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      <title>Dia 1 Project Zero e MIT Media Lab by Claudia Aratangy</title>
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      <description>Quais as reflexões, ideias, inquietações, insights e perguntas que as atividades de hoje provocaram? O que mais chamou a atenção?</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-04-29 21:16:10 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-03-19 12:17:26 UTC</lastBuildDate>
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         <description><![CDATA[<div>Sobre o tempo:gostaria de partilhar e um elemento q  me  chamou atenção  nas escolas que vimos. Trata-se do respeito do tempo dos alunos. Na Córdova o tempo de brincar, o tempo de cada um nas atividades que presenciamos Na Acera se falou da flexibilidade do tempo, das atividades que avançam o tempo previsto quando os alunos estão engajados e entretidos. No tempo para os projetos pessoais. Na Beaver há os tempos para trabalho, o encontro além das aulas    , o tempo de trabalhar nos projetos, encontrar, definir o tempo e o que se vai estudar em cada periodo. Vi no tempo deles o tempo que nos falta no cotidiano, regrado por tempos de 45, 50, 90 minutos cronometrados.<br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2019-05-02 02:39:41 UTC</pubDate>
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         <title>Entre a metodologia e o projeto curricular</title>
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         <description><![CDATA[<div>Quando estivemos na Córdova, embora a escola tenha me parecido muito agradável e adequada à faixa etária, com equipe apaixonada e comprometida, me tocou a ideia de currículo emergente. Creio que demoramos tempo demais para entender a educação infantil como parte da educação básica para estruturarmos toda uma escola baseada nesta ideia. Discordo dela com intensidade. Isso nao quer dizer que a personalização das aprendizagens não seja importante e que a voz e escolha dos alunos não devam estar presentes. Neste sentido, vi na Beaver um modelo curricular mais consistente em que a escolha, a voz, o desejo são valorizados dentro de um currículo estruturado e potente. Acho importante discernir entre enfoque metodológico e currículo, no meu entendimento, um é apenas parte do outro. Sonia Barreira</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-02 11:02:24 UTC</pubDate>
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         <title>Flexibilidade e escolha</title>
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         <description><![CDATA[<div>Uma das questões que mais me chamou  a atenção na maioria das escolas que visitamos foi a flexibilidade do espaço,  a flexibilidade das atividades  (muito menos guiadas mas com qualidade e com uma diversidade de uso de recursos e formatos que permitem com que os alunos façam escolhas verdadeiramente significativas) e a disponibilidade dos professores para flexibilizar o currículo e saber que os alunos  vão  dar conta de se apropriar das competências necessárias para aquela faixa etária. <br>Vimos muitos alunos engajados que transmitiam uma apropriação incrível  das suas producões (autorregulação)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-02 11:24:36 UTC</pubDate>
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         <title>Ser estudante</title>
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         <description><![CDATA[<div>Ao longo da viagem, estamos sendo colocados em diversas situações em que nós, professores lá no Brasil, nos tornamos alunos. Nesses momentos, o que nos salta aos olhos? O que nos faz ter vontade de explorar, entender, nos aprofundar? Ontem, na visita ao Museum of Fine Arts, experienciamos o VTS. Situações de exploração e fruição da Arte que, como discutimos no pequeno grupo, podem ser realizadas em diferentes contextos, pois buscamos e construímos pela observação, pela imaginação e argumentação dos alunos... </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-02 11:35:08 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Me chamou muita atenção o percurso que os alunos podem escolher para trilhar, na Beaver. <br><br>Além disso, nessa mesma escola, me pareceu bastante claro que os alunos estudam com profundidade todos os assuntos a que se propõe ou aos quais são sugeridos pelos professores. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-02 12:47:52 UTC</pubDate>
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         <title>Estar no lugar dos alunos: como é aprender todos os dias?</title>
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         <link>https://padlet.com/claudia_aratangy/qxz0o0g62vba/wish/356402729</link>
         <description><![CDATA[<div>Esse é um ponto que me chamou muita atenção para repensarmos o uso do tempo na formação de professores, num duplo sentido, ou seja como fazer valer a homologia dos processos com mais vigor, frequência e problematização? Como viver a situação de aprender como os alunos. <br>Ontem, quarta, tivemos no MFA, e as oficinas envolveram propostas muito conectadas com o que ouvimos no PZ. Para além de uma metodologia de perguntas potentes para apreciação em arte, tivemos que selecionar nos trechos de textos de apresentação de obras quais as informações entendemos ser aquelas mais instigantes e de curiosidade para nossos alunos, não pelo viés adulto do que nos parece essencial que aprendam, mas o que daquelas informações pode representar um gancho ao conteúdo muito mais favorável ao aprendizado, e também tivemos que pensar QUAL pergunta, ou quais perguntas são suficientemente abertas para todos se sintam capazes de entrar no jogo do aprender. E não foi fácil e nem simples, pois muitas vezes nos perdemos em exercitar planos de aula, objetivos de aprendizagem para tal ou qual conteúdo, mas deixamos de ver o objeto de conhecimento pelas lentes das crianças e jovens, e muito menos exercitar a elaboração das melhores perguntas possíveis para que a maior parte deles se vincule intelectualmente na situação proposta.<br>Fernanda</div>]]></description>
         <pubDate>2019-05-02 20:57:39 UTC</pubDate>
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