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      <title>Epidemiologia by Juliana Arena Galhardo</title>
      <link>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks</link>
      <description>Para dividir, aprender e ensinar </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-08-31 11:48:32 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-12-18 12:29:22 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Higeya: http://higeya.blogspot.com/p/epidemiologia.html</title>
         <author>julianagalhardo</author>
         <link>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/711282323</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="http://higeya.blogspot.com/p/epidemiologia.html" />
         <pubDate>2020-09-01 10:55:00 UTC</pubDate>
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         <title>TAREFA PARA 01/02/2021</title>
         <author>julianagalhardo</author>
         <link>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/711411593</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>1. Preencher a ferramenta de avaliação da disciplina </mark></strong>(<a href="https://forms.gle/nLVwfome9XiQRmaV8">https://forms.gle/nLVwfome9XiQRmaV8</a>)<br><br><strong>2</strong><strong><mark>. Delinear um ensaio clínico randomizado considerando a mesma enfermidade de interesse e incluindo os elementos de ensaio clínico (intervenção).<br><br>3. Preparar um texto (ao menos uma lauda ) sobre as aplicações da epidemiologia na abordagem em saúde única.</mark></strong><br><br><br><br><br><strong>TAREFA PARA 01/12/2020</strong><br>Completar o delineamento da tarefa anterior (24/11) com dados de sen/esp dos testes de diagnóstico propostos no estudo e dados de prevalência real (discuta ao menos com a prevalência aparente se não encontrar a prevalência real) e discutir (ao menos 1 parágrafo) sobre VPs deste estudo.<br><br>Tarefa para 24/11<br><br>- Delineamento (detalhadamente) de um estudo epidemiológico relacionado ao artigo/tema que vc utilizou até agora<br>- Propor esse estudo!<br>- É permitido fazer em duplas / trios<br>- É possível trocar de tema <br><br><br><br><strong>Tarefa para 27/10/2020</strong><br><strong><mark>INDICADORES</mark></strong><br>- no seu trabalho, existem indicadores? (PREV/INCID/MORT/LET) + outros que encontrar<br><br>- Busque indicadores para essa doença (indicar a fonte)<br><br>- Análise crítica: é muito? médio? pouco? Por quê?<br><br><br><strong>TAREFA para 13/10/2020</strong><br><br>- encontrar no mesmo trabalho os elementos de PREVENÇÃO E CONTROLE<br>(primária, secundária e terciária)<br>(se não estiver no artigo, busque outras fontes)<br><br><strong>TAREFA - 29/09/2020</strong><br><strong>DOENÇAS TRANSMISSÍVEIS:</strong><br>- encontrar no mesmo trabalho os elementos de HND (pré-patogênico e patogênico) e cadeia de transmissão (se não estiver no artigo, busque outras fontes)<br><br><strong>DOENÇAS NÃO TRANSMISSÍVEIS</strong><br>-&nbsp; encontrar no mesmo trabalho os elementos de HND (pré-patogênico e patogênico) -- detalhar cada possível elemento de causalidade // determinantes de hospedeiro, agente e ambiente<br><br><strong>DIA 08/09/2020</strong><br>Cada um deve encontrar um artigo científico que tenha no seu conteúdo os seguintes elementos:<br>- "determinantes" / "causas" / "multicausalidade" / "risco" = <strong>"associação entre causa e efeito"<br>- se possível: </strong>artigo na sua área de concentração<br><br><strong>ESCREVER NO PADLET</strong>:<br>- link do artigo<br>- os elementos de "causa e efeito"/ poucas palavras<br>- análise crítica: vc concorda com esse "causa e efeito"&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-01 12:34:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>TAREFAS</title>
         <author>lidiamssperandio</author>
         <link>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/723528824</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>TAREFA - 27/09/2020<br></mark></strong><strong>Indicadores utilizados no boletim do Covid-MS:<br></strong>População do MS - 2.809.394<strong><br></strong><a href="https://cidades.ibge.gov.br/brasil/ms/panorama">https://cidades.ibge.gov.br/brasil/ms/panorama</a><br>- Incidência da COVID em MS  no dia 13/10/2020: 237/2.809.394x100 =  <em>0,008%</em><br>- Prevalência da COVID em MS no dia 13/10/2020: 75.076/2.809.394x100 = <em>2,67%<br>- </em> Letalidade da COVID em MS no dia 13/10/2020: 1.449/75.076 = <em>1,93%<br>- </em>Mortalidade da COVID em MS no dia 13/10/2020: 1.449/2.809.394 =  <em>0,52 </em>a cada mil habitantes.<br><br><strong>Indicadores epidemiológicos do Artigo -</strong><a href="https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0100-736X2005000400010"><strong>https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0100-736X2005000400010</strong></a><br>Total de 80 equinos<br>66 adoeceram <br>56 morreram <br><br></div><div>- Incidência: Não há essa informação no artigo.<br>- Prevalência: 66/80x100: 82,5%<br>- Letalidade: 56/66: 0,84%<br>- Mortalidade: 56/80: 0,7%<br>O artigo utilizado mostra um surto ocorrido no estado do Rio Grande do Sul.  Segundo os dados dos indicadores informados, podemos ver o quão é importante essa doença para clínica médica de equinos, por ter uma alta taxa de natalidade e mortalidade na espécie. <br><br></div><div><strong><mark>TAREFA - 13/09/2020<br></mark></strong><strong>Prevenção e controle:</strong></div><div><strong>Primário: </strong>Não há muitas medidas preventivas eficientes contra esse parasito. A quimioprofilaxia com drogas tripanocidas é uma das coisas feitas descritas na literatura, também, o controle de vetores com drogas pour on e armadilhas impregnadas com inseticida são indicados.<br><br></div><div><strong>Secundário:</strong> <strong>Diagnóstico </strong>- Baseado nos dados epidemiológicos, clínicos e nos exames complementares (Parasitológico, Sorológico e Molecular). Com esse conjunto feito o mais rápido possível, faz com o que o resultado do tratamento curativo com drogas tripanocidas seja mais eficaz, evitando assim a evolução do quadro para neurológico onde o prognóstico é desfavorável, pois essas drogas não atingem o parasito na barreira hematoencefálica.</div><div><br></div><div><strong>Terciário: </strong>Não há na literatura informações, no entanto, geralmente o animal que sobrevive não tem sequelas neurológicas, pois os animais que o parasito atinge a barreira hematoencefálica não sobrevivem devido há não ação da droga tripanocida no parasito que se encontra na barreira. Por isso, não há nada específico como controle terciário. <br><br></div><div><br><strong><mark>TAREFA - 29/09/2020</mark></strong><strong><br>Cadeia epidemiológica: </strong><strong><mark><br></mark></strong><strong>Agente etiológico:  </strong>Protozoário <em>Trypanosoma evansi. <br></em><strong>Reservatório: </strong>Morcegos hematófagos, bovinos, búfalos, capivaras, tatus, porcos-selvagens, entre outras espécies de animais mamíferos. <br><strong>Transmissão:</strong> Inoculação do parasito através da picada do insetos hematófagos do gênero <em>Tabanidae sp. e Stomoxys sp., </em>também podem ser<em> </em>transmitido por via vertical, horizontal, iatrogênica e perioral.<br><strong>Animais mais suscetíveis: </strong>Equinos e camelos. No entanto, essa espécie de tripanossoma afeta o maior número de hospedeiro comparado a outras espécies. <br><br><strong>Elementos HDN: <br>Período pré-patogênico:  </strong>Ocorre quando o parasito está presente somente nos insetos hematófagos, carcaças infectadas e animais reservatório. <br><strong>Período patogênico:  </strong>Após a picada, o parasito multiplica-se na pele,  atingindo a  circulação sanguínea e o sistema linfático, o que induz a uma resposta inflamatória intensa. O  parasito, presente na corrente sanguínea, pode  atingir o sistema nervoso central, levando a uma lesão progressiva, no início da infecção.  O <em>T. evansi </em> induz lesões na barreira hematoencefálica que irá provocar edema e pequenas hemorragias, ocorrendo, geralmente, nos estágios finais da infecção.<br><em>T. evansi </em>libera<em> </em>hemolisinas e algumas enzimas que causam lesões diretamente nas membranas dos eritrócitos, ocorrendo uma eritrofagocitose intensa, pois isso ocorre o quadro anêmico secundariamente. <br>Por ter capacidade de invadir os tecidos dos hospedeiros, ele é considerado parasito de sangue e tecido. </div><div><br><strong><mark>TAREFA - 08/09/2020</mark></strong><mark><br></mark>O artigo traz informações sobre um surto de <em>Trypanosoma Evansi</em> em equinos. <br><strong>Elementos de "Causa e Efeito": </strong></div><div>- presença de capivaras;</div><div>- morte de cães infectados;</div><div>- clima favorável para moscas hematófagas; </div><div>- carrapato-estrela;<br>- morcego hematófago;</div><div>Todas essas causas podem ser responsáveis por transmitir o parasito <em>Trypanosoma Evansi, </em>ou de forma direta, ou indireta como reservatórios. <br><strong>Análise Crítica: </strong>O artigo é breve, com poucos detalhes, porém ele aborda corretamente e diretamente os elementos de "causa e efeito". </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/709786238/4ed5d7df1d4beef8d18af9180e960a4e/Ocorrencia_de_trypanosoma_evansi_em_equinos_no_municipio_de_Cruz_alta.pdf" />
         <pubDate>2020-09-06 18:02:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/723528824</guid>
      </item>
      <item>
         <title>TAREFAS</title>
         <author>jecelenac</author>
         <link>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/723692220</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>TAREFA 27/10/2020</strong><br><strong><mark>Artigo:</mark></strong><br> Há limitações relacionadas a ausência de estimativa populacional do veado-catingueiro tanto em nível mundial ou nacional, quanto regional; outro limitante está relacionado à ocorrencia do carbúnculo sintomático nesta espécie, uma vez que são apenas relatados casos esporádicos, não representando a totalidade dos casos. Desta forma, não é possível estabelecer os coenficientes de prevalencia, incidencia, letalidade ou mortalidade para tal doença nesta população.<br><br><strong><mark>Boletim COVID</mark></strong><br>População estimada de Mato Grosso do Sul em 2020 segundo IBGE: 2.809.394 (https://cidades.ibge.gov.br/brasil/ms/panorama)<br><br>Incidência da COVID em Mato Grosso do Sul  no dia 13/10/2020: 237/2.809.394x100 =  0,008%<br><br>Prevalência da COVID em Mato Grosso do Sul no dia 13/10/2020: 75.076/2.809.394x100 = 2,67%<br><br>Letalidade da COVID em Mato Grosso do Sul no dia 13/10/2020: 1.449/75.076 = 1,93%<br><br>Mortalidade da COVID em Mato Grosso do Sul no dia 13/10/2020: 1.449/2.809.394 =  0,52 a cada mil habitantes.<br><br><strong>TAREFA 13/10/2020</strong><br><br>Por se tratar de um agente naturalmente presente em diversos ambientes, a prevenção torna-se dificultada, principalmente quando falamos em animais selvagens (caso do artigo). Já em bovinos domésticos, o método de prevenção primaria mais eficaz e amplamente utilizado é a vacinação dos animais. A prevenção secundária normalmente não ocorre, uma vez que o diagnóstico é geralmente obtido após o início dos sinais clínicos da doença.  Quanto a prevenção terciária, esta pode ser feita através do isolamento do animal contaminado, afastando-o de outros suscetíveis e com tratamento do mesmo. <br>__________________________________<br><strong>TAREFA 29/09/2020<br><br></strong><strong><mark>Cadeia epidemiológica:</mark></strong><strong><br>Agente etiológico: </strong><em>Clostridium chauvoei<br></em><strong>Reservatório:</strong> Solo, água e pastagens;<br><strong>Porta de saída: </strong>Fezes ou carcaça contaminada;<br><strong>Forma de transmissão: </strong>Patejo em solo contaminado ou ingestão de água contaminada;<br><strong>Porta de entrada:</strong> oral;<br><strong>Suscetível:</strong> Ruminantes.<br><br><strong><mark>Elementos HDN:</mark></strong><br><strong>Período pré-patogênico: </strong>Ocorre enquanto o <em>Clostridium chauvoei</em> ainda está presente no solo, previamente à ingestão pelo ruminante.<br><strong>Período patogênico: </strong>Após a ingestão, o agente atravessa a mucosa intestinal e através da corrente sanguínea segue até a musculatura esquelética, onde mantem-se "dormente", sendo este período denominado período de latência. Este permanece assim por tempo variável, até que haja um trauma muscular. Tal período encontra-se abaixo do horizonte clínico da doença. Com o trauma, o agente torna-se ativo e passa a liberar toxinas. O animal então apresenta os sinais clínicos da doença (calor, edema, crepitação e disfunção do grupamento muscular afetado, febre), portanto encontra-se agora acima do horizonte clínico. Como os danos aos tecidos ocorrem de forma rápida e acentuada, a recuperação normalmente não ocorre devido ao tratamento tardio e a morte se dá de maneira hiperaguda.<br><br>__________________________________<br><strong>TAREFA 08/09/2020<br></strong><br><strong>Artigo:  Blackleg in a free-range brown brocket deer (Mazama gouazoubira)<br><br></strong>É possível observar a associação entre causa e efeito quando o autor aborda a patogênese da doença. Neste caso, as causas seriam a presença do <em>Clostridium chauvoei</em> (sendo este um elemento necessário, mas não suficiente para o desenvolvimento da doença) e posteriormente a ocorrência de uma lesão traumática muscular para que bactérias passem a produzir toxinas responsáveis pelo aparecimento dos sinais clínicos. Desta forma, o efeito seria o desenvolvimento da doença e o consequente aparecimento dos sinais clínicos. <br><strong>Análise crítica:</strong> Ainda que abordada de maneira sucinta, o autor descreve de forma clara a multicausalidade da doença, onde a associação entre causa e efeito pode ser facilmente observada no artigo.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/710011194/7ebedcab17a9d284a3053c6cd3c10fe5/Blackleg_in_a_free_range_brown_brocket_deer.pdf" />
         <pubDate>2020-09-06 22:40:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/723692220</guid>
      </item>
      <item>
         <title>TAREFA 01/12/202</title>
         <author>fernandasoares2903</author>
         <link>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/723703033</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Residentes: Fernanda Soares da Silva Utida e Rodrigo Fernandes Kadri<br></strong><br>Do estudo epidemiológico anteriormente formulado, faltou ressaltar quais foram os métodos diagnósticos incluídos no estudo: <strong>ultrassom abdominal, avaliação de leucograma (leucocitose por neutrofilia com ou sem desvio à esquerda) e avaliação física com presença de corrimento vaginal.</strong> <br><br>A prevalência de piometra em cadelas jovens foi de aproximadamente <strong>52% (104/200)</strong> (baseado em FONTE: https://repositorio.ufu.br/bitstream/123456789/22452/3/EstudoRetrospectivoVitro.pdf), sendo que <strong>desse valor, 68% (70,72/104) eram do grupo exposto e os outros 32% (30,28/104) nunca receberam progestágenos ou estrógenos exógenos.</strong><br><br>Quanto ao diagnóstico, os dados obtidos demonstraram (dados baseados em https://www.brazilianjournals.com/index.php/BJAER/article/view/15645):<br><strong><mark>Ultrassom abdominal (método diagnóstico “ouro” nesse estudo)</mark></strong> – sucesso no diagnóstico em 100% dos casos de piometra identificados, uma vez que os animais só foram encaminhados para o procedimento terapêutico cirúrgico (ovariosalpingohisterectomia) após confirmação ultrassonográfica. <br>Apresentou sensibilidade e especificidade de 100% nesses estudo, sendo considerado o padrão ouro para diagnóstico uma vez que é um exame extremamente sensível e específico para o diagnóstico e exclusão de casos de piometra.<br><strong><mark>Avaliação de leucograma (demonstrando leucocitose por neutrofilia com ou sem desvio à esquerda)</mark></strong> – 73% dos animais com diagnóstico de piometra por exame ultrassonográfico apresentaram alteração em leucograma.<br>Apresentou 73% de sensibilidade e 68,75% de especificidade -&gt; com esses resultados, deduziu-se que esse exame deveria ser utilizado apenas como triagem para o diagnóstico (p. Ex. Aguardar o resultado do leucograma antes de realizar US abdominal em casos de falta de disponibilidade de dinheiro do tutor), uma vez que com esses valores de sensibilidade e muitos animais poderiam ter o diagnóstico falso negativo e deixariam de receber o tratamento adequado, assim como pela especifidade baixa, muitos animais poderiam ser encaminhados para OSH terapêutica sem necessidade por apresentar resultado falso positivo.<br><strong><mark>Avaliação física (corrimento vaginal)</mark></strong> – aproximadamente 37% das cadelas com piometra confirmada por US abdominal apresentaram corrimento vaginal no momento da avaliação física, sendo esses dois achados utilizados para diagnosticar e diferenciar a forma de piometra aberta.<br>Apresentou sensibilidade de 73% e especifidade de 96% -&gt; esse método diagnóstico também foi determinado como forma de triagem apenas, novamente esses valores e sensibilidade relativamente baixo pode acarretar muitos resultados falso negativos que comprometeriam o tratamento adequado para cadelas doentes. Apesar da especifidade ter sido alta e aparentar ser confiável com esse resultado, é importante ressaltar que no caso da piometra esse valor deve ser interpretado com cuidado, uma vez que corrimento vaginal ocorre apenas na forma aberta da afecção, assim, para diagnóstico da forma aberta, essa avaliação diagnóstica tem um valor de especifidade confiável, mas para diagnóstico da forma fechada essa especifidade não é confiável, pois forneceria muitos casos falso negativos.<br>__________________________________<br><strong>TAREFA 24/10/2020</strong><br><br><strong>Residentes: Fernanda Soares da Silva Utida e Rodrigo Fernandes Kadri<br></strong><br>Será realizado um estudo observacional analítico de caso-controle no hospital veterinário da UFMS, para pesquisa da correlação entre o uso prévio de progestágenos e estrógenos exógenos e o desenvolvimento de piometra em cadelas jovem-adultas. <br><br></div><div>O número da mostra do estudo (N) será de 200 cadelas (100 no grupo de caso e 100 no grupo de controle), sendo considerados como critérios de inclusão: uso (único ou repetido) dos medicamentos em questão, idade (até 5 anos em raças grandes , 6 anos em raças médias e até 7 anos em raças pequenas, no momento do diagnóstico), sem predileção por raça. Como fatores de exclusão, serão considerados: idade (&gt; 5 anos em raças grandes, &gt; 6 anos em raças médias e &gt; 7 anos em raças pequenas, no momento do diagnóstico), falta de informações (idade e uso prévio dos medicamentos) que não seja possível de ser solucionada através de contato com tutor, e ainda cadelas que tenham apresentado piometra anteriormente e tenham sido submetidas a tratamento clínico e apresentaram recidiva do quadro. O grupo de caso (expostas às medicações) será formado por cadelas que apresentaram piometra e estejam enquadradas dentro dos critérios de inclusão, enquanto o grupo de controle (não expostas às medicações) será formado por cadelas saudáveis que apresentem idade e, preferencialmente, raças semelhantes aos animais do grupo de casos.<br><br></div><div>Após estabelecer esses critérios, será realizada uma revisão das fichas de atendimento (residentes, professores e médicos veterinários) para detecção de diagnóstico da afecção, o número casos e controles de acordo com o N definido, considerando os critérios de inclusão/exclusão previamente definidos.<br><br></div><div>Definido os animais que farão parte da investigação em cada grupo, uma análise dos dados de anamnese e histórico e exames complementares serão realizados e tabelados, considerando os critérios de inclusão e exclusão. Para esse passo, ainda será realizado tentativa de contato (telefônico ou via e-mail) com os tutores no caso de falta ou dúvida de informações necessárias para o estudo. <br><br></div><div>Feito isso, será realizado cálculo da medida de Odds Ratio para determinar a chance da piometra ocorrer em cadelas expostas a progestágenos e estrógenos e a chance de desenvolvimento de piometra em cadelas não expostas a essas medicações. Para interpretação do resultado, será considerado o valor do intervalo de confiança que será calculado segundo método de Woolf, e então definido o resultado entre a associação do uso dessas medicações com a piometra em cadelas jovem-adultas com base no resultado e interpretação abaixo:</div><ul><li> Se OR &gt; 1 à há associação entre o uso das medicações com o desenvolvimento de piometra, sendo essas medicações a provável causa do quadro (número de casos é maior em animais expostos do que o número de casos em animais não expostos) – fator de risco </li><li>Se OR = 1 à não há associação entre o uso de estrógenos e progestágenos e o desenvolvimento de piometra em cadelas (mesmo risco de desenvolver a doença em cadelas expostas à medicação e cadelas não expostas a estas)</li><li>Se OR &lt;1 à o uso das medicações é, possivelmente, protetora, evitando o desenvolvimento de piometra (número de casos é menor em animais que utilizaram as medicações do que o número de casos de animais que não utilizaram as medicações) – fator de proteção</li></ul><div><br></div><div>--------------------------------------------------------<br><strong>TAREFAS 27/10/20</strong> <br>No trabalho escolhido originalmente não há indicadores presentes.<br><br><strong><mark>Prevalência (P) e Incidência (I):</mark></strong>  A maioria dos trabalhos calculam a incidência e prevalência da doença em determinado local (universidade/hospital/cidade/país), idade e determinadas raças, ainda separando entre cadelas e gatas, dificilmente trazendo esses indicadores de forma "global". </div><ul><li>Prev.: Pode variar de 2 a 55,17% - FONTE 1.; 15,2 % em cadelas &gt; 4 anos - FONTE 2.</li><li>Incid.: 17% em cadelas com diabetes mellitus no diestro - FONTE 3.</li></ul><div><strong><mark>Morbidade e Mortalidade: </mark></strong>  </div><ul><li>Morb.: 5% a 8% - FONTE 4.</li><li>Mort.: 4% a 20% mesmo com tratamento adequado - FONTE 4.;  6-8% em gatas - FONTE 5. </li></ul><div><strong><mark>Letalidade:</mark></strong> 3 a 4% - FONTE 6.<br><strong><mark>Análise:</mark></strong> Não encontrei nenhum trabalho que trouxesse todos os indicadores acima citados em somente um trabalho. A grande maioria traz esses indicadores de forma mais subjetiva (descrevendo o indicador como alto ou baixo), não trazendo em forma numérica. Ainda, os que trazem esses indicadores em valores, na sua grande maioria trazem especificando entre espécie, raça, idade ou local específico, dificultando a interpretação da piometra em caráter global e geral.<br>Assim, baseando na maioria que traz morbidade, incidência e prevalência como altos, acredito que realmente é uma doença que possui esses indicadores muito acima do que poderiam ser, uma vez que as medidas preventivas como OSH (ovariossalpingohisterectomia) eletiva em fêmeas que não se deseja a reprodução e uso responsável e controlado de anticoncepcionais e abortivos, se mostram eficazes na prevenção da piometra. <br><br><strong><mark>Fontes:</mark></strong><br>1)  Rautela R, Katiyar R. Review on canine pyometra, oxidative stress and current trends in diagnostics. Asian Pac J Reprod 2019; 8(2): 45-55. <br>2)  FUKUDA, S. (2001) Incidence of pyometra in colony-raised beagle dogs. Experimental Animals/Japanese Association for Laboratory Animal Science 50, 325–329 <br>3) https://onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1111/j.1939-1676.2010.0630.x<br>4) http://publicacoes.unifran.br/index.php/investigacao/article/viewFile/2043/975<br>5) http://www.fio.edu.br/revistamv/arquivos/v5/PIOMETRA%20EM%20GATA%20-%20REVIS%C3%83O%20DE%20LITERATURA.pdf<br>6) https://repositorio.ufu.br/bitstream/123456789/13108/1/AvaliacaoCitologiaEndometrial.pdf.<br><br><strong><mark>TAREFA EXTRA (INDICADORES PRESENTES NO BOLETIM COVID-19 NO MS):</mark></strong></div><ul><li>Considerando os dados do dia 26/10/20 (https://www.coronavirus.ms.gov.br/wp-content/uploads/2020/10/Boletim-Epidemiologico-COVID-19-2020.10.26.pdf) e população do estado estimada pelo IBGE no ano de 2020 de 2.809.394 pessoas (https://cidades.ibge.gov.br/brasil/ms/panorama).</li></ul><div><strong><mark>Incidência:</mark></strong><br>163/2.809.394 = 0.00005801962 x 1000 = <strong>aprox. 0,059%</strong><br><strong><mark>Prevalência:</mark></strong><br>80.064/2.809.394 = 0,02849867266 x 1000 = <strong>aprox. 28,50%</strong><br><strong><mark>Letalidade:</mark></strong><br>1.555/80.064 = 0.01942196243 x 1000 = <strong>19,42%</strong><br><strong><mark>Mortalidade:</mark></strong><br>1.555/2.809.394 = 0.00055350014 x 10000 = 5,5,<strong> aproximadamente 5 mortes a cada 10.000 habitantes.</strong></div><div><br>--------------------------------------------------------<br><strong>TAREFA 13/10/2020</strong><br><strong>Prevenção e controle:</strong><br><strong><mark>Prevenção primária: </mark></strong></div><ul><li>Evitar o uso de anticoncepcionais a base de progestágenos ou estrógenos de forma rotineira, utilizando somente em casos necessários e com acompanhamento veterinário</li><li>Dificultar e/ou impedir o acesso deliberado e fácil a esses medicamentos (progestágenos e estrógenos) pelos tutores, salvo casos com prescrição veterinária </li><li>Educação em saúde abordando importância da castração precoce e complicações do uso de contraceptivos de forma irresponsável</li><li>Castração precoce de fêmeas que os tutores não tenham interesse na reprodução</li><li>Acompanhamento anual de fêmeas inteiras através de exames de imagem na intenção de detectar o problema o mais precocemente possível </li></ul><div><strong><mark>Prevenção secundária: </mark></strong>No caso da piometra, a maior parte dos casos é resolvido com a ovariossalpingohisterectomia (OSH) uma vez que esse é o tratamento mais seguro e  definitivo. O tratamento clínico é, geralmente, feito em fêmeas com alto valor reprodutivo em que a castração não é uma opção viável para o tutor pelo interesse na reprodução do animal. </div><ul><li>Pensando nesses animais que não passam pela OSH - acompanhamento veterinário frequente durante o tratamento clínico, através de exames laboratoriais e de imagem (principalmente US), visando garantir uma resposta terapêutica eficaz e possibilitando uma intervenção cirúrgica o mais rápido possível, caso seja extremamente necessária (última opção em fêmeas reprodutoras) para salvar a vida do animal </li></ul><div><strong><mark>Prevenção terciária:</mark></strong><br>Nos casos em que não há interesse reprodutivo e a OSH é a terapia de escolha, não há sequelas específicas da piometra para que essas sejam prevenidas. Pode ocorrer sequelas do procedimento de castração, como incontinência urinária (deficiência estrogênica leva a incompetência de mecanismo do esfíncter uretral). <br>Nos casos do tratamento clínico como terapia de escolha, espera-se que a terapia resolva o quadro atual, mas sabe-se que a fêmea pode (e provavelmente vai) voltar a apresentar novo quadro de piometra, assim entraria novamente os fatores de prevenção primária, não tendo uma prevenção terciária específica para sequelas da piometra.</div><div><br></div><div>--------------------------------------------------------</div><div><strong>TAREFA 29/09/2020</strong><br><br><strong>Elementos da HND</strong><br><strong><mark>Período Pré-patogênico</mark></strong><mark>:<br></mark>A ocorrência de piometra é relatada de forma mais frequente em cadelas, fêmeas de meia idade a idosas, e é associada frequentemente com a administração única ou recorrente de contraceptivos a base de progestágenos ou medicações a base de estrógeno para interrupção de prenhez.<br><br></div><ul><li><strong>Agente etiológico</strong>: Frequentemente causada por <em>Escherichia coli. </em>As bactérias causadores são, na maioria das vezes, proveniente da flora do trato genital que ascendem até o útero com maior predisposição a desenvolver infecção pelas ações, principalmente, da progesterona citadas abaixo.</li><li><br></li><li><strong>Espécie: </strong> Diferente das cadelas, as gatas geralmente só ovulam (fase lútea) após estimulação na cópula, sendo assim acabam não ficando tão frequentemente expostas ao aumento de progesterona endógena, como ocorre nas cadelas que tem sua fase lútea independente de cópula.</li><li><br></li><li><strong>Idade:</strong> Cadelas adultas e idosas não castradas passam por vários ciclos estrais durante sua vida e acabam sendo expostas de forma repetitiva à longa fase luteal (aumento de P4) característica do seu tipo de ciclo. Acredita-se que essa exposição prolongada e repetitiva é a causa da piometra ocorrer mais frequentemente nessas faixas etárias. </li><li><br></li><li><strong>Progesterona:</strong> A progesterona, tanto endógena como exógena,  estimula o crescimento e a atividade secretora das glândulas endometriais e reduz a atividade miometrial, permitindo o acúmulo de secreções glandulares uterinas e ainda diminui a circulação uterina, dos sistemas de defesa do útero e das contrações uterinas que somadas ao fechamento do colo uterino produzem a retenção de líquido dentro do órgão e a abertura do colo uterino durante o estro permitindo a entrada de bactérias.</li><li><br></li><li><strong>Estrógeno:</strong> esse hormônio aumenta o número de receptores uterinos de progesterona (P4). Como o estrógeno é utilizado principalmente como abortivo, a cadela está na fase do diestro, sendo essa fase a que possui maior concentração de P4 em todo o ciclo. Assim, o estrógeno exógeno potencializa ainda mais a resposta da P4, favorecendo o desenvolvimento de piometra.</li></ul><div><br><strong><mark>Período patogênico:</mark></strong><br>Na fase do diestro (gestacional ou não gestacional nas cadelas), há estímulo de progesterona sobre todo o organismo do animal. Animais que foram expostos à P4 ou estrógeno exógenos, tem essa mesma resposta progestacional aumentada.<br>No útero, a P4 causa proliferação do endométrio, secreção das glândulas uterinas e diminuição das contrações do miométrio. O endométrio sob o estímulo da progesterona se hipertrofia devido a um aumento no número e no tamanho de suas glândulas, que aumentam suas atividades secretoras e um fluido estéril pode se acumular na luz do útero. <br>O agente etiológico frequentemente tem origem do trato genital e chega até o útero de forma ascendente. Assim, após a chegada do agente, tem-se um local propício (acúmulo de fluido, e diminuição das respostas imunes locais) para que a infecção se instale e então cause a doença. <br><br></div><div><strong><mark>Fontes:</mark></strong></div><ul><li>https://repositorio.unesp.br/bitstream/handle/11449/121190/silva_eep_tcc_bot.pdf?s</li><li>https://arquivo.fmu.br/prodisc/medvet/lrsl.pdf</li><li>http://faef.revista.inf.br/imagens_arquivos/arquivos_destaque/5xZV3LpkUleJ4UH_2013-6-25-17-59-30.pdf</li><li>http://www.thepharmajournal.com/archives/2019/vol8issue6/PartJ/8-6-8-954.pdf</li></ul><div><br>--------------------------------------------------------<br><strong>Tarefa 08/09/2020</strong><br>Uso de progestágenos como causador de piometra em cadelas<br><br>O autor cita estudos que descrevem que resposta ao estrogênio durante o estro aumenta a quantidade de receptores de progesterona que, por sua vez, induz secreção do útero e causa acúmulo de líquido uterino, sendo esse um processo fisiológico. Com o uso de progestágenos, esse efeito secretor da progesterona aumenta, com isso maior quantidade de líquido intrauterino se acumula, formando um ambiente ainda mais favorável para crescimento bacteriano que vai caracterizar a piometra.<br>Causa suficiente: Uso de progestágenos<br>Causa necessárias: Infecção bacteriana do líquido uterino.<br><br>Análise: <br>Apesar de não ser o foco do artigo (que é o tratamento), a revisão de trabalhos sobre a patogenia da doençaestá adequada e consegue nos mostrar como o uso de progestágenos favorece e está relacionada com o desenvolvimento da piometra.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-06 22:56:01 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>TAREFAS </title>
         <author>vanessafreitas2</author>
         <link>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/723733692</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>TAREFA -  27/10/2020<br></mark></strong>Indicadores utilizados no boletim do Covid-MS<br> </div><div>População do Mato Grosso do Sul – 2.809.394</div><div>Incidência de casos do MS no dia 13/10 – 237/2.809.394*100 =  0,008%</div><div>Prevalência de casos no dia 13/10 – 75.076/2.809.394*100 = 2,67%</div><div>Letalidade – 1.449/75.076 – 1,93%</div><div>Mortalidade – 1.449/2.809.394 =  0,52/1000 habitantes<br><br>Indicadores epidemiológicos do Artigo -   Dioctophyma renale em 28 cães: aspectos clinicopatológicos e ultrassonográficos<br><br></div><div>Com relação aos indicadores do artigo não foi possível ser realizado, já que o mesmo não relata a causa morte dos animais, pois mesmo aquele infectados podem permanecer assintomáticos por muito tempo e irem a óbito por outros fatores. Além disso, não foi possível encontrar em outras fontes indicadores da enfermidade e nem a população canina da fronteira oeste do Rio Grande do Sul.<br><br></div><div><br><strong><mark>TAREFA - 13/10/2020<br></mark></strong><br>Na literatura não há a relação da utilização de anti-helminticos para a prevenção da <em>D. renale</em> em cães, porém algumas medidas podem ser adotadas para evitar que estes se infectem (<strong>prevenção primária</strong>), tal como evitar o fornecimento de peixe cru para esses animais; animais de vida errante tem maior probabilidade de entrar em contato com esgoto, lixo e carne de peixe cru, além de favorecer o consumo de hospedeiros paratênicos envolvidos no ciclo; outra alternativa que favorece a infecção, consiste convívio com animais já infectados que liberem ovos no ambiente dando continuidade ao ciclo; e também ratazanas, rãs e sapos são hospedeiros paratênicos do parasita e estes hospedeiros são comuns em centros urbanos que necessitam de saneamento básico, sendo um potencial risco de contaminação e perpetuação do ciclo. Já a <strong>prevenção secundária</strong> muitas vezes é dificultada, pois os animais podem ficar por muito tempo infectados não apresentando sintomas e eliminando os ovos na urina e assim dando continuidade ao ciclo do parasito. Provavelmente a investigação de animais errantes, que tem acesso as margens de rios ou a ingestão de peixe crus ou mesmo hospedeiros paratênicos pode ser uma boa forma de prevenção secundária. A <strong>prevenção terciária</strong>, que corresponde a reabilitação do animal, é exequível com a remoção cirúrgica do parasito do animal infectado, realizada por meio da nefrectomia.<br><br>________________________________<br><br><strong><mark>TAREFA - 29/09/2020</mark></strong><br><strong>História natural da doença (HND)<br>Agente</strong>: <em>Dioctophyme renale</em>. <br><strong>Hospedeiros</strong> <strong>definitivos</strong>: cães, gatos e espécies silvestres como cachorro-do-mato <em>Cer­docyon thous</em>, lobo-guará <em>Chrysocyon brachyurus</em>, quati <em>Nasua nasua</em>), macaco <em>Cebus apella</em>, furão <em>Galictis cuja</em> e é descrita a presença na pele e rim de humanos, sendo, portanto, considerada uma zoonose. <br><strong>Hospedeiros</strong> <strong>intermediários (HI):</strong> anelídeos aquáticos <em>Lumbriculus variegatus</em>; peixes de água doce e sa­pos <em>Chaunus ictericus</em>. </div><div><strong>Hospedeiro</strong> <strong>paratênico (HP):</strong> peixes de água doce e sa­pos <em>Chaunus ictericus</em>.<br>Os cães, considerados os hospedeiros definitivos do parasito, apresentam a reprodução dele nos seus rins, comumente no direito, e os ovos são eliminados com a urina (<strong>via de eliminação</strong>) no ambiente que em condições adequadas permitem a evolução do parasito, sendo também a <strong>forma de transmissão </strong>do parasito. Os ovos larvados podem ser ingeridos pelo HI no qual ocorre a fase larval, sendo considerados <strong>reservatório</strong> do parasito, assim como os HP. O ciclo prossegue quando o HD ingere o HI ou HP, sendo considerada a <strong>porta de entrada </strong>no hospedeiro. <br><br><strong>Elementos HND</strong></div><div>Até o momento em que ocorre a infecção é considerado o <strong>período</strong> <strong>pré-patogênico</strong>, após a ingestão do parasito considera-se o <strong>período</strong> <strong>patogênico</strong>, no qual o parasito entra pela parede do estômago ou duodeno do hospedeiro migrando para cavidade abdominal e atingindo o rim. O período <strong>pré-patente</strong> é de dois anos. Normalmente a infecção é subclínica e os animais são considerados assintomáticos, porém podem apresentar como <strong>sinais e sintomas </strong>hematúria, polaquiúria, polidipsia, anorexia, convulsão, depressão, anemia, fraqueza, perda de peso, ascite, cólica abdominal, irritabilidade, cifose e relutância em andar. Portanto, o <strong>período de latência</strong> pode variar, uma vez que o animal pode não apresentar sinal clínico. Quando o parasito atinge o rim (normalmente o direito devido à proximidade com o dueodeno), ocorre a destruição do parênquima renal causando <strong>dano</strong> irreversível, e o animal entra em <strong>estado crônico</strong> já que continua eliminando os ovos na urina. Se ambos os rins forem atingidos pelo parasito ocorre o <strong>óbito </strong>do hospedeiro.<br><br>________________________________<br><br></div><div><strong><mark>TAREFA - 08/09/2020</mark></strong><br><br><strong>Artigo:  </strong><strong><em>Dioctophyma renale</em></strong><strong> em 28 cães: aspectos clinicopatológicos e ultrassonográficos</strong> <br><br>O artigo relata a infecção causada pelo<em> Dioctophyma renale</em>, na qual os animais que apresentam o parasito (causa) têm como efeitos a atrofia renal com glomerulonefrite, além da ocorrência de peritonite devido a migração da larva adulta e da presença de ovos na cavidade abdominal. Neste sentindo, o efeito seria o desenvolvimento da doença. Ainda, é importante ressaltar outro fator de causa e efeito também citado no artigo, sendo este necessário para que ocorra a infecção, que corresponde ao contato do hospedeiro definitivo (cão) com os hospedeiros intermediários (peixe e sapo), para que assim sejam infectados e ocorram as lesões renais e extrarrenais. Além disso, é citado como fator de risco os animais errantes, já que estes possuem livre acesso as margens do rio e consequentemente ao hospedeiro intermediário.<br><br></div><div><strong>Análise crítica</strong>: o artigo aborda de forma clara as causas e efeitos da infecção pelo parasita, de como esta ocorre e os efeitos causados pela infecção. Destacando que animais errantes ou de rua são os mais acometidos, pela facilidade de contato com as margens do rio, sendo um importante fator de risco. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-06 23:37:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>TAREFA - 27/10/2020 </title>
         <author>wanyaro</author>
         <link>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/723868046</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Indicadores:</strong><br>Prevalência somente; tamanho das raças e frequência de distocias em um número de cadelas.<br>Análise crítica: O indicador não cita a determinação do tempo que foi feito o estudo, apenas demonstra que é uma fonte de um autor do ano de 2009. Só mostra em qual raça e tamanho de animal ocorre distocia com maior frequência.<br>Fonte:  http://www.cbra.org.br/pages/publicacoes/rbra/v39/n3/p354-361%20(RB588).pdf<br><br><strong><mark>Tarefa 13/10/2020</mark></strong><br><strong>Prevenção primária: <br></strong>Acompanhamento gestacional desde a cruza; Escolha do pai, mesmo tamanho da mãe para que a ninhada seja do mesmo tamanho e seja proporcional para a facilitação do parto ( em caso do desejo da procriaÇão); realização de raio-x da pelve após 45 dias de gestação para avaliar possível distocia; Castração antes do primeiro cio.<br><strong>Prevenção secundária:<br></strong>Raio x para avaliar tamanho da pelve e de filhotes;  ultrassom<strong> </strong>para avaliar viabilidade<strong> </strong>fetal; se sérvix aberta, tratamento com medicamento para induzir contração uterina e expulsão do filhote; Realização de manobra obstétrica caso tenha filhote obstruindo o canal; Caso não funcionar nenhuma tentativa, seguir para cesariana seguida de castração.<br><strong>Prevenção Terciária:<br></strong>Avaliar mãe e filhotes pós parto ou pós cesárea e castração. Indicação de castração se for uma raça com predisposição a ter distocia, ou se teve distocia mais de uma vez. Se descoberta a distocia nas primeiras 12 horas do início do parto, o prognóstico pode ser bom.<br><strong><mark>Tarefa 29/09/2020</mark></strong><br><strong>Período pré-patogênico</strong>: tempo de gestação, o desenvolvimento embrionário e fetal, mudanças durante a gestação na fisiologia; fêmeas primíparas ou com múltiplos fetos; raça; escore corporal; porte; idade gestacional; uso de progestágenos; exame ultrassonográfico precoce para determinar tempo gestacional e viabilidade fetal.<br><strong>Período patogênico: </strong>Período de gestação anormalmente prolongada (apenas um feto ou uso de progestágenos), trabalho de parto forte e persistente, de 30 a 40 minutos, sem expulsão de um único feto; trabalho de parto fraco, improdutivo por mais de duas a três horas; mais de duas a quatro horas de intervalo, após expulsão do último feto, sem continuidade do trabalho de parto; secreção vaginal esverdeada em grande quantidade antes do nascimento do primeiro filhote; sinais de enfermidade na mãe; realização de exame radiográfico abdominal após 45 dias de gestação quando há suspeita de fetos em estática atípica. Exame ultrassonográfico para determinar viabilidade, sofrimento fetal e malformações. Em caso de feto insinuado, é realizada manobra obstétrica; aplicação de medicamentos para estimular a contração uterina (se cerviz aberta), ocitocina, gluconato de cálcio e glicose, quando a paciente estiver em boas condições de saúde. A cesariana é indicada em vários casos, como inércia uterina, que não responde ao tratamento medicamentoso, alterações nas vias fetais moles e duras, feto excessivamente grande, posição fetal anormal, morte fetal, e etc.<br><br></div><div><strong>Determinantes de origem materna: </strong>fêmeas primíparas ou com múltiplos fetos; raça; idade; tamanho; genética; hormonais; endócrinos; enfermidades; qualquer fator que influencie na saúde da mãe.<br><br></div><div><strong>Determinantes de origem fetal: </strong>raça que determina o tamanho do feto; anomalias; alterações na estática fetal; deficiência de cortisol fetal; síndrome do feto único; anasarca.<br><br></div><div><strong>Fatores ambientais: </strong>medo (inibição do parto espontâneo); estresse; dor; nutricional.<br><br></div><div><strong>Alguns elementos de causalidade:</strong></div><div><strong> </strong><em>Inércia uterina primária</em>: por falha do miométrio em guiar os fetos ao canal do parto sem obstruções, pode ser causada por hiperdistensão uterina, perda da contratilidade após enfermidades sistêmicas, infecções ou acúmulo de gorduras, gestação de um único feto, no qual há ausência de estímulo endócrino ou mecânico, feto anencefálico, que pode falhar em enviar sinais para o desencadeamento do parto; Gestação unicornual; Problemas neurológicos, hipocalcemia, transtornos endócrinos, parto prematuro podem causar inércia uterina primária. Tratamento com progestágenos como causa iatrogênica.</div><div><em>Inércia uterina secundária:</em> perda da habilidade de contração do miométrio como em ninhadas grandes e trabalho de parto prolongado. Torção uterina, histerocele gravídica, estreitamento do canal do parto, feto muito grande, etc.<br><br><strong>Referências:</strong> http://www.fio.edu.br/revistamv/arquivos/v2/DISTOCIA%20EM%20CADELAS_REVIS%C3%83O%20DE%20LITERATURA.pdf<br><br></div><div> http://www.cbra.org.br/pages/publicacoes/rbra/v39/n3/p354-361%20(RB588).pdf<br><br></div><div><a href="http://www.cbra.org.br/pages/publicacoes/rbra/v39/n3/p354-361%20(RB588).pdf"><br></a><br></div><div><strong><mark>TAREFA - 08/09/2020<br></mark></strong><br></div><div><strong>Artigo: Distocia em Cadelas - Revisão de Literatura<br></strong>Elementos de "causa e efeito":<br>De origem materna: Raça, alterações hormonais, nutricionais, endócrinas; Inércia uterina primária ou secundária, estreitamento das vias fetais moles e duras, torção uterina, obstrução do canal vaginal, prolapso vaginal e uterino e persistência do hímen, dentre vários outros fatores de origem materna.<br>De origem fetal: Tamanho do feto, deficiência de corticosteroides adrenais fetais, ascite, anasarca, hidrocefalia, alterações na estática fetal e anomalias fetais.<br>Análise crítica: Ao meu entendimento, em alguns aspectos, os autores fizeram algumas  associações entre causa e efeito. O artigo foi bem abordado descrevendo todas as possíveis causas de distocias em cadelas, diagnóstico e tratamento.</div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.fio.edu.br/revistamv/arquivos/v2/DISTOCIA%20EM%20CADELAS_REVIS%C3%83O%20DE%20LITERATURA.pdf" />
         <pubDate>2020-09-07 01:23:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>rodrigokadri</author>
         <link>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/723970545</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>TAREFA 27/10/2020</strong><br>Indicadores – Boletim COVID-19 Mato Grosso do Sul dia 13/10/2020</div><div>População do MS estimada: 2.809,394</div><div>Incidência: 237/2.809,394*100 = 0,008%</div><div>Prevalência:75.076/2,809,394*100 = 2,67%</div><div>Letalidade: 1.449/75.076*100 = 1,93%</div><div>Mortalidade: 1.449/2.809,394*10000 = 5,15 aproximadamente 5 mortes a cada 10.000 habitantes.</div><div><br>INDICADORES</div><div>O trabalho não apresenta de forma clara os dados, sendo que no rebanho com 80 animais que foram vacinados para raiva, apenas 4 animais (5%) apresentaram sinais, 1 animal tendo morte devido ao desenvolvimento da doença, e 1 eutanásia, os outros 2 animais que adoeceram foram tratados e não vieram a óbito. </div><div>Não há pesquisas relacionadas com búfalos, porem a letalidade e alta geralmente ao redor de 50%, sendo que em animais jovens pode ultrapassar os 80%. Em um estudo de 24 surtos de tétano em bovinos, observou que a morbidade variou de 0,2% a 39,4% e a letalidade de 88,8% a 100%. Os casos de tétano são esporádicos no Brasil, porém alguns fatores são contribuem para o aumento, assim como a incidência no qual e diferente de uma espécie para outra, sendo mais provável devido a maior exposição de algumas espécies. E alta devido ser uma doença de transmissão por fômites, sendo que deveria ter uma prevalência e incidência baixa.</div><div> </div><div>FONTES:</div><div>RIET-CORREA, F.; LEMOS, R.A.A. Tétano. In: RIET-CORREA, F. et al. Doenças de ruminantes e eqüinos. 2. ed. São Paulo: Varela, 2001. V.1, p. 345- 350.  </div><div>Quevedo, Pedro S., Ladeira, Silvia R. L., Soares, Mauro P., Marcolongo-Pereira, Clairton, Sallis, Elisa S. V., Grecco, Fabiane B., Estima-Silva, Pablo, &amp; Schild, Ana Lucia. (2011). Tétano em bovinos no sul do Rio Grande do Sul: estudo de 24 surtos. <em>Pesquisa Veterinária Brasileira</em>, <em>31</em>(12), 1066-1070. <a href="https://doi.org/10.1590/S0100-736X2011001200005">https://doi.org/10.1590/S0100-736X2011001200005</a></div><div>Barros C.S.L., Driemeier D., Dutra I.S. &amp; Lemos R.A.A. 2006. Doenças do Sistema Nervoso de Bovinos no Brasil. AGNS Gráfica e Editora, São Paulo. 207p.</div><div><br><strong>Tarefa – 13/10/2020</strong></div><div>Primário: Em região amazônica as vacinas contra tétano são realizadas caso haja ocorrência da doença na região onde os animais são criados (vacinar todos os animais anualmente, revacinar duas semanas antes os animais que vão parir e os que serão submetidos à castração, 3 ml subcutânea), as vacinação deve ser realizada em completo com um manejo correto dos animais,  higienização de utensílios antes do uso, limpeza de curral, limpeza previa do local de aplicação.</div><div>Secundário: Diagnóstico e essencialmente clinico e epidemiológico, na propriedade foi realizado necropsia, e notou-se lesões características de tétano em 4 animais, bubalino 1 morrendo, segundo foi feito eutanásia e observou lesões características, bubalinos 3 e 4 foram tratados com penicilina nas doses de 20.000 e 1000 UI por kg/dia, respectivamente, por via intramuscular, durante 4 dias, e foram realizadas antitetânica de 10.000 UI em dose única para o bubalino 3 e 25.000 UI para o bubalino 4, também em dose única. Os demais animais que não adoeceram foi feito 5000 UI de soro antitetânico, não havendo mais morte.</div><div>Terciário: Isolar rebanho afetado, colocar em local limpo, sombreado, afim de não temperatura estável e agradável a fim de minimizar os sinais apresentados. </div><div><br>TAREFA - 29/09/2020<br><strong>Cadeia epidemiológica: </strong></div><div><strong>Agente: </strong><em>Clostridium tetani</em>, bacilo gram-positivo, anaeróbio esporulado.</div><div><strong>Reservatório:</strong> terra, poeira, fezes de animais ou humanas </div><div><strong>Transmissão:</strong> Manuseio de equipamentos não higienizados ou ferimentos em pele e mucosas por terra, poeira, fezes de animais ou humanas contendo os esporos. </div><div><strong>Porta de entrada:</strong> feridas em pele e mucosas </div><div><strong>Suscetível:</strong> Bovino, cão, gato, equino, suíno, seres humanos.</div><div> </div><div><strong>Elementos HND: </strong></div><div><strong>Período pré-patogênico:</strong></div><div>Ocorre enquanto os esporos de <em>Clostridium tetani</em>, estão presentes no solo, antes do contato com ferida na pele ou mucosas. (castrações, colocação de brincos ou vacinações)</div><div><strong>Período patogênico: </strong></div><div>Após algum procedimento ou acidente que acarrete em ferida, os esporos de <em>Clostridium tetani</em> consigam penetrar, o período de incubação varia de 3 a 21 dias,  ocorre consequente a multiplicação e produção de uma potente neurotoxina, a tetanospasmina é sintetizada em feridas anaeróbicas e liga se nas junções mioneurais e ou receptores sensoriais, sendo transportada via fluxo axoplasmático retrogrado no axônio e pelas junções sinápticas até chegar no SNC. A tetanoespasmina bloqueia a liberação de neurotransmissores inibidores, impedindo as ações dos impulsos nervosos, desse modo ocorrendo rigidez muscular de repouso.</div><div><br>---------------------------------------------------------<br>TAREFA 08/09/2020<br><strong>Artigo:</strong> <strong>Surto de tétano em búfalos (</strong><strong><em>Buballus bubalis)</em></strong><strong> no Estado do Pará<br><br></strong>No presente trabalho ele trouxe situação de causa e efeito, da infecção por Clostridium tetani desenvolve o tétano, após a contaminação por lama ou agulha contaminada contendo o Clostridium tetani da região onde foi inoculado a vacina. Observou que durante a vacinação para raiva os animais se apresentavam sujos de lama, não havendo a assepsia correta do local de vacinação e nem dos utensílios. Com efeito de desenvolvimento dos sinais característicos de tétano. </div><div> </div><div>Analise crítica: </div><div>O trabalho não deixa claro se a lama ou os utensílios utilizados (agulha) foram as causas do desenvolvimento, sabe-se que devido ao trauma na pele causado pela vacinação para raiva foi a porta de entrada para o Clostridium tetani. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0100-736X2009000300013" />
         <pubDate>2020-09-07 02:31:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>TAREFAS</title>
         <author>gjessicafernanda</author>
         <link>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/725046835</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>TAREFA 27/10/2020<br></mark><strong>Indicadores – Boletim COVID-MS</strong></div><div>População do MS - 2.809.394</div><div>Incidência da COVID no MS dia 13/10 - 237/2.809.394x100 = 0,008%<br>Prevalência da COVID dia 13/10 - 75.076/2.809.394x100 = 2,67%</div><div>Letalidade da COVID dia 13/10 - 1.449/75.076 = 1,93%<em><br></em>Mortalidade da COVID dia 13/10 - 1.449/2.809.394 = 0,52/1000 habitantes</div><div> </div><div><strong>Indicadores epidemiológicos do Artigo: </strong>file:///D:/Usu%C3%A1rios/WIndows%208/Downloads/inqueacuterito-epidemioloacutegico-s.pdf<br><br></div><div>Realizada investigação em área de risco para leishmaniose visceral canina no município de Itapevi, São Paulo, entre os meses de outubro de 2017 a fevereiro de 2018. <br><br></div><div>Total - 104 cães</div><div>Prevalência: 16/104x100 - 15,38% <br><br></div><div>A prevalência não é alta, provavelmente devido ao munícipio não apresentar casos autóctones da doença, porém municípios próximos apresentam registros de casos autóctones, consequentemente Itapevi é considerada como região em potencial para a ocorrência desta zoonose. </div><div><mark><br>TAREFA – 13/10/2020<br></mark><strong>Prevenção</strong> <strong>primária</strong>: Utilizar coleira impegnada com deltametrina nos cães, telas nos canis, controle químico do vetor, evitar que cães frequente locais perto de matas, manter o ambiente sempre limpo e sem lixo orgânico.<br><strong>Prevenção</strong> <strong>secundária</strong>: Diagnóstico epidemiológico, clínico e exames complementares, como o diagnóstico molecular, sorologico e parasitologico.<br><strong>Prevenção</strong> <strong>terciária</strong>: O tratamento pode ser realizado com milteforan e fármacos para o tratamento suporte do animal, porém o tratamento não é recomendado, já que o cão continuará sendo um reservatório. <mark><br><br>TAREFA - 29/09/2020</mark></div><div><strong>Cadeia epidemiológica</strong></div><div><strong>Agente epidemiológico:</strong>  <em>Leishmania infantum</em></div><div><strong>Reservatórios</strong>: Principalmente cães, mas outros animais como roedores, morcegos e gatos podem ser eventuais reservatórios.</div><div><strong>Transmissão:</strong> Através da picada de flebotomíneos do gênero <em>Lutzomya</em> infectados. </div><div><strong>Susceptíveis: </strong>canídeos domésticos e selvagens, humanos, mamíferos silvestres.<br><br></div><div><strong>Elementos HDN</strong></div><div><strong>Período pré-patogênico: </strong>Consiste no período em que o protozoário <em>Leishmania infantum</em> esta presente no flebotomíneo e nos animais reservatórios. </div><div><strong>Período patogênico:</strong> O período patogênico se inicia após a inoculação da forma promastigota parasito através da picada do flebotomíneo. As promastigotas inoculadas são fagocitadas por macrófagos e sofrem diferenciação em amastigotas, que se multiplicam no interior da célula, o parasito sofre divisões que ocasionam o rompimento do macrófago, dessa forma a <em>Leishmania</em> atinge a corrente sanguínea e atinge novas células, disseminando-se por via hematógena e linfática, com afinidade por órgãos do sistema hemolinfático e derme. </div><div>O animais infectados pode apresentar linfoadenomegalia, esplenomegalia, hiperglobulinemia, sinais de insuficiência renal, perda de peso, polidipsia, apatia, vômito, anorexia, hipertermia, uveíte, conjuntivite, onicogrifose, emaciação, mucosas hipocoradas, e alterações dermatológicas.  <br><br></div><div><mark>TAREFA 08/09/2020</mark> <br><strong>Artigo: Fatores ambientais associados à ocorrência de leishmaniose visceral canina em uma área de recente introdução da doença no Estado do Rio de Janeiro, Brasil<br></strong><br></div><div>No artigo foi realizado a avaliação da associação entre as características ambientais e a ocorrência de Leishmaniose Visceral Canina (LVC) no bairro do Jacaré, Niterói-RJ. As características ambientais estudadas foram: vegetação próxima ao domicílio, convívio do cão com outros animais e histórico de Leishmaniose Visceral Canina (LVC) na residência, sexo, idade e o nível de confinamento do cão. Foi verificado que houve maior frequência de LVC em cães que convivem com outros animais como cão, gambá, mico e ouriço-terrestre e em domícilios com histórico de remoção de animais positivos para LVC, a prevalência da doença em aréas com maior cobertura de vegetação foi cinco vezes maior do que em áreas com menor vegetação. <br><br></div><div><strong>Análise crítica:</strong> Apesar do artigo não conseguir fazer associações com todas as características que foram avaliadas, nas associações que foram possíveis podemos observar de forma clara alguns determinantes ambientais para a ocorrência da LVC e o maior risco da doença em regiões que apresentam esses determinantes. <br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.scielosp.org/article/csp/2018.v34n1/e00021117/#" />
         <pubDate>2020-09-07 15:44:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/725046835</guid>
      </item>
      <item>
         <title>TAREFAS</title>
         <author>arecomichele</author>
         <link>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/725221401</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>TAREFA - 13/10/2020<br></mark></strong><strong>Elementos de prevenção e controle:<br>Prevenção Primária - </strong> inclui a implementação de programas educacionais para os produtores, alertando-os sobre a importância da prevenção da doença no rebanho, sobre o risco de se comercializar e consumir leite cru e a implementação do Programa Nacional de Controle, Prevenção e Erradicação de Brucelose do país, que inclui a imunização obrigatória de fêmeas bovinas e bubalinas, com a utilização da vacina viva atenuada S19 ou RB51, notificação compulsória de animais suspeitos e positivos, controle de movimentação de animais (no qual, apenas os animais sorologicamente negativos nos últimos 30 dias, podem ser deslocados para outras propriedades), estabelecimento de quarentena para propriedades que apresentem animais soropositivos e isolamento de vacas que abortaram. Além disso, é importante o uso de EPIs durante a manipulação desses animais e seus materiais fetais, assim como a desinfecção de todo material que teve contato com o feto, membranas fetais e líquidos fetais. </div><div><strong>Prevenção secundária -</strong> se baseia na implementação de testes sorológicos para animais suspeitos e para os que serão comercializados ou transportados, que estejam aparentemente sadios; de acordo com o artigo, na Colômbia, as opções de testes para triagem e para confirmação da doença podem variar de acordo com a abordagem adotada pelo Médico Veterinário, mas incluem a utilização do Teste de Placa Rosa Bengala (RBPT), ELISA indireto, Teste de Fluorescência Polarizada (FPA) e ELISA competitivo.</div><div><strong>Prevenção terciária - </strong>uma vez que a doença é uma zoonose de notificação compulsória e imediata, todos os animais positivos devem ser submetidos ao abate sanitário, não possuindo então, medidas de prevenção terciária. </div><div><br><strong>__________________________________<br></strong><strong><mark>TAREFA - 29/09/2020</mark></strong><br><strong>Cadeia epidemiológica:<br>Agente:</strong> Bactéria do gênero <em>Brucella</em>, espécies: <em>B. abortus</em>, <em>B. suis</em>, <em>B. melitensis</em>, <em>B. ovis</em>, <em>B. canis</em>, <em>B. neotomae</em>, <em>B. microti</em>, <em>B. pinnipedialis</em>, <em>B. ceti</em>, <em>B. papionis</em>, <em>B. vulpis</em> e <em>B. inopinata</em>.</div><div><strong>Hospedeiros:</strong> Variam de acordo com a espécie envolvida, no geral são os bovinos, suínos, cães, ovinos, caprinos, bubalinos, equinos, roedores, primatas não humanos, raposas e o homem.</div><div><strong>Animais mais suscetíveis: </strong>Principalmente animais domésticos, como bovinos (principalmente vacas em gestação), equinos, ovinos, caprinos, bubalinos, suínos e cães.</div><div><strong>Porta de saída:</strong> A eliminação da <em>Brucella</em> ocorre, principalmente, após o parto ou abortamento. São diversas as vias de eliminação, como feto, membranas e líquidos fetais, descargas vaginais, leite, fezes e sêmen, destacando-se o feto e os anexos fetais, que são importantes na manutenção da enfermidade no rebanho.</div><div><strong>Transmissão:</strong> Consumo de água ou alimentos contaminados (como leite e seus derivados) são os principais meios de transmissão para humanos, em bovinos é importante considerar o contato com membranas fetais infectadas, fetos abortados e secreções uterinas; em suínos é frequente a transmissão por meio da monta natural, cães e ovino também podem transmitir a infecção pelo coito. </div><div><strong>Porta de entrada:</strong> Para bovinos, a principal é a mucosa gastrintestinal; para suínos, as principais portas de entrada são o aparelho digestório e genital; em cães e ovinos, o aparelho digestório e genital são possíveis portas de entrada; equinos se infectam por via oral, a partir da coabitação em pastos com bonitos infectados. <br><br><strong>Elemento HND:<br>Período pré-patogênico:</strong> Ocorre quando há casos de animais infectados no rebanho ou casos de aborto sugestivos de infecção por <em>Brucella</em>, uma vez que, este é o aspecto mais importante na contagiosidade da doença. Animais sexualmente maduros, de procedência duvidosa e que não receberam vacinação devem ser levados em consideração como elementos que favorecem a disseminação entre rebanhos. Os determinantes do ambiente estão principalmente relacionados a falta de vacinação do rebanho como medida profilática, evitando assim o surto da doença, assim como a aquisição de animais de procedência duvidosa, no qual não se conhece vacinações que o animal tenha recebido. No homem, a doença ocorre principalmente em caráter ocupacional e em pessoas que consomem leite cru (não pasteurizado) e derivados. </div><div><strong>Período patogênico: </strong>O período patogênico inicia a partir do momento em que as brucelas aderem à mucosa do local de penetração e induzem resposta inflamatória na submucosa entre 6 e 8 dias após a infecção. A bactéria é transportada aos linfonodos regionais, nos quais se proliferam dentro das células do sistema mononuclear fagocitário. Nesses locais, encontra-se um número elevado do microrganismo, a partir daí são disseminadas por via linfo-hematógena, desenvolvendo bacteremia e localizando-se em tecidos preferenciais, como órgãos reprodutivos masculino e feminino, placenta, feto e glândula mamária. A bacteremia ocorre entre 22 e 29 dias após a infecção e coincide com o pico de títulos sorológicos nos animais e desenvolvimento de resposta imune. A doença é de caráter crônico e o tratamento nos casos animais é ineficiente, sendo adotada a eutanásia. </div><div><br><strong>__________________________________</strong><br><strong><mark>TAREFA - 08/09/2020</mark></strong><br><strong>Artigo: Brucelose na Colômbia: Situação Atual e Desafios no Controle de uma Doença Endêmica. <br><br></strong>O artigo traz informações relevantes sobre a situação da Brucelose na Colômbia, os desafios no controle da doença e os aspectos que tornam a endêmica na região. <br>Os fatores desencadeados pelo autor como causa da situação da doença no país estão relacionados a:  <br>- Falta de conhecimento, por parte dos agricultores, sobre os sinais e sintomas da doença no homem; <br>- Situação socioeconômica precária dos pequenos agricultores, que não possuem renda suficiente para a realização de testes de todos os animais suspeitos na propriedade; <br>- Alto custo associado ao programa de controle de brucelose (por exemplo, teste e abate sem compensação);</div><div>- Comércio de animais não regulamentados; <br>- Produção e consumo de derivados lácteos sem a pasteurização do leite;<br><br></div><div>Como efeito, tem-se o alto custo com tratamento, dor física e sofrimento emocional, que afetará a qualidade de vida das pessoas infectadas e a automedicação e subnotificação de casos humanos. Além disso, uma doença tem um impacto negativo na população devido à grande ameaça que ocasiona a segurança alimentar. <br>Os efeitos diretos aos animais incluem perdas devido ao aborto, diminuição na produção de leite, custos de tratamento veterinário e morte prematura ou abate de animais infectados, bem como fertilidade reduzida e transmissão para animais domésticos ou selvagens.<br><br></div><div><strong>Análise crítica:</strong> O autor abordou pontos importantes relacionados a atual situação da doença no país, como causas e efeitos da doença em animais foram bem exemplificados, porém, o mesmo poderia ter aprofundado mais o agravo em seu aspecto zoonótico.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/711452232/81dff06e08c9b23a6396fcf0859f575d/Brucellosis_in_Colombia_Current_Status_and_Challenges_in_the_Control_of_an_Endemic_Disease_.pdf" />
         <pubDate>2020-09-07 17:52:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/725221401</guid>
      </item>
      <item>
         <title>TAREFA - 27/10/2020</title>
         <author>estolanofp</author>
         <link>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/725451153</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Indicadores Epidemiológicos - Doença de Chagas (DC)<br></mark></strong><br></div><div>No Brasil, a área endêmica ou, mais precisamente com risco de transmissão vetorial da DC conhecida no final dos anos 70, incluía 18 estados com mais de 2.200 municípios.<br><br></div><div><strong>Prevalência no Brasil (1980 – 2012): </strong>Para esse período estimou-se uma prevalência agrupada da doença de Chagas em 4,2%, a qual variou que é a prevalência global da população brasileira 4,4% na década de 1980 a 2,4% após 2000.<br><br></div><div><strong>Incidência no Brasil (1997 – 2008):</strong> No que tange à incidência, os dados indicam índices consideráveis, mas a literatura confirma mais de 3 milhões de portadores da doença de Chagas no Brasil, principalmente no Amazonas, estado com 617 casos incidentes de 1997 a 2008.<br><br></div><div>Em 2006, o Brasil obteve pela Organização Pan-Americana de Saúde e pela OMS certificado da interrupção da transmissão vetorial da infecção chagásica. Embora o Brasil tenha obtido pela Organização Pan-Americana de Saúde e pela OMS certificado da interrupção da transmissão vetorial da infecção chagásica em 2006, não significa controle efetivo da doença no Brasil, mas representa em caráter momentâneo, a exclusão da transmissão típica pelo triatomíneo da espécie <em>Triatoma infestans.<br></em><br></div><div>Fonte: <a href="https://www.brazilianjournals.com/index.php/BRJD/article/view/3657/3464">https://www.brazilianjournals.com/index.php/BRJD/article/view/3657/3464<br></a><br></div><div><strong>Mortalidade (2008-2016):</strong> A doença apresenta coeficiente médio de mortalidade no País de 2,4 óbitos por 100 mil habitantes (42.025 óbitos). O estado de Minas Gerais registrou 25,2% (10.609) dos óbitos no período do estudo, seguido de São Paulo e Goiás, com 23% (9.662) e 15,7% (6.617), respectivamente. No entanto, o coeficiente médio de mortalidade é mais expressivo no estado de Goiás, com 11,8 óbitos por 100 mil habitantes, sendo o Distrito Federal o território com a segunda maior expressividade, apresentando 7,3 óbitos por 100 mil habitantes.<br><br></div><div>Fonte: <a href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/saude_brasil_2018_analise_situacao_saude_doencas_agravos_cronicos_desafios_perspectivas.pdf">https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/saude_brasil_2018_analise_situacao_saude_doencas_agravos_cronicos_desafios_perspectivas.pdf<br></a><br></div><div><strong> Morbidade:</strong> Quanto à morbidade, os trabalhos pesquisados apresentam resultados por regiões específicas de áreas restritas, não sendo possível identificar ou realizar um panorama geral sobre a morbidade da doença no Brasil como um todo.<br><br></div><div><strong>Letalidade (2007-2014): </strong>Na temporalidade analisada, foram registrados 37817 óbitos por doença de Chagas no Brasil. A taxa de letalidade foi maior entre os homens, correspondente a 55,70% dos casos, possivelmente relacionada ao padrão de vida característico do sexo masculino. O quantitativo de óbitos concentrou-se entre indivíduos de idade mais avançada, a exemplo dos sujeitos entre 70 a 79 anos (25,88%) e 60 a 69 anos (24,65%), pela associação com as doenças crônicas não transmissíveis.<br><br>Fonte: <a href="http://www.sbmt.org.br/medtrop2016/wp-content/uploads/2016/10/10193-Caracterizando-o-perfil-de-mortalidade-da-doenc%CC%A7a-de-Chagas-no-Brasil.pdf">http://www.sbmt.org.br/medtrop2016/wp-content/uploads/2016/10/10193-Caracterizando-o-perfil-de-mortalidade-da-doenc%CC%A7a-de-Chagas-no-Brasil.pdf<br></a><br></div><div> <strong><mark>Indicadores Epidemiológicos – COVID-19 – Mato Grosso do Sul<br></mark></strong><br></div><div><strong>Incidência: <br></strong>237/2.808.394 x 100 = 0,008%<br><br></div><div><strong>Prevalência:<br></strong>75.076/2.808.394 x 100 = 2,67%<br><br></div><div><strong>Letalidade:<br></strong>1.449/75.076 = 1,94%<br><br></div><div><strong>Mortalidade:<br></strong>1.449/2.808.394 = 0,52 para cada 1 mil habitantes.<br><br></div><div>Boletim Epidemiológico: https://www.coronavirus.ms.gov.br/wp-content/uploads/2020/10/Boletim-Epidemiologico-COVID-19-2020.10.26.pdf<br>Dados Populacionais: https://cidades.ibge.gov.br/brasil/ms/panorama<br>_________________________________<br><strong>TAREFA - 13/10/2020</strong><br><strong><mark>Elementos de prevenção e controle:</mark></strong><strong><br>* Prevenção Primária: </strong><br>O controle da transmissão constitui-se na estratégia básica de superação da doença de Chagas, sendo até há relativamente pouco tempo a única realmente exequível e eficaz. Priorizam-se a luta contra o inseto vetor e a prevenção da transmissão transfusional, não somente pela muito maior importância epidemiológica como também por sua grande eficácia e pelas limitações e dificuldades de controle de outros níveis da história natural da doença. Além do mais, a luta antitriatomínica usual envolve três bases igualmente importantes: a) Luta direta contra o vetor; b) Melhoria habitacional, e, c) Ações de educação e organização social. <br>E quanto as ações antivetoriais com inseticidas abrange as três fases clássicas da luta anti-anofelínica: a) preparatória (reconhecimento e planejamento); b) ataque: ações maciças de aplicação racionalizada de inseticida, se possível acompanhadas de melhoria habitacional, programadas município por município. E, c) vigilância: envolve participação comunitária e engloba outros parâmetros epidemiológicos além do simples controle entomológico.<br>Além do inseticida, outras medidas contra o vetor são pertinentes. A melhoria da habitação não tem sido assumida pelos governos brasileiros como prioridade de programa para as áreas rurais, mas seria altamente desejável. <br>Outro dos pilares da luta antitriatomínica sem dúvida é a educação par a a saúde, a ser realizada de modo permanente nas áreas endêmicas: reconhecer a doença e suas formas de transmissão, organizar da casa, manejar de forma adequada o peridomicílio, reconhecer, capturar e notificar triatomíneos etc. são objetivos importantes a serem perseguidos nas práticas escolares e comunitárias.<br>E para que se alcance a prevenção primária ações o controle da transmissão transfusional; controle da transmissão congênita; controle de transmissão em transplantes de órgãos com doador infectado e controle da transmissão acidental, deve ser realizadas.<br><br><strong>* Prevenção secundária:</strong><br>Diagnósticos laboratoriais:<br>- Fase aguda: São considerados critérios parasitológicos e sorológicos.<br>O parasitológico é definido pela presença de parasitos circulantes, demonstráveis no exame direto do sangue periférico. Por sua vez, o critério sorológico é baseado na presença de anticorpos anti-T. cruzi da classe IgM no sangue periférico, particularmente quando associada a alterações clínicas e epidemiológicas sugestivas.<br>Exames parasitológicos: Pesquisa a fresco de tripanossomatídeos; Métodos de concentração; e, Lâmina corada de gota espessa ou esfregaço.<br>Exames sorológicos: Têm utilidade complementar aos exames parasitológicos e devem sempre ser colhidos em casos suspeitos ou confirmados de DCA e enviados ao Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen). As metodologias utilizadas são a hemoaglutinação indireta (HAI), a imunofluorescência indireta (IFI) e o método imunoenzimático (ELISA). A reação de fixação de complemento (reação de GuerreiroMachado) não é mais utilizada pelos laboratórios da rede do Sistema Único de Saúde.<br>Diagnóstico molecular: O diagnóstico molecular da infecção por T. cruzi, por meio da reação em cadeia da polimerase - PCR (Polymerase Chain Reaction), é de uso restrito e realizado por centros colaboradores em caráter experimental, até que se tenham protocolos definidos e procedimentos operacionais padronizados.<br>- Fase aguda por transmissão vertical: Em casos suspeitos de transmissão vertical, é importante confirmar o diagnóstico sorológico da mãe. Se for confirmada a infecção materna, exame parasitológico do recém-nascido deve ser realizado. Se for positivo, a criança deve ser submetida ao tratamento específico. Os filhos de mães chagásicas com exame parasitológico negativo ou sem exame devem retornar 6 a 9 meses após o nascimento, a fim de realizarem testes sorológicos para pesquisa de anticorpos anti-T. cruzi da classe IgG. Se a sorologia for não reativa, descarta-se a transmissão vertical. Os casos positivos devem ser tratados, considerando-se a alta taxa de cura nessa fase.<br>- Fase crônica: Exames parasitológicos; Exames sorológicos; e Exames complementares, como: Hemograma completo com plaquetas; Urinálise (EAS); Provas de função hepática; Radiografia de tórax; e, Eletrocardiografia.<br>- Forma crônica reativada (reativação na imunodepressão): A reativação da doença de Chagas que ocorre em situações de imunodepressão traduz-se, essencialmente, por visualização do parasito no sangue periférico, líquor ou outros líquidos corporais. Assim, o diagnóstico laboratorial baseia-se na positividade dos testes diretos. A PCR poderá ser realizada no líquor, em casos de exames diretos negativos. A negatividade dos testes parasitológicos não exclui a possibilidade de reativação da doença de Chagas. As reações sorológicas podem não apresentar reprodutibilidade nesses casos.<br><br>* <strong>Prevenção terciária:</strong><br>Envolve os seguintes aspectos:<br>a) tratamento específico: Indicado basicamente para os casos agudos, congênitos e recentes, persegue a cura parasitológica radical, com isto evitando a morte na fase aguda e o desenvolvimento das lesões crônicas.<br>b) Tratamento sintomático na fase crônica: Faz sentido, em especial para a prevenção do agravamento das principais lesões, assim como na prevenção de eventos graves como a morte súbita, as tromboembolias e os volvos da sigmóide. Pressupõe atenção médica contínua, com a periodicidade que indica cada estágio da moléstia. <br>c) Cardiopatia crônica: Controle das arritmias e de seus fatores de risco, através de diagnóstico correto e precoce, adequação de vida, uso judicioso de modernos antiarrítmicos, implante de marcapassos etc. <br>d) Formas digestivas: O tratamento deve ser conservador nas fases iniciais da esôfago ou colopatia. Os procedimentos cirúrgicos reservam-se para os casos mais avançados, lembrandose que, especialmente nas cirurgias de megacólon, a mortalidade não é desprezível. Nos casos de volvos da sigmóide, a assistência deve ser a mais precoce possível, objetivando-se prevenir a necrose da alça e a morte do paciente. <br>e) Reintegração do chagásico na comunidade: A comunidade precisa saber que a infecção não é contagiosa e que os maiores riscos do chagásico são doar<br>sangue e, principalmente nos casos de cardiopatia, dirigir aviões, coletivos e máquinas pesadas. A adequação de atividades e da vida, em geral, são objetivos que o médico tem que perseguir com o paciente. Há também o fato específico de que o chagásico crônico é geralmente um indivíduo de comportamento hiperreator simpático (pelo predomínio de desnervação parassimpática), portanto mais estressado e assustadiço que as pessoas não infectadas, reagindo com muito mais intensidade aos estímulos ambientais do dia a dia. <br>O chagásico em estágios mais avançados, principalmente da cardiopatia; se compensado deve reelaborar profundamente sua maneira de viver não apenas oupando sua carga física, mas também buscando novas formas de relacionar-se com a sociedade. Deve ainda, conscientizar-se de que sua sobrevida irá depender muito de uma atenção médica e do esforço pessoal e da compreensão dos limites que a doença lhe impõe. Do lado da sociedade, o acolhimento deste indivíduo é um princípio básico para dar-lhe o justo atendimento médico-assistencial e previdenciário. <br><br>Fontes: http://r1.ufrrj.br/adivaldofonseca/wp-content/uploads/2014/06/doenca_de_chagas-Minist-Saude-BR.pdf<br>http://books.scielo.org/id/nf9bn/pdf/dias-9788575412435-27.pdf<br>_________________________________<br><strong>TAREFA - 29/09/2020</strong><br><strong><mark>Cadeia Epidemiológica <br></mark></strong><br><strong>Agente etiológico: </strong>Trypanosoma cruzi.<br><br><strong>Reservatórios: </strong>gato, cão, porco doméstico, rato de esgoto, rato doméstico, macaco de cheiro, sagüi, tatu, gambá, cuíca, morcego, dentre outros. Os mais importantes epidemiologicamente são aqueles que coabitam ou estão muito próximos do homem como o cão, o rato, o gambá, o tatu, e até mesmo o porco doméstico, encontrado associado com espécies silvestres na Amazônia. As aves e animais de "sangue frio" (lagartos, sapos, outros) são refratários à infecção.<br><br><strong>Animais suscetíveis: </strong>todos os indivíduos são suscetíveis à infecção. Com exceção às aves e aos animais de "sangue frio" (répteis e anfíbios).<br><br><strong>Porta de entrada:</strong> via oral e transcutânea. <br><br><strong>Porta de saída:</strong> triatomíneo: via fecal. Outros indivíduos: via hematógena.<br><br><strong>Forma de transmissão: </strong>a transmissão se dá pelas fezes que o triatomíneo deposita sobre a pele da pessoa, enquanto suga o sangue. Geralmente, a picada provoca coceira e o ato de coçar facilita a penetração do tripanossomo pelo local da picada. O T.cruzi contido nas fezes do triatomíneo pode penetrar no organismo humano, também pela mucosa dos olhos, nariz e boca ou através de feridas ou cortes recentes existentes na pele. Podemos ter ainda, outros mecanismos de transmissão através de: transfusão de sangue, caso o doador seja portador da doença; transmissão congênita da mãe chagásica, para o filho via placenta; manipulação de caça (ingestão de carne contaminada) e acidentalmente em laboratórios.<br><br><strong><mark>Elementos da HND</mark></strong><strong><br></strong><br><strong>Período pré-patogênico: </strong>De modo geral, a Doença de Chagas prevalece em espaços ecologicamente "abertos" pelo homem, geralmente respeitando ambientes naturais preservados. <br>Presença de triatomíneos peridomiciliares (galinheiros, cercas, amontoados de telhas e tijolos, pombais etc.). No peridomicílio implantam-se conforme as condições de alimento e abrigo, formam colônias de tamanho variável e, daí, podem invadir as casas e, eventualmente, colonizá-las. Por isto, o peridomicílio funciona, ao mesmo tempo, como barreira e fonte destes triatomíneos nativos na região. Nele, não funcionam bem os inseticidas convencionais (desativação por luz, umidade, poeira e vento), cujo poder residual fica reduzido de modo significativo.<br>Além do mais, alimentos contaminados pelas fezes dos triatomíneos são importantes mecanismos que expõem os indivíduos a uma posterior infecção.<br><br><strong>Período patogênico:</strong><br>Fase aguda - Caracterizada por miocardite difusa, com vários graus de severidade, às vezes só identificada por eletrocardiograma ou ecocardiograma. Pode ocorrer pericardite, derrame pericárdico, tamponamento cardíaco, cardiomegalia, insuficiência cardíaca congestiva, derrame pleural. As manifestações clínicas mais comuns são: febre prolongada e recorrente, cefaleia, mialgias, astenia, edema de face ou membros inferiores, rash cutâneo, hipertrofia de linfonodos, hepatomegalia, esplenomegalia, ascite. Manifestações digestivas (diarreia, vômito e epigastralgia intensa) são comuns em casos por transmissão oral; há relatos de icterícia e manifestações digestivas hemorrágicas. Em casos de transmissão vetorial, podem ocorrer sinais de porta de entrada: sinal de Romana (edema bipalpebral unilateral) ou chagoma de inoculação (lesão a furúnculo que não supura). A meningoencefalite, que é rara, tende a ser letal, e ocorre geralmente em casos de reativação (imunodeprimidos) ou em lactentes. Alterações laboratoriais incluem anemia, leucocitose, linfocitose, elevação de enzimas hepáticas, alteração nos marcadores de atividade inflamatória (velocidade de hemossedimentação, proteína C-reativa, etc.). Relatos em surtos de transmissão por via oral demonstraram a ocorrência de icterícia, lesões em mucosa gástrica, alterações nas provas de coagulação e plaquetopenia.<br>Fase crônica - Passada a fase aguda, aparente ou inaparente, se não for realizado tratamento especifico, ocorre redução espontânea da parasitemia com tendência a evolução para as formas:<br>Indeterminada: forma crônica mais frequente. O individuo apresenta exame sorológico positivo sem nenhuma outra alteração identificável por exames específicos (cardiológicos, digestivos, etc.). Esta fase pode durar toda a vida ou, apos cerca de 10 anos, pode evoluir para outras formas (ex.: cardíaca, digestiva).<br>Cardíaca: importante causa de limitação do chagásico crônico e a principal causa de morte. Pode apresentar-se sem sintomatologia, apenas com alterações eletrocardiográficas, ou com insuficiência cardíaca de diversos graus, progressiva ou fulminante, arritmias graves, acidentes tromboembólicos, aneurisma de ponta do coração e morte súbita. As principais manifestações são palpitações, edemas, dor precordial, dispneia, dispneia paroxística noturna, tosse, tonturas, desmaios, desdobramento ou hipofonese de segunda bulha, sopro sistólico. Alterações eletrocardiográficas mais comuns: bloqueio completo do ramo direito (BCRD), hemibloqueio anterior esquerdo (HBAE), bloqueio atrioventricular (BAV) de 1º, 2° e 3° graus, extrassístoles ventriculares, sobrecarga de cavidades cardíacas, alterações da repolarização ventricular. A radiografia de tórax pode revelar cardiomegalia.<br>Digestiva: alterações ao longo do trato digestivo, ocasionadas por lesões dos plexos nervosos (destruição neuronal simpática), com consequentes alterações da motilidade e morfologia, sendo o megaesôfago e o megacólon as formas mais comuns. Manifestações que sugerem megaesôfago: disfagia (sintoma mais frequente), regurgitação, epigastralgia, dor retroesternal a passagem do alimento, odinofagia (dor a deglutição), soluços, ptialismo (excesso de salivação), hipertrofia de parótidas; em casos mais graves pode ocorrer esofagite, fístulas esofágicas, alterações pulmonares decorrentes de refluxo gastroesofágico. No megacólon, geralmente ocorre constipação intestinal de instalação insidiosa, meteorismo, distensão abdominal; volvos e torções de intestino e fecalomas podem complicar o quadro. Exames radiológicos contrastados são importantes no diagnostico da forma digestiva.<br>Forma associada (cardiodigestiva): quando no mesmo paciente são identificadas pelo as duas formas da doença.<br>Forma congênita: ocorre em crianças nascidas de mães com exame positivo para T. cruzi. Pode passar despercebida em mais de 60% dos casos; em sintomáticos, pode ocorrer prematuridade, baixo peso, hepatoesplenomegalia e febre; há relatos de icterícia, equimoses e convulsões devidas à hipoglicemia. Meningoencefalite costuma ser letal.<br><br>___________________________<br><strong>TAREFA - 08/09/2020</strong><br><strong>Artigo: Investigação de surto de doença de Chagas na região extra-amazônica, Rio Grande do Norte, Brasil, 2016. VARGAS, </strong><strong><em>et al. </em></strong><strong>(2018).</strong></div><div><br><br>O trabalho compõe como objetivos confirmar a existência de surto de doença de Chagas aguda, identificar provável fonte e local de infecção, além de evidenciar os casos segundo características de pessoa, tempo e lugar, e propor recomendações para prevenção de novas ocorrências.</div><div><br></div><ul><li>Causas e efeitos:</li></ul><div>No artigo analisado os autores relatam as seguintes causas para a ocorrência do surto de doença de Chagas no Rio Grande do Norte:</div><ol><li>Consumo de caldo de cana da Fazenda A;</li><li>Ausência de proteção contra a presença de insetos e roedores no local de moagem da cana de açúcar;</li><li>Presença de triatomíneos no peridomicílio do engenho. Os exemplares capturados eram da espécie <em>Triatoma brasiliensis </em>e <em>Triatoma pseudomaculata </em>(com respectivamente 63% e 47% de positividade para <em>Trypanossoma cruzi).</em></li></ol><div>A doença de Chagas é uma enfermida que possui como agente o protozoário <em>Trypanosoma cruzi, </em>o que trouxe como consequências para os indivíduos acometidos durante o surto na região mencionada, sinais e sintomas, como: febre e fraqueza, mialgia, prostração, inapetência, edema de membros inferiores, exantema e epigastralgia, edema de face, prurido e cefaleia<em>.</em></div><div>Com relação ao efeito, os autores concluíram pela ocorrência de doença de doença de Chagas aguda oral, possivelmente relacionada à ingestão de caldo de cana contaminado pelo agente e proveniente da Fazenda A.</div><div><br></div><div><strong>Análise Crítica:</strong></div><div>Os autores foram objetos quanto a descrição dos casos e também quanto a associação das causas com o efeito do surto de doença de Chagas aguda oral na região extra-amazônica. A relação foi bem definida não restando óbices com relação a conclusão e fechamento do surto. Contudo, a descrição de medidas preventivas e de controle da doença mostraram-se insuficientes para o tema em questão, necessitando, desse modo, de uma elaboração mais acurada das considerações finais.</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.scielosp.org/pdf/csp/2018.v34n1/e00006517/pt" />
         <pubDate>2020-09-07 21:22:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>nayromeiro</author>
         <link>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/725584341</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>TAREFA DIA 27/10/20<br><br></mark></strong><strong>1- Indicadores Epidemiológicos Artigo “Equine Immune‐Mediated Hemolytic Anemia Associated with </strong><strong><em>Clostridium perfringens</em></strong><strong> Infection”</strong></div><div><br></div><ul><li>No artigo “Equine Immune‐Mediated Hemolytic Anemia Associated with <em>Clostridium perfringens</em> Infection” há um indicador de prevalência: </li><li>De oito cavalos identificados com miosite clostridial ou enfisema subcutâneo em dois foi isolado <em>C. perfringens</em>.</li></ul><div><br></div><ul><li>Outros indicadores relacionados encontrados:</li></ul><div><br></div><ul><li>Letalidade –&gt; de 38 animais confirmados com mionecrose clostridial 12 foram eutanasiados/a óbito. Prevalência –&gt; de 26 animais apresentando mionecrose clostridial 19 demonstrou-se a presença de <em>C. perfringens</em> (https://beva.onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1111/j.2042-3292.2002.tb00162.x).</li><li>Prevalência –&gt; em 9 casos de mionecrose clostridial 6 eram por C. perfringens. Letalidade –&gt; em 9 casos de mionecrose clostridial, dos 4 que vieram a óbito em 1 foi isolado <em>C. perfringens</em> (https://beva.onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1111/j.2042-3292.2002.tb00162.x).</li><li>Prevalência –&gt; em 38 casos de mionecrose clostridial 15,8% eram por <em>C. perfringens</em> (https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-84782017000100452).</li><li>Prevalência –&gt;  em 37 casos de mionecrose clostridial 25 foram associados a C. perfringens (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/12553469/).</li></ul><div><br></div><ul><li>Foi encontrado um número interessante de trabalhos contendo indicadores de prevalência e letalidade sobre miosite clostridial ou enfisema subcutâneo por <em>C. perfringens</em> mas poderiam haver mais trabalhos realizados sobre outros indicadores em diferentes espécies, em especial no Brasil, visto que em muitas propriedades é uma realidade os problemas no manejo higiênico-sanitário dos animais, o que é um fator predisponente para infecções por <em>C. perfringens</em>.</li></ul><div><br></div><div><strong>2- Indicadores Epidemiológicos Boletim COVID-19 (13/10/2020)</strong></div><div><br></div><ul><li>População do Mato Grosso do Sul estimada: 2.809.394 de habitantes</li><li>Casos Confirmados de COVID-19 até 13/10/2020: 75.076</li><li>Novos Casos Confirmados de COVID-19 em 13/10/2020: 237</li><li>Casos Confirmados de óbitos por COVID-19 até 13/10/2020: 1.449</li><li>Prevalência: 2,67%</li><li>Incidência: 0,008%</li><li>Mortalidade: 51,58/100 mil habitantes</li><li>Letalidade: 1,93%</li><li>Grande aumento nos casos notificados de SRAG no Mato Grosso do Sul em 2020 a partir da 12a semana epidemiológica em relação a 2019. É possível notar a mudança no período de ocorrência de SRAG, antes entre junho e agosto, agora há mais casos no 2º semestre do ano.</li><li>Os maiores números de óbitos por SRAG em 2020 também coincidem com o aumento nos casos notificados de SRAG no estado.</li><li>“Indicadores de vigilância”: de 292.957 casos notificados de COVID-19 no MS até 13/10/2020 25,6% foram confirmados (75.076) e 1,0% estão sem encerramento (3.058).</li><li>Taxa de Ocupação de Leitos SUS para COVID-19 (confirmados e suspeitos): leitos clínicos (adulto e pediátrico)= 31% e leitos UTI (adulto e pediátrico)= 77%.</li></ul><div><br></div><div><strong>Fontes:</strong></div><div><br></div><ul><li>Boletim Epidemiológico COVID-19 - 13/10/2020 (https://www.vs.saude.ms.gov.br/wp-content/uploads/2020/10/Boletim-Epidemiologico-COVID-19-2020.10.13.pdf)</li><li>IBGE Cidades e Estados: Mato Grosso do Sul (https://www.ibge.gov.br/cidades-e-estados/ms.html)</li></ul><div>___________________________________<br><br><strong><mark>TAREFA DIA 13/10/20<br></mark></strong><strong><br>Prevenção primária: </strong><br><br>Para a profilaxia é necessário cuidados ambientais e manejo correto de feridas naturais e cirúrgicas, assim como cuidado no ferrageamento, para evitar a contaminação, principalmente com terra, dos instrumentos e seringas utilizados no rebanho. Os animais devem ser vacinados anualmente, com vacinas que contenham bacterinas e toxóides específicos, neste caso é mais utilizada a vacinação com toxóide alfa.<br><br><strong>Prevenção secundária: <br></strong><br>Baseia-se na história e nos sinais clínicos, na anatomia patológica, na identificação do agente por isolamento e caracterização do mesmo através de microbiologia, testes bioquímicos ou PCR. Os animais afetados podem ser tratados com antibióticos de amplo espectro (penicilina, metronidazol, ceftiofur sódico), antiinflamatórios, imunossupressores, fluidoterapia, além de cuidados com a ferida.<br><br><strong>Prevenção terciária: <br></strong><br>Por se tratar de uma doença de progressão aguda e de alta mortalidade dificilmente os animais sobrevivem, não sendo possível reabilitar os animais ou diminuir incapacidades crônicas.<br><br><strong>Fontes: <br></strong><br>- TRABULSI, L.R.; ALTERTHUM, F. <strong>Microbiologia</strong>. 4 ed. São Paulo: Atheneu, 2005. 718 p.<br>- McVEY, D.S.; KENNEDY, M.; CHENGAPPA, M.M. <strong>Microbiologia Veterinária</strong>. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2016. 632p.<br>- RIET-CORREA, F., SCHILD, A.L.; MÉNDEZ, M.C.; LEMOS, R.A.A. <strong>Doenças de ruminantes e equinos</strong>. São Paulo: Livraria Varela, 2001. Vol. I, 426 p.<br>- Clostridioses em equinos e sua importância ao agronegócio: breve revisão (https://www.researchgate.net/publication/295704034_CLOSTRIDIOSES_EM_EQUINOS_E_SUA_IMPORTANCIA_AO_AGRONEGOCIOBREVE_REVISAO)<br>- <em>Clostridium perfringens</em>: uma revisão (https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/FAMM-BDFUYY)<br>- Edema maligno em equino causado por <em>Clostridium chauvoei</em> (https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=289031818024)<br>- Gangrena gasosa: revisão bibliográfica (https://home.unicruz.edu.br/seminario/anais/anais-2012/ccs/gangrena%20gasosa%20a%20revisao%20bibliografica.pdf)<br>- Mionecrose aguda por <em>Clostridium septicum</em> em equinos (https://www.scielo.br/pdf/pvb/v30n8/05.pdf)<br>___________________________________<br><br><strong><mark>TAREFA - 29/09/2020</mark></strong></div><div> </div><div><strong>Cadeia epidemiológica</strong> (gangrena gasosa, edema maligno)</div><div> </div><div><strong>Agente</strong>: <em>Clostridium perfringens</em> tipo A.</div><div><strong>Reservatórios</strong>: Trato intestinal de bovinos, ovinos, caprinos, suínos, equinos e seres humanos; diversos tipos de ambiente.</div><div><strong>Animais suscetíveis:</strong> Bovinos, ovinos, suínos, equinos e seres humanos.</div><div><strong>Porta de saída:</strong> Fezes.</div><div><strong>Transmissão:</strong> Clostrídios esporulados oriundos do ambiente.</div><div><strong>Porta de entrada:</strong> Traumas, cirurgias ou procedimentos sem assepsia adequada (castrações, vacinações, ferrageamento).</div><div> </div><div><strong>Elemento HND</strong></div><div> </div><div><strong>Período pré-patogênico:</strong> A contaminação está associada a ambientes em condições precárias de higiene com excesso de matéria orgânica e a falta de assepsia em procedimentos (vacinações, ferrageamento, tosquias, castrações etc). <em>C. perfringens</em> apresenta a alfa-toxina, hemolítica e necrótica e, em associação com as outras toxinas, causa danos ao endotélio vascular e membrana plasmática muscular.</div><div><strong>Período patogênico:</strong> A gangrena gasosa decorre da deposição, produção de gás e toxinas (em grande parte, alfa-toxina) de <em>C. perfringens</em> em feridas profundas de mamíferos ocasionando importante destruição tecidual (miosite necrosantes). Os animais afetados desenvolvem os sinais clínicos entre 24-48 horas até duas semanas após a inoculação ou injúria. Apresentam febre, depressão, toxemia e inchaço muscular, muitas vezes, com dor associada. Essa lesão muscular inicialmente se apresenta hiperêmica, quente, macia e delimitada; posteriormente se torna escura, fria, firme e necrosada. Em muitos casos, o exame de palpação do local afetado revela acumulo de gás no tecido subcutâneo e músculos adjacentes, entretanto, pode estar ausente. Quando evolui para um quadro toxêmico o animal  vai a óbito num intervalo de poucas horas ou dias.<br><br><strong>Fontes: <br></strong><br>- TRABULSI, L.R.; ALTERTHUM, F. <strong>Microbiologia</strong>. 4 ed. São Paulo: Atheneu, 2005. 718 p.<br>- McVEY, D.S.; KENNEDY, M.; CHENGAPPA, M.M. <strong>Microbiologia Veterinária</strong>. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2016. 632p.<br>- RIET-CORREA, F., SCHILD, A.L.; MÉNDEZ, M.C.; LEMOS, R.A.A. <strong>Doenças de ruminantes e equinos</strong>. São Paulo: Livraria Varela, 2001. Vol. I, 426 p.<br>- Clostridioses em equinos e sua importância ao agronegócio: breve revisão (https://www.researchgate.net/publication/295704034_CLOSTRIDIOSES_EM_EQUINOS_E_SUA_IMPORTANCIA_AO_AGRONEGOCIOBREVE_REVISAO)<br>- <em>Clostridium perfringens</em>: uma revisão (https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/FAMM-BDFUYY)<br>- Edema maligno em equino causado por <em>Clostridium chauvoei</em> (https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=289031818024)<br>- Gangrena gasosa: revisão bibliográfica (https://home.unicruz.edu.br/seminario/anais/anais-2012/ccs/gangrena%20gasosa%20a%20revisao%20bibliografica.pdf)<br>- Mionecrose aguda por <em>Clostridium septicum</em> em equinos (https://www.scielo.br/pdf/pvb/v30n8/05.pdf)<br>___________________________________<br><br><strong><mark>TAREFA - 08/09/2020<br></mark></strong><br><strong>Artigo: </strong>Equine Immune‐Mediated Hemolytic Anemia Associated with <em>Clostridium perfringens</em> Infection.<br><br>O trabalho apresentado descreve os achados hematológicos de um cavalo com anemia hemolítica imunomediada (AHIM) associada à infecção por <em>Clostridium</em>. Também traz dados de um estudo retrospectivo sobre anormalidades hematológicas em 8 cavalos com miosite clostridial ou enfisema subcutâneo, visto que essas são causadas pelo <em>Clostridium</em>. São relatados elementos de associação entre a infecção por <em>Clostridium</em> e AHIM como: confirmação da presença do agente através de cultura, anemia regenerativa (confirmada pela contagem de reticulócitos), hemaglutinação, policromasia, anisocitose (com predomínio de macrócitos), hemácias fantasmas, hemoglobinúria, teste de Coombs direto positivo, aumento de bilirrubinas totais, esferoequinócitos e equinócitos tipo III.<br><br><strong>Análise Crítica: </strong>Sim, é possível observar relação de "causa e efeito" entre a presença de infecção por <em>Clostridium</em> e a AHIM em equinos, sendo ressaltado pelos autores que a presença de equinócitos do tipo III e esferoequinócitos tem forte associação entre anemias hemolíticas por <em>Clostridium</em>. No entanto carecem mais estudos que expliquem melhor os mecanismos pelos quais as infecções clostridiais induzem a doença hemolítica imunomediada.<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1111/j.1939-165X.2003.tb00308.x" />
         <pubDate>2020-09-07 23:44:37 UTC</pubDate>
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         <title>TAREFAS</title>
         <author>viaeselisa</author>
         <link>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/725870010</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>TAREFA 27/10/2020</strong><br>O trabalho em questão só traz a prevelância de osteoartrite em cães alimentados com o alimento controle e com o alimento limite. </div><div>Prevalência de lesões na articulação do quadril em cães alimentados com controle foi de 15/22, em comparação com 3/21 em cães alimentados com limite. </div><div>A prevalência nas articulações do ombro foi de 19/22 para cães alimentados com o controle e de 12/21 para cães alimentados com limite.</div><div>A prevalência de OA na articulação do cotovelo foi moderada no geral, com 8/22 cães alimentados com controle e 4 de 21 cães alimentados com limite. </div><div>A prevalência de envolvimento de múltiplas articulações foi de aproximadamente de 40%.</div><div>Outros estudos indicam que a osteoartrite é responsável por 78% das consultas ortopédicas (MELE, 2007)</div><div>A osteoartrite é uma patologia degenerativa das articulações, de progressão lenta, que consiste na perda da cartilagem articular, por isso não encontrei na literatura índices de incidência, mortalidade e letalidade <br>Como citado a cima, o artigo traz poucas informações sobre os indicadores epidemiológicos.<br>REFERÊNCIA:</div><div>MELE, Esteban. Epidemiologia da Osteoartrite.  Veterinary Focus, Vol. 17, N 3. Argentina, 2007.</div><div><br><strong>TAREFA 29/09/2020</strong><br><strong>Elementos HDN:<br>Período Pré-Patogênico:</strong> A incidência da Osteoartrite Articular (OA) é potencializada por traumatismos, obesidade, envelhecimento e anomalias genéticas. <br><br></div><div>Idade: mais de 50% dos casos de artrite são constatados em cães com idades compreendidas entre os 8 e os 13 anos. As doenças músculo-esqueléticas são muito comuns em pacientes geriátricos: cerca de 20% dos cães idosos sofrem de doenças do foro ortopédico.<br><br></div><div>Sexo: Em geral, a OA surge muitas vezes associada a perturbações primárias, e com maior prevalência nos machos do que nas fêmeas.<br><br></div><div>Tamanho: 45% dos cães com artrite pertencem a raças de grande porte.<br><br></div><div>Obesidade: Em cachorros, a obesidade e a sobrealimentação têm sido associadas ao aparecimento de patologias deste foro, particularmente a displasia coxofemoral. <br><br></div><div>Trauma osteoarticular: A cirurgia articular (por ex.: cirurgia intra-articular da rótula) favorece o aparecimento de artrite. Muito embora sejam ainda necessários estudos de longo prazo, de acordo com as publicações disponíveis e comparativamente a outras correcções cirúrgicas, a osteotomia de nivelamento da meseta tibial (TPLO – Tibial Plateau Leveling Osteotomy) realizada para tratamento de rupturas dos ligamentos cruzados, ajuda a reduzir a progressão da OA. A prática excessiva de exercício, sobretudo durante a fase de crescimento, constitui também um importante fator predisponente.<br><br></div><div>Predisposição genética: Algumas raças, como o Labrador Retriever e o Pastor Alemão, evidenciam predisposição para o desenvolvimento de artrite, além de uma maior prevalência de patologias articulares subjacentes.<br><br><strong><em>Período patogênico: </em></strong>Ocorre a degeneração das articulações, de forma lenta, que consiste na perda da cartilagem articular e subsequente exposição do osso subcondral. As novas formações ósseas surgem em resposta à inflamação crônica e às lesões provocadas no tecido local. Macroscopicamente, existe perda da matriz cartilaginosa, diminuição do espaço interarticular, esclerose do osso subcondral e formação de osteófitos nas articulações<br><br></div><div><br><strong>TAREFA 08/09/2020<br></strong><br><strong>Artigo: Evaluation of the effect of limited food consumption on radiographic evidence of osteoarthritis in dogs<br><br></strong>O presente artigo<strong> </strong>menciona a correlação entre a alimentação  e a evidência dos sinais de osteoartrite no exame radiográfico. Para isso, foram utilizados 48 cães da raça Labrador Retriever que foram divididos em dois grupos: Um com alimentação normal e outro com a alimentação restrita em 25% a menos. Foi observado que o grupo que estava com alimentação restrita apresentou menos sinais radiográficos de osteoartrite quando comparado ao grupo controle. <br><br>Análise Critica: Foi possível observar a relação de causa e efeito devido a redução na alimentação dos cães. Tal fato foi evidenciado nos exames radiográficos. <br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/710378106/c76a8dc804545667739fd03b2ccc5921/osteoarthritis_in_dogs.pdf" />
         <pubDate>2020-09-08 02:31:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/725870010</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 27/10/20</title>
         <author>ericavernequemartinez</author>
         <link>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/725937437</link>
         <description><![CDATA[<div><strong> </strong></div><div>No seu trabalho, existem indicadores? </div><div>O trabalho não possui, relata somente a ocorrência desse parasito em municípios do estado do Rio de Janeiro. </div><div>Um trabalho realizado em Campo Grande – MS, o qual avaliou 252 morcegos obteve prevalência de 5,1% (13/252) de tripanossomatídeos nas hemoculturas. </div><div> </div><div>Em um outro trabalho foi realizado o levantamento de dados da literatura entre o período de 2000 a 2013, e a prevalência global da Doença de Chagas é de 4,2% na população brasileira. A incidência em estados da região norte pode chegar a 321 casos em 2016 e a mortalidade foi de 1,56% em 7 anos de estudo desse local.</div><div> </div><div>Análise Crítica: Os dados apresentam uma elevada taxa de infecção, sendo a mais relatada a doença de chagas, no qual o agente etiológico que é o <em>T. cruzi </em>causa essa patologia, os demais Trypanosomas são pouco descritos na literatura, e em morcegos há estudos, mas sem muitos detalhes de indicadores epidemiológicos.</div><div> </div><div>Fontes: <a href="https://www.researchgate.net/publication/327703500_DETECCAO_DE_TRYPANOSOMA_SPP_EM_MORCEGOS_DA_REGIAO_URBANA_E_PERIURBANA_DO_MUNICIPIO_DE_CAMPO_GRANDE_MATO_GROSSO_DO_SUL_BRASIL">https://www.researchgate.net/publication/327703500_DETECCAO_DE_TRYPANOSOMA_SPP_EM_MORCEGOS_DA_REGIAO_URBANA_E_PERIURBANA_DO_MUNICIPIO_DE_CAMPO_GRANDE_MATO_GROSSO_DO_SUL_BRASIL</a></div><div><a href="https://www.prmjournal.org/article/10.4322/prmj.2019.029/pdf/prmjournal-4-e29.pdf">https://www.prmjournal.org/article/10.4322/prmj.2019.029/pdf/prmjournal-4-e29.pdf</a> </div><div><a href="http://chagas.fiocruz.br/biogeografia/">http://chagas.fiocruz.br/biogeografia/</a></div><div> </div><div><strong>Exercício extra 27/10/2020</strong></div><div>Indicadores Boletim COVID-19 MS 13/10/2020</div><div>Prevalência = (75.076/2.449.024)*100=&gt; 3,06%</div><div>Incidência = (237/2.449.024)*100 =&gt;0,01%</div><div> Letalidade = (1.449/75.076)*100 = &gt;1,53%</div><div>Mortalidade = (1.149/2.449.024) * 100 = &gt; 0,05%</div><div><strong> </strong></div><div><strong>Atividade 13/10/20<br></strong><br></div><div>No caso do trabalho, como foi realizado com animais silvestres os tipos de prevenção se tornam praticamente impossíveis já que os Morcegos sempre estarão expostos ao vetor. E os exames de diagnóstico só são feitos em casos de levantamento epidemiológico de variadas doenças que podem acometer esses animais, não para prevenir mais para entender o ciclo dessas doenças nesse provável hospedeiro.<br><br></div><div>A prevenção primária em humanos:<br><br></div><div>Realizando a limpeza do ambiente com inseticidas, utilização de telas nas janelas e portas, uso de repelentes, fechamentos de frestas na parede e no chão.<br><br></div><div>Prevenção secundária em humanos:<br><br></div><div>Os diagnósticos mudam conforme a fase da doença. <br><br></div><div>Na fase aguda o diagnóstico pode ser obtido através de exame microscópico direto no sangue periférico, também é possível a detecção de anticorpos IgM anti-<em>T</em>. <em>cruzi (</em>através de testes sorológicos, sendo os mais utilizados a imunofluorescência indireta (IFI), hemaglutinação indireta (HAI) e <em>enzyme-linked immunosorbent assay </em>(ELISA). O diagnóstico parasitológico nessa fase (exame direto, xenodiagnóstico e cultura de sangue ou hemocultivo) baseia-se principalmente na identificação do parasito e a sua sensibilidade é dependente do nível da parasitemia. Métodos de concentração (Strout’s, micro hematócrito e creme leucocitário ou <em>buffy coat</em>) sendo recomendado em casos de fase aguda sintomáticos (em um período com mais de 30 dias de sintomatologia clínica).<br><br></div><div>Na fase crônica o diagnóstico se baseia, sobretudo, na detecção de anticorpos IgG específicos anti-<em>T</em>. <em>cruzi</em> por testes sorológicos convencionais e em reação em cadeia da polimerase (PCR), o hemocultivo e xenodiagnóstico possuem uma baixa sensibilidade nessa fase.<br><br></div><div>O tratamento para a doença de Chagas tem sido considerado uma abordagem medicinal promissora para pacientes de fase aguda, indeterminada ou crônica, exceto quando apresentam sintomas extremamente severos de cardiopatia ou envolvimento do trato digestivo. Embora sejam necessários fármacos tripanocidas mais eficazes, o tratamento com benzonidazol (ou nifurtimox) é razoavelmente seguro, mas sua eficácia na fase crônica tardia ainda é questionável devido à ausência de um sistema confiável capaz de monitorar esquemas terapêuticos e para o estabelecimento de critérios para o controle de cura dos pacientes. <br><br></div><div>Prevenção terciária<br><br></div><div>Na doença de Chagas a reabilitação cardíaca com exercícios físicos vem sendo descrita com efeitos positivos. Um programa regular de exercícios promove a qualidade de vida nesses pacientes em prol dos efeitos que ele causa, como: redução da FC em repouso e durante o exercício, o aumento do VO2 máximo e melhora da capacidade .<br><br></div><div>Controle:<br><br></div><div>O controle do vetor é realizado através do uso de inseticidas de ação residual nos domicílios, possui bons resultados sendo muito descrito na literatura.<br><br></div><div><br><br><strong>Tarefa 29/09/20</strong></div><div>Agente etiológico: Trypanosoma spp<br><br></div><div>Espécies encontradas na América do Sul<br><br></div><div>Espécies causadoras de doenças humanas importantes, como o Trypanosoma cruzi, agente da doença de Chagas (ou Tripanossomíase americana), Trypanosoma rhodesiense e Trypanosoma gambiense, agentes da doença do sono, e de animais como é o caso do Trypanosoma brucei, Trypanosoma equiperdum, Trypanosoma equinum e Trypanosoma vivax.<br><br></div><div>Tripanosomas encontrados principalmente em morcegos do velho e do novo mundo, como é o caso do T. dionisii, T. vespertilionis, T. myoti, T. erneyi, T. herthameyeri.<br><br></div><div><em>Trypanosoma cruzi<br></em><br></div><div>Formas de transmissão <br><br></div><ul><li>Aproximadamente 80% da transmissão é vetorial;</li><li>Durante a picada o inseto alimenta-se do sangue do hospedeiro e defeca</li><li>próximo ao local da picada;</li><li>Nas fezes do vetor estão presentes as formas infectantes (tripomastigotas metacíclicos).</li></ul><div><br></div><div>No Brasil, as espécies mais importantes são:</div><ul><li>Triatoma infestans</li><li>Triatoma brasiliensis</li><li>Panstrongilus megistus</li><li>Triatoma pseudomaculata</li><li>Triatoma sordida.<br><br></li></ul><div>Periodo Pré-patogênico <br><br></div><div>No caso de Trypanosoma cruzi, ocorre quando há no ambiente triatomíneos no ambiente e animais ou seres humanos como reservatório do parasito; Triatomíneos infectados macerados junto ao alimento. <br><br></div><div>Período patogênico<br><br></div><div>Em animais silvestres o <em>Trypanosoma cruzi</em>, circula entre estes mamíferos sem causar danos, no entanto, alguns eventos de seleção populacional nos elementos da transmissão podem mudar essa condição.</div><div>Há descrição sobre o tropismo tecidual em reservatórios silvestres que foram estudados na sua condição natural ou mantidos como modelo de laboratório (<em>D. marsupialis</em>, <em>R. rattus, </em>e o caviomorfo <em>Trichomys apereoides</em>) tem sido baixo quanto ao número de órgãos invadidos e carga parasitária, observando uma tendência ao cardiotropismo, tropismo a musculatura esquelética, musculatura lisa intestinal e, em alguns casos, parasitismo a células do pâncreas.<br><br></div><div><br><strong>Tarefa 08/09</strong><br>O trabalho teve por objetivo identificar morcegos infectados naturalmente por tripanosomatídeos, em diferentes municípios do Rio de Janeiro. Dentre os animais capturados haviam morcegos hematófagos, insectívoros e frugívoros. <br>Os hematófagos com maior importância em saúde pública por conta de transmissão do vírus da raiva, mas também foram capturados morcegos frugívoros e insetívotos<br><br>Causa e efeito<br>Localização: forros de casa, próximo ao curral, manilhas de água, cavernas ou abrigos naturais.<br>Animais positivos para tripanosomatídeos na hemocultura<br>Interação desses animais com outros animais da mesma colônia e também de outras colônias quando mudam de abrigo.<br>Maior proximidade dos morcegos com o homem, devido a fragmentação de florestas e a adaptação desses animais em área peridomiciliar.<br><br>Análise crítica<br> O artigo está descrito de maneira clara e objetiva. Evidenciando no decorrer do trabalho causa e efeito do tema abordado.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0037-86822008000600025" />
         <pubDate>2020-09-08 03:12:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/725937437</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>vetmarianagomes28</author>
         <link>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/727549538</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>TAREFA 27/10/20<br>Indicadores epidemiológicos de diabetes melitus em felinos</strong><br><br></div><div>A exposição a fatores ambientais que propiciam o desenvolvimento de diabetes mellitus em felinos provavelmente é responsável pela incidência da doença em gatos nas últimas décadas, sobrepondo a predisposição genética. Acredita-se também que esse aumento de casos novos deve-se além da obesidade, à maior conscientização dos médicos veterinários e seus métodos diagnósticos e terapêuticos. O prolongamento da sobrevida desses animais doentes devido ao progresso científico veterinário também corrobora com esse dado.<br><br></div><div>Essa maior longevidade do animal, bem como o aprimoramento de métodos terapêuticos são responsáveis pela diminuição da letalidade da doença ao longo das décadas.<br><br></div><div>Um estudo de Prahl e colaboradores (2007) indicou um aumento da prevalência de diabetes felinos em 30 anos, incialmente tratando-se de 1 caso a cada 250 gatos (1970), para 1 a cada 80 (1999). Durante esse período também ouve diminuição da mortalidade de 40% para 10%. Alguns estudos do mesmo ano (2007) na Austrália e no Reino Unido indicaram prevalência de 1 em 135 gatos e 1 em 230 gatos respectivamente.<br><br></div><div>Não foi observado em estudos em gatos a prevalência sazonal, ao contrário do que acontece com os seres humanos onde há um aumento maior em meses frios. Já a predisposição racial mostrou uma diferença significativa, onde um estudo com gatos birmeses mostrou que 1 a cada 50 gatos dessa raça desenvolvem a doença, diferentemente de outros gatos domésticos onde a prevalência foi de 1 a cada 200. felinos da raça Burmese, esse resultado concorda com outros estudos que demonstram maior prevalência da doença nessa raça.<br><br></div><div>Em relação a alguns fatores de risco, foi mostrado que felinos obesos possuem 3,9 vezes mais chance de desenvolver a doença. Gatos machos ficam com a média de 1,5 vezes mais probabilidade de terem DM.  Quanto a idade há um pico de incidência entre 10 e 13 anos. Esses indicadores concordam com a literatura que cita esses exemplos de condições de maiores riscos.<br><br></div><div><strong>Análise Crítica: <br></strong><br></div><div>O aumento da prevalência ao longo dos anos é foi comprovada em diferentes estudos e em diferentes países. Existem fatos positivos e negativos no que diz respeito à saúde do animal quando analisamos esses dados. Alguns fatores positivos da medicina veterinária colaboram para a maior incidência e prevalência como aumento de estudos sobre a doença, métodos terapêuticos mais eficazes (diminuem a letalidade), além dos cuidados gerais de saúde que proporcionam uma maior longevidade aos gatos. Apesar disso, a obesidade ainda deve ser tratada com seriedade por Médicos Veterinários e tutores, tendo em vista que é um dos principais fatores de risco para a DM em felinos.  <br><br>Fontes:<br>- https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/104889/000939041.pdf?sequence=1<br><br>https://www.pubvet.com.br/uploads/223c030f383afab4288c7605cabbb977.pdf<br><br>https://vetsmart-parsefiles.s3.amazonaws.com/b7f467e6f8893ed68555d698415ef7dc_streaming_attachment.pdf<br><br>https://www.repository.utl.pt/handle/10400.5/956<br><br><br></div><div><br><strong>TAREFA DIA 13/10/20<br></strong><br><strong>Prevenção primária:<br></strong><br></div><div>No momento da prevenção primária, o foco principal é minimizar a exposição do animal ao fatores de risco. Para evitar a obesidade é importante manter uma rotina saudável na vida do felino para que o mesmo não venha a apresentar sobrepeso. O uso de uma alimentação equilibrada e enriquecimento ambiental que promova movimentação do animal são boas alternativas. Também deve-se evitar o uso de progestógenos e glicocorticoides em excesso ou sem necessidade. O cuidado com a saúde bucal do animal pode impedir o desenvolvimento de doença periodontal. Qualquer doença ou distúrbios que possam levar a doenças endócrinas (hiperadrenocorticismos, acromegalia) e amiloidose devem ser tratados afim de evitar tais agravos, porém esses casos são de origem primária e genéticas na maioria das vezes. Quanto a pancreatite, seu dignóstico precoce e correto tratamento são fundamentais na prevenção da evolução da doença. Monitorar a saúde do animal com frequência é a principal forma de evitar a maioria dos fatores predisponentes.<br><br></div><div><strong>Prevenção secundária: <br></strong><br></div><div>O diagóstico precoce da diabetes garante um melhor prognóstico frente ao tratamento e qualidade de vida do animal. O alívio dos sintomas podem ser obtidos a partir da intervenção terapêutica tanto na DM dependente quanto na não dependente de insulina. Cabe ao tutor e veterinário continuarem o monitoramento do animal, realizando exames de imagem e laboratoriais para que os dano à saúde não se agravem. <br><br></div><div><strong>Prevenção terciária:</strong> <br><br></div><div>Deve ser usada caso não haja remissão dos sinais clínicos e o animal venha a desenvolver um agravamento como cetoacidose diabética, o que leva à diferentes complicações. Para detectar essa fase é importante a realização da hemogasometria. Uma vez detectada a  acidose deve ser corrigida e seus danos reparados como a reposição de água e eletrólitos, controle do vômito e suplementação se necessária. <br><br></div><div><strong>TAREFA DIA 29/09/20<br></strong><br><strong>ELEMENTOS HDN:<br><br>Período pré- patogênico: <br></strong><br></div><div>O período pré-patogênico diz a respeito da interação agente-hospedeiro-ambiente que propiciariam a doença através dos elementos de causalidade. Os elementos inerentes ao hospedeiro, ou nesse caso indivíduo acometido, são muito relevantes na predisposição à diabetes melittus felina. Entre esses podemos citar a obesidade, senilidade, animal macho ou castrado, fatores genéticos, pancreatite, amiloidose, acromegalia, hiperadrenocorticismo e doença periodontal. Os determinantes de ambiente estão associados principalmente aos cuidados por parte do tutor do animal. Todos as práticas que levam ao desenvolvimento das condições anteriores influenciam no período pré-patogênico. Temos como exemplo a oferta excessiva de calorias( além da necessidade do animal), que leva a obesidade. A administração de glicocorticóides e progestágenos também aumenta o risco da diabetes melittus. <br><br></div><div><strong>Período Patogênico:<br></strong><br></div><div>O período patogênico acontece a partir do momento em que o animal obtém uma falha na ação ou secreção de insulina, tendo como consequência uma hiperglicemia persistente. Os sinais clínicos mais comuns em gatos são poliúria, polidipsia, polifagia e perda de peso. A letargia, pelame seco e sem brilho podem acontecer. No caso dos gatos, a grande maioria (cerca de 80%) dos casos de diabetes se assemelham ao tipo II, onde a principal causa é a exaustão das células β pancreáticas essencialmente pela resistência crônica à insulina. Já o tipo I é mais raro em felinos, e se caracteriza pela destruição imunomediada das células β. Ambas as formas apresentam a mesma sintomatologia, diferenciando- se no tratamento. A doença caso não tratada pode evoluir para sinais clínicos como perda da habilidade de saltar, fraqueza nos membros posteriores e postura plantígrada. O animal também pode evoluir para cetoacidose diabética que se não tratada pode levar à óbito. <br><br></div><div><strong>Tarefa 08/09<br></strong><br>FATORES DE RISCO PARA DIABETES MELLITUS FELINA: REVISÃO DE LITERATURA<br>https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/193753/001092736.pdf?sequence=1&amp;isAllowed=y<br><br><strong>Elementos de causa e efeito: <br></strong>Entre os fatores de risco para o desenvolvimento de diabetes melittus felina podemos citar:<br>- Obesidade<br>- Animais de meia-idade e geriátricos (média de 10 anos)<br>- Sexo: machos.<br>- Animal castrado.<br>- Fatores genéticos<br>- Pancreatite<br>- Amiloidose<br>- Uso de glicocorticóides ou progestágenos<br>- Acromegalia<br>- Hiperadrenocorticismo<br>- Doença periodontal<br><br><strong>Análise Crítica:</strong> <br>No quesito de idade e sexo, os dados obtidos ao longo dos anos realmente indicam maior predisposição dos machos e animais idosos ou de meia idade. O risco quanto aos animais castrados está relacionado a outro risco importante que é o sobrepeso/obesidade, isso desencadeia uma resistência à insulina. A amiloidose e pancreatite possuem fortes evidências de que também podem levar a disfunção das células β (produtoras de insulina), aumentando o risco do desenvolvimento da diabetes tipo I. Os corticoides, hiperadrenocorticismo e progestágenos induzem fisiologicamente o desenvolvimento da hiperglicemia patológica. A doença periodontal também pode levar a desordens sistêmicas, inclusive a desregulação glicêmica e resistência a insulina. Os dados apresentados foram suficientes para a correlação desses riscos, visto que há respaldo na explicação fisiológica e estatística. <br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-09-08 15:01:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/727549538</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 08/09</title>
         <author>diegomatosmv</author>
         <link>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/729036846</link>
         <description><![CDATA[<div><strong> HIPERADRENOCORTICISMO IATROGÊNICO EM CÃO: RELATO DE CASO <br><br></strong>Este trabalho visa relatar um caso de hiperadrenocorticismo canino causado de forma iatrogênica, pela administração exógena de corticoides.<br><strong>Causa/Efeito<br></strong>- Administração exógena excessiva e por tempo prolongado acarreta no desenvolvimento da síndrome que normalmente vira a acontecer meio de outras vias como neoplasias em hipófise e adrenais;<br>*<strong>Determinantes:<br></strong>- Uso excessivo e prolongado de corticoides<br><strong>- Fatores de risco:<br></strong>- cães de meia idade ou geriátricos<br>- Fator racial - Poodle, Dachsunds, Boston Terriers, Boxer, Beagle;<br>- Animais com comorbidades cujo o tratamento recomendo são glicocorticóides, por exemplo anemia hemolítica imunomediada, dermatite atópica e osteoartroses e artrites, fator determinantes neste relato;<br><strong>Análise Crítica:<br></strong>O hiperadrecorticismo iatrogênico é causado pelo uso excessivo e normalmente prolongado de corticoides. Em suas formas naturais, ocorrem normalmente por neoplasias em hípofise e adrenais que levam a produção direta ou indireta de corticoides endógenos, que quando em concentrações plasmáticas excessivas levam a manifestação desta síndrome. O uso de corticoides exógenos visa mimetizar os efeitos do cortisol endógeno com o intuito de intervir de maneira clinica em alguma disfunção orgânica. Em mim visão, essa hipótese de causa e efeito é adequada já que administração de corticoides exógenos em excesso e por tempo prolongado, mimetizaria os efeitos causados por exemplo de um adenocarcinoma de adrenal, que secreta cortisol de maneira desordenada, não respeitando mecanismos de feed back do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal. <br>Na doença em questão, ilustrada no relato que usei como base para essa atividade, uma das possibilidades terapêuticas possíveis é administração de corticoides exógenos para controle da inflamação nas articulações, que deve ser acompanhado por médico veterinário e monitorado por meio das alterações clínicas que o animal vir a apresentar durante o tratamento em questão. <br>Devido falha nesse monitoramento a terapia foi presente por tempo prolongado suficiente para levar ao aparecimento desta síndrome clínica.</div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.faef.revista.inf.br/imagens_arquivos/arquivos_destaque/F4QHfZpbPcJezp0_2013-6-25-10-11-25.pdf" />
         <pubDate>2020-09-08 19:57:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 29/09/2020</title>
         <author>diegomatosmv</author>
         <link>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/826735903</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 21:42:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 13/10/2020</title>
         <author>diegomatosmv</author>
         <link>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/826784560</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>TAREFA para 13/10/2020</strong></div><div><strong>Hiperadrenocorticismo Iatrogênico canino</strong><br><br></div><div><strong><em>Prevenção Primária </em></strong><br><br></div><div>·         Evitar o uso prolongado de corticóides, buscando outras alternativas ao tratamento das enfermidades que usam os corticoides como droga de eleição (Isso já foi realizado em doenças como dermatite atópica com terapia tópica de reposição de barreira cutânea e oclacitinib;</div><div>·         Dificultar a compra desse medicamento sem receita veterinária, levando em consideração que muitos tutores compram por conta própria esse medicamento visando resolver o problema sem avaliação e acompanhamento veterinário;</div><div>·         Conscientização da classe veterinária, para que esta busque o aperfeiçoamento contínuo e não prescreva medicação sem acompanhamento ou até mesmo caso não tenha competência técnica para acompanhamento do caso, encaminhe para colega que possa suprir a necessidade do momento<br><br></div><div><strong><em>Prevenção secundária</em></strong><br><br></div><div>·         Acompanhamento de animais que a terapia seja indispensável, por meio de exames e consultas mensais. Esse acompanhamento reduz a probabilidade de ocorrência da doença quase a zero, já que está manifesta alterações clínica e laboratoriais muito consistentes;</div><div>·         Orientar o tutor do animal acompanhar se o mesmo iniciará ter aumento anormal na ingestão de água, alimentos e produção de urina. A importância dessa observação diária é determinante para descobrir a doença de maneira precoce e interromper a terapia com corticoide<br><br></div><div><strong><em>Prevenção terciária</em></strong><br><br></div><div>          Suspender a administração da medicação e buscar alternativas para o tratamento da doença primária</div><div>·         Caso não haja alternativas para o tratamento da doença primária, realizar terapia de suporte e ver a possibilidade de redução da dose de corticóide e possibilidade de pulsoterapia<br><br></div><div>Avaliar animais que esteja em tratamento para doenças que use a terapia prolongada com corticoides, dentro da faixa de grupo de risco, animais de meia idade e idosos, raças predispostas e orienta-los a usar uma terapia alternativa<br><br>Referências</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-10-13 22:12:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/826784560</guid>
      </item>
      <item>
         <title>TAREFA para 13/10/2020</title>
         <author>diegomatosmv</author>
         <link>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/826785748</link>
         <description><![CDATA[<div><br>- encontrar no mesmo trabalho os elementos de PREVENÇÃO E CONTROLE<br>(primária, secundária e terciária)<br>(se não estiver no artigo, busque outras fontes)<br><br>Hiperadrenocorticismo Iatrogênico canino<br>Prevenção Primária <br>•	Evitar o uso prolongado de corticóides, buscando outras alternativas ao tratamento das enfermidades que usam os corticoides como droga de eleição (Isso já foi realizado em doenças como dermatite atópica com terapia tópica de reposição de barreira cutânea e oclacitinib;<br>•	Dificultar a compra desse medicamento sem receita veterinária, levando em consideração que muitos tutores compram por conta própria esse medicamento visando resolver o problema sem avaliação e acompanhamento veterinário;<br>•	Conscientização da classe veterinária, para que esta busque o aperfeiçoamento contínuo e não prescreva medicação sem acompanhamento ou até mesmo caso não tenha competência técnica para acompanhamento do caso, encaminhe para colega que possa suprir a necessidade do momento<br>Prevenção secundária<br>•	Acompanhamento de animais que a terapia seja indispensável, por meio de exames e consultas mensais. Esse acompanhamento reduz a probabilidade de ocorrência da doença quase a zero, já que está manifesta alterações clínica e laboratoriais muito consistentes;<br>•	Orientar o tutor do animal acompanhar se o mesmo iniciará ter aumento anormal na ingestão de água, alimentos e produção de urina. A importância dessa observação diária é determinante para descobrir a doença de maneira precoce e interromper a terapia com corticoide<br>Prevenção terciária<br><br>•	Suspender a administração da medicação e buscar alternativas para o tratamento da doença primária<br>•	Caso não haja alternativas para o tratamento da doença primária, realizar terapia de suporte e ver a possibilidade de redução da dose de corticóide e possibilidade de pulsoterapia<br>•	Avaliar animais que esteja em tratamento para doenças que use a terapia prolongada com corticoides, dentro da faixa de grupo de risco, animais de meia idade e idosos, raças predispostas e orienta-los a usar uma terapia altern<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-10-13 22:13:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/826785748</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>gabrielgagginimv</author>
         <link>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/842196083</link>
         <description><![CDATA[<div>TAREFA -13/10/2020<br>Prevenção primária: Realizada a partir da vacinação com toxoide botulínico bivalente C e D nos bovinos; Retirada e incineração de cadáveres das pastagens e suplementação mineral com níveis corretos de fósforo. <br>Prevenção secundária: A maioria das vezes não ocorre pois o diagnóstico geralmente é feito a partir do início dos sinais clínicos <br>Prevenção terciária: É feita a partir do isolamento de animais e áreas contaminadas para que outros animais não tenham contato com a toxina e a partir do tratamento dos animais doentes. <br><br><br>TAREFA - 29/09/2020<br>BOTULISMO EM CAES: UMA DOENÇA DA JUNÇÃO NEURO MUSCULAR<br>Agente etiológico: Clostridium botulinum<br>Reservatório: Solos e sedimentos aquáticos <br>Animais susceptíveis: Ruminantes, equinos, martas e aves domésticas, especialmente as aquáticas. Raramente suínos, carnívoros e peixes. <br>Porta de entrada: Oral e feridas cutâneas<br>Forma de transmissão: Ingestão de carcaças ou água contaminadas. <br><br>Elementos HND: <br><br>Período pré-patogênico:<br>Ocorre quando se tem a ingestão de carcaças putrefeitas onde teve-se a formação de endoesporos da bactéria Clostridium botulinum, com crescimento das células vegetativas e formação de toxinas em meio anaeróbico.<br>Período patogênico:<br>Ocorre quando a toxina ingerida é absorvida pela mucosa do estômago e jejuno e distribuída pela corrente sanguínea ao longo dos compartimentos extravasculares, vasculares e extracelular, diminuindo a liberação de acetilcolina, causando tetraparesia flácida e redução dos reflexos espinhas.<br>Cadeia de transmissão: <br>Quando animais morrem, esporos do Clostridium botulinum  (que são comuns no intestino e tecidos) germinam e produzem toxina. Essa toxina pode ser ingerida por animais ou contaminar ambientes (solos, água). Após ingerida a toxina é absorvida pelo estômago e jejuno ocasionando uma diminuição da liberação de acetilcolina (doença da junção neuromuscular). <br><br>TAREFA 08/09/2020<br>EFEITOS COLATERAIS DE ANESTÉSICOS EM NEONATOS DE <br>CÃES E GATOS NASCIDOS DE CESARIANA<br><br>Link do artigo:<br>https://periodicos.ufersa.edu.br/index.php/acta/article/view/3459/5389<br>O artigo aborda as utilizações de diversos fármacos usados na anestesia para cesariana (Causa) e seus possíveis efeitos colaterais nos neonatos (efeito) <br>Análise crítica: O artigo traz de forma clara diversas técnicas anestésicas diferentes que podem ser utilizadas para cesarianas e seus prós e contras, descrevendo vários fármacos e seus mecanismos de ação, além de descrever a fisiologia fetal que é de extrema importância para auxiliar na decisão do protocolo e conclui que não existe certo e errado, cada animal irá precisar de um protocolo diferente cabendo ao anestesista avaliar e optar pela melhor técnica. <br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 17:55:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/842196083</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>gabrielgagginimv</author>
         <link>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/863898535</link>
         <description><![CDATA[<div>TAREFA 27/10/2020<br><br>Boletim COVID<br><br>População estimada de Mato Grosso do Sul segundo o IBGE: 2.809.394<br><br>Incidência da COVID em Mato Grosso do Sul dia 13/10: 237/2.809.394*100= 0,008% <br><br>Prevalência da COVID em Mato Grosso do Sul dia 13/10: 75.076/2.809.394*100= 2,67%<br><br>Letalidade da COVID em Mato Grosso do Sul dia 13/10: 1.449/75.076= 1,93% <br><br>Mortalidade da COVID em Mato Grosso do Sul dia 13/10: 1.449/2.809.394= 0,52/1000 habitantes<br><br>Indicadores epidemiológicos do artigo: <br><br>https://repositorio.pgsskroton.com.br/bitstream/123456789/566/1/Avalia%C3%A7%C3%A3o%20cl%C3%ADnica-epidemiol%C3%B3gica%20de%20botulismo%20em%20c%C3%A3es%20de%20uma%20popula%C3%A7%C3%A3o%20hospitalar%20do%20Centro-Oeste%20do%20Brasil.pdf<br><br>Prevalência: 22/8.626*100= 0,26%<br><br>A prevalência do botulismo nos animais atendidos durante o período foi baixa, porém quando analisada entre os animais que chegaram apresentando doença muscular (44 casos) o botulismo foi diagnosticado em 22, apresentando uma taxa de prevalência de 50%,  considerada alta. <br>Desses 22 casos, 18 desenvolveram a doença por ingestão da neurotoxina por se alimentarem de carcaças e restos de lixos; 2 por decomposição de feto no útero; 1 animal apresentou botulismo intestinal e 1 por contaminação em ferimentos. <br>Não foi observado correlação da doença com o sexo ou a idade dos animais. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-26 23:43:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>TAREFA 27/10/2020</title>
         <author>arecomichele</author>
         <link>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/864001921</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>INDICADORES<br></mark></strong><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/711452232/2266ad94e57639019e3d8ff36e3d89f3/Atv__Epidemio_27_10___Indicadores.docx" />
         <pubDate>2020-10-27 00:43:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/864001921</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tarefa epidemiologia </title>
         <author>valdirmeiravm</author>
         <link>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/864267246</link>
         <description><![CDATA[<div>Link: https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/81285/000902207.pdf?sequence=1</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/720553268/7947e7f74abc934300e9ee4024b2bae2/Tarefa_epidemiologia.docx" />
         <pubDate>2020-10-27 03:18:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/864267246</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 27/10/2020</title>
         <author>diegomatosmv</author>
         <link>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/868263486</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>INDICADORES <br></strong><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/714523930/d839e6541b5e76b370ac7ac694e989a5/INDICADORES_diego.docx" />
         <pubDate>2020-10-28 03:33:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>TAREFA - 24/11/2020</title>
         <author>vanessafreitas2</author>
         <link>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/950298388</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Residentes</mark></strong><mark>:</mark> Jecelen Adriane Campos, Lídia Maria Santos Sperandio e Vanessa Regina Freitas.<br><br></div><div><em>Trypanosoma evansi<br></em><br></div><div>Tipo de estudo: Coorte<br><br></div><div>Delineamento de estudo epidemiológico: em duas fazendas no município de Corumbá-MS serão observados, por um ano, 16 animais da espécie equina, com idade de cinco a sete anos, saudáveis ao início do estudo. Oito destes animais (Fazenda 1) terão acesso irrestrito a áreas alagadiças e possível contato com animais silvestres. Já na Fazenda 2, na qual estão os outros oito animais, não há áreas alagadiças e os mesmos ficam restritos a baias e piquetes com difícil de animais silvestres. Ambos os grupos receberão a mesma alimentação composta por ração, capim Mombaça e suplementação mineral. Água será fornecida em pilheta a vontade. Os grupos serão acompanhados a cada 15 dias, nos quais serão realizados o teste molecular (RT-PCR) e o teste parasitológico (Teste de Woo) de todos os animais. Aqueles que virem a óbito antes do final do estudo serão encaminhados para o exame necroscópico para determinar a causa mortis. Desta forma o objetivo do estudo é avaliar a relação entre a exposição a áreas alagadiças e animais silvestres e a incidência da doença.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-11-22 19:58:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/950298388</guid>
      </item>
      <item>
         <title>TAREFA 01/12/2020</title>
         <author>ericavernequemartinez</author>
         <link>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/953141451</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Residentes:</strong> Érica Verneque Martinez e Jéssica Fernanda Gomes <br><br><strong><mark>Tarefa 01/12/2020 </mark></strong><br><br></div><div>Artigo:  <strong>Ocorrência de leishmaniose em gatos de área endêmica para leishmaniose visceral .</strong>https://repositorio.unesp.br/bitstream/handle/11449/71717/2-s2.0-78649421044.pdf?sequence=1&amp;isAllowed=y<br><br><strong>Dados</strong></div><div>Total de animais testados = 200 </div><div>Total positivos pela técnica ELISA indireto = 23 </div><div>Especificidade ELISA indireto = 89%</div><div>Sensibilidade ELISA indireto = 25%</div><div>Prevalência aparente:</div><div>PA (ELISA) = 11,5% </div><div>Prevalência real (P): </div><div>P (ELISA)= 88 %</div><div>Valor preditivo positivo (VPP) </div><div>VPP (ELISA)= 21,9%  </div><div>Valor preditivo negativo (VPN)</div><div>VPN (ELISA)= 12,8%<br><br>O valor preditivo positivo (VPP)  e o valor preditivo negativo (VPN) para o teste de ELISA indireto podem ser considerados baixos, o que pode influenciar no resultado desse dado é a prevalência da doença na população, dessa maneira a utilização de um segundo teste com alta especificidade como, o teste parasitológico direto, torna-se necessário. O VPP está ligado diretamente a especificidade e o VPN a sensibilidade, sendo possível observar essa diferença de acordo com o resultado obtido no teste.<br><br></div><div><br><strong><mark>24/11/2020</mark></strong><br><strong>Avaliação de prevalência de </strong><strong><em>Leishmania infantum</em></strong><strong> em felinos domésticos atendidos no hospital veterinário da FAMEZ entre o ano de 2020 a 2021.<br></strong><br></div><div>Todos os  felinos domésticos atendidos no hospital veterinário da faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da UFMS no município de Campo Grande - MS, entre o período de novembro de 2020 a novembro de 2021 serão submetidos a coleta de amostra de sangue via veia cefálica ou jugular, sendo esse material transferido a um tubo com ativador de coágulo  a vácuo e enviados ao laboratório de biologia molecular da FAMEZ para realização de ELISA indireto para determinar a soropositividade de infecção por <em>Leishmania </em>sp. Também serão coletados citologias aspirativas por agulha fina de linfonodos para a pesquisa direta de formas amastigotas de <em>Leishmania</em> sp., essa técnica será realizada no Laboratório de Doenças parasitárias da da FAMEZ. <br><br></div><div>Este será um estudo transversal para avaliação da prevalência de <em>Leishmania infantum</em> em felinos domésticos atendidos no HV – UFMS<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-11-23 16:59:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/953141451</guid>
      </item>
      <item>
         <title>TAREFA 24/11/2020</title>
         <author>arecomichele</author>
         <link>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/954718811</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Delineamento de um Estudo Epidemiológico<br></mark></strong>Residentes: Michele Silva Areco e Patrícia Estolano Francelino</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/711452232/a9c727f28d7b591d5b3dab615c9c43b0/Delineamento_Estudo_Epidemio_.docx" />
         <pubDate>2020-11-24 03:05:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/954718811</guid>
      </item>
      <item>
         <title>TAREFA 24/11/2020</title>
         <author>nayromeiro</author>
         <link>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/954793073</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Residentes:</strong><br>Mariana Gomes de Oliveira<br>Nayara Barbosa Romeiro<br>Wania da Silva Xavier Bento</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/706359665/856cc36980f574c1f0e727f1bc43e453/Tarefa_Epidemiologia_24_11_2020__1_.docx" />
         <pubDate>2020-11-24 03:57:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/954793073</guid>
      </item>
      <item>
         <title>TAREFA 01/12/2020</title>
         <author>lidiamssperandio</author>
         <link>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/969357490</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Residentes:</mark></strong><br>Jecelen Adriane Campos<br>Lídia Maria Santos Sperandio Vanessa Regina Freitas<br><br>Completar o delineamento da tarefa anterior (24/11) com dados de sen/esp do teste dos testes de diagnóstico propostos no estudo e dados de prevalência real (discuta ao menos com a prevalência aparente se não encontrar a prevalência real) e discutir (ao menos 1 parágrafo) sobre VPs deste estudo.</div><div> <br><br></div><div>O diagnóstico para tripanossomíase será realizado por meio de dois testes no nosso estudo, que correspondem ao teste de Woo e o RT-PCR. O teste de Woo apresenta sensibilidade de 71,1%, quando comparado com outros testes parasitológicos fica somente atrás da Inoculação em camundongo, porém ainda assim apresenta baixa sensibilidade, já que o animal necessita de uma alta carga parasitária para um resultado positivo no teste. Já o RT-PCR (teste molecular) apresenta alta sensibilidade e especificidade, sendo o de escolha entre os testes. Desta forma realizando os dois testes, garantimos uma alta sensibilidade e especificidade, fazendo com que que prevalência aparente seja compatível com a prevalência real (Rodrigues, 2006).<br><br></div><div>RODRIGUES, A. <strong>Infecção natural por </strong><strong><em>Trypanossoma Evansi</em></strong><strong> em equinos</strong>. 2006. Dissertação [Mestrado em patologia veterinária]. Universidade Federal de Santa Maria, 2006.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-11-29 21:24:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/969357490</guid>
      </item>
      <item>
         <title>TAREFA 01/12 e 24/11</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/973683561</link>
         <description><![CDATA[<div>RESIDENTE: Elisangela dos Santos Viaes<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/888682305/d5ea8e5797870667705083606a32bcac/Estudo_epidemio.pdf" />
         <pubDate>2020-11-30 22:30:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/973683561</guid>
      </item>
      <item>
         <title>TAREFA 01/12/2020</title>
         <author>nayromeiro</author>
         <link>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/973960177</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Residentes:</strong></div><div>Mariana Gomes de Oliveira</div><div>Nayara Barbosa Romeiro</div><div>Wania da Silva Xavier Bento</div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/706359665/6745cb241b88b0f7b54c11c22ff8ba6d/Tarefa_Epidemiologia_01_12_2020.docx" />
         <pubDate>2020-12-01 00:53:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/973960177</guid>
      </item>
      <item>
         <title>TAREFA 01/12/2020</title>
         <author>arecomichele</author>
         <link>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/974286153</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Dados de esp./sen. (continuação da atividade de Delineamento) <br></mark></strong>Residentes:<strong> </strong>Michele Silva Areco e Patrícia Estolano Francelino</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/711452232/4ff0feb56dd5555873af39f91d876f73/Continua__o___Delineamento___Epidemio.docx" />
         <pubDate>2020-12-01 03:43:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/974286153</guid>
      </item>
      <item>
         <title>TAREFA 01/02/2021</title>
         <author>vetmarianagomes28</author>
         <link>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/1146826521</link>
         <description><![CDATA[<div>Residentes:<br>Mariana Gomes de Oliveira <br>Nayara Barbosa Romeiro</div><div>Wanya da Silva Xavier Bento</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/713539729/d34b581167a6825fb4504f6cc1da27d7/TAREFA___01_02_21.docx" />
         <pubDate>2021-02-01 03:38:46 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Tarefa 01/02/2021</title>
         <author>ericavernequemartinez</author>
         <link>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/1148974629</link>
         <description><![CDATA[<div>Residentes: Érica Verneque Martinez e Jéssica Fernanda Gomes</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/711907124/8f2ec194b75083debb65e9c713017513/Atividade_epidemiologia_01_02_21__rica_e_J_ssica.pdf" />
         <pubDate>2021-02-01 14:45:43 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>TAREFA 01/02/2021</title>
         <author>lidiamssperandio</author>
         <link>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/1151499845</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Delinear um ensaio clínico randomizado considerando a mesma enfermidade de interesse e incluindo os elementos de ensaio clínico (intervenção).</strong> <br><br></div><div>10 animais da espécie equina foram testados positivos para o teste Woo (parasitológico) e com confirmação do teste RT-PCR (molecular), para o <em>Trypanossoma Evansi</em>. Os mesmo apresentam sinais neurológicos, os quais são: andar em círculos, paresia dos membros pélvicos e ataxia. <br><br></div><div>            O objetivo do estudo é avaliar a eficácia da droga Diaceturato de Diminazeno<strong> </strong>na dose de 7,5 mg/kg única aplicação. Para isso os animais irão ser divididos em dois: o grupo tratamento que irá receber a droga e o grupo controle que não receberá, contendo 5 animais em cada, independente da raça, idade e sexo. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-02 01:19:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>TAREFA 01.02.2021</title>
         <author>arecomichele</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Residentes: </strong>Michele Areco e Patrícia Estolano</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-02 03:00:39 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>TAREFA 01/02/2021</title>
         <author>diegomatosmv</author>
         <link>https://padlet.com/julianagalhardo/Bookmarks/wish/1151694853</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-02-02 03:17:09 UTC</pubDate>
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