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      <title>DIÁRIO DE APRENDIZAGEM by Manuel Borges Silva</title>
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      <description>Sequência de tarefas</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-02-04 17:49:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mborgesdasilva</author>
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         <description><![CDATA[<div>CARTA DE APRESENTAÇÃO<br><br></div><div>Sou Manuel Silva, professor do quadro da Escola Básica de S. João da Madeira e com a experiência de mais de duas dezenas de anos, lecionando Português e Francês aos mais diversos anos e modalidades de ensino do 3.º ciclo do ensino básico e do ensino secundário.<br><br></div><div>Estive ligado a alguns projetos de ensino inovadores, na altura em que foram criados, como foram a introdução das tecnologias de informação no ensino secundário; a formação de professores na área das tecnologias de informação e de comunicação; os cursos de educação e formação para jovens; os cursos tecnológicos e profissionais para o ensino secundário; o reconhecimento, a validação e a certificação de competências de adultos; os cursos de educação e formação de adultos. No entanto, não sinto que tenha participado em verdadeiros projetos promotores do sucesso escolar.<br><br></div><div>Sinto-me motivado para a implementação do projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular na medida em que considero urgente uma alteração de práticas e de métodos no ensino em geral. O ensino precisa de acompanhar os tempos e ser menos rígido, não só na organização curricular, mas também na organização dos horários de alunos e professores, na organização do espaço escolar, do tempo, das equipas pedagógicas…<br><br></div><div>Tenho, assim, muitas expectativas ao realizar este curso de formação, esperando vir a encontrar algumas respostas para as questões que se colocam ao ensino hoje.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-04 18:03:49 UTC</pubDate>
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         <title>OS DESAFIOS QUE SE COLOCAM À EDUCAÇÃO</title>
         <author>mborgesdasilva</author>
         <link>https://padlet.com/mborgesdasilva/manuelsilva/wish/227920598</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>"À escola pede-se que prepare os jovens para que sejam capazes de construírem autonomamente a sua capacidade de criar e intervir num mundo global."<br></strong><br></div><div>As atividades pedagógico-didáticas que permitam a concretização, em contexto educativo, da construção autónoma da sua capacidade de criar e intervir num mundo global são tão fáceis ou tão difíceis de encontrar como a disponibilidade dos alunos para encararem a escola como espaço útil.<br><br></div><div>A escola tem-se transformado para muitos alunos num espaço de socialização e até de algum entretenimento, onde a maior parte das atividades disciplinares, por mais interessantes que possam ser, são encaradas como um peso ou como uma seca.<br><br></div><div>Os conceitos de “modelo industrial” e de “modelo social” definidos como opostos adulteram, de facto, o significado essencial de escola, lugar de ensino/aprendizagem, lugar de estudo, lugar de conhecimento, lugar de aquisição de saber ser, saber estar e saber fazer, que não pode ser definido simplesmente como “aprendizagem compartimentada que prepara para a produção em massa de mão de obra uniformizada e barata” (industrial) oposta a “aprendizagem orgânica e social, encarada como transformativa e que prepara para um mundo global que destaca a diferença (social). Por outras palavras, nem aquilo que é definido como modelo industrial tem a carga negativa que se lhe quer dar, nem o modelo social é a receita de sucesso que se pretende. De facto, a escola só pode formar se seguir métodos, se for respeitada, se for valorizada… e isso não acontece nos nossos dias.<br><br></div><div>Será oportuno citar Jacques Delors:<br><br></div><div>“Para poder dar resposta ao conjunto de missões, a educação deve organizar-se à volta de quatro aprendizagens fundamentais que, durante toda a vida, serão de algum modo para cada indivíduo, os pilares do conhecimento: <strong>aprender a conhecer</strong> (supõe, antes de mais, aprender a aprender, exercitando a atenção, a memória e o pensamento); <strong>aprender a fazer</strong> (não pode continuar a ter o significado simples de preparar alguém para determinada tarefa material, a fim de poder participar no fabrico de qualquer coisa); <strong>aprender a viver</strong> <strong>em comum</strong> (a experiência prova que não basta pôr em contacto e em comunicação membros de grupos diferentes, através de escolas comuns a várias etnias ou religiões, por exemplo) e <strong>aprender a ser</strong> (a educação deve contribuir para o desenvolvimento total da pessoa – espírito e corpo, inteligência, sensibilidade, sentido estético, responsabilidade pessoal, espiritualidade)”. [DELORS Jacques (1996), <em>Relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre Educação para o século XXI</em>]<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-04 22:37:44 UTC</pubDate>
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