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      <title>8E by </title>
      <link>https://padlet.com/poemarte20208e/8E</link>
      <description>Blogue de poesia e arte</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-11-24 16:52:18 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-01-23 16:31:37 UTC</lastBuildDate>
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         <title>As tarefas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/poemarte20208e/8E/wish/959941090</link>
         <description><![CDATA[<div>I.                 Lê atentamente o infográfico <em>10 Dicas para Ler Poesia.</em></div><div>II.                Lê os poemas.</div><div>III.              Escreve agora sobre os poemas seguindo os tópicos abaixo e as linhas de leitura para cada um dos poemas:</div><div> </div><div>1.      Tema;</div><div>2.      Assunto;</div><div>3.      Desenvolvimento:</div><div>3.1. Divisão do poema em momentos ou partes lógicas;</div><div>3.2. Processos de desenvolvimento:</div><div>3.2.1.      Quem fala?</div><div>3.2.2.      De que fala?</div><div>3.2.3.      Como fala?</div><div>3.2.4.      De que forma?</div><div> </div><div>4.      Síntese pessoal da leitura do poema.</div><div> </div><div>IV.              No <em>Padlet</em> da turma:</div><div> </div><div>1.      Gravação da leitura expressiva do poema;</div><div>2.      Poema (com referência Bibliográfica – autor e título da obra);</div><div>3.      Síntese de Leitura*;</div><div>4.      Trabalho plástico (fotografia/digitalização).</div><div> * Enviar por email o texto em word, antes de publicar aqui: <a href="mailto:biblioteca.escolar@ae2beja.pt">biblioteca.escolar@ae2beja.pt</a><br><a href="mailto:teresa.pereira@ae2beja.pt">teresa.pereira@ae2beja.pt</a> </div><div>V.               Preparar a apresentação oral à turma, usando o <em>Padlet</em> como suporte.</div><div> </div><div>Tempo de apresentação: 5 minutos </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-25 14:15:17 UTC</pubDate>
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         <title>O Homem do Leme</title>
         <author>poemarte20208e</author>
         <link>https://padlet.com/poemarte20208e/8E/wish/959959188</link>
         <description><![CDATA[<div>Sozinho na noite<br> um barco ruma para onde vai.<br> Uma luz no escuro brilha a direito<br> ofusca as demais.<br><br></div><div>E mais que uma onda, mais que uma maré...<br> Tentaram prendê-lo impor-lhe uma fé...<br> Mas, vogando à vontade, rompendo a saudade,<br> vai quem já nada teme, vai o homem do leme...<br><br></div><div>E uma vontade de rir nasce do fundo do ser.<br> E uma vontade de ir, correr o mundo e partir,<br> a vida é sempre a perder...<br><br></div><div>No fundo do mar<br> já sem os outros, os que lá ficaram.<br> Em dias cinzentos<br> descanso eterno lá encontraram.<br><br></div><div>E mais que uma onda, mais que uma maré...<br> Tentaram prendê-lo, impor-lhe uma fé...<br> Mas, vogando à vontade, rompendo a saudade,<br> vai quem já nada teme, vai o homem do leme...<br><br></div><div>E uma vontade de rir nasce do fundo do ser.<br> E uma vontade de ir, correr o mundo e partir,<br> a vida é sempre a perder...<br><br></div><div>No fundo horizonte<br> sopra o murmúrio para onde vai.<br> No fundo do tempo<br> foge o futuro, é tarde demais...<br><br></div><div>E uma vontade de rir nasce do fundo do ser.<br> E uma vontade de ir, correr o mundo e partir,<br> a vida é sempre a perder...<br><br></div><div>Xutos e Pontapés </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-25 14:20:28 UTC</pubDate>
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         <title>O MOSTRENGO</title>
         <author>poemarte20208e</author>
         <link>https://padlet.com/poemarte20208e/8E/wish/960003015</link>
         <description><![CDATA[<div>O mostrengo que está no fim do mar <br><br></div><div>Na noite de breu ergueu-se a voar;<br><br></div><div>À roda da nau voou três vezes,<br><br></div><div>Voou três vezes a chiar,<br><br></div><div>E disse: «Quem é que ousou entrar<br><br></div><div>Nas minhas cavernas que não desvendo,<br><br></div><div>Meus tectos negros do fim do mundo?»<br><br></div><div>E o homem do leme disse, tremendo:<br><br></div><div>«El-Rei D. João Segundo!»<br><br></div><div> <br><br></div><div>«De quem são as velas onde me roço? <br><br></div><div>De quem as quilhas que vejo e ouço?»<br><br></div><div>Disse o mostrengo, e rodou três vezes, <br><br></div><div>Três vezes rodou imundo e grosso,<br><br></div><div>«Quem vem poder o que só eu posso,<br><br></div><div>Que moro onde nunca ninguém me visse<br><br></div><div>E escorro os medos do mar sem fundo?»<br><br></div><div>E o homem do leme tremeu, e disse:<br><br></div><div>«El-Rei D. João Segundo!»<br><br></div><div> <br><br></div><div>Três vezes do leme as mãos ergueu,<br><br></div><div>Três vezes ao leme as reprendeu,<br><br></div><div>E disse no fim de tremer três vezes:<br><br></div><div>«Aqui ao leme sou mais do que eu:<br><br></div><div>Sou um Povo que quer o mar que é teu;<br><br></div><div>E mais que o mostrengo, que me a alma teme<br><br></div><div>E roda nas trevas do fim do mundo;<br><br></div><div>Manda a vontade, que me ata ao leme,<br><br></div><div>De El-Rei D. João Segundo!»<br><br></div><div>Fernando Pessoa, <em>Mensagem</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-25 14:32:56 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>10 Dicas para Ler Poesia</title>
         <author>poemarte20208e</author>
         <link>https://padlet.com/poemarte20208e/8E/wish/960005121</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-11-25 14:33:32 UTC</pubDate>
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         <title>De tarde</title>
         <author>poemarte20208e</author>
         <link>https://padlet.com/poemarte20208e/8E/wish/960013368</link>
         <description><![CDATA[<div>Naquele pic-nic de burguesas,&nbsp;<br>&nbsp;Houve uma coisa simplesmente bela,&nbsp;<br>&nbsp;E que, sem ter história nem grandezas,&nbsp;<br>&nbsp;Em todo o caso dava uma aguarela.&nbsp;<br><br></div><div>Foi quando tu, descendo do burrico,&nbsp;<br>&nbsp;Foste colher, sem imposturas tolas,&nbsp;<br>&nbsp;A um granzoal azul de grão-de-bico&nbsp;<br>&nbsp;Um ramalhete rubro de papoulas.&nbsp;<br><br></div><div>Pouco depois, em cima duns penhascos,&nbsp;<br>&nbsp;Nós acampámos, inda o Sol se via;&nbsp;<br>&nbsp;E houve talhadas de melão, damascos,&nbsp;<br>&nbsp;E pão-de-ló molhado em malvasia.&nbsp;<br><br></div><div>Mas, todo púrpuro a sair da renda&nbsp;<br>&nbsp;Dos teus dois seios como duas rolas,&nbsp;<br>&nbsp;Era o supremo encanto da merenda&nbsp;<br>&nbsp;O ramalhete rubro das papoulas!&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;</div><div>Cesário Verde in <em>O livro de Cesário Verde</em> (1855-1886)&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-25 14:35:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>poemarte20208e</author>
         <link>https://padlet.com/poemarte20208e/8E/wish/960022286</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-11-25 14:38:30 UTC</pubDate>
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         <title>Amor é um fogo que arde sem se ver</title>
         <author>poemarte20208e</author>
         <link>https://padlet.com/poemarte20208e/8E/wish/960023788</link>
         <description><![CDATA[<div>Amor é um fogo que arde sem se ver;<br>É ferida que dói, e não se sente;<br>É um contentamento descontente;<br>É dor que desatina sem doer.<br><br>É um não querer mais que bem querer;<br>É um andar solitário entre a gente;<br>É nunca contentar-se de contente;<br>É um cuidar que ganha em se perder;<br><br>É querer estar preso por vontade;<br>É servir a quem vence, o vencedor;<br>É ter com quem nos mata, lealdade.<br><br>Mas como causar pode seu favor<br>Nos corações humanos amizade,<br>Se tão contrário a si é o mesmo Amor?<br><br>Luís Vaz de Camões, in <em>Obras completas </em>(1524-1580) </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-25 14:38:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O céu, de opacas sombras abafado</title>
         <author>poemarte20208e</author>
         <link>https://padlet.com/poemarte20208e/8E/wish/960026718</link>
         <description><![CDATA[<div>O céu, de opacas sombras abafado,<br><br></div><div>Tornando mais medonha a noite feia,<br><br></div><div>Mugindo sobre as rochas, que salteia,<br><br></div><div>O mar, entre crespos montes levantado;<br><br></div><div> <br><br></div><div>Desfeito em furacões o vento irado;<br><br></div><div>Pelos ares zunindo a solta areia;<br><br></div><div>O pássaro nocturno, que vozeia<br><br></div><div>No agoireiro cipreste além pousado;<br><br></div><div> <br><br></div><div>Formam quadro terrível, mas aceito,<br><br></div><div>Mas grato aos olhos meus, grato à fereza<br><br></div><div>Do ciúme e saudade, a que ando afeito.<br><br></div><div> <br><br></div><div>Quer no horror igualar-me a Natureza;<br><br></div><div>Porém cansa-se em vão, que no meu peito<br><br></div><div>Há mais escuridade, há mais tristeza.<br><br></div><div> <br><br></div><div>Bocage (1765-1805) </div>]]></description>
         <pubDate>2020-11-25 14:39:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aquela triste e leda madrugada</title>
         <author>poemarte20208e</author>
         <link>https://padlet.com/poemarte20208e/8E/wish/960028572</link>
         <description><![CDATA[<div>Aquela triste e leda madrugada,<br> cheia toda de mágoa e de piedade,<br> enquanto houver no mundo saudade,<br> quero que seja sempre celebrada.<br> <br> Ela só, quando amena e marchetada<br> saía, dando ao mundo claridade,<br> viu apartar-se d`ua outra vontade,<br> que nunca poderá ver-se apartada.<br> <br> Ela só viu as lágrimas em fio,<br> que duns e doutros olhos derivadas,<br> s`acrescentaram em grande e largo rio;<br> <br> Ela viu as palavras magoadas,<br> que puderam tornar o fogo frio,<br> e dar descanso as almas condenadas.<br><br></div><div> <br><br></div><div>Luís Vaz de Camões in <em>Obras completas </em>(1524-1580) </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-25 14:40:15 UTC</pubDate>
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         <title>Auto-retrato</title>
         <author>poemarte20208e</author>
         <link>https://padlet.com/poemarte20208e/8E/wish/960034485</link>
         <description><![CDATA[<div>Magro, de olhos azuis, carão moreno,<br> Bem servido de pés, meão na altura,<br> Triste de facha, o mesmo de figura,<br> Nariz alto no meio, e não pequeno:<br><br></div><div>Incapaz de assistir num só terreno,<br> Mais propenso ao furor do que à ternura;<br> Bebendo em níveas mãos por taça escura<br> De zelos infernais letal veneno:<br><br></div><div>Devoto incensador de mil deidades<br> (Digo, de moças mil) num só momento<br> E somente no altar amando os frades;<br><br></div><div>Eis Bocage, em que luz algum talento;<br> Saíram dele mesmo estas verdades<br> Num dia em que se achou mais pachorrento.<br><br></div><div>                                    Bocage (1765-1805) </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-25 14:42:00 UTC</pubDate>
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         <title>Chaves na mão, melena desgrenhada</title>
         <author>poemarte20208e</author>
         <link>https://padlet.com/poemarte20208e/8E/wish/960036536</link>
         <description><![CDATA[<div>Chaves na mão, melena desgrenhada, </div><div>batendo o pé na casa, a Mãe ordena </div><div>que o furtado colchão, fofo e de pena, </div><div>a filha o ponha ali, ou a criada. </div><div> </div><div>A filha, moça esbelta e aparaltada </div><div>Lhe diz co’a doce voz que o ar serena: </div><div>– Sumiu-se-lhe um colchão, é forte pena! </div><div>Olhe não fique a casa arruinada… </div><div> </div><div>– Tu respondes assim? Tu zombas disto? </div><div>Tu cuidas que, por teu pai embarcado, </div><div>já a mãe não tem mãos? E dizendo isto, </div><div> </div><div>Arremete-lhe à cara e ao penteado; </div><div>Eis senão quando – caso nunca visto! – </div><div>Sai-lhe o colchão de dentro do toucado. </div><div> </div><div>Nicolau Tolentino de Almeida  In <em>Obras Completas</em>(1741-1811) </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-25 14:42:37 UTC</pubDate>
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         <title>De bolorentos livros rodeado</title>
         <author>poemarte20208e</author>
         <link>https://padlet.com/poemarte20208e/8E/wish/960038261</link>
         <description><![CDATA[<div>De bolorentos livros rodeado </div><div>Moro, Senhor, nesta fatal cadeira </div><div>De quinze invernos a voraz carreira </div><div>Me tem no mesmo posto sempre achado, </div><div> </div><div>Longo tempo em pedir tenho gastado, </div><div>E gastarei talvez a vida inteira; </div><div>O ponto está em que quem pode queira, </div><div>Que tudo o mais é trabalhar errado. </div><div> </div><div>Príncipe Augusto, seja vossa a glória: </div><div>Fazei que este infeliz ache ventura; </div><div>Ajuntai mais um facto à vossa história. </div><div> </div><div>Mas, se inda aqui me segue a desventura, </div><div>Cedo ao meu fado, e vou co’a palmatória </div><div>Cavar num canto da aula a sepultura. </div><div> <br><br></div><div>Nicolau Tolentino de Almeida  In <em>Obras Completas</em>(1741-1811) </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-25 14:43:08 UTC</pubDate>
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         <title>Descalça vai para a fonte</title>
         <author>poemarte20208e</author>
         <link>https://padlet.com/poemarte20208e/8E/wish/960040256</link>
         <description><![CDATA[<div>Descalça vai para a fonte</div><div>Lianor pela verdura;</div><div>Vai fermosa, e não segura.</div><div>&nbsp;</div><div>Leva na cabeça o pote,</div><div>O testo nas mãos de prata,</div><div>Cinta de fina escarlata,</div><div>Sainho de chamelote;</div><div>Traz a vasquinha de cote,</div><div>Mais branca que a neve pura.</div><div>Vai fermosa e não segura.</div><div>&nbsp;</div><div>Descobre a touca a garganta,</div><div>Cabelos de ouro entrançado</div><div>Fita de cor de encarnado,</div><div>Tão linda que o mundo espanta.</div><div>Chove nela graça tanta,</div><div>Que dá graça à fermosura.</div><div>Vai fermosa e não segura.</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Luís de Camões in <em>Lírica Completa</em>, (1524-1580)&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-25 14:43:45 UTC</pubDate>
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         <title>O céu, de opacas sombras abafado </title>
         <author>ligiastmiranda</author>
         <link>https://padlet.com/poemarte20208e/8E/wish/1090451495</link>
         <description><![CDATA[<div>Ligia Miranda</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-15 09:24:36 UTC</pubDate>
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         <title>Auto-retrato</title>
         <author>marianadaluzfontes</author>
         <link>https://padlet.com/poemarte20208e/8E/wish/1090459229</link>
         <description><![CDATA[<div>(Mariana, lara ,Inês Batista)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-15 09:27:22 UTC</pubDate>
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         <title>Amor é fogo que arde: leitura expressiva</title>
         <author>margaridaabsm</author>
         <link>https://padlet.com/poemarte20208e/8E/wish/1090472882</link>
         <description><![CDATA[<div>Margarida Madeira</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-15 09:32:30 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Chaves na mão, melena desgrenhada </title>
         <author>luisanobre2007</author>
         <link>https://padlet.com/poemarte20208e/8E/wish/1100265478</link>
         <description><![CDATA[<div>Luísa, Maria e Regina <br>8E</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-19 09:02:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aquela Triste e Leda Madrugada: síntese</title>
         <author>aleonorafonso</author>
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         <description><![CDATA[<div>Inês Grancho e Leonor Afonso </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 11:52:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Apresentação oral- Chaves na mão melena desgrenhada.</title>
         <author>luisanobre2007</author>
         <link>https://padlet.com/poemarte20208e/8E/wish/1325022428</link>
         <description><![CDATA[<div>Luísa Nobre, Maria Dias e Regina Sales</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 12:09:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Amor é um fogo que arde: síntese</title>
         <author>margaridaabsm</author>
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         <description><![CDATA[<div>Margarida Madeira</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 12:09:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>De livros bolorentos rodeado: síntese</title>
         <author>sandrabettencourt</author>
         <link>https://padlet.com/poemarte20208e/8E/wish/1325048369</link>
         <description><![CDATA[<div>João Inverno</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 12:15:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Chaves na mão melena desgrenhada- Síntese</title>
         <author>luisanobre2007</author>
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         <description><![CDATA[<div>Luísa Nobre, Maria Dias, Regina Sales</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 12:17:27 UTC</pubDate>
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         <title>Descalça vai para fonte: síntese</title>
         <author>sandrabettencourt</author>
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         <description><![CDATA[<div>Clara Carapinha, Joana Agostinho, Carolina Franco</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 12:26:54 UTC</pubDate>
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         <title>Auto- retrato: síntese</title>
         <author>sandrabettencourt</author>
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         <description><![CDATA[<div>Inês Batista e Lara Domingos</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 12:31:15 UTC</pubDate>
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         <title>O céu de opacas sombras: síntese</title>
         <author>sandrabettencourt</author>
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         <description><![CDATA[<div>Lígia Miranda</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 12:43:10 UTC</pubDate>
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         <title>De bolorentos livros rodeado </title>
         <author>joaoinverno2007</author>
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         <description><![CDATA[<div>João Inverno</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 12:43:22 UTC</pubDate>
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         <title>Auto-retrato. trabalho de Inês Batista</title>
         <author>sandrabettencourt</author>
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         <pubDate>2021-06-21 13:20:14 UTC</pubDate>
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         <title>Descalça vai para a fonte: trabalho de Clara Carapinha</title>
         <author>sandrabettencourt</author>
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         <pubDate>2021-06-21 13:22:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>De livros bolorentos rodeados: trabalho de  Cristiano Palma</title>
         <author>sandrabettencourt</author>
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         <pubDate>2021-06-21 13:25:28 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Aquela Triste e Leda Madrugada: trabalho de Inês Grancho</title>
         <author>sandrabettencourt</author>
         <link>https://padlet.com/poemarte20208e/8E/wish/1617644882</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-21 13:26:49 UTC</pubDate>
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         <title>Exposição coletiva de Trabalhos Plásticos </title>
         <author>sandrabettencourt</author>
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         <description><![CDATA[<div>8º A, B, C, D, E e F da Escola Básica Mário Beirão e professores de Educação Visual, Helena Nobre e Jorge Simão</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-08 14:48:23 UTC</pubDate>
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