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      <title>Ode triunfal by Maria</title>
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      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-12-17 13:19:49 UTC</pubDate>
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         <title>Estrutura </title>
         <author>antoniofeliciano2</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Estrutura rítmica<em><br></em></strong>Como podemos ouvir na leitura expressiva, o ritmo rápido e exaltado predomina no poema devido à pontuação e onomatopeias "Ó fazendas nas montras! ó manequins! ó últimos figurinos!" (Verso 33);&nbsp;</p><p>"Ó rodas, ó engrenagens, r-r-r-r-r-r-r eterno!" (Verso 5).</p><p><br/></p><p><strong>Inovação Poética<em><br></em></strong>Ausência de esquema rimático, versos longos e um discurso eufórico.</p><p>Referência excessiva em relação a "máquinas" e a tópicos controversos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-17 13:48:56 UTC</pubDate>
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         <title>Recursos expressivos </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Recursos expressivos / Linguísticos / Estilísticos:</p><p>Apóstrofe: : “Ó rodas, ó engrenagens...»; «Ó fazendas nas montras! Ó manequins!”</p><p><br/></p><p>Aliteração: Relembram os sons criando uma maior intensidade no poema ("rugido, rangendo(...)" vv.24, remete para o barulho das máquinas);</p><p><br/></p><p>Anáfora: As anáforas utilizadas neste poema expressam a caótica sucessão dos fenómenos da civilização industrial, permitindo ao "eu" poético acompanhar o seu ritmo alucinante e vigoroso (vv.35-37);</p><p><br/></p><p>Metáfora: As metáforas presentes neste poema expressam a relação intima do sujeito poético com o mundo mecânico industrial ("Eia telegrafia-sem-fios, simpatia metálica do</p><p>Inconsciente!", vv.88);</p><p><br/></p><p>Interjeição: Mostram a glorificação das máquinas "O fábricas, ó laboratórios (..)";</p><p><br/></p><p>Empréstimo: É um traço de modernismo, consistindo na</p><p>utilização de palavras de outros idiomas ("rails", vv.101);</p><p><br/></p><p>Neologismo: palavra inventada pelo autor com o objetivo de se exprimir melhor ou realçar algo (“parte-silêncio")</p><p><br/></p><p>Metáfora: As metáforas presentes neste poema expressam a relação intima do sujeito poético com o mundo mecânico industrial ("Eia telegrafia-sem-fios, simpatia metálica do</p><p>Inconsciente!", vv.88);</p><p><br/></p><p>Enumeração: “Desta flora estupenda, negra, artificial e insaciável!”</p><p><br/></p><p>Gradação: Utilizada para criar um climax na ação. (vv.7-9);</p><p><br/></p><p>Onomatopeia: Exprime o desejo de imitar os ruídos das máquinas (“r-r-r”)</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-17 13:57:01 UTC</pubDate>
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         <title>Estrutura interna</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariasgomes_/qzcrloeruu9j8ew6/wish/3264893663</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><strong>Justificação do título e seu simbolismo</strong>.</p><p>O título <em>“Ode Triunfal”</em> celebra o progresso e a modernidade, exaltando as máquinas e a vida acelerada das cidades. Ao mesmo tempo, mostra o lado negativo desse avanço, como a solidão e a perda da humanidade.</p><p><br/></p><p><strong>Estado de espírito do eu lírico</strong>:</p><p>O eu lírico está exaltado, eufórico e quase descontrolado diante da modernidade, mas também sente inquietação e angústia.</p><p><br/></p><p><strong>Ação do sujeito poético («proposição»)</strong>:</p><p>O sujeito poético celebra o progresso e o ritmo frenético das máquinas e da indústria, expressando ao mesmo tempo fascínio e desconforto com esse mundo moderno através da escrita.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-17 13:58:05 UTC</pubDate>
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         <title>Traços futuristas</title>
         <author>mariasgomes_</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p>Cântico da era moderna e do progresso- “Ó coisas todas modernas, / Ó minhas contemporâneas, forma atual e próxima / Do sistema imediato do Universo! / Nova Revelação metálica e dinâmica de Deus!"- (vv. 45 a 48)</p></li></ul><ul><li><p>Fusão de todas as eras no momento presente- “Canto, e canto o presente, e também o passado e o futuro / Porque o presente é todo o passado e todo o futuro- (vv. 17 e 18)</p></li><li><p>Fusão do eu com a máquina - “Ah, poder exprimir-me todo como um motor se exprime! / Ser completo como uma máquina!” - (vv. 26 e 27)</p></li><li><p>Fusão de todos os génios nos maquinismos- “E há Platão e Virgílio dentro das máquinas e das luzes eléctricas / Só porque houve outrora e foram humanos Virgílio e Platão / E pedaços do Alexandre Magno do século talvez cinquenta,”- (vv. 19 a 21)</p></li><li><p>Universalidade- " E outra vez a fúria de estar indo ao mesmo tempo dentro de todos os comboios / De todas as partes do mundo”- (vv. 60 e 61)</p></li><li><p>Nova concepção de Beleza- “Escrevo rangendo os dentes, fera para a beleza disto,</p><p>Para a beleza disto totalmente desconhecida dos antigos.”- (vv. 3 e 4)</p></li></ul><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-17 13:59:12 UTC</pubDate>
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         <title>Estrutura Externa</title>
         <author>vr07saca1</author>
         <link>https://padlet.com/mariasgomes_/qzcrloeruu9j8ew6/wish/3264900000</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><ul><li><p>Tem 39 estrofes.</p></li><li><p>Ausência de rima (versos soltos).</p></li></ul><p><br/></p><p><br/></p><p><strong><em>Classificação estrófica métrica e rimática</em></strong></p><ul><li><p>Irregularidade estrófica (Exemplos: oitavas, monásticos, tercetos, quadras, nonas, décimas, irregulares).</p></li><li><p>Ausência de métrica.</p></li></ul><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-17 13:59:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Conclusão</title>
         <author>antoniofeliciano2</author>
         <link>https://padlet.com/mariasgomes_/qzcrloeruu9j8ew6/wish/3266079123</link>
         <description><![CDATA[<p>Último verso;</p><p>- Regresso do “eu” à realidade;</p><p>- Momento disfórico;</p><p>- Contraste com a euforia anterior;</p><p>- Revela o caráter circular da obra.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-18 08:36:20 UTC</pubDate>
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         <title>Linguagem </title>
         <author>bruna160106</author>
         <link>https://padlet.com/mariasgomes_/qzcrloeruu9j8ew6/wish/3266083765</link>
         <description><![CDATA[<p>Diferentes estilos de língua:</p><ul><li><p>﻿﻿Linguagem Corrente: "Mas, ah outra vez raiva mecânica constante!" (v.58)</p></li><li><p>﻿﻿Literária: " O burro anda à roda, anda à roda,/E o mistério do mundo é do tamanho disto." (vv.50-51)</p></li><li><p>﻿﻿Intercalada com momentos linguísticos marcados pelo excesso: (vv.29-32)</p></li></ul><p>Tem como objetivo aproximar linguisticamente a poesia à realidade que exprime.</p><p>Campos Lexicais:</p><p>• Campos Lexicais de Indústria e Mecânica: "O ferro, ó aço, ó alumínio, ó chapas de ferro ondulado! /Ó cais, ó portos, ó comboios, o guindaste, é rebocadores!" (vv 64-65)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-18 08:41:47 UTC</pubDate>
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         <title>“Ode triunfal”, de Álvaro de Campos​</title>
         <author>bruna160106</author>
         <link>https://padlet.com/mariasgomes_/qzcrloeruu9j8ew6/wish/3266090639</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste recurso, começas por conhecer o contexto histórico e cultural em que o poema “Ode triunfal”, de Álvaro de Campos, foi&nbsp;escrito bem como a realidade que ele representa. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-18 08:49:34 UTC</pubDate>
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         <title>Traços sensacionistas</title>
         <author>mariasgomes_</author>
         <link>https://padlet.com/mariasgomes_/qzcrloeruu9j8ew6/wish/3266093237</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Presença dos 5 sentidos</p><p>Audição- “rangendo os dentes”- (v. 3)</p><p>Visão- “olhando os motores como a uma Natureza tropical” - (v. 15)</p><p>Olfato- “A todos os perfumes de óleos e calores e carvões / Desta flora estupenda, negra, artificial e insaciável!” - (vv. 31 e 32)</p><p>Tato- “Fazendo-me um excesso de carícias ao corpo numa só carícia à alma"- (v. 25)</p><p>Paladar- “Tenho os lábios secos”- (v. 10)</p></li><li><p>Simultaneidade e exacerbação sensoriais- “Poder ao menos penetrar-me fisicamente de tudo isto, / Rasgar-me todo, abrir-me completamente, tornar-me passento / A todos os perfumes de óleos e calores e carvões"- (v. 29 a 31). </p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-18 08:52:23 UTC</pubDate>
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         <title>Traços disfóricos</title>
         <author>mariasgomes_</author>
         <link>https://padlet.com/mariasgomes_/qzcrloeruu9j8ew6/wish/3266099658</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Identificação de momentos disfóricos- “ Ah, poder-me exprimir todo como um motor se exprime! / Ser completo como uma máquina! / Poder ir na vida triunfante como um automóvel último-modelo!”- (vv. 26 e 27)</p></li><li><p>Temas abordados</p><p>Nostalgia da infância- “Pinheirais onde a minha infância era outra coisa / Do que eu sou hoje...” - (vv. 56)</p><p>Inevitabilidade da morte- “E havemos todos de morrer” (v. 54)</p><p>Descontentamento das classes operárias- “Ah, e a gente ordinária e suja, que parece sempre a mesma,/Que emprega palavrões como palavras usuais,/ Cujos filhos roubam às portas das mercearias"</p></li><li><p>Simbolismo associado a esses momentos: estes momentos disfóricos representam a dura realidade que o sujeito poético tem que enfrentar, que inclui as más condições de vida da classe operária, a vontade de evasão para a infância, inevitablidade da morte e a frustração de não poder viver como vários seres como máquinas.</p><p><br/></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-18 09:00:40 UTC</pubDate>
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