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      <title>Resenhas - A moça tecelã - 9ºA by Valmir Silva (- PIBID/IFPB - CB)</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-03-16 23:53:27 UTC</pubDate>
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         <title>[Resenha] Colasanti. Marina. A Moça Tecelã. São Paulo: Global Editora. 2004.   Aluno: Vinícius Pereira De Freitas                               </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>   “A Moça Tecelã” é uma encantadora história curta escrita por Marina Colasanti que explora temas de amor, liberdade e a busca pela felicidade. A narrativa segue uma jovem tecelã que, através de seu tear, cria seu próprio mundo. Ela tece dia e noite, entrelaçando suas esperanças e sonhos na tapeçaria da vida.</p><p>   </p><p>   A tecelã encontra um amor, mas logo percebe que não pode controlar o destino da mesma forma que controla seu tear. Quando o amor a deixa, ela tenta tecer um caminho de volta para ele, mas finalmente aprende que a vida não pode ser desfeita ou refeita como os fios em seu tear. A história termina com uma nota de aceitação e a compreensão de que a liberdade verdadeira vem de dentro e não pode ser tecida no mundo material.</p><p><br></p><p>   Esta história é uma metáfora poética sobre a condição humana, destacando a importância de viver no presente e aceitar a impermanência da vida. Colasanti usa uma linguagem rica e imagética para tecer uma história que é ao mesmo tempo simples e profundamente filosófica. “A Moça Tecelã” é uma leitura que ressoa com qualquer um que já tentou moldar o mundo ao seu redor, apenas para descobrir que a verdadeira beleza da vida está em sua imprevisibilidade e nas surpresas que ela traz.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-01 22:13:58 UTC</pubDate>
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         <title>[Resenha] Colasanti. Marina. A Moça Tecelã. São Paulo: Global Editora. 2004.  Aluno: Guilherme Gonçalves Fernandes da Silva </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p><br></p><p>O conto **"A Moça Tecelã"**, escrito pela ítalo-brasileira **Marina Colasanti** e publicado em 2003, apresenta uma narrativa encantadora e simbólica. Nele, a protagonista é uma mulher que tece sua própria vida, materializando seus desejos e construindo uma nova realidade para si.</p><p><br></p><p>A história começa com a moça acordando antes do amanhecer, sentando-se ao tear e tecendo fios de luz para começar o dia. À medida que o sol se ergue, ela escolhe lãs mais vivas e quentes, criando um tapete interminável. Se o clima muda, ela ajusta os fios, trazendo chuva ou sol conforme necessário. Nada lhe falta, pois ela tece tudo o que precisa: comida, água e abrigo.</p><p><br></p><p>No entanto, a solidão a atinge, e ela deseja ter um marido ao seu lado. Com habilidade, entrelaça no tapete as lãs e as cores que representam esse desejo. Logo, um homem bate à sua porta, e ele entra em sua vida. A felicidade inicial é substituída pelo egoísmo do homem, que deseja mais e mais. Ele quer uma casa melhor, e a moça, que antes tecia apenas para si, agora tece para ele também.</p><p><br></p><p>O conto é uma metáfora poderosa sobre a liberdade feminina e a capacidade de moldar a própria vida. A moça representa a força criativa e a autonomia das mulheres, enquanto o homem simboliza a ganância e a busca por poder. A escrita de Marina Colasanti nos transporta para um universo mágico, onde o ato de tecer transcende o material e se torna uma expressão profunda da alma.</p><p><br></p><p>Em sala de aula, "A Moça Tecelã" pode ser usado como recurso educativo para discutir conteúdos gramaticais e interpretativos, além de inspirar reflexões sobre o papel das mulheres na sociedade e a importância de cultivar nossos desejos com cuidado e consciência.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-02 03:25:34 UTC</pubDate>
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         <title>[Resenha] Colasanti. Marina. A Moça Tecelã. São Paulo: Global Editora. 2004. Aluno:  LUCIVALDO DA SILVA LEAL</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A Moça Tecelã é um conto popular de origem chinesa que narra a história de uma jovem habilidosa na tecelagem que atrai a atenção de um príncipe. O conto aborda temas como a importância das habilidades individuais, a valorização do trabalho artesanal e também apresenta elementos de amor e superação.</p><p><br></p><p>A narrativa é envolvente e carrega consigo lições valiosas sobre determinação, talento e amor. A Moça Tecelã conquistou muitos leitores ao longo dos anos por sua mensagem atemporal e inspiradora.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-02 16:47:18 UTC</pubDate>
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         <title>  [Resenha] Colasanti. Marina. A Moça Tecelã. São Paulo: Global Editora. 2004  Aluno(a): Ana Sophia de Alcântara Martins.     </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><em>"A moça tecelã" </em>traz uma bela narrativa sobre os desejos e a autonomia feminina. Com uma atmosfera de<strong> </strong>conto de fadas, a autora consegue transmitir a mensagem sobre um universo muito particular que se refere, sobretudo, às mulheres.</p><p>A personagem de Colasanti é uma mulher que, através de seus bordados, ou seja, de sua veia criativa, passa a materializar seus anseios. Assim, essa é uma metáfora para mostrar como podemos ser também responsáveis pela criação de nosso mundo e realizações pessoais.</p><p>A moça tece e cria uma nova realidade para si, inserindo em sua vida um companheiro que, a princípio, se mostra amoroso e agradável. Entretanto, com o tempo, o homem se torna egoísta, exigindo dela uma dedicação e entrega além de suas forças.</p><p>Podemos interpretar essa passagem como uma analogia a relações em que a mulher se doa tanto para agradar o parceiro que esquece de alimentar seus próprios desejos. Assim, perde-se no papel de "esposa dedicada" e deixa de olhar para si, entrando em uma espiral de frustrações e infelicidade.</p><p>Além disso, no conto, o companheiro se torna agressivo, mantendo a moça numa clausura ao prendê-la em uma torre, é o que chamamos de relacionamento abusivo. A torre é simbólica, existem muitas maneiras de bloquear a liberdade de uma mulher.</p><p>Marina Colasanti nos brinda então com um final feliz, exibindo uma mulher que consegue enxergar a situação desfavorável em que se encontra e decide "desfazer" esse laço, esse nó, essa tecitura amorosa. Assim, ela se desliga de seu parceiro e volta às suas origens, resgatando seu lar interno e criatividade genuína.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-02 17:00:34 UTC</pubDate>
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         <title>[Resenha] Colasanti. Marina. A Moça Tecelã. São Paulo: Global Editora. 2004</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profvalmir31/qsbhyufe8xm8zb8f/wish/2940679290</link>
         <description><![CDATA[<p>Esse conto de Marina Colasanti chamado "A Moça Tecelã", conta a vida de uma moça que vive em uma casa pequena, onde ela vivia uma vida normal sentada no tear, tecendo um tapete. E esse tapete tudo que era feito nele virava realidade.</p><p>Se a moça precisar do sol era só usar linhas claras que representava a luz do sol, para o sol raiar, era como se tudo acontece-se por conta dela tecendo aquele tapete, sua arte virava realidade.</p><p>Algo muito mágico e incrível, mais ainda assim ela se sentia muito solitária, porque não havia ninguém além dela, o que fez ela tecer um homem para que ela tivesse alguém além dela.</p><p>O problema que mesmo que ela se animou ao ter alguém para poder passar o tempo, o moço ao saber do tapete acabou nem ligando para a moça e apenas pensando em tudo que quer, ganancioso, insatisfeito, alguém que se importar mais com si.</p><p>O moço pediu muito dá moça, pediu uma casa melhor, depois um palácio. A moça amava tecer, mais tecer algo grande demais e muitas coisas não é algo que ela iria amar fazer. Tecer e ter seu próprio tempo de descanso e algo que queria, ser uma serva trabalhadora não era o que queria ser.</p><p>Teceu tanto para o moço que nem tempo de fazer o sol aparecer ela teve. Ela percebeu seu erro de ter feito o moço, percebeu como pode existir malícia em outros, o como ele não teria controle de si ao saber de algo glorioso, e do que poderia ter com isso.</p><p>Não querendo aquela vida decidiu ir de noite quando o moço estava dormindo, pensando em mais coisas para que a moça possa fazer, que para ele não importava o como ela estava. A moça foi ao tear sem que o moço acorda-se, ela desfez tudo o que havia feito voltando tudo como era antes, ter aquilo era lembrar do que o moço fez a ela, mais aquilo que havia antes era o que iria trazer um sorriso para ela.</p><p>A casa pequena voltou ao normal, o moço era o último, o moço acordou por conta da cama que não estava com o conforto da outra, percebeu o que a moça estava fazendo e olhou para os pés, desapareceram como o resto do corpo, e assim ele não existia mais.</p><p>A moça agora se sentiu aliviada, voltou a sua vida sem ninguém, mais era melhor do que ser uma serva, o que não era, era uma tecelã que vive admirando toda a beleza que havia lá fora, e assim viveu sem o poder subir a alguém.</p><p>Esse conto é relativo a certas situações que pode acontecer na vida real, um conto que pode transmitir a mensagem de ter cuidado com o que faz, com as outras pessoas, e que ser solitário não significa que não possa ser feliz, pode se entender o conto, suas expressões e história são de conseguir imaginar elas em sua cabeça, como se fosse "tecer o conto" na qual eu digo desenhar ele.</p><p><br></p><ul><li><p>Resenhista: Davi Araújo</p></li><li><p>Onde ler o conto?: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.contioutra.com/a-moca-tecela-um-conto-de-marina-colasanti/">https://www.contioutra.com/a-moca-tecela-um-conto-de-marina-colasanti/</a></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-02 17:09:55 UTC</pubDate>
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         <title>[Resenha] Colasanti. Marina. A Moça Tecelã. São Paulo: Global Editora. 2004   Aluno(a): Ana Julia da Silva Salustiano</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O texto de Marina Colasanti revela um lugar e tempo bastante peculiares. O espaço parece ser de um bucolismo exageradamente fascinante onde a dinâmica do dia, da natureza e da vida ocorre de maneira simples e harmônica, condicionada pelo poder do tear da jovem tecelã. O ambiente sugere um contexto campestre, de uma casa simples, de poucos móveis e nenhum luxo, rodeada de jardins com flores, frutos e pássaros; nada de supérfluo é observado, isto no primeiro momento do texto, quando a jovem ainda está só. Quando surge o homem, o marido, e suas ambições, percebe-se a delineação de uma atmosfera de ostentação personificada nos desejos do esposo: o palácio com torres, criados, estrebarias, cavalos, uma cama aparentemente mais macia do que a anterior, tudo para destoar daquele antigo aspecto da morada e até mesmo da vida da moça tecelã. A presença de termos com “palácio, criados, estrebarias” remetem a um tempo bastante remoto, quiçá do período monárquico, onde, circunstâncias pertinentes a contos de fadas e histórias fantásticas, como esta, eram possíveis e pertinentes. No entanto, a grande sacada desta história não está no tom quase que prosaico que ela revela, mas na carga semântico-crítico que ela traz. A moça tecelã, jovem aparentemente simples, sem grandes cobiças e que tinha no tecer a única atividade desejada, tem o poder de decidir e criar tudo o que é realmente NECESSÁRIO, como o dia, a noite, itens da natureza, buscando sempre promover a sincronia, o acordo e a harmonia entre os elementos, tudo sob o jugo de uma prática dita rudimentar. Aqui é delineado o total controle da artesã sobre as atividades, delegando-lhe intensa responsabilidade sobre os fatos da vida e considerando-lhe senso de critério e de ponderação sobre as coisas. Verifica-se com isto uma evidente destaque para o julgamento feminino acerca das decisões e no destino das relações (entre o ambiente e o ser humano, por exemplo), demonstrando que tais práticas são assim realizadas pela sensível percepção que a jovem parece ter para as demandas universais. Este recorrente destaque das capacidades da sábia artesã acabam por validar aqui, na verdade, as capacidades femininas, como pode ser observado em muitas das produções de Marina Colasanti. A menção à supremacia feminina e certa crítica à ação masculina podem também ser consideradas quando a moça, "sentindo-se sozinha", DECIDE tecer para si um companheiro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-02 17:12:15 UTC</pubDate>
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         <title>[Resenha] Colasanti. Marina. A Moça Tecelã. São Paulo: Global Editora. 2004.  Aluno: Francisco Leônidas Araújo Neto</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profvalmir31/qsbhyufe8xm8zb8f/wish/2940683033</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-04-02 17:13:45 UTC</pubDate>
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         <title>[Resenha] Colasanti. Marina. A Moça Tecelã. São Paulo: Global Editora. 2004.  Aluna: Karina Figueiredo Limeira Dantas.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O texto “A moça tecelã” é um conto que faz parte da coleção “Contos Gauchescos”, do escritor brasileiro João Simões Lopes Neto. A história se passa no Rio Grande do Sul, no final do século XIX, e apresenta a vida simples dos habitantes da região.</p><p><br></p><p>A história começa com a apresentação de Ana, uma jovem moça que sabia tecer muito bem. Ela morava com sua mãe, Tia Cotinha, e seu pai, João da Silva, que era um tropeiro e costumava viajar bastante. Em uma de suas viagens, João da Silva trouxe para Ana um presente: um fuso de madeira. A partir daí, a moça passou a tecer ainda melhor e sua fama se espalhou pelo povoado. Certo dia, um jovem chamado Mariano chegou à cidade e se encantou por Ana. Ele era um rapaz bonito e rico, filho de um estancieiro da região. Mariano pediu a mão de Ana em casamento, mas o pai da moça não concordou, pois achava que o rapaz não era suficientemente humilde para se casar com sua filha. Decepcionado, Mariano foi embora da cidade. Ana ficou triste, mas continuou tecendo e trabalhando com sua mãe. Um dia, enquanto tecia, a moça avistou um homem desconhecido se aproximando de sua casa. Era Mariano, que voltara para pedir novamente a mão de Ana em casamento. Desta vez, o pai da moça aceitou, pois Mariano havia provado sua humildade ao passar um tempo trabalhando como tropeiro, assim como João da Silva. Ana e Mariano se casaram e viveram felizes para sempre.</p><p><br></p><p>“A moça tecelã” é um conto simples e bonito, que retrata a vida no interior do Rio Grande do Sul no final do século XIX. A história destaca a importância da humildade e do trabalho árduo, e mostra como o amor pode superar as diferenças sociais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-02 17:13:49 UTC</pubDate>
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         <title>[Resenha] Colasanti. Marina. A Moça Tecelã. São Paulo: Global Editora. 2004</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>•Resenha de Maria Eduarda Pereira da Silva Souza </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-02 17:20:31 UTC</pubDate>
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         <title>[Resenha] Colasanti. Marina. A Moça Tecelã. São Paulo: Global Editora. 2004       Aluno: Vinicius Lacerda Caju Filho</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-04-02 17:25:25 UTC</pubDate>
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         <title>[Resenha] Colasanti. Marina. A Moça Tecelã. São Paulo: Global Editora. 2004.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profvalmir31/qsbhyufe8xm8zb8f/wish/2940695887</link>
         <description><![CDATA[<p>Aluno: Wiram Ribeiro Marques dos Santos</p><p>"Marina Colasanti é uma escritora brasileira. Ela nasceu em 26 de setembro de 1937, na cidade de Asmara, na Eritreia. Mais tarde, se mudou para o Brasil, onde estudou na Escola Nacional de Belas Artes, escreveu textos para alguns periódicos e trabalhou como entrevistadora e apresentadora de programas televisivos.</p><p>A autora é cronista, ensaísta, poeta, contista, além de escrever livros de sucesso para o público infantojuvenil. Suas obras são caracterizadas pela presença de protagonistas femininas, realismo fantástico, crítica social e elementos referentes aos contos de fadas. Com uma carreira literária bem-sucedida, Colasanti já recebeu vários prêmios literários."</p><p>.</p><p>.</p><p> Trata-se de um conto que retrata a história de uma <strong>moça</strong> que vivia sozinha e passava os dias trabalhando e</p><p> um tear, mas era feliz. Com o decorrer do tempo, ela sente necessidade de ter um marido. No entanto, depois que o homem descobriu o poder do tear, passou a explorar o seu trabalho.</p><p>.</p><p>o conto passa tristeza</p><p>.</p><p>eu não recomendo</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-02 17:25:41 UTC</pubDate>
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         <title>[RESENHA] COLASANTI, Marina. In: Contos brasileiros conteporâneos. São Paulo: Moderna, 1991. Aluno: Thainá Bezerra De Morais </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profvalmir31/qsbhyufe8xm8zb8f/wish/2940697740</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-04-02 17:27:32 UTC</pubDate>
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         <title>[Resenha] Colasanti. Marina. A Moça Tecelã. São Paulo: Global Editora. 2004.     Aluno(a): Lucas Nascimento Pereira da silva </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O conto ''A Moça Tecelã'' de Marina Colasanti, foi publicado em 2003. Este é um belo conto que retrata a jornada de uma mulher que encontra felicidade na simplicidade de tecer, mas eventualmente se vê aprisionada pelas expectativas e exigências do marido, perdendo sua liberdade e alegria no processo. A narrativa começa com uma atmosfera serena, descrevendo a mulher tecendo no tear, criando beleza e harmonia no mundo ao seu redor. Ela encontra satisfação na sua arte, que reflete não apenas sua habilidade, mas também seu vínculo com a natureza e sua capacidade de trazer equilíbrio ao ambiente. No entanto, com a chegada do marido, suas necessidades e desejos começam a dominar sua vida. Ele exige cada vez mais dela, buscando status e riqueza através de sua habilidade de tecer. O conto ilustra como a ganância e a ambição podem corromper a beleza e a simplicidade da vida, transformando a felicidade em uma busca interminável por mais. A protagonista eventualmente percebe que a busca pelo materialismo a afastou de sua verdadeira felicidade e liberdade. Ela toma uma decisão corajosa ao desfazer tudo o que construiu com o marido, incluindo o palácio e todas as suas riquezas, para retornar à sua casa simples e à sua verdadeira essência. Essa história pode ser interpretada como uma metáfora sobre a importância de valorizar as coisas simples da vida e encontrar contentamento dentro de si mesmo, em vez de buscar a felicidade em conquistas materiais e externas. É uma reflexão sobre os perigos da ganância e do excesso, e a importância de reconhecer o que realmente importa na vida. Recomendo este conto para aqueles que apreciam histórias que exploram temas universais, como a busca pela felicidade, a natureza humana e os valores fundamentais que moldam nossas vidas. Sua mensagem atemporal pode ressoar com uma ampla variedade de leitores e inspirar reflexões sobre o verdadeiro significado da felicidade e realização pessoal.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-02 17:27:45 UTC</pubDate>
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         <title>[Resenha] Colasanti. Marina. A Moça Tecelã. São Paulo: Global Editora. 2004.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Aluno: Sérgio Seiko Ouguciku Neto</p><p><br/></p><p>O conto "A Moça Tecelã" escrito por Marina Colasanti que é uma escritora, contista, jornalista, tradutora e artista plástica. Ela publicou "A Moça Tecelã" em 2003, mas esse conto obviamente não é o único dela, pois ela já publicou mais de 70 contos tanto infantis e para adultos. Algumas  das suas outras obras são "Uma Ideia Toda Azul", "Entre a Espada e a Rosa", "Como uma Carta de Amor" e Etc.</p><p><br/></p><p>A historia conta sobre a vida de uma mulher que vivia em uma casa simples e um pouco pobre, e ela tinha um tapete que pelo que aparenta. Tudo que ela terce, afeta de alguma forma a "realidade",  como por exemplo, se ela tecer a cor cinza no tapete o clima mudava pra um chuvoso, e se ela mudasse pra cor amarela ou dourada ficava sol.</p><p><br/></p><p>Então, em um momento, ela percebeu que estava cansada de ficar sozinha naquela casa, ela queria ter um marido, alguém pra viver junto. Então, ela começa a tecer no tapete uma figura em forma de homem e esse mesmo homem que ela fez no tapete apareceu entrando na sua casa, e então ela finalmente teve o marido que tanto queria. </p><p><br/></p><p>Ela tinha intenção de ter filhos com ele, porem pelo que aparentava não era oque ele queria, então quando ele soube sobre o tapete  e ele começou a pedir muitas coisas pra ela, como, uma casa maior, muita luxaria, e até cavalos.</p><p><br/></p><p>A mulher fez tudo que ele queria, porém depois de um tempo, ela percebe que era melhor antes, quando ela estava sozinha, Ela aproveitou enquanto o homem dormia e ela pegou o tapete e começou a desfazer tudo que ela tinha feito, a mansão, os cavalos as luxarias e até o marido sumiu, então ela voltou pra vida normal dela sozinha e com uma casa simples mesmo.</p><p><br/></p><p>Bom, a historia não é ruim, porém, uma coisa ruim é que o narrador não explica de onde veio isso, da mulher tecer algo nesse tapete e fazer aparecer, tornar realidade. Tirando isso, o conto é bom, e eu recomendo pra quem deseja ler um conto de fácil leitura.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-02 17:29:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>[Resenha] Colasanti. Marina. A Moça Tecelã. São Paulo: Global Editora. 2004</title>
         <author>lizzaks1987</author>
         <link>https://padlet.com/profvalmir31/qsbhyufe8xm8zb8f/wish/2940794176</link>
         <description><![CDATA[<p>Aluna: Eliza Maria Oliveira Cruz </p><p><br></p><p>O conto "A Moça Tecelã"  foi escrita por Marina colosanti,uma escritora, contista e produtora.</p><p><br></p><p>O conto fala sobre uma mulher que gostava de tecer, ela diariamente tecia sua vida </p><p>ela tecia suas noites e seus dias, quando sentia alguma fome tecia sua comida e assim ela continuava sua tecelagem</p><p><br></p><p>quando</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-02 19:12:43 UTC</pubDate>
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         <title>[Resenha] Colasanti. Marina. A Moça Tecelã. São Paulo: Global Editora. 2004.  Aluna: Byanca Duarte Lima De Sousa                            </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profvalmir31/qsbhyufe8xm8zb8f/wish/2940928925</link>
         <description><![CDATA[<p>Bom trabalho!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-02 22:52:53 UTC</pubDate>
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         <title>[Resenha] Colasanti. Marina. A Moça Tecelã. São Paulo: Global Editora. 2004.    Aluna: Sophia Araújo Morais </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profvalmir31/qsbhyufe8xm8zb8f/wish/2940953367</link>
         <description><![CDATA[<p>   A moça tecelã era feliz com o que fazia, tecer e tecer, era tudo que queria fazer e tudo que fazia. Mas com o tempo coloque fazia, começou a se sentir sozinha e a teceu um marido para a fazer companhia.</p><p>   Feliz por ter feito seu marido, logo pensou em tecer seus filhos para complementar sua felicidade com uma família.</p><p>   Porém, ao tecer, seu marido viu o que podia fazer, e logo então começou com suas exigências e suas ganâncias. </p><p>   A obrigava a tecer e tecer coisas de luxos e grandes. Tecer era tudo o que fazia, mas também era tudo o que não queria fazer.</p><p>   Com o tempo, sua tristeza era maior do que tudo que já havia tecido. Por estar cansada com tudo que estava acontecendo, decidiu desfazer. Então, tudo começou a ser desfeito e logo já a via na sua pequena casa a olhar o seu jardim.</p><p>   E então, voltou a tecer como queria e como fazia, alegremente como delicados traços de luz.</p><p><br></p><p>   A moça viu que era mais feliz na solidão acompanhada de suas linhas e tecendo feliz do que acompanhada de um homem ganancioso que tudo que fazia era pensar em riquezas e em si mesmo.</p><p>   O conto é muito bom, mostra que ficar sozinha nem sempre é ruim. Ela mesma pode viver sua felicidade simples sem muitas coisas luxuosas. Foi um dos meus contos favorito, pois a história são coisas que infelizmente acontecem na atualidade. Recomendo vele super o tempo ler. Um conto muito bom que tem uma ótima história.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-02 23:31:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>[Resenha] Colasanti. Marina. A Moça Tecelã. São Paulo: Global Editora. 2004.  Aluna: Izabelly Barbosa </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O conto "A Moça Tecelã", escrito por Marina Colasanti, foi publicada em 2003, aborda temas como poder feminino, busca pela própria identidade e liberdade. O conto narra a vida de uma mulher que gosta de tecer. Ela tece coisas simples, coisas que ela precisa. Depois de se sentir sozinha, ela resolve tecer um marido. Ela começa a tecer os sapatos, depois o chapéu. Quando ela estava prestes a abrir a porta, ele bateu. Ela ficou feliz por um tempo, até que ele descobriu o poder do seu tear. Ele só conseguia pensar em tudo que poderia ter e disse que seria necessário uma casa maior e exigiu lãs bonitas. Depois que a casa ficou pronta, não parecia bom o suficiente e ele sugeriu um palácio. Antes que ela respondesse, ele ordenou que fosse de pedra. A moça trabalhou por meses e não tinha tempo de fazer mais nada. Quando o palácio ficou pronto, ele escolheu o quarto mais alto da torre para ela e deu mais ordens. Ela encheu o palácio de luxos, o tear era tudo que ela queria fazer. Enquanto estava sentada tecendo, pela primeira vez pensou como seria bom estar sozinha novamente. Esperou anoitecer, enquanto seu marido sonhava com mais exigências. Ela subiu na torre, sentou-se ao tear, segurou a lançadeira ao contrário e desfez tudo, e novamente voltou para sua casa pequena.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-02 23:36:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title> [Resenha] Colasanti. Marina. A Moça Tecelã. São Paulo: Global Editora. 2004.                   Aluna: Ágatha Larissa de Lacerda Franco </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profvalmir31/qsbhyufe8xm8zb8f/wish/2941074109</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-04-03 01:19:33 UTC</pubDate>
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         <title>[Resenha] Colasanti. Marina. A Moça Tecelã. São Paulo: Global Editora. 2004.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Marina Colasanti (1937) nasceu em Asmara, Eritréia, e morou 11 anos na Itália e desde então vive no Brasil. Publicou vários livros de contos, crônicas, poemas e histórias infantis. O conto intitulado "A moça tecelã" da escritora Marina Colasanti, foi publicado em 2003, e sua linguagem se aproxima da linguagem poética. O conto retrata sobre uma moça que regia seu mundo através de um tear. Usava linhas claras para começar o dia, dava delicados traços da cor luz, que passava entre os fios e assim a claridade da manhã desenhava o horizonte. Tinha controle de tudo o que acontecia em sua vida apenas tecendo o que lhe vinha a mente. Quando tinha fome, tecia peixe, então aparecia o peixe pronto para ser comido. Tecia porque gostava e porque era só o que fazia. Passado algum tempo, ela se sentiu sozinha, e pensava o quanto seria bom se tivesse um marido ao seu lado. Imediatamente começou a tecer um homem segundo seus desejos. Com detalhes o tecia, quando lhe apareceu o que queria. Entrou sem bater, e então formaram uma família. Estava tudo indo bem, até que seu marido descobriu o poder de seu tear. Assim, disse a ela que precisavam de uma casa melhor, e ela fez. Inconformado, ordenou que tecesse um palácio e ela assim o fez. Terminado o palácio, ele escolheu o quarto mais alto para ela, pois cuidava que ninguém soubesse da moça e de seu tear. A moça, triste e frustrada pela situação que agora se encontrava, resolveu então desfazer tudo o que tinha feito. Pensou como seria bom estar sozinha de novo. Esperou anoitecer, foi até o tear e, diferentemente do que sempre fazia, não escolheu linha alguma. Desteceu tudo o que tinha feito, e logo se viu novamente na sua pequena casa. E assim, a moça voltou a sua rotina, onde era realmente feliz e realizada. Então tecer era tudo o que queria fazer. Eu gostei bastante do conto, ele passa uma mensagem bem profunda por meio da moça tecelã. Muito bom e fácil de entender, recomendo a todos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-03 03:00:17 UTC</pubDate>
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