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      <title>Padlet sobre Ensino Colaborativo by </title>
      <link>https://padlet.com/leandrosalesufrrj/qobr1xg1qvnmtb4k</link>
      <description>Leandro Rodrigues Nascimento da Silva; 
Ligya Moraes dos Santos da Silva;
Karen de Rezende Schildt Correa</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-06-25 21:09:20 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-02-20 20:45:44 UTC</lastBuildDate>
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         <title>1° ponto paralelo entre o Cap/UERJ e o Cap/UFRJ - As Rodas de Ensino</title>
         <author>leandrosalesufrrj</author>
         <link>https://padlet.com/leandrosalesufrrj/qobr1xg1qvnmtb4k/wish/2512924351</link>
         <description><![CDATA[<div>Notamos que ambos os colégios trabalham com a ministração do ensino em rodas de conversa; isso é interessante porque, com a geração da Educação 4.0, o modelo de ensino do século XIX, no qual colocava os alunos sentados um atrás do outro, quadro de giz na frente e o professor como autoridade máxima já não é eficaz, visto a falta de comunicação corporal entre os aprendizes e os mestres, e a dificuldade que esse modelo de organização da sala de aula provoca para o aluno com deficiência, principalmente as cognitivas. Portanto, notamos que esses pontos são paralelos nas duas escolas, as quais optam por um modelo organizativo do mobiliário que permita a interação e participação de todos, favorecendo um ambiente em que todos se vejam. Por exemplo, uma criança que utiliza a cadeira de rodas, a depender da deficiência que possui, não é possível fazer o giro desta dentro de uma sala de aula organizada de modo tradicional. Assim, imaginemos que os alunos foram todos para o fundo da sala, e uma criança com deficiência ficou na cadeira de rodas... Imagine que cena horrível: um aluno sozinho, à frente, e os outros ao fundo brincando, como ocorre muito nas aulas. Ou seja, isso não está de acordo com a proposta inclusiva. E as duas escolas caminham juntas nesse sentido para promover uma organização do mobiliário que seja inclusiva. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-12 02:07:57 UTC</pubDate>
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         <title>2° ponto paralelo entre o Cap/UERJ e o Cap/UFRJ - Personalização do Ensino e Docência Compartilhada</title>
         <author>leandrosalesufrrj</author>
         <link>https://padlet.com/leandrosalesufrrj/qobr1xg1qvnmtb4k/wish/2512927376</link>
         <description><![CDATA[<div>Notamos que outro ponto paralelo entre as duas escolas analisadas é o da mediação pedagógica horizontal e de docência compartilhada. Em ambas as salas, haviam duas professoras que participavam ativamente dos processos de ensino. Uma professora focava mais na classe geral, em todos os alunos incluindo os com deficiência; já a segunda, focava no aluno com deficiência a fim de facilitar, tornar acessível e acompanhar de perto o aluno com necessidades especiais. Isso é muito bacana porque, às vezes, um professor sozinho e, em muitos casos, não especialista em Educação Especial, não consegue dar o suporte necessário ao aluno com deficiência, inviabilizando, assim, um dos direitos fundamentais desses sujeitos, que é o direito de aprender. Outro ponto que notamos foi o da personalização do ensino por meio do PAP (Plano de Ação Pedagógica) e do PEI (Plano de Ensino Individualizado), sobre os quais nos dedicaremos a discorrer nas "congruências" entre as duas escolas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-12 02:18:27 UTC</pubDate>
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         <title>1° Congruência entre as escolas no que tange a implementação e as ações de Ensino Colaborativo - Metodologias Avaliativas Horizontais</title>
         <author>leandrosalesufrrj</author>
         <link>https://padlet.com/leandrosalesufrrj/qobr1xg1qvnmtb4k/wish/2512931678</link>
         <description><![CDATA[<div>Falar me metodologias avaliativas horizontais, como dito pelas professoras que ministraram a aula, não é só falar em avaliação por parte do docentes, mas é criar um ambiente propício de engajamento para que o aluno também note o seu desenvolvimento e consiga, por si, de maneira interna ou externa, se avaliar. Assim, as escolas trabalhavam com dois momentos de avaliação horizontal muito interessante: a primeira, Cap/UERJ, faz isso mediante as aulas ao ar livre em que leva alunos a passeios temáticos no qual até os familiares podem participar; já a segunda escola assim o faz mediante o compartilhamento de informações entre os educadores com um dia de evento específico sobre as atividades escolares; evento no qual há, inclusive, cartazes como manifestação cultural.   </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-12 02:36:53 UTC</pubDate>
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         <title>2° Congruência entre as escolas no que tange a implementação e as ações de Ensino Colaborativo - As Ferramentas de Personalização do Ensino</title>
         <author>leandrosalesufrrj</author>
         <link>https://padlet.com/leandrosalesufrrj/qobr1xg1qvnmtb4k/wish/2512933363</link>
         <description><![CDATA[<div>Tanto a escola Cap/UERJ quanto a Cap/UFRJ trabalham com dois documentos elaborados pelos educadores que são basilares no favorecimento da Educação Especial com base num ensino colaborativo, são eles o PEI (Plano de Ensino Individualizado) e o PAP (Plano de Ação Pedagógica). Tanto um como o outro são muito pertinentes ao ensino colaborativo, porque, se o PEI permite ao educador saber melhor o que o aluno precisa, o PAP permite à escola saber o que os seus alunos necessitam e como podem interagir no dia a dia forense da instituição. Muito embora não salientado no início, outro ato congruente das escolas é usar sempre a figura de um aluno para que este seja um "auxiliar" do outro com deficiência. É uma maneira eficaz de fazer com que os colegas de turma percebam que é de responsabilidade de todos na sala o sucesso de aprendizagem daquele aluno com deficiência. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-12 02:44:06 UTC</pubDate>
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