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      <title>Clínica Médica Feminina - Fernanda Tomas by FERNANDA TOMAS DE GODOI</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-03-11 19:47:52 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-06-05 18:20:29 UTC</lastBuildDate>
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         <title>1ª Semana</title>
         <author>fernandatomas</author>
         <link>https://padlet.com/fernandatomas/qkkruekrcb6r57dy/wish/3361460468</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante esta semana na Clínica Médica Feminina, tive a oportunidade de conhecer a unidade, observar a dinâmica do setor e analisar os recursos físicos disponíveis. No segundo dia, além de aprofundar meu entendimento sobre o funcionamento da unidade, realizei conferências de geladeira, glicosímetro, carrinho de parada, psicotrópicos e medicamentos de reserva. Acompanhei uma discussão clínica com a enfermeira Thalita, que me direcionou ao raciocínio clínico de cada paciente, abordando temas como fibrilação atrial, toracocentese, nefrostomia, colostomia, hemorragia digestiva alta, neutropenia febril, síndrome de lise tumoral, pancitopenia e neoplasias. Aprendi sobre o Censo, a classificação conforme o Fugulin e o cálculo de dimensionamento de pessoal. Também passei visita aos quartos com a enfermeira, conhecendo equipamentos novos, realizei exame físico em uma paciente com hepatoesplenomegalia e fiz a evolução, além de acompanhar a passagem de plantão.</p><p>No terceiro dia, após as conferências diárias, entendi melhor o processo de solicitação de materiais para procedimentos, fui até o CDE, auxiliei na aferição de sinais vitais de uma paciente que iria para exame, fiz a admissão de uma paciente e a evolução de dois pacientes. Discutimos achados nos exames físicos e procedimentos como drenagem pleural e empiema, além de acompanhar a montagem da escala dos técnicos. No dia seguinte, segui com as conferências de rotina e realizei exame físico geral em três pacientes, fiz a evolução de dois e conduzi duas admissões, uma de paciente vindo de casa e outra de transferência interna da UTI Geral. Também realizei a SAE e prestei cuidados pontuais. O dia foi mais corrido devido à folga da enfermeira, que foi substituída pela enfermeira da outra unidade.</p><p>No último dia da semana, iniciei o plantão repassando informações para a enfermeira sobre o dia anterior visto que havia sido folga dela, principalmente sobre os novos pacientes admitidos. Após as conferências, esclareci dúvidas de pacientes, tirei dúvidas com a enfermeira e participei de uma discussão com a equipe médica sobre a desinsuflação do cuff na traqueostomia de uma paciente. Realizei admissão, exame físico, evolução, prescrição de enfermagem e acompanhei a aspiração de traqueostomia e o início da nutrição parenteral. Também fiz rondas intencionais, conversei com a equipe multiprofissional e participei da resolução de conflitos relacionados à dispensação de medicamentos no sistema e ao aprazamento.</p><p>Essa semana foi intensa e repleta de aprendizados, consolidando conhecimentos teóricos e práticos essenciais para a assistência aos pacientes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 20:14:03 UTC</pubDate>
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         <title>Análise e Gestão da Assistência de Enfermagem em Unidade de Internação: Infraestrutura, Perfil dos Pacientes e Organização do Cuidado</title>
         <author>fernandatomas</author>
         <link>https://padlet.com/fernandatomas/qkkruekrcb6r57dy/wish/3361464294</link>
         <description><![CDATA[<p>I- </p><p><strong> 1</strong>.  6 quartos com 2 leitos cada (12 no total), sendo 3 para isolamento, atendendo parcialmente à RDC-50. Possui expurgo, sanitários (funcionários e pacientes, com cabine de isolamento), sala de conforto médico, depósito, posto de enfermagem com copa e corredor central sem sacada e sem sala de reunião.</p><ul><li><p>Quartos amplos e ventilados. Piso com junções arredondadas, paredes rachadas e portas danificadas comprometem a assepsia. Iluminação artificial irregular e falta de elementos visuais para conforto. Banheiro amplo, mas com apenas uma cabine para isolamento.</p><p><br></p></li></ul><p><strong>2</strong>.Mulheres de diversas idades, com predominância acima de 50 anos. Muitos casos em investigação oncológica, associados a comorbidades. A maioria apresenta dificuldade de deambulação e uso de dispositivos invasivos.</p><p><br></p><p><strong>3</strong>.A maioria das admissões vem da UTI, com alguns casos da UPA e sistema Cross. Dos 12 leitos, 1 é rotativo e reservado para oncologia.</p><p><br></p><p><strong>4.</strong>Conferências de estoque ocorrem em todos os turnos, com reposição periódica. A enfermeira realiza pedidos nos finais de semana. Manutenções costumam demorar, levando a improvisos da equipe de enfermagem.</p><p><br></p><p><br></p><p><strong>II-</strong></p><p><br></p><p><strong>5 </strong>.O enfermeiro na unidade desempenha tanto funções gerenciais quanto assistenciais. Na gestão, ela fica responsável por conferências de estoque, solicitação de medicamentos, preenchimento de fichas de notificação, atualização de protocolos e organização de escalas da equipe. Além disso, realiza procedimentos que são<strong> </strong>privativos do enfermeiro, evolução de enfermagem, visitas aos pacientes e rondas intencionais para monitoramento da assistência. Porém, em situações de alta demanda ou quando há déficit de profissionais, como em casos de greve, o enfermeiro assume também a assistência prestando cuidados aos pacientes conforme a necessidade.</p><p><br></p><p><strong>6</strong>.O enfermeiro supervisiona a equipe de enfermagem e coordena os cuidados prestados. Realiza as visitas, rondas intencionais, evolução dos pacientes, aplica o Processo de Enfermagem (SAE), elabora diagnósticos e planeja intervenções. Além disso, é responsável pela<strong> </strong>avaliação clínica, aprazamento de medicações, curativos complexos e pela instalação e manejo de cateteres e sondas nasoenterais.</p><p><br></p><p><strong>7</strong>.Com base no perfil de cada paciente, ao utilizar  Fugulin e CENSU por exemplo, é possível planejar a assistência de forma eficaz. Na unidade, a maioria dos pacientes tem mais de 50 anos, apresentam múltiplas comorbidades, estão em investigação oncológica ou lidam com consequências das neoplasias e seus tratamentos.</p><p>Dessa forma, é possível calcular o dimensionamento da equipe e organizar a escala diária, distribuindo os técnicos de enfermagem estrategicamente, por exemplo, designando um profissional para o início da unidade e outro para o final da unidade visto que também organizam os pacientes nos leitos de forma que um, não fique mais sobrecarregado que outro.</p><p>A reposição de estoque ocorre periodicamente, com controle dos itens em falta para evitar desabastecimento. Além disso, são preenchidos protocolos como o CENSU e sistemas de notificação, permitindo que a instituição avalie  o perfil dos pacientes e a qualidade da assistência prestada.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 20:17:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Coordenação, Supervisão e Qualidade da Assistência de Enfermagem</title>
         <author>fernandatomas</author>
         <link>https://padlet.com/fernandatomas/qkkruekrcb6r57dy/wish/3361535183</link>
         <description><![CDATA[<p>III-</p><p><strong>8</strong>.O <strong>enfermeiro</strong> é responsável pela assistência direta ao paciente, promovendo cuidados integrais, realizando diagnóstico de enfermagem, prescrevendo intervenções, administrando medicações privativas, executando procedimentos e coordenando a equipe. O <strong>supervisor de enfermagem</strong> foca na supervisão das atividades da equipe, garantindo a execução das ações planejadas, orientando e avaliando a qualidade do atendimento, além de intervir quando necessário. Já o<strong> gerente de enfermagem </strong>gerencia o setor de enfermagem, coordenando atividades, recursos humanos e materiais, além de elaborar estratégias, garantir o cumprimento de normas e gerenciar processos administrativos como orçamento e escalas.</p><p><br></p><p><strong>9.</strong>O enfermeiro realiza a avaliação do paciente, prescreve tratamentos e medicações, coordena a equipe de enfermagem, promove educação em saúde e acompanha o plano de cuidados. O supervisor de enfermagem monitora o trabalho da equipe, supervisiona a execução dos cuidados, treina a equipe para novos procedimentos e assegura registros completos. O gerente de enfermagem gerencia a equipe, otimiza recursos, elabora escalas de trabalho, controla o orçamento, implementa estratégias de qualidade e participa da definição de metas para o serviço de enfermagem.</p><p><br></p><p><strong>10</strong>.envolve o planejamento de cuidados, priorizando intervenções conforme as necessidades dos pacientes e recursos disponíveis. A gestão de recursos garante a disponibilidade de materiais, medicamentos e pessoal suficiente. O acompanhamento da equipe assegura que as tarefas sejam realizadas conforme os protocolos. Também é importante organizar treinamentos para capacitar a equipe e garantir atualização constante. E a avaliação da qualidade monitora a assistência prestada e ajusta as práticas conforme necessário para melhorar os resultados dos pacientes.</p><p><br></p><p><strong>V-</strong></p><p><strong>14 e 15</strong>.As visitas de enfermagem do turno da manhã ocorrem de manhã e as rondas intencionais acontecem no decorrer do plantão</p><p><br></p><p><strong>16 e 17.</strong>Uma comunicação eficaz é essencial para garantir a qualidade da assistência em saúde, permitindo que as informações sejam transmitidas com clareza e precisão. Na unidade, essa comunicação acontece de diferentes formas, desde o contato contínuo entre a equipe, os pacientes e seus familiares — que frequentemente buscam dúvidas claras sobre as condutas oportunas — até as reuniões no posto de enfermagem, onde os profissionais trocam informações, definem condutas para cada paciente e organizam a escala de trabalho. . A passagem de plantão é estruturada com o apoio do instrumento, que coleta dados como nome, idade, diagnóstico, atendimento, dieta, eliminações, dispositivos, curativos, cirurgias e exames realizados. O SBAR não é utilizado</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 21:38:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nefrostomia + discussão do caso</title>
         <author>fernandatomas</author>
         <link>https://padlet.com/fernandatomas/qkkruekrcb6r57dy/wish/3361544655</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante o estágio, tive a oportunidade de discutir diversos casos clínicos e escolhi este caso específico para compartilhar um pouco aqui no Padlet. O caso envolveu uma paciente idosa com adenocarcinoma intestinal que estava há muito tempo sem urinar. Em uma conversa com a enfermeira, discutimos a presença de uma nefrostomia em um dos rins, e foi importante entender o que isso significava, visto que era um assunto que até então eu desconhecia.</p><p>A <strong>nefrostomia</strong> é um procedimento em que um tubo é inserido diretamente no rim para drenar a urina quando há uma obstrução no trato urinário, como ocorre em casos de câncer, pedras nos rins ou estreitamento dos ureteres. Essa drenagem permite que a urina seja eliminada do corpo quando não pode seguir o trajeto normal para a bexiga. No caso da paciente, discutimos que a função do rim estava preservada, mas havia um problema na passagem dos fluídos do rim para o ureter, possivelmente devido à pressão da neoplasia intestinal, que estava obstruindo o ureter, semelhante a como ocorre quando se dobra uma mangueira de jardim. Quando a mangueira está dobrada, a água não passa; da mesma forma, o líquido não consegue sair do rim e se acumula nele, o que pode causar hidronefrose, um aumento do rim devido ao acúmulo de urina.</p><p>Para tentar corrigir isso, foi inserido um duplo J, um tipo de cateter que visa manter o ureter aberto e permitir o fluxo normal da urina. No entanto, esse procedimento não teve o efeito esperado. Como alternativa, foi realizada a inserção de uma nefrostomia, que, além de drenar a urina diretamente do rim, também ajuda a aliviar a pressão e pode reduzir o risco de complicações renais. A nefrostomia requer cuidados especiais, como monitoramento constante do fluxo urinário, a manutenção da posição do cateter, cuidados com infecções.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 21:49:24 UTC</pubDate>
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         <title>Gestão da Informação e Regulação de Leitos na Assistência Hospitalar</title>
         <author>fernandatomas</author>
         <link>https://padlet.com/fernandatomas/qkkruekrcb6r57dy/wish/3363407588</link>
         <description><![CDATA[<p>XI-</p><p><br></p><p><strong>39</strong>.O prontuário do paciente é acessado por meio do sistema Tasy, que contém a maioria das informações relevantes. No entanto, é importante ressaltar que, quando o paciente é transferido de uma unidade para outra seu prontuário físico também vai junto e fica sob responsabilidade da outra unidade. Embora o prontuário seja um documento do paciente, ele permanece no hospital, garantindo a continuidade da assistência e o registro adequado das informações.</p><p><br></p><p><strong>40.</strong>Os recursos informacionais estão disponíveis tanto no sistema Tasy quanto nos sites institucionais do Hospital São Paulo, permitindo o acesso por enfermeiros e outros profissionais da saúde. Entre esses recursos, destacam-se documentos e protocolos que auxiliam na tomada de decisões clínicas, como aqueles que orientam sobre as condições, características e infecções que indicam a necessidade de isolamento do paciente. Além disso, o hospital possui ferramentas para apoiar o cuidado, como  manuais de conduta clínica, diretrizes institucionais, bases de dados científicos e sistemas de notificação de eventos adversos. Esses recursos são essenciais para garantir a segurança do paciente, padronizar condutas e melhorar a qualidade da assistência prestada.</p><p><br></p><p><strong>41</strong>.Ao acessar o sistema Tasy e analisar as anotações de enfermagem, é possível perceber diferenças na forma como os profissionais registram as informações. Enquanto alguns realizam, anotações mais planejadas e completas, outros optam por registros mais sucintos e objetivos. Durante esse período, observei uma conversa entre a enfermeira e os técnicos de enfermagem, na qual ela reforçou a importância de elaborar anotações mais completas, garantindo que todas as informações essenciais estejam  escritas Isso é muito importante, visto que o prontuário é um documento e se por acaso acontecer alguma questão jurídica, é necessário que cada conduta, observação e intervenção estejam descritas de forma clara, precisa e detalhada.</p><p><br></p><p><strong>42</strong>.Até o momento, observei processos de alta e encaminhamentos. A alta médica inclui a identificação  do paciente, histórico e evolução clínica, exames, tratamentos realizados, diagnósticos e orientações terapêuticas. A enfermagem também realiza a alta, registrando a saída do paciente no sistema e fornecendo orientações para a continuidade do cuidado. Na Clínica Médica Feminina, essa etapa é frequentemente realizada pelo projeto de extensão PROTAC. Nos encaminhamentos, é necessário que o paciente tenha prescrição médica e de enfermagem, além do prontuário físico; Antes da transferência para outra unidade, há uma comunicação entre as enfermeiras para a passagem de plantão, utilizando o modelo SBAR.</p><p><br></p><p>XII-</p><p><br></p><p><strong>43</strong>. Durante o estágio, foi possível observar que a liberação de vagas ocorre de acordo com a disponibilidade e a avaliação realizada pela enfermeira. A maioria dos pacientes internados na unidade vem da UTI, da UPA ou por meio da CROSS. No entanto, quando a admissão ocorre a partir de outra unidade de internação, como a enfermaria de síndromes respiratórias, o médico ou outro profissional responsável entra em contato com a unidade para verificar a disponibilidade de leitos.</p><p>Nas admissões internas, quando há trocas de unidade por exemplo, a organização e alocação dos leitos são conduzidas pela enfermeira. Entretanto, quando uma internação ocorre diretamente pela recepção ou por outros setores, a alocação inicial pode ser feita por outro profissional. Posteriormente, a enfermeira pode reorganizar os leitos conforme necessário, buscando melhorar a dinâmica do cuidado e a qualidade da assistência prestada</p><p><br></p><p><strong>44.</strong> O Núcleo Interno de Regulação de Leitos (NIR) atua dentro das unidades hospitalares, sendo responsável pela organização e distribuição dos leitos de forma eficiente, garantindo que os pacientes recebam o atendimento necessário dentro da instituição. Já a Central de Regulação de Ofertas de Serviços de Saúde (CROSS) é um sistema externo que coordena a distribuição de vagas entre diferentes unidades de saúde, auxiliando na transferência de pacientes conforme a demanda e a disponibilidade de recursos.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-12 20:32:11 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Gestão Eficiente de Recursos e Cuidados: Análise da Escala, Riscos e Indicadores de Qualidade na Assistência ao Paciente</title>
         <author>fernandatomas</author>
         <link>https://padlet.com/fernandatomas/qkkruekrcb6r57dy/wish/3363433009</link>
         <description><![CDATA[<p>VI-</p><p><br></p><p><strong>18.</strong>A partir da observação e análise das condições dos pacientes, bem como do cuidado prestado por cada membro da equipe ao longo dos dias, torna-se possível delegar funções de maneira mais assertiva. Esse processo permite uma distribuição equilibrada das responsabilidades, evitando a sobrecarga de um único profissional e promovendo uma organização justa entre a equipe. Dessa forma, conseguimos oferecer um cuidado de melhor qualidade e segurança para o paciente.</p><p><br></p><p><strong>19.</strong>A escala diária dos técnicos e auxiliares é organizada com base na demanda de cada paciente. Para isso, a unidade é dividida em "começo da unidade" e "fim da unidade". A parte que possui pacientes mais críticos e de maior demanda recebe uma distribuição menor de pacientes, garantindo que cada profissional assuma um número adequado de pacientes. Já nas áreas com menor complexidade, a distribuição pode ser maior. Caso essa divisão não seja viável e não esteja tão divido assim a unidade, a escala pode ter mudanças sem seguir a risca esse começo e fim da unidade</p><p><br></p><p><strong>20.</strong>A delegação de atividades e a supervisão ocorrem de forma dinâmica na unidade, promovendo um ambiente aberto para esclarecimento de dúvidas, resolução de conflitos e acompanhamento de procedimentos específicos.</p><p><br></p><p><br></p><p><strong>21</strong>.A interação com a equipe multiprofissional é facilitada por uma comunicação eficaz entre enfermeiros, técnicos, auxiliares e fisioterapeutas. Com os médicos, a comunicação pode ser assertiva, porém, em algumas situações, torna-se menos eficiente quando decisões e mudanças são comunicadas apenas ao paciente, sem o devido registro ou aviso à equipe de enfermagem, o que pode impactar a continuidade do cuidado.</p><p><br></p><p>VII-</p><p><br></p><p><strong>22.</strong>Os riscos assistenciais incluem eventos adversos como perda de acesso venoso periférico, perda de cateter venoso central , lesão por pressão (LPP), queda do paciente, perda de cateter urinário e perda gastrointestinal. Os riscos profissionais envolvem a exposição da equipe a acidentes de trabalho, como contato com materiais biológicos, sobrecarga de trabalho e falhas na comunicação durante a passagem de plantão.</p><p>Outros riscos incluem problemas estruturais e falhas em equipamentos médicos, que podem comprometer a assistência prestada. Essas ocorrências deverão ser notificadas à engenharia clínica para a manutenção devida.</p><p><br></p><p><strong>23.</strong>Os indicadores de qualidade da unidade são monitorados diariamente por meio do <strong>Censo</strong> , que avalia:</p><ul><li><p>Presença de <strong>AVP e CVC</strong> , garantindo o controle adequado dos acessos venosos.</p></li><li><p>Ocorrência de <strong>LPP</strong> e risco de queda, permitindo intervenções preventivas.</p></li><li><p>Uso de <strong>cateteres, sondas e drenos</strong> , garantindo monitorização e troca adequada.</p></li><li><p>Registros de <strong>ocorrências em trânsito e internado</strong> , como perda de acesso, quedas e eventos adversos.</p></li></ul><p>Além disso, eventos adversos são notificados no portal de trabalho , permitindo acompanhamento e análise para melhoria contínua da assistência.</p><p><br></p><p><strong>24.</strong>Taxa de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde (IRAS), como infecção de corrente sanguínea associada a CVC e infecção do trato urinário associada a cateter urinário, número de infecções por patógenos multirresistentes na unidade,  taxa de pneumonia associada à ventilação mecânica (PAVM) e adesão às práticas de higiene das mãos e precauções padrão.</p><p><br></p><p>VIII- </p><p>O perfil da unidade em um dia apresenta a seguinte distribuição de pacientes: quatro com 18 pontos, um com 19 pontos, um com 20 pontos, um com 25 pontos e um com 37 pontos. Com base nessa classificação, seis pacientes são classificados como cuidados intermediários, um necessidade de cuidados de alta dependência e um requerimento de cuidados intensivos.</p><p>Para o cálculo do dimensionamento, os pacientes em cuidados intermediários precisam de 6 horas de assistência cada, dando 36 horas (6 × 6). O paciente de alta dependência precisa de 10 horas diárias (1 × 10), enquanto o paciente em cuidados intensivos  17,9 horas (1 × 17,9). Assim, o total de horas assistenciais por dia soma 63,9 horas.</p><p>Seguindo a fórmula: P = (H × N) / CH. Aplicando os valores,  P = 13,85. Arredondando para 14, e fazendo a regra de três: como há mais pacientes em intermediário, se 14 pacientes é para 100%, quantos serão para 33%? 4,62. Então, cerca de 4 enfermeiros e 10 técnicos</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-12 21:01:53 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>AVCI e Repercussões</title>
         <author>fernandatomas</author>
         <link>https://padlet.com/fernandatomas/qkkruekrcb6r57dy/wish/3363438274</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante o estágio, tive a oportunidade de discutir um caso com a enfermeira sobre uma paciente que apresentava algumas condições de saúde já pregressa, como a esclerose múltipla, que é uma doença neurológica crônica e autoimune que afeta o sistema nervoso central, provocando inflamação e degeneração da mielina, a camada protetora dos nervos. Como consequência, a paciente apresentava rigidez tanto externa quanto interna.</p><p>Ao observar que a paciente apresentava disfagia, perguntei se essa dificuldade para engolir poderia estar relacionada à esclerose múltipla, mas fui informada de que, no caso dela, a disfagia tinha outra causa. Além da esclerose e de uma neoplasia, a paciente sofreu um acidente vascular cerebral isquêmico (AVCi) durante uma consulta de rotina. Como parte do tratamento, foi indicado o uso de anticoagulantes para prevenir novos eventos trombóticos e tratar o avci.</p><p>Entretanto, os anticoagulantes podem ter consequências, como um aumento do risco de sangramentos, que foi exatamente o que ocorreu com essa paciente. A ruptura de pequenos vasos resultou em uma hemorragia digestiva alta (HDA), levando a sintomas como melena (fezes escuras devido à presença de sangue digerido) e episódios de sangramento intenso, o que acabou causando um desequilíbrio hemodinâmico. Dessa forma, além das repercussões do AVCi, a paciente também enfrentou complicações decorrentes da HDA, exigindo uma abordagem cuidadosa para estabilização do quadro clínico</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-12 21:07:40 UTC</pubDate>
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         <title>Cateter Venoso Central</title>
         <author>fernandatomas</author>
         <link>https://padlet.com/fernandatomas/qkkruekrcb6r57dy/wish/3371862368</link>
         <description><![CDATA[<p>O cateter venoso central (CVC) é um dispositivo utilizado para acesso venoso profundo, cuja extremidade distal se posiciona na veia cava superior ou no átrio direito. É indicado para diversas situações, como monitorização hemodinâmica, administração de nutrição parenteral total (NPT), infusão de líquidos com pH e osmolaridade extremos, como quimioterápicos, infusão de sangue e hemocomponentes, antibioticoterapia prolongada e hemodiálise. A escolha do tipo de CVC depende do tempo de permanência e da necessidade do paciente. Existem três tipos principais: o cateter venoso central de inserção periférica (PICC), que se localiza no terço distal da veia cava, podendo ter lúmen único ou duplo e sendo indicado para antibioticoterapia, nutrição parenteral e quimioterapia; o cateter de longa permanência (tunelizado), que pode permanecer implantado por meses ou anos, sendo indicado para hemodiálise, nutrição parenteral total e quimioterapia; e o cateter venoso central temporário (não tunelizado), que é utilizado para infusão de volume, administração de medicamentos, monitorização da pressão venosa central e hemodiálise de curto prazo.</p><p>A inserção do CVC é realizada por meio da técnica de Seldinger, que consiste na punção da veia central com uma agulha longa e de pequeno calibre, através do qual um fio-guia é inserido. Após o posicionamento correto do fio-guia, um dilatador venoso é inserido para facilitar a passagem do cateter, garantindo um acesso seguro. Os principais locais de inserção do CVC incluem as veias jugular interna e externa, subclávia, femoral e, no caso do PICC, a veia antecubital.</p><p>Apesar dos benefícios, o uso do CVC está associado a complicações, sendo a infecção de corrente sanguínea relacionada ao cateter (ICSRC) uma das mais preocupantes, podendo levar a sepse grave e aumento da morbimortalidade hospitalar. Outras complicações incluem trombose venosa, pneumotórax (quando inserido na veia subclávia), hematomas e mau posicionamento do cateter. A adoção de medidas rigorosas assépticas durante a inserção e manutenção do dispositivo é fundamental para reduzir o risco de complicações.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-18 20:26:29 UTC</pubDate>
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         <title>2ª Semana</title>
         <author>fernandatomas</author>
         <link>https://padlet.com/fernandatomas/qkkruekrcb6r57dy/wish/3373766272</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta semana, tive uma rotina intensa e cheia de aprendizados no plantão. Consegui realizar todas as conferências, fiz solicitações de medicamentos, participei de visitas aos pacientes e preenchi as documentações necessárias. Em um dos dias, precisei lidar com uma intercorrência inesperada, o que me mostrou a importância de estar sempre atenta e flexível para agir em qualquer situação. Também tive a oportunidade de realizar procedimentos como a coleta de hemocultura de catetr Shilley, troca de curativos estéreis, instalação de quimioterapia com port cath. Foi uma semana desafiadora, mas repleta de experiências que contribuíram para meu crescimento profissional.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-19 22:10:51 UTC</pubDate>
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         <title>Interação Fluconazol e Quimioterapia</title>
         <author>fernandatomas</author>
         <link>https://padlet.com/fernandatomas/qkkruekrcb6r57dy/wish/3375610840</link>
         <description><![CDATA[<p>O fluconazol é um antifúngico da classe dos triazóis que atua inibindo a enzima 14-alfa-desmetilase, essencial na biossíntese do ergosterol, um componente fundamental para a integridade e fluidez da membrana celular dos fungos. A redução do ergosterol compromete a permeabilidade da membrana fúngica, prejudicando a sobrevivência do fungo. Além de sua ação antifúngica, o fluconazol é um potente inibidor das enzimas do citocromo P450, especialmente a CYP3A4, no fígado. Essa inibição interfere no metabolismo de diversos medicamentos, incluindo quimioterápicos. A supressão do CYP3A4 pelo fluconazol pode levar a um aumento das concentrações plasmáticas desses medicamentos, prolongando sua permanência no organismo e potencializando efeitos colaterais. Além disso, a inibição enzimática pode reduzir a conversão de certos quimioterápicos em suas formas ativas, proporcionando sua eficácia terapêutica. Portanto, é crucial monitorar pacientes que utilizam concomitantemente fluconazol e agentes quimioterápicos, ajustando doses e realizando acompanhamento clínico específico para evitar toxicidades e garantir a eficácia do tratamento oncológico.</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://consultaremedios.com.br/fluconazol/bula">https://consultaremedios.com.br/fluconazol/bula</a>  </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://docs.bvsalud.org/biblioref/2023/01/1411707/4523.pdf">https://docs.bvsalud.org/biblioref/2023/01/1411707/4523.pdf</a> </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-20 22:18:21 UTC</pubDate>
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         <title> Anemia falciforme</title>
         <author>fernandatomas</author>
         <link>https://padlet.com/fernandatomas/qkkruekrcb6r57dy/wish/3382077888</link>
         <description><![CDATA[<p>A anemia falciforme é uma doença genética que afeta a forma das hemácias , fazendo com que elas adquiram uma forma de foice ou meia-lua, em vez de serem flexíveis. Essa alteração ocorre devido a uma mutação no gene da hemoglobina. Essa forma anormal das células pode dificultar a circulação sanguínea, causar bloqueios nos vasos sanguíneos e reduzir a quantidade de oxigênio que chega às tecidos e órgãos.</p><p><br></p><p>Na anemia falciforme, as hemácias deformadas podem obstruir pequenos vasos sanguíneos, causando danos aos órgãos e tecidos. Além disso, o baço, que é uma peça importante para a defesa contra infecções, muitas vezes é danificado por esses bloqueios e pode se tornar menos eficiente em filtrar e destruir bactérias e outras substâncias nocivas. Com o baço comprometido, a pessoa fica mais suscetível a infecções.</p><p><br></p><p>As deformidades ósseas na anemia falciforme são causadas principalmente pela falta de oxigenação nos ossos e pela destruição dos tecidos ósseos devido à circulação do sangue. Quando as células falciformes obstruem os vasos sanguíneos nos ossos, a falta de oxigênio pode causar danos à estrutura óssea.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 21:15:16 UTC</pubDate>
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         <title>3ª Semana</title>
         <author>fernandatomas</author>
         <link>https://padlet.com/fernandatomas/qkkruekrcb6r57dy/wish/3387081493</link>
         <description><![CDATA[<p>Esta semana foi repleta de aprendizados. Tive a oportunidade de realizar alguns procedimentos que ainda não havia executado, o que contribuiu muito para meu desenvolvimento. Além disso, adquiri mais prática no uso do SBAR, especialmente durante as passagens de plantão na UTI para admissões de pacientes e entre os turnos.</p><p>Também estou realizando com mais precisão o preenchimento da Escala de Braden e do Censo. Participei de diversas discussões clínicas com a enfermeira, o que me ajudou a observar mais atentamente questões relacionadas aos problemas identificados na unidade.</p><p>Junto com a professora Ari e a enfermeira Thalita, realizei a avaliação parcial do estágio, um momento fundamental para reconhecer meus pontos fortes e, principalmente, minhas fragilidades. Percebi a importância de trabalhar o aspecto emocional, aprendendo a lidar com o sofrimento dos pacientes sem deixar que isso interfira na minha prática profissional.</p><p>Durante a semana, instalei concentrado de hemácias, realizei a passagem de vista, fiz evoluções e admissões, administrei medicamentos e até tentei puncionar um acesso – não consegui dessa vez, mas com a prática, tudo vai se ajustando! Kkk</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-28 18:46:34 UTC</pubDate>
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         <title>Organograma UI Clínica Médica Feminina</title>
         <author>fernandatomas</author>
         <link>https://padlet.com/fernandatomas/qkkruekrcb6r57dy/wish/3391626415</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-01 21:30:13 UTC</pubDate>
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         <title>Análise do Risco - RPN</title>
         <author>fernandatomas</author>
         <link>https://padlet.com/fernandatomas/qkkruekrcb6r57dy/wish/3391671730</link>
         <description><![CDATA[<p>A paciente apresenta episódios de confusão, com respostas verbais esporádicas e recusa à alimentação por via oral devido ao estado confusional. Diante desse quadro, optou-se pela passagem de uma sonda nasoenteral, que vinha sendo mantida por um período. No entanto, durante um desses episódios de confusão, enquanto não estava contida, acabou removendo a sonda. Seguindo RPN, temos:</p><p><strong>Probabilidade de ocorrência:</strong> 2-incomum</p><p><strong>Gravidade de falha</strong>:1-menor</p><p><strong>Situação atual dos controles</strong>:2-algumas práticas</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-01 22:47:24 UTC</pubDate>
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         <title>Safest</title>
         <author>fernandatomas</author>
         <link>https://padlet.com/fernandatomas/qkkruekrcb6r57dy/wish/3391672564</link>
         <description><![CDATA[<p>Segue a imagem de algumas telas que tirei print, durante a notificação de um evento adverso pelo SAFEST </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-01 22:48:44 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Passagem de Sonda Vesical de Demora</title>
         <author>fernandatomas</author>
         <link>https://padlet.com/fernandatomas/qkkruekrcb6r57dy/wish/3395074859</link>
         <description><![CDATA[<p>Para realizar o procedimento, primeiramente calcei as luvas de procedimento e fiz a higienização dos pequenos e grandes lábios, no óstio da uretra, com clorexidine degermante. Em seguida, posicionei a paciente em decúbito dorsal, com as pernas flexionadas e afastadas, garantindo a visualização da uretra. Após essa etapa, retirei as luvas de procedimento e organizei o material com ajuda da enfermeira Thalita. Coloquei as luvas estéreis e terminei de organizar o material</p><p>Depois, passei xilocaina na ponta que seria primeiro inserida.  Antes de continuar, testei o balonete e a bolsa coletora para garantir que estavam funcionando corretamente.Conectei a sonda à bolsa coletora. Com a mão não dominante, afastei os grandes lábios da paciente para expor o meato uretral. Com a mão dominante, introduzi a sonda com xilocaína 2% em sua extremidade no meato uretral até visualizar o retorno da urina na bolsa coletora intermediária. Para garantir que o balonete fosse inflado dentro da bexiga e não no canal uretral, avancei um pouco mais a sonda antes de inflá-lo com 15 ml de água destilada. Após inflar, tracionei levemente a sonda para verificar se estava devidamente fixa na bexiga.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-03 21:56:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>PDCA- Cuidados inadequados com o Acesso Venoso Periférico</title>
         <author>fernandatomas</author>
         <link>https://padlet.com/fernandatomas/qkkruekrcb6r57dy/wish/3401299079</link>
         <description><![CDATA[<p>Segue abaixo o link para acessa-lo pelo Canva:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.canva.com/design/DAGkE82mJAY/2CoqB6k5zcnpe5ZhpbRWvA/edit">https://www.canva.com/design/DAGkE82mJAY/2CoqB6k5zcnpe5ZhpbRWvA/edit</a> </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-08 19:43:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>4ª Semana</title>
         <author>fernandatomas</author>
         <link>https://padlet.com/fernandatomas/qkkruekrcb6r57dy/wish/3401313330</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta semana, consegui aprimorar minhas habilidades e ganhar mais segurança na realização de alguns procedimentos relacionados à administração de medicações, instalação e monitoramento de infusões. Realizei a limpeza e troca de curativos de Shilley, além da passagem de sonda vesical de demora. Tenho me dedicado a aperfeiçoar cada vez mais as técnicas, com foco em lidar melhor com intercorrências e na definição de prioridades durante o plantão. Também estou prestando mais atenção às questões relacionadas aos acessos venosos, observando sua qualidade e duração, e contabilizando essas práticas como parte do meu PDCA para melhoria contínua.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-08 19:58:41 UTC</pubDate>
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         <title>Congestão pulmonar</title>
         <author>fernandatomas</author>
         <link>https://padlet.com/fernandatomas/qkkruekrcb6r57dy/wish/3401320503</link>
         <description><![CDATA[<p>Tive a oportunidade de conversar com a enfermeira Thalita sobre um caso clínico que envolvia congestão pulmonar em um paciente com diagnóstico de lesão renal aguda (LRA). A discussão foi extremamente rica, e me ajudou a compreender melhor a fisiopatologia envolvida nessa complicação.</p><p>A lesão renal aguda é caracterizada pela perda súbita da função dos rins, levando à retenção de líquidos, eletrólitos e produtos nitrogenados. Uma das consequências diretas dessa disfunção é a redução da excreção urinária, o que gera um acúmulo de volume no organismo. Esse excesso de volume, por sua vez, sobrecarrega o sistema cardiovascular, aumentando a pressão hidrostática nos capilares, principalmente no pulmão.</p><p>Quando o sistema linfático pulmonar não consegue drenar adequadamente esse excesso de fluido, ocorre extravasamento de líquido para o espaço intersticial e, posteriormente, para os alvéolos pulmonares. Clinicamente, isso pode se manifestar como dispneia, crepitações à ausculta pulmonar, redução da saturação de oxigênio e, em casos mais graves, edema agudo de pulmão.</p><p><br/></p><p>Na enfermagem, o papel da equipe inclui monitoramento rigoroso dos sinais vitais, balanço hídrico, avaliação do padrão respiratório, ausculta pulmonar frequente, controle da administração de fluidos e colaboração direta com a equipe multiprofissional para ajustes terapêuticos, como diuréticos, suporte ventilatório e, hemodiálise.</p><p><br/></p><p>Essa conversa reforçou a importância da avaliação global do paciente e da integração entre os sistemas do corpo.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.msdmanuals.com/pt/profissional/dist%C3%BArbios-geniturin%C3%A1rios/les%C3%A3o-renal-aguda/les%C3%A3o-renal-aguda?utm_source=chatgpt.com">https://www.msdmanuals.com/pt/profissional/dist%C3%BArbios-geniturin%C3%A1rios/les%C3%A3o-renal-aguda/les%C3%A3o-renal-aguda?utm_source=chatgpt.com</a>  </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-08 20:06:52 UTC</pubDate>
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         <title>5W2H</title>
         <author>fernandatomas</author>
         <link>https://padlet.com/fernandatomas/qkkruekrcb6r57dy/wish/3405047305</link>
         <description><![CDATA[<p>Segue o link do canva para também ter acesso a tabela: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.canva.com/design/DAGkRIoZVGE/M1rdsu52gsibcv2v8rObwg/edit?utm_content=DAGkRIoZVGE&amp;utm_campaign=designshare&amp;utm_medium=link2&amp;utm_source=sharebutton">https://www.canva.com/design/DAGkRIoZVGE/M1rdsu52gsibcv2v8rObwg/edit?utm_content=DAGkRIoZVGE&amp;utm_campaign=designshare&amp;utm_medium=link2&amp;utm_source=sharebutton</a> </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-10 20:17:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fernandatomas</author>
         <link>https://padlet.com/fernandatomas/qkkruekrcb6r57dy/wish/3405082579</link>
         <description><![CDATA[<p>LINK DA LISTA DE NOTIFICAÇÃO: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://docs.google.com/document/d/1z4X7M485xleMHwaOhNImGhSjVT_lfl_1G2sFa7iKurI/edit?usp=sharing">https://docs.google.com/document/d/1z4X7M485xleMHwaOhNImGhSjVT_lfl_1G2sFa7iKurI/edit?usp=sharing</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-10 21:05:58 UTC</pubDate>
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