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      <title>Confeitaria 2: Linguagem e Comunicação by Profª Eline Costa</title>
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      <description>Culinária mundial</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-04-09 11:03:11 UTC</pubDate>
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         <title>Florianópolis, State of Santa Catarina</title>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Cocada da Praia</strong></p><p><br></p><p>Uma versão especial de cocada feita com coco fresco ralado, açúcar e geralmente outros ingredientes como leite condensado ou gemas de ovo. É comumente encontrada nas praias da ilha.</p><p><br></p><p><strong>Ingredientes:</strong></p><ul><li><p>4 xícaras de coco fresco ralado</p></li><li><p>2 xícaras de açúcar</p></li><li><p>1/2 xícara de água</p></li><li><p>1 colher de sopa de manteiga (opcional)</p></li><li><p>1 lata de leite condensado</p></li></ul><p><strong>Instruções:</strong></p><ol><li><p>Em uma panela grande, misture o açúcar e a água. Leve ao fogo médio, mexendo sempre, até que o açúcar esteja completamente dissolvido.</p></li><li><p>Adicione o coco fresco ralado à panela e misture bem com a calda de açúcar. Se desejar, acrescente a manteiga nesta etapa para dar uma textura mais cremosa à cocada.</p></li><li><p>Continue cozinhando em fogo médio, mexendo constantemente, até que a mistura comece a engrossar e o coco fique macio. Isso geralmente leva cerca de 10-15 minutos.</p></li><li><p>Quando a cocada estiver no ponto desejado (ela deve estar espessa e começando a dourar levemente), adicione o leite condensado à panela. Misture bem para incorporar.</p></li><li><p>Cozinhe por mais alguns minutos, mexendo sempre, até que a cocada esteja bem homogênea e comece a soltar do fundo da panela.</p></li><li><p>Retire a panela do fogo e deixe a cocada esfriar um pouco antes de servir.</p></li><li><p>Você pode moldar a cocada em pequenas porções usando duas colheres e colocá-las em papel manteiga para esfriar completamente e ficarem prontas para servir.</p></li><li><p>Aproveite sua deliciosa Cocada da Praia!</p><p><br></p></li></ol><p>Esta receita rende cerca de 10-12 porções, dependendo do tamanho que você escolher fazer. Aproveite essa sobremesa deliciosa, típica das praias brasileiras!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 11:30:21 UTC</pubDate>
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         <title>Honduras</title>
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         <description><![CDATA[<p>O feijão não é apenas um ingrediente; Eles são um símbolo de identidade cultural. Nas Honduras e na América Latina, o seu cultivo e consumo estão intrinsecamente ligados à história e à tradição. Desde os tempos pré-colombianos que o feijão é cultivado e consumido, passando a sua importância de geração em geração. Estas raízes culturais manifestam-se nas celebrações, nas festas e no quotidiano das casas, onde esta leguminosa continua a ser uma constante.</p><p>Desta forma, há muitos anos são uma parte essencial da gastronomia latino-americana por serem uma fonte acessível e acessível de nutrientes essenciais. O seu cultivo relativamente simples e a adaptabilidade a vários climas fizeram desta leguminosa uma cultura sustentável que contribuiu para a estabilidade alimentar das comunidades pré-colombianas. </p><p><br></p><p><strong>Receita de Frijoles Fritos</strong></p><p><br></p><p>Ingredientes:</p><ul><li><p>2 xícaras de feijão cozido (pode ser feijão-preto, feijão-carioca, ou o de sua preferência)</p></li><li><p>2 colheres de sopa de óleo vegetal (ou azeite de oliva)</p></li><li><p>1 cebola média picada</p></li><li><p>2 dentes de alho picados</p></li><li><p>1 tomate médio picado</p></li><li><p>1 colher de chá de cominho em pó</p></li><li><p>Sal a gosto</p></li><li><p>Pimenta-do-reino a gosto</p></li><li><p>Coentro fresco picado (opcional, para decorar)</p></li></ul><p>Instruções:</p><ol><li><p><strong>Preparação dos Ingredientes:</strong></p><ul><li><p>Certifique-se de que o feijão esteja cozido e escorrido. Reserve.</p></li></ul></li><li><p><strong>Refogar os Ingredientes:</strong></p><ul><li><p>Em uma frigideira grande, aqueça o óleo em fogo médio.</p></li><li><p>Adicione a cebola picada e refogue até ficar macia e translúcida, por cerca de 3-4 minutos.</p></li><li><p>Adicione o alho picado e refogue por mais 1-2 minutos, até que esteja perfumado.</p></li><li><p>Acrescente o tomate picado à frigideira e cozinhe por mais alguns minutos, até que comece a desmanchar e formar um molho.</p></li></ul></li><li><p><strong>Adicionar o Feijão:</strong></p><ul><li><p>Adicione o feijão cozido à frigideira e misture bem com os outros ingredientes.</p></li><li><p>Tempere com o cominho em pó, sal e pimenta-do-reino a gosto. Mexa para incorporar os temperos ao feijão.</p></li></ul></li><li><p><strong>Fritar o Feijão:</strong></p><ul><li><p>Usando um espremedor de batatas ou um garfo, amasse parcialmente o feijão na frigideira. Você não precisa amassar tudo, alguns grãos inteiros são bem-vindos.</p></li><li><p>Continue cozinhando o feijão mexendo ocasionalmente, por mais 5-7 minutos, ou até que comece a dourar levemente e ficar cremoso.</p></li><li><p>Se o feijão estiver muito seco, adicione um pouco de água para ajudar a criar uma textura cremosa.</p></li></ul></li><li><p><strong>Servir:</strong></p><ul><li><p>Transfira os frijoles fritos para uma tigela de servir.</p></li><li><p>Se desejar, decore com coentro fresco picado por cima.</p></li><li><p>Sirva quente como acompanhamento para pratos mexicanos, como tacos, burritos,. </p></li></ul></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 11:31:54 UTC</pubDate>
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         <title>Alemanha</title>
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         <description><![CDATA[<p>STRUDEL DE MAÇÃ!</p><p><br/></p><p>Originalmente, de Viena , esta torta de maça e um dos doces mais populares da Alemanha . Ela é uma massa folhada, com recheio de maçã , canela , uva passa,  enrolada em várias camadas, como um rocambole e depois assada ,ela pode ser servidas morna , polvilhada com acucar confeiteiro, ou com chantilly, ou com um belo sorvete de creme, fica uma delicia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 11:34:53 UTC</pubDate>
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         <title>Paraná</title>
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         <description><![CDATA[<p>Feijão tropeiro: <strong>Surgiu no período colonial, época na qual as mercadorias eram transportadas pelos tropeiros, condutores de tropas</strong> – grupos de mulas e cavalos utilizados no transporte. Para se alimentar durante as longas viagens, os tropeiros misturavam feijão com farinha de mandioca, lingüiça, ovos, torresmo, cebola e tempero.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 11:47:17 UTC</pubDate>
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         <title>África do Sul</title>
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         <description><![CDATA[<p><strong><em>Malva Pudding</em></strong></p><p>É uma sobremesa sul-africana conhecida por sua textura macia e sabor doce e reconfortante. Acredita-se que o nome "Malva" seja derivado da flor Malva, que tem uma cor semelhante ao pudim depois de cozido.</p><p>Este pudim é feito tradicionalmente com uma base de esponjosa, muitas vezes com uma mistura de farinha, açúcar, ovos, leite, manteiga e uma pitada de vinagre ou suco de limão para ajudar na textura e leveza. Depois de assado, é servido com uma calda quente, geralmente feita com manteiga, açúcar, creme e às vezes um pouco de brandy ou licor para dar um toque extra de sabor.</p><p>As origens exatas do Malva Pudding não são completamente claras, mas é amplamente considerado uma sobremesa sul-africana tradicional, muitas vezes servida em festas, celebrações e em restaurantes por todo o país. É uma sobremesa popular que oferece conforto e indulgência, perfeita para ser desfrutada em qualquer época do ano.</p><p><br></p><p><strong>Receita</strong></p><p><em>Bolo</em></p><p>1 unidade de <strong>ovo</strong></p><p>250 gr de <strong>açúcar</strong></p><p>1 colher (sopa) de <strong>geleia de damasco</strong></p><p>250 gr de <strong>farinha de trigo</strong></p><p>1 colher (sopa) de <strong>bicarbonato de sódio</strong></p><p>1 pitada de <strong>sal</strong></p><p>1 colher (sopa) de <strong>manteiga</strong></p><p>1 colher (sopa) de <strong>vinagre de maçã</strong></p><p>250 ml de <strong>leite</strong> integral</p><p><em>Calda</em></p><p>150 gr de <strong>açúcar</strong></p><p>225 ml de <strong>leite</strong></p><p>225 ml de <strong>creme de leite</strong></p><p>25 gr de <strong>manteiga</strong></p><p>1 colher (sopa) de <strong>essência de baunilha</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 11:48:22 UTC</pubDate>
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         <title>Italia</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>TIRAMISÙ</p><p><br/></p><p>O tiramisù é uma sobremesa tipicamente italiana. Seu nome provém da expressão em italiano “Tirami Su”, que significa “puxa-me para cima” ou “levanta-me”. Leva esse nome pelo fato dos ingredientes necessários para a sua preparação, terem um alto teor energético: ovos, café, açúcar e queijo mascarpone. </p><p>O principal ingrediente da sobremesa é o creme de Mascarpone. Trata-se de um suave e saboroso queijo italiano, que tem variação de 60% a 75% de gordura. Seu sabor é delicado, de cor branca e é muito cremoso. Esse queijo é da região da Lombardia, que fica ao norte da Itália, área leiteira e agriculta. É feito a partir do leite da vaca, mas sem o uso de fermento ou queijo coalho em sua produção. A umidade é drenada por meio de uma pequena quantidade de ácido cítrico, e um pano fino. E o resultado é o creme lisinho, que é utilizado em diversas receitas, como em nosso irresistível tiramisù.</p><p>Outros ingredientes utilizados para a sua produção são cacau em pó e ou em barra, savoiardi (ou outros biscoitos de consistência esfarelada, tipo “champagne”) embebido em café, ovos e açúcar, que em algumas variações é aromatizado com licor.</p><p>Diversas regiões da Itália se consideram criadoras do tiramisù, entre elas a de Lombardia, Friuli e Piemonte. Mas, a princípio, a sobremesa é originária da região do Vêneto, especificamente de Treviso.</p><p><br/></p><p>Ingredientes: </p><p>50g de queijo mascarpone</p><p>6 ovos M</p><p>150g de açúcar (de preferência açúcar de confeiteiro)</p><p>300g biscoitos savoiardi ou, na sua falta, de soletilla</p><p>10-20g de cacau em pó</p><p>50ml de café</p><p>1 pitada de sal</p><p>4 colheres de sopa de licor Amaretto (opcional)</p><p><br/></p><p>Modo de preparo:</p><p><br/></p><p>O creme de sabayon:</p><p>&nbsp;</p><p>Em primeiro lugar, para esta parte da receita são necessários os ovos, o açúcar e o Amaretto. </p><ol><li><p>Verter a água para uma grande frigideira e aquecê-la. Importante: não deve ferver.</p></li><li><p>Partir os ovos, separando as gemas das claras, uma vez que estas serão batidas mais tarde.</p></li><li><p>Misturar as gemas com o açúcar numa tigela de metal e, quando começar a fazer espuma, colocar a tigela sobre a panela de água.</p></li><li><p>Quando as gemas tiverem duplicado de tamanho, é altura de adicionar o Amaretto. Mais uma vez, se esta receita for para crianças ou se não quiseres incluir o licor, este passo pode ser ignorado.</p></li><li><p>Misturar tudo em banho-maria e deixar arrefecer. O objectivo é obter um creme compacto e esponjoso.</p></li></ol><p><br/></p><p>Uma vez feito o creme de sabayon, este <strong>deve ser adicionado aos outros ingredientes</strong>. </p><p> -Antes de mais, é preciso <strong>bater as claras</strong> de ovo que se puseram de lado até ficarem em castelo. Para tal, adicionar uma pitada de sal e bate. Nesta etapa tens de ser paciente, até as claras de ovo ficarem em castelo e serem compactas, o teu merengue não está pronto.</p><p> -Mistura o creme de sabayon e as claras em castelo, integrando bem todos os ingredientes até obter um creme homogéneo.</p><p> -Por outro lado, bater o <strong>queijo mascarpone</strong> à temperatura ambiente e adicioná-lo ao creme.</p><p>-Preparar uma cafeteira e deixar arrefecer o café.</p><p>&nbsp;</p><p>Montagem final do tiramisú</p><p>&nbsp;</p><p> -Fazemos uma primeira camada com os biscoitos <strong>savoiardi ou soletilla</strong>. Estes devem ser embebidos no café, mas não demasiado. Não devem partir.</p><p> -Fazer <strong>uma segunda camada com o creme</strong> à base do merengue, mascarpone e sabayon creme. Continuar desta forma até que todo o molde seja coberto. </p><p> -O último passo é <strong>polvilhar o cacau</strong> por cima, e é isso!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 11:52:44 UTC</pubDate>
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         <title>República Democràtica del Congo</title>
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         <description><![CDATA[<p>Doce típico congolês feito com biomassa de banana da terra com amendoim, tradicionamente com pasta de amendoim. Geralmente servido em formato de bola ou docinho acompanhado de sorvete de manga. Para os congoleses, comida é mais que alimento, é cultura. As receitas e preprações são passadas de geração para geração. Um país com mais de 400 etnias que a partir da comida consegue aproximar as pessoas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 11:53:25 UTC</pubDate>
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         <title>Belém, Portugal</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>No início do Século XIX, em Belém, junto ao Mosteiro dos Jerónimos, laborava uma refinação de cana-de-açúcar associada a um pequeno local de comércio variado.&nbsp;Como consequência da revolução Liberal ocorrida em 1820, são em 1834 encerrados todos os conventos e mosteiros de Portugal, expulsando o clero e os trabalhadores.</p><p>Numa tentativa de sobrevivência, alguém do Mosteiro põe à venda nessa loja uns doces pastéis, rapidamente designados por “Pastéis de Belém”.</p><p>Na época, a zona de Belém era distante da cidade de Lisboa e o percurso era assegurado por barcos de vapor. No entanto, a imponência do Mosteiro dos Jerónimos e da Torre de Belém, atraía os visitantes que depressa se habituaram a saborear os deliciosos pastéis originários do Mosteiro.</p><p>Em 1837, inicia-se o fabrico dos “Pastéis de Belém”, em instalações anexas à refinação, segundo a antiga “receita secreta”, oriunda do Mosteiro. Transmitida e exclusivamente conhecida pelos mestres pasteleiros que os fabricam artesanalmente, na “Oficina do Segredo”. Esta receita mantém-se igual até aos dias de hoje.</p><p>De facto, a única verdadeira fábrica dos “Pastéis de Belém” consegue, através de uma criteriosa escolha de ingredientes, proporcionar hoje o paladar da antiga doçaria portuguesa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 11:54:02 UTC</pubDate>
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         <title>Belo Horizonte, State of Minas Gerais</title>
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         <description><![CDATA[<p>Vaca Atolada: Sua origem vem das antigas comitivas boiadeiras, onde era comum os peões levarem a carne mergulhada na gordura, garantindo assim, sua alimentação por um bom tempo, no caminho colhiam mandioca para mais tarde ser misturada junto com a carne.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 11:55:15 UTC</pubDate>
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         <title>Italia</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 11:55:25 UTC</pubDate>
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         <title>Hungría</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>As <strong>fatias húngaras</strong>, também conhecida como <strong>caracóis húngaros</strong>, são uma espécie de <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="codex-link codex-link--brand" href="https://receitas.globo.com/pao-doce-facil-rapido-56a03fc84d388550d000003f.ghtml"><strong>pão doce</strong></a><strong> recheado</strong>. Apesar do nome, não é possível dizer que o doce possui origem na Hungria. Os pãezinhos teriam surgido no antigo Egito, Grécia e Roma e foram se aprimorando até o resultado que conhecemos hoje.</p><p><br></p><p>INGREDIENTES DA MASSA - 2 e ¾ xíc. (chá) de farinha de trigo 375 gramas - 10 gramas de fermento biológico seco ou 30 gramas de fermento biológico fresco - 1 ovo 50 gramas - 2 e ½ colher (sopa) de açúcar 30 gramas - 1 colher (chá) de sal 5 gramas - 1 e ½ colher (sopa) de óleo 20 ml - ¾ xícara (chá) de água fria ou gelada 150 ml </p><p>RECHEIO - ½ xícara (chá) manteiga ou margarina 100 gramas - ¼ xícara (chá) de açúcar refinado 45 gramas - ½ xícara (chá) de coco ralado seco 35 gramas CALDA - ½ xícara (chá) de leite condensado 115 gramas - ½ xícara (chá) de água 110 ml </p><p>COBERTURA - 280 gramas de leite condensado ou o restante da caixinha de leite condensado - ½ xícara (chá) de coco ralado 35 gramas</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 11:58:26 UTC</pubDate>
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         <title>Pernambuco, Brazil</title>
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         <description><![CDATA[<p>bolo de rolo</p><p>O bolo de rolo é um doce típico de <strong>Pernambuco</strong>. Ele é feito com uma massa manteigada fininha, que é enrolada e tem o recheio de goiabada cremosa. O doce foi inspirado em uma receita portugesa e ficou tão famoso e tradicional no nordeste brasileiro que virou patrimônio imaterial e cultural de Pernambuco.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 12:00:35 UTC</pubDate>
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         <title>Florianópolis, State of Santa Catarina</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Um biscoito tradicional feito com amido de mandioca, açúcar, e em alguns casos, coco ralado. Os sequilhos são leves, crocantes e desmancham na boca. São uma ótima opção para acompanhar um cafezinho após as refeições.</p><p><br></p><p><strong>Receita de Sequilhos de Coco</strong></p><p><br></p><p>Ingredientes:</p><ul><li><p>200g de amido de milho</p></li><li><p>100g de coco ralado</p></li><li><p>100g de açúcar</p></li><li><p>100g de manteiga sem sal em temperatura ambiente</p></li><li><p>1 ovo</p></li><li><p>1 pitada de sal</p><p><br></p></li></ul><p>Modo de Preparo:</p><ol><li><p>Pré-aqueça o forno a 180°C e forre uma assadeira com papel manteiga.</p></li><li><p>Em uma tigela grande, misture o amido de milho, o coco ralado e o açúcar.</p></li><li><p>Adicione a manteiga em temperatura ambiente à mistura seca e amasse com as mãos até obter uma mistura homogênea.</p></li><li><p>Acrescente o ovo à mistura e continue amassando até que a massa fique lisa e coesa.</p></li><li><p>Faça pequenas bolinhas com a massa e disponha-as na assadeira preparada, deixando um espaço entre elas, pois os sequilhos irão expandir durante o cozimento.</p></li><li><p>Com um garfo, pressione levemente cada bolinha para criar um padrão decorativo na superfície.</p></li><li><p>Leve ao forno pré-aquecido e asse por cerca de 15 a 20 minutos, ou até que os sequilhos estejam levemente dourados nas bordas.</p></li><li><p>Retire do forno e deixe esfriar completamente antes de servir.</p><p><br></p></li></ol><p>Essa é uma receita básica de sequilhos de coco, mas você também pode adicionar essência de baunilha ou raspas de limão para dar um toque extra de sabor. Esses sequilhos são perfeitos para acompanhar um cafezinho ou chá da tarde. Aproveite!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 12:02:51 UTC</pubDate>
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         <title>Inglaterra, UK</title>
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         <description><![CDATA[<p>Full English Breakfast ( café da manhã completo) O café da manhã inglês é típico de membros da realeza! Reforçado, vem com ovos, feijão, torradas, salsicha, cogumelos, tomate, geleia e, ainda, duas rodelas de linguiça preta de sangue.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 12:02:58 UTC</pubDate>
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         <title>Somalia</title>
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         <description><![CDATA[<p>É um <strong>doce típico da Somália</strong> bastante servido em festas e celebrações especiais. É como uma adaptação da <em>halva</em>, um doce do Oriente Médio feito com sementes de gergelim. Mas, na variação africana, os ingredientes são cardamomo em pó, noz moscada, manteiga ghee, açúcar e amido de milho e farinha de milho. Algumas receitas ainda levam amendoim, o que dá mais textura e sabor ao doce. É servido em ocasiões especiais como em casamento, festas e feriados. É uma especie de gelatina porém pegajosa e muito doce.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 12:03:52 UTC</pubDate>
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         <title>Bahia</title>
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         <description><![CDATA[<p>Verdadeiro patrimônio baiano, é de deixar qualquer um com água na boca! <strong>Suas origens, assim como o próprio nome, estão na África</strong>, onde significa “milho cozido” em <em>kimbundu</em>, um dos idiomas angolanos. E é bem isso o que a sobremesa é, o preparo feito à base de milho, leite, açúcar, canela e manteiga.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 12:06:14 UTC</pubDate>
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         <title>Rio Grande do Sul</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Costela de Chão</p><p>A costela de fogo de chão <strong>foi adotada pelo Brasil como o mais típico churrasco do país, um método criado pelos tropeiros do sul e sudeste</strong> que se tornou a identidade nacional.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 12:06:44 UTC</pubDate>
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         <title>Florianópolis, State of Santa Catarina</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Manjar Branco</p><p><br></p><p>Uma sobremesa de influência portuguesa, o manjar branco é feito com leite de coco, leite condensado, amido de milho e açúcar. Após cozido, é desenformado e tradicionalmente servido com calda de ameixa ou de frutas vermelhas.</p><p><br></p><p><strong>Manjar Branco:</strong></p><p><br></p><p>Ingredientes:</p><ul><li><p>1 litro de leite</p></li><li><p>1 lata de leite condensado</p></li><li><p>1 vidro de leite de coco (200ml)</p></li><li><p>100g de coco ralado</p></li><li><p>100g de amido de milho (maisena)</p></li><li><p>Açúcar a gosto (opcional, dependendo da doçura desejada)</p></li><li><p>Calda de frutas vermelhas (receita abaixo)</p><p><br></p></li></ul><p>Modo de Preparo:</p><p><br></p><ol><li><p>Em uma panela, dissolva o amido de milho em um pouco de leite frio até obter uma mistura homogênea.</p></li><li><p>Em outra panela, coloque o leite restante, o leite condensado, o leite de coco e o coco ralado. Misture bem.</p></li><li><p>Leve a mistura ao fogo médio, mexendo sempre para não grudar no fundo da panela.</p></li><li><p>Quando começar a ferver, adicione o amido de milho dissolvido, mexendo vigorosamente para evitar a formação de grumos.</p></li><li><p>Continue mexendo até que o creme engrosse e atinja uma consistência cremosa.</p></li><li><p>Se desejar, adicione açúcar a gosto para ajustar a doçura.</p></li><li><p>Despeje o manjar em uma forma previamente untada com óleo ou água e deixe esfriar à temperatura ambiente.</p></li><li><p>Leve à geladeira por pelo menos 2 horas, ou até que o manjar esteja firme.</p><p><br></p></li></ol><p><strong>Calda de Frutas Vermelhas:</strong></p><p><br></p><p>Ingredientes:</p><ul><li><p>200g de frutas vermelhas (morangos, framboesas, amoras, mirtilos, etc.)</p></li><li><p>100g de açúcar</p></li><li><p>Suco de 1 limão</p></li></ul><p>Modo de Preparo:</p><ol><li><p>Em uma panela, coloque as frutas vermelhas, o açúcar e o suco de limão.</p></li><li><p>Leve ao fogo baixo e deixe cozinhar por cerca de 10-15 minutos, mexendo ocasionalmente, até que as frutas estejam macias e a calda esteja levemente espessa.</p></li><li><p>Retire do fogo e deixe esfriar.</p></li></ol><p><strong>Montagem:</strong></p><ol><li><p>Desenforme o manjar branco em um prato de servir.</p></li><li><p>Regue com a calda de frutas vermelhas por cima, cobrindo todo o manjar.</p></li><li><p>Se desejar, decore com algumas frutas vermelhas frescas antes de servir.</p></li><li><p>Sirva o manjar branco gelado, acompanhado da calda de frutas vermelhas.</p><p><br></p></li></ol><p>Espero que você goste desta deliciosa sobremesa!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 12:08:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Campo Mourão, State of Paraná</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Cordeiro no Buraco</p><p><br/></p><p><br/></p><p>O <strong>Carneiro no Buraco</strong> é um prato típico, tradicional e um símbolo de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Campo_Mour%C3%A3o">Campo Mourão</a>, cidade do interior do estado <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Brasileiro">brasileiro</a> do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Paran%C3%A1">Paraná</a>. A iguaria é festejada anualmente na "Festa Nacional do Carneiro no Buraco".</p><p><br/></p><p>Origem</p><p>O prato típico teve origem quando os Jesuítas chegaram ao Brasil e ensinaram como cozinhar alimentos envoltos em folha de bananeira em buracos. A forma como é cozido, utiliza a multiplicidade de ingredientes e condimentos usados, além dos rituais que cercam a sua preparação. Outra versão é a que afirma foi inspirado no filme de faroeste assistido em um cinema de Campo Mourão, na década de 1960, por um grupo de pioneiros da cidade<em>.</em></p><p><br/></p><p><strong>Década de 1960</strong></p><p>O Carneiro no Buraco foi inspirado num filme de faroeste assistido no Cine Mourão, na década de 1960, que mostrava o preparo culinário de carne e legumes num buraco escavado no solo, onde se queimava antecipadamente certa quantidade de lenha. Inspirado na cena, os pioneiros que assistiram ao filme, partiram para a prática com o preparo da carne, exigindo 12 horas de trabalho.</p><p><strong>Década de 1970</strong></p><p>O fotógrafo e artista plástico, Tony Nishimura, apaixonado pelas lides culinárias, em meados da década de 1970, começou a preparar a carne como entretenimento entre seus amigos até chegar à receita que hoje é utilizada.</p><p><strong>Década de 1990</strong></p><p>Em 1991, foi oficializado como prato típico da cidade e criada a "Festa do Carneiro no Buraco", sendo coordenado por Tony Nishimura.</p><p>Festa Nacional do Carneiro no Buraco</p><p>A festa é realizada no Parque de Exposições Getulio Ferrar, sendo organizado pelo município, em conjunto com Contur (Conselho Municipal de Turismo), entidades, Associação Comercial e Industrial, Sindicato rural entre outros, e acontece durante seis dias. O ponto alto dos festejos é o domingo da festa, quando é servido o o prato típico no almoço.<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Carneiro_no_buraco#cite_note-:0-3"><sup>[3]</sup></a>&nbsp;</p><p>Na&nbsp;primeira edição da festa&nbsp;foram servidos 70 tachos (1 tacho 60 pessoas) e com o aumento da popularidade da festa, atualmente são servidos algo em torno de 183 tachos.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 12:09:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Florianópolis, State of Santa Catarina</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/elinecosta/qwwjwdo9x245cv5/wish/2948249101</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Bolo de Aipim</strong></p><p><br></p><p>Também conhecido como bolo de mandioca, o bolo de aipim é uma sobremesa tradicional em Florianópolis. Feito com mandioca ralada, açúcar, leite de coco e ovos, este bolo é úmido, macio e levemente adocicado. É uma ótima opção para quem busca uma sobremesa típica e reconfortante da região.</p><p><br></p><p><strong>Ingredientes:</strong></p><ul><li><p>500g de mandioca/aipim descascado e ralado</p></li><li><p>3 ovos</p></li><li><p>1 xícara de leite de coco</p></li><li><p>1 xícara de leite</p></li><li><p>1 xícara de açúcar</p></li><li><p>3 colheres de sopa de manteiga derretida</p></li><li><p>1/2 xícara de coco ralado (opcional)</p></li><li><p>1 colher de sopa de fermento em pó</p></li><li><p>Manteiga ou margarina para untar a forma</p></li><li><p>Farinha de trigo para polvilhar a forma</p><p><br></p></li></ul><p><strong>Modo de Preparo:</strong></p><p><br></p><ol><li><p>Preaqueça o forno a 180°C. Unte uma forma de aproximadamente 22cm de diâmetro com manteiga ou margarina e polvilhe com farinha de trigo, retirando o excesso.</p></li><li><p>Em uma tigela grande, misture o aipim ralado com os ovos, o leite de coco, o leite, o açúcar e a manteiga derretida. Se estiver usando, adicione também o coco ralado.</p></li><li><p>Mexa bem até que todos os ingredientes estejam completamente incorporados e a massa fique homogênea.</p></li><li><p>Adicione o fermento em pó à massa e misture delicadamente até que esteja bem distribuído.</p></li><li><p>Despeje a massa na forma preparada e alise a superfície com uma colher.</p></li><li><p>Leve ao forno preaquecido e asse por aproximadamente 40-50 minutos, ou até que o bolo esteja dourado e firme ao toque, e um palito inserido no centro saia limpo.</p></li><li><p>Retire o bolo do forno e deixe esfriar um pouco antes de desenformar.</p></li><li><p>Sirva o bolo de aipim em temperatura ambiente, cortado em fatias. Ele pode ser apreciado sozinho ou acompanhado de uma cobertura de sua preferência, como leite condensado, coco ralado ou geleia.</p><p><br></p></li></ol><p>Este bolo de aipim é uma sobremesa deliciosa e reconfortante, perfeita para compartilhar com amigos e familiares em qualquer ocasião. Bom apetite!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 12:12:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Minas Gerais</title>
         <author>lelealbuquerque1503</author>
         <link>https://padlet.com/elinecosta/qwwjwdo9x245cv5/wish/2948253632</link>
         <description><![CDATA[<p>PÃO DE QUEIJO</p><p><br/></p><p><strong>INGREDIENTES</strong></p><p><br/></p><p>Polvilho Azedo – 200 g&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 80%&nbsp;&nbsp;</p><p>Polvilho Doce – 50 g&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 20%</p><p>Total de Polvilho – 250 g&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 100%</p><p>Leite Integral&nbsp; – 50 ml &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 20%</p><p>Água – 50 ml &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 20%</p><p>Óleo Neutro – 50 ml&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 20%</p><p>Ovos – 1 unidade</p><p>Sal – 5 grs&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 2%</p><p>Queijo Meia Cura – 120 g &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 50%</p><p>Queijo Parmesão – 30 g&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 12%</p><p><br/></p><p><strong>MODO DE PREPARO</strong></p><p><br/></p><p>1º – Escalde o polvilho!</p><p>2º – Prepare a massa do pão de queijo, Nesse momento, adicione todo o ovo na sua mistura e perceba que começa a ganhar forma. Depois que todos os ingredientes estiverem homogêneos e incorporados, adicione o queijo.</p><p>3º – Chegou a hora de modelar&nbsp;</p><p>4º – Leve o pão de queijo para o forno, 200ºC de 20 a 25 minutos.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>ORIGEM </strong></p><p><br/></p><p>Apesar de não haver registros específicos sobre a origem do pão de queijo, esse prato surgiu no período do Ciclo do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://segredosdomundo.r7.com/como-identificar-ouro/">Ouro</a> em Minas Gerais. Em outras palavras, a história desse prato popular se inicia no estado mineiro durante o século XVIII. Nesse período, o polvilho era o principal substituto da farinha de trigo, principalmente por questão da qualidade. Assim, a mistura do produto oriundo da mandioca e trazido pelos portugueses deu origem ao pão de queijo.</p><p>No geral, a receita incluía sobras de queijo, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://segredosdomundo.r7.com/ovo-cru/">ovos</a> e leite, ingredientes&nbsp; de fácil acesso às diferentes camadas da sociedade. Em seguida, a massa era enrolada e assada, chegando ao formato final conhecido atualmente.</p><p>Entretanto, existem outras versões da origem do pão de queijo que dizem que esse prato surgiu durante o período da escravidão. Por essa perspectiva, teriam sido os próprios escravos que iniciaram a tradição do pão de queijo ao misturar a mandioca batida com ovos e leite, adicionando o queijo para agregar sabor à massa.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 12:16:15 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Belém, State of Pará</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/elinecosta/qwwjwdo9x245cv5/wish/2948254339</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Corte as carnes em pedaços menores, retirando ossos e excesso de gordura, se desejar.</p></li><li><p>Em uma panela grande, cozinhe a carne seca (charque) em água fervente por cerca de 20 minutos para retirar o excesso de sal. Escorra e reserve.</p></li></ul><ol><li><p><strong>Preparo do Refogado:</strong></p><ul><li><p>Em uma panela grande ou caldeirão, aqueça o azeite de dendê e doure a cebola e o alho.</p></li><li><p>Adicione todas as carnes (carne seca, rabo de porco, lombo de porco, toucinho, paio ou linguiça, costela de porco e bacon) à panela e refogue até que estejam douradas.</p></li></ul></li><li><p><strong>Adição das Folhas de Mandioca:</strong></p><ul><li><p>Acrescente as folhas de mandioca já processadas à panela e misture bem com as carnes refogadas.</p></li><li><p>Adicione água suficiente para cobrir todos os ingredientes.</p></li><li><p>Tempere com sal e pimenta-do-reino a gosto.</p></li></ul></li><li><p><strong>Cozimento da Maniçoba:</strong></p><ul><li><p>Cozinhe em fogo médio-baixo por aproximadamente 6 a 8 horas, mexendo de vez em quando e adicionando água conforme necessário para evitar que a maniçoba grude no fundo da panela. O ideal é que a maniçoba cozinhe até que todos os ingredientes estejam bem integrados e as folhas de mandioca se desmanchem.</p></li></ul></li><li><p><strong>Finalização:</strong></p><ul><li><p>Quando a maniçoba estiver pronta, ajuste o tempero conforme necessário.</p></li><li><p>Adicione o cheiro-verde picado e misture bem.</p></li><li><p>Sirva a maniçoba quente acompanhada de arroz branco, farinha de mandioca e pimenta de cheiro.</p></li></ul></li></ol><p>A maniçoba é um prato de preparo demorado, mas o resultado final é uma iguaria deliciosa e extremamente satisfatória. É uma excelente opção para reunir amigos e familiares em uma refeição especial.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 12:16:53 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Florianópolis, State of Santa Catarina</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Maria Mole</strong></p><p><br></p><p>Uma sobremesa simples e deliciosa, a maria mole é feita com gelatina de coco, açúcar e claras de ovo batidas em neve, resultando em uma textura leve e aerada. É uma sobremesa popular em Florianópolis, muitas vezes servida em festas e comemorações, especialmente durante o verão.</p><p><br></p><p><strong>Ingredientes:</strong></p><p><br></p><ul><li><p>1 pacote (200g) de coco ralado (sem açúcar)</p></li><li><p>1 envelope (12g) de gelatina em pó sem sabor</p></li><li><p>1 xícara de água quente</p></li><li><p>2 xícaras de açúcar</p></li><li><p>2 claras de ovo</p></li><li><p>Margarina ou manteiga para untar</p><p><br></p></li></ul><p><strong>Modo de Preparo:</strong></p><p><br></p><ol><li><p>Em uma tigela grande, coloque o coco ralado e reserve.</p></li><li><p>Dissolva o envelope de gelatina sem sabor na xícara de água quente. Mexa bem até dissolver completamente.</p></li><li><p>Adicione o açúcar à gelatina dissolvida e mexa até que o açúcar esteja completamente incorporado.</p></li><li><p>Em uma panela, coloque a mistura de gelatina e açúcar e leve ao fogo baixo, mexendo sempre, até que a mistura comece a ferver e o açúcar esteja completamente dissolvido.</p></li><li><p>Enquanto a mistura de gelatina e açúcar está aquecendo, comece a bater as claras de ovo em ponto de neve firme.</p></li><li><p>Assim que a mistura de gelatina e açúcar estiver fervendo e o açúcar estiver dissolvido, retire do fogo e despeje lentamente sobre as claras em neve, batendo continuamente em velocidade baixa.</p></li><li><p>Continue batendo por cerca de 10 a 15 minutos, até que a mistura comece a ficar mais espessa e brilhante.</p></li><li><p>Adicione a mistura de coco ralado à mistura de claras em neve e misture delicadamente até que esteja completamente incorporada.</p></li><li><p>Despeje a mistura em uma forma untada com margarina ou manteiga e alise a superfície com uma espátula.</p></li><li><p>Deixe a Maria Mole descansar em temperatura ambiente por algumas horas, até que esteja firme o suficiente para cortar em pedaços.</p></li><li><p>Depois de firme, corte em pedaços do tamanho desejado e sirva.</p></li><li><p>Armazene os pedaços restantes em um recipiente hermético na geladeira.</p><p><br></p></li></ol><p>Essa Maria Mole caseira é uma deliciosa sobremesa que certamente agradará a todos, com sua textura macia e sabor de coco. Aproveite!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 12:17:03 UTC</pubDate>
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         <title>Belém, State of Pará</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong> pato no tucupi </strong>é um prato <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil">brasileiro</a> típico da culinária da <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Norte_do_Brasil">região Norte</a> do Brasil. É elaborado com carne de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cairina_moschata">pato selvagem</a> banhada com <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Tucupi">tucupi</a> - líquido de cor amarela extraído da raiz da <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Mandioca">mandioca</a> brava - temperado com <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jambu">jambu</a>, erva típica da região Norte. Há preferência de acompanhamento com <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Arroz">arroz</a> branco cozido e também farinha-d'água de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Mandioca">mandioca</a>.</p><p>Origem e Preparo do Prato</p><p>Como boa parte da culinária dos estados do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Culin%C3%A1ria_do_Amazonas">Amazonas</a>, Amapá e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Culin%C3%A1ria_do_Par%C3%A1">Pará</a>, o "pato no tucupi" foi herdado da culinára indigena.<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pato_no_tucupi#cite_note-1"><sup>[1]</sup></a> O tucupi já era utilizado historicamente pelas populações indígenas para conservação da carne <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Moqu%C3%A9m">moqueada</a>. O jambu foi um acréscimo posterior à receita.</p><p>O prato é preparado com o <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Tempero">tempero</a> do pato, deixado para <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Marinada">marinar</a> e após <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Refogado">refogado</a> e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cozedura">cozido</a> de panela, para amaciar. Após isso o pato é destrinchado e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Assado">assado</a> no forno apenas para dourar. Na etapa final do preparo o pato é fervido com o tucupi, jambu e algumas folhas de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cichorium_intybus">chicória</a>. É servido tradicionalmente com <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Arroz_branco">arroz branco</a> e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Farinha">farinha de mandioca</a>, além do molho de pimenta-de-cheiro.<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pato_no_tucupi#cite_note-2"><sup>[2]</sup></a></p><p>O pato no tucupi é um dos pratos principais servidos no tradicional almoço do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%ADrio_de_Nazar%C3%A9">Círio de Nazaré</a>, juntamente com a <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Mani%C3%A7oba">maniçoba</a>. O tucupi e o jambu, ingredientes principais do prato, também estão presentes em outra iguaria amazônica à base de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Camar%C3%A3o">camarão</a>, chamada <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Tacac%C3%A1"><em>tacacá</em></a>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 12:18:39 UTC</pubDate>
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         <title>Salvador, BA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/elinecosta/qwwjwdo9x245cv5/wish/2948258341</link>
         <description><![CDATA[<p>Conhecido em praticamente todo o mundo, aqui, como uma comida tipica brasileira/baiana. O acarajé remonta toda uma historia de mistura, inovação e sobrevivência. Consiste em basicamente</p><p>um bolinho de massa de feijão-fradinho, cebola e sal. Frito em azeite de dendê e recheado com vataṕa (camarão, leite de coco, pão amanhecido e amendoim).</p><p>O acarajé dos <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Iorub%C3%A1s">Iorubás</a> da África Ocidental (<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Togo">Togo</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Benim">Benim</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Nig%C3%A9ria">Nigéria</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Camar%C3%B5es">Camarões</a>),que corresponde à iguaria consumida no Brasil, é semelhante ao <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Fal%C3%A1fel">faláfel</a> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Culin%C3%A1ria_%C3%A1rabe">árabe</a> do <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Oriente_M%C3%A9dio">Oriente Médio</a>.</p><p>Os árabes levaram essa iguaria para a <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81frica">África</a> em diversas incursões entre os séculos VII e XIX. As <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Fava">favas</a> secas e <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gr%C3%A3o_de_bico">grão de bico</a> do faláfel foram substituídos pelo <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Feij%C3%A3o-fradinho">feijão-fradinho</a> na África.</p><p><br/></p><p>Acarajé:</p><ul><li><p>500 g de feijão fradinho cru</p></li><li><p>500 g de cebola</p></li><li><p>Sal a gosto</p></li><li><p><br/></p></li><li><p>1 cebola pequena com casca</p></li><li><p>500 ml de óleo</p></li><li><p>500 ml de azeite de dendê</p></li><li><p><br/></p></li></ul><ul><li><p>2 xícaras de chá de vatapá</p></li><li><p>150 g de camarão seco</p></li></ul><p>Vatapá:</p><ul><li><p>/2 kg de camarão descascado e lavado, sem cabeça e rabo</p></li><li><p>2 cebolas médias</p></li><li><p>2 tomates</p></li><li><p>1 leite de coco</p></li><li><p>1 azeite de dendê</p></li><li><p>cheiro verde picado</p></li><li><p>10 pães</p></li><li><p>2 pimentas cheirosas</p></li><li><p>sal a gosto</p></li><li><p>pimenta (malagueta ou murupi) a gosto</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 12:20:17 UTC</pubDate>
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         <title>Itália</title>
         <author>giseletrevisan2017</author>
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         <description><![CDATA[<p>Tiramisu (italiano: tiramisù) é uma sobremesa italiana feita de pastéis ladyfinger (savoiardi) mergulhados em café, cobertos com uma mistura batida de ovos, açúcar e mascarpone e aromatizados com cacau. A receita foi adaptada para muitas variedades de bolos e outras sobremesas.[1] A sua origem é disputada entre as regiões italianas de Veneto e Friuli-Venezia Giulia. O nome vem do italiano tirami su (lit. 'me pegue' ou 'me anime').</p><p>História</p><p>O tiramisu parece ter sido inventado no final dos anos 1960 ou início dos anos 1970, mas onde e quando exatamente não está claro. Alguns acreditam que a receita foi inspirada no sbatudin, uma sobremesa mais simples feita de gema de ovo e açúcar. Outros argumentam que se originou de outro prato, o dolce Torino.</p><p>A receita do tiramisu não é encontrada em livros de receitas anteriores à década de 1960.[7][8][9] É mencionado em uma coluna do restaurante Sydney Morning Herald publicada em 1978.[10] Não é mencionado em enciclopédias e dicionários da década de 1970,[11][12][13] aparecendo pela primeira vez em um dicionário italiano em 1980,[14] e em inglês em 1982.[15] É mencionado em um livro de receitas de 1983 dedicado à culinária do Veneto.</p><p>Obituários do restaurateur Ado Campeol (1928–2021) relataram que foi inventado em seu restaurante Le Beccherie em Treviso em 24 de dezembro de 1969 por sua esposa Alba di Pillo (1929–2021) e pelo chef confeiteiro Roberto Linguanotto. ][19] O prato foi adicionado ao cardápio em 1972.[20][21][22] Segundo Carminantonio Iannaccone, ele criou o tiramisu em sua padaria, Le Beccherie, em 24 de dezembro de 1969.</p><p>Foi alegado que o tiramisu tem efeitos afrodisíacos e foi inventado por uma senhora do bordel de Treviso do século XIX, como explica a Accademia Del Tiramisù, para "resolver os problemas que possam ter tido com os seus deveres conjugais ao regressarem às suas esposas".[ 19][24]</p><p>Há evidências de uma sobremesa semicongelada "tiremesù" servida no restaurante Vetturino em Pieris, no Friuli-Venezia Giulia, desde 1938.[25] Esta pode ser a origem do nome, enquanto a receita do Tiramisu pode ter surgido como uma variação de outra sobremesa em camadas, a zuppa inglese. Outros afirmam que foi criado no final do século XVII em Siena em homenagem ao Grão-Duque Cosimo III.[27]</p><p>Em 29 de julho de 2017, o Tiramisu foi inscrito pelo Ministério das Políticas Agrícolas, Alimentares e Florestais na lista de produtos agroalimentares tradicionais de Friul e Giuliano na região de Friuli Venezia Giulia. Em 2013, Luca Zaia, governador do Vêneto, buscou a certificação do Status de Protecção da União Europeia para a sobremesa, com base nos ingredientes usados em 1970, portanto, ingredientes substitutos, como morangos, não poderiam ser usados em um prato chamado tiramisu. ][32]</p><p>Ingredientes originais</p><p>O tiramisu tradicional contém ladyfingers (savoiardi), gemas de ovo, açúcar, café, mascarpone e cacau em pó. Uma variante comum envolve mergulhar o savoiardi em álcool, como vinho Marsala, amaretto ou licor à base de café. O tiramisu original feito no Le Beccherie era circular.</p><p>Variações</p><p>Bolo de aniversário tiramisu</p><p>O formato original do bolo é redondo, embora o formato dos biscoitos também permita a utilização de forma retangular ou quadrada. No entanto, muitas vezes é montado em vidros redondos, que mostram as diversas camadas, ou pirâmides. As versões modernas podem ter adição de chantilly ou clara de ovo batida, ou ambos, combinados com o mascarpone. Isso torna o prato mais leve, espesso e espumoso. Entre as alterações alcoólicas mais comuns está a adição de vinho Marsala. O bolo geralmente é comido frio.[34]</p><p>Outra variação envolve o preparo do creme com ovos aquecidos para esterilizá-lo, mas não tanto que os ovos mexam. Com o tempo, substituindo alguns ingredientes, principalmente o café, surgiram inúmeras variantes como tiramisu com chocolate, amaretto, frutas vermelhas, limão, morango, abacaxi, iogurte, banana, framboesa e coco.</p><p>Existem inúmeras variações de tiramisu. Alguns cozinheiros usam outros bolos ou pães doces e fermentados, como o panetone, no lugar dos biscoitos (savoiardi). Os padeiros que vivem em diferentes regiões italianas frequentemente debatem o uso e as qualidades estruturais da utilização de outros tipos de biscoitos, como o pavesini, por exemplo, na receita.[36] Outras misturas de queijo também são usadas, algumas contendo ovos crus e outras sem nenhum ovo. O vinho Marsala pode ser adicionado à receita, mas outros licores são frequentemente substituídos tanto na mistura de café quanto na mistura de queijo, incluindo rum escuro, Madeira, porto, conhaque, Malibu ou creme irlandês e especialmente licores com sabor de café, como Tia Maria e Kahlúa.[37] Licores Amaretto, como Disaronno, também são frequentemente usados para realçar o sabor do tiramisu.</p><p>O Tiramisu é semelhante a outras sobremesas, nomeadamente à Charlotte, em algumas versões composta por um creme bávaro rodeado por uma coroa de biscoitos e coberto por um creme doce; o bolo de Turim (dolce Torino), composto por biscoitos embebidos em rosolio e alchermes com pasta de manteiga, gemas de ovo,(embora cozidos). Em bavarês, também se usam manteiga e rosólio (ou alchermes), mas não creme de mascarpone ou café.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 12:28:55 UTC</pubDate>
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