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      <title>Breve história da Deficiência intelectual by Lussinara GODOI</title>
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      <description>Deslocar-se para ver</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-08-15 12:01:05 UTC</pubDate>
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         <title>IDADE ANTIGA DE 476 a.C.</title>
         <author>naramartins686</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p>Sociedade baseada em agricultura, pecuária e artesanato.</p></li><li><p>Apenas <strong>nobreza</strong> e <strong>servos</strong>.</p></li><li><p>Poder concentrado em minoria → exclusão da maioria.</p></li><li><p>Crianças com deficiência eram abandonadas ao relento → morte sem questionamento ético ou moral</p></li></ul><p><br></p><p>"Nós matamos os cães danados e touros ferozes, degolamos ovelhas doentes, asfixiamos recém-nascidos mal constituídos, mesmo as crianças se forem débeis ou anormais, nós as afogamos, não se trata de ódio, mas da razão que nos convida a separa das partes sãs aquelas que podem corrompê-las (Misès, 1975)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-15 16:28:42 UTC</pubDate>
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         <title>IDADE MÉDIA (476–1453)</title>
         <author>naramartins686</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p>Cristianismo: todos filhos de Deus e com alma.</p></li><li><p>Abordagem variava:</p><ul><li><p>Caridade</p></li><li><p>Punição (possessão demoníaca)</p></li><li><p>Morte</p></li></ul></li><li><p>Pessoa com deficiência → insignificante social, política e economicamente.</p></li><li><p>Sem evidência de abrigos ou capacitação específica <em>(Pessotti, 1984; Aranha, 2001)</em>.</p></li><li><p>Estrutura social: clero como nova classe poderosa.</p></li><li><p>Séculos XIV–XV:</p><ul><li><p><strong>Inquisição</strong> → perseguição e morte de “hereges” e “endemoniados”, incluindo deficientes mentais.</p></li><li><p><strong>Reforma Protestante</strong> (Martinho Lutero) → coexistência de dois sistemas político-religiosos, ambos vendo a deficiência como fenômeno metafísico negativo.</p></li></ul></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-15 16:30:12 UTC</pubDate>
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         <title>JOHN LOCKE (1632 a 1704)</title>
         <author>naramartins686</author>
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         <description><![CDATA[<p>John Locke e o Iluminismo</p><ul><li><p>Séculos depois, <strong>John Locke</strong> retoma e atualiza a noção aristotélica no contexto do <strong>Iluminismo</strong>.</p></li><li><p>Em sua obra <em>Essay Concerning Human Understanding</em> (1690), Locke afirma que a mente ao nascer é como <strong>“uma folha em branco”</strong>, sendo o conhecimento adquirido apenas pela experiência e reflexão.</p></li><li><p>Essa visão rompe com concepções deterministas ou teológicas que consideravam certas limitações humanas como definitivas ou divinamente impostas.</p></li></ul><p><br></p><p>Implicações para a Deficiência Intelectual</p><ul><li><p>Se a mente é “escrevível” pela experiência, então <strong>todas as pessoas</strong>, inclusive aquelas com deficiência intelectual, possuem a possibilidade de aprender.</p></li><li><p>O que varia é o ritmo, os estímulos e os métodos pedagógicos que precisam ser adaptados.</p></li><li><p>Essa concepção inspirou educadores posteriores, como <strong>Jean Itard</strong> e <strong>Édouard Séguin</strong>, que provaram, por meio de experiências práticas, que o ensino de pessoas com deficiência intelectual era possível.</p></li></ul><p><br></p><p> Ruptura histórica</p><ul><li><p>Antes, prevaleciam ideias de <strong>incapacidade natural</strong>, marginalização e exclusão.</p></li><li><p>A retomada da noção de tabula rasa (Aristóteles → Locke → Iluminismo) ofereceu fundamentos filosóficos para acreditar na <strong>educabilidade universal</strong>.</p></li><li><p>Isso abriu caminho para o reconhecimento histórico de que a deficiência não é sinônimo de impossibilidade de aprendizagem, mas sim um desafio pedagógico e social.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-15 16:51:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>DOMINIQUE ESQUIROL (1772–1840).</title>
         <author>naramartins686</author>
         <link>https://padlet.com/naramartins686/r0y6ruxt73kgr36k/wish/3544560171</link>
         <description><![CDATA[<p>Papel de Esquirol</p><ul><li><p>Representante central da área médica no período.</p></li><li><p>Influenciado por <strong>Pinel</strong>, escreveu em época pré-científica da medicina, marcada por contradições e polêmicas sobre a <strong>hereditariedade</strong> da deficiência intelectual.</p></li><li><p>Definia <strong>idiotia</strong> como um estado em que as faculdades intelectuais <strong>nunca se manifestaram</strong> ou <strong>não puderam se desenvolver</strong> suficientemente para adquirir conhecimentos escolares.</p></li><li><p>Defendia a <strong>impossibilidade de alterar</strong> esse estado.</p><p>Esquirol propôs uma diferenciação entre graus de deficiência intelectual baseada no nível de desenvolvimento da linguagem e nas capacidades cognitivas, usando termos como:</p><ul><li><p><strong>Idiotas</strong> → indivíduos com ausência quase total de linguagem e raciocínio.</p></li><li><p><strong>Imbecis</strong> → com algum desenvolvimento da linguagem, mas raciocínio muito limitado.</p></li><li><p><strong>Débeis</strong> → com linguagem desenvolvida, porém com grande limitação no pensamento abstrato.</p></li></ul></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-15 17:26:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>JEAN ITARD (1774 e 1838)</title>
         <author>naramartins686</author>
         <link>https://padlet.com/naramartins686/r0y6ruxt73kgr36k/wish/3544587118</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Considerado o <strong>primeiro teórico da Educação Especial</strong>.</p></li><li><p>Trabalhou com <strong>Victor de Aveyron</strong>, diagnosticado por Pinel como “idiota” sem esperança de educação.</p></li><li><p>Itard se opôs ao diagnóstico, defendendo que <strong>o homem é construído socialmente</strong>.</p></li><li><p>Via o desenvolvimento (ou deficiência intelectual) como <strong>processo cumulativo</strong> em fases encadeadas.</p></li><li><p>Desenvolveu metodologia que gerou avanços significativos na <strong>avaliação</strong> e <strong>didática</strong> da deficiência intelectual</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-15 17:43:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>ÉDOUARD SÉGUIN (1812-1880)</title>
         <author>naramartins686</author>
         <link>https://padlet.com/naramartins686/r0y6ruxt73kgr36k/wish/3544650860</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Discípulo de Itard.</p></li><li><p>Primeira <strong>teoria psicogenética</strong> da deficiência intelectual.</p></li><li><p>Criticou a visão médica de incurabilidade.</p></li><li><p>Método: estímulo cerebral via atividades <strong>físicas e sensoriais</strong>.</p></li><li><p>Influências: <strong>Pestalozzi</strong>, <strong>Fröebel</strong> e <strong>Montessori</strong>.</p></li><li><p>Criou em <strong>1837</strong> a primeira escola para deficientes intelectuais.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-15 18:39:02 UTC</pubDate>
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         <title>Paradigma da Institucionalização</title>
         <author>naramartins686</author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><ul><li><p>Consolidado no século XIX.</p></li><li><p>Características:</p><ul><li><p>Retirada das pessoas de suas comunidades.</p></li><li><p>Isolamento em instituições, muitas vezes distantes da família.</p></li><li><p>Justificado como proteção, tratamento ou processo educacional <em>(Aranha, 2001)</em>.</p></li></ul></li><li><p>Instituições criticadas a partir da obra <strong>Manicômios, Prisões e Conventos</strong> de <strong>Erving Goffman</strong> (1960), que analisou características institucionais e seus efeitos no indivíduo <em>(Goffman, 1999)</em>.</p></li><li><p>Críticas apontavam <strong>ineficiência</strong> e <strong>inadequação</strong> para reintegrar as pessoas à sociedade.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-15 18:40:43 UTC</pubDate>
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         <title>Paradigma dos serviços</title>
         <author>naramartins686</author>
         <link>https://padlet.com/naramartins686/r0y6ruxt73kgr36k/wish/3551656343</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao se afastar do Paradigma da Institucionalização, surge o conceito de <strong>integração</strong>, baseado na <strong>Normalização</strong>. A ideia central era modificar a pessoa com deficiência para que se aproximasse do padrão considerado “normal” e, assim, pudesse ser inserida na sociedade. A comunidade deveria oferecer recursos e serviços que viabilizassem essas mudanças no indivíduo.</p><p>Esse modelo ficou conhecido como <strong>Paradigma de Serviços</strong>, estruturado em três etapas:</p><ul><li><p><strong>Avaliação</strong> – identificar o que deveria ser modificado no sujeito.</p></li><li><p><strong>Intervenção</strong> – oferecer atendimento formal e sistematizado conforme a avaliação.</p></li><li><p><strong>Encaminhamento</strong> – reinserção da pessoa na comunidade.</p></li></ul><p>Na educação, esse paradigma se materializou nas <strong>escolas especiais, entidades assistenciais e centros de reabilitação</strong>, sucedendo séculos de predominância da institucionalização.</p><p>No Brasil, um marco importante nesse contexto foi o <strong>Decreto nº 7.853, de 24 de outubro de 1989</strong>, que dispôs sobre o apoio às pessoas com deficiência e sua integração social. Esse decreto criou a <strong>Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência (CORDE)</strong>, regulamentou a <strong>tutela jurisdicional</strong> de interesses coletivos ou difusos das pessoas com deficiência, estabeleceu regras para a <strong>atuação do Ministério Público</strong>, tipificou <strong>crimes relacionados à discriminação</strong> e consolidou diretrizes voltadas à garantia de direitos e oportunidades.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-22 13:21:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Paradigma do suporte</title>
         <author>naramartins686</author>
         <link>https://padlet.com/naramartins686/r0y6ruxt73kgr36k/wish/3551677168</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Pessoas com deficiência precisam de apoio e capacitação, mas isso <strong>não basta</strong>.</p></li><li><p>A <strong>sociedade também precisa mudar</strong> para que todos tenham acesso aos mesmos espaços e oportunidades.</p></li><li><p>Surge o <strong>Paradigma de Suporte</strong>, que defende:</p><ul><li><p>Convivência sem separação.</p></li><li><p>Acesso imediato e contínuo a todos os recursos da comunidade.</p></li></ul></li><li><p>Para isso, são criados <strong>suportes</strong> (ajudas ou apoios) de vários tipos:</p><ul><li><p>Social, econômico, físico e instrumental.</p></li></ul></li><li><p>O objetivo dos suportes é garantir a <strong>Inclusão Social</strong>.</p></li><li><p>A inclusão é um <strong>caminho de mão dupla</strong>: envolve tanto a pessoa com deficiência quanto a sociedade.</p></li><li><p>Inclusão e integração têm em comum a ideia de <strong>igualdade de acesso</strong>.</p></li><li><p>Diferença principal:</p><ul><li><p><strong>Integração:</strong> tenta mudar a pessoa com deficiência para que se adapte.</p></li><li><p><strong>Inclusão:</strong> muda a sociedade para que todos possam participar, sem exigir que a pessoa seja “normalizada”.</p></li></ul></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-22 13:43:01 UTC</pubDate>
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         <title>PARACELSUS  (1517 a 1526) </title>
         <author>naramartins686</author>
         <link>https://padlet.com/naramartins686/r0y6ruxt73kgr36k/wish/3551686928</link>
         <description><![CDATA[<p>No século XVI, os médicos PARACELSO e CARDANO começaram a defender a ideia de que os portadores de deficiência mental eram um problema médico e que isso acontecia por uma fatalidade hereditária ou congênita, passando a chamá-los de <strong>cretinos, idiotas ou amentes</strong>, não acreditando que pudessem ser educados ou recuperados. Segundo eles, caberia aos médicos, e não ao clero, a decisão sobre a vida e o destino dessas pessoas.</p><p><br/></p><p>A importância de Paracelso está em sua obra Sobre as doenças que privam os homens da razão, escrita em 1526, mas somente publicada em 1567, após sua morte. A obra traz, pela primeira vez, uma autoridade reconhecida da medicina fazendo a consideração médica de um problema que, até então, era tratado como teológico e moral.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-22 13:52:11 UTC</pubDate>
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         <title>THOMAS WILLIS - 1650</title>
         <author>naramartins686</author>
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         <description><![CDATA[<p>Willis realizou um trabalho pioneiro na anatomia do sistema nervoso, culminando na publicação da obra <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="DTlJ6d" href="https://www.google.com/search?sca_esv=e7c1514da748dd1c&amp;cs=0&amp;sxsrf=AE3TifPhWMDh8szXRFbQCOGw7arbVIT_aw%3A1756124216435&amp;q=Cerebri+Anatome&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwjAyL7A-KWPAxWer5UCHY41Ff4QxccNegQIDhAB&amp;mstk=AUtExfBC4QXnLA-xYLFIAjLM16gotfC9BUokkcHFCowFvdoGAjXWB_HBVaG4dsybLLoXa45nBlvtC5V7XQaymlJhJQKMoRZp2TA4KG6L_mBYIL0h9eQVAlsLWpGHWxrUcsUlDNBCWINGfGjsdlj75EfjK9FmnfBenEMm5BcEjVv_NX4pSuULJpcGx2sVlC0TS_X6hb_lvP67-g3mZVBzFa0LxgZFRcBMzZrVuqPiZAxKoxdfjoKmR-pDYqXenl3nEWNBFX8sDWZTGaNOTlexKydKwvcx&amp;csui=3">Cerebri Anatome</a> (1664), considerada a descrição mais completa do sistema nervoso até então.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Ele afirmava que alterações na estrutura cerebral resultaria em alterações comportamentais e poderia explicar muitas das "anomalias" percebidas como sobrenaturais . </p><p><br/></p><p>Esse evento deu início a uma mudança na visão sobre os distúrbios apresentados pelos "deficientes mentais". A abordagem deixou de ser ética e humanitária, até mesmo fanático-religiosa, dando lugar aos argumentos científicos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-25 12:51:23 UTC</pubDate>
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         <title>JOHN LANGDON DOWN (1828–1896)</title>
         <author>naramartins686</author>
         <link>https://padlet.com/naramartins686/r0y6ruxt73kgr36k/wish/3553877215</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><ul><li><p><strong>1866</strong> – Descreve um grupo de indivíduos com características semelhantes, usando o termo <strong>“mongolismo”</strong>, por acreditar que havia semelhança física com povos da Mongólia (teoria hoje reconhecida como racista e equivocada).</p></li><li><p>O termo <strong>“mongoloide”</strong> foi usado de forma discriminatória por décadas.</p></li></ul><p><strong>Século XX</strong></p><ul><li><p><strong>1959 – Jérôme Lejeune</strong> descobre a causa genética: a <strong>trissomia do cromossomo 21</strong>.<br>→ Base científica substitui explicações raciais ou morais.</p></li><li><p><strong>1961 – Carta da Mongólia às Nações Unidas</strong><br>→ O governo da Mongólia solicita oficialmente à ONU a retirada do termo <strong>“mongoloide”</strong> da literatura científica e médica, por ser pejorativo e ofensivo.<br>→ A comunidade científica passa a adotar progressivamente a nomenclatura <strong>“síndrome de Down”</strong>.</p></li></ul><p><strong>Contemporaneidade</strong></p><ul><li><p>Termo adequado e respeitoso: <strong>Síndrome de Down</strong>.</p></li><li><p>No campo médico e científico, o mais preciso é <strong>Trissomia do Cromossomo 21</strong>.</p></li><li><p>A terminologia reflete não só precisão científica, mas também respeito à identidade das pessoas.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-25 13:25:31 UTC</pubDate>
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