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      <title>Meu mural  by Rodrigo</title>
      <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-10-07 22:09:44 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-07-19 14:13:25 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Causas</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/291152168</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma das principais causas do Aquecimento Global é a utilização excessiva de combustíveis fósseis, uma vez que libertam uma grande quantidade de GEE para a atmosfera não permitindo dissipar o calor proveniente dos raios solares. Este calor fica retido na superfície terrestre, levando, consequentemente, ao aumento do Aquecimento Global. <br><br>Através do vídeo do seguinte link podemos concluir que o planeta Terra está doente e muitas coisas se estão a alterar, como o clima, nível médio das águas do mar.. e os principais causadores somos nós, humanos, através de atividades que prejudicam imenso o nosso planeta, mas ainda vamos a tempo de mudar e salvar a nossa "casa"<br><br><br>Vídeo e imagem: <a href="https://catracalivre.com.br/parceiros-catraca/as-melhores-solucoes-sustentaveis/humanidade-e-causa-e-solucao-para-o-aquecimento-global/">https://catracalivre.com.br/parceiros-catraca/as-melhores-solucoes-sustentaveis/humanidade-e-causa-e-solucao-para-o-aquecimento-global/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-10 10:14:53 UTC</pubDate>
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         <title>Consequências </title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/291162822</link>
         <description><![CDATA[<div>Diariamente ouvimos falar sobre as consequências do Aquecimento Global. Uma das mais abordadas é a fusão das calotas polares. O derretimento destas enormes massas de gelo, para além de libertar metano para a atmosfera, intensificando ainda mais o efeito de estufa,  aumenta o nível médio das águas do mar.<br>Como podemos observar na imagem, a fusão das calotas polares traz também grandes consequências para algumas espécies animais, como é o caso dos ursos polares, que veem constantemente o seu habitat a ser "destruído".<br><br>Imagem: <a href="https://www.google.pt/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;ved=2ahUKEwja5MOZodfeAhUK1BoKHSPQAyMQjB16BAgBEAQ&amp;url=http%3A%2F%2Festadodedireito.com.br%2Fdanos-provocados-pelo-aquecimento-global-podem-ser-irreversiveis%2Fe8204%2F&amp;psig=AOvVaw0CqgoF13Fu3O0cx8kk1VnD&amp;ust=1542400805978739">estadodedireito.com</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-10 10:51:21 UTC</pubDate>
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         <title>Soluções</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/291164376</link>
         <description><![CDATA[<div>Cada um de nós pode ajudar a combater o Aquecimento Global com simples gestos: sempre que possível utilizar meios de transporte públicos (autocarro, comboio...) ou bicicleta, fazer a reciclagem, usar ao máximo a luz natural dentro de casa, etc.<br>Mas os primeiros a tomar medidas devem ser os responsáveis pelo país, implementando sistemas de controlo de emissão de gases poluentes para a atmosfera nas indústrias, incentivar ao uso de energias limpas, organizar inventos de plantações de árvores...<br><br><a href="https://www.metrojornal.com.br/foco/2018/10/09/nao-ha-tempo-perder-onu-pede-mudancas-drasticas-para-limitar-aquecimento-global.html">https://www.metrojornal.com.br/foco/2018/10/09/nao-ha-tempo-perder-onu-pede-mudancas-drasticas-para-limitar-aquecimento-global.html</a><br>Com esta notícia pode-se concluir que é tempo de mudança, é necessário agir e todos devem contribuir para isso. O aquecimento Global está  a aumentar e tem de ser rapidamente travado. Com alguma iniciativa e força de vontade, todos nós podemos colaborar e combater este problema que é de todos.<br><br>Imagem: <a href="http://ecologiaciclosdamateria.blogspot.com/2010/05/solucoes-para-o-aquecimento-global.html">http://ecologiaciclosdamateria.blogspot.com/2010/05/solucoes-para-o-aquecimento-global.html</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-10 10:57:49 UTC</pubDate>
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         <title>O ciclo das rochas</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/300049734</link>
         <description><![CDATA[<div>Tal como podemos observar no vídeo, o ciclo das rochas é um processo lento e demorado que envolve a formação, transformação e destruição das rochas.<br>Tem início na ascensão e solidificação do magma à superfície originando rochas magmáticas extrusivas ou no interior da Terra formando rochas magmáticas intrusivas. Estas rochas expostas aos agentes de geodinâmica externa sofrem a sedimentógenese, acumulando-se pequenos sedimentos nas bacias de sedimentação. Este sedimentos sofrem a diagénese e originam rochas sedimentares consolidadas. Estas rochas podem sofrer de novo a sedimentogénese ou podem afundar e devido às altas pressões sofrer o metamorfismo, havendo recristalização. As rochas podem ascender ou devido às elevadas temperaturas fundir e originar o magma, voltando tudo ao início e reiniciando-se o ciclo das rochas.<br>O vídeo que se segue representa e explica muito bem todo este processo, ajudando a perceber melhor como tudo isto se passa ao longo de milhões de anos.<br><br><br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=wLIzDKr7zj0">https://www.youtube.com/watch?v=wLIzDKr7zj0</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-03 10:52:53 UTC</pubDate>
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         <title>História do arenito</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/300051438</link>
         <description><![CDATA[<div>O arenito é uma rocha sedimentar detrítica tendo-se formado por isso a partir de sedimentos de outras rochas que estavam expostas aos agentes de meteorização e erosão. Esses sedimentos foram transportados para uma bacia de sedimentação, onde se depositaram e  foram compactados pelo peso dos sedimentos que se depositaram em cima destes. Os minerais dissolvidos na água que preenchia os poros entre os sedimentos precipitaram, formando um cimento que os uniu, originando uma rocha sedimentar detrítica consolidada, o arenito.<br><br>Imagem: <a href="http://www.m-almada.pt/portal/page/portal/AMBIENTE/AMB_NAT_BIO/?amb=0&amp;ambiente_ambiente_bio=12306260&amp;cboui=12306260">http://www.m-almada.pt/portal/page/portal/AMBIENTE/AMB_NAT_BIO/?amb=0&amp;ambiente_ambiente_bio=12306260&amp;cboui=12306260</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-03 11:15:00 UTC</pubDate>
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         <title>Aquecimento Global</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/300155662</link>
         <description><![CDATA[<div>O Aquecimento Global é um fenómeno climático caraterizado pela subida das temperaturas médias na superfície terrestre. O Aquecimento Global é uma consequência do efeito de estufa. Este efeito consiste na retenção de gases na atmosfera, possibilitando condições adequadas para a existência de vida na Terra. No entanto, a emissão de gases como o dióxido de carbono e metano para a atmosfera tem aumentado, aumentando também o efeito de estufa, elevando as temperaturas médias mundiais, levando ao Aquecimento Global.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-04 09:55:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>AP02 - análise de rochas</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/300158832</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta atividade prática analisamos vários tipos de rochas com variadas caraterísticas e variadas histórias. As amostras de rochas analisadas foram</div><div>A - Calcário - Rocha sedimentar quimiogénica<br>B - Granito  -Rocha magmática plutónica ou intrusiva<br>C - Gnaisse - Rocha metamórfica<br>D  -Mármore - Rocha metamórfica <br>E - Basalto - Rocha magmática vulcânica ou extrusiva<br>F - Arenito - Rocha sedimentar detrítica consolidada<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-04 10:30:12 UTC</pubDate>
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         <title>Biosfera </title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/305004448</link>
         <description><![CDATA[<div>A biosfera é constituída por todos os seres vivos, que ocupam habitats tão diversos, como a terra, o ar e a água.<br><br>Fonte: Manual de Biologia<br>Imagem: <a href="http://seivajr.com/ja-ouviu-falar-em-plano-estrategico-de-biodiversidade/">http://seivajr.com/ja-ouviu-falar-em-plano-estrategico-de-biodiversidade/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-15 19:53:53 UTC</pubDate>
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         <title>Geosfera</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/305005046</link>
         <description><![CDATA[<div>Entende-se por geosfera a parte superficial da Terra que se encontra no estado sólido (formada pelas grandes massas continentais e os fundos oceânicos), bem como os restantes materiais que se encontram no seu interior. As transformações e os movimentos que ocorrem na geosfera tornam a Terra um planeta geologicamente ativo e em constante mutação.<br><br>Fonte: Manual de Biologia<br>Imagem:<a href="http://biogeoportfolio.blogspot.com/2014/10/subsistemas-terrestres-geosfera.html">http://biogeoportfolio.blogspot.com/2014/10/subsistemas-terrestres-geosfera.html</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-15 19:55:07 UTC</pubDate>
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         <title>Hidrosfera</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/305005083</link>
         <description><![CDATA[<div>A hidrosfera compreende toda a água que se encontra no estado líquido e sólido que se encontra na superfície terrestre, incluindo oceanos, lagos, glaciares...<br><br>Fonte: Manual de Biologia<br>Imagem: <a href="https://www.infoescola.com/geografia/hidrosfera/">https://www.infoescola.com/geografia/hidrosfera/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-15 19:55:12 UTC</pubDate>
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         <title>Atmosfera</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/305005151</link>
         <description><![CDATA[<div>A atmosfera é a camada gasosa que envolve a Terra constituída por azoto (78%), oxigénio (21%), argón (0.9%), dióxido de carbono (0.04%) e por outros gases raros menos significativos.<br>Este subsistema tem duas funções de primordial importância: é o principal regulador do clima e protege a Terra dos efeitos das radiações solares e do bombardeamento das partículas sólidas originárias do espaço extraterrestre. <br><br>Fonte: Manual de Biologia<br>Imagem:  http://documaniacosesp.blogspot.com.es</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-15 19:55:19 UTC</pubDate>
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         <title>Subsistemas</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/305005602</link>
         <description><![CDATA[<div>Através da seguinte imagem podemos concluir que o megassistema Terra é constituído por quatro subsistemas abertos, que interagem entre si de uma forma dinâmica e complexa: a geosfera, atmosfera, biosfera e hidrosfera.<br><br>Imagem:<a href="http://aprenderciencias8.blogspot.com/2016/11/">http://aprenderciencias8.blogspot.com/2016/11/</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-15 19:56:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Interação entre os 4 subsitemas </title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/305021614</link>
         <description><![CDATA[<div>O sistema Terra depende das interacções entre os 4 subsistemas e uma pequena alteração num destes subsistemas é capaz de alterar o equilíbrio do sistema Terra. <br><br></div><h1>Um bom exemplo no qual se pode encontrar a interação entre os quatro subsistemas é o vulcanismo e as suas consequências.</h1><div>Se ocorrer uma fase de vulcanismo intenso (geosfera), os materiais lançados pelos vulcões podem alterar as condições climáticas (atmosfera) e provocar inundações (hidrosfera) nuns locais e secas noutros lugares, o que irá influenciar a vida (biosfera) nos ecossistemas.<br><br>Imagem: <a href="http://bibocaambiental.blogspot.com/2012/08/vulcanismo-no-brasil.html">http://bibocaambiental.blogspot.com/2012/08/vulcanismo-no-brasil.html</a></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-15 20:33:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Notícia</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/305030276</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma vez que estamos a abordar o ciclo litológico, decidi colocar esta notícia no meu mural uma vez que apesar de estar relacionada com a matéria, é um assunto abordado frequentemente, as erupções vulcânicas.<br><br>Notícia: <a href="https://br.sputniknews.com/europa/2018111512685743-vulcao-napoles-italia/">https://br.sputniknews.com/europa/2018111512685743-vulcao-napoles-italia/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-15 20:55:16 UTC</pubDate>
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         <title>Rochas sedimentares</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/305032437</link>
         <description><![CDATA[<div>Este tipo de rochas forma-se na superfície ou perto dela, a partir de sedimentos de outras rochas que sofreram meteorização e erosão por parte dos agentes de geodinâmica externa que, depois de sofrerem transporte, depositam numa bacia de sedimentação. Este processo denomina-se sedimentogénese. Depois vão sendo formados estratos de sedimentos que se compactam, expulsando a água que existia entre os poros, precipitando os minerais e formando um cimento que liga os sedimentos, originando rochas sedimentares consolidadas.<br>Quanto ao calcário, a sua formação tem origem na precipitação de substâncias dissolvidas na água, rocha sedimentar quimiogénica.<br>Existem ainda rochas sedimentares detríticas, como a areia e a argila, que são constituídas por sedimentos de origem detrítica resultantes da meteorização e erosão de rochas preexistentes. <br><br>Imagem: <a href="https://www.infoescola.com/geologia/rochas-sedimentares/">https://www.infoescola.com/geologia/rochas-sedimentares/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-15 21:01:18 UTC</pubDate>
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         <title>Rochas metamórficas</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/305037968</link>
         <description><![CDATA[<div>As rochas metamórficas são, essencialmente, o resultado da ação de fatores de metamorfismo, como as elevadas pressões e temperaturas, sobre rochas preexistentes, sendo possível deduzir os fatores (pressão e temperatura) que condicionaram a génese destas rochas. Ocorre ainda a recristalização dos minerais.<br><br>Como podemos observar na imagem, rochas como o granito, arenito e calcário, sujeitas aos fatores de metamorfismo, transformam-se noutras rochas como a gnaisse, quartzito e mármore, respetivamente.<br><br>Imagem:<a href="https://www.infoescola.com/geologia/rochas-metamorficas/">https://www.infoescola.com/geologia/rochas-metamorficas/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-15 21:16:22 UTC</pubDate>
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         <title>Rochas magmáticas</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/305038033</link>
         <description><![CDATA[<div>As rochas magmáticas intrusivas ou plutónicas formam-se em profundidade, com arrefecimento e solidificação lenta do magma, dando tempo aos cristais de se desenvolverem (são visíveis a olho nu), apresentando textura fanerítica. É um exemplo deste tipo de rochas o granito.<br><br>Já as rochas que arrefecem e solidificam rapidamente à superfície denominam-se rochas magmáticas extrusivas ou vulcânicas. Como é um processo rápido, as rochas apresentam textura afanítica uma vez que os minerais não tiveram tempo de se desenvolver ou uma textura vítrea caso não apresente minerais, devido à grande velocidade de solidificação.<br>São exemplos o basalto e a obsidiana. <br><br>Imagem: <a href="https://www.google.pt/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;ved=2ahUKEwjTgJiAsNfeAhVHSxoKHY4fCo8QjB16BAgBEAQ&amp;url=https%3A%2F%2Fbr.pinterest.com%2Fpin%2F700943129473592146%2F&amp;psig=AOvVaw1R7Ggaf-1Bke6y3yLlAMxg&amp;ust=1542404819456828">Pinterest</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/320914496/7a12c163c032e01b5b9bd150c6be5b45/b5986387a5522823ffa833803a05aab4.jpg" />
         <pubDate>2018-11-15 21:16:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/305038033</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Notícia</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/305048571</link>
         <description><![CDATA[<div>Como se pode concluir pela notícia, desequilíbrios na biosfera provocados pelos humanos, como a poluição, leva a desiquilíbrios na hidrosefera (contaminação da água) e na atmosfera (contaminação do ar). Estes desequilíbrios na hidrsfera e atmosfera leva novamente a desequilíbrios na biosfera, como é o caso da extinção vida animal., estabelecendo-se uma interação negativa entre estes três subsistemas terrestres.<br><br>Notícia: Revista Sábado</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.sabado.pt/ciencia---saude/ecoesfera/detalhe/futuro-do-planeta-e-negro-e-os-humanos-sao-os-culpados" />
         <pubDate>2018-11-15 21:52:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>AP02 - efervescência do ácido com o calcário e o mármore</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/305050644</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste vídeo podemos observar que o calcário e o mármore fazem efervescência com o ácido clorídrico, podendo-se concluir que estar rochas possuem carbonato de cálcio na sua constituição.  <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/320914496/c07664269192d6fefcfbfc17899b45db/video_1541350509.mp4" />
         <pubDate>2018-11-15 22:00:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/305050644</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Notícia</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/305052018</link>
         <description><![CDATA[<div>O aquecimento global é um fenómeno cada vez mais perigoso, e os governantes de certos países, principalmente países com grande potência industrial, pouco fazem para o travar. E se a subida das temperaturas continuar a aumentar assim rapidamente, muitas consequências trágicas irão suceder, como a redução da biodiversidade, derretimento da maior parte das calotas polares, e consequente subida do nível das águas do mar...<br>O objetivo desta notícia é informar sobre as complicações que irão surgir no futuro se nada se fizer para combater o aquecimento global e, para além disso, incentiva ainda à redução das emissões de GEE, principalmente nas indústrias, para que seja possível diminuir as temperaturas médias terrestres.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.dn.pt/vida-e-futuro/interior/politicas-de-russia-china-e-canada-ameacam-subida-de-cinco-graus-no-clima-e-portugal-nao-ajuda-10189427.html" />
         <pubDate>2018-11-15 22:06:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/305052018</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Vídeo e notícia</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/305481214</link>
         <description><![CDATA[<div>A subida da temperatura mundial tem vários efeitos colaterais e pensa-se que todas as consequências estão bastante distantes, no entanto já estão a acontecer e mais rápido do que se pensa.<br>Esta notícia alerta que este fenómeno pode ser mais perigoso do que o estimado e se os grandes líderes mundiais da atualidade não fizerem face às emissões de uma forma urgente, o aquecimento global trará profundas alterações ao nosso planeta e à nossa forma de vida.<br>O vídeo presente nesta notícia expões as anomalias verificadas na temperatura média da superfície terrestre.<br><br>Vídeo e notícia: Jornal de Notícias</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.dn.pt/vida-e-futuro/interior/novo-estudo-alerta-que-aquecimento-global-pode-ser-duas-pior-do-que-o-estimado-9562821.html" />
         <pubDate>2018-11-16 23:11:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/305481214</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Estrutura de um vulcão </title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/310793584</link>
         <description><![CDATA[<div>Com o auxílio da imagem abaixo, conseguimos facilmente distinguir os vários constituintes de um vulcão.<br>Um vulcão é uma estrutura geológica característica de vulcanismo de tipo central, onde ocorre ascensão de materiais com origem no interior da Terra. É formado, geralmente, por uma elevação de forma cónica, o cone vulcânico, com uma abertura afunilada no seu topo, a cratera. Esta comunica com o interior da Terra através de uma chaminé vulcânica, que permite a ascensão do magma, material rochoso em fusão que quando perde os gases nele dissolvidos dá origem a lava. Este magma encontra se acumulado na câmara magmática e constitui a bolsada magmática.<br><br>Fonte: Caderno de Biologia e Geologia<br>Imagem: <a href="https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/upload/conteudo_legenda/84fbd8c3f473f76b6065b171a3ba55fd.jpg">https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/upload/conteudo_legenda/84fbd8c3f473f76b6065b171a3ba55fd.jpg</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/upload/conteudo_legenda/84fbd8c3f473f76b6065b171a3ba55fd.jpg" />
         <pubDate>2018-12-04 09:30:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Erupções vulcânicas </title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/310795223</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando o magma ascende à superfície ocorre uma erupção vulcânica, como a representada na vídeo. Com a perda de fração volátil, o magma dá origem a lava, rocha ígnea em fusão cujo arrefecimento e solidificação formará rochas vulcânicas.<br>No vulcanismo de tipo fissural, as erupções ocorrem ao longo de fendas alongadas por vários quilómetros. Tal pode resultar na formação de grandes planaltos vulcânicos continentais ou na geração de fundos oceânicos.<br><br>Fonte: Caderno de Biologia e Geologia <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=D7GW7HfUIvY" />
         <pubDate>2018-12-04 09:37:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade explosiva  </title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/310800643</link>
         <description><![CDATA[<div>A atividade explosiva envolve lavas ácidas, muito viscosas, com dificuldade na libertação de gases, que solidificam na cratera originando domos ou nas chaminés dando origem a agulhas vulcânicas. O cone vulcânico é alto, com vertentes íngremes.<br>As erupções são muito violentas, com projeção de materiais vulcânicos, os piroclastos, que têm origem na solidificação da lava emitida ou no despedaçamento de materiais rochosos do aparelho vulcânico, classificando-se em função do tamanho dos fragmentos: as cinzas (menos de 2mm), lapilis (2mm a 60mm) e bombas (60mm a 1m).<br>Estas erupções originam ainda nuvens ardentes, fluxos de gases e cinzas incandescentes, que calcinam tudo por onde passam.<br><br><br>Fonte: Caderno de Biologia e Geologia<br>Imagem: <a href="https://ogimg.infoglobo.com.br/in/22125075-bb8-ce9/FT1086A/652/73370570_TOPSHOTA-general-view-shows-Mount-Agung-erupting-seen-at-night-from-Kubu-sub-district-in.jpg">https://ogimg.infoglobo.com.br/in/22125075-bb8-ce9/FT1086A/652/73370570_TOPSHOTA-general-view-shows-Mount-Agung-erupting-seen-at-night-from-Kubu-sub-district-in.jpg</a><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://ogimg.infoglobo.com.br/in/22125075-bb8-ce9/FT1086A/652/73370570_TOPSHOTA-general-view-shows-Mount-Agung-erupting-seen-at-night-from-Kubu-sub-district-in.jpg" />
         <pubDate>2018-12-04 09:53:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade efusiva </title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/311521681</link>
         <description><![CDATA[<div>A atividade efusiva envolve lavas básicas, muito fluidas, com facilidade na libertação de gases. Estas lavas podem formas grandes escoadas lávicas com muitos km de extensão. A solidificação das lavas pode assumir diferentes formas:<br><br></div><ul><li> Lavas encordoadas ou pahoehoe, comparando-se a cordas amontoadas</li></ul><div><br></div><ul><li>Lavas escoriáceas ou aa, que apresentam um aspeto áspero e fragmentado.</li></ul><div><br></div><ul><li>Lavas em almofada que arrefecem rapidamente em contacto com a água, solidificando em diferentes formas.</li></ul><div><br>Podemos concluir que a imagem representa um vulcão com atividade efusiva uma vez que apresenta escoadas de lava muito longas, sendo o cone vulcânico baixo e com vertentes suaves.<br><br>Imagem: <a href="http://2.bp.blogspot.com/-oyvhPOEOOLU/UOVM7T-5lqI/AAAAAAAAsXM/ifslJMAplCg/s1600/Hawai-Kilauea-erupcao.jpg">http://2.bp.blogspot.com/-oyvhPOEOOLU/UOVM7T-5lqI/AAAAAAAAsXM/ifslJMAplCg/s1600/Hawai-Kilauea-erupcao.jpg</a><br>Fonte: Caderno de Biologia e Geologia<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="http://2.bp.blogspot.com/-oyvhPOEOOLU/UOVM7T-5lqI/AAAAAAAAsXM/ifslJMAplCg/s1600/Hawai-Kilauea-erupcao.jpg" />
         <pubDate>2018-12-05 18:32:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade mista</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/312399735</link>
         <description><![CDATA[<div>Há ainda um terceiro tipo de erupção, que envolve emissão alternada de lavas básicas e ácidas. Tal como se pode ver na imagem, o cone vulcânico é alto e períodos de erupções explosivas alternam com períodos efusivos, mais calmos.<br><br>Fonte: Caderno de Biologia e Geologia<br>Imagem: <a href="http://www.mundoecologia.com.br/blog/wp-content/gallery/erupcao-mista/Erup%C3%A7%C3%A3o-Mista-2.jpg">http://www.mundoecologia.com.br/blog/wp-content/gallery/erupcao-mista/Erup%C3%A7%C3%A3o-Mista-2.jpg</a></div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.mundoecologia.com.br/blog/wp-content/gallery/erupcao-mista/Erup%C3%A7%C3%A3o-Mista-2.jpg" />
         <pubDate>2018-12-07 19:55:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/312399735</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Notícia</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/312402133</link>
         <description><![CDATA[<div>Com esta notícia podemos ver o perigo causado por uma erupção vulcânica. Houve necessidade de evacua sete localidades numa das maiores erupções já ocorridas. O vulcão do Fogo na Guatemala , localiza-se no Anel de Fogo do Pacífico, onde estão reunidos as maiores concentrações de vulcões.<br><br>Notícia: <a href="https://www.tsf.pt/internacional/interior/autoridades-da-guatemala-ordenam-evacuacao-de-areas-proximas-do-vulcao-de-fogo-10197850.html">https://www.tsf.pt/internacional/interior/autoridades-da-guatemala-ordenam-evacuacao-de-areas-proximas-do-vulcao-de-fogo-10197850.html</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.tsf.pt/internacional/interior/autoridades-da-guatemala-ordenam-evacuacao-de-areas-proximas-do-vulcao-de-fogo-10197850.html" />
         <pubDate>2018-12-07 20:01:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/312402133</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Vulcanismo secundário</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/312404128</link>
         <description><![CDATA[<div>As manifestações de atividade vulcânica podem continuar para além das erupções, assumindo um caráter mais suave. Como se observa no esquema seguinte podem haver 3 tipos de vulcanismo secundário, fumarolas, géiseres e nascentes termais.<br><br></div><ul><li>As fumarolas são emanações de gases, denominados por sulfataras, caso sejam ricos em enxofre, e mofetas, caso sejam ricos em CO2.</li></ul><div><br></div><ul><li>As nascentes termais são fontes de água subterrânea sobreaquecidas, ricas em sais minerais.</li></ul><div><br></div><ul><li>Os géiseres são repuxos intermitentes de água através fissuras do solo.</li></ul><div>  <br>Imagem:<br><a href="http://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Gd10698a5/8634866_y8Dhz.png">http://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Gd10698a5/8634866_y8Dhz.png</a></div>]]></description>
         <enclosure url="http://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Gd10698a5/8634866_y8Dhz.png" />
         <pubDate>2018-12-07 20:06:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/312404128</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Vídeo- erupção dos Capelinhos</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/312408501</link>
         <description><![CDATA[<div>O vídeo mostra-nos uma das grandes erupções do vulcão dos Capelinhos nos Açores, que apesar de nos proporcionar imagens espantosas, causa grandes riscos às sociedades das localidades perto do vulcão. <br>Os Açores localizam-se numa zona onde se encontram 3 placas, conhecida como junção tripla, onde o vulcanismo é muito frequente.<br>Atualmente, o vulcanismo nos Açores é considerado ativo, e para além do vulcanismo principal existem também manifestações de vulcanismo secundário.<br><br>Vídeo:<br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=lIY7wc1B43U">https://www.youtube.com/watch?v=lIY7wc1B43U</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=lIY7wc1B43U" />
         <pubDate>2018-12-07 20:19:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/312408501</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Teoria da tectónica de placas</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/312480426</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta teoria foi desenvolvida por Alfred Wegener, no início do século XX, para explicar a deriva continental.</div><div>Segundo esta conceção, a camada mais externa, a litosfera, rígida e resistente, é fragmentada em placas com diferentes dimensões e comportamentos de mobilidade, as placas litosféricas.<br>Os movimentos das placas são alimentados pelo calor interno da Terra, capaz de gerar fluxos de materiais de elevada plasticidade sobre os quais assentam as placas litosféricas.<br>Na imagem conseguimos observar as principais placas litosféricas, sendo elas:</div><ul><li>Placa do Pacífico</li><li>Placa de Nazca</li><li>Placa Norte-Americana</li><li>Placa Sul-Americana</li><li>Placa Euro-Asiática</li><li>Placa Indo-Australiana</li><li>Placa da Antártida</li><li>Placa Africana</li></ul><div><br>Fonte: Caderno de Biologia e Geologia<br>Imagem: <a href="http://1.bp.blogspot.com/-qKtD-vZ_2MQ/Vjim_91eZkI/AAAAAAAAADg/K1idOLwePiA/s1600/placas_mundo.jpg">http://1.bp.blogspot.com/-qKtD-vZ_2MQ/Vjim_91eZkI/AAAAAAAAADg/K1idOLwePiA/s1600/placas_mundo.jpg</a><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="http://1.bp.blogspot.com/-qKtD-vZ_2MQ/Vjim_91eZkI/AAAAAAAAADg/K1idOLwePiA/s1600/placas_mundo.jpg" />
         <pubDate>2018-12-08 10:10:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/312480426</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tipos de limites</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/312482958</link>
         <description><![CDATA[<div>Limites de placas são zonas de contacto entre placas, locais onde se registam movimentos entre elas com envolvimento de grandes quantidades de energia.<br><br></div><ul><li>Limites convergentes -&gt; local onde ocorre a colisão de duas placas (continental-continental, oceânica-oceânica e oceânica-continental) e, consequentemente, há destruição de litosfera</li></ul><div>     (Ex: Himalaias, Japão, Andes)</div><div><br></div><ul><li>Limites divergentes-&gt; local onde 2 placas se afastam uma da outra devido à ascensão e arrefecimento de magmas nas zonas fronteiriças, ocorrendo formação de nova litosfera</li></ul><div>     (Ex: Dorsal médio Atlântica)</div><div><br></div><ul><li>Limites transformantes -&gt; locais onde as placas deslizam lateralmente uma em relação à outra, sem perdas nem acréscimos de materiais rochosos</li></ul><div>     (Ex: Falha de Santo André)<br><br>Fonte: Manual de Biologia<br>Imagem: </div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="http://mundogeografico.com.br/wp-content/uploads/2014/04/terremotos-longe-de-limites-das-placas-02.png" />
         <pubDate>2018-12-08 10:39:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/312482958</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Notícia- Nova Pangeia</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/312485015</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo a notícia, se os atuais movimentos das placas continuarem a persistir, isto é, se o Atlântico continuar a expandir e o Pacífico a diminuir, um novo continente irá surgir.<br>Por outras palavras, a América do Sul colidiria com a Antártida e com a Austrália e a América do Norte com a Europa, que já estará colada com a África.</div><div>Assim, o supercontinente que se formaria seria a <strong>Nova Pangeia</strong>, que ganhou este nome por ser muito semelhante à Pangeia original.<br><br>Notícia<br><a href="https://zap.aeiou.pt/supercontinente-novopangeia-proximo-228930">https://zap.aeiou.pt/supercontinente-novopangeia-proximo-228930</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://zap.aeiou.pt/supercontinente-novopangeia-proximo-228930" />
         <pubDate>2018-12-08 11:03:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/312485015</guid>
      </item>
      <item>
         <title>História do calcário</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/312485285</link>
         <description><![CDATA[<div>É uma rocha sedimentar quimiogénica de cor branca formada a partir da precipitação dos minerais do carbonato de cálcio, que se encontravam dissolvidos na água.<br><br>Imagem: <a href="http://www.cursou.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Ind%C3%BAstria-de-Cal-e-Calc%C3%A1rio.png">http://www.cursou.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Ind%C3%BAstria-de-Cal-e-Calc%C3%A1rio.png</a></div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.cursou.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Ind%C3%BAstria-de-Cal-e-Calc%C3%A1rio.png" />
         <pubDate>2018-12-08 11:06:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>História do granito </title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/312485655</link>
         <description><![CDATA[<div>É uma rocha magmática intrusiva que se formou pelo arrefecimento do magma em profundidade. Com as elevadas pressões e temperaturas, o magma solidificou lentamente, dando tempo aos minerais de se desenvolverem, conferindo ao granito uma textura fanerítica.<br><br>Imagem: <a href="https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQGmORC2Q-uMHnvaeq3TePmiJsJi9CmGqFciI3TmRBvK5LWgzEulA">https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQGmORC2Q-uMHnvaeq3TePmiJsJi9CmGqFciI3TmRBvK5LWgzEulA</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-08 11:10:28 UTC</pubDate>
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         <title>História do gnaisse</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/312486078</link>
         <description><![CDATA[<div>O gnaisse é uma rocha metamórfica, que se terá formado a parir do granito, a grandes profundidades, num local onde a pressão é muito elevada. Com esta pressão os minerais do granito alinham-se paralelamente uns aos outros formando bandas claras e bandas escuras, apresentando uma textura foliada, caraterística do gnaisse.<br>A<br>Imagem: <a href="https://i2.wp.com/trabalhosparaescola.com.br/wp-content/uploads/2017/10/b9ef10f3eb41ce24f528aa6e6c5eba7e.jpg?resize=380%2C254&amp;ssl=1">https://i2.wp.com/trabalhosparaescola.com.br/wp-content/uploads/2017/10/b9ef10f3eb41ce24f528aa6e6c5eba7e.jpg?resize=380%2C254&amp;ssl=1</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://i2.wp.com/trabalhosparaescola.com.br/wp-content/uploads/2017/10/b9ef10f3eb41ce24f528aa6e6c5eba7e.jpg?resize=380%2C254&amp;ssl=1" />
         <pubDate>2018-12-08 11:14:44 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>História do mármore</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/312486093</link>
         <description><![CDATA[<div>O mármore é uma rocha metamórfica formada a partir do calcário, apresentando, por isso, carbonato de cálcio na sua constituição. Este calcário formou-se à superfície mas devido ao movimento das placas afundou e foi sujeito a elevadas pressões e temperaturas. Devido principalmente às elevadas temperaturas, a rocha sofreu uma recristalização.<br><br>Imagem: <a href="http://1.bp.blogspot.com/_fa4AOyrDuhY/TBeTzgIlNUI/AAAAAAAAACk/gdZ3LkngSIE/s1600/marmore%5B1%5D.gif">http://1.bp.blogspot.com/_fa4AOyrDuhY/TBeTzgIlNUI/AAAAAAAAACk/gdZ3LkngSIE/s1600/marmore%5B1%5D.gif</a></div>]]></description>
         <enclosure url="http://1.bp.blogspot.com/_fa4AOyrDuhY/TBeTzgIlNUI/AAAAAAAAACk/gdZ3LkngSIE/s1600/marmore%5B1%5D.gif" />
         <pubDate>2018-12-08 11:14:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>História do basalto</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/312486100</link>
         <description><![CDATA[<div>O basalto é uma rocha magmática extrusiva que resultou do rápido arrefecimento do magma (que passou a lava) à superfície, não dando tempo aos cristais de se desenvolverem, apresentando, por isso, uma textura afanítica.<br><br>Imagem: <a href="https://2.bp.blogspot.com/-8tPHzJt2C8g/WMQlmkgB4pI/AAAAAAAAQcM/6ycCipozimYIDB7Oe4Ctbo2EaaPbt9qjgCLcB/s1600/Basalto-Rocha%2B.jpg">https://2.bp.blogspot.com/-8tPHzJt2C8g/WMQlmkgB4pI/AAAAAAAAQcM/6ycCipozimYIDB7Oe4Ctbo2EaaPbt9qjgCLcB/s1600/Basalto-Rocha%2B.jpg</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://2.bp.blogspot.com/-8tPHzJt2C8g/WMQlmkgB4pI/AAAAAAAAQcM/6ycCipozimYIDB7Oe4Ctbo2EaaPbt9qjgCLcB/s1600/Basalto-Rocha%2B.jpg" />
         <pubDate>2018-12-08 11:14:56 UTC</pubDate>
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         <title>Vídeo- Correntes de convecção</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/312489005</link>
         <description><![CDATA[<div>O vídeo mostra-nos de uma maneira mais percetível como funcionam os movimentos das placas, alimentados pelo calor interno da Terra. Explica também o mecanismo das correntes de convecção, mostrando que há formação de nova litosfera num local e destruição noutro, mantendo-se as dimensões da crusta sempre constantes.<br><br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=ryrXAGY1dmE">https://www.youtube.com/watch?v=ryrXAGY1dmE</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=ryrXAGY1dmE" />
         <pubDate>2018-12-08 11:46:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vídeo</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/312489537</link>
         <description><![CDATA[<div>Este vídeo é um resumo de toda a matéria do vulcanismo, mostrando a formação de um vulcão, a sua estrutura, os tipos de lava e erupções, os perigos que podem causar, associando ainda o vulcanismo aos movimentos das placas litosféricas, <br><br>Vídeo: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=WgktM2luLok">https://www.youtube.com/watch?v=WgktM2luLok</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=WgktM2luLok" />
         <pubDate>2018-12-08 11:53:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Corno de África- Imagem</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/312490377</link>
         <description><![CDATA[<div>Através da imagem, é possível deduzir a eventual separação de uma pequena porção de África do restante continente, conhecido como Corno de África. África irá dividir-se devido ao limite divergente existente, que ao ascenderem materiais mantélicos, e após a sua solidificação, vão formando nova crusta afastando as duas placas.<br><br>Imagem: <a href="http://www.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/5ad0c22c0cf248a37234979d/800">http://www.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/5ad0c22c0cf248a37234979d/800</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-08 12:03:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Himalaias</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/312490759</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta imagem representa a maior cadeia montanhosa do mundo, formada a partir da colisão de duas placas continentais, a placa Euroasiática e a placa Indo-australiana.<br><br>Imagem: <a href="https://www.apolo11.com/imagens/2015/terremoto_nepal_zona_subduccao_20150427-112917.jpg">https://www.apolo11.com/imagens/2015/terremoto_nepal_zona_subduccao_20150427-112917.jpg</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-08 12:08:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Falha de Santo André- notícia</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/312491004</link>
         <description><![CDATA[<div>A falha de Santo André é um limite de placas transformante onde estão acumuladas grandes quantidades de energias. É uma área geologicamente instável, onde se regista a presença de intensos e constantes sismos, como é evidenciado na notícia. É provável que daqui a alguns anos o estado da Califórnia se separe do resto dos Estados Unidos.<br><br>Notícia: <a href="https://observador.pt/2016/05/05/california-falha-santo-andre-esta-pronta-disparar/">https://observador.pt/2016/05/05/california-falha-santo-andre-esta-pronta-disparar/</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://observador.pt/2016/05/05/california-falha-santo-andre-esta-pronta-disparar/" />
         <pubDate>2018-12-08 12:11:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Açores - Google Eatrh</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/312491839</link>
         <description><![CDATA[<div>Os Açores localizam-se numa zona de contacto entre três placas tectónicas - as placas Norte-Americana, Euroasiática e Africana. Esta junção tripla está localizada ao longo da dorsal médio atlântica, sendo esta um limite divergente. Como as ilhas dos Açores estão localizadas em diferentes placas e devido ao rifte (dorsal) existente entre elas, as ilhas vão se afastando umas em relação às outras.<br>Imagem: <a href="https://1.bp.blogspot.com/-IjBhqQOuByY/TwM2gBtQZ9I/AAAAAAAABaI/JNto6B0TbI4/s1600/arquip%25C3%25A9lago+dos+A%25C3%25A7ores+-+Google+Earth.jpg">https://1.bp.blogspot.com/-IjBhqQOuByY/TwM2gBtQZ9I/AAAAAAAABaI/JNto6B0TbI4/s1600/arquip%25C3%25A9lago+dos+A%25C3%25A7ores+-+Google+Earth.jpg</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-08 12:21:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>AP04 - Fluxos de Lava</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/312491955</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta atividade prática comparamos 3 tipos de  lava, utilizando diferentes quantidades de mel: lava fluida (50% mel), viscosa (100% mel) e intermédia (70% mel), a diferentes temperaturas, com o objetivo de saber se a temperatura influencia a fluidez e velocidade das lavas. <br>A conclusão a que chegamos é que as lavas mais fluidas e mais quentes deslocam-se a uma maior velocidade, com maior facilidade na libertação de gases, formando escoadas longas e podendo dar origem a uma atividade efusiva. Pelo contrário, as lavas mais viscosas e mais frias deslocam-se mais lentamente, com maior dificuldade na libertação dos gases, podendo dar origem a uma atividade explosiva.<br><br>O vídeo mostra uma das misturas utilizadas (70% mel e 30 % água), no qual a "lava" estava a uma temperatura de 5ºC, tendo se deslocado a uma velocidade de 6,7 cm/s.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-08 12:22:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Islândia - Google Earth</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/312638991</link>
         <description><![CDATA[<div>A Islândia é um país localizado sobre  dorsal-médio atlântica, numa zona em que esta cordilheir passa de submersa a emersa.<br><br>Imagem: <a href="http://1.bp.blogspot.com/_Iu0jvH47IRU/S8nAd1kasYI/AAAAAAAADsw/uMaDkJptEUk/s1600/volcanes+en+Islandia.jpg">http://1.bp.blogspot.com/_Iu0jvH47IRU/S8nAd1kasYI/AAAAAAAADsw/uMaDkJptEUk/s1600/volcanes+en+Islandia.jpg</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 14:41:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fossa das Marianas</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/312639682</link>
         <description><![CDATA[<div>A fossa das Marianas é o local mais profundo dos oceanos, atingindo uma profundidade de cerca de 11 mil metros.  Esta fossa corresponde a uma zona de subducção em que a placa do Pacífico colide e mergulha sob a Placa das Filipinas. <br><br>Imagem: <a href="https://3.bp.blogspot.com/-_79kvUO5l3M/W391tknDOkI/AAAAAAAABGQ/eyKI122ppg4psA02Vl94_xaG3wwM8SFIACLcBGAs/s1600/abismo-challenger.jpg">https://3.bp.blogspot.com/-_79kvUO5l3M/W391tknDOkI/AAAAAAAABGQ/eyKI122ppg4psA02Vl94_xaG3wwM8SFIACLcBGAs/s1600/abismo-challenger.jpg</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 14:45:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Andes</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/312642743</link>
         <description><![CDATA[<div>A cadeia montanhosa dos Andes resulta da colisão da placa Sul Americana (placa continental) com a placa de Nazca (placa oceânico), sendo esta a mais densa e por isso a que afunda.<br><br>Imagem: <a href="http://2.bp.blogspot.com/-RyhnNNURLC0/VY1zSjiA04I/AAAAAAAAAWU/GrKOOe5PJ6c/s1600/Placa-de-Nazca-vs-Placa-Sul-Americana-Andes.png">http://2.bp.blogspot.com/-RyhnNNURLC0/VY1zSjiA04I/AAAAAAAAAWU/GrKOOe5PJ6c/s1600/Placa-de-Nazca-vs-Placa-Sul-Americana-Andes.png</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 15:04:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Japão</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/312643886</link>
         <description><![CDATA[<div>O arquipélago do Japão faz parte de um arco insular, resultante da interação entre as placas Euroasiática, das Filipinas e do Pacífico, formando várias zonas de subducção.<br><br>Imagem: <a href="https://image.slidesharecdn.com/estrutura-141029082330-conversion-gate01/95/estrutura-interna-da-terra-30-638.jpg?cb=1414571884">https://image.slidesharecdn.com/estrutura-141029082330-conversion-gate01/95/estrutura-interna-da-terra-30-638.jpg?cb=1414571884</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 15:11:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tiago Lucas</title>
         <author>Rodrigo03</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-29 23:00:59 UTC</pubDate>
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         <title>Pedro Ferreira</title>
         <author>Rodrigo03</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-29 23:01:09 UTC</pubDate>
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         <title>Pedro Lopes</title>
         <author>Rodrigo03</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-29 23:01:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Diogo Seca</title>
         <author>Rodrigo03</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-29 23:01:36 UTC</pubDate>
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         <title>Microscópio ótico composto</title>
         <author>Rodrigo03</author>
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         <description><![CDATA[<div>Antes de passar à análise das atividades práticas, convém conhecer e saber manusear o objeto primordial nestas atividades, o microscópio ótico composto.<br>O microscópio ótico composto (M.O.C.) é um instrumento usado para ampliar, através de uma série de lentes, pequenas estruturas impossíveis de visualizar a olho nu. O M.O.C. é constituído por uma componente mecânica que suporta e permite controlar uma componente óptica que amplia as imagens. Cada parte engloba uma série de componentes constituintes do microscópio. <br><br><strong>Componente mecânica<br></strong><br></div><ul><li><strong>Pé ou Base – </strong>suporta o microscópio, assegurando a sua estabilidade </li></ul><div><br></div><ul><li><strong>Braço – </strong> – peça fixa à base, na qual estão aplicadas todas as outras partes constituintes do microscópio. </li></ul><div><br></div><ul><li><strong>Platina –</strong> base que fixa a preparação. Tem uma abertura central que possibilita a passagem de luz. Possui duas pinças que ajudam à fixação da preparação. </li></ul><div><br></div><ul><li><strong>Revólver –</strong> suporta as objetivas. Permite a troca das objetivas rodando sobre um eixo;</li></ul><div><br></div><ul><li><strong>Tubo ou Canhão – </strong> suporta os sistemas de lentes, localizando-se na extremidade superior a ocular e na inferior o revólver com objectivas. </li></ul><div><br></div><ul><li><strong>Parafuso Macrométrico – </strong>permite o movimento da platina de grande amplitude. é indispensável para fazer a focagem.</li></ul><div><br></div><ul><li><strong>Parafuso Micrométrico – </strong>permite movimentos da platina, lentos e de pequena amplitude. Permitem uma focagem precisa da imagem</li></ul><div><br></div><div>Componente ótica<br><br></div><ul><li>  Oculares e  Objetivas - lentes que permitem a ampliação da imagem. A ampliação total dada pelo microscópio é igual ao produto da ampliação da objetiva pela ampliação da ocular. </li><li> Fonte Luminosa - iluminação da preparação, possibilitando a sua visualização</li><li> Diafragma – regula a intensidade luminosa no campo visual do microscópio </li><li> • Condensador – distribui regularmente, no campo visual do microscópio, a luz que atravessa o diafragma. </li></ul><div><br>Fonte: <a href="http://files.comunidades.net/albertocaeiro/MOC.pdf">http://files.comunidades.net/albertocaeiro/MOC.pdf</a><br>Imagem: https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwjI0fyNy6jhAhWs3OAKHSTmCLUQjRx6BAgBEAU&amp;url=http%3A%2F%2Fwellsometimees.blogspot.com%2F2012%2F04%2Fpara-prova-oral.html&amp;psig=AOvVaw07_iW_9WfbLOfljNAE5sex&amp;ust=1553991344061116</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-29 23:39:01 UTC</pubDate>
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         <title>Lince Ibérico</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/346724950</link>
         <description><![CDATA[<div>Para introduzir o estudo à biologia, realizamos uma pesquisa sobre o lince ibérico, o felino mais ameaçado no mundo que apenas existe na Península Ibérica. O objetivo deste trabalho era informar sobre as principais caraterísticas e curiosidades do lince, bem como ajudar a compreender melhor as unidades básicas da matéria em estudo. No âmbito deste trabalho foram desenvolvidos 3 temas, tendo o meu grupo ficado com o tema 1:<br><br></div><ol><li>Caracterização geral e posicionamento na hierarquia do ecossistema</li><li>Análise e interpretação dos fatores que conduziram o lince-ibérico à beira da extinção</li><li> Conservação do lince ibérico e limitações e ameaças ao futuro da espécie.</li></ol><div><br></div><div>Imagem: https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwijn5a30qjhAhVJyhoKHdUJAv4QjRx6BAgBEAU&amp;url=https%3A%2F%2Fpt.wikipedia.org%2Fwiki%2FLince&amp;psig=AOvVaw2qDYxCzWwLeMVz5ndF1pyY&amp;ust=1553993330342439</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 00:23:50 UTC</pubDate>
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         <title>Notícia Lince Ibérico</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/346725270</link>
         <description><![CDATA[<div>Aqui podemos ver uma notícia bastante recente da morte de uma fêmea de lince ibérico, o que não ajuda nada no combate à sua extinção. Ao analisar vários sites, pude concluir que apesar de ainda não se saber em concreto a causa de morte, esta causa pode ter tido origem antropológica.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 00:27:46 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Tema 1 - Aspeto físico e adaptações ao meio</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/346727256</link>
         <description><![CDATA[<div>Apresenta muitas das características típicas dos linces:</div><ul><li> orelhas peludas</li><li> pernas longas</li><li> cauda curta</li><li>colar de pelo que se assemelha a uma barba. </li><li>mede de 85 a 110 centímetros</li><li>cor castanho-amarelada com manchas</li><li>podem pesar até cerca de 27 kg</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 00:50:33 UTC</pubDate>
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         <title>Classificação científica</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/346728296</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Reino: Animalia</li><li>Filo: Chordata</li><li>Classe: Mammalia</li><li>Família: Felidaw</li><li>Género: Lynx</li><li>Espécie: Lynx Pardinus</li></ul><div><br>Atualmente existem quatro espécies de linces:<br><br>- lince canadiense (Lynx Canadensis);<br>- lince vermelho (Lynx Rufus);<br>- lince do norte (Lynx Lynx);<br>- lince ibérico ( Lynx Pardinus)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 01:06:02 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Habitat e alimentação</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/346728939</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Habitat</li></ul><div>O lince ibérico é uma espécie predominantemente florestal e, portanto, evita espaços abertos e sem cobertura. Em movimentos dispersivos, o lince é capaz de usar qualquer tipo de vegetação que se encontre à superfície, nomeadamente arvoredos, bosques e pastagens.<br><br></div><ul><li>Alimentação</li></ul><div>A sua presa principal é o Coelho-bravo que pode constituir 80 a 95% da sua dieta. Consome ocasionalmente pequenos roedores, lebres e algumas aves, podendo estas presas alternativas ter uma maior importância na sua dieta em caso de escassez do coelho-bravo.</div><div><br>Imagem: https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwjgoaik2qjhAhUI3RoKHZGeDD8QjRx6BAgBEAU&amp;url=https%3A%2F%2Fhistoriadeunlinceiberico.wordpress.com%2Fsu-habitat%2F&amp;psig=AOvVaw3JwXPunoFGSNgCZh7nGKZU&amp;ust=1553995430572088</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 01:14:05 UTC</pubDate>
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         <title>Posicionamento do lince no ecossitema</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/346729970</link>
         <description><![CDATA[<div>O lince, na sua cadeia alimentar, é o um macroconsumidor, atingindo o mais alto nível trófico. Como se alimenta essencialmente de coelhos, a sua diminuição poderá levar a um aumento do número de coelhos. Também o lince ibérico estabelece relação de competição, por exemplo, com as raposas. Assim se o número de linces diminuir, irá aumentar o número de raposas, uma vez que estas terão mais abundância de alimento.<br><br>Imagem: https://lh5.googleusercontent.com/ucvfY6x-BC12CqNyXzD8W4dI1ujUSneJKWW9sf19buikrYBVJ8IXBCrYdhtemZ6ermhGk0ZoTikKWm7O58PZPlKpXZeqzPVlxY8=w1365-h876<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 01:31:12 UTC</pubDate>
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         <title>Vídeo</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/346730489</link>
         <description><![CDATA[<div>Este vídeo faz um resumo de toda a matéria sobre o lince que expliquei, mostrando toda a sua história e caraterísticas, abordando ainda as causas da extinção deste felino.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=z6wYGimGEpc" />
         <pubDate>2019-03-30 01:39:21 UTC</pubDate>
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         <title>Conclusão</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/346730794</link>
         <description><![CDATA[<div>Com este trabalho esclareci as dúvidas que tinha acerca deste felino em vias de extinção, e auxiliou-me a perceber melhor a matéria iniciada após as apresentações. Tudo o que aqui abordei foi baseado no texto preparado para a apresentação, bem como no power point, do qual recolhi alguma informação e retirei imagens.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 01:43:46 UTC</pubDate>
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         <title>Visita a Peniche</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/346731249</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia 8 março, os alunos de CT realizaram uma saída de campo até Peniche, com o objetivo de observar e avaliar certa paisagens, através, por exemplo, de fósseis, de modo a reconstruir o seu passado e perceber a sua génese.<br><br>Locais visitados</div><ol><li>Cabo Carvoeiro</li><li>Praia da Consolação</li><li>Remédios</li><li>Ponta do Trovão/ P. Abalos</li><li>Papôa</li><li>Baleal</li></ol><div><br>Principais rochas encontradas:</div><ul><li>Calcáriuo </li><li>Granito</li><li>Gnaisse</li><li>Micaxisto</li><li>Arenito</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 01:50:46 UTC</pubDate>
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         <title>Baleal</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/346731903</link>
         <description><![CDATA[<div>Um dos locais visitados foi a península do Baleal que constitui um promontório plano e alongado, com 1800 metros de comprimento e 800 metros de largura máxima, formada pela ilha do Baleal e pelos ilhéus das Pombas e de Fora. Os seus estratos carbonatados, fossilíferos, têm cerca de 165 M.a. e terão sido depositados numa bacia de águas calmas e quentes. <br><br></div><ul><li>Descrição da paisagem</li></ul><div> Ilha do Baleal formada por estratos de calcários e de margas (165 M.a.) fortemente inclinados (35º a 55º ) em monoclinal. A ilha está ligada ao continente por um tômbolo. São visíveis, nos estratos carbonatados, fósseis de organismos marinhos como as amonites <br><br></div><ul><li>Condições ambientais</li></ul><div>Pluviosidade- ausente<br>Nebulosidade- pouca<br>Vento- moderado<br>Maré- a subir<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 02:01:19 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão pessoal</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/346733223</link>
         <description><![CDATA[<div>Através desta saída de campo, consegui reconstruir o passado destas paisagens, descobrir os processos pelos quais passaram e as alterações que sofreram. Analisar fósseis e rochas é algo novo para mim, até porque já tinha estado em alguns destes locais e não havia reparado, por exemplo, nos estratos carbonatados presentes no Baleal, nem na sua forma de Península. Foi uma experiência única, que tenciono voltar a repetir, dado que enriqueceu os meus conhecimentos no ramo da geologia, prporcionando-me também algum lazer e diversão, relativo ao convívio entre as turmas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 02:21:14 UTC</pubDate>
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         <title>Introdução</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/346733755</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta experiência laboratorial, pretendíamos reconhecer dois tipos de células eucarióticas, célula eucariótica vegetal e célula eucariótica animal através da sua observação ao microscópio ótico composto. Observamos primeiramente a letra F, de seguida um pedaço de epiderme de uma cebola e, mais tarde, células do epitélio lingual. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 02:30:16 UTC</pubDate>
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         <title>Célula</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/346734371</link>
         <description><![CDATA[<div>A célula é a unidade básica de todos os seres vivos. As células podem surgir na Natureza de forma isolada - seres unicelulares - ou associadas entre si - seres pluricelulares. Podem ainda classificar-se em eucarióticas e procarióticas.<br><br></div><ul><li>Células procarióticas</li></ul><div>Possuem uma organização muito simples e possuem uma pequena dimensão. Não têm um núcleo definido e o material genético encontra-se disperso no citoplasma.<br><br></div><ul><li>Células eucarióticas</li></ul><div>Possuem organelos com funções bem definidas, são de maiores dimensões que as procarióticas e apresentam núcleo individualizado e organizado envolvido pelo invólucro nuclear.<br>As células eucarióticas podem ser classificadas em eucarióticas animais e vegetais.<br><br>Imagem: https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwj_9p6Y7ajhAhVwzoUKHTi5CXEQjRx6BAgBEAU&amp;url=https%3A%2F%2Fplanetabiologia.com%2Fanatomia-da-celula%2F&amp;psig=AOvVaw1ujh7iY5JBLs3w-tqirFpF&amp;ust=1554000507421872</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 02:38:31 UTC</pubDate>
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         <title>Célula eucariótica animal</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/346735124</link>
         <description><![CDATA[<div>Como todas as células eucarióticas, a célula animal é delimitada pela membrana plasmática. Possui organelos celulares como o ribossoma, responsável pela síntese de proteínas; o lisossoma, que atua na digestão; as mitocôndrias, que participam da produção de energia e respiração celular, centríolos, que intervêm na divisão celular; entre outros.<br><br><br>Imagem: https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwjPuMPG7ajhAhXvyYUKHUYcB8wQjRx6BAgBEAU&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.ciencias.seed.pr.gov.br%2Fmodules%2Fgaleria%2Fdetalhe.php%3Ffoto%3D2213%26evento%3D3&amp;psig=AOvVaw35N_d8ofLRxu_F-XTwEHv2&amp;ust=1554000612117361</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 02:50:27 UTC</pubDate>
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         <title>Célula vegetal</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/346735297</link>
         <description><![CDATA[<div>A <strong>célula vegetal</strong> é semelhante à célula animal, mas possui algumas diferenças, como a parede celular que dá maior rigidez à célula, o vacúolo de grande dimensões, bem como os cloroplastos, responsáveis pela fotossíntese.<br><br>Imagem: https://lh4.googleusercontent.com/tH3nXiw0i6kww0xmAqfjBn981ntNPY7DvqUclv8i4_8gmKQFnXlXEIz_JhOWtDePmg78Z5sUAlU8XFE-Aw3tHwOVsIubICk5=w1365-h876</div>]]></description>
         <enclosure url="https://lh4.googleusercontent.com/tH3nXiw0i6kww0xmAqfjBn981ntNPY7DvqUclv8i4_8gmKQFnXlXEIz_JhOWtDePmg78Z5sUAlU8XFE-Aw3tHwOVsIubICk5=w1365-h876" />
         <pubDate>2019-03-30 02:53:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Observação da letra F</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/346735851</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta atividade laboratorial, começámos por observar uma letra "F" recortada de um jornal.</div><ul><li>Procedimento</li></ul><ol><li>Recortar a letra F de um jornal com o menor tamanho possível</li><li>Colocar uma gota de água na lâmina</li><li> Com o auxílio da pinça, colocar a letra sobre a gota de água e deixar cair, lentamente, uma lamela sobre esta</li><li>Ligar o microscópio e com o auxílio dos parafusos macro e micrométricos, focar a imagem</li><li>Observar e retirar conclusões</li></ol><div><br>Depois de realizada esta atividade,  repetimos o procedimento mas, desta vez, com dois cabelos, um cabelo louro e um castanho.</div><div><br></div><ul><li>Conclusão</li></ul><div>A imagem observada ao M.O.C é uma imagem ampliada, simétrica e invertida. Verificamos ainda que se tivermos um objeto, neste caso o cabelo, sobreposto a outro, temos de focar um de cada vez com o auxílio dos parafusos macro e micrométricos, não conseguindo focar os dois ao mesmo tempo.<br><br>Imagem: <mark>A= 4x10= 40x</mark></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 03:03:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Observação das células vegetais</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/346736447</link>
         <description><![CDATA[<div>Seguiu-se a observação das células vegetais. Utilizamos 3 tipos de corante: água iodada,  azul de metileno e vermelho-neutro. Fizemos observações com aplicações de 40x, 100x e 400x . Com o aumento da ampliação, o campo de visão diminuiu mas aumentou o detalhe. <br><br></div><div><br></div><ul><li><strong>Procedimento:</strong></li></ul><ol><li><strong>Colocar 1 gota de azul de metileno, vermelho neutro e água iodada em 3 lâmina distintas.</strong></li><li> Com o auxílio da pinça destacar um fragmento de epiderme da face côncava de uma túnica de cebola.</li><li>Com o bisturi, dividir o fragmento em pequenas porções e colocar cada uma delas sobre o corante, que se encontra em cada uma das lâminas.</li><li>Cobrir as 3 preparações com uma lamela e observar ao microscópio </li></ol><div><br></div><ul><li>Conclusão</li></ul><div>Os corantes desempenham cada um a sua função, ajudando no auxílio da observação de alguns constituintes celulares. O azul de metileno realça o núcleo, o vermelho neutro os vacúolos e a água iodada o núcleo, a parede e a membrana celulares.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 03:12:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Observação das células animais</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/346738101</link>
         <description><![CDATA[<div>Numa segunda parte da atividade prática, observamos células do epitélio lingual, mas desta vez utilizando apenas o corante azul de metileno.<br><br></div><ul><li>Procedimento:</li></ul><ol><li>Colocar uma gota de azul de metileno numa lâmina;</li><li>Com um palito, raspar levemente a superfície da língua, colocando o produto obtido sobre a gota de corante;</li><li>Cobrir a preparação com uma lamela e observar ao microscópio, fotografando os resultados;</li></ol><div><br>Conclusão<br>Como as células animais não têm parede celular nem vacúolos de grandes dimensões, usamos apenas o corante azul de metileno para observar o núcleo.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-03-30 03:41:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conclusão</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/346738662</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta atividade prática, para além de me proporcionar um melhor manuseamento do microscópio ótico composto, ajudou-me também a conhecer melhor as diferenças entre as células eucarióticas animais e vegetais. Ainda aprendi algumas caraterísticas da imagem ao microscópio, como por exemplo, é ampliada, invertida, virtual e que quanto maior for a ampliação maior é o detalhe mas menor é a área observada.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-03-30 03:51:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Focagem fios de cabelo</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/346782106</link>
         <description><![CDATA[<div>A= 40x10= 400x</div>]]></description>
         <enclosure url="https://scontent.flis5-1.fna.fbcdn.net/v/t1.15752-9/55802400_385900022258726_4604440425778905088_n.jpg?_nc_cat=108&amp;_nc_ht=scontent.flis5-1.fna&amp;oh=b09e1390e90886da1036244673f02c0d&amp;oe=5D424EDF" />
         <pubDate>2019-03-30 14:32:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/346782335</link>
         <description><![CDATA[<div>A= 10x10= 100x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 14:35:16 UTC</pubDate>
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         <title>Vermelho-neutro</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/346782942</link>
         <description><![CDATA[<div>A= 10x10= 100x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 14:41:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vermelho-neutro</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/346782981</link>
         <description><![CDATA[<div>A= 40x10= 400x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 14:42:08 UTC</pubDate>
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         <title>Água iodada</title>
         <author>Rodrigo03</author>
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         <description><![CDATA[<div>A= 10x10= 100x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 14:58:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Azul de metileno</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/346784607</link>
         <description><![CDATA[<div>A= 4x10= 40x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 14:59:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Água Iodade</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/346784694</link>
         <description><![CDATA[<div>A= 40x10= 400x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 15:00:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Azul de metileno</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/346784810</link>
         <description><![CDATA[<div>A= 40x10= 400x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 15:01:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Observação das células animais (epitélio lingual)</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/346787268</link>
         <description><![CDATA[<div>A= 40x10= 400x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 15:26:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Observação das células animais (epitélio lingual)</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/346787273</link>
         <description><![CDATA[<div>A= 4x10= 40x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 15:26:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Osmose em células da camélia</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/346793761</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><ul><li><strong> Material</strong></li></ul><div><br></div><ul><li>Microscópio Ótico</li><li>Lâminas e lamelas</li><li>Pinça</li><li>Marcador</li><li>Conta-Gotas</li><li>Água destilada</li><li>Solução de cloreto de sódio a 12%</li><li>Pétalas vermelhas de camélia;</li></ul><div><br></div><ul><li><strong>  Procedimento</strong></li></ul><div><strong><br></strong>1. Com o auxílio da pinça, retirar dois fragmentos da epiderme superior das pétalas;<br><br>2. Com o marcador, assinalar<br>as letras A e B em duas lâminas distintas<br><br>3. Na lâmina A, colocar um dos fragmentos da epiderme da pétala sobre uma gota de água destilada e cobrir com uma lamela;<br><br>4. Na lâmina B, colocar o outro fragmento de epiderme sbre uma gota da solução aquosa de cloreto de sódio e cobrir com uma lamela;<br><br><br>5. Com o conta gotas, colocar uma gota de água destilada num dos bordos <br>5. Observar as duas preparações ao microscópio e desenhar as observações que fizemos;<br><br></div><ul><li> <strong>Conclusão</strong></li></ul><div><br>Após a realização desta atividade experimental, verifiquei que houve diferenças no vacúolo das células das pétalas das lâminas A e B. Na lâmina A, onde a pétala esteve em contacto com água destilada, meio hipotónico, o vacúolo das células tinham o vermelho pouco concentrado e possuía grandes dimensões. Pode-se concluir, que através do processo de osmose, a água entra para o meio intracelular, fazendo com que o vacúolo aumente de tamanho e com que o vermelho ficasse menos concentrado. Nesta situação, a célula ficou em estado de turgescência, devido à menor concentração de pigmentos<br>Quanto à lâmina B, onde a pétala esteve em contacto com água salgada, meio hipertónico (grande concentração de soluto), o vacúolo das células diminui de tamanho e fica com uma cor mais intensa. Com este resultado, pude concluir que a água moveu-se do meio intracelular para o meio extracelular por osmose, o que fez com que o vacúolo diminuísse de tamanho e os pigmentos se concentrassem, ficando com uma cor mais intensa. Neste caso pode-se afirmar que a célula ficou em estado de plasmólise.<br><br></div><ul><li> Reflexão</li></ul><div><br>Esta experiência ajudou-me a perceber melhor o que é processo de osmose e como tudo se processa. Permitiu-me também perceber melhor os estados de plasmólise e de turgescência das células. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 16:31:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Célula em estado de turgescência</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/346799201</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta imagem podemos ver a preparação A, onde a pétala da camélia se encontra em contacto com a água destilada. Aqui podemos ver os vacúolos muito dilatados e com uma cor pouco intensa.<br><br>A= 40x10= 400x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 17:20:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Célula em estado de plamólise</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/346799302</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta imagem vemos a preparação B, onde a pétala da camélia se encontra em contacto com a solução aquosa de cloreto de sódio. Podemos ver os vacúolos com uma cor intensa e de pequena dimensão.<br><br>A= 40x10= 400x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 17:21:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Introdução</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/346803376</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta atividade laboratorial realizamos uma experiência com pétalas de camélia, na qual pretendíamos ver o que acontecia aos vacúolos das células das pétalas. Estas pétalas foram colocadas em água destilada, com pouca concentração de cloreto de sódio, (meio hipotónico em relação à célula) e em água salgada, com muita concentração de cloreto de sódio, (meio hiperbólico em relação à célula). O objetivo principal desta atividade é perceber como se processa a osmose e entender o que é uma célula plasmolisada e uma célula túrgida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 17:57:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Osmose</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/346804254</link>
         <description><![CDATA[<div>A osmose é o movimento de água, através de difusão simples (fluxo de moléculas a favor do gradiente de concentração, sendo considerada um transporte passivo uma vez que não há gasto de energia) e através de uma membrana semipermeável, de um meio de menor concentração de solutos (hipotónico) para um meio com maior concentração de solutos (hipertónico)<br><br>Na sequência dos movimentos osmóticos, a célula pode:</div><ul><li>perder água (quando o meio extracelular é um meio hipertónico), diminuindo, assim, o seu volume celular. Nessa situação a célula diz-se <strong>plasmolisada ou em estado de plasmólise</strong>;</li><li>ganhar água, aumentando, assim, o seu volume celular e aumentando a pressão sobre a membrana plasmática e parede celular (pressão de turgescência). Neste caso, a célula diz-se <strong>túrgida ou no estado de turgescência</strong>.</li></ul><div><br>No caso, das células animais, a pressão de turgescência pode levar a uma situação limite, à rutura da membrana plasmática – lise celular. As células eucarióticas vegetais, quando colocadas num meio fortemente hipotónico,não entram em lise celular uma vez que a parede celular exerce uma pressão contrária à pressão de turgescência.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 18:06:31 UTC</pubDate>
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         <title>Membrana Celular</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/346805374</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Definição</li></ul><div>A membrana celular delimita a célula, seja procariótica ou eucariótica, constituindo uma barreira seletiva entre o meio intracelular e o meio extracelular. Através da membrana, a célula realiza trocas de matéria e energia com o meio envolvente. A membrana também é sensível a estímulos do meio.<br><br></div><ul><li><strong> Estrutura</strong></li></ul><div>O modelo aceite para a ultraestrutura da membrana plasmática é o Modelo de Mosaico Fluído. Segundo esta conceção, proposta por Singer e Nicholson, em 1972, a membrana é constituída por uma bicamada fosfolípidica, onde se inserem proteínas intrínsecas e proteínas extrínsecas.<br><br></div><ul><li><strong>Comportamento</strong></li></ul><div>A membrana plasmática apresenta permeabilidade seletiva, ou seja, pode facilitar, dificultar ou impedir a passagem de substâncias.<br>Tal fluxo pode ser mediado ou não por moléculas transportadoras.<br><br>Fonte: Caderno de Biologia<br>Imagem: https://www.coladaweb.com/wp-content/uploads/2014/12/20170913-membrana-plasmatica.png</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 18:16:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Conclusão</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/366492572</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Com esta atividade laboratorial foi possível verificar que o ostíolo tem um papel importante ao nível das trocas gasosas da planta e na realização da fotossíntese. Verifiquei que quando o interior das células guarda é hipertónico em relação ao meio envolvente a água entra para o seu interior fazendo com que estas células fiquem turgidas provocando a abertura do ostíolo. Pelo contrário, quando o interior das células guarda é hipotónico em relação ao meio envolvente a água saí do seu interior para se deslocar para as proximidades fazendo com que a pressão de turgescência diminua o que provoca o fecho dos estomas.</div><div>Com esta atividade, podemos também observar que a parte inferior da folha possui mais estomas que a parte inferior, uma vez que estão mais protegidos de fatores climatéricos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-08 15:04:25 UTC</pubDate>
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         <title>Os estomas</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/366493205</link>
         <description><![CDATA[<div>Os estomas são pequenas aberturas ou poros localizados na epiderme da maioria dos órgãos aéreos das plantas, sendo mais abundantes nas folhas<br>O estoma funciona como via principal para as trocas gasosas.<br>O movimento de abertura e fecho do estoma é regulado ao nível das células-guarda. Variações na pressão de turgescência destas células, devidas ao movimento osmótico da água e ao fluxo de iões, determinam a abertura ou fecho dos estomas. Quando a turgescência das células-guarda aumenta, o estoma abre, e quando a turgescência destas células diminui, ocorre o movimento de fecho do estoma. Ou seja, o<strong> estoma fecha</strong> quando há saída de água do interior das células guarda para o meio envolvente devido a este ser hipertónico em relação ao meio interior. Por outro lado, o<strong> estoma abre</strong> quando há entrada de água para o interior das células guarda devido a concentração de sais ser maior no seu interior, assim o meio interior é hipertónico em relação ao meio envolvente.<br><br>Imagem: http://www.colegiovascodagama.pt/ciencias3c/decimo/images/est.png<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.colegiovascodagama.pt/ciencias3c/decimo/images/est.png" />
         <pubDate>2019-06-08 15:13:17 UTC</pubDate>
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         <title>Introdução</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/366493428</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta atividade laboratorial, realizamos uma experiência com folhas de uma planta, cujo objetivo era observar os estomas de uma folha, como são constituídos e como reagem face às diferenças de concentração de sais no meio envolvente, bem como a influência da luz na abertura e fecho dos estomas.<br>Agora que a introdução está feita, vamos recriar a experiência, apresentando algumas imagens por nós observadas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-08 15:16:06 UTC</pubDate>
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         <title>Fatores abióticos</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/366494081</link>
         <description><![CDATA[<div>Alguns fatores que influenciam a abertura ou fecho dos estomas são:</div><div><strong><mark>Temperatura do ar</mark></strong> – Quanto mais elevada for a temperatura, mais rápida é a evaporação da água nas células-guarda, pelo que mais rápida é a entrada de água novamente para estas células, o que provoca a sua turgescência e, consequentemente, a abertura dos estomas.<br><br></div><div><strong><mark>Quantidade de água disponível no solo</mark></strong> – Quanto mais água existir no solo, maior será a sua absorção e por isso maior será a transpiração. Se a quantidade de água no solo for reduzida, a sua absorção também será reduzida, pelo que não será transportada água até às folhas, o que provocará o fecho dos estomas, pois as células-guarda ficarão hipertónicas. <br><br></div><div><strong><mark>Humidade do ar</mark></strong> – Quanto menor for a humidade do ar, maior será a transpiração, pois mantém-se um gradiente de concentração entre o ar atmosférico e a folha. A água passa continuamente para as células-guarda, que ficam túrgidas, provocando a abertura do estoma.<br><br></div><div><strong><mark>Vento</mark></strong><strong> </strong>– O vento, fraco e moderado, arrasta as partículas de água resultantes da transpiração, baixando a humidade junto das células-guarda, mantendo deste modo um gradiente de concentração entre as folhas e a atmosfera. A água sai novamente das células, é novamente arrastada pelo vento, aumentando a transpiração da planta. Se o vento é muito forte, pelo contrário, a transpiração diminui, pois ocorre o fecho dos estomas devido a uma excessiva perda de água.</div><div><br></div><div><strong><mark>Concentração de dióxido de carbono</mark></strong> – quanto maior o teor de dióxido de carbono menos a planta transpira, pois ocorre a formação de ácido carbónico que vai inativar a fosforilase através do seu pH ácido. Acumula-se amido que faz as células-guarda entrar em turgescência, o que lhe provoca a saída de água e assim a sua plasmólise, fechando o estoma.<br><br></div><div><strong><mark>Luz</mark></strong> – Se existir luz ocorre fotossíntese, que vai consumir dióxido de carbono, pelo que a sua concentração nas células-guarda baixa, não se formando ácido carbónico, o que permite a ativação da enzima fosforilase, que ao transformar o amido em glicose vai aumentar a concentração do meio. Entra água para estas células provocando-lhes a turgescência, abrindo o estoma e, deste modo, aumentando a taxa de transpiração.<br><br>Imagem: https://image.slidesharecdn.com/aberturaestomas-131213103314-phpapp02/95/abertura-dos-estomas-2-638.jpg?cb=1386930830<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-08 15:23:47 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Difereça da quantidade de estomas</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/366494770</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Numa folha de uma planta, encontramos uma maior quantidade de estomas na página inferior da folha do que na superior, isto porque, a página superior da folha está mais exposta a fatores climatéricos, como o calor, o vento, a humidade, a chuva... Ao ter mais estomas na página inferior, o controlo das trocas gasosas e da transpiração pelos estomas é facilitado. Além disso a distribuição dos estomas na folha não é homogénea pelo que se restringirmos a contagem apenas a uma área, essa pode não traduzir o número médio real de estomas. Quanto maior o número de estomas, maior a taxa de transpiração.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-08 15:32:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Atividade laboratorial</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/366495541</link>
         <description><![CDATA[<div>A parte teórica está concluída. Agora vamos prosseguir para a recriação da experiência. O principal objetico desta atividade, como ja referi, é observar a abertura e fecho dos estomas com influência de alguns fatores abióticos, bem como conhecer a sua estrutura e a quantidade de estomas na parte superior e inferior da folha.<br><br><mark>Material:</mark></div><ul><li>Folhas verdes de uma planta</li><li>Pinça;</li><li>Bisturi;</li><li>Conta-gotas;</li><li>Lâminas;</li><li>Lamelas;</li><li>Papel de filtro;</li><li>Água destilada </li><li>Solução de cloreto de sódio a 12% </li><li>Solução de Ringer (ou soro fisiológico);</li><li>Microscópio ótico;</li><li>Candeeiro de mesa;</li></ul><div><br><mark> Procedimento experimental:</mark><br>1. Coloque duas folhas de Tradescantia debaixo da luz direta de um candeeiro durante alguns minutos (evitar uma exposição prolongada ao calor). <br><br>2. Coloque outras duas folhas de Tradescantia no escuro pelo menos durante 30 minutos. <br><br>3. Faça, com um bisturi, um golpe na epiderme inferior de uma folha que esteve exposta à luz. <br><br>4. A partir deste golpe destaque, com uma pinça, uma película de espessura reduzida da epiderme da folha.<br><br> 5. Coloque a película sobre uma lâmina com uma gota de solução de Ringer ou soro fisiológico, de tal forma que a epiderme fique completamente distendida. <br><br>6. Cubra a preparação com uma lamela. <br><br>7. Observe a preparação ao microscópio, usando uma ocular de 10x e a objetiva de 10x. <br><br>8. Desenhe e legende um estoma e algumas células da epiderme circundante. <br><br>9. Conte o número de estomas que se encontram no campo de visão. Repita o procedimento em duas outras áreas da preparação. Registe as observações. <br><br>10. Repita os procedimentos 3. a 9., mas com a epiderme superior da folha. <br><br>11. Repita os procedimentos 3. a 8., utilizando uma folha que esteve às escuras. <br><br>12. Repita os procedimentos 3. a 8., utilizando água destilada como meio de montagem. <br><br>13. Repita os procedimentos 3. a 8., utilizando solução de cloreto de sódio como meio de montagem. </div><div><mark><br></mark><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-08 15:42:14 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>Rodrigo03</author>
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         <description><![CDATA[<div>Desenho da estrutura do estoma, da parte inferior da folha,  quando encontrado em água destilada, e na ausência de luz.<br><br>A= 40x10= 400x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-08 16:05:23 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>Rodrigo03</author>
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         <description><![CDATA[<div>Imagem de estomas, da parte inferior da folha, que estiveram em contacto com àgua destilada, na pesença de luz.<br>A= 10x10= 100x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-08 16:09:01 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>Rodrigo03</author>
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         <description><![CDATA[<div>Observação de estomas da parte inferior da folha, que estiveram na escuridão durante algum tempo.<br>A= 10x10= 100</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-08 20:57:02 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/366515774</link>
         <description><![CDATA[<div>Observação de estomas da parte inferior da folha que estiveram em contacto com a água salina, na presença de luz.<br>A= 10x10= 100x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-08 20:58:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/366515847</link>
         <description><![CDATA[<div>Observação de estomas da parte inferior da folha, que esteve em contacto com água destilada, na presença de luz.<br>A= 10x10= 100x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-08 21:00:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>Rodrigo03</author>
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         <description><![CDATA[<div>Observação de estomas da parte inferior da folha, em água destilada, que estiveram em contacto com a luz.<br>A= 4x10= 40x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 12:35:18 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>Rodrigo03</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 12:42:21 UTC</pubDate>
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         <title>Vídeo sobre os estomas</title>
         <author>Rodrigo03</author>
         <link>https://padlet.com/Rodrigo03/Rodrigovski/wish/366554202</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=mXKVu_-RiqY" />
         <pubDate>2019-06-09 12:42:27 UTC</pubDate>
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