<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Diário de bordo - EDC287 by Daniel Cruz</title>
      <link>https://padlet.com/danielcruzdosantos/qjyobkcskzlnlor6</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-04-03 22:11:29 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-07-28 18:17:39 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Um breve resumo!</title>
         <author>danielcruzdosantos</author>
         <link>https://padlet.com/danielcruzdosantos/qjyobkcskzlnlor6/wish/3395106246</link>
         <description><![CDATA[<p><em>Olá!</em></p><p><br/></p><p>Me chamo Daniel, sou estudante de pedagogia da UFBA, estou no 4º semestre, moro com meus pais, tenho asma, moro com meus pais, sou nascido no Lobato, subúrbio ferroviário de Salvador, mas se me perguntar onde eu passei maior parte da minha vida, ai seria a cidade baixa. </p><p><br/></p><p>Amo praia, obras de ficção, frutas, dormir (mas consigo fazer apenas por poucas horas do meu dia), música e muitas outras coisas. </p><p><br/></p><p>Acredito na educação como um grande catalisador e com grande potencial para mudar o mundo.  </p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3407113792/854b02ee542fe36477d8612e4c1d8f84/IMG_20240922_WA0342.jpg" />
         <pubDate>2025-04-03 22:54:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielcruzdosantos/qjyobkcskzlnlor6/wish/3395106246</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Mais um anúncio sensacional!</title>
         <author>danielcruzdosantos</author>
         <link>https://padlet.com/danielcruzdosantos/qjyobkcskzlnlor6/wish/3417559201</link>
         <description><![CDATA[<p>A canção "Comunicação", interpretada por Elis Regina, nos apresenta uma crítica à influência da publicidade e dos meios de comunicação na vida cotidiana do cidadão comum. A letra descreve como o indivíduo é regularmente bombardeado por anúncios e campanhas que formam seus desejos e comportamentos, desde as preferências alimentares até a escolha de produtos de uso doméstico. Nas sentenças <em>"quase que forçado vou tomar café"</em> e <em>"já sou fã do comercial"</em> ilustram a perda de autonomia diante da manipulação da mídia.</p><p>Essa crítica muito tem a ver com o debate apresentado no texto “<strong>Direito à Comunicação</strong>”, de João Brant e Thaís Chita. O texto vai falar como a concentração dos meios de comunicação e a falta de diversidade nas vozes midiáticas comprometem o direito à comunicação, entendido como essencial para a democracia. A obra irá enfatizar que, em um ambiente onde poucos possuem o controle de como a informação é publicada ou produzida, os cidadãos tornam-se receptores inertes, com suas experiências e perspectivas invisibilizadas.​</p><p>Tanto a música quanto o texto concordam na crítica à hegemonia dos meios de comunicação e à necessidade de democratizar o acesso e a produção de conteúdo midiático. Ambos sinalizam a importância de garantir que a comunicação seja um direito de todos, permitindo uma participação ativa e estimulando uma crítica mais ácida a cerca do está sendo colocado nos nosso “prato”. A pergunta que fica é,<strong> o quanto você realmente gosta de café?</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?pdlt=1&amp;v=ZVD6IXQCpMI" />
         <pubDate>2025-04-21 11:28:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielcruzdosantos/qjyobkcskzlnlor6/wish/3417559201</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tô sem sinal!</title>
         <author>danielcruzdosantos</author>
         <link>https://padlet.com/danielcruzdosantos/qjyobkcskzlnlor6/wish/3417711788</link>
         <description><![CDATA[<p>A exclusão digital no Brasil escancara as desigualdades estruturais do nosso pais evidenciando os privilégios e obstáculos presente na vida dos cidadãos de acordo com sua conta bancária e o tom da sua pele. O estudo "<em>O abismo digital</em>", conduzido pela PwC Brasil, nos revela que somente um terço dos brasileiros podem ser considerados plenamente conectados à internet. Contrapondo o <strong>Marco Civil da Internet</strong> que assegura o direito de acesso universal à internet.</p><p>Durante a pandemia, essa desigualdade se aprofundou. Por exemplo, no texto <em>“Dificuldades no acesso à internet: expressões do racismo estrutural” </em>de Paulo Victor Melo e Tâmara Terso, eles vão nos mostrar que no quilombo Caiana dos Crioulos (PB), jovens enfrentaram dificuldades para se preparar para o Enem devido à falta de conexão. Outro exemplo da publicação de Melo e Terso se refere a algumas comunidades rurais localizadas na Bahia e no Distrito Federal, onde mães relataram desafios em acompanhar as atividades escolares dos filhos por falta de internet ou equipamentos adequados.</p><p>Com tantos casos como este não existe outra possibilidade senão esperar mais desigualdade e uma grande rede de desinformação se formando pelo país. A pergunta que fica é, <strong>o seu 5g está funcionando <em>direitos</em>?</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3407113792/4ffe2721ea52c0074ee5d6c8ebfeab98/PLENAMENTE_CONECTADO.png" />
         <pubDate>2025-04-21 13:59:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielcruzdosantos/qjyobkcskzlnlor6/wish/3417711788</guid>
      </item>
      <item>
         <title>e-Favela</title>
         <author>danielcruzdosantos</author>
         <link>https://padlet.com/danielcruzdosantos/qjyobkcskzlnlor6/wish/3417994158</link>
         <description><![CDATA[<p>O capítulo “Inclusão digital como fator de inclusão social”, do livro <em>Inclusão Digital: Polêmicas Contemporâneas</em>, ressalta que a verdadeira inclusão digital acontece quando os sujeitos deixam de ser apenas receptores e passam a atuar como produtores ativos de conhecimento. Lia Ribeiro Dias demonstra que jovens de comunidades marginalizadas, ao se apropriarem criticamente das tecnologias, transformam suas trajetórias sociais e ampliam sua cidadania.</p><p>Essa perspectiva dialoga diretamente com as experiências apresentadas no artigo <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://outraspalavras.net/blog/entre-fronteiras-o-universo-digital-e-as-producoes-da-periferia/">“Entre fronteiras: o universo digital e as produções da periferia”</a>, do portal Outras Palavras, onde coletivos periféricos utilizam o ambiente digital para expressar identidades, difundir saberes locais e romper fronteiras geográficas e simbólicas. A participação dessas comunidades no mundo digital revela como estratégias de inclusão que respeitam contextos culturais geram autonomia, protagonismo e transformação social. Assim, o espaço digital se torna território de resistência, criação e reconfiguração das narrativas, possibilitando novos modos de existir e comunicar-se no mundo. A pergunta que fica é, <strong>tem wi-fi no morro?</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3407113792/162086f3ed9ca37e4e478479af8c0f69/capa_wif_periferia.png" />
         <pubDate>2025-04-21 18:06:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielcruzdosantos/qjyobkcskzlnlor6/wish/3417994158</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Donos da rede</title>
         <author>danielcruzdosantos</author>
         <link>https://padlet.com/danielcruzdosantos/qjyobkcskzlnlor6/wish/3459965475</link>
         <description><![CDATA[<p>No capítulo <em>“Direitos autorais, novas tecnologias e acesso ao conhecimento”</em>, Pretto e Silveira desmontam a ilusão de que os direitos autorais servem nobremente para proteger o gênio criador. Na prática, funcionam como grades douradas que mantêm o conhecimento trancado sob a guarda do capital. Nesse cenário, o saber deixa de ser construção coletiva para virar ativo financeiro que se encontra protegido por firewalls, contratos e licenças que mais parecem algemas.</p><p>É nesse mesmo campo minado que Bonilla entra em cena com o software livre, subvertendo a lógica que transforma ideias em mercadorias. Ao contrário do software proprietário, esse “tesouro” fechado a sete chaves por empresas que vendem atualizações como se fossem presentes, o software livre escancara o código, convida à colaboração e distribui poder. </p><p>Enquanto o software proprietário reproduz a concentração de capital e conhecimento, o livre propõe autonomia, partilha e liberdade real e não aquela que vem com letras miúdas. Bonilla e os autores do capítulo convergem, ironicamente, ao nos lembrar que, num mundo hiperconectado, é preciso coragem para defender que o conhecimento continue sendo um bem de todos, e não apenas um produto com licença vencida. A pergunta que fica é, <strong>você aceita os termos de uso?</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3407113792/e9cee42c479eea184f96c885b68a59fa/Yo_soy_Millonario.jpg" />
         <pubDate>2025-05-20 23:07:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielcruzdosantos/qjyobkcskzlnlor6/wish/3459965475</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
