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      <title>Códigos de ética by Evelyn Camily</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-08-31 00:46:44 UTC</pubDate>
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         <title>Primeiro código de ética dos psicólogos brasileiros.</title>
         <author>74hjfgsf2k</author>
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         <description><![CDATA[<p>- Primeira regulamentação formal da profissão de psicólogo no Brasil.</p><p>- A psicologia passou a ser uma deontologia, ou seja, um mecanismo contra os que ilegalmente exercem a profissão.</p><p>- Tratava-se, anteriormente, de um anteprojeto do Código da Ética Profissional o qual foi elaborado a partir de discussões promovidas pela Associação Brasileira de Psicólogos (ABP).</p><p>- O primeiro Código de Ética da categoria era composto por cinco princípios fundamentais e quarenta artigos, distribuídos em treze capitulos: das responsabilidades gerais do psicólogo; das responsabilidades para com o cliente; das responsabilidades e relações com as instituições empregadoras; das relações com outros psicólogos; das relações com outros profissionais; das relações com associações congêneres e representativas do psicólogo; das relações com a justiça; do sigilo profissional; das comunicações científicas e das publicações; da publicidade profissional; dos honorários profissionais; da fiscalização do exercício profissional da psicologia e cumprimentos dos princípios éticos; disposições gerais.</p><p><br><strong>INTERESSE PESSOAL:</strong></p><p>Nos primeiros anos de regulamentação, a Psicologia funcionava mais como uma proteção para os próprios profissionais do que como orientação ética para atender a população. Quando se cria códigos de conduta, a psicologia formou combates com quem atuava ilegalmente.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-31 00:58:53 UTC</pubDate>
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         <title>Segundo Código de Ética profissional dos Psicólogos.</title>
         <author>74hjfgsf2k</author>
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         <description><![CDATA[<p>- Passados quatro anos do Código de Ética de 1975, o número de profissionais psicólogos no país mais que quadruplicou, atingindo o equivalente a 20 mil profissionais registrados.</p><p>- Os trabalhos tiveram início em 1978, culminando com a aprovação da nova versão do Código em 30 de agosto de 1979.</p><p>- Velloso (1980) descreve, sucintamente, como se desenvolveu o trabalho de reformulação do Código: primeiramente, os Conselhos Regionais deveriam realizar críticas ao Código de 1975 e dar sugestões para sua reformulação, tomando por base os trabalhos desenvolvidos no campo da fiscalização e da orientação.</p><p>- Para Drawin a estrutura do código seria simples, com artigos em duas direções paralelas: "a preservação da dignidade do cliente e a preservação da dignidade do próprio profissional, para concluir na consolidação da imagem social do psicólogo, que deve assegurar a integralidade do mercado de trabalho" (Drawin, 1985, p.16).</p><p>- Para normatizar o trabalho das Comissões de Ética na instrução dos processos disciplinares propostos contra o psicólogo em todo o país, foi instituído, no ano de 1982, um novo Código de Processamento Disciplinar (CPD), Resolução CFP n° 015/1982. No ano seguinte, nova Resolução foi emitida em substituição a esta, entrando em vigor a Resolução CFP n° 009/1983.</p><p><br></p><p><strong>INTERESSE PESSOAL: </strong></p><p>O rápido crescimento da Psicologia com mais de 20 mil profissionais registrados, tanta gente atuando, ficou ainda mais importante ter regras claras para que os psicólogos trabalhassem de forma correta garantindo a qualidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-31 01:42:50 UTC</pubDate>
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         <title>Terceiro Código de Ética profissional do Psicólogo.</title>
         <author>74hjfgsf2k</author>
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         <description><![CDATA[<p>- Na medida em que a sociedade brasileira se democratizava, criava-se, segundo Oliveira (2005), uma possibilidade para a expressão da Psicologia. Como instituição de apoio ao profissional, neste mesmo ano houve um movimento no interior do Sistema Conselhos para propor revisão do Código de 1979.</p><p>- Formaram-se grupos de trabalho que vêm se reunindo desde 1984, numa tentativa de operacionalizar a proposta.</p><p>- Concluiu-se por três diretrizes, que seriam: (1) prioridade para os interesses da comunidade; (2) ascendência da ação orientadora em relação à punitiva; (3) estabelecer uma definição entre questões éticas e questões técnicas para dirimir essa falsa dicotomia (Conselho Regional de Psicologia 06, 1994).</p><p>- Neste sentido, o Código de 1987 conceituava Ética enquanto Filosofia Moral ou ética filosófica, que recorre à reflexão e à compreensão das singularidades, que permite o exercício da criatividade, da liberdade e da espontaneidade. Portanto, uma ética capaz de fazer o psicólogo ver o cliente como um ser de relação no mundo.</p><p>- Após a extensa Exposições de Motivos, o CEPP de 1987 exibia sete Princípios Fundamentais e um total de 50 artigos e alíneas dispostos em 10 (dez) capítulos</p><p>- Também foi em 1989 que ocorreu o Congresso Nacional Unificado dos Psicólogos, um dispositivo que visava iniciar um diálogo entre CFP, sindicato e categoria a partir do compromisso assumido pelo próprio Conselho Federal em buscar meios de diluir a concepção corporativista.</p><p><br></p><p><strong>INTERESSE PESSOAL:</strong></p><p>É interessante porque mostra que a democratização da sociedade abriu espaço para que a Psicologia se expressasse e se desenvolver de forma mais livre e participativa.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-31 02:01:26 UTC</pubDate>
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         <title>Quarto Código de Ética profissional do psicólogo.</title>
         <author>74hjfgsf2k</author>
         <link>https://padlet.com/74hjfgsf2k/qqb3c8zec4lzu443/wish/3561741726</link>
         <description><![CDATA[<p>- Em 1997, já era possível identificar um movimento de intenção para reformular o CEPP – que começou com o I Fórum Nacional de Ética realizado em 1997, em Brasília.</p><p>- Como resultado dos Fóruns Regionais, 420 teses (propostas) foram acolhidas e encaminhadas pelos delegados representantes dos Conselhos Regionais para discussão no II Fórum Nacional de Ética.</p><p>- Assim, o Código de Ética, Resolução CFP n° 010/2005 foi aprovado, entrando em vigor na data em que se comemorava o dia do Psicólogo daquele mesmo ano. O documento consta de sete Princípios Fundamentais e 25 artigos, distribuídos em dois capítulos:das responsabilidades do psicólogo e das disposições gerais.</p><p>- Por sua vez, a reivindicação de muitos psicólogos para que o Código de Ética vislumbre as especificidades de seu campo de atuação não deixa de ser um requerimento para o retorno do Código de Ética aos moldes do de 1987.</p><p><br></p><p><strong>INTERESSE PESSOAL:</strong></p><p>Isso é interessante porque mostra que a construção do Código de Ética passou por experiências reais dos psicólogos, promovendo participação da categoria e incentivando e promovendo um processo ético profissional, em vez de ser imposto apenas de cima para baixo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-31 02:21:03 UTC</pubDate>
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         <title>Considerações Finais.</title>
         <author>74hjfgsf2k</author>
         <link>https://padlet.com/74hjfgsf2k/qqb3c8zec4lzu443/wish/3561754038</link>
         <description><![CDATA[<p>- Aprendi que a ética profissional na Psicologia teve um desenvolvimento importante e contínuo ao longo do tempo: inicialmente, seu foco estava na proteção da profissão e na regulamentação dos psicólogos, buscando reconhecimento e controle profissional. Com o passar dos anos, ela se tornou a enfatizar a responsabilidade social, a autonomia do psicólogo e a prática de ações éticas que respeitam os direitos.</p><p>A evolução da ética na Psicologia ajuda o psicólogo a agir de forma mais consciente e responsável.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-31 02:59:29 UTC</pubDate>
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