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      <title>Saúde reprodutiva: A invenção da sexualidade by Fernanda Raquel</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-08-21 20:52:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sannyapaesl</author>
         <link>https://padlet.com/fetnandacosta/qqaqtuhtizy72ypr/wish/692477017</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Séc. XVII: </strong></div><ul><li>Sexo: Define sujeito + população;</li><li>Iluminismo: Sexo é intrínseco ao ser humano;</li><li>Questão sexual influencia o social ( Relações sexuais antes do matrimônio e gravidez secreta consideradas delitos);</li><li>Final do Séc. XVII: Pensamentos de controle da natalidade.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-21 21:26:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fetnandacosta</author>
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         <description><![CDATA[<div>*Ascetismo: legado pessimista que hostilizava o corpo. Havia uma negação muito grande em relação aos atos sexuais, sendo mais tarde justificado apenas para a procriação.<br>* Estoicismo: sexualidade concentrada no casamento, onde havia permissão para satisfação da luxúria.<br>* Mais tarde, até mesmo o prazer carnal no ato conjugal passou a ser questionado, daí a valorização do celibato.<br>* Os grandes padres da Igreja contribuíram para a manutenção do negativismo em relação ao prazer sexual. Sexo apenas para reprodução: moralidade sexual.<br>* Contextualização com o Antigo Testamento: a origem do mal seria a sexualidade. Santo Agostinho: concupiscência  como pecado original.<br>* O homem como vítima indefesa da mulher inescrupulosa que o seduz para pecar: pecado sexual.<br>* Imagem negativa da mulher, presente até hoje.<br>* Neste contexto, até o casamento passou a ser questionado pois se opunha à virgindade, impedindo a ascese da alma. Porém, como era necessário procriar, o casamento passou a ser tolerado sob alta vigilância.<br><br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-21 21:27:23 UTC</pubDate>
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         <title>Nicolas Venette</title>
         <author>analuuhm28</author>
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         <description><![CDATA[<div>Professor de anatomia e cirurgia na França.<br>Em 1696 , publicou <em>Tableaux de l’amour</em> <em>conjugal</em>, livro pioneiro no gênero. <br>- Mistura do conhecimento médico e das tradições populares.<br>- Acesso a um saber relativamente isento da contaminação religiosa.<br>- A partir do momento em que o homem é visto como um ser natural, a sexualidade deixa de ser antagônica à espiritualidade·       , para tornar-se algo que é próprio do homem e cuja satisfação, dentro do casamento, é sadia, independentemente da reprodução. <br>-  A nova concepção burguesa do casamento entendia o instinto sexual como algo primordial do sujeito, que deveria ser controlado para ser reutilizado em favor da sociedade.<br>Temos, então, as bases para aquilo que, no final do século XIX, passou a ser chamado de “sexualidade”: não era mais possível pensar o sujeito sem o sexo. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-21 21:31:52 UTC</pubDate>
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         <title>SÉC. XIX</title>
         <author>erikamariaans</author>
         <link>https://padlet.com/fetnandacosta/qqaqtuhtizy72ypr/wish/692531377</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Psiquiatras e sexólogos: Práticas sexuais que escapavam aos ditames morais foram repertoriadas e etiquetadas;</li><li>Perspectiva higienista e repressiva;</li><li>Discutiam-se os “efeitos nocivos da sexualidade”: práticas contra a natureza, os perigos da masturbação, do coito interrompido, uma vida conjugal insatisfatória…;</li></ul><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-21 22:34:49 UTC</pubDate>
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         <title>SÉC. XX</title>
         <author>erikamariaans</author>
         <link>https://padlet.com/fetnandacosta/qqaqtuhtizy72ypr/wish/692534905</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><ul><li>Freud publica “Três Ensaios sobre a Teoria da Sexualidade”: subverte os esquemas explicativos tradicionais;</li><li>O debate centra-se na diferença entre o objeto sexual e a finalidade sexual;</li><li>A sexualidade em cada ser humano, devido à singularidade da história de cada um, terá um destino particular;</li><li>A civilização comete uma grande injustiça ao “exigir de todos uma idêntica conduta sexual” (FREUD, 1976);</li><li>Contribuição de Lacan: Contribuiu para a compreensão freudiana ao mostrar que o sujeito pode ficar preso numa captura narcísica, para evitar o encontro angustiante do que ele é como objeto para o Outro.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-21 22:40:15 UTC</pubDate>
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         <title>CONSIDERAÇÕES FINAIS</title>
         <author>erikamariaans</author>
         <link>https://padlet.com/fetnandacosta/qqaqtuhtizy72ypr/wish/692536747</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><ul><li>Discursos sobre a sexualidade são tentativas de nomear o Isso: a alteridade interna, aquilo que nos lembra que não somos senhores em nossa própria casa;</li><li>Esses discursos foram ditados pela Igreja, pelo Estado, ou pela medicina;</li><li>Estabelecia-se o que deveria ser considerado normal e, por extensão, o patológico, em termos de desejos e práticas sexuais;</li><li>A psicanálise surge como ferramenta de denúncia.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-21 22:43:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fernavon14</author>
         <link>https://padlet.com/fetnandacosta/qqaqtuhtizy72ypr/wish/692596089</link>
         <description><![CDATA[<div>O casamento passou a ser tolerado sob vigilância pois era considerado o menor dos males, sendo então defendido pela obra "Casamento e concupiscência" de Santo Agostinho como uma forma de procriação entretanto era tido como pecado por ser um local de realização dos desejos carnais. Ou seja, não havia justificativa para o ato carnal se não fosse para procriação.<br>* Práticas sexuais - normal, quando para procriação, e anormal, quando eram infecundadas.<br>Só existia uma sexualidade normal: a união de dois órgãos sexuais diferentes para a procriação; qualquer diferente disso, é considerado pecado contra naturam.<br>* Posicionamento no ato sexual - única posição “natural” era a do homem deitado sobre o ventre da mulher, assemelhando-se à cópula animal.<br>* Esterilidade - vista como um sinal de impureza na vida conjugal<br>Impotência - vista como uma ameaça ao matrimônio<br>A Igreja usava o discurso do pecado da sexualidade para controlar e intervir na sexualidade dos fiéis quando estes se confessavam<br>Então assim se desenvolveu a moral cristã de que  “situa os principais pecados da humanidade nos quartos de dormir” (RANKE-HEINEMANN, 1996, p.47).</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-22 00:15:07 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>iaciara2014</author>
         <link>https://padlet.com/fetnandacosta/qqaqtuhtizy72ypr/wish/692646878</link>
         <description><![CDATA[<div> * Compreender a sexualidade nos remete analisar que a mesma precede da criação da cultura Ocidental, que vem de uma invenção histórica com a religião e o Estado como dominantes e controladores, formando normas sociais e políticas de acordo com cada época ( sóciohistóricos) visando controlar o corpo e a sexualidade.<br>  *Nesse contexto, a moral cria o que temos conhecimento e regula, assim como também controle quem se desvia do que é regulamentado.<br> *Nota-se que, as teorias e as práticas clínicas são guiadas pela cultura, afirmando o envolvimento e o valor da cultura Ocidental na invenção da sexualidade.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-22 01:48:50 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>claraagomes1404</author>
         <link>https://padlet.com/fetnandacosta/qqaqtuhtizy72ypr/wish/692997510</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>- Meio do séc. XIX</strong></div><ul><li> O onanismo ainda  era a única forma de desvio reconhecida – perversão – em relação ao sexo “sadio ".</li><li> algumas décadas mais tarde as coisas começam a mudar: a medicina e a psiquiatria legal se interessam por uma sexualidade não controlável que estaria presente na passagem ao ato em muitas formas de crimes.</li><li>Em 1857 Ambroise Tardieu , publica o famoso Estudo médico-legal sobre os atentados aos costumes, traduzido para varias línguas rapidamente. </li><li>Nesse clássico da época uma outra forma de sexualidade aparece , the nameless crime: o crime sem nome. Trata-se da pederastia e da sodomia, hoje chamados de homossexualidade e coito anal. </li><li>As teorias de Tardieu marcariam a passagem do conceito de perversão do Iluminismo – o onanismo – ao da época da industrialização – a homossexualidade .</li><li>1886, o visconde Richard von KrafftEbing, especialista em medicina legal, escreve o famoso Psychopathia Sexualis no qual traça um longo inventário das perversões humanas e rediscute as pulsões heterossexuais.</li><li>O Psychopathia Sexualis traz algo de radicalmente novo: uma imagem da sexualidade que se divide em “sexualidade normal” em sua essência, e uma sexualidade geneticamente perversa devido a taras hereditárias.<br><br></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-22 19:10:42 UTC</pubDate>
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