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      <title>O ensino de línguas mediado por computador by Paola Costa</title>
      <link>https://padlet.com/paolasantoscosta07/qsgdc0vgifjz6teo</link>
      <description>Uma breve explicação sobre o ensino de línguas mediado por computador, conhecida pela sigla inglês CALL(computer-assisted Language learning).</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-05-25 17:29:23 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-12-04 22:41:00 UTC</lastBuildDate>
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         <title>BREVE HISTÓRICO SOBRE O USO DO COMPUTADOR NO ENSINO DE LÍNGUAS</title>
         <author>paolasantoscosta07</author>
         <link>https://padlet.com/paolasantoscosta07/qsgdc0vgifjz6teo/wish/593356584</link>
         <description><![CDATA[<div> A utilização do computador e da internet traz para o contexto do ensino características com a interatividade e a multimodalidade como elementos fundamentais. Além disso, a utilização da internet possibilita o afrouxamento dos limites do tempo e do espaço.<br><br>Trazendo a discussão para o âmbito do ensino de línguas, num espaço de tempo relativamente curto, pode-se perceber bastante evolução nas práticas do e-learning. Warschauer (1996) apresenta três fases de Computer Assisted Language Learning (CALL), termo comumente utilizado para tratar da informática educativa direcionada ao ensino e a aprendizagem de línguas: a behaviorista, a comunicativa e a integrativa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-25 17:31:20 UTC</pubDate>
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         <title>CALL BEHAVORISTA</title>
         <author>paolasantoscosta07</author>
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         <description><![CDATA[<div>A fase behaviorista teve seu auge entre as décadas de 60 e 70, quando grandes computadores instalados em universidades propunham práticas estruturalistas da língua, características do método vigente, o audiolingual. Assim, as atividades feitas no computador resumiam-se a listas de exercícios com apenas uma resposta correta e feedback imediato, a fim de evitar a repetição de erros. O foco das atividades eram as práticas de vocabulários e estruturas gramaticais. Não é de se estranhar que a manutenção das práticas instrucionais vigentes não garantiu maior motivação, não obstante a nova roupagem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-25 17:46:20 UTC</pubDate>
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         <title>CALL COMUNICATIVA </title>
         <author>paolasantoscosta07</author>
         <link>https://padlet.com/paolasantoscosta07/qsgdc0vgifjz6teo/wish/593386066</link>
         <description><![CDATA[<div>Na visão comunicativa da CALL dos anos 80, a aprendizagem de línguas considerava o desenvolvimento da competência comunicativa dos alunos com o <br>aprimoramento do sistema mental interno e por meio da interação. As atividades da CALL comunicativa eram realizadas de forma a praticar a língua-alvo de forma indutiva e com linguagem autêntica. A interação aluno-aluno era mais importante do que entre aluno e máquina.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-25 17:51:10 UTC</pubDate>
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         <title>CALL INTEGRATIVA</title>
         <author>paolasantoscosta07</author>
         <link>https://padlet.com/paolasantoscosta07/qsgdc0vgifjz6teo/wish/593409738</link>
         <description><![CDATA[<div>Por fim, o paradigma atual de CALL integrativo se basea em uma visão<br>sócio-cognitivista da aprendizagem de línguas. Deste ponto de vista, aprender uma segunda língua ou língua estrangeira requer que o aprendiz se envolva em novas comunidades discursivas. O objetivo da interação é ajudar os aprendizes a entrar nessas novas comunidades e se familiarizar com novos gêneros e discursos.<br>Portanto, o conteúdo da interação e a natureza da comunidade são de extrema importância. Já não é suficiente proporcionar ao aprendiz de língua apenas a prática de estruturas linguísticas.<br>Warschauer, ainda, destaca que, na fase da CALL integrativa, além da integração das habilidades de compreensão e produção orais e escritas, foi possível a conjunção dos computadores multimídia e a Internet, favorecendo o uso <br>de recursos multi/hipermídia, como texto, imagem, som, vídeo etc. Isto permitiu ao aprendiz escolher o trajeto de aprendizagem da sua conveniência durante a <br>navegação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-25 18:07:57 UTC</pubDate>
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         <title>DESENVOLVIMENTO DA CALL</title>
         <author>paolasantoscosta07</author>
         <link>https://padlet.com/paolasantoscosta07/qsgdc0vgifjz6teo/wish/593422994</link>
         <description><![CDATA[<div>O quadro a seguir, retirado de Kern &amp; Warschauer (2000), sintetiza as <br>principais características dos diferentes tipos de CALL no ensino de inglês.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-25 18:18:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>paolasantoscosta07</author>
         <link>https://padlet.com/paolasantoscosta07/qsgdc0vgifjz6teo/wish/593435222</link>
         <description><![CDATA[<div> Para Debski (1997), a utilização da tecnologia em articulação a uma proposta pedagógica de aprendizagem orientada por projetos chega a constituir-se como uma versão forte da abordagem comunicativa. Na perspectiva do autor, esta versão forte se caracteriza pelos seguintes pontos:<br> 1. Uma visão da aquisição de línguas como resultado da aprendizagem de formas lingüísticas através da participação intencional e reflexiva na ação social. <br>2. A adoção de currículos de ensino criados colaborativa e dinamicamente.<br> 3. O papel do professor como o de facilitador, ou seja, um papel ligado à manutenção de um nível motivacional adequado e à geração de idéias. <br>4. Uma visão do aprendiz como também responsável pelos resultados de aprendizagem através de sua transformação em agente reflexivo e criativo. <br>5. Os livros textos passam a ter um papel menos central nos currículos, tornando-se um recurso, em conjunto com outros, tais como os eletrônicos. <br><br>6. A sala de aula deixa de ser um espaço rígido e pré-definido. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-25 18:27:25 UTC</pubDate>
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