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      <title>Modernismo 1ª Fase - Brasil (1922-1930) e Portugal (1914-1918) by Nicoli Keise</title>
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      <description>Contexto sociocultural, questões do Enem (comentadas), principais características, autores e obras de poetas da 1ª fase do Modernismo no Brasil e em Portugal.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-08-02 16:34:18 UTC</pubDate>
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         <title>CONTEXTO SOCIOCULTURAL</title>
         <author>nicolikeise32</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>A Semana de Arte Moderna, em 1922, é</div><div>considerada o marco inicial do Modernismo no Brasil. Também surgiu num momento de insatisfação política em decorrência do aumento da inflação, a qual fazia aumentar a crise e propulsionava greves e protestos.</div><div>A Primeira Guerra Mundial (1914-1918) também trouxe reflexos para a sociedade brasileira.</div><div>Assim, numa tentativa de reestruturar o país politicamente, também o campo das artes, estimulado pelas Vanguardas Europeias, encontra a motivação para romper com o tradicionalismo, sendo a “Semana” a fronteira que marca a tentativa de mudança artística.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-05 13:45:09 UTC</pubDate>
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         <title>1ª FASE MODERNISTA</title>
         <author>nicolikeise32</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Com a Semana de Arte Moderna em 1922 tem início a Primeira Fase do Modernismo, que também é chamada de Fase Heróica. Pode-se caracterizar tal fase por um maior compromisso dos artistas com a renovação estética inspiradas nas vanguardas europeias  como o cubismo, o futurismo, o surrealismo e outros. A linguagem literária tenta romper com o tradicional, sendo algumas dessas mudanças: a liberdade formal, a valorização do cotidiano, reescritura de textos do passado, etc. É também importante ressaltar que foi durante este período que surgiram os grupos de movimento modernista, entre eles o Pau-Brasil, Antropófago e Verde-Amarelismo, por exemplo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-05 14:14:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nicolikeise32</author>
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         <pubDate>2017-08-05 15:01:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nicolikeise32</author>
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         <pubDate>2017-08-05 16:15:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nicolikeise32</author>
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         <pubDate>2017-08-08 23:18:02 UTC</pubDate>
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         <title>MÁRIO DE  ANDRADE</title>
         <author>nicolikeise32</author>
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         <description><![CDATA[<div><br> Suas características são o verso livre, o neologismo e a fragmentação. Também é encontrada em suas obras, o modo de falar do sertão, as lendas e costumes regionais, além das danças populares.</div><div>Sua principal obra é "Macunaíma".<br><br><strong>Trecho:<br></strong><em>“Já na meninice fez coisas de sarapantar. De primeiro passou mais de seis anos não falando. Si o incitavam a falar exclamava: – Ai! Que preguiça!... e não dizia mais nada. Ficava no canto da maloca, trepado no jirau de paxiúba, espiando o trabalho dos outros (...)”</em> <br><br>No trecho podemos notar a oralidade da escrita. A palavra “se” é grafada com o som da fala “si” do português brasileiro. E também fica claro na exclamação do herói um dos traços que melhor o caracterizam: sua indolência. </div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-08 23:21:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nicolikeise32</author>
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         <pubDate>2017-08-08 23:37:33 UTC</pubDate>
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         <title>OSWALD DE ANDRADE</title>
         <author>nicolikeise32</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>São características de suas obras o deboche, a ironia e a crítica aos meios acadêmicos e à burguesia. Defensor da valorização das origens e do passado do País.</div><div>Sua principal obra poética é "Os condenados".<br><br><strong>Trecho: <br></strong><em>“Carlos Bairão pensava que a morte era um triunfo: a repudiada de ontem, a só, a rapariga, ia ali tirada pelo trote possante de quatro cavalos, e todos instintivamente se descobriam.”</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-08 23:49:51 UTC</pubDate>
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         <title>MANUEL BANDEIRA</title>
         <author>nicolikeise32</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>A poesia de Bandeira é recheada de lirismo poético e liberdade. É adepto do verso livre, da língua coloquial, da irreverência e da liberdade criadora. Seus versos são cheios de construção e significado.<br>Sua principal obra poética é "A Cinza das Horas". Ele é marcado pelo tom fúnebre, e traz poemas parnasiano-simbolistas. São poesias compostas durante o período de sua doença. Do ano em que o poeta adoece até 1917, quando publica-o, é que se daria a etapa decisiva e a inusitada gestação de um dos maiores escritores da língua portuguesa.</div><div>Segundo ele próprio, Manuel Bandeira, quando publica esse livro não tinha a intenção de começar carreira literária: "desejava apenas dar-me a ilusão de não viver inteiramente ocioso". O eu-lírico vivencia o ato de morrer à medida que (des)escreve sua agonia em seus versos que são seu sangue.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-08 23:56:09 UTC</pubDate>
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         <title>ANCÂNTARA MACHADO</title>
         <author>nicolikeise32</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Entre as principais características encontradas nas obras de Alcântara Machado, destacam-se o dinamismo de seus contos, a forma objetiva e direta de narrar, a utilização da linguagem jornalística e o uso de jargões, gírias e maneirismos populares dos imigrantes italianos.<br>Suas principal obra foi :“Brás, Bexiga e Barra Funda.” Os 11 contos que compõem a obra nasceram da experiência do autor como jornalista e, portanto, apresentam o sabor da notícia. Como cenário, tem três bairros paulistanos, nítida ambientação ítalo-brasileira. O autor defende a tese de que alguns imigrantes, principalmente o italiano, trazem em si a alegria, o canto e a movimentação. Ao pisarem o solo brasileiro, carregam a força do trabalho e a vontade de se saírem bem na nova terra. Ao se adaptarem, misturam-se de forma espontânea, a ponto de se confundirem com a paisagem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-09 00:18:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nicolikeise32</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-08-09 00:34:06 UTC</pubDate>
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         <title>CONTEXTO SOCIOCULTURAL</title>
         <author>nicolikeise32</author>
         <link>https://padlet.com/nicolikeise32/qxoo76t4ybsw/wish/180481057</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Seu início ocorreu num momento em que o panorama mundial estava muito conturbado. Além da Revolução Russa de<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_Russa_de_1917"> </a>1917, no ano de 1914 eclodiu a Primeira Guerra Mundial. Em Portugal este período foi difícil porque, com a guerra, estavam em jogo as colônias africanas que eram cobiçadas pelas grandes potências desde o final do século XIX. Além disto, em 1911, foi eleito o primeiro presidente da República.</div><div>O marco inicial do modernismo português foi a publicação da revista Orpheu, em 1915, influenciada pelas grandes correntes estéticas europeias, como o Futurismo, o Expressionismo. A sociedade portuguesa vivia uma situação de crise aguda e de desagregação de valores.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-09 13:48:02 UTC</pubDate>
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         <title>1ª FASE MODERNISTA</title>
         <author>nicolikeise32</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>A primeira fase do modernismo em Portugal ficou conhecida como <strong>Orfismo. </strong>Teve início em 1915 e reuniu importantes nomes da literatura portuguesa,  e o brasileiro Ronald de Carvalho, responsável pela publicação no Brasil. Cansados do panorama cultural português, o qual consideravam pouco trabalhado, os jovens escritores romperam com a literatura de orientação simbolista e histórica ao proporem uma nova literatura, capaz de olhar e retratar o homem, seu espanto de existir e o futuro. Tal qual os primeiros modernistas do Brasil, os orfistas tinham como intenção chocar a burguesia acostumada ao cânone literário, inspirando-se nas modernas vanguardas europeias surgidas no início do século XX.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-09 13:49:20 UTC</pubDate>
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         <title>QUESTÃO COMENTADA-ENEM 2016, 2ª APLICAÇÃO</title>
         <author>nicolikeise32</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>O bonde abre a viagem,<br>No banco ninguém,<br>Estou só, stou sem. <br>Depois sobe um homem,<br>No banco sentou,<br>Companheiro vou.<br>O bonde está cheio,<br>De novo porém<br>Não sou mais ninguém.<br><br></div><div>ANDRADE, M, Poesias completas. Belo Horizonte: Wa Rica, 1993.<br><br></div><div>O desenvolvimento das grandes cidades e a consequente concentração populacional nos centros urbanos geraram mudanças importantes no comportamento dos indivíduos em sociedade. No poema de Mário de Andrade, publicado na década de 1940, a vida na metrópole aparece representada pela contraposição entre<br><br></div><div>a) solidão e a multidão.<br>b) a carência e a satisfação.<br>c) a mobilidade e a lentidão.<br>d) a amizade e a indiferença.<br>e) a mudança e a estagnação. <br><br></div><div><a href="http://nossoexercicio.pet-ufvjm.org/exid/2884#2884">Resolução</a>: A oposição entre solidão e multidão fica explicitada nos versos “Estou só” e “O bonde está cheio”. A ideia de multidão como perda da individualização aparece no último verso “Não sou mais ninguém."<br><br><strong>Resposta: A</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-23 16:27:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nicolikeise32</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-09-06 00:31:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nicolikeise32</author>
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         <pubDate>2017-09-06 00:41:43 UTC</pubDate>
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         <title>Fernando Pessoa</title>
         <author>nicolikeise32</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Suas obras são caracterizadas pela busca da despersonalização e da fragmentação do eu do poeta em múltiplas personalidades, o que possibilita a criação de um universo literário em que sinceridade e fingimento são discutidos de maneira rica, densa e intrigante. Para compreendê-lo é fundamental conhecer a produção de seus heterônimos: Alberto Caeiro, Ricardo Reis e Álvaro de Campos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-06 00:50:28 UTC</pubDate>
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         <title>Mário de Sá Carneiro</title>
         <author>nicolikeise32</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Por influência de Fernando Pessoa, aderiu a correntes de vanguarda, como o interseccionismo<strong> </strong>e o futurismo. Em seus poemas transbordam a melancolia, o narcisismo, a frustração e o sentimento de abandono. Sua principal obra foi "<em>Confissão de Lúcio"</em>, que reflete um abismo difícil de transpor entre o mundo do que é real e a idealidade.</div><div>Na verdade, o autor/narrador e personagem, demonstrando uma apetência compulsiva para se ultrapassar a si próprio como "pessoa social e existencial", pretende atingir um mundo utópico e fantástico.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-06 01:11:31 UTC</pubDate>
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         <title>Almada Negreiro</title>
         <author>nicolikeise32</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Essencialmente autodidata, a sua precocidade levou-o a dedicar-se desde muito jovem ao desenho de humor. Almada teve um papel particularmente ativo na primeira vanguarda modernista, com importante contribuição para a dinâmica do grupo ligado à <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Revista_Orpheu">Revista Orpheu</a>, sendo a sua ação determinante para que essa publicação não se restringisse à área das letras. Aguerrido, polémico, assumiu um papel central na dinâmica do futurismo em Portugal: "<em>Se à introversão de Fernando Pessoa se deve o heroísmo da realização solitária da grande obra que hoje se reconhece, ao ativismo de Almada deve-se a vibração espetacular do «futurismo» português e doutras oportunas intervenções públicas, em que era preciso dar a cara.</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-06 01:51:34 UTC</pubDate>
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         <title>Questão Enem- Edição 2004</title>
         <author>nicolikeise32</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><strong><br>(Enem 2004)</strong></div><div><br><figure class="attachment attachment--preview"><img src="http://www.mundoeducacao.com/upload/conteudo/tirinha-do-hagar.jpg" width="520" height="188"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure>A tirinha acima estabelece uma interessante relação dialógica com o poema de Fernando Pessoa, <em>Eu sou do tamanho do que vejo</em></div><div><em>Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver no Universo...</em></div><div><em>Por isso minha aldeia é grande como outra qualquer</em></div><div><em>Porque sou do tamanho do que vejo</em></div><div><em>E não do tamanho da minha altura...</em></div><div><strong><em><br>(Alberto Caeiro)</em></strong></div><div><br>A tira <em>Hagar</em> e o poema de Alberto Caeiro (um dos heterônimos de Fernando Pessoa) expressam, com linguagens diferentes, uma mesma ideia: a de que a compreensão que temos do mundo é condicionada, essencialmente,<br><br></div><div>a) pelo alcance de cada cultura.</div><div>b) pela capacidade visual do observador.</div><div>c) pelo senso de humor de cada um.</div><div>d) pela idade do observador.</div><div>e) pela altura do ponto de observação.<br><br><strong>Resolução: </strong>Alternativa <strong>“a”.</strong> Na tirinha, Hagar satiriza a crença do filho de que o mundo é redondo, já que, para Hagar, a realidade imediata (representada pela imagem do segundo quadrinho) sugeriria justamente o contrário. No fragmento de Caeiro, o eu lírico defende que ele é do tamanho do que vê, o que é uma maneira de mostrar que a interpretação da realidade depende dos valores de cada um. Os textos expressam a ideia de que a compreensão do mundo é condicionada, essencialmente, pelo alcance de cada cultura.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-06 02:34:25 UTC</pubDate>
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