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      <title>Experiencias Exitosas 2025 by GT Enfrentamento às Violências do Estado de São Paulo</title>
      <link>https://padlet.com/gt_violencias_esp/qynv05541aip0bzu</link>
      <description>Mural com as experiências exitosas apresentadas nos encontros mensais do GT de Enfrentamento e Combate às Violências, da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo, no ano de 2025. Leiam, curtam e compartilhem! A experiência mais curtida (&quot;votada&quot;) será homenageada com o I Prêmio Albertina Duarte Takiuti, no VIII Fórum de Enfrentamento e Combate às Violências do Estado de São Paulo. A votação popular acontecerá até dia 30 de novembro de 2025. Contamos com a participação de vocês!</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-10-21 15:08:11 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-12-05 15:14:59 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Capacitação da Rede de Proteção dos Direitos da Criança e do Adolescente para implantação do Fluxo da Lei N° 13.431/2017 </title>
         <author>gt_violencias_esp</author>
         <link>https://padlet.com/gt_violencias_esp/qynv05541aip0bzu/wish/3643381352</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Início:</strong> Julho/2024</p><p><strong>Município:</strong> Santo André </p><p><strong>Rede envolvida:</strong> Secretaria da Saúde, Educação, Assistência Social, Cultura, Espírito e Prática Esportiva, Segurança Cidadã, Pessoa com deficiência, Conselho Tutelar, Guarda Civil Metropolitana</p><p><br></p><p><strong>Objetivo:</strong> Capacitar a Rede de Proteção para realizar a Escuta Especializada e Depoimento Espontâneo, cumprindo-se a Lei 13.431/2017</p><p><br></p><p><strong>Cotidiano da experiência:</strong> Toda a rede de proteção dos Sistema de Garantia dos Diareitos da Criança e do Adolescente foi capacitada para poder oferecer a Escuta Especializada de Crianças e Adolescentes, vítimas ou testemunhas de Violências. Equipes estão sendo formadas para oferecer a Escuta Especializada.</p><p><br></p><p><strong>Alguns resultados e considerações</strong>: Profissionais e gestores que atuam na Rede de Proteção de Crianças e Adolescentes foram capacitados para acolher crianças e adolescentes em situação de violência, proporcionando escuta especializada, discutindo os diversos fluxos existentes na Rede, operacionalizando o Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente vítima ou testemunha de violência, estabelecido na Lei Federal n° 13.432/2017; proporcionando menos danos à essa população. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-21 15:23:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gt_violencias_esp/qynv05541aip0bzu/wish/3643381352</guid>
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         <title>Pequenos Doutores  </title>
         <author>gt_violencias_esp</author>
         <link>https://padlet.com/gt_violencias_esp/qynv05541aip0bzu/wish/3643387125</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Início:</strong> Maio/2024</p><p><strong>Município:</strong> Barueri</p><p><strong>Rede envolvida:</strong> Secretaria de Saúde e Secretaria de Educação; e seus respectivos serviços. </p><p><br></p><p><strong>Objetivo:</strong> Promover a educação em saúde e a prevenção das múltiplas formas de violência entre crianças e adolescentes, fortalecendo fatores de proteção individuais e coletivos por meio da articulação entre Saúde e Educação.</p><p><br></p><p><strong>Cotidiano da experiência:</strong> O projeto desenvolve sete módulos temáticos mensais, de abril a novembro, com encontros de aproximadamente 120 minutos, realizados dentro do ambiente escolar. Os temas abordam aspectos essenciais da promoção da saúde e prevenção de violências, como:</p><p>•	o que é saúde;</p><p>•	educação sexual e prevenção de abusos;</p><p>•	saúde mental e valorização da vida;</p><p>•	alimentação saudável;</p><p>•	prevenção ao uso de tabaco e outras drogas;</p><p>•	vacinação;</p><p>•	saúde bucal e asseio pessoal.</p><p>As atividades são conduzidas por uma equipe multiprofissional da Atenção Básica — composta por assistentes sociais, enfermeiros, psicólogos, nutricionistas, pediatras, ginecologistas e dentistas — utilizando metodologias participativas, rodas de conversa, oficinas e dinâmicas lúdicas.</p><p>Durante o processo, as crianças e adolescentes tornam-se “Pequenos Doutores”, agentes multiplicadores de saúde e cidadania, compartilhando o conhecimento adquirido com colegas, familiares e comunidade. </p><p>Ao final, realiza-se uma formatura simbólica, reconhecendo o protagonismo infantojuvenil e reforçando o compromisso coletivo com a promoção da saúde, da paz e da não violência no território.</p><p><br></p><p><strong>Alguns resultados e considerações:</strong> A implementação do projeto possibilitou a ampliação das ações de educação em saúde, cidadania e prevenção de violências dentro das escolas municipais, fortalecendo o vínculo entre os serviços de Saúde e Educação e consolidando a atuação intersetorial no território.</p><p>Os principais resultados alcançados incluem:</p><p>•	Maior engajamento das crianças e adolescentes em práticas de autocuidado, respeito mútuo e solidariedade, fortalecendo fatores de proteção contra situações de vulnerabilidade e violência;</p><p>•	Ampliação do diálogo sobre temas sensíveis, como saúde mental, sexualidade, bullying e uso de drogas, contribuindo para a quebra de tabus e o fortalecimento da cultura de paz nas escolas;</p><p>•	Integração efetiva entre profissionais da Atenção Básica e educadores, favorecendo a detecção precoce de sinais de sofrimento, negligência ou violência;</p><p>•	Formação de alunos multiplicadores, que, ao atuarem como “Pequenos Doutores”, difundem informações e boas práticas de saúde junto à comunidade e às famílias;</p><p>•	Valorização do papel da escola como espaço de proteção, cuidado e promoção de saúde integral.</p><p>Entre os aprendizados, destaca-se a importância da participação ativa dos estudantes no processo educativo e o potencial das metodologias lúdicas e dialógicas para o desenvolvimento da empatia, da responsabilidade e da consciência crítica. Observou-se que o acolhimento e o diálogo intersetorial são fundamentais para prevenir e enfrentar as diversas formas de violência que atravessam o cotidiano infantojuvenil.</p><p>Como consideração final, o projeto demonstra que a promoção da saúde é também uma estratégia de enfrentamento das violências, pois estimula o protagonismo das crianças, o fortalecimento de vínculos familiares e comunitários e a construção de territórios mais saudáveis e seguros</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-21 15:26:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gt_violencias_esp/qynv05541aip0bzu/wish/3643387125</guid>
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         <title>Ônibus SP Por Todas</title>
         <author>gt_violencias_esp</author>
         <link>https://padlet.com/gt_violencias_esp/qynv05541aip0bzu/wish/3643392236</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Início:</strong> Julho/2025</p><p><strong>Município:</strong> Todos os municípios do Estado de São Paulo</p><p><strong>Rede envolvida:</strong> Secretaria de Política para a Mulher de São Paulo, Ministério Público, Defensoria Pública, Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) e Organização da Sociedade Civil</p><p><br></p><p><strong>Objetivo:</strong> Levar acolhimento psicossocial e atendimento jurídico a mulheres e adolescentes vítimas de violência.</p><p><br></p><p><strong>Cotidiano da experiência:</strong> O ônibus atua como um Centro de Referencia Móvel a Mulher. Ele percorre os municípios de São Paulo levando serviços psicossocial e jurídicos a mulheres e adolescentes vítima de violência, principalmente as mulheres mais vulneráveis que não tem acesso a esses serviços ou residem em locais distantes do centro urbano, como quilombolas e indígenas. </p><p>No ônibus, a mulher recebe atendimento de psicólogas, assistentes sociais, Defensoria Pública, Ministério Público e Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), que atuam em parceria com a Secretaria da Mulher de São Paulo prestando o acolhimento e atendimento que a mulher necessita. </p><p>O ônibus também atua em grandes eventos e é estruturado como salas de atendimentos individualizadas com portas para garantir a discrição e a privacidade das mulheres, além de possuir ar condicionado, um banheiro, uma copa e uma sala de espera, para tornar o local mais acolhedor e seguro.</p><p>Nas salas de atendimento do ônibus existem computadores com wi-fi para facilitar toda elaboração de documentos e processos realizados pela Defensoria Pública, DDM e MP.  A mulher pode fazer o Boletim de Ocorrência e solicitar a Medida Protetiva e o auxílio aluguel. Ela também recebe informações sobre seus direitos e sobre os canais de denúncia, além de toda rede de apoio de seu munícipio que ela poderá utilizar em caso de emergência.</p><p>Além dos atendimentos as mulheres recebem materiais educativos de informação, orientação e prevenção à violência contra a mulher.</p><p><br></p><p><strong>Alguns resultados e considerações</strong>: Desde o início do projeto, mais de 3300 mulheres passaram pelo Ônibus SP por Todas recebendo acolhimentos, atendimentos e orientações. Foram 373 (trezentas e setenta e três) atendimentos realizados pela Defensoria Pública no ônibus; 320 (trezentos e vinte) acolhimentos e encaminhamento para a rede local pela equipe de psicólogas e assistente social; 20 (vinte) boletins de ocorrências e medidas protetivas expedidas pela Delegacia da Mulher no ônibus; 3380 (três mil, trezentos e oitenta) informações e orientações sobre direitos e canais de denúncias; 3435 (três mil, quatrocentos e trinta e cinco) materiais informativos e educativos entregues durante a ação do ônibus. </p><p>Assim, o Ônibus SP por Todas representa uma política pública essencial de descentralização e humanização do atendimento às mulheres, aproximando o Estado das vítimas e garantindo que nenhuma mulher fique sem acesso à proteção e à justiça, independentemente de onde viva.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-21 15:29:18 UTC</pubDate>
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         <title>Aplicativo SPMulher Segura</title>
         <author>gt_violencias_esp</author>
         <link>https://padlet.com/gt_violencias_esp/qynv05541aip0bzu/wish/3643396328</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Início:</strong> Março/2024</p><p><strong>Município:</strong> Todos os municípios do Estado de São Paulo</p><p><strong>Rede envolvida:</strong> SPM; SEDS; Municípios; Sistema de Justiça</p><p><br></p><p><strong>Objetivo:</strong> Desenvolvimento e implementação de aplicativo para aparelho celular que permite viabilizar o acesso pela usuária a serviços disponíveis pelas polícias estaduais para as mulheres em situação de violência doméstica e familiar. Nesse sentido, o APP permite: 1) o registro de boletim de ocorrência que será analisado pela DDM online; 2) acionamento do serviço de emergência da Polícia Militar por meio do botão de pânico; 3) informações e orientações sobre rede de proteção. A geolocalização pelo APP SPMulher Segura, mediante prévia autorização da usuária, permite a identificação da latitude e longitude de onde está o aparelho celular.</p><p><br></p><p><strong>Cotidiano da experiência:</strong> O aplicativo está disponível nas lojas iOS e Android e segue em constante atualização e melhorias em relação às funcionalidades existentes, considerando as integrações entre os atores da rede de proteção e a tecnologia aplicada.</p><p><br></p><p><strong>Alguns resultados e considerações</strong>: O aplicativo SPMulher Segura representa uma importante ferramenta disponível para o enfrentamento a violência contra mulher no âmbito do Estado de São Paulo. Desde o lançamento, já foram realizados mais de: 20.000 downloads (iOS e Android);  1.500 registros de boletins de ocorrência, sendo 223 com representação por medida protetiva de urgência e 4.000 acionamentos do botão de pânico.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-21 15:31:17 UTC</pubDate>
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         <title>Protocolo da Escuta Especializada</title>
         <author>gt_violencias_esp</author>
         <link>https://padlet.com/gt_violencias_esp/qynv05541aip0bzu/wish/3677549061</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Início:</strong> Janeiro/2022</p><p><strong>Município:</strong> Penápolis</p><p><strong>Rede envolvida:</strong> Secretarias municipais de Desenvolvimento Social, Saúde e Educação, Conselho Tutelar, OAB Penápolis, CMDCA, CMAS, Delegacia de Defesa da Mulher, Delegacia de Polícia Civil e Militar, Ministério Público, Tribunal de Justiça e Comitê Intersetorial da Escuta Especializada.</p><p><br></p><p><strong>Objetivo:</strong> Elaborar o Protocolo da Escuta Especializada, com a definição do fluxo de atendimento da criança e do adolescente, garantindo a efetivação da proteção a este segmento e criando o Núcleo da Escuta Especializada, como serviço efetivo no município.</p><p><br></p><p><strong>Cotidiano da experiência:</strong> Há um fluxo pactuado para atendimento a criança e adolescente no município que é cumprido integralmente pela rede de atendimento e o sistema de garantia de direitos. O comitê intersetorial da Escuta Especializada tem atuação efetiva e constante, promovendo o monitoramento das ações e demandas novas que eventualmente surjam. Especialmente sobre o Núcleo de Escuta Especializada, o espaço conta com equipe própria e treinada, que  funciona de segunda a sexta, em espaço próprio e adequado para promover uma escuta ativa e humanizada, permitindo o relato livre para que a proteção e o cuidado a criança e ao adolescente sejam devidamente prestados. O espaço e o atendimento se caracterizam como uma relação de cuidado, acolhimento e não é invasivo, respeitando o tempo de elaboração da situação traumática, as peculiaridades do momento e inclusive o silêncio, sobretudo visando a não revitimização e/ou violência institucional.</p><p><br></p><p><strong>Alguns resultados e considerações</strong>: A efetivação da proteção da criança e do adolescente é o resultado principal deste trabalho. A rede de atendimento acolheu o protocolo e o cumpre com o compromisso de tornar o trabalho efetivo, respeitando o sigilo devido e a agilidade no atendimento. Especialmente sobre os aprendizados, houve a revisão do fluxo de encaminhamento para o núcleo de escuta especializada, pois os profissionais envolvidos no referenciamento e no atendimento identificaram a necessidade de torná-lo ainda mais efetivo e acolhedor e menos invasivo. A rede de atendimento e proteção a criança e adolescente no nosso município, tornou-se mais forte e compromissada em dirimir a reincidência da violação dos direitos da criança e do adolescente pelo acompanhamento e monitoramento dos casos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-11 15:04:37 UTC</pubDate>
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         <title>Implantação do Núcleo Municipal de Prevenção e Cuidado à Pessoa em Situação de Violência – Marília/SP</title>
         <author>gt_violencias_esp</author>
         <link>https://padlet.com/gt_violencias_esp/qynv05541aip0bzu/wish/3677551819</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Início:</strong> Março/2025</p><p><strong>Município:</strong> Marília</p><p><strong>Rede envolvida:</strong> Secretaria Municipal da Saúde - APS</p><p><br></p><p><strong>Objetivo:</strong> O Município de Marília/SP, por meio da Secretaria Municipal da Saúde, implantou o Núcleo Municipal de Prevenção e Cuidado à Pessoa em Situação de Violência como estratégia estruturante para o fortalecimento da rede de atenção e proteção às pessoas em situação de violência interpessoal e autoprovocada. A criação do Núcleo foi motivada pela necessidade de organizar fluxos de atendimento, qualificar a notificação dos casos e promover o cuidado integral às vítimas, em consonância com as diretrizes da Política Nacional de Enfrentamento à Violência e das portarias do Ministério da Saúde que orientam o acompanhamento das notificações de violência interpessoal e autoprovocada (SINAN).</p><p><br></p><p><strong>Cotidiano da experiência:</strong> As ações são desenvolvidas em três eixos principais: </p><p>1.	Monitoramento e gestão das notificações de violência interpessoal e autoprovocada (SINAN)através da plataforma 1DOC de comunicação intersetorial; </p><p>2.	Apoio matricial e técnico às equipes da rede de saúde e proteção social; </p><p>3.	Educação permanente e articulação intersetorial, com destaque para a atuação em comitês e grupos de trabalho (como o Comitê Municipal de Enfrentamento à Violência Sexual).</p><p><br></p><p><strong>Alguns resultados e considerações</strong>: </p><p>Ampliação do número e da qualidade das notificações de violência interpessoal e autoprovocada no SINAN, com maior sensibilidade para casos de violência doméstica, sexual e autoprovocada;  Implantação de fluxos padronizados de atendimento e encaminhamento intersetorial, utilizando a plataforma 1DOC como instrumento sigiloso, rastreável e confiável, fortalecendo a comunicação entre os setores e garantindo a rastreabilidade das ações;  Criação e fortalecimento de grupos de trabalho intersetoriais, com destaque para a elaboração de documentos técnicos e protocolos conjuntos, como o Parecer Técnico Intersetorial sobre Escuta Especializada;  Realização de ações formativas e oficinas temáticas, promovendo sensibilização, capacitação e integração das equipes da rede de proteção; Aprimoramento da resposta da rede municipal, com melhor articulação entre serviços e maior resolutividade diante de casos complexos de violência.  </p><p>Entre os desafios identificados, destacam-se: </p><p>•	A rotatividade de profissionais nas equipes; </p><p>•	A necessidade de formação continuada para manutenção da qualidade do atendimento; </p><p>•	A sistematização e consolidação dos fluxos intersetoriais, com uso ampliado da plataforma 1DOC como ferramenta de gestão e comunicação segura entre os setores.  </p><p>Como perspectivas, o Núcleo pretende: </p><p>•	Avançar na implantação do Protocolo Municipal de Escuta Especializada; </p><p>•	Promover a integração de dados e informações entre as políticas públicas envolvidas; </p><p>•	Expandir as ações de prevenção e educação permanente nos territórios, fortalecendo a cultura de proteção e cuidado às pessoas em situação de violência.  </p><p><br></p><p>A implantação do Núcleo Municipal de Prevenção e Cuidado à Pessoa em Situação de Violência em Marília/SP consolidou-se como uma experiência exitosa de gestão intersetorial, pautada na proteção integral, no cuidado humanizado e na valorização do trabalho em rede. O modelo demonstra que é possível qualificar as respostas institucionais às situações de violência por meio da integração entre políticas públicas, da formação continuada dos profissionais e do monitoramento sistemático das notificações, promovendo maior efetividade e segurança no atendimento às pessoas em situação de violência.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-11 15:06:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gt_violencias_esp/qynv05541aip0bzu/wish/3677551819</guid>
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