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      <title>Por entre literaturas e escritas na sala de aula: Referenciais que incentivem a leitura by Ariela Cardoso</title>
      <link>https://padlet.com/arielacardoso94/qz9xf9o06s90thb8</link>
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Nessa atividade gostaríamos que vocês postassem trechos de autores que possam inspirar a construção de um projeto em seu contexto de sala de aula. Pedimos que além do trecho do/a autor/a,  também postem um pequeno comentário com o porquê desse referencial ter sido escolhido. Ah! Não se esqueçam da referência bibliográfica para que outras pessoas possam ter acesso.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-06-05 13:06:25 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Fui alfabetizado no chão do quintal de minha casa, à sombra das mangueiras, com palavras do meu mundo e não do mundo maior dos meus pais. O chão foi o meu quadro-negro; gravetos, o meu giz.&quot;  (FREIRE, Paulo. A importância do Ato de Ler. Paz e Terra. 2006, p.15)</title>
         <author>arielacardoso94</author>
         <link>https://padlet.com/arielacardoso94/qz9xf9o06s90thb8/wish/2212730497</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Escolhi esse trecho de Paulo Freire, por ele defender uma educação dialógico-problematizadora, que posiciona o educando e o mundo em um movimento constante de dialogação. Esse movimento é comprometido com uma educação libertadora, onde o educando possa entender que o seu ser/estar no mundo é potente e revolucionário.<br>Para se alcançar essa libertação dos padrões de opressão, também acredito na literatura, defendida por Sílvia Castellón, sendo "um direito histórico e cultural", que não irá sozinha mudar todas as desigualdades, mas é essencial para o desenvolvimento cultural humano.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-06 22:36:51 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;(...)uma das tarefas mais importantes da prática educativo-crítica é propiciar as condições em que os educandos em suas relações uns com os outros e todos com o professor ou a professora ensaiam a experiência profunda de assumir-se. Assumir-se como ser social e histórico, como ser pensante, comunicante, transformador, criador, realizador de sonhos, capaz de ter raiva porque capaz de amar. Assumir-se como sujeito porque capaz de reconhecer-se como objeto. A assunção de nós mesmos não significa a exclusão dos outros. É a &quot;outredade&quot; do &quot;não eu&quot;, ou do tu, que me faz assumir a radicalidade de meu eu.&quot; (FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa / Paulo Freire. São Paulo. Paz e Terra 2011, p.28-29.)</title>
         <author>izabelamorimanselmo</author>
         <link>https://padlet.com/arielacardoso94/qz9xf9o06s90thb8/wish/2226164745</link>
         <description><![CDATA[<div>O trecho foi escolhido por dois motivos: começa pelo fato de ter sido extraído do primeiro livro que adquiri e li, durante o Ensino Médio, na Formação de Professores; também por ser algo que busco muito como docente, para comigo mesmo e para com meus alunos, que é a assunção de assumir, aceitar e respeitar a identidade cultural que cada um têm, as vivências individuais.<br>Por vezes, me pego perdida nessa tarefa de promover meus alunos à autonomia em sala, à exposição de suas vivências e saberes, pois estou entre atender as demandas do currículo ou deixar que as crianças se expressem.&nbsp;<br>Dar abertura para essa assunção dos alunos é excluir algumas práticas das quais sou cobrada ao final de cada bimestre.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-20 23:54:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/arielacardoso94/qz9xf9o06s90thb8/wish/2227386256</link>
         <description><![CDATA[<div>"E embora ler literatur&nbsp; não transforme o mundo, pode fazê-lo ao menos mais habitável, pois o fato de nos vermos em perspectiva e de olharmos para dentro contribui para que se abram novas portas para a sensibilidade e para o entendimento de nós mesmos e dos outros”. Yolanda Reyes em Ler e brincar, tecer e cantar&nbsp; - literatura, escrita e educação. Ed. Pulo do gato.<br><br>Esse trecho faz parte de um dos livros que norteiam a minha prática em sala de aula/leitura e o escolhi pois acredito que a literatura é um recurso muito importante e necessário para desenvolver habilidades socioemocionais e favorecer uma educação sentimental. Yolanda é maravilhosa!! ❤<br>Fabíola Barcelos <br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-22 02:41:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>iagovcarvalho</author>
         <link>https://padlet.com/arielacardoso94/qz9xf9o06s90thb8/wish/2228338774</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>"O pensamento crítico exige que todos os participantes do processo em sala de aula estejam engajados. Professores que trabalham com zelo para ensinar o pensamento crítico com frequência se desanimam quando os estudantes resistem. Mas, quando o estudante aprende a habilidade do pensamento crítico (e, em geral, são poucos os que aprendem), a experiência é verdadeiramente recompensadora para ambas as partes. Quando ensino estudantes a serem pensadores críticos, espero compartilhar, servindo de exemplo, o prazer de trabalhar com ideias e o prazer do pensamento como ação."</strong><br> (bell hooks, Ensinando o pensamento crítico: sabedoria prática, 2020, p. 35)<br><br>Escolhi este trecho, pois nele, bell hooks&nbsp; defende que o pensamento crítico em sala de aula convida a todos, estudantes e professores, para a reflexão. E a leitura é um caminho para incentivar essa forma de pensar.<br>Além disso, ela compartilha o desafio e o prazer de se trabalhar criticamente com os estudantes, sobretudo, mostrando que o pensamento também é uma ação, ou seja, também é uma prática e um constante exercício.&nbsp;<br>Assim como a autora fala, vejo muitos alunos que resistem ou não se interessam por reflexões mais profundas sobre os temas ou pela leitura. Esse também é um desafio para muitas educadoras e educadores, ainda assim, incentivar tanto a leitura quanto o pensamento crítico são compromissos que são,&nbsp; quando correspondidos,&nbsp; mesmo que por alguns estudantes, muito gratificantes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-23 01:21:27 UTC</pubDate>
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         <title>Christiane Sheyla</title>
         <author>juliamagalhaes13</author>
         <link>https://padlet.com/arielacardoso94/qz9xf9o06s90thb8/wish/2228418417</link>
         <description><![CDATA[<div>"Cada um de nós é um ser no mundo, com o mundo e com os outros. Viver ou encarnar esta constatação evidente, enquanto educador ou educadora, significa reconhecer nos outros - não importa se alfabetizandos ou participantes de cursos universitários; se alunos de escolas do primeiro grau ou se membros de uma assembléia popular - o direito de dizer a sua palavra. Direito deles de falar a que corresponde o nosso dever de escutá-los. De escutá-los corretamente, com a convicção de quem cumpre um dever e não com a malícia de quem faz um favor para receber muito mais em troca. Mas, como escutar implica falar também, ao dever de escutá-los corresponde o direito que igualmente temos de falar a eles. Escutá-los no sentido acima referido é, no fundo, falar com eles, enquanto simplesmente falar a eles seria uma forma de não ouvi-los."</div><div><br>FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três capítulos que se completam. São Paulo. Autores Associados, 1989.<br><br>Escolhi este trecho de Freire pela importância que a dialogicidade representa para mim na educação. A distinção entre falar 'com' e falar 'para' faz toda a diferença e me motiva a ser professora.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-23 02:43:07 UTC</pubDate>
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         <title>Nataly Santos Cunha.</title>
         <author>natycunhaadv</author>
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         <description><![CDATA[<div>Boa noite,<br><br>Gostaria de dizer que estou amando participar desse curso, apesar de não está atuando na área da educação estou amando o curso de auxiliar pedagógico.<br>E ouvindo suas histórias e experiências me motiva a continuar investindo nessa área.<br><br>Nataly</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-30 02:06:06 UTC</pubDate>
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         <title>Nataly e Vanessa</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Proposta da última aula.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-08 21:31:48 UTC</pubDate>
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         <title>Mariel Dutra Pareto</title>
         <author>marielpdutra</author>
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         <description><![CDATA[<div>Emília afirma que a construção do conhecimento da leitura e da escrita tem uma lógica individual, embora aberta à interação social, na escola ou fora dela. Neste processo, a criança passa por etapas, com avanços e recuos, até se apossar do código linguístico e dominá-lo. O tempo necessário para o aluno transpor cada uma das etapas é muito variável.<br><br>Escolhi esse trecho pois fala da teoria do conhecimento centrada no desenvolvimento natural da criança, pois nenhuma criança tem o mesmo processo de aprendizagem, algumas precisam de um período maior para aprender ou ter o conhecimento que está sendo passado, normalmente é o que mais se vê dentro de uma sala de aula, cada aluno aprende no seu tempo.<br><br></div><div>http://www.gestaoescolar.diaadia.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=334&nbsp;<br><br><br>A alfabetização não um estado, mas um processo. Ele tem início bem cedo e não termina nunca. Nós não somos igualmente alfabetizados para qualquer situação de uso da língua escrita. Temos mais facilidade para ler determinados textos e evitamos outros. O conceito também muda de acordo com as épocas, as culturas e a chegada da tecnologia.<br><br>https://www.ufrgs.br/psicoeduc/piaget/emilia-ferreiro-alfabetizacao-e-cultura-escrita/<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.gestaoescolar.diaadia.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=334" />
         <pubDate>2022-07-12 16:56:04 UTC</pubDate>
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