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      <title>Medicalização by </title>
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      <description>Reflitam e interajam!!</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-10-06 00:08:51 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-12-16 20:12:16 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Saindo com &quot;comprinhas&quot; da farmácia</title>
         <author>primeirossocorros</author>
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         <description><![CDATA[<div>A medicalização é o fenômeno caracterizado pela definição de medicações, remédios ou drogas como a principal arma no tratamento das condições de saúde. Isso é tão gritante ao ponto de algumas medicações ganharem lugar em prateleiras de supermercado, banalizando o seu papel. Mudança de estilo de vida, muitas vezes é mais eficaz que usar remédios. Claro que tomar um comprimido parece mais fácil, porém praticar exercícios, dormir bem, alimentação saudável e horas de lazer, trazem muito mais benefícios à saúde e pode em muitas situações, poupar seu corpo de medicações.<br><br>- Maria Rafaela</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-06 18:55:24 UTC</pubDate>
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         <title>Uso sem obrigação</title>
         <author>adeilsonbarbosa</author>
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         <description><![CDATA[<div>Antes era comum tomarmos alguns tipos de chás ou receitas caseiras para tratar algum mal estar na qual passamos. Tomávamos chá de erva-cidreira, camomila, chá preto, a famosa garapa, etc. Por outro lado, atualmente, costumamos recorrer mais aos medicamentos para resolver esses impasses. Nós usamos medicamentos que não precisamos para tratar doenças que não temos, e esse processo se chama medicalização. Algo que acontece bastante é o fato de indivíduos tomarem Viagra para melhorar a potência mesmo quando estes não são impotentes, vitaminas sem antes ter o acompanhamento e orientação de um profissional, anabolizantes e suplementos com o objetivo de obter o "corpo perfeito", entre outros. A medicação tem seu lado positivo, isso porque há casos em que a medicação é muito útil, como nas patologias físicas e nos transtornos mentais incapacitantes e diagnosticados medicamente, mas temos que ficar atentos, tendo em vista que também há seu lado negativo.<br><br>https://www.uol.com.br/vivabem/colunas/danta-senrra/2019/05/25/medicalizacao-da-vida.htm<br><br>- Adeilson Leopoldino Barbosa</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-06 19:13:33 UTC</pubDate>
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         <title>Utilização consciente</title>
         <author>primeirossocorros</author>
         <link>https://padlet.com/primeirossocorros/qm2hp7peq648weg3/wish/808149939</link>
         <description><![CDATA[<div>Nos últimos tempos, muitas pessoas têm se submetido ao uso de medicamentos para uma melhora de vida saudável. Nisso precisa-se ter consciência dos atos que estão sendo tomados nesse momento, pois possa ser que o indivíduo esteja consumindo de forma errada e até mesmo não tendo sintoma de doença, levando a alguns casos a "escolha" do remédio por conta própria, sem acompanhamento médico.<br><br>Esse link abaixo mostra um estudo em relação ao uso inadequado dos medicamentos e falta de orientações na sociedade.<br><br>https://www.nescon.medicina.ufmg.br/biblioteca/imagem/victor-fidel-gomez-clavero.pdf <br><br>- Maria Rafaela </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/766865112/d455fe3bbd37f7045d5d2bdcaef3bae4/medicamento.jpg" />
         <pubDate>2020-10-06 19:21:29 UTC</pubDate>
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         <title>O que é transtorno mental? </title>
         <author>primeirossocorros</author>
         <link>https://padlet.com/primeirossocorros/qm2hp7peq648weg3/wish/809846581</link>
         <description><![CDATA[<div>O transtorno mental é uma disfunção da atividade cerebral que pode afetar o humor, o comportamento, o raciocínio, a forma de aprendizado e maneira de se comunicar de um indivíduo.<br>Por não ter sintomas físicos claros, os transtornos mentais foram ignorados por muitos anos durante a história da medicina e só nas últimas décadas passaram a ser estudados de forma mais aprofundada.</div><ul><li>E quais são os tipos mais comuns de transtornos mentais?</li></ul><div><strong>Depressão, Demênc</strong>ia, Transtorno de ansiedade, transtorno bipolar, Esquizofrenia, Transtorno do déficit de atenção, Autismo, Estresse pós-traumático e Transtorno obsessivo-compulsivo. </div><ul><li>Como tratar esse tipo de distúrbio?</li></ul><div>O tratamento varia conforme o diagnóstico e gravidade dos sintomas.<br>Em algumas situações, medicamentos são recomendados para estabilizar as funções cerebrais. Porém, quando o paciente oferece algum risco à sua própria integridade ou à dos outros, é necessário interná-lo para realizar o tratamento.<br><br>Um filme que muitos conhece, mas que poucos sabem o que se passa na personagem Dory. Depois de Procurando Nemo, a história de Dory fisgou a atenção por ela ter sintomas de distúrbio mental. Para as crianças, ver que é possível viver uma vida feliz mesmo enfrentando esse tipo de dificuldade é mais que didático: é inspirador.</div><div><br>- Adeilson Leopoldino<br>- Maria Rafaela </div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/PE3ruZElMUY" />
         <pubDate>2020-10-07 11:27:26 UTC</pubDate>
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         <title>Perigo, Automedicação!</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/primeirossocorros/qm2hp7peq648weg3/wish/814876643</link>
         <description><![CDATA[<div>Quem nunca tomou um remédio sem prescrição após uma dor de cabeça ou febre? Ou pediu opinião a um amigo sobre qual medicamento ingerir em determinadas ocasiões? A <strong>automedicação</strong>, muitas vezes vista como uma solução para o alívio imediato de alguns sintomas, pode trazer consequências mais graves do que se imagina.<br><br></div><div>A medicação por conta própria é um dos exemplos de uso indevido de remédios, considerado um problema de saúde pública no Brasil e no mundo. Segundo dados do Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas (SINTOX), em 2003, os medicamentos foram responsáveis por 28% de todas as notificações de intoxicação.<br><br></div><div>O uso de remédios de maneira incorreta ou irracional pode trazer, ainda, consequências como: reações alérgicas, dependência e até a morte.<br> <br> <a href="https://www.endocrino.org.br/os-perigos-da-automedicacao/">https://www.endocrino.org.br/os-perigos-da-automedicacao/<br></a><br>- <strong>Cícero Renato Garcia silva<br></strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-08 17:57:46 UTC</pubDate>
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         <title>Documentário</title>
         <author>primeirossocorros</author>
         <link>https://padlet.com/primeirossocorros/qm2hp7peq648weg3/wish/815548484</link>
         <description><![CDATA[<div>Diante de um mundo cada vez mais exigente e intolerante, um número cada vez maior de pessoas tem achado em cápsulas a fórmula para suportar a própria vida. A medicação sempre esteve presente na história da humanidade e é responsável por muitos benefícios para nossa espécie. Porém, quando essa medicação serve para silenciar um problema social, ela vem em grande quantidade e pode ter resultados devastadores.<br>O filme Sem Tarja ( que não obteve ainda verba para ser produzido) trás a tona essa realidade através de vivências e experiências profissionais que revelam os reais interesses por trás de uma sociedade que emana felicidade para os outros países e, ao mesmo tempo, é a maior consumidora de rivotril do mundo. Em 2013, o Brasil tornou-se o maior fabricante da substância, com 3,2 toneladas, seguidos pela Itália e Suíça, segundo dados da ONU. O documentário revela como muitos dos transtornos mentais são fabricados pela própria indústria farmacêutica para a venda em larga escala de remédios. É preciso entender como o processo de medicalização afeta a nossa vida, escondendo uma sociedade adoecida pelo poder financeiro.<br><br>- Adeilson Leopoldino<br>- Maria Rafaela</div>]]></description>
         <enclosure url="https://player.vimeo.com/video/153611610" />
         <pubDate>2020-10-08 22:11:20 UTC</pubDate>
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         <title>Medicalização Infantil</title>
         <author>adeilsonbarbosa</author>
         <link>https://padlet.com/primeirossocorros/qm2hp7peq648weg3/wish/824450871</link>
         <description><![CDATA[<div>Pessoal, nesse vídeo é explicado um pouco sobre a medicalização infantil e situações na qual às crianças acabam passando nessa nossa atual "era digital".<br><br>https://www.youtube.com/channel/UCgbbjw8zPkrmmL_XU1SgJBg<br><br>- Adeilson Leopoldino</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/SR38yYgaWek" />
         <pubDate>2020-10-13 11:56:27 UTC</pubDate>
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         <title>Medicalização da beleza na sociedade do consumo!</title>
         <author>primeirossocorros</author>
         <link>https://padlet.com/primeirossocorros/qm2hp7peq648weg3/wish/824834219</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Ao falar sobre padrões de beleza, estamos essencialmente refletindo sobre a relação corpo e sociedade. Assim, muitos estudiosos dessa área chamam a atenção para as características da sociedade de consumo na qual estamos inseridos. Sociedade que promove ações de medicalização nos discursos e nas práticas em relação a saúde e a beleza.</div><pre>Mas o que isso quer dizer? <strong><mark><sub>Imagine a seguinte situação(exemplo simplificado e meramente ilustrativo sobre a gordofobia)</sub></mark></strong>: Laura sempre gostou do formato do seu corpo, gordinho e cheio de curvas e com a beleza indestrutível. Porém começou a se sentir com autoestima baixo, devido as críticas da sociedade sobre seu corpo e nisso começou a pesquisar várias soluções, da cirurgia até os medicamentos não recomendados, levando sua saúde em risco de vida.</pre><blockquote><strong><em><mark><sub>Você já se sentiu como a Laura?</sub></mark></em></strong></blockquote><div>Muitas vezes essas situações acontecem de forma tão naturalizada que não paramos para observar como esses procedimentos podem ser violentos. E, que cada vez mais, ganham força com um discurso patologizante e de soluções rápidas. É importante refletirmos sobre a relação que temos com o nosso corpo e como a sociedade tem interferido nas construções da nossa autoestima e autoimagem.</div><pre><strong><em><mark><sub>Outro exemplo</sub></mark></em></strong>: Situação a que somos constantemente expostos é a venda de medicamentos, “shakes”, cápsulas, sucos e dietas que levam ao emagrecimento de forma rápida e milagrosa, levando ao “corpo perfeito”. </pre><div><br>Esse vídeo mostra uma pessoa com a beleza impecável, mas que muda de hora uma para outra em função de agradar um certo alguém. E seu método foi através dos medicamentos laxativos e purgantes, ocasionando vários sintomas. Assistam!!  <br><br>- Maria Rafaela <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/IXphPEHnZvM" />
         <pubDate>2020-10-13 13:44:20 UTC</pubDate>
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         <title>Medicalização na Educação</title>
         <author>andretavares</author>
         <link>https://padlet.com/primeirossocorros/qm2hp7peq648weg3/wish/836532277</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A medicalização na educação é algo que necessita de atenção, pois vivemos numa fase na educação brasileira em que as dificuldades de aprendizagem, como por exemplo, desatenção nas aulas, notas baixas ou problemas comportamentais, cada vez mais são resolvidas com receituários médicos. Qualquer diferença, que saia do padrão “normal” instituído pela escola e pela sociedade, é resolvido com remédios conhecidos como “tarja preta” (são tarjados diferentemente para atestar que são medicamentos que necessitam ter um controle especial na venda e no uso).<br>Podemos perceber também que a medicalização da educação tem sido utilizada como a solução mais rápida para justificar o fracasso escolar dos alunos e os insucessos que nossa educação apresenta, utilizando rótulos como “dislexia”, “disfunções neurológicas”, “distúrbios do desenvolvimento” e outros, atribuindo ao aluno a responsabilidade pelo fracasso, com isso, colocando a responsabilidade no aluno doente tira-se o foco das fraquezas do sistema escolar e também de necessidades que partam da esfera familiar, social do aluno.<br>É de fundamental importância que os professores reflitam cada vez mais sobre a necessidade de adaptar práticas pedagógicas às diferentes realidades sociais, culturais e também físicas e psicológicas que recebem nas salas de aulas, sendo um papel enquanto agentes transformadores da sociedade contribuindo para que a verdadeira inclusão escolar aconteça e, que os alunos, com suas individualidades e especificidades sintam-se acolhidos, seguros e prontos para iniciar uma caminhada de sucesso escolar.<br><br>-André Henrique Nascimento Tavares</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-16 18:02:00 UTC</pubDate>
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         <title>A MEDICALIZAÇÃO </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/primeirossocorros/qm2hp7peq648weg3/wish/837975197</link>
         <description><![CDATA[<div>É compreendida como um processo de transformação de questões não médicas, em problemas médicos. Diversos sofrimentos são apresentados como doença, temos como exemplo, questões <br>políticas, meio sociais, culturais e afetivos que as pessoas vivenciam, terminam tornando-se doenças, transtornos; que necessitam de cuidados. <br><br>-Silvia Rafaelly <br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-17 20:44:22 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Consequências da automedicação.</title>
         <author>miguelfarias1</author>
         <link>https://padlet.com/primeirossocorros/qm2hp7peq648weg3/wish/847323663</link>
         <description><![CDATA[<div>Resistência bacteriana: Com o uso abusivo de medicamentos da classe dos antibióticos, a longo prazo e sem prescrição médica pode auxiliar no aumento da resistência de bactérias e diminuir a eficacia dos remédios.<br>Distúrbios hormonais e ganho de peso: um dos medicamentos mais comuns a serem responsáveis por essa ação (isto claro, a longo prazo e sem acompanhamento médico), são os a base de corticoides.<br>Outros problemas mais comuns e citados por Cicero Renato no post "Perigo, Automedicação" são justamente as alergias, dependência, intoxicação, ou em casos mais graves, a morte do paciente.<br><br>Segue abaixo, um vídeo do conhecido Doutor Drauzio Varella falando de forma mais detalhada sobre as consequências da automedicação.<br><br>-Miguel Coêlho Farias<br>-Fernando Miranda Silva Filho<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=kv5nPQVNWh4" />
         <pubDate>2020-10-21 03:21:12 UTC</pubDate>
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         <title>PLACEBO.</title>
         <author>miguelfarias1</author>
         <link>https://padlet.com/primeirossocorros/qm2hp7peq648weg3/wish/847570277</link>
         <description><![CDATA[<div>"Placebo é a formulação sem efeito farmacológico, administrada ao participante do ensaio clínico com a finalidade de mascaramento ou de ser comparador". (ANVISA, RDC nº9, de 20/02/2015)<br>Uma substância que não contém ingredientes ativos, feito para ter gosto e aparência idêntica da droga real a ser estudada. (Traduzido, fonte: Clinical Trials). <br><br>Em outras palavras, o placebo é um tratamento com medicamento natural e sem efeito químico algum. O resultado do mesmo, vem com psicológico do próprio paciente. <br>Provando que algumas vezes, a mente do paciente pode prover a cura sem a necessidade de entrada química em seu organismo, e principalmente sem organização e prescrição médica.<br><br>-Miguel Coêlho Farias<br>-Fernando Miranda Silva Filho<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-21 05:49:38 UTC</pubDate>
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         <title>Medicalização em Psiquiatria</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/primeirossocorros/qm2hp7peq648weg3/wish/849008744</link>
         <description><![CDATA[<div><br>  Embora o termo Medicalização remeta diretamente a medicação e ao uso de medicamentos não devemos reduzir uma ideia a outra,(Fonte, Livro "Medicalização em Psiquiatria"). O termo não remete somente aos Medicamentos mas também as práticas médicas que os envolvem. <br>  Hoje é discutível a aliança da Psiquiatria com a Indústria farmaceutica.<br>  Hoje a educação e medicos e pacientes ficou a cargo da industria. Ou seja, o próprio mercado educa para aquilo que ele quer que seja consumido.<br>  O uso indiscriminado de antidepressivos tem se tornado ao longo dos anos um problema maior que a própria depressão. visto que os usuaários se tornam dependes dessas soluções químicas, mesmo quando em tese o problema já foi solucionado. Claro, não devemos menosprezar a depressão nem os grandes efeitos nocivos ela trás, mas a medicalização deve libertar pessoas e não aprisiona las.<br>  É importante que a medicina e a psiquiatria, em particular, sejam criticadas. De fato, tudo que é empreendido pelo homem está sujeito a distorções, erros, má fé e manipulações. <br>  Muitas diferenças comportamentais são naturalmente tratadas como transtorno, argumentando se que esses transtornos são causados por um desequilibrio neuro químico, sendo a cada dia mais ignorada que as variações emocionais são grandes agentes da mudança de comportamentos.<br>  Nas experiências onde o indivíduo não é institucionalizado(tirado da convivência)a melhora significativa do quadro é de resultado superior. Sendo a prática ética e humanizada.<br><br>- Mateus Guedes<br>- Rubens Alves</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-21 15:00:13 UTC</pubDate>
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         <title>Déficit de Atenção: Há um excesso de medicalização</title>
         <author>marcussantos1</author>
         <link>https://padlet.com/primeirossocorros/qm2hp7peq648weg3/wish/852707608</link>
         <description><![CDATA[<div>As mudanças tecnológicas tiveram e tem impacto em praticamente todas as áreas, e a educação não seria diferente, tanto nas relações entre as pessoas quando no mercado de trabalho. com isso, diversas pesquisas são feitas e com base nesses estudos foi apontado um aumento considerável no uso de substâncias psiquiátricas entre crianças e adolescentes ao redor de todo o mundo, essas pesquisas apontam que os sintomas de déficit de atenção e hiperatividade aumentaram e consideravelmente entre crianças de 6 a 16 anos no intervalo de pouco menos de 10 anos em que a pesquisa foi realizada. Por esses sintomas serem causados de diversas formas, como condições ambientais ou problemas de saúde, como a depressão e ansiedade, a ânsia para encontrar respostas e a falta de critério para distinguir uma coisa da outra aumenta a chance dessas crianças receberem diagnósticos, e posteriormente, medicamentos. Mas será que o fato da criança está distraída, impulsiva ou inquieta significa estar doente? o uso da medicação irá resolver o problema? e o que a educação tem a ver com isso? No Brasil, a principal forma de se chegar a esse diagnóstico é pela escola. Por conta da dificuldade na aprendizagem e desobediência de algumas crianças e adolescentes. Nas escolas é comum professores encaminharem alunos para avaliação psicológica em caso de suspeita de déficit de atenção. Nesses casos, os responsáveis pela falta de atenção são sempre a deficiência especial do aluno e nunca são as aulas desinteressantes causadas pelo próprio professor ou outras circunstâncias do ambiente escolar. Além disso, não só os professores, mas os pais também solicitam diagnósticos e medicamentos para que os conflitos entre escola e família seja amenizados. Disfarçar o problema com pílulas fazendo com que os sintomas desapareçam se torna menos doloroso do que ouvir ou entender o que a criança ou adolescente está tentando dizer com seu comportamento e sinais. A questão disso tudo não é criticar as avaliações médicas ou buscar novos tratamentos, e sim deixar um alerta na educação atual, seja ela na escola ou em casa; estamos transformando as dificuldades do cotidiano em doenças? Será que medicar uma criança para que ela se adapte a um mundo que nós mesmos condenamos é o mais saudável? <br>Está explícito a importância de escutar os estudantes na sua forma individual, como protagonistas de suas próprias histórias, e não utilizar o diagnóstico como barreira, que posteriormente irá silencia-los.<br><br>- Marcus Felipe<br><br>https://novaescola.org.br/conteudo/16030/deficit-de-atencao-pesquisas-mostram-excesso-de-medicalizacao</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-22 14:43:37 UTC</pubDate>
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