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      <title>Entre Razões e Emoções by </title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-04-01 13:07:04 UTC</pubDate>
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         <title>“Memórias Póstumas de Brás Cubas”</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, é um romance publicado em 1881 que marca o início do Realismo no Brasil. Narrado por um defunto-autor, Brás Cubas, a obra apresenta uma visão irônica e crítica da sociedade brasileira do século XIX. O protagonista, um homem vaidoso e fútil, narra sua vida sem grandes feitos, expondo as hipocrisias e contradições da elite da época. Entre os personagens de destaque estão Virgília, sua amante; Nhã-loló, um amor da juventude; e Quincas Borba, amigo excêntrico e criador da filosofia absurda do “Humanitismo”. A narrativa em primeira pessoa é marcada por um tom sarcástico e por um narrador não confiável, que quebra expectativas e ironiza a própria existência. A obra aborda temas como a vaidade, a inutilidade da vida e a crítica às convenções sociais, consolidando-se como uma das mais importantes da literatura brasileira.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-15 12:02:44 UTC</pubDate>
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         <title>O Alienista..</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O alienista é uma obra literária humorísta do escritor brasileiro Machado de Assis. Muitos consideram-no um conto, mas a maioria dos críticos e especialistas consideram-no uma novela por causa da sua estrutura narrativa. A obra foi publicada em 1882, conta a historia do médico psiquiatra Simão Bacamarte, que constrói um hospício em uma cidade interior e o tipo de narrador tem conhecimento total dos personagens, inclusive dos seus pensamentos mais íntimos. </p><p> Joaquim Machado De Assis foi um escritor brasileiro, completamente reconhecido por críticos, estudantes, escritores e leitores como o maior expoente da leitura brasileira. Nasceu na cidade de Rio de Janeiro em 21 de junho em 1839 e faleceu no dia 29 de setembro de 1908, faleceu numa madrugada cercado de seus companheiros mais chegados, Mario Alencar, José Veríssimo, Euclides da Cunha, Coelho Neto, Raimundo Correia e Rodrigo Ótavio que consta como causa da sua morte uma lesão neoplásica em sua língua considerado como Câncer. E pra retomar no assunto da obra mesmo, alguns de seus personagens principais são Simão Bacamarte: médico e protagonista,</p><p>Evarista da Costa e Mascarenhas: esposa de Bacamarte, Crispim Soares: boticário, Lopes: padre, Porfírio: barbeiro, Sebastião Freitas: vereador, Benedita: mucama de dona Evarista, João Pina: outro barbeiro. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-15 12:19:27 UTC</pubDate>
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         <title>S. Bernardo (1934)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Autor: Graciliano Ramos</p><p>O livro se passa durante a Era Vargas, no Brasil. O Brasil vivia um clima de tensão social e desdobramentos psicológicos, Vargas ascende ao poder e conduziu  o país a ditadura.</p><p><br/></p><ul><li><p>O autor compõe uma trama que tem como plano de fundo a situação do nordeste Brasileiro, afetado com as secas periódicas, sobretudo as das primeiras décadas do século XX, que ocasionou o êxodo rural, a pobreza generalizada e as tentativas de sobrevivência dos sertanejos nordestinos. </p></li><li><p>Paulo Honório: Protagonista, um homem violento  e ambicioso que se tornou um grande fazendeiro</p></li><li><p>Madalena: A esposa de Paulo Honório, uma professora, primaria que se suicidou.</p></li><li><p>Luís Padilha: O herdeiro da fazenda são Bernardo que se entrega bebidas, jogos e mulheres. Ele perde a fazenda.</p></li><li><p>Margarida: A doceira, meiga, que criou Honório quando criança.</p></li><li><p>Casimiro Lopes: O fiel empregado de Paulo Honório, um homem violento que o ajuda a cobrar dividas.</p></li><li><p>Azevedo Gondin: Um jornalista amigo de pulo Honório.</p></li><li><p>Salustiano Padilha: O ex-dono da fazenda São Bernardo e pai de Luís</p></li><li><p>Dona Gloria: A tia da Madalena</p></li><li><p>Seu Ribeiro: O senhor que trabalha</p></li><li><p>na fazenda e fica próximo de Madalena.</p></li><li><p>Joaquim Sapateiro: O homem que ensina Paulo Honório a ler na prisão</p></li><li><p>O professor Mauricio Lopes Couto, do colégio Anglo Lenseia que "São Bernardo" é uma obra narrada em primeira pessoa, onde o narrador também é o personagem principal da história: Paulo Honório. Este é um homem que em si foi abandonado e resolve refletir sobre seu passado e passar aos livros.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-15 12:28:14 UTC</pubDate>
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         <title>Resumo sobre a obra S. Bernardo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Análise da Obra "São Bernardo", de Graciliano Ramos</p><p>Biografia do Autor</p><p>Graciliano Ramos nasceu em Quebrangulo, Alagoas, em 1892, e faleceu no Rio de Janeiro, em 1953. Foi um dos maiores nomes da segunda fase do modernismo brasileiro, especialmente do chamado romance regionalista. Atuou como jornalista, político e escritor. Em sua carreira literária, destacou-se por obras como Vidas Secas, Angústia e São Bernardo. Seu estilo é marcado pela concisão, linguagem precisa, análise psicológica dos personagens e crítica social. Durante a Era Vargas, foi preso sob suspeita de envolvimento com o comunismo, experiência retratada em seu livro Memórias do Cárcere.</p><p>Contexto Histórico</p><p>"São Bernardo" foi publicado em 1934, durante o período do Brasil República, um momento conturbado politicamente, com o fim da Primeira República e o início da Era Vargas (1930-1945). Essa fase foi marcada por conflitos sociais, concentração de terras, coronelismo e a luta de classes. A obra reflete esse contexto ao retratar um proprietário de terras que ascende socialmente pela força e opressão, espelhando as estruturas de poder e autoritarismo da época.</p><p>Enredo e Trama</p><p>A narrativa é contada em primeira pessoa por Paulo Honório, protagonista e narrador da história. Ele reconstitui sua trajetória desde os tempos de extrema pobreza até alcançar riqueza e poder como proprietário da fazenda São Bernardo, situada no interior de Alagoas.</p><p>Homem rude, autoritário e pragmático, Paulo Honório explora e oprime para alcançar seus objetivos. Sua ascensão é marcada por atos de violência, manipulação e exploração da mão de obra. Após adquirir a fazenda, ele se casa com Madalena, uma jovem professora idealista e politicamente engajada.</p><p>A relação entre eles é o núcleo dramático do romance. Paulo, incapaz de compreender e aceitar o pensamento independente e os valores de Madalena, impõe-lhe um regime de desconfiança e dominação, o que leva ao gradual afastamento do casal. O ápice da tragédia ocorre quando Madalena, oprimida emocionalmente, comete suicídio.</p><p>A partir daí, o romance adquire um tom de profunda reflexão e arrependimento. Paulo Honório, agora solitário e desiludido, tenta escrever sua história, mas percebe suas limitações e os danos causados por sua conduta.</p><p>Análise dos Personagens</p><p>Paulo Honório</p><p>Protagonista e narrador, é um homem que representa o autoritarismo, a brutalidade e a lógica do capital. Ambicioso, vê as pessoas como instrumentos de seus interesses. Sua narrativa é marcada por tentativas de racionalização de seus atos, mas há momentos em que transparece angústia e remorso, o que humaniza, em certa medida, sua figura.</p><p>Madalena</p><p>Esposa de Paulo Honório, é a personagem que representa os ideais humanistas, a intelectualidade e a resistência moral ao autoritarismo. Professora, defende causas sociais e busca uma relação de igualdade, o que entra em choque com a mentalidade do marido. Sua morte é o ponto de inflexão na narrativa.</p><p>Padre Silvestre</p><p>Representa a hipocrisia religiosa e a omissão diante das injustiças sociais. Paulo Honório mantém com ele uma relação cordial, mas o vê como um homem conveniente aos interesses do poder.</p><p>Seu Ribeiro</p><p>Administrador da fazenda, é submisso a Paulo Honório e representa a figura do capataz que contribui para manter a ordem e a exploração.</p><p>Luis Padilha</p><p>Um dos poucos amigos de Madalena, é desprezado por Paulo Honório por sua formação intelectual. O ciúme de Paulo também o envolve em um dos momentos de maior tensão da narrativa.</p><p>Trecho Mais Importante do Livro (Comentado)</p><p>"Madalena não me amava, era natural que não me amasse. Como poderia amar-me? Não soube compreender-lhe a alma, e fui um bruto."</p><p>Esse trecho é crucial porque evidencia o conflito interno de Paulo Honório e representa o ponto de tomada de consciência tardia. Ele reconhece seu fracasso afetivo e a destruição da única pessoa que lhe ofereceu afeto e lucidez. O uso da palavra “bruto” é significativo, pois sintetiza sua autocrítica e a ruptura de sua persona arrogante.</p><p>Considerações Finais</p><p>"São Bernardo" é uma obra-prima do romance psicológico e regionalista. Vai além da crítica social para mergulhar nas contradições humanas, expondo como a busca por poder e posse pode destruir afetos e levar ao isolamento existencial. Graciliano Ramos, com sua linguagem enxuta e poderosa, constrói um retrato amargo do sertão e do homem que nele domina, mas também se destrói.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-15 13:27:48 UTC</pubDate>
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