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      <title>Meu padlet épico by ERIKA SANTOS COSTA KARAJA</title>
      <link>https://padlet.com/erikakaraja1/qxl5wcaf1j6y2whs</link>
      <description>Criado com amor</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-06-19 17:44:31 UTC</pubDate>
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         <title>Conceituando aprendizagem</title>
         <author>erikakaraja1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Segundo o dicionário de filosofia Nicola Abbagnano (2007, p. 75), o termo&nbsp; aprendizado ou aprendizagem significa “aquisição de uma técnica qualquer,&nbsp; simbólica, emotiva ou de comportamento, ou seja, mudança nas respostas de um organismo ao ambiente, que melhore tais respostas com vistas à conservação e ao desenvolvimento do próprio organismo.”<br>Vygotsky defende que aprender exige que o ser humano relacione processos psi-<br>cológicos com aspectos culturais, históricos e instrumentais, destacando o papel&nbsp;<br>fundamental da linguagem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-19 18:12:12 UTC</pubDate>
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         <title>Características da aprendizagem</title>
         <author>erikakaraja1</author>
         <link>https://padlet.com/erikakaraja1/qxl5wcaf1j6y2whs/wish/1615634757</link>
         <description><![CDATA[<div>Campos (2014) apresenta algumas características da aprendizagem, resultantes da contribuição das diferentes teorias. Veja no Quadro 5:<br>Quadro 5 – Características da aprendizagem<br><br><mark>1. Processo dinâmico: a aprendizagem envolve a participação ativa do indivíduo.<br>2. Processo contínuo: a aprendizagem está presente desde o nascimento até o fecha-<br>mento de nosso ciclo vital. Aprendemos de maneiras diferentes, de acordo com nossa <br>faixa etária, nível de desenvolvimento, contexto em que estamos inseridos, sejam estes <br>formais ou informais.<br>3. Processo global: por provocar mudanças no comportamento, o processo de apren-<br>dizagem requer a participação total do indivíduo, em seus aspectos físicos, intelectuais, <br>emocionais e sociais. O desenvolvimento humano ocorre de maneira global, em que <br>todos os aspectos que o constituem evoluem gradativa e concomitantemente, necessi-<br>tando um completo envolvimento do indivíduo no ato de aprender.<br>4. Processo pessoal: a aprendizagem é uma experiência individual, ninguém pode <br>aprender por nós, tampouco podemos aprender por outrem. Cada indivíduo tem uma <br>maneira de aprender e um ritmo de aprendizagem, o que lhe confere um caráter pessoal <br>e intrasferível.<br>5. Processo gradativo: a aprendizagem se desenvolve de modo gradativo, em que as ope-<br>rações realizadas vão se tornando cada vez mais complexas. Uma nova aprendizagem <br>sempre agrega elementos às aprendizagens anteriores, aumentando sua complexidade.<br>6. Processo cumulativo: as aprendizagens somam-se umas às outras de modo que va-<br>mos acumulando experiências. O acúmulo de experiências provoca a organização de <br>novos padrões de comportamento que, quando incorporados pelo indivíduo, geram <br>mudanças no seu próprio repertório comportamental. Quanto mais experiências são vivenciadas, maiores são as possibilidades de aprender.</mark><br><strong>Fonte: Adaptado de CAMPOS (2014).<br></strong>Sobre o estilo de aprendizagem o destaque a desenvolvida por Fernald e Keller e Orton-Gilingham, que propõe o modelo <strong>VAC (VISUAL, AUDITIVO e CINESTÉSICO).</strong> Este modelo é baseado nos sentidos e compreende três estilos:<br>• <strong>Estilo visual:</strong> o indivíduo tem inclinação ao aprendizado utilizando estímu-<br>los visuais, estabelece relações entre ideias e conceitos a partir de imagens. O uso <br>de fotos, vídeos, demonstrações e outros recursos visuais é indicado. A observa-<br>ção e a leitura podem ser métodos de estudo interessantes para estes estudantes.<br>• <strong>Estilo Auditivo: </strong>o indivíduo tem inclinação ao aprendizado utilizando es-<br>tímulos auditivos, estabelece relações entre ideias e conceitos a partir de sons, <br>especialmente da linguagem falada. O estudo deve priorizar o ouvir e o falar. O <br>aluno pode ler em voz alta, utilizar recursos audiovisuais. Em sala de aula a expli-<br>cação do professor é de grande importância<br>• <strong>Estilo Cinestésico:</strong> o indivíduo tem inclinação ao aprendizado por meio dos&nbsp;<br>movimentos corporais. O uso de experiências que envolvem tocar, sentir e explo-<br>rar é de grande relevância. Indica-se o uso de atividades práticas, pois o tocar e o&nbsp;<br>fazer são importantes para estes alunos.<br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-06-19 18:32:57 UTC</pubDate>
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         <title>Dimensões do processo de aprendizagem</title>
         <author>erikakaraja1</author>
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         <description><![CDATA[<div>De acordo com Paín, a aprendizagem não constitui uma estrutura, mas um <br>lugar de articulação de esquemas. Não ocorre de modo isolado, é abrangente por <br>envolver “um momento histórico, um organismo, uma etapa genética da inteligência e um sujeito associado a outras estruturas teóricas”, que constituem material de estudo do “materialismo histórico, à teoria piagetiana da inteligência e à <br>teoria psicanalítica de Freud” (PAÍN, 1985, pág. 15). Assim, a autora apresenta quatro dimensões que envolvem os processos de aprendizagem,<br>dimensão biológica – é o organismo, suas especificidades e a possibilidade <br>de aprendizagem e construção de esquemas de ação sobre o mundo, bem como <br>instrumentalidade para agir sobre ele; <br><strong>• A dimensão cognitiva </strong>– a partir de uma estrutura orgânica inicial o sujeito <br>constrói conhecimento, refere-se mais às construções da própria pessoa; <br><strong>• A dimensão social </strong>– é<strong> </strong>composta pelo par ensino/aprendizagem em contextos <br>específicos para cada sujeito, compreendendo todos os comportamentos destina-<br>dos à transmissão cultural; <br><strong>• A dimensão de aprendizagem como função do eu</strong> – que trata da constituição do sujeito (PAÍN, 1985).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-19 18:46:40 UTC</pubDate>
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         <title>Fatores que interferem no processo de aprendizagem</title>
         <author>erikakaraja1</author>
         <link>https://padlet.com/erikakaraja1/qxl5wcaf1j6y2whs/wish/1615647913</link>
         <description><![CDATA[<div>A respeito disso, Paín (1985) entende que a aprendizagem está relacionada a<strong>&nbsp; quatro fatores (orgânicos, específicos, psicógenos e ambientais</strong>), a partir dos quais pode-se compreender os problemas de aprendizagem.<br><strong>&nbsp;Fatores orgânicos: </strong>&nbsp;Referem-se ao funcionamento dos órgãos dos sentidos e do Sistema Nervoso Central por exemplo: lesões neurológicas, deficiência auditiva, deficiência visual, po-<br>dem trazer, como consequência, problemas cognitivos com maior ou menor gra-<br>vidade. Apesar de, por si sós, não caracterizarem um problema de aprendizagem, <br>tais problemas podem comprometer a aprendizagem.<br><strong>&nbsp;Fatores específicos: </strong>adequação perceptivo-motora. Um exemplo disso e a Dislexia <br><strong>Fatores psicógenos: </strong>são traumas e conflitos internos.<br><strong>Fatores ambientais:&nbsp; </strong>o ambiente concreto do sujeito, “às possibilidades reais que&nbsp;<br>o meio lhe fornece, à quantidade, à qualidade, à frequência e à abundância dos&nbsp;<br>estímulos que constituem seu campo de aprendizagem habitual” (PAÍN, 1995, p.&nbsp;33).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-19 19:01:40 UTC</pubDate>
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         <title>Teorias  da aprendizagem e suas implicações educacionais</title>
         <author>erikakaraja1</author>
         <link>https://padlet.com/erikakaraja1/qxl5wcaf1j6y2whs/wish/1615648735</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-19 19:03:31 UTC</pubDate>
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         <title>Epistemologia Genética de Jean Piaget (1896 - 1980)</title>
         <author>erikakaraja1</author>
         <link>https://padlet.com/erikakaraja1/qxl5wcaf1j6y2whs/wish/1615652078</link>
         <description><![CDATA[<div>Definida como <strong>Epistemologia Genética,</strong> a teoria de Jean Piaget estuda os mecanismos e processos que conduzem o sujeito de um estado de menor conhecimento para estados de conhecimento mais avançados.Para Piaget, a lógica do desenvolvimento é a <strong>busca do equilíbrio</strong> que ocorre por&nbsp; meio de mecanismos de <strong>adaptação</strong> do indivíduo ao meio. <strong>Assimilação</strong> e <strong>acomodação</strong> são processos complementares, diretamente ligados ao processo de adaptação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-19 19:11:05 UTC</pubDate>
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         <title>Estágios do Desenvolvimento segundo Piaget</title>
         <author>erikakaraja1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Piaget buscou explicar as principais características de cada etapa, ressaltando que habilidades adquiridas em estágios anteriores são essenciais para o domínio de estágios posteriores. As-<br>sim, os estágios representam o desenvolvimento da inteligência, que não ocorre&nbsp;<br>de forma linear, nem por acúmulo de informações. Ele se dá por saltos, por ruptu-<br>ras, modificando-se com as experiências.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-19 19:23:46 UTC</pubDate>
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         <title>TEORIA SOCIOINTERACIONISTA DE VYGOSTKY</title>
         <author>erikakaraja1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Lev Semenovich Vygotsky (1896-1934) foi um psicólogo bielo-russo, que realizou diversas pesquisas na área do desenvolvimento da aprendizagem e do papel preponderante das relações sociais nesse processo, as quais originaram a <strong>perspectiva sociointeracionista</strong> da aprendizagem. Para Vygotsky, “a cultura&nbsp;</div><div>torna-se parte da natureza humana num processo histórico que, ao longo do desenvolvimento da espécie e do indivíduo, molda o funcionamento psicológico do homem” (LA TAILLE et al, 1992, p.2)&nbsp;</div><div><br></div><blockquote>&nbsp;[...] a distância entre o nível de desenvolvimento real, que se&nbsp;<br>costuma determinar através da solução independente de pro-<br>blemas, e o nível de desenvolvimento potencial, determinado&nbsp;<br>através da solução de problemas sob a orientação de um adul-<br>to ou em colaboração com companheiros mais capazes (VYGOTSKY, 2007, p.97).</blockquote><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-19 19:32:03 UTC</pubDate>
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         <title>TEORIA DO DESENVOLVIMENTO HUMANO DE HENRI WALLON</title>
         <author>erikakaraja1</author>
         <link>https://padlet.com/erikakaraja1/qxl5wcaf1j6y2whs/wish/1615665208</link>
         <description><![CDATA[<div>Henri Wallon nasceu na França, em 1879. Viveu toda sua vida em Paris, onde mor-<br>reu em 1962. Filósofo, médico e psicólogo, marcou sua vida por intensa produção <br>intelectual e ativa participação social e política.<br>Seus estudos resultaram na construção da teoria que, por sua abrangência e <br>profundidade, é denominada como <strong>psicogênese da pessoa completa. </strong>Teoria de Wallon indica que no desenvolvimento humano é possível&nbsp;<br>identificar a existência de etapas diferenciadas, que se caracterizam por um conjunto de necessidades e de interesses que lhe asseguram lógica e coesão.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-19 19:39:58 UTC</pubDate>
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         <title>TEORIA DA APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA DE DAVID AUSUBEL (1918-2008)</title>
         <author>erikakaraja1</author>
         <link>https://padlet.com/erikakaraja1/qxl5wcaf1j6y2whs/wish/1615671553</link>
         <description><![CDATA[<div>De acordo com Ausubel et al. (1980), a <strong>aprendizagem é significativa</strong> quando <br>uma nova informação adquire significado para o aluno por meio de uma ancoragem em aspectos relevantes já existentes na estrutura cognitiva do indivíduo. Nesse processo, a nova informação interage com uma estrutura de conhecimento específica presente na estrutura cognitiva de quem aprende, a qual Ausubel denomina <strong>subsunçor</strong>. Ausubel propõe distinguir dois tipos diferentes de aprendizagem: <strong>aprendiza-</strong></div><div><strong>gem significativa e aprendizagem memorística ou mecânica.</strong>Joseph Novak e seus colaboradores criaram os <strong>mapas conceituais</strong>, para servir como estratégia facilitadora de ensino. Para&nbsp; eles, os mapas conceituais valorizam o processo de construção e reestruturaçãodo conhecimento pelo próprio sujeito, pois enfatizam o sentido de unidade, articulação, subordinação e hierarquização dos conhecimentos sobre determinado tema, permitindo uma visão integrada e abrangente dos diversos saberes disciplinares, bem como as suas inter-relações (NOVAK; GOWIN,1984).<strong> </strong><br><strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-19 19:54:06 UTC</pubDate>
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         <title>DIFICULDADES, DISTÚRBIOS E TRANSTORNOS DE APRENDIZAGEM</title>
         <author>erikakaraja1</author>
         <link>https://padlet.com/erikakaraja1/qxl5wcaf1j6y2whs/wish/1615677198</link>
         <description><![CDATA[<div>(MOOJEN, 1999, RUBINSTEIN, 1999, CORSINI, 1998; CIASCA; ROSSINI, 2000) que consideram que se tratam de condições distintas e que, dada a sua importância na educação, merecem esclarecimentos.<br>a) Dificuldade<strong> de Aprendizagem</strong>:<br>Refere-se a problemas de ordem psicopedagógica, social, cultural e/ou emocional. Nas palavras de Ciasca e Rossini (2000, p. 13) dificuldade de aprendizagem é “qualquer tipo de dificuldade apresentada durante o processo de aprender em <br>decorrência de fatores variados, que vão desde causas endógenas e exógenas”.<br>• <strong>Distúrbio de Aprendizagem:</strong><br>Para Fonseca (1995), o distúrbio de aprendizagem está ligado a um grupo de <br>dificuldades pontuais e particulares, caracterizadas pela presença de uma dis-<br>função do sistema nervoso central, resultando em prejuízos na aquisição e processamento da informação. Ciasca e Rossini (2000) acrescentam que o distúrbio é&nbsp; uma perturbação no ato de aprender caracterizado por alterações nos padrões de&nbsp; aquisição, assimilação, utilização e armazenamento da informação, resultantes <br>de uma disfunção neurológica.<br><strong>b) Transtorno de Aprendizagem</strong>:&nbsp;<br>Quanto à definição de transtornos de aprendizagem, a National Joint Comitte&nbsp;<br>Of Learning Disabilities define como:<br><br></div><blockquote>[...] é um termo global que diz respeito a um grupo de dificul-<br>dades referentes à aquisição e uso de habilidades acadêmicas&nbsp;<br>como leitura, escrita e matemática. Os transtornos de aprendi-<br>zagem são decorrentes de disfunções do sistema nervoso cen-<br>tral e relacionados a uma “falha” no processo de aquisição e&nbsp;<br>processamento da informação, diferindo das “dificuldades de&nbsp;<br>aprendizagem”, pois este último quadro decorre de questões&nbsp;<br>relacionadas a problemas de ordem pedagógica, emocional ou&nbsp;<br>sociocultural ou a quadros neurológicos (RUBINSTEIN, 1999).<br><br></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-19 20:04:52 UTC</pubDate>
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         <title>TRANSTORNOS ESPECÍFICOS DE APRENDIZAGEM</title>
         <author>erikakaraja1</author>
         <link>https://padlet.com/erikakaraja1/qxl5wcaf1j6y2whs/wish/1615679514</link>
         <description><![CDATA[<div>De acordo com o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-<br>5, 2014), os Transtornos Específicos de Aprendizagem estão dentro de uma cate-<br>goria mais geral, chamada "Transtornos do Neurodesenvolvimento". Os Trans-<br>tornos do Neurodesenvolvimento referem-se a transtornos que se manifestam&nbsp;<br>desde muito cedo e se caracterizam por déficits no funcionamento pessoal, social&nbsp;<br>ou acadêmico que afetam a capacidade da criança de ter um desempenho seme-<br>lhante ao de outras crianças em diversas áreas do cotidiano.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-19 20:10:21 UTC</pubDate>
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         <title>TRANSTORNO ESPECÍFICO DE APRENDIZAGEM COM PREJUÍZO NA LEITURA: DISLEXIA</title>
         <author>erikakaraja1</author>
         <link>https://padlet.com/erikakaraja1/qxl5wcaf1j6y2whs/wish/1615683439</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Mas, afinal, o que é a dislexia?<br></strong>A International Dyslexia Association (2013) apud RODRIGUES e CIASCA (2013) define dislexia como:<br><br></div><blockquote>&nbsp;[...] um transtorno específico de aprendizagem, de origem neurológica. Acomete pessoas de todas as origens e nível intelectu-<br>al e caracteriza-se por dificuldade na precisão (e/ou fluência) no reconhecimento de palavras e baixa capacidade de decodificação e de soletração. Essas dificuldades são resultados de&nbsp;<br>déficit no processamento fonológico, que normalmente está abaixo do esperado em relação a outras habilidades cognitivas (IDA, 2013 apud RODRIGUES; CIASCA, 2016, p. 87).<br><br></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-19 20:19:18 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Adaptações e recomendações em sala de aula</title>
         <author>erikakaraja1</author>
         <link>https://padlet.com/erikakaraja1/qxl5wcaf1j6y2whs/wish/1615693683</link>
         <description><![CDATA[<div>Rodrigues e Ciasca (2016), imbuídos da proposta da International Dyslexia Association, sugerem adaptações no contexto escolar com vistas a facilitar a condução adequada do processo de ensino-aprendizagem de alunos com dislexia. Dentre elas, destacam-se:<br>• Oferecer instruções curtas e simples, destacando as partes, palavras ou in-<br>formações mais importantes para o aluno;<br>Repetir as instruções e orientações. Caso o aluno tenha dificuldades em se-<br>guir instruções, pode-se solicitar que ele repita com suas palavras o que ele&nbsp;<br>compreendeu. Quando uma instrução tiver várias etapas, sugere-se dividi-<br>-las ou apresentá-las uma de cada vez;<br>• Priorizar textos mais curtos. Se a atividade for extensa, dividir em tarefas&nbsp;<br>menores;<br>• Ajustar os conteúdos a serem trabalhados num nível crescente de dificuldade;<br>• Escrever, no início da aula, palavras-chave no quadro ou desenhar breves&nbsp;<br>esquemas visuais, a fim de organizar e apresentar o conteudo que será ex-<br>planado;<br>• Disponibilizar tempo extra para o aluno concluir a tarefa;<br>• Incentivar e, se necessário, ensinar o aluno a utilizar agendas, calendários e or-<br>ganizadores para que fique atento a datas e prazos de atividades acadêmicas;<br>• Auxiliar na organização da carteira e das tarefas;<br>• Adequar trabalhos e pesquisas de acordo com a demanda do aluno;<br>• Utilizar dispositivos que auxiliem na memorização das informações;<br>• Combinar informação verbal e visual. Não trabalhar somente com o texto&nbsp;<br>como fonte de informação;<br>• Escrever claro e espaçado no quadro, delimitando as partes da lousa (duas&nbsp;<br>ou três partes no máximo) com uma linha divisória vertical bem forte. Utili-<br>zar cores de giz/pincel diferentes para delimitar;<br>• Utilizar recursos eletrônicos, "tablets", leitores eletrônicos, dicionários,&nbsp;<br>audiolivros, calculadoras, papéis quadriculados para atividades matemá-<br>ticas, entre outros;<br>• Oportunizar que o aluno faça gravações da aula para que, se necessário, pos-<br>sa reproduzir o áudio em casa com o objetivo de esclarecer dúvidas;<br>• Proporcionar atividades em grupo, em pares e individuais;<br>• Possibilitar ao aluno experiências práticas acerca do conteúdo abordado;<br>• Organizar e manter rotinas diárias. Muitos alunos têm dificuldade em orga-<br>nizar-se com autonomia;<br>• Posicionar o aluno próximo ao professor. Para aqueles com dificuldades de&nbsp;<br>atenção, evitar lugares com muitos estímulos (exemplo: janelas, porta);<br>• Investigar e valorizar os conhecimentos prévios que o aluno tem sobre o&nbsp;<br>assunto da aula e estimular que faça inferências e ligações com o conteúdo;<br>• Avaliar o aluno contemplando diferentes estratégias (apresentações orais,&nbsp;<br>discussões, avaliações escritas, provas com múltipla escolha, entre outras);<br>• Valorizar respostas orais, uma vez que a emissão oral é comparativamente&nbsp;<br>muito melhor do que a escrita;<br>• Cuidar para não expor o aluno, muitos terão dificuldades em ler em voz alta.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-19 20:43:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>TRANSTORNO ESPECÍFICO DA APRENDIZAGEM COM PREJUÍZO NA ESCRITA: A DISORTOGRAFIA</title>
         <author>erikakaraja1</author>
         <link>https://padlet.com/erikakaraja1/qxl5wcaf1j6y2whs/wish/1615699074</link>
         <description><![CDATA[<div>Na disortografia, são as aptidões da expressão escrita que estão comprometidas, oo que não se explica por déficit intelectual, visual ou auditivo, nem por escolarização insuficiente (GARCÍA, 1998). A quinta versão do DSM (DSM-5, 2014) traz como critério para a disortografia a presença de <strong>déficits na precisão ortográfica</strong>, na <strong>precisão gramatical </strong>e <strong>pontuação</strong> e na <strong>clareza</strong> ou <strong>organização da escrita</strong>.<br><strong>“Qual é a diferença entre disortografia e dislexia?”</strong><br>As características da disortografia estão presentes no quadro da dislexia. Na dislexia também há um déficit no sistema fonológico – presente na disortografia –, caracterizado por dificuldades na conversão grafema-fonema, ocasionando <strong>leitura </strong>e <strong>escrita</strong> lenta, confusão entre palavras similares e prejuízos na compreensão da <br>leitura e escrita. Todavia, a dislexia refere-se a prejuízos na leitura e a escrita, enquanto a disortografia é um déficit específico da escrita (FERNÁNDEZ, et al., 2010).<br><strong>Adaptações e recomendações em sala de aula<br>Para definir o que priorizar com o aluno com disortografia , </strong>seguem possíveis estratégias e recomendações:<br>&nbsp;<br>• Evitar a mera memorização de regras, uma vez que não garante a correta&nbsp;<br>escrita ortográfica;<br>• Oportunizar tempo extra para a realização das atividades escritas;<br>• Explicar ao aluno como a escrita e a ortografia funcionam. Pode-se utilizar&nbsp;<br>a produção espontânea da própria criança (palavras e histórias de poucas&nbsp;<br>linhas) para explicar o que ocorreu com a escrita e, em seguida, promover a&nbsp;<br>escrita ortográfica;<br>• Diferenciar os erros de ortografia das falhas de compreensão;<br>• Indicar ao aluno os seus erros e por que precisa corrigi-los;<br>• Valorizar o empenho do aluno e não somente o desempenho;<br>• Usar provas orais como um recurso extra se a escrita estiver muito compro-<br>metida;<br>• Fazer a correção da ortografia sempre, não permitindo que o aluno grave a&nbsp;<br>forma incorreta de escrita. Porém é importante ter critério para a correção&nbsp;<br>dos textos, sem cometer borrões e rabiscos com canetas coloridas;<br>• Assinalar com pequenas marcas os erros ortográficos e solicitar que o aluno&nbsp;<br>procure a grafia correta;<br>• Privilegiar a expressão oral;<br>• Orientar os pais que ajudem nas tarefas escolares de acordo com a necessi-<br>dade do aluno.<br>Além da disortografia um outro transtorno que afeta a expressão da escrita é&nbsp;<br>a disgrafia.&nbsp;<br>A disgrafia configura-se por uma escrita que destoa em relação à norma/pa-<br>drão. Caracteriza-se por problemas de execução gráfica da escrita da palavra. Se-<br>gundo a Associação Portuguesa de Pessoas com Dificuldades de Aprendizagem&nbsp;<br>Específicas (A.P.P.D.A.E., 2011),<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-19 20:56:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>TRANSTORNO ESPECÍFICO DE APRENDIZAGEM COM PREJUÍZO NA MATEMÁTICA: A DISCALCULIA</title>
         <author>erikakaraja1</author>
         <link>https://padlet.com/erikakaraja1/qxl5wcaf1j6y2whs/wish/1615704753</link>
         <description><![CDATA[<div>A discalculia do desenvolvimento é um transtorno que afeta as habilidades matemáticas e caracteriza-se por dificuldades na realização de operações matemáticas, tendo como provável causa disfunções cerebrais específicas (PAIN, 1985). <br><strong>Características da discalculia<br>S</strong>eguem algumas características que podem <br>estar presentes nos indivíduos com o transtorno (FARRELL, 2015).<strong><br></strong>Dificuldade para aprender a contar;<br>• Problemas associados à compreensão de números;<br>• Dificuldades em realizar cálculos simples, como adição;<br>• Inversão de números (exemplo: 6 por 9);<br>• Dificuldade na leitura de números com muitos dígitos;<br>• Dificuldade com conceitos relativos (exemplo: mais/menos);<br>• Inversão na escrita dos numerais (exemplo: ɛ em vez de 3); <br>• Alinhar mal os símbolos (exemplo: aluno deseja escrever 1,12 mas escreve 11,2);<br>• Nomear, ler e escrever incorretamente símbolos matemáticos;<br>• Errar sinais das operações (exemplo: 30 - 10=40);<br>• Confusão de símbolos semelhantes, mas possuem orientação diferente (exemplo: + e x);<br>• Dificuldades em associar um número com uma situação da vida real (exemplo: vincular o número "2" à possibilidade de ter 2 balas, 2 livros, 2 pratos);<br>• Repetir um ou mais números numa série numérica (exemplo: 1, 2, 4, 4, 5, 6, 7, 7, 8, 9);<br>• Intercalar um ou mais números não pertencentes à série (exemplo: listar números pares – 2, 4, 5, 6, 8, 9, 10);<br>• Problemas na associação do número e seu conceito (exemplo: incapacidade para associar o número 5 ao conceito de cinco);<br>• Inversão na posição dos algarismos. (exemplo: 37 por 73);<br>• Dificuldades para reconhecer e discriminar figuras geométricas (exemplo: triângulo, quadrado);<br>• Falha na ordenação de colunas para montar o algoritmo.<br><strong>Adaptações e recomendações em sala de aula<br>recomendações possíveis de serem adotadas em sala de aula:<br>• </strong>Usar papel quadriculado, especialmente com alunos que tenham dificuldade com o espaçamento entre os números e em organizar as colunas de cálculos, permitindo que cada número esteja em um quadrado diferente;<br>• Orientar o aluno sobre a direção do cálculo utilizando de flechas;<br>• Incentivar o aluno a ler em voz alta os problemas matemáticos, mesmo que não sejam problemas verbais (exemplo: 4+5=: “quatro mais cinco, igual a”);<br>• Apresentar os problemas matemáticos de forma prática, utilizando exemplos do cotidiano;<br>• Oportunizar o uso de material concreto que possa ser manipulado (exemplo: material dourado, ábaco);<br>• Possibilitar o uso da calculadora;<br>• Abordar de diferentes maneiras os fatos aritméticos (exemplo: não estimular <br>apenas a memorização da tabuada);<br>• Explicar ideias e problemas de forma clara e objetiva, incentivando o aluno a questionar;<br>• Priorizar um lugar tranquilo, com poucas distrações. Comumente a atenção do aluno com discalculia está prejudicada;<br>• Oferecer tempo extra para a realização das tarefas;<br>• Valorizar o raciocínio matemático mais que a realização do cálculo em si;<br>• Introduzir os conteúdos de acordo com os conhecimentos do aluno, especialmente ao considerar que a matemática tem natureza cumulativa, portanto, não é recomendado avançar para problemas mais complexos enquanto <br>habilidades mais básicas não forem adquiridas;<br>• Oferecer materiais de referência (exemplo: tabuadas, fórmulas e calculadora), principalmente na realização de tarefas avaliativas cujos problemas exijam a realização de vários passos sequenciais para se chegar à resposta,dando oportunidade para que o aluno demonstre ter entendido a atividade, mesmo que tenha dificuldades com os cálculos;<br>• Dividir as explicações e atividades em etapas menores, cuidando para que o aluno compreenda o quadro global da tarefa;<br>• Utilizar abordagens multissensoriais (visuais, auditivas e cinestésicas). Caso o professor identifique o canal sensorial preferido do aluno, assegurar que esse seja mais utilizado e estimulado;<br>• Utilizar jogos que ajudam a reduzir a ansiedade e auxiliam na concentração e atenção;<br>• Quando o aluno apresentar dificuldades com a orientação dos números, como confusão entre 6 e 9 / 2 e 5, utilizar abordagens cinestésicas (exemplo: escrever o número em um recipiente de areia, construir o número com massa de modelar).. Com frequência as dificuldades matemá-<br>ticas aparecem associadas à dislexia e à <strong><mark>dispraxia</mark></strong>, e as intervenções precisam ser&nbsp;<br>planejadas nesse contexto.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-19 21:10:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/erikakaraja1/qxl5wcaf1j6y2whs/wish/1615704753</guid>
      </item>
      <item>
         <title>TRANSTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO/HIPERATIVIDADE (TDAH)</title>
         <author>erikakaraja1</author>
         <link>https://padlet.com/erikakaraja1/qxl5wcaf1j6y2whs/wish/1615711848</link>
         <description><![CDATA[<div>O TDAH não é uma invenção. Trata-<br>-se de um transtorno reconhecido oficialmente pela Organização Mundial da Saúde <br>(OMS), tendo as primeiras referências – com outra nomenclatura – datadas da metade do século XIX (ROHDE, et al., 2000). Também não há uma epidemia, o que ocorre é que, devido ao maior conhecimento acerca do transtorno, verificam-se mais diagnósticos. Sendo este, atualmente, o transtorno mais comum entre os transtornos <br>neuropsiquiátricos de início na infância. A prevalência estimada é de 5% das crianças e 2,5% dos adultos, sendo mais comum no sexo masculino (DSM-5, 2014). Serão explanadas a seguir as principais características deste transtorno. Deve-se considerar que elas podem estar presentes em todas as pessoas. O que vai <br>sugerir a ocorrência do transtorno é a <strong>intensidade</strong>, a <strong>frequência </strong>e o <strong>prejuízo</strong> que causam na vida do indivíduo. Provavelmente, em diversos momentos você já desejou ter mais atenção, ser menos inquieto, já esqueceu onde colocou objetos, <br>já ficou impaciente ao esperar em uma fila. Isso não quer dizer que você tenha o TDAH, o diagnóstico é complexo e deve ser feito por profissionais qualificados.<br>São características comuns na <strong>DESATENÇÃO</strong> (DSM-5, 2014):<br>• Apresenta dificuldade em prestar atenção a detalhes, o que contribui para que ocorram erros por descuido; <br>• Apresenta dificuldade para manter o foco da atenção em atividades lúdicas ou conversas mais longas; não responde quando chamado, parece estar “no mundo da lua”, mesmo não havendo nenhuma distração aparente; <br>• Esquece compromissos, material escolar, etc.; <br>• Perde materiais escolares e de uso pessoal; <br>• Não consegue manter materiais e objetos pessoais organizados;<br>• Distrai-se com facilidade; <br>• Demonstra falta de persistência nas atividades, não seguindo instruções até o fim e não concluindo no prazo; <br>• Apresenta dificuldade em gerenciar o tempo; <br>• Evita tarefas que exijam esforço mental prolongado.<br>São características comuns na <strong>HIPERATIVIDADE/IMPULSIVIDADE</strong> (DSM-5, 2014):<br>A <strong>hiperatividade</strong> caracteriza-se por uma atividade motora excessiva, em que podem estar presentes manifestações como: <br>• Remexer na cadeira, batendo as mãos ou os pés; <br>• Ter dificuldade em permanecer sentado, levantando-se com frequência; <br>• Correr,&nbsp; saltitar levantando-situações e locais inapropriados; <br>• Ter dificuldade em envolver-se forma calma e silenciosa em atividades de lazer e brincadeiras;<br>• Apresentar dificuldade em parar, parece estar sempre “a mil”; <br>• Falar bastante e sem parar.<br>A <strong>impulsividade</strong> refere-se a ações precipitadas que ocorrem sem premeditação, é o agir sem pensar. São manifestações frequentes: <br>• Ter dificuldade em aguardar a sua vez; <br>• Responder antes que a pergunta tenha sido concluída; <br>• Interromper ou intrometer-se em conversas e atividades dos outros.<br><strong>Adaptações e recomendações em sala de aula<br></strong>&nbsp;Abaixo seguem algumas estratégias:<br>• Utilizar recursos organizadores como: lembretes em agendas e/ou cadernos, listas de tarefas, anotações em provas e trabalhos, quadro de avisos e cronogramas;<br>• Estabelecer regras e rotinas, de preferência junto com os alunos;<br>• Evitar instruções muito extensas e parágrafos muitos longos. Dar preferência para mais tarefas com menos tempo de execução;<br>• Priorizar que atividades que exijam maior atenção sejam feitas no início da aula;<br>• Associar o assunto da aula com situações do contexto do aluno ou que tenha alguma aplicação prática;<br>• Utilizar recursos audiovisuais ou sensoriais;<br>• Proporcionar pequenos intervalos entre as atividades;<br>• Fazer combinações sobre saídas. Permitir que o aluno se movimente, criar momentos específicos para isso (exemplo: peça um favor, dê a ele uma tarefa que o faça se movimentar);<br>• Permitir que o aluno manipule objetos silenciosos na sua carteira (exemplo: <br>bolas macias para apertar);<br>• Não punir o aluno deixando-o sem intervalo/recreio. O aluno com TDAH necessita de intervalos e pausas;<br>• Utilizar estratégias de ensino ativo que incorporem a atividade física com o processo de aprendizagem;<br>• Priorizar provas com questões curtas, objetivas e claras. O aluno com TDAH comete erros por descuido. É importante destacar, negritar palavras importantes (exemplo: “Assinale a alternativa <strong>INCORRETA</strong>”). Alguns se organizam&nbsp;<br>melhor quando o professor lê a prova antes de iniciá-la;<br>• Oportunizar outras formas de avaliação, como trabalhos em grupo, teatro, experiências, etc.;<br>• Solicitar ao aluno que repita a instrução de uma determinada atividade. Alternar entre os alunos favorece a atenção de toda a turma;<br>• Evitar lugares com muitas distrações. Deixe o aluno próximo ao professor;<br>• Valorizar progressos sucessivos ao invés de esperar pelo comportamento perfeito;<br>• Oferecer diferentes formas de estudos até que seja encontrada a mais adequada para aquele aluno;<br>• Alternar o tipo de atividades em sala de aula, não ficar apenas com o texto e a cópia;<br>• Manter contato frequente com os pais e outros profissionais que possam acompanhar o aluno</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-19 21:29:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ASPECTOS EMOCIONAIS DOS TRANSTORNOS DE APRENDIZAGEM</title>
         <author>erikakaraja1</author>
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         <description><![CDATA[<div>A aprendizagem ocupa lugar central em nossa vida. O não aprender é visto&nbsp;<br>como um fracasso, uma falha. O sentimento de insuficiência, de não correspon-<br>der às expectativas dos pais e professores, aliado à exposição diante dos colegas,&nbsp;<br>reflete na maneira como o indivíduo irá se reconhecer, se relacionar e se compor-<br>tar (CORDIÉ, 1996; SCORSATO, 2005; SOUZA, 2002).<br>Nós nos reconhecemos a partir do olhar do outro e quando esse reconhecimen-<br>to vem através de mensagens ou olhares de incapacidade? Quando, mesmo após&nbsp;<br>estudar, se esforçar, se dedicar, não se consegue aprender como os colegas? Essa é&nbsp;<br>a realidade de muitos alunos com transtornos de aprendizagem, especialmente ao&nbsp;<br>considerar que grande parte desconhece o diagnóstico, sendo considerados pre-<br>guiçosos e burros. Neste cenário, o processo de aprender pode vir acompanhado de&nbsp;<br>sofrimento e mal-estar, contribuindo para a construção de uma auto-imagem pre-<br>judicada, influenciando o entendimento que o sujeito faz de si, bem como, a ma-<br>neira como se relaciona com outras pessoas em seu convívio social (SOUZA, 2002).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-19 21:33:42 UTC</pubDate>
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         <title>Efeito do aumento da depressão entre os adolescentes brasileiros</title>
         <author>erikakaraja1</author>
         <link>https://padlet.com/erikakaraja1/qxl5wcaf1j6y2whs/wish/1615718856</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) a depressão é a segunda causa de morte entre jovens da faixa etária entre 15 e 29 anos. O número daqueles que sofrem de transtornos como depressão e ansiedade também é considerável: 15% da população nesta mesma faixa etária sofre deste tipo de doença.</mark>Os jovens sentem-se cada vez mais pressionados para se tornarem bem-sucedidos em todas as áreas da vida. Isso acontece, pois diante de inúmeras postagens as quais representam uma realidade, na maioria das vezes, aparentando uma felicidade falsa, o sentimento de tristeza acaba sendo ignorado. Além disso, aumenta as possibilidades de comparações entre os indivíduos da mesma faixa etária. Diante disso, o número de jovens com complexos de inferioridade, pensamentos depressivos que não procuram ajuda tem aumentado consideravelmente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-19 21:46:27 UTC</pubDate>
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         <title>Ansiedade</title>
         <author>erikakaraja1</author>
         <link>https://padlet.com/erikakaraja1/qxl5wcaf1j6y2whs/wish/1615724002</link>
         <description><![CDATA[<div>A <strong>ansiedade</strong> e os <strong>transtornos de</strong> <strong>ansiedade</strong> são um conjunto de doenças psiquiátricas marcadas pela preocupação excessiva ou constante de que algo negativo vai acontecer. Em especial durante as crises de <strong>ansiedade</strong>, as pessoas não conseguem se ater ao presente e sentem uma grande tensão, às vezes sem um motivo aparente. Esse problema pode manifestar sintomas físicos também, como sudorese e <a href="https://saude.abril.com.br/medicina/o-que-e-arritmia-cardiaca-causas-sintomas-e-tratamentos/"><strong>arritmia cardíaca</strong></a><strong>.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-19 22:00:10 UTC</pubDate>
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