusivos:</strong><br>Os testes de antígeno de parasita (Ag), que pesquisam antígenos na circulação, são de extrema importância para um correto diagnóstico em casos de infecções ocultas. É o método indicado para triagem da doença em cães recomendado pela American Heartworm Society (AHS). São Kits de antígenos com alta precisão, especificidade e maior sensibilidade global que os testes de pesquisa de microfilárias. Os testes mais utilizados são os imunoenzimáticos (ELISA) ou de imunomigração rápida com ouro coloidal (Imuno precipitação em Agar gel). Estes testes irão detectar a presença de antígenos no trato genital de fêmeas adultas. <br><br><strong>2 - Técnica Molecular (PCR):<br></strong>O uso da técnica molecular utilizando a reação em cadeia da polimerase (PCR), técnica utilizada para detecção de DNAs do organismo, foi proposto como método espécieespecífico de diagnóstico da dirofilariose canina, por Nicolas &amp; Scoles (1997). Nesta técnica um segmento DNA do parasita é amplificado, utilizando iniciadores espécies-específicos que podem ser visualizados em gel de Agarose, corado com Brometo de Etídeo. Realizada a padronização desta técnica, aliada às metodologias convencionais, pode-se determinar a real ocorrência desta parasitose nos cães, para que medidas de tratamento e prevenção possam ser tomadas, sendo o método diagnóstico de maior precisão em comparação aos testes sorológicos, além servir para diferenciar D. immitis dos outros tipos de dirofilaria encontradas em cães.<br><br><strong>3 - Possíveis Alterações em Exames Complementares Compatíveis com a Dirofilariose:</strong><br>Os cães portadores de dirofilariose podem ou não apresentar alterações e variações significativas em exames laboratoriais complementares, servindo apenas como auxílio no diagnóstico em casos suspeitos de cães portadores de D. immitis.<br>Quando presentes, as alterações mais comumente achadas em hemogramas são: anemia regenerativa, eosinofilia, basofilia, leucocitose com neutrofilia e trombocitopenia associados à tromboembolia.<br>Em exames bioquímicos séricos e urinálise, hiperglobulinemia, proteinúria, hipoalbuminemia e albuminúria discreta.<br>Os exames não específicos como a radiografia, podem auxiliar em casos suspeitos aonde não podem ser demonstradas microfilárias nos exames laboratoriais, onde se percebe uma dilatação cardíaca na radiografia. No início da doença, os achados radiográficos podem ser normais, porém, em cães infectados com alta carga de vermes, as alterações mais características são: aumento ventricular direito, dilatação e tortuosidade acentuada das artérias pulmonares principais e lobares, obstrução das artérias pulmonares periféricas e doença perivascular. Infiltrados pulmonares parenquimatosos ao redor das artérias lobares e infiltrados difusos, simétricos, alveolares e intersticiais podem ocorrer de forma ocasional devido a uma reação alérgica as microfilárias. <br>Nos achados ecocardiográficos, as alterações mais comuns são: dilatação ventricular direita, hipertrofia de parede e eco densidades paralelas lineares, no ventrículo direito, átrio direito e artérias pulmonares. Hipertrofia ventricular direita e distúrbios do ritmo cardíaco (fibrilação atrial mais comum) são achados eletrocardiográficos mais comuns em cães com infecção grave.<br><br><sup>Referência: CICARINO , CARLA. </sup><strong><sup>Dirofilariose Canina</sup></strong><sup>. 2019. Trabalho de conclusão de curso (Medicina Veterinária) - CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS, [</sup><em><sup>S. l.</sup></em><sup>], 2017. Disponível em: https://arquivo.fmu.br/prodisc/medvet/cci.pdf. Acesso em: 6 nov. 2022.<br>Imagem: https://www.peritoanimal.com.br/dirofilariose-canina-sintomas-e-tratamento-22877.html</sup></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-07 01:06:11 UTC</pubDate>
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         <title>Tratamento</title>
         <author>nayaramramos</author>
         <link>https://padlet.com/nayaramramos/r5876i9570vk222j/wish/2372164594</link>
         <description><![CDATA[<div>Exames como hemograma, bioquímica sérica, urinálise, radiografias torácicas e eletrocardiograma podem auxiliar no tratamento da doença, pois demonstram a gravidade das alterações das condições físicas e fisiológicas dos animais portadores da dirofilariose.<br><br>Eliminar as microfilárias com profilaxia mensal; o medicamento Interceptor® pode causar um rápido declínio no número de microfilárias, devendo ser utilizado com cuidado nesse quadro. <br><br><em>&nbsp;A hospitalização é recomendada para cães que sofrem complicações tromboembólicas. </em><br><br>Há necessidade de restrição intensa por 4-6 semanas após a administração de adulticida. <br><br>O confinamento em gaiola é recomendado por 3-4 semanas após a administração de adulticida para os pacientes de Classe III. É aconselhável o confinamento em gaiola por 7 dias para os cães com complicações tromboembólicas pulmonares.<br><strong>A maioria dos pacientes é hospitalizada durante a administração de adulticida.<br><br></strong><sup>Referência: </sup><strong><sup><br></sup></strong><sup>CICARINO , CARLA. </sup><strong><sup>Dirofilariose Canina</sup></strong><sup>. 2019. Trabalho de conclusão de curso (Medicina Veterinária) - CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS, [</sup><em><sup>S. l.</sup></em><sup>], 2017. Disponível em: https://arquivo.fmu.br/prodisc/medvet/cci.pdf. Acesso em: 6 nov. 2022.<br><br>Tilley, Larry, P. e Francis W. K. Smith Junior. Consulta Veterinária em 5 Minutos: Espécies Canina e Felina. Disponível em: Minha Biblioteca, (5th edição). Editora Manole, 2015.</sup></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-07 01:06:17 UTC</pubDate>
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         <title>Prevenção</title>
         <author>nayaramramos</author>
         <link>https://padlet.com/nayaramramos/r5876i9570vk222j/wish/2372164701</link>
         <description><![CDATA[<div>A primeira formulação contendo ivermectina, chegou ao Brasil em 1992. Atualmente, a ivermectina (6 a 12µg/kg) associada ao pomoato de pirantel (5mg/kg, como sal de pomoato) é encontrada em forma de tabletes mastigáveis administrados uma vez ao mês associando a concentrações de dosagem com o peso do anima. Esta formulação é eficaz contra os estágios larvais tissulares da Dirofilaria immitis até um mês após a infecção e, como resultado, previne o desenvolvimento das formas adultas. <br><br>Milbemicina oxima e excipientes, na posologia de 500 a 999 µg/kg, também são drogas que devem ser administradas mensalmente, sendo a segunda formulação a chegar ao Brasil. A milbemicina difere da avermectina apenas pela ausência de um grupo dessacarídeo no C-13 do anel lactônico, porém, possui a mesma eficácia anti-helmíntica , com espectro de ação também sobre as microfilárias de D. immitis em cães. A terceira droga a ser introduzida no Brasil para a prevenção da dirofilariose, é constituído por selamectina, uma molécula polivalente. A droga é plicada em um único ponto na pele do animal, mensalmente, de uso tópico, transdermal (pour-on) em concentrações de 6 a 12% dependendo do peso corporal do animal. A selamectina não atua contra a forma adulta de Dirofilaria immitis, no entanto poderá reduzir o número de mocrofilárias circulantes. Animais já infectados com dirofilárias adultas podem seguramente receber a selamectina mensalmente para as prevenções de novas infecções. A selamectina é bem tolerada por cães Collie, sensíveis a ivermectina, mas quando administrada em doses elevadas, pode causar vômitos e sialorréia, por isso, a dose DOCS - 81498v1 50 recomendada pelo fabricante para cães infectado por D. immitis deve ser sempre respeitada para que não haja efeitos adversos. Imidacloprida (100mg) Permetrina (500mg), também de uso tópico, são drogas administradas mensalmente. A combinação destas duas substâncias, além do efeito pulicida, tem efeito de repelente contra moscas e mosquitos. Há também no mercado nacional, soluções que contém duas substâncias ativas, como o imidaclopride e a moxidectina, drogas antiparasitárias, do grupo das milbemicinas, de ação anti-helmíntica e ectoparasiticida. O tratamento pode ser iniciado um mês antes da primeira provável exposição aos mosquitos transmissores e deve continuar em intervalos mensais até um mês após a última exposição aos insetos.<br><br><sup>Referências:<br>CICARINO , CARLA. </sup><strong><sup>Dirofilariose Canina</sup></strong><sup>. 2019. Trabalho de conclusão de curso (Medicina Veterinária) - CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS, [</sup><em><sup>S. l.</sup></em><sup>], 2017. Disponível em: https://arquivo.fmu.br/prodisc/medvet/cci.pdf. Acesso em: 6 nov. 2022.<br><br>PROHEART SR-12. </sup><strong><sup>LINHA ANTIPARASITÁRIOS</sup></strong><sup>, [</sup><em><sup>s. l.</sup></em><sup>], 10 nov. 2022. Disponível em: https://www.vetsmart.com.br/cg/produto/2686/proheart-sr-12. Acesso em: 10 nov. 2022.</sup></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-07 01:06:23 UTC</pubDate>
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         <title>Especialidades Envolvidas no Diagnóstico</title>
         <author>nayaramramos</author>
         <link>https://padlet.com/nayaramramos/r5876i9570vk222j/wish/2372165374</link>
         <description><![CDATA[<div>Devido aos parasitas adultos se encontrarem alojados principalmente nas artérias pulmonares e coração direito, a presença do Cardiologista veterinário é essencial.&nbsp;</div><div>O diagnóstico pode ser direto, pesquisando-se a presença do verme, ou indireto, empregando-se testes sorológicos para detecção de anticorpos contra Dirofilaria immitis.<br>O ecocardiograma permite diagnosticar dilatação ventricular direita, hipertrofia de parede e algumas vezes identificar o parasita adulto no ventrículo direito, átrio direito e artérias pulmonares.<br><br><sup>Referências: <br>ECODOPPLERCARDIOGRAMA – Dirofilaria. </sup><strong><sup>Ecodopplercardiograma – Dirofilaria</sup></strong><sup>, [</sup><em><sup>s. l.</sup></em><sup>], 10 nov. 2022. Disponível em: https://mobilevet.com.br/site/ecodopplercardiograma-dirofilaria/. Acesso em: 10 nov. 2022.<br></sup><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-07 01:06:57 UTC</pubDate>
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         <title>Vídeo - Ecocardiograma da Dirofilariose</title>
         <author>nayaramramos</author>
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         <pubDate>2022-11-11 01:41:26 UTC</pubDate>
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         <title>Vídeo - Ciclo de Vida Dirofilaria</title>
         <author>nayaramramos</author>
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         <pubDate>2022-11-11 01:50:53 UTC</pubDate>
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