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      <title>Bilinguismo  by </title>
      <link>https://padlet.com/luisverastegui1/qvblfvhyz2u26wat</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-07-03 21:03:17 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-07-04 00:41:18 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Introdução ao Assunto: Bilinguismo</title>
         <author>luisverastegui1</author>
         <link>https://padlet.com/luisverastegui1/qvblfvhyz2u26wat/wish/3044595535</link>
         <description><![CDATA[<p>O bilinguismo refere-se à habilidade de um indivíduo de usar duas línguas de forma fluente. Essa competência pode ser adquirida de várias maneiras, como através da educação formal, da convivência em ambientes multiculturais ou do uso frequente de mais de uma língua em casa. O bilinguismo não só facilita a comunicação em diferentes contextos culturais e sociais, mas também traz benefícios cognitivos significativos. Pesquisas em neurociência indicam que o bilinguismo pode melhorar a plasticidade cerebral, fortalecer funções executivas, como a memória e a atenção, e até mesmo retardar o declínio cognitivo relacionado ao envelhecimento. Além disso, ser bilíngue pode abrir portas para oportunidades educacionais e profissionais, proporcionando uma vantagem competitiva em um mundo cada vez mais globalizado.&nbsp;</p><p>A relação entre neurociência e bilinguismo explora como o cérebro processa e gerencia múltiplas línguas. Estudos de neuroimagem mostram que bilíngues frequentemente exibem diferenças na estrutura cerebral, com áreas como o córtex pré-frontal, o giro supra marginal e o córtex temporal mais desenvolvidas. O corpo caloso, que conecta os hemisférios cerebrais, pode ser mais espesso em bilíngues, facilitando a comunicação inter-hemisférica. Bilíngues tendem a ter habilidades superiores de controle executivo, devido à prática constante de alternar entre línguas, fortalecendo as redes neurais responsáveis por essas funções. Quando usam uma língua, ambas são ativadas no cérebro, com a outra sendo inibida para evitar interferências, envolvendo regiões como o córtex cingulado anterior e os gânglios basais. O bilinguismo aumenta a plasticidade cerebral, especialmente em crianças, e pode beneficiar adultos ao longo da vida, facilitando a aprendizagem de novas habilidades e a recuperação de funções após lesões. Além disso, pode atrasar o início de doenças neurodegenerativas, como a demência, fortalecendo a reserva cognitiva. Em crianças, a exposição precoce a duas línguas promove um desenvolvimento mais robusto de habilidades linguísticas e cognitivas, com maior ativação em regiões associadas à linguagem e ao controle executivo. Em crianças com deficiências, o bilinguismo pode influenciar o desenvolvimento cerebral de maneiras únicas, com benefícios cognitivos observáveis, embora pesquisas contínuas sejam necessárias para entender completamente essas interações a nível neural. A interseção entre neurociência e bilinguismo destaca a complexidade e a plasticidade do cérebro humano, mostrando como aprender e usar múltiplas línguas pode influenciar o desenvolvimento e a função cerebral ao longo da vida.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-03 21:15:27 UTC</pubDate>
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         <title>Cenário de Aplicação: Estresse Linguístico </title>
         <author>luisverastegui1</author>
         <link>https://padlet.com/luisverastegui1/qvblfvhyz2u26wat/wish/3044598271</link>
         <description><![CDATA[<p>No texto "Neurociência e educação: olhando para o futuro da aprendizagem", baseado nos apontamentos de Amaral e Guerra (2022), a relação entre cognição, emoção e aprendizagem é explorada sob uma perspectiva neurocientífica. Os autores destacam que os processos cognitivos, como memória, tomada de decisões e aprendizagem, estão intrinsecamente ligados às emoções. Essa interconexão é fundamental para compreender como o cérebro humano assimila, processa e retém informações de maneira eficaz.</p><p>Em termos de estresse linguístico, essa relação pode ser ilustrada da seguinte maneira: quando uma pessoa bilíngue se encontra em situações que exigem alternância frequente entre idiomas (por exemplo, no trabalho ou em ambientes sociais), isso pode desencadear emoções como ansiedade, frustração ou sobrecarga cognitiva. Essas emoções, por sua vez, podem afetar negativamente a capacidade de processamento de informações e de comunicação, influenciando diretamente a eficácia da aprendizagem e da interação linguística.</p><p>Portanto, entender a interação entre cognição e emoção é crucial não apenas para otimizar estratégias educacionais, mas também para desenvolver abordagens mais sensíveis e eficazes para lidar com desafios como o estresse linguístico. Ao reconhecer como as emoções moldam nossas capacidades cognitivas e de aprendizado, educadores e profissionais da saúde podem implementar intervenções mais personalizadas e adequadas às necessidades individuais de pessoas bilíngues, promovendo um ambiente de aprendizagem mais inclusivo e eficaz. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-03 21:25:31 UTC</pubDate>
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         <title>Profissional: </title>
         <author>luisverastegui1</author>
         <link>https://padlet.com/luisverastegui1/qvblfvhyz2u26wat/wish/3044600771</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Trabalhando em cursos de linguagem, você encontrou dificuldades em lidar com as diferentes representações da língua portuguesa?</p><p>    Com certeza! Acredito que quando somos de uma determinada faixa etária, acostumados com uma determinada linguagem, se torna muito mais difícil de ensinar/explicar para pessoas mais jovens, que já se acostumaram muitas vezes com uma linguagem diferente, muitas vezes abreviada e mais “simples”. Além disso, alunos que apresentam uma maior dificuldade em aprender acabam por ter um trabalho a mais para entender determinadas palavras da língua portuguesa, uma vez que a mesma tem uma grande quantidade de palavras grandes e rebuscadas. </p><p><br/></p></li><li><p>Como você definiria a relação entre neurociência e bilinguismo? </p><p>    Acredito que esteja totalmente interligado, já que quando somos crianças, nosso cérebro tem uma maior facilidade em absorver informações, se tornando mais fácil a trajetória para aprender um novo idioma. O cérebro de uma criança tem uma grande habilidade de absorção e rapidez das informações, o que em um adulto já se torna mais difícil. </p><p><br/></p></li><li><p>Houveram muitas dificuldades para atuar utilizando matérias didáticos prontos? </p><p>    Com certeza! Muitas vezes o material pronto não tem o mínimo necessário para que uma criança com necessidades especiais ou com algum tipo de dificuldade possa entender, além de serem materiais muito rasos até mesmo para aqueles que não possuem nenhuma condição especial.</p><p>Os materiais prontos dificilmente tem uma didática voltada para a criança especial, fazendo com que seja ainda mais difícil o processo e o desenvolvimento da mesma</p><p><br/></p></li><li><p>Durante o seu tempo trabalhando com a linguagem, você percebeu melhora nas habilidades de comunicação dos estudantes? </p><p>    Depende muito do estudante! No momento, estou trabalhando com um menino de 8 anos que não sabe ler e nem escrever, mas no último mês venho visto uma melhora quanto a escrita, pois ele já consegue juntar algumas sílabas quando ele escuta a palavra! Porém, tem alguns estudantes que não conseguem nem diferenciar o B e P, ou o V e o F, então depende muito. Acredito que não só o método importa, mas vai muito do estado da criança também e da capacidade intelectual da mesma</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-03 21:34:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Apresentação do Sujeito Beneficiado: </title>
         <author>luisverastegui1</author>
         <link>https://padlet.com/luisverastegui1/qvblfvhyz2u26wat/wish/3044601188</link>
         <description><![CDATA[<p>Os sujeitos beneficiados serão estudantes de cursos de línguas, focando naqueles que demonstram maior dificuldade em desenvolver habilidades relacionadas a linguística e ao bilinguismo. Jovens com características de TDAH. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-03 21:36:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Projeto de Intervenção:</title>
         <author>luisverastegui1</author>
         <link>https://padlet.com/luisverastegui1/qvblfvhyz2u26wat/wish/3044602569</link>
         <description><![CDATA[<p>O projeto de intervenção consideraria as dificuldades pessoais de cada aluno, focando em suas dificuldades assim como suas facilidades e forças. É necessário criar um laço educativo entre ambas as partes, o profissional que tem as habilidades para auxiliar o aluno, e o estudante. Visando uma melhoria, é preciso também fazer com que a escola, ou o local de aprendizado, se adapte as mudanças necessárias para melhoria no ensino linguístico e bi linguista, tendo em consideração o crescimento gradativo da importância de ambos objetos de estudo. Focando no aluno sujeito, pensamos em um aluno que tenha TDAH, a rigidez do material didático não possibilita muitas alternativas de exercício de aprendizagem, então deve ser focado trazendo exemplos que centralizem ele como individuo e crie dinâmicas para que ele possa, de maneira mais calma possível, desestressar seus impulsos. Trazer o aluno para o dialogo e próximo ao professor é fundamental. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-03 21:41:44 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Conclusão: </title>
         <author>luisverastegui1</author>
         <link>https://padlet.com/luisverastegui1/qvblfvhyz2u26wat/wish/3044604018</link>
         <description><![CDATA[<p>No texto "Qual o papel das neurociências na Educação?" de Fernando Louzada e Luca Moreono-Louzada, a relação entre neurociência, educação e bilinguismo é explorada através da análise de como os conhecimentos neurocientíficos podem informar e aprimorar o ensino de línguas estrangeiras. Os autores destacam que entender como o cérebro processa e adquire novos idiomas pode beneficiar significativamente as práticas educacionais para alunos bilíngues.</p><p>Eles discutem como a neurociência pode oferecer insights sobre os mecanismos cerebrais envolvidos na aprendizagem de línguas, como a plasticidade neural e as áreas do cérebro responsáveis pelo processamento linguístico. Isso pode ajudar educadores a desenvolver métodos de ensino mais eficazes e adaptados às necessidades específicas dos alunos bilíngues.</p><p>Além disso, os autores abordam a importância de uma abordagem integrativa entre neurociência e educação para promover um aprendizado bilíngue mais eficiente e inclusivo. Eles ressaltam a necessidade de aplicar esses conhecimentos de forma crítica e responsável, evitando simplificações excessivas ou aplicações inadequadas.</p><p>Assim, o texto argumenta que a colaboração entre neurociência e educação pode desempenhar um papel fundamental na melhoria da educação bilíngue, proporcionando benefícios tanto para os alunos quanto para os profissionais da educação envolvidos nesse processo.</p><p>A neurociência e o bilinguismo são áreas ricas em pesquisa que exploram temas como a plasticidade cerebral, que investiga como o cérebro se adapta ao aprender e usar múltiplas línguas, e o controle executivo, que analisa como o bilinguismo melhora funções como atenção, memória de trabalho e controle inibitório. O desenvolvimento cognitivo também é um ponto central, examinando como a exposição precoce a múltiplas línguas pode influenciar o desenvolvimento das crianças. Além disso, a aquisição de uma segunda língua estuda os processos neurológicos e psicológicos envolvidos em diferentes idades, enquanto os efeitos do bilinguismo no envelhecimento avaliam como ele pode retardar o declínio cognitivo e reduzir o risco de doenças neurodegenerativas. A rede neuronal do bilinguismo investiga as áreas cerebrais envolvidas no processamento de múltiplas línguas e suas interações. </p><p>Filmes como "Arrival" abordam conceitos de linguagem, percepção do tempo e cognição, "Lost in Translation" explora a comunicação intercultural e barreiras linguísticas, e "The King's Speech" foca em problemas de fala e questões de neurociência relacionadas à linguagem. Séries como "Mindhunter" exploram a psicologia e neurociência dos comportamentos criminais, "Sense8" aborda a conexão neural entre indivíduos ao redor do mundo, e "Brain Games" trata de vários aspectos do cérebro, incluindo cognição e linguagem. Esses filmes e séries oferecem insights sobre o funcionamento do cérebro e a linguagem, apesar de não tratarem exclusivamente de bilinguismo e neurociência, mas sim de uma conjuntura mais complexa, e que utiliza da neurociência e do bilinguismo para complementar outras abordagens. <br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-03 21:45:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Apresentação:</title>
         <author>luisverastegui1</author>
         <link>https://padlet.com/luisverastegui1/qvblfvhyz2u26wat/wish/3044607184</link>
         <description><![CDATA[<p>Sou estudante de História, atualmente estou no sétimo semestre da Licenciatura. Trabalho no Colégio Rainha do Brasil como Auxiliar Pedagógico. Neste trabalho tive a oportunidade de construir diversas ideais e expandir meu conhecimento sobre neurociências.</p><p>Além disso, fiquei muito feliz em dialogar com a professora Isabella Siedekum, que trabalha em uma área que para a neurociência é importantíssima, porém, a metodologia usada é muito restritiva, devido aos materiais didáticos rígidos. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-03 21:56:55 UTC</pubDate>
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