<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Direitos das pessoas LGBTQIAPN+ by Aurine Carvalho</title>
      <link>https://padlet.com/aurineh/qyaupf8x4ptx6zlu</link>
      <description>Linha do tempo</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-08-31 22:59:52 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-07-04 15:01:39 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Países que não permitem relacionamentos LGBT+</title>
         <author>aurineh</author>
         <link>https://padlet.com/aurineh/qyaupf8x4ptx6zlu/wish/3509916174</link>
         <description><![CDATA[<p>Lista completa de países onde a homossexualidade é proibida:</p><p>Afeganistão</p><p><br></p><p>Arábia Saudita</p><p><br></p><p>Argélia</p><p><br></p><p>Antigua e Barbuda</p><p><br></p><p>Bangladesh</p><p><br></p><p>Barbados</p><p><br></p><p>Butão</p><p><br></p><p>Brunei</p><p><br></p><p>Burundi</p><p><br></p><p>Camarões</p><p><br></p><p>Catar</p><p><br></p><p>Chade</p><p><br></p><p>Cingapura</p><p><br></p><p>Comores</p><p><br></p><p>Coreia do Norte</p><p><br></p><p>Coreia do Sul</p><p><br></p><p>China</p><p><br></p><p>Dominica</p><p><br></p><p>Egito</p><p><br></p><p>Eritreia</p><p><br></p><p>Etiópia</p><p><br></p><p>Gâmbia</p><p><br></p><p>Gana</p><p><br></p><p>Granada</p><p><br></p><p>Guiné</p><p><br></p><p>Guiana</p><p><br></p><p>Iêmen</p><p><br></p><p>Ilhas Cook</p><p><br></p><p>Ilhas Salomão</p><p><br></p><p>Irã</p><p><br></p><p>Jamaica</p><p><br></p><p>Kiribati</p><p><br></p><p>Kuwait</p><p><br></p><p>Líbano</p><p><br></p><p>Libéria</p><p><br></p><p>Líbia</p><p><br></p><p>Maláui</p><p><br></p><p>Malásia</p><p><br></p><p>Maldivas</p><p><br></p><p>Mauritânia</p><p><br></p><p>Ilhas Maurício</p><p><br></p><p>Marrocos</p><p><br></p><p>Mianmar</p><p><br></p><p>Namibia</p><p><br></p><p>Nigéria</p><p><br></p><p>Território Palestino Ocupado (Faixa de Gaza)</p><p><br></p><p>Omã</p><p><br></p><p>Paquistão</p><p><br></p><p>Papua Nova Guiné</p><p><br></p><p>Quênia</p><p><br></p><p>São Cristóvão e Neves</p><p><br></p><p>Santa Lúcia</p><p><br></p><p>São Vicente e Granadinas</p><p><br></p><p>Samoa</p><p><br></p><p>Senegal</p><p><br></p><p>Serra Leoa</p><p><br></p><p>Síria</p><p><br></p><p>Somália</p><p><br></p><p>Sri Lanka</p><p><br></p><p>Suazilândia</p><p><br></p><p>Sudão</p><p><br></p><p>Sudão do Sul</p><p><br></p><p>Tanzânia</p><p><br></p><p>Togo</p><p><br></p><p>Tonga</p><p><br></p><p>Tunísia</p><p><br></p><p>Turcomenistão</p><p><br></p><p>Tuvalu</p><p><br></p><p>Uganda</p><p><br></p><p>Uzbequistão</p><p><br></p><p>Zâmbia</p><p><br></p><p>Zimbábue</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/699102604/2e525d53e593d5ac7b1346c3f19f38e8/_107577048_mapa_leies_mundo_por_nc_png.webp" />
         <pubDate>2025-07-03 21:51:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aurineh/qyaupf8x4ptx6zlu/wish/3509916174</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Direitos garantidos por LGBT+</title>
         <author>aurineh</author>
         <link>https://padlet.com/aurineh/qyaupf8x4ptx6zlu/wish/3509916534</link>
         <description><![CDATA[<p>Grupo: Bruno Mendes , Igor Olégario </p><p><br/></p><p>Nas últimas décadas, o Brasil tem avançado na conquista e consolidação de direitos para a população LGBTQIAPN+, grupo que inclui lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais, queer, intersexo, assexuais, pansexuais, não-binários, entre outras identidades de gênero e orientações sexuais. Essas conquistas são fruto da mobilização de movimentos sociais que lutam pela igualdade, pelo respeito e pela cidadania plena.</p><p>Um dos marcos mais importantes foi a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), em 2019, que passou a considerar a <strong>homofobia e a transfobia como crimes</strong>, equiparando essas práticas ao crime de racismo. Essa medida representa um avanço na proteção dos direitos humanos, buscando combater a violência e o preconceito contra pessoas LGBTQIAPN+.</p><p>Além disso, o Brasil reconhece a <strong>união estável e o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo</strong>, garantindo aos casais homoafetivos os mesmos direitos e deveres dos casais heterossexuais, como herança, pensão e adoção. <strong>Casais LGBTQIAPN+ também têm direito à adoção de crianças</strong>, desde que cumpram os requisitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).</p><p>Outro avanço importante foi o reconhecimento do direito à identidade de gênero. Desde 2018, pessoas transgênero podem <strong>alterar seu nome e gênero no registro civil</strong> sem necessidade de cirurgia ou processo judicial. Além disso, o <strong>uso do nome social</strong> é garantido em documentos, escolas e órgãos públicos, o que representa um passo essencial para o respeito à dignidade dessas pessoas.</p><p>O <strong>acesso à saúde</strong> também é um direito fundamental. O Sistema Único de Saúde (SUS) garante atendimento integral e igualitário à população LGBTQIAPN+, incluindo ações voltadas à prevenção e tratamento de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), além de serviços especializados para pessoas trans, como hormonização e acompanhamento psicológico.</p><p>No campo da <strong>previdência social</strong>, casais homoafetivos têm direito a <strong>benefícios como pensão por morte e auxílio-reclusão</strong>, desde que comprovada a união estável.</p><p>A <strong>educação</strong> também deve ser um espaço de respeito e inclusão. Escolas públicas e privadas são obrigadas a <strong>combater a discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero</strong>, além de adotar medidas contra o bullying, promovendo um ambiente seguro para todos os estudantes.</p><p>Apesar de todos esses direitos já reconhecidos, a população LGBTQIAPN+ ainda enfrenta altos índices de violência, exclusão social e preconceito. O Brasil continua entre os países que mais registram assassinatos de pessoas trans no mundo, o que mostra que, além da legislação, é urgente promover uma transformação cultural por meio da informação e da empatia.</p><p>Dessa forma, é fundamental que espaços educacionais promovam o conhecimento desses direitos e incentivem o respeito à diversidade. Só assim será possível construir uma sociedade mais justa, igualitária e livre de qualquer forma de discriminação.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-07-03 21:52:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aurineh/qyaupf8x4ptx6zlu/wish/3509916534</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ANTRA  - Associação Nacional de Travestis e Transsexuais</title>
         <author>aurineh</author>
         <link>https://padlet.com/aurineh/qyaupf8x4ptx6zlu/wish/3509917096</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Kaellem Lourrani; Ana Mikaele; Shayna Nunes; Bárbara Rayca</p><p><br></p><p>Em 29 de janeiro de 2018, a ANTRA (Associação Nacional de Travestis e Transexuais) publicou uma manifestação no Dia da Visibilidade Trans, denunciando a violência contra travestis e mulheres transexuais no Brasil — país que lidera o ranking mundial de assassinatos dessa população, com número de mortes três vezes maior que o do México.</p><p><br></p><p>Com o tema “Resistir pra Existir, Existir pra Reagir”, a ANTRA chama atenção para a invisibilidade dessas vítimas e a falta de apoio da sociedade. Questiona quem se solidariza com essas mortes e quem ajuda a garantir um sepultamento digno.</p><p><br></p><p>Apesar do cenário alarmante, o texto valoriza as mobilizações em todo o país e agradece aos parceiros e associadas que mantêm viva essa luta por direitos e cidadania. Destaca ainda o lançamento do estudo “Mapa dos Transfeminicídios”, com o objetivo de compreender melhor o problema e buscar soluções concretas, inclusive em instâncias internacionais, diante da omissão do legislativo brasileiro.</p><p><br></p><p>Por fim, a ANTRA agradece a todas as instituições, escolas, empresas e organizações que, ao longo do ano, se engajam na defesa da vida e dos direitos de pessoas trans.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/699102604/3e36c7a5fbbc09145e01adf3b27cb3d3/ANTRA__1_.png" />
         <pubDate>2025-07-03 21:54:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aurineh/qyaupf8x4ptx6zlu/wish/3509917096</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O que significa LGBTQIAPN+?</title>
         <author>aurineh</author>
         <link>https://padlet.com/aurineh/qyaupf8x4ptx6zlu/wish/3509928996</link>
         <description><![CDATA[<p><em>Grupo: Pedro Augusto, Anna Letícia, Sara e Cecília. </em></p><p><br></p><p>A sigla LGBTQIAPN+ representa um amplo espectro de identidades de gênero e orientações sexuais. Ela inclui lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, queer, intersexuais, assexuais, pansexuais, não-binários, e outras identidades que não se encaixam nas categorias tradicionais. O "+" adiciona reconhecimento e inclusão para todas as outras identidades que não estão especificamente representadas pelas letras iniciais.</p><p><br></p><ul><li><p><strong>L</strong><br>- Lésbicas: Mulheres que são atraídas sexual e/ou romanticamente por outras mulheres.&nbsp;<br></p></li><li><p><strong>G</strong><br>- Gays: Homens que são atraídos sexual e/ou romanticamente por outros homens.&nbsp;<br></p></li><li><p><strong>B</strong><br>- Bissexuais: Pessoas que são atraídas sexual e/ou romanticamente por mais de um gênero.&nbsp;<br></p></li><li><p><strong>T</strong><br>- Transexuais/Transgêneros/Travestis: Pessoas cuja identidade de gênero difere do sexo que lhes foi atribuído ao nascer.&nbsp;<br></p></li><li><p><strong>Q</strong><br>- Queer: Um termo guarda-chuva para pessoas que não se identificam com as normas tradicionais de gênero e sexualidade, ou que não querem ser classificadas em categorias específicas.&nbsp;<br></p></li><li><p><strong>I</strong><br>- Intersexuais: Pessoas que nascem com características biológicas que não se encaixam nas definições típicas de masculino ou feminino.&nbsp;<br></p></li><li><p><strong>A</strong><br>- Assexuais: Pessoas que não sentem atração sexual, ou sentem pouca atração, por outras pessoas.&nbsp;</p><ul><li><p><strong>Arromântico</strong>: Pessoas que não sentem atração romântica por outras.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Agênero</strong>: Pessoas que não se identificam com nenhum gênero.&nbsp;</p></li></ul></li><li><p><strong>P</strong><br>- Pansexuais: Pessoas que podem se atrair por outras independentemente de seu gênero ou identidade de gênero.&nbsp;<br></p></li><li><p><strong>N</strong><br>- Não-binários: Pessoas cuja identidade de gênero não se enquadra na binariedade masculino/feminino.&nbsp;<br></p></li><li><p><strong>+</strong><br>- Outros: O sinal de adição representa todas as outras identidades de gênero e orientações sexuais que não estão incluídas nas letras anteriores, incluindo pessoas que se identificam de formas únicas e não padronizadas.&nbsp;</p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/699102604/2fddcf351dbff4cb9652f3477a07e69f/infografico_sobre_as_siglas_LGBTQIAPN_1536x1152_jpeg.webp" />
         <pubDate>2025-07-03 22:39:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aurineh/qyaupf8x4ptx6zlu/wish/3509928996</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>aurineh</author>
         <link>https://padlet.com/aurineh/qyaupf8x4ptx6zlu/wish/3509929305</link>
         <description><![CDATA[<p>A imagem é uma poderosa charge que critica a violência e a intolerância, utilizando a metáfora de um "Cemitério do Arco-Íris". A frase no topo indica que "um novo morador" (uma vítima do ódio) é adicionado a cada 32 horas, destacando a alarmante frequência dessas tragédias. Em primeiro plano, quatro lápides coloridas representam vítimas de ódio em diferentes idades, com flores brancas simbolizando luto. O fundo mostra um cemitério com inúmeras outras lápides coloridas, reforçando a vasta escala do problema e a diversidade das vítimas. Em síntese, a imagem é uma crítica social impactante que utiliza a linguagem visual para denunciar a escalada da violência e da intolerância. Ela choca ao apresentar vítimas do ódio e alerta para a frequência com que essas tragédias acontecem.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/699102604/a3b1b0e840f91d2a290079fd534182ad/Charge32H_LGBTT_768x403.webp" />
         <pubDate>2025-07-03 22:41:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aurineh/qyaupf8x4ptx6zlu/wish/3509929305</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Criação do Dia do Orgulho de ser hétero</title>
         <author>aurineh</author>
         <link>https://padlet.com/aurineh/qyaupf8x4ptx6zlu/wish/3509929654</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/699102604/b6a160211ae3930a8784bcd5e538fc06/image_processing20230601_1000_7o2vwl_723x536.jpeg" />
         <pubDate>2025-07-03 22:42:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aurineh/qyaupf8x4ptx6zlu/wish/3509929654</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Segurança pública e abordagem LGBT+</title>
         <author>aurineh</author>
         <link>https://padlet.com/aurineh/qyaupf8x4ptx6zlu/wish/3509930184</link>
         <description><![CDATA[<p>A abordagem da segurança pública em relação à população LGBT+ envolve a garantia de direitos, combate à violência e discriminação, e a promoção de um ambiente seguro e inclusivo. Isso inclui a implementação de protocolos de atendimento que respeitem a identidade de gênero e orientação sexual, o combate à homofobia e transfobia, e a garantia de acesso à justiça e serviços públicos.Aspectos Importantes:</p><p>Protocolos de atendimento:</p><p>É fundamental que policiais e outros profissionais de segurança pública estejam preparados para atender pessoas LGBT+ com respeito, utilizando o nome social e garantindo a privacidade. </p><p>Combate à violência:</p><p>A violência homofóbica e transfóbica é uma realidade para muitas pessoas LGBT+, e a segurança pública tem o dever de investigar e punir esses crimes, garantindo a proteção das vítimas.Importante para todas as ocasiões: • Perguntar como a pessoa LGBTI+ gostaria de ser chamada. Nunca utilizar termos jocosos quando abordar uma pessoa LGBTI+. Empregar os pronomes de tratamento “Senhor” e “Senhora”, de acordo com a identidade de gênero. Sempre utilizar o termo feminino para se referir às travestis.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/699102604/051b05737e15aea4ad73a19480d3aa01/site_capacitacao_humanizada.png" />
         <pubDate>2025-07-03 22:43:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aurineh/qyaupf8x4ptx6zlu/wish/3509930184</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Dados estatísticos LGBT+</title>
         <author>aurineh</author>
         <link>https://padlet.com/aurineh/qyaupf8x4ptx6zlu/wish/3510075239</link>
         <description><![CDATA[<p>Irislane Mota, Letícia Marques e Airton Douglas.</p><p><br></p><p>Em pesquisa inédita do IBGE, 2,9 milhões de adultos se declararam homossexuais ou bissexuais em 2019.</p><p><br></p><p>Destaques</p><p>•Entre as pessoas de 18 anos ou mais, 94,8% se declararam heterossexuais; 1,2% homossexuais; 0,7% bissexuais; 1,1% não sabiam sua orientação sexual; 2,3% não quiseram responder; e 0,1% declararam outra orientação sexual.</p><p>•3,6 milhões de pessoas não quiseram responder, número maior que o total das que se declararam homossexuais e bissexuais (2,9 milhões).</p><p>•População de homossexuais ou bissexuais é maior entre os que têm nível superior e maior renda.</p><p>•Entre os grupos de idade, os jovens de 18 a 29 anos (4,8%) tiveram maior percentual de pessoas que se declararam homossexuais e bissexuais. •Também foi o maior grupo que não sabia sua orientação sexual (2,1%) ou não quis responder (3,2%).</p><p>•2,1% se declararam homossexual ou bissexual no Sudeste, e 1,5% no Nordeste.</p><p>A orientação sexual foi coletada pela primeira vez pelo IBGE. Resultados são divulgados em caráter experimental e acompanham experiências internacionais semelhantes.</p><p>•A PNS não coletou dados sobre identidade de gênero, mas o IBGE estuda metodologia para incluir esse tema em suas pesquisas.</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/699102604/859b9087e8adc3c7ff6a6a1e9684997c/grafico_pns_2b.png" />
         <pubDate>2025-07-04 01:18:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aurineh/qyaupf8x4ptx6zlu/wish/3510075239</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>aurineh</author>
         <link>https://padlet.com/aurineh/qyaupf8x4ptx6zlu/wish/3510085338</link>
         <description><![CDATA[<p>Na charge acima a personagem aparece a público justificando sua homofobia com falácias. O uso do argumento de não estar em plena consciência de seus atos apenas revela a falta de importância da personagem para com a comunidade a que ofendeu e sim com sua imagem perante o público, revelando um posicionamento egoísta. O uso da expressão “tenho até amigos que são gays” demonstra um escape da verdadeira problemática, visto que a personagem utiliza de seu ciclo social para justificar as ações tomadas, porém é possível estar compreendido em um meio social diverso e ainda assim reproduzir comportamentos preconceituosos, já que essas ações dizem mais sobre a personagem que sobre o seu meio. A camiseta branca escrita “paz” tenta repassar uma imagem de arrependimento, angústia, inocência e a busca por perdão. Diante disso, a charge traz a mensagem de que é necessário ter olhos atentos quanto as figuras públicas, o que elas representam e os discursos que elas disseminam. </p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/699102604/9b64b5dbbfaa9e965477902bf85d5072/20240207150212_a1fa83f320acb8e4fa47be9abd7ca21139b483020cf8a168ac1b73c8c9ce014f.webp" />
         <pubDate>2025-07-04 01:24:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aurineh/qyaupf8x4ptx6zlu/wish/3510085338</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Dia do Orgulho</title>
         <author>aurineh</author>
         <link>https://padlet.com/aurineh/qyaupf8x4ptx6zlu/wish/3510090966</link>
         <description><![CDATA[<p>O Dia Internacional do Orgulho LGBT é uma data comemorativa em que se celebra mundialmente a cada 28 de junho, <mark>a partir das rebeliões de Stonewall de 1969</mark>, para reafirmar o sentimento de orgulho sobre as orientações sexuais e identidades de gênero tipicamente marginalizadas e reprimidas, visibilizando sua presença na sociedade e suas reivindicações, promovendo o acolhimento da diversidade sexual e de gênero. </p><p>Em alguns países, coincide com a parada LGBT e outras festividades relacionadas com o movimento LGBT. Em algumas cidades, celebram-se também em <mark>«a semana do orgulho» e em «o mês do orgulho»</mark>, que nem sempre coincidem com o Dia Internacional do Orgulho.</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/699102604/6dbad7d162de7e4fdc49135e47deb89e/20220628180616_7eadd8293ef872f22fc772acf66bd3226da186dc07192b89bcd1220525b16a9c.jpg" />
         <pubDate>2025-07-04 01:27:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aurineh/qyaupf8x4ptx6zlu/wish/3510090966</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>aurineh</author>
         <link>https://padlet.com/aurineh/qyaupf8x4ptx6zlu/wish/3510097389</link>
         <description><![CDATA[<p>A imagem denuncia como julgamentos morais ou religiosos que classificam a identidade LGBTQIAPN+ como "pecado" contribuem para a marginalização, sofrimento psicológico e até a morte dessas pessoas. Ao afirmar que quem julga assim “também puxou o gatilho”, a campanha aponta que discursos preconceituosos têm um papel direto na perpetuação da violência, mesmo que não sejam físicos.</p><p><br></p><p>Objetivo:</p><p><br></p><p>O objetivo é chocar, conscientizar e responsabilizar pessoas e instituições que disseminam discursos de ódio ou rejeição, mostrando que esses posicionamentos não são apenas opiniões inofensivas, mas podem contribuir diretamente para tragédias reais.</p><p><br></p><p>Essa imagem promove uma reflexão importante sobre empatia, respeito à diversidade e o impacto das palavras na vida de pessoas LGBTQIAPN+.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/699102604/92ca68b3306d5f706f9965c65547136a/f1a649a3f08058b91728e714ffa3ce0f.jpg" />
         <pubDate>2025-07-04 01:30:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aurineh/qyaupf8x4ptx6zlu/wish/3510097389</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
