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      <title>Síntese Coletiva 03 by Karina Magrini</title>
      <link>https://padlet.com/kahmrc/eMulti03</link>
      <description>Manejando Grupos Balint Paideia: discussões de caso e oferta teórica
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-09-10 17:27:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/kahmrc/eMulti03/wish/3112797971</link>
         <description><![CDATA[<p>As trocas do encontro de hoje provocaram uma aproximação ao desafio de tornar-se apoiador(a). Desafios que nos desacomodam, e nos tensionam a entrar em contato com nossos afetos. A cada interação somos convidados a ver através de novas perspectivas. Como também, é preciso considerar as múltiplas camadas que interatuam no processo do apoio: os afetos envolvidos, as relações anteriores e em ato da equipe, as informações e análises do caso, os encaminhamentos, as conexões teórico-práticas, entre outras. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-10 20:13:38 UTC</pubDate>
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         <title>Elizabeth (Bel) Cabral</title>
         <author>belreg</author>
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         <description><![CDATA[<p>Hoje foi um momento de refletir sobre a aplicação integrada dos métodos Balint e Paideia na discussão de caso, um processo que, apesar de desafiador, traz imensas oportunidades de crescimento para a equipe interprofissional. O caso de D. Maria, discutido com essa abordagem, evidenciou a dificuldade em equilibrar as percepções subjetivas dos profissionais com a necessidade de elaborar intervenções práticas. A integração dessas metodologias nos permite não apenas discutir os casos com profundidade, mas também criar ações concretas e eficazes que respondem às necessidades da equipe (ou do indivíduo ou do coletivo, desde que haja um encontro).  O manejo dos Grupos Balint-Paideia exige paciência, empatia e, acima de tudo, disposição para o diálogo aberto, sempre visando melhorar a prática do cuidado (humanizado).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-10 20:34:22 UTC</pubDate>
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         <title>Eder Dantas</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Esse encontro me proporcionou uma profunda reflexão sobre como as diferentes perspectivas podem coexistir e oferecer uma visão mais rica de um mesmo objeto ou situação. Ao longo da aula, ficou claro que questões subjetivas e pragmáticas, frequentemente tratadas como opostas, na verdade, não são tão antagônicas. Elas podem, e muitas vezes devem, ser vistas como complementares, interligadas e capazes de enriquecer o olhar sobre a prática. Ambas as abordagens, quando integradas, oferecem contribuições valiosas para a qualidade do atendimento das equipes de saúde, especialmente diante de situações complexas que fazem parte do cotidiano.</p><p>Nesse contexto, o método Balint-Paideia se revela uma ferramenta essencial para promover a interlocução entre diferentes visões. Ele não busca simplesmente agregar opiniões de forma superficial, mas sim validar os sentimentos e experiências que permeiam os profissionais de saúde. Esse método reconhece que os profissionais também são atravessados emocionalmente pelas situações que vivenciam e pelos casos com os quais se deparam. Ao validar essas emoções e reflexões, o Balint-Paideia oferece um espaço seguro para que diferentes pontos de vista sejam ouvidos, respeitados e incorporados, o que enriquece o entendimento coletivo e melhora a abordagem do cuidado em saúde.</p><p>Assim, essa experiência me fez perceber que o diálogo entre essas perspectivas, subjetivas e pragmáticas, não só é possível como também é necessário. Ele permite que os profissionais se sintam acolhidos e ouvidos, o que é fundamental para uma prática mais humana e eficaz e para a atividade dos apoiadores. Dessa forma, o método Balint-Paideia contribui para que os profissionais desenvolvam uma escuta mais atenta e empática.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-11 11:18:06 UTC</pubDate>
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         <title>Lagerson</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Hoje o nosso encontro buscou refletir sobre o manejo de grupos das discussões de casos. No primeiro momento tivemos um encontro teórico que busco descrever a padeia e a formação em saúde buscando em suas relações a promoção da autonomia, a construção no coletivo, estímulo a reflexão crítica, superação entre a teoria e a prática, desenvolvimento de habilidades, buscando a mudança nas práticas de saúde.</p><p>Em contraponto foi abordado a interseção entre função paideia e a produção de subjetividade, assim, como a relação de poder.</p><p>Na discussão de caso busca: aprendizagem ativa, integração teoria e prática, desenvolvimento de habilidades, trabalho em equipe e preparo para os desafios vivenciados.</p><p>O trabalho em equipe deve ser estimulado através da educação permanente com discussão de casos, ambiente de trabalho seguro e reflexão crítica e feedbacks.</p><p>No trabalho em grupo sobre o caso de Dona Maria foi muito interessante e ao mesmo tempo complexo, pois, o caso apresentado nos levou a refletir o papel do apoiador na condução e acompanhamento junto a equipe de saúde (E-multi) de uma lado a subjetividade e do outro a visão bem “dura” dos profissionais de saúde frente ao caso &nbsp;e neste contexto o apoiador fica em situação bem delicada para conduzir de uma maneira bem democrática e consensual. E isso me remeteu a pensar segundo o texto de Tenório e Lilian sobre o manejo/condução do grupo, pensando nas etapas: o contrato, a pactuação da rotina, a eleição do caso, escuta ativa, busca da teórica, lidando com conflitos, avaliação e recontratualização. O apoiador tem um papel importante nas etapas de condução de casos no grupo, estimulando o deslocamento no modo de pensar dos trabalhadores de saúde frente suas práticas do seu cotidiano de trabalho valorizando cada membro do grupo com suas peculiaridades. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-11 12:55:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O encontro de ontem foi desafiador, pois como tive que faltar na ultima aula onde acredito que foi detalhado o método Balint Paidea foi minha primeira vez discutindo um caso utilizando o método. Considero que aprendi as primícias e roteiro do método com os colegas e professores e iremos  nos aperfeiçoando a cada encontro.  Na discussão do caso da D. Maria me veio uma sensação assim como a do médico, de ter resolutividade do caso, do qual a paciente estava em risco, mas ao mesmo tempo veio o insight de que talvez aquele médico já tivesse passado por algum problema parecido ao da D Maria em sua família. Outro ponto discutido do qual foi a minha linha de pensamento; foi quanto ao PTS com suas habilidade e competências de cada área confluindo para um objetivo único ao final do PTS que seria uma visão interdisciplinar do cuidado com D Maria. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-11 12:57:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Kelli Santos</title>
         <author>kellisantosedu</author>
         <link>https://padlet.com/kahmrc/eMulti03/wish/3116622409</link>
         <description><![CDATA[<p>&nbsp;</p><p>A imersão no método, em cada encontro, nos proporciona uma experimentação nova e percebo que são grandes são os desafios e as oportunidades dos processos formativos voltados para a APS, especialmente pela realidade multifacetada que esses profissionais enfrentam. Essa complexidade exige que a formação dos profissionais seja contínua e contextualizada em realidades locais.</p><p>&nbsp;</p><p>O manejo de grupos, a partir da discussão de casos, promoveu um espaço reflexivo em que os participantes do grupo analisaram, discutiram e se confrontaram com o desafio de atuar no papel de Apoiador, de acordo com a condução do grupo na discussão do caso proposto. Aprendemos muito a partir das experiências vividas por nossos colegas. Compreendemos o espaço da discussão de casos na APS como um espaço de aprendizagem coletiva, onde a articulação entre teoria e prática contribui para um aprendizado significativo e aplicável à realidade do trabalho.</p><p>&nbsp;</p><p>Como bem colocaram os textos propostos para a teorização do nosso encontro, a reflexão sobre os processos formativos também inclui a necessidade de capacitar os profissionais para o trabalho em equipe interdisciplinar e interprofissional para a construção de um olhar integral sobre o cuidado em saúde. Além disso, é preciso criar de um ambiente colaborativo e de confiança entre os profissionais (um desafio enorme) no qual o erro e as dificuldades são vistos como oportunidades de aprendizagem, em vez de serem fontes de estigma ou de proteção. O processo exige uma escuta ativa, promovendo a reflexão sem julgamentos. O objetivo é que os profissionais desenvolvam competências reflexivas e emocionais que aprimorem suas práticas cotidianas. Isso resulta em uma abordagem mais integrada e humanizada do cuidado em saúde.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-12 13:11:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ana Carolina Acorinte</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/kahmrc/eMulti03/wish/3116659429</link>
         <description><![CDATA[<p>O que mais mais me inquietou nesse nosso último encontro foi discutir sobre as urgências em ter respostas e soluções nos processos de trabalho. Isso é algo implícito na nossa formação ! Somos formados para resolver problemas ! Contudo nada está findado! Tudo é construção coletiva! O papel de apoiador é um grande desafio, pois necessitará de nós muito manejo, reflexão, escuta e ponderação. É obvio que eu gostaria de um script com o passo a passo para ser uma ótima apoiadora, mas percebi que não terá um passo a passo. Como disse professor Dário: " aprenderemos ser apoiadores apoiando!". Após essa reflexão a Canção do Lenine me trouxe conforto e gostaria de partilhar com cada um de vocês do grupo (colegas e professores) e dizer que me sinto APOIADA todas as terças-feiras nos nossos encontros! </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-12 13:30:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>3º Encontro</title>
         <author>enfjander01</author>
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         <description><![CDATA[<p>As discussões do 3º encontro me fizeram pensar muito sobre as potenciais dificuldades de integração das equipes de saúde da família (tradicionais e “herdeiras” do PSF) com as “novas” equipes multiprofissionais (E-Multi), e mais especificamente no caso discutido sobre a produção do cuidado em saúde mental, isso se torna ainda mais expressivo já que de um lado existe uma preocupação com respostas efetivas e tempestivas para as demandas clínicas do usuário, enquanto do outro temos uma pretensa ampliação do olhar profissional para inclusão das subjetividades e sofrimentos dos sujeitos, que possivelmente daria vida a importantes ferramentas de cuidado como PTS, Clínica ampliada, intersetorialidade, etc.</p><p>No entanto como profissional de saúde mental eu considero que ambas as “faces da moeda“ apresentam importância em relação a garantia da operacionalização do princípio doutrinário da integralidade. E para que isso funcione o ponto de intervenção fundamental é a relação entre os profissionais, que deve envolver relações dialógicas, empáticas e respeitosas, em torno do objetivo comum, que é garantir o acesso ao melhor cuidado possível, que só pode ser alcançado através dos diversos olhares e saberes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-12 14:09:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Emanuele Lopes </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/kahmrc/eMulti03/wish/3118992227</link>
         <description><![CDATA[<p>O terceiro encontro oportunizou muitas aprendizagens através do debate sobre os desafios na aplicação integrada por Métodos Paideia e Balint em discussão do caso de Dona Maria. Uma dança que envolveu muitas mãos, ora descompassadas na busca de equilíbrio entre as abordagens mais tradicionais/ técnicas com o olhar mais subjetivo ao processo saúde/doença. O debate apresentou os desafios desta dança que circularam pela necessidade de atentar-se às ressonâncias do processo frente aos atores envolvidos, a necessidade de oportunizar espaços de diálogo e escuta ativa na busca de construir colaboração e complementariedade no debate e no desenho interventivo ao caso.</p><p>Enquanto articulação teórica, foram discutidos importantes aspectos sobre a Clínica Ampliada e compartilhada, a qual se sustenta nas premissas da compreensão ampliada do processo saúde doença, da ampliação do “objeto” de intervenção da doença para o sujeito, além de ofertar um olhar para a equipe. Neste debate, a dança, envolveria também a oferta de espaços de escuta, acolhimento e validação das emoções, para que as mãos busquem maior equilíbrio e colaboração, com vistas a um compasso mais humanizado e acolhedor!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-13 17:17:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Josi Oliveira</title>
         <author>josioliveirade</author>
         <link>https://padlet.com/kahmrc/eMulti03/wish/3120057591</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-09-15 02:39:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cristiane Kenes</title>
         <author>criskenes</author>
         <link>https://padlet.com/kahmrc/eMulti03/wish/3120703699</link>
         <description><![CDATA[<p>Nosso 3º encontro, que abordou o tema "Manejando grupos Balint-Paideia: discussões de caso e oferta teórica" foi extremamente enriquecedor. A cada encontro, surgem mais inquietações e reflexões sobre o papel do apoiador no processo de condução de um grupo Balint-Paideia. O estudo de caso apresentado foi bastante complexo, levando cada participante a revisitar suas ações, conhecimentos e experiências. Além disso, ficou claro que a condução como apoiador(a) precisa ser ajustada, exigindo uma postura empática e de suporte, com o foco principal na criação de um espaço seguro para que os profissionais possam discutir suas experiências emocionais e relacionais.</p><p>Essa abordagem permite que o grupo reflita sobre as dinâmicas emocionais entre pacientes e profissionais, promovendo uma compreensão mais profunda do papel do cuidador, sem julgamentos. O papel de apoiador demanda, também, uma escuta ativa e a criação de um ambiente onde todos se sintam à vontade para compartilhar suas percepções e sentimentos. O objetivo não é buscar soluções rápidas, mas sim mediar discussões de forma inclusiva, permitindo a exploração das várias camadas de sentimentos e percepções envolvidas nos casos apresentados.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-15 21:04:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Patrício</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/kahmrc/eMulti03/wish/3121709577</link>
         <description><![CDATA[<p>O encontro do dia 10/09 foi marcado pelo aprofundamento do método Balint-Paideia. Vivenciamos uma imersão teórica e aplicada do método. Destaco a importância da oferta teórica, tanto pelos textos, de Terra e Cunha e de Viana e Carmazini, lidos e discutidos, quanto pelo debate teórico feito por Karini Magrini no início do encontro. Tivemos relevantes debates que nos oportunizou refletir e aprofundar os fundamentos do método Balint-Paideia. Fui atravessado pelos dois casos discutidos neste segundo encontro. Um deles foi o caso trabalhado na discussão em grupo, apresentado por Dario e Karina, no qual uma Equipe Multiprofissional vivenciou dificuldades de equilibrar a busca da resolução de um problema de uma usuária com os aspectos subjetivos envolvidos na vida de Dona Maria e também da equipe. Muito oportuna as reflexões possibilitadas a partir do caso. O segundo foi o caso de Dona Solange apresentado no texto Terra e Cunha. Quando, muitas vezes, nós profissionais buscamos avidamente soluções para curar dores físicas, a resposta de D. Solange – “a maior dor que eu tive na minha vida foi a morte do meu marido” – nos faz refletir sobre a importância da escuta qualificada, da clínica ampliada e da subjetividade no fazer cotidiano das equipes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-16 13:28:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Gabriela Crespi</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/kahmrc/eMulti03/wish/3122196520</link>
         <description><![CDATA[<p>O último encontro foi como altamente produtivo, proporcionando uma análise abrangente de um mesmo caso sob diversas perspectivas. Reconheço que tenho certa dificuldade em lidar com a subjetividade envolvida nas discussões, o que tem representado um desafio para equilibrar a necessidade de praticidade e o impulso de direcionar as ações focadas na resolução</p><p>O caso reflete situações recorrentes no cotidiano das equipes de saúde, tanto no que se refere às dificuldades enfrentadas por pacientes como Dona Maria, quanto aos desafios de articulação entre os membros das equipes. Essa discussão fomentou uma reflexão aprofundada sobre os processos de trabalho nas unidades de saúde, destacando a relevância do apoio institucional. Tal apoio se configura como uma ferramenta técnica e pedagógica fundamental para o aprimoramento da qualidade dos serviços prestados e o suporte à gestão do trabalho, mantendo o foco na singularidade de cada caso e na dinâmica específica de cada equipe</p><p>A abordagem de construções coletivas é desafiadora, mas crucial, uma vez que problemas como esses fazem parte do cotidiano das equipes. O papel do apoiador institucional é fornecer ferramentas que permitam à equipe superar esses desafios de maneira integrada, levando em consideração os diferentes pontos de vista e as emoções envolvidas em cada profissional.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-16 17:54:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Duciele Bione</title>
         <author>ducibione</author>
         <link>https://padlet.com/kahmrc/eMulti03/wish/3122388962</link>
         <description><![CDATA[<p>O encontro realizado no dia 09/10/2024 trouxe um caso complexo que nos direcionou a refletir sobre o desafio de ser apoiador, a importância de aprofundar o conhecimento sobre os passos do método Balint- Paideia. Discutimos sobre o papel do apoiador e a construção de um espaço protegido para que os participantes possam ampliar a capacidade de reflexão sobre o trabalho e sobre o caso clínico, as ferramentas de ação e de cuidado e também sobre suas relações e seus sentimentos. &nbsp;O apoiador terá que está atento para mediar os meandros subjetivos das discussões do grupo, para fomentar a construção coletiva respeitando as diferentes falas e emoções de cada profissional. A cada caso nos apropriamos um pouco mais do Balint –Paideia, e percebo o quanto esse método.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-16 20:12:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>josiendless</author>
         <link>https://padlet.com/kahmrc/eMulti03/wish/3123082296</link>
         <description><![CDATA[<p>O momento de Aprendizagem do terceiro encontro trouxe elementos e dimensões importantes do método Balint Paideia. A construção do contrato do grupo é uma etapa fundamental  que deve permite aos participantes um espaço acolhedor, reflexivo e  de aprendizagem coletiva.</p><p>A circulação da palavra, o diálogo  são elementos importantes para que se estimule ao grupo conhecer sobre o caso apresentado e dispare reflexões em cada participante no sentido de permite o autoconhecimento e a análise conjunta quanto aos afetos ( dimensão afetiva) e como o manejo de cada caso pode ser singular e terapêutico para cada grupo. O desafio desse encontro foi percebe as nuances do papel do apoiodor no método Balint Paideia. A escuta ativa, conduzir para a problematização, promove a dinâmica relacional na condução de conflitos, perceber os não ditos e trazê-los a superfície. Assim, o apoiador precisa apresentar e dispara elementos, porém ele não traz a resposta pronta e sim conduz ao grupo para uma construção de soluções criativas ao caso apresentado proveniente do cenário de prática das equipes da Atenção Primária.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-17 07:47:04 UTC</pubDate>
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         <title>Carla Dias Dutra</title>
         <author>carladutra83cd</author>
         <link>https://padlet.com/kahmrc/eMulti03/wish/3123261429</link>
         <description><![CDATA[<p>Os textos disponibilizados para leitur no terceiro encontro promoveram uma maior aproximação da metodologia GBP, foi possível compreender os passos a serem seguidos para o bom andamento do grupo e a importância do papel do supervisor. Lendo os relatos dos colegas e refletindo acerca da contribuição teórica dos textos disponibilizados, percebo o quão importante se faz a subjetividade no dia-a-dia de nosso trabalho, para que seja ofertado intervenções de cuidado eficazes. A Clínica Ampliada, a escuta qualificada, o trabalho em equipe mostram-se essenciais, especialmente nos casos complexos, como o se Solange. A cada passo dado neste curso me aproximo mais dos GBP e me senti muito sensibilizada e apaixonada pela prática e pelos resultados possíveis de se alcançar. Entendo que a afetividade necessita ser trabalhada nas equipes de saúde; a correria do dia-a-dia, o desejo de otimizar as ações, de resolver as questõess trazidas pelos pacientes, tem nos tornado "duros" no que se refere à tecnologias de cuidado para com o outro e com nós mesmos, inclusive nossa equipe, nos levando, por inúmeras vezes, à sensação de remarmos, remarmos e não sairmos do lugar. Assim, compartilho esta lâmpada criativa como um símbolo da necessidade de ampliarmos nosso olhar para além das questões fisiológicas e objetivas, considerando a subjetividade, os afetos e as relações de referência e contrareferência para que se possa ampliar a capacidade de cuidado e, assim, de resolutividade com os usuários, conosco e com nossa equipe. Seguimos!!!!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-17 09:51:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Juliana Pirró</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/kahmrc/eMulti03/wish/3123561138</link>
         <description><![CDATA[<p>O terceiro encontro possibilitou lidar-mos coletivamente com as encruzilhadas que estao por vir nesse processo formativo com as E-multi. Lidar com conflitos das equipes por meio de um caso clinico que aos poucos vamos desfiando e desafiando-nos na posicao de apoiadores. Subjetiviadr e prganicidade. Recursos teoricos que vao praxicisando, numa construcao coletiva e de co-gestao. A cada dia percebo apropriacao do grupo das ferramentas do GBP e a patir dos ditos e nao ditos, a construcao de um possivel facilitador/apoiador. </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-09-17 13:16:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Iara Luna</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/kahmrc/eMulti03/wish/3123805389</link>
         <description><![CDATA[<p>No nosso terceiro encontro foi apresentado um caso extremamente interessante, pois trouxe um desafio para nós, futuros apoiadores nesse processo formativo das E-multis do nosso Brasil. O caso referido trouxe um conflito entre as formas diferentes dos profissionais de saúde lidarem com o processo de cuidado dos paciente, uns com um olhar mais emocional e outros com um olhar mais analítico. Na nossa grande roda de conversa, através do método Balint-Paideia, conseguimos perceber que não precisamos buscar apenas as soluções imediatas, como muitos dos profissionais de saúde são treinados no seu processo de formação, precisamos aprender a ouvir  e respeitar os colegas e explorar as camadas de cada um, conseguindo mediar essas discussões, de modo que o produto final de todos, que é a saúde do paciente, seja melhorada.</p><p>Ainda sinto insegurança, em imaginar qual postura passar diante de casos difíceis, entretanto, fico feliz de poder aprender a cada encontro com o nosso grupo.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-17 15:14:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/kahmrc/eMulti03/wish/3123805389</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/kahmrc/eMulti03/wish/3123867232</link>
         <description><![CDATA[<p>A exposição teórica de nossa apoiadora Karina foi complementada pela discussão do caso proposto, onde a função de fazer aparecer os conflitos e a diversidade ficou bem presente. Realmente, esse é um ponto crítico para o apoiador, pois precisa conduzir a equipe sem que suas próprias percepções entrem demasiadamente no processo. Ficou clara a importância de usar métodos que proporcionem o desenvolvimento da autonomia do grupo na resolução de seus problemas. Também gostei da frase “garantir a ética da livre circulação da palavra”, importante nos processos grupais. Foi feito uma explanação sobre a diferença entre o método da Problematização e da Paideia, mas, com exceção do público a que se dirige, ainda não percebi claramente essa diferença. Chamou-me atenção como a discussão estendeu-se a partir do caso, o que não é comum nas experiências que tenho em outros espaços. Estou curiosa para vivenciar as discussões a partir dos casos que serão propostos pelo próprio grupo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-17 15:46:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aline Fiori</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/kahmrc/eMulti03/wish/3123955878</link>
         <description><![CDATA[<p>Apesar de não ter participado do último encontro, a leitura dos textos e dos casos me trouxeram reflexões importantes!</p><p>Sobretudo me veio muito forte a frase de Cora Coralina: "O que vale na vida não é o ponto de partida e sim a caminhada. Caminhando e semeando, no fim, terás o que colher.", entendendo que o apoiador tem esse papel: de criar um espaço acolhedor e pedagógico que viabilize essa construção singular e coletiva, entendendo que cada um dos momentos de encontro depende da grupalidade, do contexto de vida e de atuação de cada um e da singularidade de cada um.</p><p>É assim que devemos caminhar na defesa do SUS!</p><p>Abraços!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-17 16:36:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Eliane Nobrega</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/kahmrc/eMulti03/wish/3178191840</link>
         <description><![CDATA[<p>Não pude participar do encontro, mas lendo sobre a temática o que mais me inquieta é saber que estaremos trabalhando com profissionais diversos, muitos sem identificação com o trabalho em equipe, outros com a necessidade de resolutividade e muitos desestimulados com os processos de trabalho. Portanto, ser apoiador é uma experiência desafiadora e enriquecedora que, com certeza, agregará muito a nós, tanto como profissionais quanto como pessoas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-20 21:04:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/kahmrc/eMulti03/wish/3178191840</guid>
      </item>
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         <title>Sempre é tempo de aprender</title>
         <author>josemariabatista022</author>
         <link>https://padlet.com/kahmrc/eMulti03/wish/3212995580</link>
         <description><![CDATA[<p>Sou uma entusiasta da educação, em todos os níveis, de todas as formas. A possibilidade de adrentar e me desafiar a conhecer e aprender novas formas de fazer um trabalho que realizo há tantos anos me encanta na mesma medida que me inquieta e as vezes assusta, mas me motiva e desafia. A sensação de incompletude e a certeza que não sabemos( ainda bem) de tudo e que todos os dias temos a oportunidade de aprender e evoluir me impulsiona. </p><p>Acredito que essa metodologia me transforma a cada encontra e me traz a necessidade de ver além: Além da doença, além do atendimento, além do tratamento, além do momento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-12 11:40:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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