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      <title>Perspectivas conceituais afrocentradas by Ana Paula Goulart</title>
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      <description>Trabalho final interdisciplinar feito pelos alunos: Ana Paula Goulart, Beatriz Silveira e Henrique Larangeira.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-02-08 14:36:13 UTC</pubDate>
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         <title>O que é?</title>
         <author>apaulagoulartetm20181</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-02-08 15:10:21 UTC</pubDate>
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         <title>O conceito de branquitude como privilégio estrutural</title>
         <author>apaulagoulartetm20181</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Ser branco é um lugar de conforto. Essa é a ideia que o campo de estudos críticos da branquitude procura transmitir, ao apontar os privilégios simbólicos e materiais dos brancos."</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-08 15:12:45 UTC</pubDate>
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         <title>Como surgiu?</title>
         <author>apaulagoulartetm20181</author>
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         <description><![CDATA[<div>O termo começou a ser abordado no início do século 20 por pesquisadores como W.B. Du Bois e Frantz Fanon e ganhou destaque na década de 1990, nos Estados Unidos. Todavia, somente nos anos 2000 que o conceito começou a ganhar espaço entre estudantes e universidades.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-08 15:19:03 UTC</pubDate>
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         <title>Escravização do &#39;outro&#39;</title>
         <author>apaulagoulartetm20181</author>
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         <description><![CDATA[<div>“Em um país fundado na escravização do 'outro' e no crime ambiental com extrativismo predatório, se vê todos os ingredientes para se entender por que uma pessoa branca não consegue enxergar que perpetua a dinâmica do racismo ao repetir a simples frase: ‘mas sempre foi assim, porque mudar agora?’”, diz Clementino Júnior, professor e cineasta, fundador do Cineclube Atlântico Negro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-08 15:24:07 UTC</pubDate>
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         <title>Raízes Históricas</title>
         <author>apaulagoulartetm20181</author>
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         <description><![CDATA[<div>A branquitude tem o seu inicio no processo colonial, como explica Jonathan Raymundo: “É aí que você inventa esse branco - no início dotado de espiritualidade, de intelectualidade, e que, no decorrer do século XV, ocupa um espaço de superioridade racial. Ele é dotado de história, de civilização, de beleza, enquanto o outro é dotado de barbaridade, de feiura”<br>Em 1888, chegou o fim da escravatura, mas essa ideia enraizada por muito anos ainda permanece em muitas pessoas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-08 15:33:48 UTC</pubDate>
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         <title>Pseudociência e branquitude no Brasil</title>
         <author>apaulagoulartetm20181</author>
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         <description><![CDATA[<div>O conceito de raça criado pela pseudociência do final do século XIX também foi uma das raízes históricas para a branquitude no Brasil. Após a abolição, surgiram uma pseudociência que defendia a superioridade dos brancos como raça e que a sociedade brasileira precisava ser embranquecida. Essa política de branqueamento racial defendia a vinda de imigrantes europeus para o Brasil e o processo de miscigenação como modo de apagamento da população negra. Ela foi desenvolvida por intelectuais do início do século XX, sendo o principal deles o médico João Batista de Lacerda.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-08 15:38:58 UTC</pubDate>
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         <title>Um lugar de vantagem estrutural</title>
         <author>apaulagoulartetm20181</author>
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         <description><![CDATA[<div>"De acordo com a socióloga Ruth Frankenberg, a branquitude é um ponto de vista, um lugar de vantagem estrutural dentro da sociedade. A essência da identidade racial branca é a disponibilidade de uma série de privilégios, tanto materiais quanto simbólicos."</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-08 15:53:30 UTC</pubDate>
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         <title>O que é pacto narcísico da branquitude?</title>
         <author>apaulagoulartetm20181</author>
         <link>https://padlet.com/apaulagoulartetm20181/qksiyoq7ij3alz11/wish/2035876093</link>
         <description><![CDATA[<div>O termo foi cunhado em 2002 pela psicóloga Cida Bento, diretora do Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades, que descreve um acordo não-verbal no qual brancos em cargos de poder asseguram entre si posições de privilégio. Baseado na canção de Caetano Veloso: "Narciso acha feio o que não é espelho"</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-08 16:13:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>apaulagoulartetm20181</author>
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         <description><![CDATA[<div>"A branquitude não se reconhece como mais um grupo étnico-racial em meio a tantos, mas como normalidade. Ela confunde suas particularidades com neutralidade. De acordo com a psicóloga Maria Aparecida Silva Bento, as pessoas brancas sabem que a desigualdade racial existe, mas não a associam a discriminação ou ao papel que desempenharam e ainda desempenham na sociedade."&nbsp;<strong>Roanna Azevedo<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-08 16:18:09 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>O que é?</title>
         <author>bsilveira2002bs</author>
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         <description><![CDATA[<div>Necropolítica é o uso do poder política e social, especialmente por parte do Estado, de forma a determinar quem pode permanecer vivo ou morrer a partir de ações ou omissões. Deste modo, em um contexto de desigualdade, o Estado gera condições de risco para alguns setores da sociedade como condições de vida precárias.&nbsp;<br>Fonte:&nbsp;<a href="https://www.academia.org.br/nossa-lingua/nova-palavra/necropolitica">necropolítica | Academia Brasileira de Letras</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-08 17:14:55 UTC</pubDate>
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         <title>Quem o formulou?</title>
         <author>bsilveira2002bs</author>
         <link>https://padlet.com/apaulagoulartetm20181/qksiyoq7ij3alz11/wish/2036055068</link>
         <description><![CDATA[<div>Este conceito foi desenvolvido por um filósofo negro, historiador, teórico político e professor universitário camaronense Achille Mbembe. Em 2003, este filósofo formulou um ensaio questionando os limites de soberania do Estado haja vista seu poder de decidir quem morre e quem vive através dos meios oferecidos a alguns setores da sociedade.&nbsp;<br>Fonte:&nbsp;<a href="https://ponte.org/o-que-e-necropolitica-e-como-se-aplica-a-seguranca-publica-no-brasil/">O que é necropolítica. E como se aplica à segurança pública no Brasil - Ponte Jornalismo</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-08 17:22:31 UTC</pubDate>
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         <title>Como necropolítica e racismo se relacionam?</title>
         <author>bsilveira2002bs</author>
         <link>https://padlet.com/apaulagoulartetm20181/qksiyoq7ij3alz11/wish/2036085101</link>
         <description><![CDATA[<div>De acordo com Achile Mbembe, a necropolítica adota tipografias da crueldade. Deste modo, há lugares nos quais se tem "licença" para matar, isto é, lugares subalternados com uma quantidade densa de pessoas negras. Segundo Rosane Borges, jornalista, professora e pesquisadora do Colabor (Centro Multidisciplinar de Pesquisas em Criações Colaborativas e Linguagens Digitais) da ECA-USP (Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo), essa política da morte tem um endereço e o assunto "genocídio da juventude negra brasileira"&nbsp;deve estar em evidência pois os números de morte da juventude negra é exorbitante.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-08 17:35:01 UTC</pubDate>
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         <title>Foucalt e Mbembe</title>
         <author>bsilveira2002bs</author>
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         <description><![CDATA[<div>Michael Foucault foi um filósofo, historiador, teórico social, psicólogo, crítico literário e professor francês que pensou de forma crítica à história da modernidade. O trabalho de Foucault se tornou conhecido por suas reflexões sobre poder e sobre as estruturas políticas das sociedades ocidentais, desde a antiguidade até a contemporaneidade. Foucault defende que, para embasar e fortalecer decisões, ações ou escolhas que influenciam várias pessoas, é preciso dominar <strong>técnicas e instrumentos que justifiquem e afirmem </strong>esses decisões. Por meio desses, podem ser viabilizadas diversas práticas de organização social como, por exemplo, os direitos e deveres em uma sociedade.<br>Foi a partir da ideia de que discurso é um instrumento de poder que Mbembe se inspirou em Foucault e foi além. Em seu livro “Necropolítica”, apontou que esses dois conceitos são insuficientes para compreender relações de inimizade e perseguições contemporâneas. Portanto, como estudioso da escravidão, da descolonização e da negritude, relacionou o discurso e o poder de Foucault a um&nbsp; <strong>racismo de Estado</strong> presente nas sociedades contemporâneas, que fortaleceu <strong>políticas de morte (necropolítica)</strong>.<br>Fonte:&nbsp;<a href="https://www.politize.com.br/necropolitica-o-que-e/">Necropolítica: o que significa esse termo? (politize.com.br)</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-08 17:46:15 UTC</pubDate>
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         <title>Conceito aplicado na realidade </title>
         <author>bsilveira2002bs</author>
         <link>https://padlet.com/apaulagoulartetm20181/qksiyoq7ij3alz11/wish/2036129553</link>
         <description><![CDATA[<div>"Como observado por Foucault e Mbembe, alguns discursos podem promover inimizades entre grupos, ao instaurar regimes de medo insegurança, e precariedade. Geralmente, esses movimentos descrevem situações como 'desordens', 'situações de emergência', 'conflitos armados' ou 'crises humanitárias'." Dessa forma, temos como exemplo a escravidão que foi uma expressão necropolítica fundamentada pelo pensamento hegemônico e eurocêntrico que impediu pessoas negras a ter acesso a seus direitos básicos e a condições de vida humana.&nbsp;<br>Fonte:&nbsp;<a href="https://www.politize.com.br/necropolitica-o-que-e/">Necropolítica: o que significa esse termo? (politize.com.br)</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-08 17:53:55 UTC</pubDate>
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         <title>Como surgiu?</title>
         <author>apaulagoulartetm20181</author>
         <link>https://padlet.com/apaulagoulartetm20181/qksiyoq7ij3alz11/wish/2036139804</link>
         <description><![CDATA[<div>O conceito de epistemicidio foi cunhado pelo sociólogo português Boaventura de Sousa Santos&nbsp; que o definiu da seguinte forma: “à destruição de algumas formas de saber locais, à inferiorização de outros, desperdiçando-se, em nome dos desígnios do colonialismo, a riqueza de perspectivas presente na diversidade cultural e nas multifacetadas visões do mundo por elas protagonizadas”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-08 17:58:29 UTC</pubDate>
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         <title>O que é?</title>
         <author>apaulagoulartetm20181</author>
         <link>https://padlet.com/apaulagoulartetm20181/qksiyoq7ij3alz11/wish/2036145305</link>
         <description><![CDATA[<div>Pôde-se entender epistemicidio num contexto afro-social, portanto, como um processo de desvalorização, apagamento, negação ou ocultação das contribuições dos africanos e de seus descendentes na construção da cultura e sociedade brasileiras.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-08 18:00:58 UTC</pubDate>
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         <title>Raízes históricas</title>
         <author>apaulagoulartetm20181</author>
         <link>https://padlet.com/apaulagoulartetm20181/qksiyoq7ij3alz11/wish/2036150165</link>
         <description><![CDATA[<div>A origem desse conceito está no processo de escravização e de subversão dos africanos pelos europeus respaldados pela Igreja Católica no período das grandes navegações e do colonialismo das Américas.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-08 18:03:05 UTC</pubDate>
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         <title>Aplicação real</title>
         <author>apaulagoulartetm20181</author>
         <link>https://padlet.com/apaulagoulartetm20181/qksiyoq7ij3alz11/wish/2036153909</link>
         <description><![CDATA[<div>Podemos observar a aplicação real de tal conceito não só nos livros produzidos por autores negros e que são pouco valorizados e divulgados, mas também nos próprios livros de História utilizados durante a formação educacional brasileira. Nos livros de História utilizados, não havia, até pouco tempo, informações sobre o papel dos africanos na formação brasileira, seja economia, social ou cultural, o que contribui para o apagamento e desvalorização do papel desses indivíduos em nossa sociedade.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-08 18:04:36 UTC</pubDate>
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         <title>“Os perigos de uma história única”</title>
         <author>apaulagoulartetm20181</author>
         <link>https://padlet.com/apaulagoulartetm20181/qksiyoq7ij3alz11/wish/2036159219</link>
         <description><![CDATA[<div>De maneira complementar ao conceito de Epistemicidio, a escritora nigeriana Chimamanda Adichie, em seu livro “Os perigos de uma história única” elucida como a falta na apresentação de múltiplas histórias contando os diversos aspectos da formação não só de um indivíduo, mas também de uma sociedade, contribui e muito para o apagamento de toda uma cultura. Podemos relacionar tal fato com a ausência de histórias de autores negros nas escolas e com a ausência da divulgação do papel dos negros escravizados na formação do Brasil, de maneira que haja um apagamento da identidade e papel dos negros em nossa sociedade.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-08 18:06:50 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>O que é?</title>
         <author>bsilveira2002bs</author>
         <link>https://padlet.com/apaulagoulartetm20181/qksiyoq7ij3alz11/wish/2036166710</link>
         <description><![CDATA[<div>Amefricanidade se refere à experiência comum de mulheres e homens negros na diáspora e à experiência de mulheres e homens indígenas contra a dominação colonial. Ademais, indica a construção de uma identidade étnica com a incorporação de dinâmicas culturais, especialmente aquelas que vão na contramão do sistema de dominação chamado racismo.&nbsp;<br>Fonte:&nbsp;<a href="https://www.sescsp.org.br/amefricanidade/">O que é amefricanidade? : Sesc São Paulo (sescsp.org.br)</a> e&nbsp;<a href="https://www.scielo.br/j/ref/a/TJMLC74qwb37tnWV9JknbkK/?lang=pt">SciELO - Brasil - Amefricanizando o feminismo: o pensamento de Lélia Gonzalez Amefricanizando o feminismo: o pensamento de Lélia Gonzalez</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-08 18:10:07 UTC</pubDate>
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         <title>O que é?</title>
         <author>apaulagoulartetm20181</author>
         <link>https://padlet.com/apaulagoulartetm20181/qksiyoq7ij3alz11/wish/2036171875</link>
         <description><![CDATA[<div>Tal conceito se relaciona com como a posição social de um indivíduo tem papel fundamental na aplicação de seus ideais e em sua visão de mundo e, por conta disso, como as minorias muitas das vezes não têm seus direitos e desejos respeitados por não terem voz na sociedade.&nbsp;<br>As experiências de vida de cada indivíduo determinam, pois, seu comportamento e entendimento a respeito da sociedade e das interações sociais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-08 18:12:25 UTC</pubDate>
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         <title>Como surgiu?</title>
         <author>apaulagoulartetm20181</author>
         <link>https://padlet.com/apaulagoulartetm20181/qksiyoq7ij3alz11/wish/2036174837</link>
         <description><![CDATA[<div>O conceito de lugar de fala tem múltiplas origens e tem sido amplamente empregado nas discussões a respeito dos problemas sociais e históricos de diversas sociedades, em especial a brasileira.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-08 18:13:42 UTC</pubDate>
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         <title>Quem o formulou?</title>
         <author>bsilveira2002bs</author>
         <link>https://padlet.com/apaulagoulartetm20181/qksiyoq7ij3alz11/wish/2036180637</link>
         <description><![CDATA[<div>Este conceito foi desenvolvido por Lélia Gonzalez, intelectual negra brasileira, defensora de um feminismo afrolatinoamericano, comprometida com a recuperação dos processos de resistência e insurgência aos poderes estabelecidos, ainda, em sua maioria, ocultos, mas que historicamente foram levados a termo por mulheres negras e indígenas contra o colonialismo e podem servir de fonte de inspiração para ações políticas feministas descolonizadoras. Portanto, ela percebeu que as experiências comuns dos negros nas Américas – uma história de sofrimento, humilhação, exploração, etnocídio – formaram identidades culturais e étnicas com raízes africanas, porém, historicamente transformadas com a própria diáspora africana e a colonização. <br>Fonte: <a href="https://www.cartacapital.com.br/blogs/sororidade-em-pauta/a-atualidade-e-a-urgencia-de-lelia-gonzalez-em-2020/">A atualidade e a urgência de Lélia Gonzalez em 2020 - CartaCapital</a> e <a href="https://www.scielo.br/j/ref/a/TJMLC74qwb37tnWV9JknbkK/?lang=pt">SciELO - Brasil - Amefricanizando o feminismo: o pensamento de Lélia Gonzalez Amefricanizando o feminismo: o pensamento de Lélia Gonzalez</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-08 18:16:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>apaulagoulartetm20181</author>
         <link>https://padlet.com/apaulagoulartetm20181/qksiyoq7ij3alz11/wish/2036183177</link>
         <description><![CDATA[<div>Classes privilegiadas com poder e riqueza tem tem sua realidade (experiência de vida) como base na defesa de sistemas que continuem a favorecê-las, enquanto minorias dificilmente terão seus ideais levados em consideração para solucionar os problemas sociais que as afetam.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-08 18:17:08 UTC</pubDate>
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         <title>Como surgiu no Brasil?</title>
         <author>apaulagoulartetm20181</author>
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         <description><![CDATA[<div>No Brasil, o termo foi amplamente difundido através do livro Lugar de Fala, da escritora e filósofa brasileira Djamila Ribeiro, publicado em 2017. O trecho a seguir, retirado do livro Lugar de Fala, resume a relação entre o lugar social e o lugar de fala de cada indivíduo dependendo do lugar que ocupa socialmente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-08 18:19:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>apaulagoulartetm20181</author>
         <link>https://padlet.com/apaulagoulartetm20181/qksiyoq7ij3alz11/wish/2036191113</link>
         <description><![CDATA[<div>“O lugar social não determina uma consciência discursiva sobre esse lugar. Porém, o lugar que ocupamos socialmente nos faz ter experiências distintas e outras perspectivas”. Djamila Ribeiro<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-08 18:20:30 UTC</pubDate>
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         <title>Exemplificando</title>
         <author>apaulagoulartetm20181</author>
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         <description><![CDATA[<div>Para se exemplificar, podemos dizer que não seria lugar de fala de um indivíduo branco tratar, num sentido político e de implementação de políticas sociais, de temas relacionados ao racismo no Brasil. Isso porque esse indivíduo não entende completamente como funciona a estrutura racista no país já que nunca foi afetado diretamente pelo problema. De maneira similar, não deveria caber diretamente a um homem a decisão das políticas adotados em relação à saúde feminina ou direitos femininos, uma vez que não é seu lugar de fala.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-08 18:24:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>apaulagoulartetm20181</author>
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         <description><![CDATA[<h1>O que é lugar de fala? A escritora Djamila Ribeiro explica!</h1>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-08 18:27:13 UTC</pubDate>
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         <title>A categoria político-cultural de Amefricanidade</title>
         <author>bsilveira2002bs</author>
         <link>https://padlet.com/apaulagoulartetm20181/qksiyoq7ij3alz11/wish/2036286193</link>
         <description><![CDATA[<div>No texto, escrito por Lélia Gonzalez, disponível no link abaixo, há a seguinte citação: <em>“</em>Já na época escravista, ela se manifestava nas revoltas, na elaboração de estratégias de resistência cultural, no desenvolvimento de formas alternativas de organização social livre, cuja expressão concreta se encontra nos quilombos, cimarrones, cumbes, palenques, marronages, maroom societies, espraiadas pelas mais diferentes paragens de todo o continente. (…) Reconhecê-la é, em última instância, reconhecer um gigantesco trabalho de dinâmica cultural que não nos leva para o lado do Atlântico, mas que nos traz de lá e nos transforma no que somos hoje: amefricanos.” Neste trecho, é possível ter uma melhor ideia do que esta ideia, Amefricanidade, se trata.<br><br><br><a href="https://averdade.org.br/novo/wp-content/uploads/2020/07/Documento-43-L%C3%89LIA-GONZALES-A-CATEGORIA-POL%C3%8DTICO-CULTURAL-DE-AMEFRICANIDADE.pdf">(Microsoft Word - A categoria pol\355tico-cultural de amefricanidade.doc) (averdade.org.br)</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://averdade.org.br/novo/wp-content/uploads/2020/07/Documento-43-L%C3%89LIA-GONZALES-A-CATEGORIA-POL%C3%8DTICO-CULTURAL-DE-AMEFRICANIDADE.pdf" />
         <pubDate>2022-02-08 19:01:18 UTC</pubDate>
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         <title>Relação entre racismo e Amefricanidade</title>
         <author>bsilveira2002bs</author>
         <link>https://padlet.com/apaulagoulartetm20181/qksiyoq7ij3alz11/wish/2036316523</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo Lélia Gonzalez, a presença da "latinidade" no Novo Mundo foi inexistente: a predominância se deu com elementos ameríndios e africanos e, por isto, defendia uma <em>Améfrica Ladina</em>. Para a autora, todos os brasileiros são ladinoamefricanos, e não somente os negros; a negação da presença afro-ameríndia seria decorrente do racismo. Como instrumento metodológico para interpretar o processo de formação das sociedades americanas, Gonzalez se utiliza de uma categoria explicativa oriunda da Psicanálise - denegação -, assinalando: "enquanto denegação dessa ladinoamefricanidade, o racismo se volta justamente contra aqueles que, do ponto de vista étnico, são os testemunhos vivos da mesma, tentando tirá-los de cena, apagá-los do mapa".</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-08 19:15:19 UTC</pubDate>
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